Era a decisão do Campeonato da Divisão Especial da Liga Amadora de uma grande cidade mineira.
De um lado, a mais poderosa equipe do local, o União F.C., que contava com grandes jogadores, alguns inclusive, buscados em outras cidades da região, para reforçar o time. A equipe adversária, o Grêmio, era um time modesto, que contava apenas com a ajuda de alguns abnegados e, na teoria, não contava com um plantel capaz de fazer frente ao time mais poderoso do lugar.
Mas na prática, o que se viu em campo foi o Grêmio, equipe considerada mais fraca, jogar com muita garra e disposição, chegando a assustar o “bicho-papão” da cidade.
O jogo estava empatado em 1 a 1, com o Grêmio resistindo bravamente à pressão do União, quando, aos 44min do segundo tempo, num dos seus raros ataques na partida, o atacante do Grêmio, Paulinho “Trombador” foi derrubado dentro da área e o árbitro marcou a penalidade máxima.
Sentindo que a sua equipe, apesar de ser mais forte, estava prestes a perder o título, o fazendeiro mais poderoso do lugar, presidente do União, invadiu o campo, colocou a bola debaixo do braço, encostou-se em uma das traves e disse para o árbitro:
“O senhor está roubando. Não vou deixar bater o pênalti”.
O árbitro esperou esgotar o tempo regulamentar e encerrou a partida por falta de garantias.
A decisão do Campeonato foi para o “tapetão”. Como os auditores do Tribunal de Justiça Desportiva da Liga da Cidade eram também empregados da fazenda do presidente do União, adivinhe qual foi o resultado do julgamento?
Pois é, as duas equipes foram proclamadas campeãs da cidade.
Como pode se ver, o sr. “Eurico Miranda” já anda fazendo escola até no Futebol Amador.
Cica, recordista brasileiro de gols em uma partida
[img:cica_copy.jpg,full,alinhar_esq_caixa] O jogador brasileiro que marcou o maior número de gols em uma partida foi Darcy Marino da Silva, o Cica, que em 10 de dezembro de 1967, jogando pelo Social Olímpico Ferroviário, de Santos Dumont, Minas Gerais, marcou 12 gols, numa partida contra o Pombense, da cidade de Rio Pomba. A partida, válida pelo campeonato regional daquele ano, terminou 17 x 0.
Com a repercussão do seu feito, sua fama ultrapassou as fronteiras do município e o dirigente Gunnar Goranson mandou busca-lo para fazer testes no Flamengo, que montava uma nova equipe para o campeonato carioca de 1968. Fez ótimos treinamentos ao lado de Manicera, Dionísio e Rodrigues Neto, entre outros e foi aprovado pelo, então técnico, Walter Miraglia. Quando sua contratação parecia certa, um impasse entre os dirigentes dos clubes, acabou encerrando as negociações.
Cica, então, desenvolveu sua carreira e continuou fazendo seus gols por clubes do interior de Minas, como Social e Mineiro de Santos Dumont, Vila Nova de Nova Lima, Formiga da cidade de mesmo nome e Vila do Carmo, de Barbacena, onde encerrou sua carreira profissional.
Cica, orgulhoso, guarda com carinho a edição do Guiness Book de 1998, onde seu feito histórico está registrado na página 287, exatamente entre dois dos maiores jogadores de todos os tempos: Pelé (maior número de títulos) e Ademir Menezes, (maior artilheiro brasileiro em copas do mundo – 9 gols, em 1950).
Não sabe, ao certo, quantos gols marcou em sua carreira (e foram muitos), mas, daqueles 12, assinalados no dia 10 de dezembro de 1967, certamente ele nunca esquecerá.
Fonte: livro Causos da Bola, do jornalista Victor Kingma
O time do bairro em que nasci! Breve história do Cambuí Futebol Clube – Campinas (SP)

Cambuí F.C. de Campinas / SP
O Cambuí Futebol Clube foi fundado em Campinas na terça-feira, do dia 1º de Junho de 1937. Seu nome foi em homenagem ao bairro em que foi formado ( um dos mais charmosos de Campinas ) e as suas belíssimas árvores da família das mirtáceas que em seus galhos florescem miúdas flores brancas e perfumadas; seus frutos vermelhos quase roxos tornam uma festa para passarinhos e abelhas. Suas cores: verde e branco.
