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Fichas técnicas: Campeonato Mato-grossense de 2026

O Campeonato Mato-Grossense da 1ª Divisão de 2026, organizado pela Federação Mato-grossense de Futebol (FMF), que teve a duração de 58 dias (Entre os dias 10 de janeiro a 08 de março de 2026).

A competição contou com a participação de 10 clubes: Chapada Futebol Clube (Chapada dos Guimarães), Cuiabá Esporte Clube (Cuiabá), Luverdense Esporte Clube (Lucas do Rio Verde), Mixto Esporte Clube (Cuiabá), Nova Mutum Esporte Clube (Nova Mutum), Operário Futebol Clube (Várzea Grande), Primavera Atlético Clube (Primavera do Leste), Sport Sinop (Sinop), União Esporte Clube (Rondonópolis) e Várzea Grande Esporte Clube (Várzea Grande).

Regulamento

Na primeira fase, as 10 equipes disputaram turno único no sistema de pontos corridos. Os dois primeiros vão diretamente à semifinal, times de 3º a 6º lugares avançariam à segunda fase, e os dois últimos são rebaixados.

Em caso de igualdade na pontuação, são critérios de desempate:

1) mais vitórias;

2) melhor saldo de gols;

3) mais gols pró;

4) confronto direto;

5) menos cartões amarelos;

6) menos cartões vermelhos;

7) Sorteio.

Segunda fase, Semifinal e Final foram disputadas no sistema de mata-mata com jogo único na Segunda fase e partidas de ida e volta na Semifinal e na Final. Na Segunda fase, em caso de empate no tempo normal, a vaga é decidida na disputa de pênaltis.

Na Semifinal e Final, em caso de igualdade em pontos nos duelos, são critérios de desempate:

1) melhor saldo de gols no confronto;

2) disputa de pênaltis.

Mixto Esporte Clube volta a ser campeão

Na Final, mando de campo do jogo de volta será da equipe com melhor campanha na soma da Primeira fase com a Semifinal. Na grande final, entre Luverdense e Mixto, após empate sem gols, nos jogos de ida e volta, a decisão foi para os pênaltis.

A vitória sorriu para o Mixto que venceu por 5 a 3, tendo como herói o goleiro Glaycon. Além de importantes defesas durante o jogo, ele pegou a cobrança do experiente Raul Prata e voltou a ser decisivo nos pênaltis. Após 18 anos de jejum, o ‘Tigrão da Vargas’ conquistou a sua 25ª taça do Campeonato Mato-grossense da 1ª Divisão.

FICHAS TÉCNICAS DO ESTADUAL DE 2026

Nova Mutum 1 x 1 Sport Sinop

Data: No sábado, do dia 10 de janeiro de 2026

Local: Estádio Valdir Doilho Wons – Nova Mutum

Público: 391 pagantes

Renda: R$ 4.060,00

Árbitro: Jean Marcel Latorraca

Gols: Felipe Gazzoni 4 e Fabricio 30 do 1º tempo

Nova Mutum: Filipe Dias, Pablo Gabriel, Massilon, Diego Fracarolli, Fabricio, Dionatan (Kaique), Jack Chan (Didinho), Léo Coca (João Coelho), Carlos Eduardo (João Pedro), Maycon Alagoano (Mendes) e Bruno Kairon. Técnico: Odil Soares.

Sport Sinop: Diego Cerqueira, Gabriel Junior (Serginho), Mateusão, Samuel Pereira, Maycon, Alexsandro (Fabricio), Felipe Gazzoni, David, Jefferson Reis (Gabriel Rezende), Marco Antônio e Ricardo Liell. Técnico: Edilson Junior.

Primavera 0 x 0 Chapada

Data: No sábado, do dia 10 de janeiro de 2026

Local: Estádio Félix Belém – Campo Verde

Público: 1.175 pagantes

Renda: R$ 22.540,00

Árbitro: Leonardo Lorenzatto

Primavera: Guilherme Medina, Ricardo, Octavio, Jordan, Sampson (Fabiano), Dimitry, Ruan (Luan), Tabata, Thomas Gomez (Gustavo), Nenê (Yuri) e Ronald Bele (Giovanni). Técnico: Gelson Conte.

Chapada: Rômulo, Marcão, Benê, Caio Henrique, Kaermeson (Giba), Barra (Felipe Alves), Carlão, Jean Patrick, André Paulista (Maranhão), Tiarinha e Gabriel Henrique (Jonas). Técnico: Madeira Júnior.

Operário VG 2 x 0 Várzea Grande

Data: No sábado, do dia 10 de janeiro de 2026

Local: Estádio Dito Souza – Várzea Grande

Público: 336 pagantes

Renda: R$ 3.300,00

Árbitro: José Henrique de Souza Pereira

Gols: Alisson Farias 1 do 1º tempo; Lucas Lotto 11 do 2º tempo

Operário VG: Valsir Castanha, Kaká (Carlos Eduardo), Matheus Carioca, Yago (Roque Junior), Neném (Luís Eduardo), Hugo Leonardo, Lyncon (Erick Lacerda), Pepê (Wagner), Alisson Farias, Mastherson e Lucas Lotto. Técnico: Paulo Schardong.

Várzea Grande: Paulo Vitor, Wesley, Léo, Júlio Neto (Davi), Guilherme Prates (Gabriel Pierini), Renan, Juan Vieira (Gleydson), Andrey, Miguel, Maicon Assis (Luís Aurélio) e Vitor Gonçalves (Gilmar Baiano). Técnico: Arthur Horn.

Mixto 0 x 1 União

Data: No sábado, do dia 10 de janeiro de 2026

Local: Estádio Presidente Dutra – Cuiabá

Público: 1.213 pagantes

Renda: R$ 20.340,00

Árbitro: Rafael Odílio Ramos dos Santos

Gol: Lucas Souza 35 do 2º tempo

Mixto: Glaycon, Joazi (Índio), Lucas Straub, Jackson, Rael, Robson, Filipe Fraga (Natan), Flávio Henrique (Esquerdinha), Dionatha, Justino (Luidy) e Wanderson (Di Maria). Técnico: Lucas Isotton.

União: Lúcio, Jhuan, Goiano (Gui Vieira), Darlan, Fabinho, Kaio (Cris Magno), Lucas Lourenço, Rômulo, Igor (Wesley Carrasco), Gui Farias (Lucas Souza) e Caíque (Eduardo Junior). Técnico: Márcio Nunes.

Luverdense 1 x 0 Cuiabá

Data: No sábado, do dia 10 de janeiro de 2026

Local: Estádio Passo das Emas – Lucas do Rio Verde

Público: 1.740 pagantes

Renda: R$ 21.430,00

Árbitro: Luiz Paulo de Moura Pinheiro

Gol: Wendel Barros 11 do 2º tempo

Luverdense: João Guilherme, Raul Prata, Yan, Feliphe Gabriel, Borges, Cesinha (Thiago Gabriel), Hítalo Mota (João Hassen), Lucas Góes, Henan (Edgo), Bady (Douglas Silva) e Wendel Barros (Jeferson). Técnico: Wagner Lopes.

Cuiabá: João Carlos, Nino Paraíba (Yamil Assad), Gabriel, Vitor Mendes (Luís Soares depois Gabriel Mineiro), Raylan, Marcelo, Calebe, Dudu (Nathan Cruz), David, Victor Bárbara (Jadson) e Eliel. Técnico: Eduardo Barros.

Chapada 0 x 2 Mixto

Data: Na terça-feira, do dia 13 de janeiro de 2026

Local: Estádio Apolônio de Mello – Chapada dos Guimarães

Público: 1.182 pagantes

Renda: R$ 21.640,00

Árbitro: Jean Marcel Latorraca

Gols: Di Maria 39 do 1º tempo; Dionatha 11 do 2º tempo

Chapada: Rômulo, Marcão, Benê, Caio Henrique, Barra, Carlão (Giba), Kaermeson (Léo), André Paulista (Gabriel Henrique), Jean Patrick, Tiarinha e Jonas. Técnico: Madeira Junior.

Mixto: Glaycon, Joazi, Lucas Straub, Jackson, Robson, Rael (Índio), Dionatha, Esquerdinha (Filipe Fraga), Di Maria (Wanderson), Flávio Henrique (Natan Alves) e Luidy (Justino). Técnico: Lucas Isotton.

Várzea Grande 0 x 2 Luverdense

Data: Na quarta-feira, do dia 14 de janeiro de 2026

Local: Estádio Dito Souza – Várzea Grande

Público: 80 pagantes

Renda: R$ 380,00

Árbitro: Antônio Pavan Mufato

Gols: Henan 24 e João Hassen 46 do 2º tempo

Várzea Grande: Paulo Vitor, Wesley, Jhonnatan (Júlio Neto), Léo, Gabriel Pierini, Renan (Caíque), Vitor Gonçalves (Juan Vieira), Andrey, Miguel, Maicon Assis (Danilo) e Gleydson (Cadu). Técnico: Arthur Horn.

Luverdense: João Guilherme, Raul Prata, Yan (Gustavo Silva), Feliphe Gabriel, Borges, Cesinha (João Lucas), Hitalo Mota, Lucas Góes (João Hassen), Henan, Bady (Douglas Silva) e Wendel Barros (Jeferson). Técnico: Wagner Lopes.

União 3 x 0 Nova Mutum

Data: Na quarta-feira, do dia 14 de janeiro de 2026

Local: Estádio Luthero Lopes – Rondonópolis

Público: 1.217 pagantes

Renda: R$ 18.340,00

Árbitro: Eleniel Benedito da Silva

Gols: Rômulo 2, Lucas Souza 23 e Eduardo Junior 36 do 2º tempo

União: Lúcio, Jhuan, Darlan, Pedro Libardoni, Fabinho, Gui Vieira (Kaio), Lucas Lourenço (Alex), Rômulo (Cris Magno), Igor (Lucas Souza), Gui Farias e Caíque (Eduardo Junior). Técnico: Márcio Nunes.

Nova Mutum: Alex, Pablo Gabriel, Massilon, Diego Fracarolli, Kaique, Dionatan (Carlinhos), Léo Coca (Mendes), Carlos Eduardo (Didinho), Maycon Alagoano (João Coelho) e Bruno Kairon (Jack Chan). Técnico: Odil Soares.

Sport Sinop 0 x 0 Primavera

Data: Na quarta-feira, do dia 14 de janeiro de 2026

Local: Estádio Gigante do Norte – Sinop

Público: 648 pagantes

Renda: R$ 9.310,00

Árbitro: Pedro Henrique Pio de Jesus

Sport Sinop: Diego Cerqueira, Gabriel Junior (Maycon), Mateusão, Samuel Pereira, Fabricio, Serginho, Felipe Gazzoni (Kaua), David, Jefferson Reis (Alexsandro), Marco Antônio (Gabriel Rezende) e Ricardo Liell. Técnico: Edilson Junior.

Primavera: Guilherme Medina, Ricardo, Octavio, Jordan, Dimitry, Sampson (Fabiano Santiago), Ruan (Luan), Tabata, Thomaz Gomes (Giovanni), Gustavo (Yuri) e Da Ora (Ronald Bele). Técnico: Gelson Conte.

Cuiabá 1 x 0 Operário VG

Data: Na quarta-feira, do dia 14 de janeiro de 2026

Local: Arena Pantanal – Cuiabá

Público: 1.068 pagantes

Renda: R$ 15.155,00

Árbitro: Danilo Alves de Campos

Gol: Eliel 28 do 2º tempo

Cuiabá: João Carlos, Nino Paraíba, Marcelo (Gabriel Mineiro), Gabriel, Calebe, Dudu, Raylan (Mateus Santos), David, Luís Soares, Victor Barbara (Yamil Asad) e Eliel. Técnico: Eduardo Barros.

Operário VG: Valsir Castanha, Mastherson, Matheus Carioca, Roque Junior, Neném, Hugo Leonardo, Lyncon (Kaká), Pepê (Luís Eduardo), Alisson Farias (Wagner), Sidnei (Carlos Eduardo) e Lucas Lotto (Yago Biro). Técnico: Paulo Schardong.

União 0 x 0 Primavera

Data: No sábado, do dia 17 de janeiro de 2026

Local: Estádio Luthero Lopes – Rondonópolis

Público: 1.597 pagantes

Renda: R$ 23.340,00

Árbitro: Luiz Paulo de Moura Pinheiro

União: Lúcio, Jhuan, Darlan, Pedro Libardoni, Lucas Lourenço, Fabinho, Gui Farias (Wesley), Gui Vieira, Caíque (Eduardo Junior), Rômulo (Cris Magno), Igor (Lucas Souza). Técnico: Márcio Nunes.

Primavera: Guilherme Medina, Ricardo, Octavio, Jordan, Sampson, Dimitry, Tabata (Zemarcio), Thomas Gomez, Gustavo (Nenê), Luan (Ruan) e Da Ora (Luiz Antônio). Técnico: Gelson Conte.

Chapada 3 x 1 Várzea Grande

Data: No sábado, do dia 17 de janeiro de 2026

Local: Estádio Apolônio de Mello – Chapada dos Guimarães

Público: 908 pagantes

Renda: R$ 16.130,00

Árbitro: Adilson Martins Rodrigues

Gols: Tiarinha 7 e 23 do 1º tempo; Danilo 37 e Gabriel Venâncio 46 do 2º tempo

Chapada: Rômulo, Marcão, Benê, Caio, Barra, Kaermeson, Giba (Marcos Vinicius), Jean Patrick (Felipe Alves), Tiarinha (Gabriel Henrique), Tom (Gabriel Venâncio) e Jonas. Técnico: Junior Madeira.

Várzea Grande: Paulo Vitor, Gilmar Baiano, Davi (Júlio Neto), Leonardo, Gabriel Pierini, Renan, Vitor Gonçalves, Andrey (Guilherme Prates), Miguel (Cadu), Maicon Assis (Danilo) e Gleydson (Juan Vieira). Técnico: Arthur Horn.

Sport Sinop 0 x 1 Operário VG

Data: No sábado, do dia 17 de janeiro de 2026

Local: Estádio Gigante do Norte – Sinop

Público: 713 pagantes

Renda: R$ 7.790,00

Árbitro: Leonardo Lorenzatto

Gol: Sidnei 5 do 2º tempo

Sport Sinop: Diego Cerqueira, David, Mateusão, Samuel Pereira, Serginho (Kaua), Fabricio (Gabriel Junior), Marco Antônio (Maycon), Felipe Gazzoni (Alexsandro), Jefferson Reis (Gabriel Rezende), Fransergio e Ricardo Liell. Técnico: Edilson Junior.

Operário VG: Valsir Castanha, Kaká, Matheus Carioca, Roque Junior, Neném, Hugo Leonardo, Mastherson (Felipe Cruz), Pepê (Maicky), Wagner (Alisson Farias), Luís Eduardo (Sidnei) e Lucas Lotto (Yago Biro). Técnico: Paulo Schardong.

Nova Mutum 0 x 0 Luverdense

Data: No domingo, do dia 18 de janeiro de 2026

Local: Estádio Valdir Doilho Wons – Nova Mutum

Público: 319 pagantes

Renda: R$ 4.230,00

Árbitro: Pedro Henrique Pio de Jesus

Nova Mutum: Alex, Massilon (Tallysson), Roger, Diego Fracarolli, Mendes (Jack Chan), Kaique (Léo Coca), Dionatan, Fabricio, Didinho, Jota (Carlos Eduardo) e Bruno Kairon (Carlinhos), Técnico: Odil Soares.

Luverdense: João Guilherme, Isac (Raul Prata), Gustavo Silva, Feliphe Gabriel, Borges, Thiago Gabriel, Jeferson (João Hassen), Lucas Góes, Edgo (Henan), Douglas Silva (Bady) e Wendel Barros (Hitalo Mota). Técnico: Wagner Lopes.

Mixto 0 x 0 Cuiabá

Data: No domingo, do dia 18 de janeiro de 2026

Local: Estádio Presidente Dutra – Cuiabá

Público: 1.661 pagantes

Renda: R$ 29.895,00

Árbitro: Eleniel Benedito da Silva

Mixto: Glaycon, Joazi, Lucas Straub, Jackson, Robson (Filipe Fraga), Rael (Índio), Dionatha, Esquerdinha (Natan), Di Maria, Flávio Henrique (Wanderson) e Luidy (Justino). Técnico: Lucas Isotton.

Cuiabá: João Carlos, Luiz Felipe (Mateus Santos), Gabriel, Gabriel Mineiro (Jadson), Calebe, Raylan, Dudu, David, Luís Soares, Victor Barbara (Yamil Asad) e Eliel (Nathan Cruz). Técnico: Eduardo Soares.

Várzea Grande 0 x 0 União

Data: Na terça-feira, do dia 20 de janeiro de 2026

Local: Estádio Dito Souza – Várzea Grande

Público: 101 pagantes

Renda: R$ 520,00

Árbitro: Rodrigo Pio de Jesus

Várzea Grande: Paulo Vitor, Wesley, Jhonnatan, Léo, Gabriel Pierini, Renan (Gilmar Baiano), Gleydson (Juan Vieira), Andrey, Vitor (Gago), Danilo (Miguel) e Ivo (Cadu). Técnico: Arthur Horn.

União: Lúcio, Jhuan (Ângelo), Alemão, Pedro Libardoni, Darlan, Fabinho, Bruscatto, Lucas Lourenço (Gui Vieira), Caíque (Eduardo Junior), Cris Magno (Rômulo) e Wesley Carrasco (Lucas Souza). Técnico: Márcio Nunes.

Operário VG 0 x 2 Chapada

Data: Na quarta-feira, do dia 21 de janeiro de 2026

Local: Estádio Dito Souza – Várzea Grande

Público: 439 pagantes

Renda: R$ 5.365,00

Árbitro: Alberth Antônio Arruda da Costa

Gols: Jonas 14 do 1º tempo; Gabriel Venâncio 18 do 2º tempo

Operário VG: Valsir Castanha, Kaká, Matheus Carioca, Roque Junior, Neném (Keven), Hugo Leonardo (Felipe Cruz), Lyncon (Carlos Eduardo), Pepê, Alisson Farias (Wagner), Lucas Lotto e Sidnei (Yago Biro). Técnico: Paulo Schardong.

Chapada: Rômulo, Marcão, Benê, Caio, Barra, Kaermeson (Marcos Vinicius), Tom, Giba, Jean Patrick (Carlão), Tiarinha (Gabriel Venâncio depois Gabriel Henrique) e Jonas (Felipe Alves). Técnico: Junior Madeira.

Luverdense 0 x 2 Mixto

Data: Na quarta-feira, do dia 21 de janeiro de 2026

Local: Estádio Passo das Emas – Lucas do Rio Verde

Público: 1.222 pagantes

Renda: R$ 12.970,00

Árbitro: Leonardo Lorenzatto

Gols: Di Maria 25 do 1º tempo; Wanderson 31 do 2º tempo

Luverdense: João Guilherme, Raul Prata, Yan, Feliphe Gabriel (Jackson), Borges, Cesinha (Douglas Silva), Hítalo Mota (Jeferson), Lucas Góes, Henan, Bady (Edgo) e Wendel Barros (João Victor). Técnico: Wagner Lopes.

Mixto: Glaycon, Joazi, Lucas Straub, Jackson, Robson (Matheusinho), Rael, Dionatha (Índio), Esquerdinha, Di Maria (Wanderson), Flávio Henrique (Filipe Fraga) e Luidy (Justino). Técnico: Lucas Isotton.

Cuiabá 0 x 1 Sport Sinop

Data: Na quarta-feira, do dia 21 de janeiro de 2026

Local: Arena Pantanal – Cuiabá

Público: 653 pagantes

Renda: R$ 8.780,00

Árbitro: Luccas Cardoso Galdi

Gol: Fransergio 13 do 2º tempo

Cuiabá: João Carlos, Nino Paraíba (Jadson), Gabriel, Gabriel Mineiro (Nathan Cruz), Calebe, Dudu (Marcelo), Luiz Felipe (Mateus Santos), David, Luís Soares (Yamil Asad), Victor Barbara e Eliel. Técnico: Eduardo Barros.

Sport Sinop: Diego Cerqueira, Ricardo (Gabriel Junior), Mateusão, Fabricio, Samuel Pereira, Kevin, Alexsandro (Serginho), Maycon, Kaua (David), Fransergio (Gabriel Rezende) e Marco Antônio (Ricardo Liel). Técnico: Edilson Junior.

Primavera 2 x 2 Nova Mutum

Data: Na quinta-feira, do dia 22 de janeiro de 2026

Local: Estádio Cerradão – Primavera do Leste

Público: 1.427 pagantes

Renda: R$ 28.670,00

Árbitro: Eleniel Benedito da Silva

Gols: Da Ora 42 do 1º tempo; João Pedro 12, Pablo Gabriel 42 e Luiz Antônio 48 do 2º tempo

Primavera: Guilherme Medina, Ricardo, Octavio, Jordan, Sampson, Dimitry, Tabata (Zemarcio), Thomas Gomez, Da Ora (Luiz Antônio), Yuri (Nenê) e Luan (Ruan). Técnico: Gelson Conte.

Nova Mutum: Alex, Massilon, Roger, Diego Fracarolli, Kaique (Léo Coca), Dionatan, Didinho, Mendes (Pablo Gabriel), Fabricio, João Pedro (Tallysson) e Bruno Kairon (Jack Chan). Técnico: Odil Soares.

Chapada 2 x 2 Cuiabá

Data: No sábado, do dia 24 de janeiro de 2026

Local: Estádio Apolônio de Mello – Chapada dos Guimarães

Público: 1.837 pagantes

Renda: R$ 33.670,00

Árbitro: Pedro Henrique Pio de Jesus

Gols: Eliel 9 e Tiarinha 43 do 1º tempo; Calebe 25 e Tom 39 do 2º tempo

Chapada: Rômulo, Marcão, Benê, Caio, Kaermeson (Felipe Alves), Barra, Giba, Jean Patrick (Marcos Vinicius), Tiarinha, Tom e Jonas (Gabriel Henrique). Técnico: Junior Madeira.

Cuiabá: João Carlos, Nino Paraíba, Gabriel, Vitor Mendes (Luís Henrique), Gabriel Mineiro (Lorenzo), Calebe, David, Mateus Santos (Nathan Cruz), Victor Barbara (Yamil Asad), Dudu e Eliel. Técnico: Eduardo Barros.

União 0 x 0 Sport Sinop

Data: No sábado, do dia 24 de janeiro de 2026

Local: Estádio Luthero Lopes – Rondonópolis

Público: 1.706 pagantes

Renda: R$ 21.625,00

Árbitro: Eleniel Benedito da Silva

União: Lúcio, Jhuan, Alemão, Pedro Libardoni, Darlan, Fabinho (Alex), Gui Farias, Lucas Lourenço (Gui Vieira), Caíque (Lucas Souza), Rômulo (Cris Magno) e Igor (Wesley Carrasco). Técnico: Márcio Nunes.

Sport Sinop: Diego Cerqueira, Ricardo (Maycon), Mateusão, Samuel Pereira, Serginho, Kevin, Alexsandro (Marco Antônio), David, Gabriel Rezende (Mateus), Fransergio (Fabricio) e Ricardo Liel (Davidson). Técnico: Edilson Junior.

Operário VG 3 x 1 Nova Mutum

Data: No domingo, do dia 25 de janeiro de 2026

Local: Estádio Dito Souza – Várzea Grande

Público: 226 pagantes

Renda: R$ 1.095,00

Árbitro: Rodrigo Pio de Jesus

Gols: Hugo Leonardo (contra) 3, Yago Biro 8 e Neném 43 do 1º tempo; Alisson Farias 4 do 2º tempo

Operário VG: Valsir Castanha, Kaká, Roque Junior, Matheus Carioca, Neném (Felipe Hulk), Hugo Leonardo (Felipe Cruz), Mastherson (Luiz Gustavo), Pepê, Yago Biro (Erick Lacerda), Alisson Farias e Lucas Lotto. Técnico: Paulo Schardong.

Nova Mutum: Alex, Massilon (Carlos Eduardo), Roger, Diego Fracarolli, Dionatan, Jack Chan (Didinho), Léo Coca (Carlinhos), Jota (Bruno Kairon), Fabricio (Kaique), Pablo Gabriel e Mendes. Técnico: Odil Soares.