Fundadores:
Arthur Franz (1º Presidente)
Bonfiglio Garutti
Otto Kriegel
Antonio Luvizzari
Francisco Ortega
Fernando Moreira
Benedito Amaral
Anézio Lemes
Hermínio Gaiani
Entre seus inúmeros títulos no futebol destaca-se :
Vice – campeão em 1946
Campeão Campineiro da 2ª divisão em 1950
Vice – campeão em 1952 da 1ª Divisão
O Cambuí F.C. sagrou-se o grande campeão do Megamaster-2008 ao vencer o E.C. Bela Vista, no 1º jogo por 4 X 3 e na segunda partida realizada em 23/11/2008, obteve um empate em 2 X 2.
Atualmente, o Cambuí F.C. se destaca por suas famosas escolinhas de futebol em conjunto com o Cruzeiro E.C. de Belo Horizonte / MG e tem sua sede localizada na Av. Orosimbo Maia, nº 2.485 – Cambuí, Campinas (SP) CEP: 13035-630. Participa ativamente dos campeonatos de bocha na cidade e em nível estadual.

Cambuí Futebol Clube, da Liga Amadora de Campinas. Ano de 1988
Time que disputou a LCF DE 1965.
FOTO: Acervo de Emerson Alessandra
FONTE: Arquivo pessoal / Liga Campineira de Futebol (LCF)
Saudades de um bom meio de campo
Um time precisa ter padrão de jogo, conjunto e um esquema definido. Hoje , mais do que nunca no futebol profissional, vencer é mais do que um objetivo é uma necessidade para sobreviver. Para um técnico de futebol , definições táticas estão atreladas a um intenso preparo físico da equipe e a dimensão tática tem se refletido na colocação de 4 ou 5 jogadores no meio de campo, dando especial atenção àqueles de marcação, de contenção.
Este humilde preâmbulo vem de encontro à lembrança que tenho dos grandes jogadores de meio de campo dos diversos times do Brasil pelos anos 60 , 70 e alguns dos anos 80.
Sem querer esgotar a grande quantidade de craques que passaram por nossos campos, comecei a relacionar num pedaço de papel alguns jogadores que vi jogar a partir de 1962. Evidente que esquecerei de muitos e uma ou outra posição pode estar invertida.
Relacionei apenas duplas para o meio de campo, não entrei no mérito se o esquema era 4-3-3, 4-4-2 ou 4-2-4.
Para cada dupla um breve relato sobre um jogador
PALMEIRAS
1-Zequinha e Chinesinho.
Chinesinho foi decisivo na conquista do Supercampeonato Paulista pelo Palmeiras em 1959, quebrando um jejum de quase nove anos. O Palmeiras derrotou o Santos por 2 a 1, de virada, no Pacaembu. Os gols foram de Julinho e Romero. Do Palmeiras, Chinesinho foi para o Modena, da Itália. Com o dinheiro de sua venda a equipe verde reformou o Parque Antártica e construiu o atual Jardim Suspenso.
2-Dudu e Ademir da Guia
Ademir foi um dos mais geniais meios-campistas do futebol brasileiro em todos os tempos. Assim como o pai, ele começou a carreira no Bangu e foi contratado pelo Palmeiras em 1961. Herdou o apelido do pai, “Divino”, e brilhou no Parque Antártica até 1977, quando encerrou a carreira.
3-Cesar Sampaio e Rincon
Nascido em Buenaventura, Colômbia, em 14 de agosto de 1966, Freddy Eusébio Gustavo Rincón Valencia, conhecido como Rincón, foi um grande jogador de futebol. Volante e meia, começou a carreira no Atlético Buenaventura, passando depois por Independiente de Santa Fé, América de Cali, Palmeiras, Napoli, Real Madrid, Santos e Corinthians.
SANTOS
1-Zito e Mengálvio
Nascido no dia 17 de dezembro de 1939, em Laguna (SC), Mengálvio começou a carreira de jogador na equipe do Aimoré, da cidade de São Leopoldo (RS), no final dos anos 50. Jogando pela modesta equipe, o meio-campista foi vice-campeão estadual. Contratado pelo Santos, em 1960, ele formou uma das mais famosas linhas de ataque do futebol mundial: Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. Pelo Peixe, Mengálvio, que sabia atuar na meia e também como volante, conquistou vários títulos.