Mixto 0 x 0 Várzea Grande

Data: No domingo, do dia 25 de janeiro de 2026

Local: Estádio Presidente Dutra – Cuiabá

Público: 777 pagantes

Renda: R$ 10.815,00

Árbitro: Luiz Paulo de Moura Pinheiro

Mixto: Glaycon, Joazi, Lucas Straub, Jackson, Rael (Índio), Robson, Esquerdinha (Filipe Fraga), Dionatha (Natan Alves), Di Maria, Flávio Henrique (Wanderson) e Luidy (Justino). Técnico: Lucas Isotton.

Várzea Grande: Paulo Vitor, Wesley, Léo, Jhonnatan, Gabriel Pierini, Renan, Gleydson (Vitor), Andrey (Rafael), Miguel (Guilherme Prates), Danilo (Maicon Assis) e Ivo (Cadu). Técnico: Arthur Horn.

Primavera 0 x 0 Luverdense

Data: No domingo, do dia 25 de janeiro de 2026

Local: Estádio Cerradão – Primavera do Leste

Público: 856 pagantes

Renda: R$ 15.410,00

Árbitro: Alberth Antônio Arruda da Costa

Primavera: Guilherme Medina, Ricardo, Octavio, Jordan, Sampson, Dimitry, Tabata (Zemarcio), Giovanni, Yury (Nenê), Luiz Antônio (Savio) e Luan (Ruan). Técnico: Gelson Conte.

Luverdense: João Guilherme, Raul Prata, Yan Victor, Feliphe Gabriel, Borges (Jeferson), Thiago Gabriel, Hítalo Mota (Daniel), Lucas Góes, Henan (Edgo), Bady (Douglas Silva) e João Hassen (João Barros). Técnico: Wagner Lopes.

Cuiabá 2 x 1 União

Local: Arena Pantanal – Cuiabá

Data: Na terça-feira, do dia 27 de janeiro de 2026

Renda: R$ 11.228,00

Público: 713 pagantes

Árbitro: Luiz Paulo de Moura Pinheiro

Gols: Eliel 28, 35 e Lucas Souza 47 do 2º tempo

Cuiabá: João Carlos, Vitor Mendes (Luís Henrique), Edson, Gabriel, Nino Paraíba (Jadson), Calebe, Luiz Felipe (Dudu), Mateus Santos, Gabriel Mineiro (Lorenzo), Yamil Asad (Victor Barbara) e Eliel. Técnico: Eduardo Barros.

União: Lúcio, Jhuan, Alemão, Pedro Libardoni (Lucas Souza), Goiano (Gui Vieira), Fabinho, Darlan, Lucas Lourenço (Gabriel Santana), Rômulo (Cris Magno), Gui Farias e Caíque (Wesley Carrasco). Técnico: Márcio Nunes.

Operário VG 1 x 4 Mixto

Data: Na quarta-feira, do dia 28 de janeiro de 2026

Local: Estádio Dito Souza – Várzea Grande

Público: 689 pagantes

Renda: R$ 8.325,00

Árbitro: Leonardo Lorenzatto

Gols: Di Maria 3 e 5 do 1º tempo; Filipe Fraga 9, Alisson Farias 15 e Justino 45 do 2º tempo

Operário VG: Valsir Castanha, Kaká (Yago Biro), Roque Junior, Matheus Carioca, Neném (Felipe Hulk), Sidnei (Kauê), Mastherson, Pepê (Luís Eduardo), Lucas Lotto, Alisson Farias (Keven) e Felipe Cruz. Técnico: Paulo Schardong.

Mixto: Glaycon, Joazi, Lucas Straub, Jackson, Robson (Natan Alves), Rael (Guilherme Cerqueira), Dionatha (Justino), Esquerdinha, Di Maria, Flávio Henrique (Filipe Fraga) e Luidy (Índio). Técnico: Lucas Isotton.

Primavera 2 x 1 Várzea Grande

Data: Na quarta-feira, do dia 28 de janeiro de 2026

Local: Estádio Cerradão – Primavera do Leste

Público: 923 pagantes

Renda: R$ 14.045,00

Árbitro: Rafael Odílio Ramos dos Santos

Gols: Fabiano 34 do 1º tempo; Rafael 42 e Giovanni 48 do 2º tempo

Primavera: Guilherme Medina, Ricardo, Octavio, Jordan, Sampson, Dimitry, Giovanni, Thomas Gomez, Zemarcio (Fabiano), Luiz Antônio (Da Ora) e Luan (Nenê). Técnico: Gelson Conte.

Várzea Grande: Paulo Vitor, Wesley, Jhonnatan, Léo, Gabriel Pierini, Renan, Cadu (Gleydson), Andrey (Guilherme Prates), Miguel, Danilo (Vitor) e Ivo (Rafael). Técnico: Arthur Horn.

Sport Sinop 0 x 1 Luverdense

Data: Na quarta-feira, do dia 28 de janeiro de 2026

Local: Estádio Gigante do Norte – Sinop

Público: 656 pagantes

Renda: R$ 7.170,00

Árbitro: Luccas Cardoso Galdi

Gol: Bady 39 do 2º tempo

Sport Sinop: Diego Cerqueira, David, Mateusão, Samuel Pereira, Serginho, Kevin (Alexsandro), Maycon (Jefferson Reis), Marco Antônio (Davidson), Gabriel Rezende (Danilo), Fransergio eRicardo Liel (Mateus). Técnico: Edilson Junior.

Luverdense: João Guilherme, Raul Prata, Yan Victor, Feliphe Gabriel, Borges, Thiago Gabriel, Hitalo Mota (Jeferson), Douglas Silva (Lucas Góes depois Edgo)), Henan, João Hassen (Bady) e Ikaro Gabriel (João Barros). Técnico: Wagner Lopes.

Nova Mutum 3 x 2 Chapada

Data: Na quarta-feira, do dia 28 de janeiro de 2026

Local: Estádio Valdir Doilho Wons – Nova Mutum

Público: 408 pagantes

Renda: R$ 3.110,00

Árbitro: José Henrique de Souza Pereira

Gols: Barra 5 e Marcos 32 do 1º tempo; Barra 16, Bruno Kairon 20 e Diego Fracarolli 49 do 2º tempo

Nova Mutum: Filipe Dias, Massilon (Matheus Cambuci), Roger, Diego Fracarolli, Kaique (João Coelho), Dionatan, Mendes (Léo Coca), Jack Chan (Marcos), Bruno Kairon, Yan (Didinho) e Fabricio. Técnico: Odil Soares.

Chapada: Rômulo, Marcão, Benê, Caio, Barra, Carlão (Felipe Alves), Marcos Vinicius (Jean Patrick), Giba (Kaio Felipe), Tom (Gabriel Henrique), Tiarinha e Jonas (Maranhão). Técnico: Junior Madeira.

Cuiabá 2 x 1 Nova Mutum

Data: No sábado, do dia 31 de janeiro de 2026

Local: Arena Pantanal – Cuiabá

Público: 534 pagantes

Renda: R$ 6.830,00

Árbitro: Rafael Odílio Ramos dos Santos

Gols: Luiz Felipe 12, Mateus Santos 35 e Yan 47 do 1º tempo

Cuiabá: João Carlos, Nino Paraíba, Vitor Mendes (Luís Soares), Gabriel, Gabriel Mineiro (Lorenzo), Edson, Calebe, Luiz Felipe (Diodato), Eliel (Hernandes), Yamil Asad (Victor Barbara) e Mateus Santos. Técnico: Eduardo Barros.

Nova Mutum: Filipe Dias, Massilon, Roger (Carlinhos), Diego Fracarolli, Dionatan (Kaique), Léo Coca, Mendes (Maycon Alagoano), Yan, Bruno Kairon (Didinho), Carlos (Marcos) e Fabrício. Técnico: Odil Soares.

Mixto 4 x 0 Primavera

Data: No sábado, do dia 31 de janeiro de 2026

Local: Estádio Presidente Dutra – Cuiabá

Público: 906 pagantes

Renda: R$ 11.790,00

Árbitro: Luccas Cardoso Galdi

Gols: Esquerdinha 21 do 1º tempo; Guilherme Cerqueira 41, Di Maria 43 e 48 do 2º tempo

Mixto: Glaycon, Joazi, Lucas Straub (Filipe Fraga), Guilherme Cerqueira, Robson (Jackson), Rael, Esquerdinha (Natan Alves), Flávio Henrique (Índio), Dionatha, Di Maria e Luidy (Justino). Técnico: Lucas Isotton.

Primavera: Guilherme Medina, Ricardo (Jô), Octavio, Jordan, Sampson, Dimitry (Gustavo), Giovanni, Fabiano (Tabata), Thomas Gomez, Luiz Antônio (Da Ora) e Luan (Nenê). Técnico: Gelson Conte.

Luverdense 1 x 0 Chapada

Data: No sábado, do dia 31 de janeiro de 2026

Local: Estádio Passo das Emas – Lucas do Rio Verde

Público: 1.117 pagantes

Renda: R$ 10.610,00

Árbitro: Eleniel Benedito da Silva

Gol: Henan 28 do 1º tempo

Luverdense: João Guilherme, Raul Prata, Yan Victor, Feliphe Gabriel, Borges, Thiago Gabriel, Hítalo Mota (Jeferson), Douglas Silva (Jackson), Henan (Guilherme Ilha), João Hassen (Bady) e Ikaro Gabriel (João Barros). Técnico: Wagner Lopes.

Chapada: Rômulo, Marcão, Benê, Caio, Barra, Giba, Jean Patrick (Marcos Vinicius), Matheus Felipe, Tom (Kaio Felipe), Tiarinha (Guilherme Terrabuio) e Jonas (Gabriel Henrique). Técnico: Paulinho.

União 0 x 0 Operário VG

Data: No sábado, do dia 31 de janeiro de 2026

Local: Estádio Luthero Lopes – Rondonópolis

Público: 1.069 pagantes

Renda: R$ 14.445,00

Árbitro: Pedro Henrique Pio de Jesus

União: Lúcio, Jhuan (Wesley Carrasco), Alemão, Pedro Libardoni (Vitinho), Darlan, Gui Vieira, Lucas Lourenço, Rômulo (Juninho), Cris Magno (Alex), Lucas Souza (Kaio) e Gui Farias. Técnico: Márcio Nunes.

Operário VG: Álvaro, Kaká, Roque Junior, Matheus Carioca, Neném, Felipe Cruz, Mastherson (Lucas Lotto), Pepê (Léo Gonçalves), Yago Biro (Felipe Hulk), Sidnei (Luís Eduardo) e Kauê (Lyncon). Técnico: Paulo Shardong.

Várzea Grande 1 x 2 Sport Sinop

Data: No domingo, do dia 1º de fevereiro de 2026

Local: Estádio Dito Souza – Várzea Grande

Público: 100 pagantes

Renda: R$ 260,00

Árbitro: Adilson Martins Rodrigues

Gols: Michel 40 do 1º tempo; Miguel 4 e Marco Antônio 16 do 2º tempo

Várzea Grande: Flávio, Gilmar Baiano (Andrey), Jhonnatan, Léo, Gabriel Pierini, Renan, Vitor (Juan Vieira), Ivo (Maicon Assis), Miguel (Thiago Victor), Danilo e Cadu (Gleydson). Técnico: Izaurino Santos (Auxiliar).

Sport Sinop: Diego Cerqueira, David (Gabriel Junior), Mateusão, Samuel Pereira, Michel, Kevin (Fabricio), Marco Antônio, Kamdem, Jefferson Reis (Pitter), Fransergio (Serginho) e Danilo (Ricardo Liel). Técnico: Edilson Junior.

Chapada 3 x 2 União

Data: Na quarta-feira, do dia 04 de fevereiro de 2026

Local: Estádio Apolônio de Mello – Chapada dos Guimarães

Público: 644 pagantes

Renda: R$ 9.400,00

Árbitro: Luccas Cardoso Galdi

Gols: Tom 5 do 1º tempo; Darlan 12, Caio Henrique 21, Giba 24 e Guilherme Terrabuio 49 do 2º tempo

Chapada: Rômulo, Marcão, Benê (Maranhão), Caio, Barra, Marcos Vinícius (Guilherme Terrabuio), Giba, Matheus Rosas (Carlão), Tom (Caio Felipe), Tiarinha e Jonas (Gabriel Henrique). Técnico: Adriano Olmedo.

União: Lúcio, Ângelo (Lucas Lourenço), Alemão, Pedro Libardoni (Vitinho), Darlan, Fabinho, Kaio (Alex), Gui Vieira, Lucas Souza (Gabriel Santana), Juninho e Caíque (Cris Magno). Técnico: Márcio Nunes.