2-Ze Mario e Ailton Lira
Nascido no dia 19 de fevereiro de 1951, em Araras (SP), Lira fez parte do time santista campeão paulista em 1978, na época dos “Meninos da Vila”. Além do Peixe, Aílton Lira jogou na Ponte Preta, na Caldense (MG), no São Paulo, no Al Nassr (Arábia Saudita), Guarani, União São João (SP), Comercial (SP), Portuguesa Santista (SP), Itumbiara (GO) e Guará (DF).
SÃO PAULO
1-Edson e Gerson
Nascido no Rio de Janeiro no dia 20 de junho de 1943, Édson Cegonha começou no Bonsucesso (RJ). Chegou ao Corinthians em 1963 e ficou no Parque São Jorge até 1969. Atuou ao lado de jogadores como Rivellino, Tales, Flávio Minuano e Paulo Borges. O período era difícil. O Corinthians não conseguia superar o Santos de Pelé e também vivia um jejum de títulos que durava desde 1954.
Mesmo assim, Édson, que era volante e foi deslocado algumas vezes para a lateral-esquerda (chegou a estar na lista dos 40 jogadores para a Copa do Mundo de 1966), fez boas partidas com a camisa alvinegra. Ao todo foram 186 jogos (110 vitórias, 37 empates e 39 derrotas) e 17 gols (fonte: Almanaque do Corinthians – Celso Unzelte).
Deixou o Corinthians para jogar o São Paulo, clube pelo qual foi bicampeão paulista: 1970/71. Assim como no Corinthians, Édson Cegonha se destacou com a camisa tricolor, num time que contava ainda com Toninho Guerreiro, Terto, Gérson, Roberto Dias, entre outros. Jogou 205 vezes pelo São Paulo (106 vitórias, 51 empates e 48 derrotas) e marcou 16 gols (fonte: Almanaque do São Paulo – Alexandre da Costa).
Para fechar o trio de ferro, em 1973 o versátil jogador se transferiu para o Palmeiras. Fez parte de bons times alviverdes. Ficou no Palestra Itália até 1975. Foram 80 partidas (45 vitórias, 20 empates e 15 derrotas) e três gols
CORINTHIANS
1-Tião e Rivelino
Tião, que jogou também no Guarani e no Juventus, ficou marcado como fiel escudeiro de Rivelino ao defender o Timão de 1968 a 1975. O volante disputou 363 jogos e marcou 13 gols com a camisa alvinegra (fonte: Almanaque do Corinthians – Celso Unzelte).O jogo da vida de Tião foi Corinthians 4×3 Palmeiras, no Morumbi, em 71. Na ocasião, Tião marcou um dos gols da histórica virada corintiana sobre o arqui-rival. Os outros gols do Corinthians foram marcados por Mirandinha (2) e Adãozinho. César Maluco (2) e Leivinha fizeram para o Verdão.
O jogo foi no dia 25 de abril de 1971, numa tarde gelada de domingo de 8 graus no Morumbi. O técnico Francisco Sarno escalou: Ado, Zé Maria, Sadi, Luis Carlos Gálter, Pedrinho, Tião, Rivellino, Lindóia depois Natal, Samarone depois Adãozinho, Mirandinha e Peri. Apitou Armando Marques, que expulsou Leivinha e Rivellino.
2-Biro Biro e Sócrates
O pernambucano, nascido no dia 18 de maio de 1959, começou a carreira no Sport Recife e se transferiu para o Corinthians em 1978. Na época, o folclórico presidente corintiano Vicente Matheus o anunciou como Lero-Lero, o que provocou enorme gozação.
Dentro de campo, Biro-Biro não brincou em serviço e jogando um futebol muito sério conquistou os torcedores do Timão, que o elegeram como símbolo da equipe. Se Sócrates, Palhinha, Zenon, eram os talentos da equipe, Biro-Biro figurava como um jogador importante na marcação e muito disciplinado taticamente.
Graças aos fãs corintianos, elegeu-se vereador em São Paulo, em 1988. No ano seguinte, deixou o Parque São Jorge para jogar na Lusa, onde não brilhou. Também atuou no Guarani e Remo, antes de encerrar a carreira.
PORTUGUESA
1-Pampolini e Nair
Pampolini foi contemporâneo de Manga, Nilton Santos, Chicão, Cacá, Zé Maria, Paulistinha, Zé Carlos, Neivaldo, Édson, Airton Povil, Elton, Garrincha, Amarildo, Quarentinha, Zagalo, Paulo Valentim, e tanta gente boa que, brilhantemente, defendeu o Botafogo. Pampolini, 347 jogos e 27 gols (1955 a 1962).