Luverdense 0 x 1 Operário VG

Data: Na quarta-feira, do dia 04 de fevereiro de 2026

Local: Estádio Passo das Emas – Lucas do Rio Verde

Público: 947 pagantes

Renda: R$ 8.400,00

Árbitro: Jean Marcel Latorraca

Gol: Alisson Farias 34 do 1º tempo

Luverdense: João Guilherme, Raul Prata (João Barros), Yan Victor, Feliphe Gabriel, Borges, Thiago Gabriel (Jeferson), Hítalo Mota, Douglas Silva, Henan (Edgo), João Hassen (Guilherme Ilha) e Cesinha (Bady). Técnico: Wagner Lopes.

Operário VG: Álvaro, Matheus Castanha (Kaká), Roque Junior, Matheus Carioca, Neném, Hugo Leonardo (Felipe Hulk), Mastherson (Felipe Cruz), Pepê, Kauê (Yago Biro), Alisson Farias (Luiz Gustavo) e Sidnei. Técnico: Paulo Schardong.

Várzea Grande 1 x 3 Nova Mutum

Data: Na quinta-feira, do dia 05 de fevereiro de 2026

Local: Estádio Dito Souza – Várzea Grande

Público: 73 pagantes

Renda: R$ 180,00

Árbitro: Eleniel Benedito da Silva

Gols: Mendes 18, Didinho 20, Jack Chan 33 e Maicon Assis 44 do 2º tempo

Várzea Grande: Flávio, Gilmar Baiano (Andrey), Davi, Léo, Gabriel Pierini, Renan, Vitor (Cadu), Danilo (Gleydson), Miguel (Thiago Victor), Maicon Assis e Juan (Ivo). Técnico: Arthur Horn.

Nova Mutum: Filipe Dias, Massilon, Matheus, Diego (Maycon Alagoano), Kaique (Didinho), Dionatan, Léo Coca, Marcos, Mendes (Kaique Rizzi), Bruno Kairon (João Coelho) e Yan (Jack Chan). Técnico: Odil Soares.

Mixto 0 x 0 Sport Sinop

Data: Na quinta-feira, do dia 05 de fevereiro de 2026

Local: Estádio Presidente Dutra – Cuiabá

Público: 634 pagantes

Renda: R$ 6.854,00

Árbitro: Alberth Antônio Arruda da Costa

Mixto: Glaycon, Joazi (Índio), Lucas Straub, Guilherme Cerqueira (Jackson), Robson, Rael, Esquerdinha, Dionatha (Natan Alves), Di Maria, Flávio Henrique (Wanderson) e Luidy (Justino). Técnico: Lucas Isotton.

Sport Sinop: Diego Cerqueira, Gabriel Junior, Mateusão (Kevin), Samuel Pereira, Michel, Fabricio, Marco Antônio (Maycon), Kamdem, Ricardo Liel (Mateus), Fransergio (Pitter) e Danilo (Gabriel Rezende). Técnico: Edilson Junior.

Primavera 1 x 1 Cuiabá

Data: Na quinta-feira, do dia 05 de fevereiro de 2026

Local: Estádio Cerradão – Primavera do Leste

Público: 1.405 pagantes

Renda: R$ 28.395,00

Árbitro: Luiz Paulo de Moura Pinheiro

Gols: Dimitry (contra) 37 do 1º tempo; Luan 22 do 2º tempo

Primavera: Guilherme Medina, Ricardo, Octavio, Jordan, Sampson, Dimitry, Gustavo (Ruan Levine), Tabata (Luan), Luiz Antônio (Savio), Giovanni e Thomas Gomez. Técnico: Gelson Conte.

Cuiabá: João Carlos, Edson, Vitor Mendes (João Silva), Luís Soares, Nino Paraíba, Calebe, Luiz Felipe (Dudu), Mateus Santos (Hernandes), Gabriel Mineiro (Lorenzo), Yamil Asad e Eliel (Victor Barbara). Técnico: Eduardo Barros.

União 0 x 2 Luverdense

Data: No domingo, do dia 08 de fevereiro de 2026

Local: Estádio Luthero Lopes – Rondonópolis

Público: 1.825 pagantes

Renda: R$ 14.215,00

Árbitro: Luiz Paulo de Moura Pinheiro

Gols: Henan 9 e Douglas Silva 15 do 2º tempo

União: Lúcio, Jhuan, Alemão, Goiano (Wesley Carrasco), Darlan (Kaio), Gui Vieira (Vitinho), Lucas Lourenço, Fabinho, Cris Magno (Lucas Souza), Juninho e Gui Farias (Alex). Técnico: Márcio Nunes.

Luverdense: João Guilherme, Raul Prata, Yan Victor, Feliphe Gabriel, Borges, Thiago Gabriel (Jackson), Bady, Douglas Silva (Jeferson), Henan (Edgo), João Hassen (Lucas Góes) e Cesinha (João Barros). Técnico: Wagner Lopes.

Operário VG 1 x 1 Primavera

Data: No domingo, do dia 08 de fevereiro de 2026

Local: Estádio Dito Souza – Várzea Grande

Público: 334 pagantes

Renda: R$ 3.135,00

Árbitro: Eleniel Benedito da Silva

Gols: Alisson Farias 42 do 1º tempo; Giovanni 28 do 2º tempo

Operário VG: Álvaro, Matheus Castanha (Kaká), Matheus Carioca, Roque Junior, Nenèm, Felipe Cruz, Mastherson (Yago), Pepê (Carlos Eduardo), Kauê (Lucas Lotto), Alisson Farias (Wagner Marques) e Sidnei. Técnico: Gilberto Pereira.

Primavera: Guilherme Medina, Ricardo, Jordan, Sampson, Dimitry (Thomas Gomez), Tabata (Ruan), Giovanni, David (Tallys), Gustavo, Da Ora (Savio) e Luan (Yury). Técnico: Gelson Conte.

Cuiabá 0 x 1 Várzea Grande

Data: No domingo, do dia 08 de fevereiro de 2026

Local: Arena Pantanal – Cuiabá

Público: 527 pagantes

Renda: R$ 6.420,00

Árbitro: Alberth Antônio Arruda da Costa

Gol: Aurélio 52 do 2º tempo

Cuiabá: João Carlos, Edson (Lorenzo), Dudu (Araújo), Luís Soares, Nino Paraíba, Calebe, Luiz Felipe, Mateus Santos (Hernandes), Gabriel Mineiro (Marlon), Yamil Asad (Victor Barbara) e Eliel. Técnico: Eduardo Barros.

Várzea Grande: Paulo Vitor, Gilmar Baiano (Wesley), Jhonnatan, Léo, Renan, Guilherme Prates (Aurélio), Gabriel Pierini, Ivo (Gleydson), Juan (Danilo), Miguel (Cadu) e Vitor. Técnico: Arthur Horn.

Nova Mutum 2 x 1 Mixto

Data: No domingo, do dia 08 de fevereiro de 2026

Local: Estádio Valdir Doilho Wons – Nova Mutum

Público: 482 pagantes

Renda: R$ 5.020,00

Árbitro: Jean Marcel Latorraca

Gols: Esquerdinha 20 do 1º tempo; Yan 15 e Massilon 37 do 2º tempo

Nova Mutum: Filipe Dias, Massilon, Diego Fracarolli, Matheus Cambuci, Dionatan, Fabricio (Kaique Rizzi), Léo Coca, Mendes (Carlos Eduardo), Didinho (Yan), Marcos (Kaique) e Bruno Kairon (Jack Chan). Técnico: Odil Soares.

Mixto: Glaycon, Índio, Lucas Straub, Jackson, Filipe Fraga (Justino), Rael, Esquerdinha, Flávio Henrique (Matheusinho), Dionatha (Kennedy), Di Maria (Wanderson) e Luidy (Natan Alves). Técnico: Lucas Isotton.

Sport Sinop 2 x 0 Chapada

Data: No domingo, do dia 08 de fevereiro de 2026

Local: Estádio Gigante do Norte – Sinop

Público: 961 pagantes

Renda: R$ 12.365,00

Árbitro: Leonardo Lorenzatto

Gols: Ricardo Liel 24 do 1º tempo; Pitter 41 do 2º tempo

Sport Sinop: Diego Cerqueira, David (Gabriel Junior), Fabricio, Samuel Pereira, Michel, Kevin, Marco Antônio (Davidson), Kamdem, Jefferson Reis (Serginho), Fransergio (Pitter) e Ricardo Liel (Mateus). Técnico: Edilson Junior.

Chapada: Rômulo, Marcão, Benê, Caio, Giba, Barra, Matheus Rosas (Gabriel Venâncio), Marcos Vinicius (Felipe Alves), Guilherme (Maranhão), Tom e Gabriel Henrique (Léo depois Caio Felipe). Técnico: Paulo Ricardo.

SEGUNDA FASE DO ESTADUAL

Operário VG 3 x 2 Nova Mutum

Data: Na quarta-feira, do dia 11 de fevereiro de 2026

Caráter: Jogo único

Local: Estádio Dito Souza – Várzea Grande

Público: 342 pagantes

Renda: R$ 2.070,00

Árbitro: Leonardo Lorenzatto

Gols: Sidnei 3, Neném 7 e Roque Junior (contra) 43 do 1º tempo; Neném 3 e Jack Chan 11 do 2º tempo

Operário VG: Álvaro, Kaká, Matheus Carioca, Roque Junior, Neném, Felipe Cruz, Mastherson (Yago), Pepê (Luís Eduardo), Kauê (Lyncon), Alisson Farias (Lucas Lotto) e Sidnei (Felipe Hulk). Técnico: Gilberto Pereira.

Nova Mutum: Filipe Dias, Massilon, Matheus Cambuci, Fabricio, Kaique (João Coelho), Dionatan, Jack Chan (Kaique Rizzi), Léo Coca, Bruno Kairon (Maycon Alagoano), Carlos Eduardo (Pablo Gabriel depois Marcos) e Yan. Técnico: Odil Soares.

Sport Sinop 1 x 0 Cuiabá

Data: Na quinta-feira, do dia 12 de fevereiro de 2026

Caráter: Jogo único

Local: Estádio Gigante do Norte – Sinop

Público: 1.605 pagantes

Renda: R$ 18.970,00

Árbitro: Alberth Antônio Arruda da Costa

Gol: Gabriel Junior 28 do 2º tempo

Sport Sinop: Diego Cerqueira, David (Gabriel Junior), Fabricio, Samuel Pereira, Serginho, Kevin, Marco Antônio (Danilo depois Mateus), Kamdem, Jefferson Reis (Pitter depois Maycon), Fransergio e Ricardo Liel. Técnico: Edilson Junior.

Cuiabá: João Carlos, Nino Paraíba, Vitor Mendes, Luís Soares (Aiyran), Marlon, Calebe, Luiz Felipe (João Araújo), Mateus Santos (Victor Barbara), Kauan Cristtyan (Jadson), Yamil Asad (Gabriel Mineiro) e Hernandes. Técnico: Eduardo Barros.

SEMIFINAIS DO ESTADUAL

Operário VG 1 x 1 Mixto

Data: No sábado, do dia 14 de fevereiro de 2026

Caráter: Jogo da Ida

Local: Estádio Dito Souza – Várzea Grande

Público: 1.101 pagantes

Renda: R$ 15.120,00

Árbitro: Eleniel Benedito da Silva

Gols: Kauê 16 e Robson 34 do 1º tempo

Operário VG: Álvaro, Kaká, Luciano, Roque Junior, Neném, Felipe Cruz (Luís Eduardo), Mastherson (Felipe Hulk), Pepê (Léo Gonçalves), Kauê (Matheus Castanha), Lucas Lotto e Sidnei (Wagner Marques). Técnico: Gilberto Pereira.

Mixto: Glaycon, Índio, Lucas Straub, Jackson, Robson, Rael, Filipe Fraga (Justino), Dionatha (Wanderson), Esquerdinha (Natan Alves), Di Maria e Luidy (João Gabriel). Técnico: Lucas Isotton.

Sport Sinop 0 x 1 Luverdense

Data: No domingo, do dia 15 de fevereiro de 2026

Caráter: Jogo da Ida

Local: Estádio Gigante do Norte – Sinop

Público: 2.821 pagantes

Renda: R$ 39.665,00

Árbitro: Luiz Paulo de Moura Pinheiro

Gols: Henan 22 do 1º tempo

Sport Sinop: Diego Cerqueira, Gabriel Junior (David), Fabricio, Samuel Pereira, Serginho, Alex (Kevin), Davidson, Kamdem, Gabriel Rezende (Marco Antônio), Fransergio e Ricardo Eliel (Mateus). Técnico: Edilson Junior.