Em 1962, deixou o Glorioso e foi defender a Portuguesa de Desportos, então dirigida pelo saudoso Aimoré Moreira. Na Lusa, Pampolini sagrou-se vice-campeão paulista de 1964 jogando ao lado de Félix, Orlando Gato Preto, Jair Marinho, Wilson Pereira, Henrique Pereira, Wilson Silva, Edilson, Ditão, Almir, Dida, Ivair, Henrique Frade, Sílvio Major, Nair e Édson, também ex-Botafogo.
Na Lusa, Pampolini jogou até 1968, quando encerrou sua carreira. Defendeu outras duas equipes por rápidos empréstimos, enquanto tinha o passe preso à Lusa do Canindé: em 1965, jogou pelo Atlético-MG, e em 1966, pelo Taubaté.
FERROVIÁRIA
1-Dudu e Bazani
Bazani é o maior símbolo da história da Associação Ferroviária de Esportes de Araraquara, equipe que ficou conhecida nos anos 60 como o “Santos do Interior”. Sonhava em rever a equipe grená na primeira divisão do Campeonato Paulista. Infelizmente, não conseguiu.
Cirurgião-dentista atuante até meses antes de falecer, Bazani jogou no Corinthians de 63 a 65, fazendo 87 jogos (41 vitórias, 18 empates, 30 derrotas) e marcando 15 gols, sendo um deles no Santos, de Pelé, no segundo turno do Campeonato Paulista de 1964 (fonte: Almanaque do Corinthians – Celso Unzelte). Só que o Santos, de virada, ganhou por 7 a 4.
Na Ferroviária, Bazani, por décadas, formou inesquecíveis alas-esquerdas, criadas por monumentais ataques Afeanos: Bazani e Boquita; Bazani e Beni; Bazani e Pio e Bazani e Nei.
FLAMENGO
1-Andrade
Andrade vestiu a camisa rubro-negra por 10 anos: 1977 até 1987. Segundo o “Almanaque do Flamengo”, de Roberto Assaf e Clóvis Martins, foram 566 jogos pelo rubro-negro (329 vitórias, 138 empates e 99 derrotas) e 28 gols. Transferiu-se para a Roma, da Itália, e retornou ao futebol carioca, em 90, para defender o Vasco da Gama. Jogou também no Linhares (ES).
Trata-se de um dos maiores vencedores de Brasileiros, já que venceu cinco (contanto a polêmica Copa União de 87). O último, em 89, vestindo a camisa do Vasco (era reserva de Zé do Carmo no time comandado por Nelsinho Rosa).
e Adílio
CRUZEIRO
1-Ze Carlos e Dirceu Lopes
Dirceu Lopes foi um jogador que empatou com Ademir da Guia em tudo: no talento, na humildade, na falta de ambição e vaidade, na má sorte e na injustiça. Ambos foram esquecidos pela seleção brasileira de forma lamentável. No interior mineiro, Divino, o algoz de Dirceu Lopes, é visto como um Márcio Nunes. Um (Márcio Nunes) acabou com o Galinho no Maracanã. E o outro (Divino) vitimou Dirceu Lopes
ATLETICO MINEIRO
1-Vanderlei e Humberto Ramos
Humberto Ramos passa por Mura, Carlos Roberto e Marco Aurélio. Chega na área e cruza para Dadá Maravilha. A cabeçada sai perfeita, longe do alcance de Wendell. O Atlético abre o placar contra o Botafogo e, minutos depois, começa a comemorar o título de campeão brasileiro de 1971. Este foi o momento mais importante da carreira de Humberto da Silva Ramos, ex-meia que chegou ao Galo em 1966, e defendeu também Grêmio, América (RN), Vila Nova (GO), Internacional de Limeira, Colorado (PR), Coritiba e Valério Doce de Itabira, onde parou em 1984.
BAHIA
1-Paulo Rodrigues e Bobo
Eleito um dos maiores ídolos do Tricolor Baiano em todos os tempos, Raimundo Nonato Tavares da Silva, o Bobô, foi peça essencial na equipe comandada por Evaristo de Macedo que conquistou o Campeonato Brasileiro de 1988. Ao lado do centroavante Charles, do meia Zé Carlos, do ponta Marquinhos, do volante Paulo Rodrigues, entre outros, fez do Bahia, o “azarão” do campeonato nacional de 1988, uma equipe muita temida.