Luverdense: João Guilherme, Raul Prata, Yan Victor, Jackson, Borges, Thiago Gabriel, Hitalo Mota (Jeferson), Douglas Silva (Lucas Góes), Henan (Edgo), João Hassen (João Barros) e Bady (Guilherme Ilha). Técnico: Wagner Lopes.

Mixto 1 x 1 Operário VG

Data: No domingo, do dia 22 de fevereiro de 2026

Caráter: Jogo da voIta

Local: Estádio Presidente Dutra – Cuiabá

Público: 2.828 pagantes

Renda: R$ 47.250,00

Árbitro: Luiz Paulo de Moura Pinheiro

Gols: Flávio Henrique 40 do 1º tempo; Pepê 46 do 2º tempo

Mixto: Glaycon, Índio, Lucas Straub, Jackson (Guilherme Cerqueira), Robson, Rael (Kennedy), Esquerdinha (Natan Alves), Flávio Henrique, Dionatha, Di Maria e Luidy (Justino). Técnico: Lucas Isotton.

Operário VG: Álvaro, Kaká, Matheus Carioca, Roque Junior, Neném (Lyncon), Felipe Hulk (Wagner Marques), Kauê (Luiz Gustavo), Pepê, Yago (Matheus Castanha), Léo Gonçalves (Keven) e Sidnei. Técnico: Gilberto Pereira.

Pênaltis: Mixto venceu por 4 x 2

Luverdense 1 x 2 Sport Sinop

Data: No domingo, do dia 22 de fevereiro de 2026

Caráter: Jogo da voIta

Local: Estádio Passo das Emas – Lucas do Rio Verde

Público: 3.184 pagantes

Renda: R$ 39.040,00

Árbitro: Leonardo Lorenzatto

Gols: David 4, Hitalo Mota 6 e Fransergio 35 do 2º tempo

Luverdense: João Guilherme, Raul Prata, Yan Victor, Feliphe Gabriel, Borges, Thiago Gabriel (Jackson), Hitalo Mota (Jeferson), Douglas Silva (Lucas Góes), Henan, João Hassen (João Barros) e Bady. Técnico: Wagner Lopes.

Sport Sinop: Diego Cerqueira, David (Gabriel Junior), Fabricio, Samuel Pereira, Serginho (Maycon), Kevin, Marco Antônio (Mateus), Kamdem, Davidson (Pitter), Fransergio e Ricardo Eliel (Mateusão). Técnico: Edilson Junior.

Pênaltis: Luverdense venceu por 4 x 3

FINAIS DO ESTADUAL

Mixto 0 x 0 Luverdense

Data: No domingo, do dia 1º de março de 2026

Caráter: Jogo da Ida

Local: Estádio Presidente Dutra – Cuiabá

Público: 3.804 pagantes

Renda: R$ 63.340,00

Árbitro: Elenel Benedito da Silva

Mixto: Glaycon, Índio, Lucas Straub, Jackson, Rael, Robson, Esquerdinha (Natan Alves), Flávio Henrique (Filipe Fraga), Dionata (Wanderson), Di Maria (João Gabriel) e Luidy (Justino). Técnico: Lucas Isotton.

Luverdense: João Guilherme, Raul Prata, Yan Victor, Feliphe Gabriel, Borges, Thiago Gabriel, Hitalo Mota (Jeferson), Lucas Góes (Guilherme Ilha), Henan (Edgo), Douglas Silva (João Barros) e Bady (João Hassen). Técnico: Wagner Lopes.

Luverdense 0 x 0 Mixto

Data: No domingo, do dia 08 de março de 2026

Caráter: Jogo da volta

Local: Estádio Passo das Emas – Lucas do Rio Verde

Público: 5.008 pagantes

Renda: R$ 100.420,00

Árbitro: Leonardo Lorenzatto

Luverdense: João Guilherme, Raul Prata, Yan Victor, Feliphe Gabriel, Borges, Thiago Gabriel (João Barros), Hitalo Mota (Wendel Barros), Lucas Góes, Henan (Edgo), Douglas Silva (Jeferson) e Bady (João Hassen). Técnico: Wagner Lopes.

Mixto: Glaycon, Índio, Lucas Straub, Jackson, Robson (Filipe Fraga), Rael, Esquerdinha (Natan Alves), Dionatha, Flávio Henrique, Di Maria e Luidy (Justino). Técnico: Lucas Isotton.

Pênaltis: Mixto venceu por 5 x 3.

MIXTO vence nos pênaltis é fatura o título

Com estes resultados o MIXTO ESPORTE CLUBE sagrou-se campeão Mato-grossense de 2026. A campanha do Tigre da Vargas: foram 13 jogos, com 19 pontos ganhos; quatro vitórias, sete empates e duas derrotas; marcando 15 gols, sofrendo seis e um saldo positivo de nove.

CLASSIFICAÇÃO DA PRIMEIRA FASE

REBAIXAMENTO: Primavera e Várzea Grande caíram

O final da Primeira Fase, também definiu os dois clubes rebaixados para jogar o Campeonato Mato-grossense de 2027: Primavera Atlético Clube (Primavera do Leste) e Várzea Grande Esporte Clube (Várzea Grande).

O Várzea Grande terminou na lanterna do campeonato, com apenas cinco pontos em nove jogos (um aproveitamento de 18%): foram uma vitória (essa no último jogo, fora de casa, diante do Cuiabá), dois empates e seis derrotas; marcando cinco gols, sofrendo 14 e um saldo de menos nove.

Já o penúltimo colocado, o Primavera somou 10 pontos em nove jogos (um aproveitamento de 37%): foram uma vitória, sete empates e uma derrota; marcando seis gols, sofrendo nove e um saldo de menos três.

Apesar de ter ficado com o mesmo número de pontos do União de Rondonópolis (10 pontos), o Primavera acabou sendo rebaixado no 1º critério de desempate – maior número de vitórias: o União venceu dois, enquanto o Primaveraganhou uma vez.  

ARTILHEIROS

6 gols Di Maria (Mixto);

5 gols Alisson Farias (Operário);

4 gols Eliel (Cuiabá) e Henan (Luverdense);

3 gols Lucas Souza (União), Neném (Operário) e Tiarinha (Chapada);

2 gols Barra (Chapada), Esquerdinha (Mixto), Fransergio (Sport Sinop), Gabriel Venâncio (Chapada), Giovanni (Primavera), Jack Chan (Nova Mutum), Sidnei (Operário), Tom (Chapada) e Yan (Nova Mutum);

1 gol – Aurélio (Várzea Grande), Bady (Luverdense), Bruno Kairon (Nova Mutum), Caio Henrique (União), Calebe (Cuiabá), Da Ora (Primavera), Danilo (Várzea Grande), Darlan (União), David (Sport Sinop), Didinho (Nova Mutum), Diego Fracarolli (Nova Mutum), Dionatha (Mixto), Douglas Silva (Luverdense), Eduardo Junior (União), Fabiano (Primavera), Fabricio (Nova Mutum), Felipe Gazzoni (Sport Sinop), Filipe Fraga (Mixto), Flávio Henrique (Mixto), Gabriel Junior (Sport Sinop), Giba (Chapada), Guilherme Cerqueira (Mixto), Guilherme Terrabuio (Chapada), Hitalo Mota (Luverdense), João Hassen (Luverdense), João Pedro (Nova Mutum), Jonas (Chapada), Justino (Mixto), Kauê (Operário), Luan (Primavera), Lucas Lotto (Operário), Luiz Antônio (Primavera), Luiz Felipe (Cuiabá), Maicon Assis (Várzea Grande), Marco Antônio (Sport Sinop), Marcos (Nova Mutum), Massilon (Nova Mutum), Mateus Santos (Cuiabá), Mendes (Nova Mutum), Michel (Sport Sinop), Miguel (Várzea Grande), Pablo Gabriel (Nova Mutum), Pepê (Operário), Pitter (Sport Sinop), Rafael (Várzea Grande), Ricardo Liel (Sport Sinop), Robson (Mixto), Rômulo (União), Wanderson (Mixto), Wendel Barros (Luverdense) e Yago Biro (Operário).

ESTÁDIOS UTILIZADOS

Dito Souza (Várzea Grande) – 11 vezes;

Presidente Dutra (Cuiabá) – sete vezes;

Gigante do Norte (Sinop) e Passo das Emas (Lucas do Rio Verde) – seis vezes;

Arena Pantanal (Cuiabá) e Luthero Lopes (Rondonópolis) – cinco vezes;

Apolônio de Melo (Chapada dos Guimarães), Cerradão (Primavera do Leste) e Valdir Doilho Wons (Nova Mutum) – quatro vezes;

Felix Belém (Campo Verde) – uma vez.

NÚMEROS DO ESTADUAL DE 2026

PÚBLICO TOTAL: 59.133

MÉDIA POR JOGO: 1.116 torcedores

ARRECADAÇÃO: R$ 864.883,00

MAIOR PÚBLICO: 5.008 (Luverdense 0x0 Mixto – 08/03/2026)

MENOR PÚBLICO: 73 (Várzea Grande 1×3 Nova Mutum – 05/02/2026)

MAIOR ARRECADAÇÃO: R$ 100.420,00 (Luverdense 0x0 Mixto – 08/03/2026)

MENOR ARRECADAÇÃO: R$ 180,00 (Várzea Grande 1×3 Nova Mutum – 05/02/2026)

TOTAL DE JOGOS: 53

TOTAL DE GOLS: 100

MÉDIA DE GOLS POR JOGO: 1,89

CARTÕES AMARELOS: 227 (4,28 por jogo)

CARTÕES VERMELHOS: 18 (0,34 por jogo)

ÁRBITROS

Eleniel Benedito da Silvanove jogos;

Leonardo Lorenzatto e Luiz Paulo de Moura Pinheirooito jogos;

Alberth Costacinco jogos;

Jean Marcel Latorraca, Luccas Cardoso Galdi e Pedro Henrique Pio de Jesusquatro jogos;

Rafael Odílio Ramos dos Santos três jogos;

Adilson Martins Rodrigues, José Henrique de Souza Pereira e Rodrigo Pio de Jesusdois jogos;

Antônio Pavan Mufato e Danilo Alves de Camposuma partida.

TRABALHO DE PESQUISA: Sérgio Santos

FOTO: Edição dos Campeões

FONTE: Site Federação Mato-grossense de Futebol

Torneio Início de Campo Grande (MS): Operário e Ferroviário foram os campeões, respecticvamente, da 1ª e 2ª Divisões de 1957.

Time posado do campeão: Operário Futebol Clube

Operário campeão do Torneio Início de 1957

A Liga Esportiva Municipal Campograndense (LEMC) realizou, no domingo do dia 9 de junho de 1957, o Torneio Início do Campeonato oficial de Futebol de 1957, da Primeira Divisão. O simpático clube da cidade, o Operário Futebol Clube sagrou-se campeão da Primeira Divisão.

Participaram do presente campeonato seis clubes:

1º de Maio Esporte Clube;

Associação Atlética Alfaiates;

Comercial Esporte Clube;

Mamoré Esporte Clube;

Noroeste Futebol Clube;

Operário Futebol Clube.

Time posado do campeão: Clube Atlético Ferroviário

Ferroviário campeão do Torneio Início da 2ª Divisão de 1957

Quatro dias depois, a Liga Esportiva Municipal Campograndense (LEMC) realizou, na quinta-feira, do dia 13 de junho de 1957, o Torneio Início do Campeonato oficial de Futebol de 1957, da Segunda Divisão.

O Clube Atlético Ferroviário, sagrou-se campeão do Torneio Início da Segunda Divisão, conquistando o magnifico troféu oferecido pelo “mais completo” a LEMC. Participam do campeonato da Segundona sete equipes:

Automóvel Clube;

Clube Atlético Bandeirantes;

Clube Atlético Ferroviário;

Cruzeiro Futebol Clube;

Dois de Maio;

Esporte Clube Vasquinho;

Santa Cruz Futebol Clube.

Os campeonatos foram animadíssimos devido à boa organização que a atual diretoria da Liga Esportiva Municipal Campograndense vem desenvolvendo e, consequentemente, causando boa impressão ante os simpatizantes dos clubes participantes, com os melhoramentos introduzidos no Estádio Municipal Belmar Fidalgo.

FONTE E FOTOS: A Gazeta Esportiva (SP)

Escudo Raro dos anos 40: Operário Futebol Clube – Campo Grande (MS)

Por Sérgio Mello

Operário Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Campo Grande (MS). A sua Sede social fica localizado na Rua Dr. Eduardo Olímpio Machado, nº 300, no bairro de Monte Castelo, em Campo Grande (MS).

O “Galo” foi Fundado no domingo, do dia 21 de agosto de 1938, por representantes da construção civil liderados pelo pintor Plínio Bittencourt. O time foi criado por cidadãos comuns que buscavam espaço na sociedade brasileira regida pelo Estado Novo.

Operário do Povo

Operários criavam um clube de origem popular, combatendo o preconceito para disseminar o esporte bretão que na época era praticado apenas pela elite. A instituição do povo, mostraria o seu valor durante o período do futebol amador da cidade com as conquistas da Liga Campo-Grandense em 1942 e 1945 e mais tarde, dando fim ao enorme jejum de 21 anos, levantando a taça de 1966 a última da era amadora.

Uma “seca” de títulos, que o Operário voltaria a enfrentar mais de 30 anos depois desse feito. Após o Bicampeonato Sul-Mato-Grossense (em 1996 e 1997) o Operário ficou 21 anos sem levantar o título do campeonato estadual e só voltou a soltar o grito de campão “entalado na garganta” em 2018, justamente no ano das comemorações dos 80 anos de existência do clube.

O atual Presidente do Conselho Deliberativo do OperárioEstevão Petrallas se lembra de uma história envolvendo a torcedora símbolo do Operário que esteve presente durante todo esse jejum.

Eu me lembro do último episódio na cidade de Rio Brilhante, quando nós recebemos o Operário com uma dívida de 12 mil reais perante a justiça desportiva e a perda de mando de seis jogos. Estávamos jogando a Série B e eu assisti ao jogo, atrás do gol juntamente com Dona Maria Preta. E ela dizia, ‘seu Petrallas, eu vou morrer e não vou ver esse operário campeão’ e eu disse, Dona Maria não morre não, que nós vamos ser campeão”, se lembra Estevão.

A comemoração realizada no Rádio Clube Cidade, foi um verdadeiro marco para o Operário Futebol Clube, que enfim, pode reescrever a sua própria história apagando as injustiças cometidas com aqueles operários da construção civil que fundaram o clube e que foram impedidos de jogar futebol naquele mesmo lugar ainda no período do amadorismo.

Operário nasceu de um clube social chamado Clube dos 30, que era visto como o clube para o povão bailar. Já que o Rádio Clube pertencente a elite, acabou sendo fechado por perseguição política e por conta disso, muitos dos seus integrantes, mais tarde, ajudariam a fundar o Operário Futebol Clube. Estevão se recordou desse fato inusitado durante a comemoração dos 80 anos do Galo.

Foto posada dos anos 40

O clube surgiu na Mato Grosso onde hoje é o Sinduscon, Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil e a festa foi no Rádio Clube porque era onde os operarianos não tinham espaço para que pudesse adentrar, porque era o clube da elite e o Operário era o clube do povão, então não tinha como ter acesso. E lembramos desse fato rapidamente durante a comemoração, claro sem causar nenhum constrangimento, porque não era o foco”, lembra Estevão.

Seu eterno rival, o Esporte Clube Comercial foi fundado por comerciantes e estudantes do Colégio Dom Bosco juntamente com o esportista Etheócles Ferreira tempos depois, em 15 de março de 1943.

O escritor Reginaldo Alves Araújo que escreveu o livro: Futebol Uma Fantástica Paixão, a história do futebol campo-grandense tomo 1, cita a definição da Liga Municipal de Campo Grande de 1951.

Na ocasião, o Operário perdeu o título para o Comercial e a torcida operariana atribuiu a derrota, as cores do uniforme que foram modificadas pelo então Presidente do OperárioSilvio Andrade, justamente no embate decisivo. Após o apito final, o lado “preto e branco” das arquibancadas ficou tão irritado que arrancou o conjunto vestido pelos jogadores para atear fogo, numa demonstração de enorme insatisfação com o resultado, o que de modo geral, mostra um pouco do tamanho da dimensão da rivalidade que envolve o clássico Comerário.

Na década de 70, o Colorado se profissionalizou para a disputa da Seletiva para o Campeonato Brasileiro, se tornando o primeiro clube do estado do Mato Grosso a disputar a elite do futebol brasileiro em 1973. No mesmo ano em que seu arquirrival disputou a primeira divisão do nacional, o Galo da Bandeirantes conquistou o seu primeiro torneio internacionalOperário campeão da Taça Seleção União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Foi nessa época que o Operário uniu forças para poder competir no ano seguinte.

O clube de trabalhadores que talvez não tivesse condições nem de fazer o seu documento. E a gente tem histórias de um diretor da época em que sua mulher estava gravida, e ele aguardando o nascimento do filho, ele investiu todo esse dinheiro na Federação Mato-Grossense de Futebol”, relembra Estevão.

Em 2023 o clássico Comerário completou 50 anos de rivalidade profissional. Foi no dia 20 de janeiro de 1973 pela tradicional Taça Campo Grande, que o estádio Morenão foi palco da partida histórica entre o Operário Futebol Clube e Esporte Clube Comercial, segundo registros do jornalista Marcelo Nunes.

Esse jogo foi num sábado à noite, começou às 21h30 e teve 6 mil e 71 pagantes para uma renda de 51 mil e 35 cruzeiros. Esse jogo foi 1 a 0 para o Operário e gol foi marcado pelo Pinho, aos 30 minutos do segundo tempo em um chute de fora da área. O árbitro foi o Mário Vinhas e os assistentes foram o Ladislau de Oliveira e Agnaldo de Barros, o trio do Rio de Janeiro”, relata Marcelo.

Marcelo Nunes é jornalista e tem mãos o maior acervo de registros da história do clássico Comerário com mais de 20 anos de pesquisa intensas computados, incluindo os jogos da era do amadorismo e partidas amistosas entre os dois clubes. Pesquisa que segundo ele próprio teve o apoio dos companheiros, Ricardo Paredes, Edna de Souza, Artur Mário, Elson Pinheiro e MarquinhosMarcelo ainda tem o desejo de publicar o livro: “História dos Comerários”, obra na qual começou a escrever, mas que ainda não foi finalizada.

Ao todo o Operário conta com 10 participações na 1ª Divisão nacional, tendo como marcante a campanha de 1977, quando o Galo derrubou gigantes dos gramados e terminou com um honroso e inesquecível 3 º lugar.

Criação de Mato Grosso do Sul

A Lei Complementar 31, que previa a divisão do estado do Mato Grosso foi oficializada em 11 de outubro de 1977. Porém, a lei sancionada pelo então Presidente da República Ernesto Geisel, só entraria em vigor em 1979. Com isso, o Operário foi impedido de ser hexacampeão estadual, justamente por conta da criação do estado de Mato Grosso do Sul. O Operário conquistou 6 títulos consecutivos em 76,77,78 (Mato-grossense) e 79,80,81 (Sul-mato-grossense).

No polêmico ano de 1987, o Alvinegro fez história e se tornou o primeiro time do MS a vencer uma competição nacional. O Módulo Branco do Brasileiro daquele ano, ainda não é reconhecido pela CBF, mas, segue sendo motivo de orgulho para os operarianos. Até hoje, o Operário Futebol Clube é o maior do estado de Mato Grosso do Sul com 12 títulos estaduais.

FOTOS: Página no Facebook “Anos Dourados Campo Grande-MS”

FONTES: site e página do clube – Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul

Escudos raros dos anos 50 e 60: Esporte Clube Comercial – Campo Grande (MS)

Distintivo da década de 50

Por Sérgio Mello

O Esporte Clube Comercial é uma agremiação da cidade de Campo Grande (MS). A sua Sede administrativa fica localizada na Rua Dr. Euler de Azevedo, nº 4.880, no Parque dos Laranjais, em Campo Grande/MS.

O “Colorado” foi Fundado na segunda-feira, do dia 15 de março de 1943, pelo esportista Etheócles Ferreira, em conjunto com comerciantes locais e estudantes do Colégio Dom Bosco.

No começo, os primeiros jogadores eram estudantes do Colégio Dom Bosco. Durante quase três décadas o clube permaneceu no amadorismo, onde faturou nove títulos do Campeonato Citadino de Campo Grande, organizado pela Liga Municipal Campo-Grandense (LMC) e depois pela Liga Esportiva Municipal Campo-grandense (LEMC).

Foto posada de década de 50

Primeiro clube a disputar a elite do futebol brasileiro

Em 1972, o Comercial se profissionalizou para disputar, naquele ano, o Torneio Seletivo para definir quem seria o representante do estado no Campeonato Brasileiro da 1ª Divisão de 1973. Foi campeão, sendo então o 1º time a disputar um Campeonato Brasileiro pelo estado do Mato Grosso.

Escudo de 1965

Campeão em dois estados

No âmbito estadual, foi campeão do Campeonato Matogrossense da 1ª Divisão de 1975. Após o estado ter sido dividido em dois (MT e MS), em 1979, o Comercial se sagrou campeão nove vezes no Campeonato Sul-Matogrosso da 1ª Divisão: 1982, 1985, 1987, 1993, 1994, 2000, 2001, 2010 e 2015. Com isso, o clube detém a proeza de ter dois títulos em dois estados diferentes.

Carteirinha do clube de 1965

Quarto lugar na Taça de Prata de 1981

Em 1981, foi realizada a segunda edição da Taça de Prata (Campeonato Brasileiro Série B), que foi disputado por 48 equipes. O Comercial ficou em 4º lugar, também ficou na 3ª colocação na última edição da Copa Centro-Oeste e em 1994 ficou em 7º lugar na Copa do Brasil.

Em 2015, o Colorado sagrou-se campeão estadual, conquistando o seu 9º Título Sul-Mato-Grossense, se tornado o segundo maior vencedor no estado do Mato Grosso do Sul.

Time posado de 1965

Abaixo a lista de títulos:

Campeonato Sul-Mato-Grossense (9 Títulos): 1982, 1985, 1987, 1993, 1994, 2000, 2001, 2010 e 2015;

Campeonato Mato-Grossense (1 Título): 1975;

Seletiva do Campeonato Brasileiro (1 Título): 1972;

Liga Campo-grandense de Futebol (9 Títulos): 1948, 1951, 1956, 1957, 1959, 1964, 1965, 1967 e 1971.

ARTE: desenho do escudo e uniforme – Sérgio Mello

FOTOS: Página no Facebook “Anos Dourados Campo Grande-MS”

FONTES: site e página do clube – Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul

Inédito!! FRIMA Futebol Clube – Campo Grande (MS): enfrentou o Santos de Pelé, em 1966

Por Sérgio Mello

O FRIMA Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Campo Grande, quando ainda pertencia ao estado de Mato Grosso. Até a segunda-feira, do dia 1º de janeiro de 1979. A partir daí a cidade passou a ser a capital do novo estado do Mato Grosso do Sul.

Fundado no começo de década de 60, por funcionários da FRIMA (Frigorifico Matogrossense S.A.), com Sede na Estrada Mário Dutra, s/n, na Vila Bordon, em Campo Grande/MS. As cores escolhidas foi uma homenagem a bandeira do estado do Mato Grosso: azul marinho, branco e verde.

Quem foi a empresa FRIMA

Em 1947, fundado pelo Sr. Laucídio Coelho foi o 1º frigorífico e a primeira grande indústria da cidade de Campo Grande – FRIMA, Frigorífico Matogrossense S.A. – iniciando os abates em 1947 e 1948.

A implantação do frigorífico possibilitou a engorda e o abate de bois dentro do próprio Estado, já que até aquele momento, toda a produção era abatida em São Paulo.

Antes do FRIMA eram engordados 20 mil cabeças de gado e em 1951, eram mais de 50 mil cabeças em engorda. Em 1963, o Frigorifico Bordon S.A., de São Paulo adquiriu o controle de 80% das ações do FRIMA.

EM PÉ (esquerda para a direita): Cassimiro, Orlando, Jurandir, Anísio, Airton, Ismael Braga Buchara (técnico) e Valdir;
AGACHADOS (esquerda para a direita): Vilhalba, Heron, Aguilera, Cigano e Beirinha.