Para ter Bobô, o Tricolor do Morumbi desembolsou mais de US$ 1 milhão, valor fora dos padrões dos clubes brasileiros na época, e ainda liberou para o Bahia os passes do centroavante Marcelo e do zagueiro Wágner Basílio.
No entanto, para infelicidade dos cartolas tricolores, Bobô não rendeu tudo o que podia no Tricolor Paulista, mas mesmo assim conquistou o título paulista de 1989.
No ano seguinte, em baixa no time paulista, Bobô foi defender por empréstimo o Flamengo e mais uma vez não vingou. Em 91, o São Paulo envolveu ele na troca com o Fluminense pelo ponta-esquerda Rinaldo, o mesmo que foi crucificado por não ter passado a bola para Pelé no jogo comemorativo do 50º aniversário do Rei.
No Tricolor das Laranjeiras, Bobô viveu um bom momento, fazendo dupla com o centroavante Ézio, que tinha sido contratado à Portuguesa.
Em 1993, o baiano deixou o Flu para jogar no Corinthians, clube que ele disse ter sido marcante na sua carreira apesar do pouco tempo que ficou no Parque São Jorge.
Depois do Timão, Bobô atuou pelo Internacional e depois ainda retornou para o Bahia, antes de encerrar a carreira e tornar-se comentarista esportivo.
VASCO
1-Felipe e Juninho
Por várias vezes, Juninho foi considerado o 12º jogador do time são-paulino. Era um reserva que entrava e incendiava a partida. Foi assim, inclusive, na final do Mundial de Clubes de 1993, quando Juninho participou da vitória do São Paulo sobre o Milan, 3 a 2.
Juninho defendeu o time do Morumbi entre 1993 e 1995. Uma proposta milionária do até então pouco conhecido Middlesbrough fez o meia-armador trocar de país. Juninho foi para a equipe inglesa. Jogou lá, e bem, até 1997, quando teve seu passe negociado com o Atlético de Madrid.
Juninho permaneceu no clube espanhol até 1999. Chegou a vestir ainda, mais uma vez, a camisa do Middlesbrough. Em 2000, ele retornou ao futebol brasileiro. Quem o contratou foi o Vasco da Gama, que já tinha um grande time.
E foi em São Januário, por causa de outro Juninho (o Juninho Pernambucano), que Juninho ganhou também o apelido de Juninho Paulista. E os dois, como armadores da equipe cruz-maltina, foram importantes para a conquista da Copa João Havelange de 2000. E no ataque, o Vasco tinha ainda o baixinho Romário.
Depois do Vasco, Juninho defendeu ainda o Flamengo (2001 até 2002), outra vez o Middlesbrough (entre 2002 e 2004), Celtic (2004 até 2005), Palmeiras (2005 até 2006), Flamengo mais uma vez (2006 até 2007) e Sidney (2007
BOTAFOGO
1-Carlos Roberto e Gerson
Carlos Roberto fez parte daquele time demolidor de 67 e 68 que tinha: Cao, Moreira, Moisés, Sebastião Leônidas e Valtencir. Nei Conceição, Carlos Roberto e Gérson; Jairzinho Furacão, Roberto Miranda e Paulo César Caju.
Carlos Roberto tem ótima lembrança também do Santos Futebol Clube, onde formou bom meio de campo na Vila, em 1976, ao lado de Clodoaldo e Aílton Lira.
BANGU
1- Lorico e Ocimar
Ocimar jogou no inesquecível time do Bangu Campeão Carioca de 1966. Ele participou daquela final dramática que não teve volta olímpica do Bangu – que foi campeão ao golear o Fla, de Valdomiro, por 3 a 0 -, mas que teve muita polêmica.
O goleiro Valdomiro (do Fla) foi acusado de corpo mole (nunca provado) e Almir, vendo que o título já estava perdido, agrediu jogadores do Bangu, principalmente Ladeira (hoje o técnico de juniores, Adaílton Ladeira).
O pau quebrou de forma generalizada no Maracanã e o jogo foi encerrado antes de seu tempo normal. Itamar, zagueiro-central do Flamengo, também brigou muito, mas igualmente foi um dos derrotados ao lado de Valdomiro, Murilo, Paulo Henrique, Carlinhos, Carlos Alberto, Silva, Almir, Nelsinho Rosa, dentre outros.
E o Bangu A.C. entrou para a história jogando com Ubirajara, Fidélis, Mário Tito (já falecido), Luís Alberto e Ari Clemente; Jaime e Ocimar; Paulo Borges, Ladeira, Cabralzinho e Aladim. O técnico era Alfredo Gonzalez.
A evolução do escudo do Social-MG
Em 1920, o antigo Calado (hoje, Coronel Fabriciano) sediava escritório de duas empresas, a Estrada de Ferro Vitória a Minas e a Cia. Belgo-Mineira. A Belgo-Mineira tinha suas tradições na cor azul. A pintura de seus veículos e de suas casas eram nessa tonalidade. A E.F.V.M, por sua vez, tinha como cores o verde, o vermelho e o amarelo, que estavam estampados em suas locomotivas “maria-fumaça”. E foi assim, através do azul e do amarelo, que surgiram duas equipes de futebol. Sendo o time amarelo da ferrovia, conhecido como Ferroviário. E o time azul era o da Belgo-Mineira.
Por volta de 1935, o povo de Calado resolveu juntar os dois times. O primeiro nome escolhido foi Sociedade. No início da década de 1940, surgiu a idéia de Social Futebol Clube, nome registrado e oficializado em outubro de 1941.
Em toda sua história o social já possuiu ao todo 7 escudos…
São eles:
[img:social_1_mg.jpg,full,vazio][img:social_2_mg.jpg,full,vazio][img:social_3_mg.jpg,full,vazio][img:socialfc_1_mg.jpg,full,vazio][img:socialfc_3_mg.jpg,full,vazio][img:socialfc_2_mg.jpg,full,vazio][img:socialfc_mg.jpg,full,vazio]
Fonte: www.socialfutebolclube.com.br
Protegido: América-ES
[img:am__rica.jpg,full,alinhar_esq_caixa]América de Aribiri, é 5 ou 6 vezes campeã capixaba?
Nome: América Futebol Clube
Data de Fundação: 27 de Novembro de 1927 ???
Endereço: Rua São Luiz – Aribiri – Vila Velha-ES
CEP: 29.150-500
Situação do clube: Extinto
Títulos:
6 Campeonatos Capixaba: 1917, 1922, 1923, 1925, 1927 e 1928
6 Taças Cidade de Vitória: 1917, 1922, 1923, 1925, 1927 e 1928
4 Torneios Início: 1922, 1923, 1926 e 1943
Uniforme
[img:am__rica_de_aribiri.jpg,full,alinhar_esq]
História
A equipe de Futebol do América Futebol Clube foi fundada em 27 de Novembro de 1927, na rua São Luiz, no bairro de Aribiri, no Município de Vila Velha, ES.
A Informação é de Ernesto Rauta e Ronaldo Lourenço Rodrigues. Ocorre que em Pesquisa feita na Internet, no Site do Vitória Futebol Clube consta que o América de Aribiri foi Campeão Capixaba em 1917. Mas Ernesto Rauta, confirma que o América foi fundado em 1927 e não 1917.
Em 1917 consta no Site da Federação Capixaba de Futebol, o nome do América, como o Primeiro Campeão Capixaba.
Se a informação de Ernesto é correta e deve ser. Em 1927 quando foi fundado o América foi Campeão Capixaba.
A verdade é que pelo Web Site da Federação e do Vitória Futebol Clube, o América, possui um total de 6 títulos Capixabas, estando em 5º Lugar entre as equipes com mais títulos no Futebol Capixaba.
[img:am__rica_1.jpg,full,alinhar_esq]
Imagem do América Futebol Clube de Aribiri
Entre as personalidades do Clube destaca-se a Família de Manoel Barros; Elias Barros; Tenente Newton Ribeiro. Clério José Borges recorda-se da rivalidade entre o América, de Aribiri e o Santos, que tinha um Estádio em Aribiri em frente ao Grupo Escolar Ofélia Escobar e a Fábrica de Biscoitos Alcobaça.