FRIMA ficou com o vice do Torneio Início de 1964

No Domingo, do dia 03 de maio de 1964, foi aberto oficialmente a temporada do futebol em Campo Grande com o Torneio Início, organizado pela Liga Municipal Campograndense (LMC).

Na grande final, FRIMA Futebol Clube e Operário empataram em 2 a 2, no tempo normal, no Estádio Belmar Fidalgo. Com isso, o jogo foi para a prorrogação e o Operário marcou o terceiro gol, que deu o título. A Renda da partida foi de Cr$ 176.400,00.

O tempo regulamentar esgotou com marcador igualdade, ficando a decisão para o marcador do primeiro gol no prazo da prorrogação. O Operário ao assinalar um a zero para suas cores automaticamente sagrou-se campeão do Torneio em questão.

A propósito a representação do FRIMA neste Torneio fazia estreia no futebol Campograndense em partida oficial e a despeito de sua melhor apresentação merecia a vitória, frente ao esquadrão do Operário.

FRIMA enfrentou o Santos em 1966

Exibindo-se na noite da terça-feira, do dia 07 de junho de 1966, no Estádio Belmar Fidalgo, Campo Grande/MT. A equipe do Santos impôs-se ao Frima Futebol Clube, pelo escore de 5 a 2, com vantagem de 4 a 1 na etapa inicial.

Na etapa inicial, Del Vecchio inaugurou o marcador, seguindo-se o 2.º gol de autoria de Toninho. Carlos Alberto marcou para os locais aos 15 minutos, mas Toninho obteve mais dois tentos, aos 41 e 43 minutos.

Na fase final, Fumaça fez o 2.º gol do Frima e Toninho, “artilheiro” da noitada, completou a série: 5 a 2. O juiz foi o paulista Carmelito Voi. Renda: Cr$ 8.600.000.

FRIMA F.C. (MT)    2        X        5        SANTOS F.C. (SP)

LOCALEstádio Belmar Fidalgo, em Campo Grande/MT.
CARÁTERAmistoso Nacional
DATATerça-feira, do dia 07 de junho de 1966
HORÁRIO21 horas (de Brasília)
RENDACr$ 8.600.000,00
PÚBLICONão divulgado
ÁRBITROCarmelito Voi (FPF/SP)
FRIMAAmarília (Valdir); Adilson, Eduardo e Liberado; Filinto e Julião; Joel, Pilita, Carlos Alberto, Jadir e Fumaça.
SANTOSLaércio (Cláudio); Zé Carlos, Mauro (Modesto) e Geraldino (Turcão); Joel Camargo (Clodoaldo) e Oberdã; Amauri, Salomão, Toninho (Wilson), Del Vecchio e Abel. Técnico: Antoninho
GOLSDel Vecchio (Santos); Toninho aos 12, 41 e 43 minutos (SP), Carlos Alberto aos 15 minutos (FRIMA); no 1º Tempo. Fumaça (FRIMA); Toninho (Santos), no 2º Tempo.

Curiosidade: essa foi a 2ª partida que Clodoaldo jogou pelo Santos como profissional. O 1º jogo aconteceu 48 horas antes, no domingo, do dia 5 de junho de 1966, em amistoso, na vitória do Peixe em cima do Esporte Clube Olímpico por 2 a 0 (gols de Coutinho aos 24 minutos e Amauri aos 39 minutos do 1º tempo), em Blumenau/SC.

FRIMA caiu na rodada inaugural do Torneio Início de 1967

Na segunda-feira, do dia 1º de maio de 1967, em presença de um público jamais visto no Estádio Belmar Fidalgo num festival de Torneio Início, a LEMC (Liga Esportiva Municipal Campo-grandense) abriu o seu calendário esportivo de 67, com o Prefeito Plinio Barbosa Martins misturado com os desportistas para fazer entrega de troféu.

Como a festa estava bonita, o Esporte Clube Comercial ressurgiu das próprias cinzas e sagrou se campeão, do Torneio Início, depois de bater o FRIMA, o Operário e o ASAS, que se apresenta com maiores chances de ser o campeão de 67.

Na batalha final, Comercial e Asasbrigaram” no tempo regulamentar, na prorrogação e foram à decisão – por pênalti, quando Airton fechou o gol comercialino e Tachine marcou o tento da vitória.

Foto: Acervo da Biblioteca do IBGE

Estádio Belmar Fidalgo

Terreno doado por João Pestorine Júnior, em 1930, recebeu a instalação de um campo de futebol, conhecido na época como Campo de Marte, em razão de sua localização ser no fim da rua Marte, hoje Arthur Jorge.

Ao adquirir o espaço, a prefeitura o entregou à Liga Esportiva Campo-Grandense, em 1938. Já com o nome de Estádio Belmar Fidalgo, o local tornou-se praça esportiva somente em 1987 – foi remodelada em 1994, com uma reforma.

O espaço teve sua 1ª estrutura construída em 1933 como estádio de futebol e sendo alterada em 1987 tornando-se uma praça esportiva, estrutura que se mantém até os dias atuais.

No período de 1933 até 1970, o Estádio Belmar Fidalgo foi o mais importante do município, recebendo as principais competições, equipes e jogadores de futebol da época, os quais fizeram história no futebol brasileiro.

ARTE: desenho do escudo e uniforme – Sérgio Mello

FOTOS: Acervo da Biblioteca do IBGE – Página no Facebook “Anos Dourados Campo Grande-MS”

FONTES: O Estado do Mato Grosso (MT) – Jornal dos Sports (RJ) – A Tribuna (SP) – Realidade (SP) – Cidade de Santos (SP) – Brasil-Oeste (SP)

Foto rara de 1956: ASAS Esporte Clube – Campo Grande (MS)

Por Sérgio Mello

O ASAS Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Campo Grande (MS). Fundado em 1955, a sua Sede ficava na Avenida Duque de Caxias, nº 2.905, no Bairro de Amambaí, em Campo Grande. A 1ª Diretoria foi composta da seguinte maneira:

Presidente de Honra – Cel. Ari Saião Caldeira;

Presidente – Luiz Gonzaga Del Nero;

Vice-presidente – João Batista de Campos;

Tesoureiro – Alan Chaves Rachel;

Secretário – Mair Vieira;

Técnico – Maurício Peludo.

HISTÓRIA

Na década de 40 as unidades militares implantadas no sul de Mato Grosso, em diversas cidades, disputam entre si, torneios alusivos as datas cívicas e comemorativas da pátria. Essas festas esportivas (em várias modalidades) representam um verdadeiro congraçamento das instituições militares da região, especialmente da cidade de Campo Grande/MS.

No início da década de 50 as disputas militares nas unidades cresceram  e numa viagem da equipe da Base Aérea de Campo Grande, para mais uma jornada esportiva, na cidade de Jardim, aflorou no meio da rapaziada que compunha a equipe,  a feliz teria um quadro para representá-lo nos campeonatos de futebol da cidade.

Decorria o ano de 1955, quando o comandante da Base Aérea de Campo Grande, Coronel Ari Saião Caldeira recebeu em seu gabinete uma comissão composta dos atletas da instituição:

cabo Alan Chaves Rachel, tenente Luiz Gonzaga Del Nero, sargento Elizeu Ferreira Anunciação, sargento José de Castro Barros, sargento Mair Vieira Almeida, sargento Maurício Peludo e o civil Nilton Castro que, não somente apoiou a luminosa ideia, como determinou providências para a formação do quadro de futebol.

Assim surgiu o ASAS Esporte Clube, nome que homenageia o símbolo maior da Aeronáutica brasileira, o avião.

Campeão Invicto do Campeonato Varzeano de 1956

O ASAS Esporte Clube, formado pelos militares do Destacamento da Base Área de Campo Grande, sagrou-se campeão invicto de 1956 do certame varzeano daquela cidade de Mato Grosso.

Na foto (acima), times dos Primeiros e Segundos Quadros do ASAS e mais os dirigentes que vemos juntamente com as suas vitoriosas equipes: o tenente Del Nero, presidente; sargento Bizzi, diretor técnico; sargento Bulhões; diretor social e sargento Mauricio Peludo, treinador.

O quadro principal do ASAS totalizou 32 vitorias e três empates e o secundário somou 33 vitorias e dois empates, realizando, portanto, excepcional campanha no ano que findou.

ASAS Esporte Clube – Campeão Invicto de 1963
EM PÉ (esquerda para a direita): Galvão, Miralha, Pedro César, Atanásio, Tachinha e Jacaré;
AGACHADOS (esquerda para a direita): Alan, Pafúncio, Miguel, Cuiabano e Décio.

Campeão Citadino de 1963

O ASAS Esporte Clube foi dono de campanhas memoráveis, todavia, nenhuma foi comparada a de 1963 quando levantou o título de campeão do Campeonato Citadino de Campo Grande/MS, organizado pela LEMC (Liga Esportiva Municipal Campo-grandense), invicto, transformando-se num time imbatível naqueles idos.

Outros títulos vieram somente com a chegada do profissionalismo no Estado, em 1972. O ASAS Esporte clube deixou de existir, porém enquanto durou, honrou de sobremaneira, o símbolo, os emblemas e as cores da Base Aérea de Campo Grande.

 

Foto do ASAS Esporte Clube do ano de 1959 (Abaixo os nomes): 
EM PÉ (esquerda para a direita): Caldeiras, Dequinha, Espíndola, Alan, Galvão, Vicente, Genilton, Pintinha e Edisel;
AGACHADOS (esquerda para a direita): Castro (técnico), Arantes, Gabriel, Moura, Cucharinha e Jacaré.
 

As Cores do escudo e Uniformes

As cores do ASAS Esporte Clube eram camiseta laranjada, golas brancas, calções brancos e meias brancas até 1958, porém com a mudança das cores da aeronáutica brasileira, o quadro da Base Aérea ganhou uma padronagem azul na jaqueta, escudo branco no formato de duas asas, calções brancos e meias brancas.

O ASAS sempre vencendo, ganhou fama e logo foi convidado para ingressar no bloco de elite dos clubes de futebol da cidade, isto é, disputar o famoso campeonato da LEMC (Liga Esportiva Municipal Campo-grandense).

 FONTES E FOTOS: Livro ‘A História do Futebol Campo-grandense’, de autoria Reinaldo Alves de Araújo – A Gazeta Esportiva (SP)

1º Escudo!! Operário Futebol Clube – Campo Grande (MS)

Escudo e uniforme de 1938

Por Sérgio Mello

O Operário Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Campo Grande (MS). A sua Sede social fica localizado na Rua Dr. Eduardo Olímpio Machado, nº 300, no bairro de Monte Castelo, em Campo Grande (MS).

O “Galo” foi Fundado no domingo, do dia 21 de agosto de 1938, por representantes da construção civil liderados pelo pintor Plínio Bittencourt. O time foi criado por cidadãos comuns que buscavam espaço na sociedade brasileira regida pelo Estado Novo.

Preto no Branco: Vasco da Gama e Operário quebraram barreiras políticas e sociais para revolucionar o futebol

Operário do Povo

Operários criavam um clube de origem popular, combatendo o preconceito para disseminar o esporte bretão que na época era praticado apenas pela elite. A instituição do povo, mostraria o seu valor durante o período do futebol amador da cidade com as conquistas da Liga Campo-Grandense em 1942 e 1945 e mais tarde, dando fim ao enorme jejum de 21 anos, levantando a taça de 1966 a última da era amadora.

Uma “seca” de títulos, que o Operário voltaria a enfrentar mais de 30 anos depois desse feito. Após o Bicampeonato Sul-Mato-Grossense (em 1996 e 1997) o Operário ficou 21 anos sem levantar o título do campeonato estadual e só voltou a soltar o grito de campão “entalado na garganta” em 2018, justamente no ano das comemorações dos 80 anos de existência do clube.

O atual Presidente do Conselho Deliberativo do Operário, Estevão Petrallas se lembra de uma história envolvendo a torcedora símbolo do Operário que esteve presente durante todo esse jejum.

Eu me lembro do último episódio na cidade de Rio Brilhante, quando nós recebemos o Operário com uma dívida de 12 mil reais perante a justiça desportiva e a perda de mando de seis jogos. Estávamos jogando a Série B e eu assisti ao jogo, atrás do gol juntamente com Dona Maria Preta. E ela dizia, ‘seu Petrallas, eu vou morrer e não vou ver esse operário campeão’ e eu disse, Dona Maria não morre não, que nós vamos ser campeão”, se lembra Estevão.

A comemoração realizada no Rádio Clube Cidade, foi um verdadeiro marco para o Operário Futebol Clube, que enfim, pode reescrever a sua própria história apagando as injustiças cometidas com aqueles operários da construção civil que fundaram o clube e que foram impedidos de jogar futebol naquele mesmo lugar ainda no período do amadorismo.

Foto posada de 1938

O Operário nasceu de um clube social chamado Clube dos 30, que era visto como o clube para o povão bailar. Já que o Rádio Clube pertencente a elite, acabou sendo fechado por perseguição política e por conta disso, muitos dos seus integrantes, mais tarde, ajudariam a fundar o Operário Futebol Clube. Estevão se recordou desse fato inusitado durante a comemoração dos 80 anos do Galo.

O clube surgiu na Mato Grosso onde hoje é o Sinduscon, Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil e a festa foi no Rádio Clube porque era onde os operarianos não tinham espaço para que pudesse adentrar, porque era o clube da elite e o Operário era o clube do povão, então não tinha como ter acesso. E lembramos desse fato rapidamente durante a comemoração, claro sem causar nenhum constrangimento, porque não era o foco”, lembra Estevão.

Seu eterno rival, o Esporte Clube Comercial foi fundado por comerciantes e estudantes do Colégio Dom Bosco juntamente com o esportista Etheócles Ferreira tempos depois, em 15 de março de 1943.

Operário Campeão da Liga Municipal de Campo Grande de 1942

O escritor Reginaldo Alves Araújo que escreveu o livro: Futebol Uma Fantástica Paixão, a história do futebol campo-grandense tomo 1, cita a definição da Liga Municipal de Campo Grande de 1951.

Na ocasião, o Operário perdeu o título para o Comercial e a torcida operariana atribuiu a derrota, as cores do uniforme que foram modificadas pelo então Presidente do Operário, Silvio Andrade, justamente no embate decisivo. Após o apito final, o lado “preto e branco” das arquibancadas ficou tão irritado que arrancou o conjunto vestido pelos jogadores para atear fogo, numa demonstração de enorme insatisfação com o resultado, o que de modo geral, mostra um pouco do tamanho da dimensão da rivalidade que envolve o clássico Comerário.

Na década de 70, o Colorado se profissionalizou para a disputa da Seletiva para o Campeonato Brasileiro, se tornando o primeiro clube do estado do Mato Grosso a disputar a elite do futebol brasileiro em 1973. No mesmo ano em que seu arquirrival disputou a primeira divisão do nacional, o Galo da Bandeirantes conquistou o seu primeiro torneio internacional. Operário campeão da Taça Seleção União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Foi nessa época que o Operário uniu forças para poder competir no ano seguinte.

O clube de trabalhadores que talvez não tivesse condições nem de fazer o seu documento. E a gente tem histórias de um diretor da época em que sua mulher estava gravida, e ele aguardando o nascimento do filho, ele investiu todo esse dinheiro na Federação Mato-Grossense de Futebol”, relembra Estevão.

Escudo atual

Em 2023 o clássico Comerário completou 50 anos de rivalidade profissional. Foi no dia 20 de janeiro de 1973 pela tradicional Taça Campo Grande, que o estádio Morenão foi palco da partida histórica entre o Operário Futebol Clube e Esporte Clube Comercial, segundo registros do jornalista Marcelo Nunes.

Esse jogo foi num sábado à noite, começou às 21h30 e teve 6 mil e 71 pagantes para uma renda de 51 mil e 35 cruzeiros. Esse jogo foi 1 a 0 para o Operário e gol foi marcado pelo Pinho, aos 30 minutos do segundo tempo em um chute de fora da área. O árbitro foi o Mário Vinhas e os assistentes foram o Ladislau de Oliveira e Agnaldo de Barros, o trio do Rio de Janeiro”, relata Marcelo.

Marcelo Nunes é jornalista e tem mãos o maior acervo de registros da história do clássico Comerário com mais de 20 anos de pesquisa intensas computados, incluindo os jogos da era do amadorismo e partidas amistosas entre os dois clubes. Pesquisa que segundo ele próprio teve o apoio dos companheiros, Ricardo Paredes, Edna de Souza, Artur Mário, Elson Pinheiro e Marquinhos. Marcelo ainda tem o desejo de publicar o livro: “História dos Comerários”, obra na qual começou a escrever, mas que ainda não foi finalizada.

Torcida Esquadrão celebra os 83 anos do Operário

Ao todo o Operário conta com 10 participações na 1ª Divisão nacional, tendo como marcante a campanha de 1977, quando o Galo derrubou gigantes dos gramados e terminou com um honroso e inesquecível 3 º lugar.

Criação de Mato Grosso do Sul

A Lei Complementar 31, que previa a divisão do estado do Mato Grosso foi oficializada em 11 de outubro de 1977. Porém, a lei sancionada pelo então Presidente da República Ernesto Geisel, só entraria em vigor em 1979. Com isso, o Operário foi impedido de ser hexacampeão estadual, justamente por conta da criação do estado de Mato Grosso do Sul. O Operário conquistou 6 títulos consecutivos em 76,77,78 (Mato-grossense) e 79,80,81 (Sul-mato-grossense).

Há exatos 34 anos, o Operário vencia o Campeonato Brasileiro
Operário Campeão Módulo Branco do Brasileiro de 1987

No polêmico ano de 1987, o Alvinegro fez história e se tornou o primeiro time do MS a vencer uma competição nacional. O Módulo Branco do Brasileiro daquele ano, ainda não é reconhecido pela CBF, mas, segue sendo motivo de orgulho para os operarianos. Até hoje, o Operário Futebol Clube é o maior do estado de Mato Grosso do Sul com 12 títulos estaduais.

FONTE E FOTOS: site de clubeSem Retranca

Campeonato Matogrossense da 1ª Divisão de 1979: 1ª competição após a divisão dos estados de MT e MS. O Mixto Esporte Clube foi o campeão!

Mixto Esporte Clube: Campeão Matogrossense de 1979
EM PÉ (esquerda para a direita): Ernani, Jorge Aguiar, Luiz Carlos, Arildo, Miro e Jorge Macedo;
AGACHADOS (esquerda para a direita): Gonçalves, Fabinho, Bife, José Luiz, Toninho Campos e Bochecha
(massagista).

Após a separação do estado de Mato Grosso, no dia 1º de janeiro de 1979 (quando passou a ter dois estados: Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), aconteceu o 1º Campeonato Matogrossense da Primeira Divisão daquele ano.

Nessa divisão a Federação Matogrossense de Futebol (FMF), perdeu duas agremiações importantes: Operário Futebol Clube e o Esporte Clube Comercial, ambos da cidade de Campo Grande (agora capital do novo estado de MS). A partir de agora vamos contar como aconteceu esse Estadual de 1979, que foi o “divisor de águas”, no futebol Matogrossense.

Na segunda-feira, do dia 23 de abril de 1979, ficou decidido, na Federação Matogrossense de Futebol (FMF), que o certame começaria dia 13 de maio, pois o União não aceitou enfrentar o Mixto no dia 5 de maio, data do aniversário de Rondonópolis.

O presidente da FMF, Carlos Orione informou que o Comercial de Poconé não disputaria nenhuma competição na temporada, pois se encontrava sem nenhuma condição (financeira) de retornar ao profissionalismo.

Estádio Governador José Fragelli, o “Verdão”

A única novidade no primeiro certame, a ser promovido pela entidade FMF foi o representante do município de Cáceres. Portanto, a FMF confirmou que o Campeonato Estadual da 1ª Divisão seria composto por sete equipes:

Barra do Garças Futebol Clube (Barra do Garças);

Clube Esportivo Operário Várzea-grandense (Várzea Grande);

Clube Esportivo Dom Bosco (Cuiabá);

Estrela D’Oeste Futebol Clube (Cáceres);

Mixto Esporte Clube (Cuiabá);

Palmeiras Esporte Clube (Cuiabá);

União Esporte Clube (Rondonópolis).

O representante de Cáceres foi o Estrela D’Oeste F.C.

Importante fazer um esclarecimento: pesquisando o jornal “O Estado de Mato Grosso (MT)” ficou claro que o representante da cidade de Cáceres no Estadual não foi o Cáceres Esporte Clube, mas sim o Estrela D’Oeste Futebol Clube.

As pistas surgiram antes e depois da participação do time. Cerca de um mês antes da estreia no Campeonato Matogrossense, na matéria acima, o presidente do Cáceres Esporte Clube, Silvio Pinheiro da Silva estava empenhado em mudar o nome do clube para Estrela D’Oeste Futebol Clube.

No decorrer da competição, o jornal “O Estado de Matogrosso” colocava repetidas vezes o nome de Cáceres Esporte Clube, criando a ideia para quem lê que o clube não conseguiu alterar o nome. Mas da matéria sobre a campanha do Mixto (15/09/1979), os dois jogos diante do representante da cidade de Cáceres foi Estrela D’Oeste Futebol Clube (possivelmente os dados foram repassado pelo MIxto).

Tabela definida

O Conselho Arbitral da FMF se reuniu na noite da sexta-feira, do dia 27 de abril de 1979, às 20 horas, com as agremiações, onde foi definido a tabela e regulamento do Campeonato Matogrossense da 1ª Divisão de 1979. A primeira rodada foi definida para começar no domingo, do dia 13 de maio. O campeão do certame regional receberá o Troféu “Frederico Carlos Soares de Campos”, então governador do estado de Mato Grosso.

Uma inovação no Regulamento do certame: “O clube que atuar irregular (jogador com três cartões amarelos ou sem contrato), poderá ser multado em 5 mil cruzeiros, desde que o Tribunal de Justiça Desportiva da FMF venha comprovar a irregularidade”. Alguns jogos foram transmitidos pela TV Centro América.

O Primeiro Turno transcorreu entre o dia 13 de maio a 17 de junho. Foram 38 gols em 21 jogos, o que deu uma média de 1,8 gol por partida. No final, melhor para o União Esporte Clube de Rondonópolis, que terminou na liderança isolada, garantindo o Troféu “Archimedes Pereira Lima” e também um ponto de bonificação para a Fase Final do Estadual. Abaixo, os resultados dos 21 jogos do turno. O atacante do União de Rondonópolis, Gilson Lira foi o artilheiro do turno com 5 gols em seis jogos.

Estádio Governador José Fragelli, o “Verdão” em 1979

Primeiro Turno

1ª Rodada

Domingo, 13 de maio16 horasPalmeiras1X0Operário-VGCuiabá
Domingo, 13 de maio15h30min.União1X0MixtoRondonópolis
Domingo, 13 de maio15h30min.Barra do Garças0X1Dom BoscoBarra do Garças

2ª Rodada

4ª-feira, 16 de maio21 horasDom Bosco1X1UniãoCuiabá

3ª Rodada

Domingo, 20 de maio15h30min.Estrela D’Oeste0X0PalmeirasCáceres
Domingo, 20 de maio15h30min.Barra do Garças1X1UniãoBarra do Garças

4ª Rodada   

4ª-feira, 23 de maio21 horasOperário-VG2X1Barra do GarçasVargem Grande

5ª Rodada

Domingo, 27 de maio16 horasMixto0X0PalmeirasCuiabá
Domingo, 27 de maio15h30min.Estrela D’Oeste2X2Barra do GarçasCáceres
Domingo, 27 de maio15h30min.União2X1Operário-VGRondonópolis

6ª Rodada   

4ª-feira, 30 de maio21 horasDom Bosco0X0PalmeirasCuiabá

7ª Rodada

Domingo, 03 de junho16 horasDom Bosco0X0Operário-VGCuiabá
Domingo, 03 de junho15h30min.Estrela D’Oeste1X2UniãoCáceres
Domingo, 03 de junho15h30min.Barra do Garças3X1PalmeirasBarra do Garças

8ª Rodada   

4ª-feira, 06 de junho21 horasMixto3X0Estrela D’OesteCuiabá

9ª Rodada

Domingo, 10 de junho16 horasOperário-VG0X0Estrela D’OesteVargem Grande
Domingo, 10 de junho15h30min.Barra do Garças2X1MixtoBarra do Garças
Domingo, 10 de junho15h30min.União2X0PalmeirasRondonópolis

10ª Rodada

5ª-feira, 14 de junho16 horasMixto0X0Operário-VGCuiabá
5ª-feira, 14 de junho15h30min.