Fontes:
– Wikipédia
– www.clerioborges.com.br
AMISTOSOS CLUBES RN EM 2009
Jogos da pré-temporada dos clubes do RN antes do inicio do estadual:
dta/jogo/local
3/1- Ferroviário/CE 2×1 Potiguar-M em Fortaleza/CE
4/1- Sel.Baraúna 1×2 Baraúnas de Mossoró em Baraúna/RN
6/1- Potiguar de Mossoró 0x2 Sousa/PB na cidade de Apodi
7/1- Sel. Felipe Guerra 0x2 Baraunas de Mossoró
7/1- América 4×0 Sel. Macaiba em Parnamirim
7/1- Real Independente 1×1 Esporte Patos/PB em Jardim de Piranhas
10/1-Campinense 2×1 Baraunas em Campina Grande/PB
11/1-Santa Cruz 0x1 America em Santa Cruz
111- Potyguar 0x2 Centenário em Currais Novos
11/1-Esporte/PB 1×0 Real Independente em Patos/PB
11/1- Macau 8×1 Sel. João Câmara/RN em Macau
11/1- Sousa 1×1 Potiguar-M em Sousa/PB
14/1- Baraúnas 2×0 Santa Cruz/RN em Mossoró
14/1- Alto do Rodrigues 1×3 Macau em Alto do Rodrigues/RN
14/1- ABC 12×0 Sel.Cidade da Esperança no Frasqueirão
14/1- Real Independente 3×1 São bento/PB em Jardim de Pirranhas
17/1- Macau 0x1 Corintians/RN em Macau
17/1- ABC 2×1 Alecrim no Frsqueirão em Natal
17/1- Palmeiras/RN 0x0 America em Goianinha/RN
17/1- Centenário 0x3 Potyguar-CN em Parelhas/RN
Porque sumiu a numeração de 1 a 11
[img:Porque_sumiu_a_numera____o_de_1_a_11.jpg,thumb,vazio]
-[img:numera____o_das_camisas.jpg,thumb,vazio]
repare nas numerações das camisas do Santos em 1970. Foto de Placar.
– Antes não era mais bonito?
– Todo time entrava em campo com os jogadores numerados de 1 a 11.
– O goleiro camisa 1 sempre usava preto.
– Lev Yashin era o “Aranha Negra”.
– Aliás, um goleiro comum que exageros sem provas transformaram em inexpugnável.
– Gylmar, o que aboliu as cotoveleiras e as joelheiras, só usava preto.
– De Orlando, da Lusa, só se viam os dentes e os olhos.
– Os reservas usavam de 12 a 17.
– Mas nos anos 60 só tinha um reserva: o goleiro.
– Jogador de linha que se machucava “ia fazer número na ponta-esquerda”.
– E o goleiro reserva também usava a 1, como o titular.
– Depois, ele virou o 12.
– E os emergentes reservas ganharam camisas de números 13 a 17.
– E hoje?
– Tem camisa 99, 77, 28, 33, 79, 21, 44 e etc.
– Só não tem 24, 171 e 69!
– Do 66 “do diabo”, então, os Atletas de Cristo correm mais do que atrás de dinheiro!
– Por quê?
– Mas Luís Fabiano, na Ponte (durante Copa SP de Juniores), era o 24!
– E daí?
– Antes, os times não só usavam os números de 1 a 11.
– Também exigiam que seus jogadores posassem para fotos no gramado, antes dos jogos, na mesma ordem da escalação que era divulgada pelo rádio.
– Podem conferir aos milhares em “Que Fim Levou?”, de www.miltonneves.com.br
– O Vasco, de pé, mantinha fixos: Barbosa, Paulinho, Bellini, Écio, Orlando e Coronel.
– Qualquer reserva que entrasse jogando ocupava o mesmíssimo lugar do titular machucado ou suspenso.
– E você já viu o Pepe sem ser o último agachado?
– Ou o Garrincha não sendo o primeiro dos agachados?
– O Tostão jamais ficou de pé.
– O Pelé não está sempre na meia-esquerda?
– O Canhoteiro também sempre foi o último, assim como – Abel, Rodrigues Tatu, Zagallo e Chico.
– Não é saudosismo exagerado, não, gente!
– Mas, também nisso, ontem era melhor do que hoje.
– O Rogério Ceni, por exemplo, usa o….01! Ou seria OI?
– Alô, cartolas, que volte a numeração de 1 a 11!
– Doze para cima é número de jogador reserva.
– É o que falavam Fiori, Pedro, Cury e Valdir Amaral: “gol de fulano com camisa de reserva”.
Oportuno comentário de Milton Neves.
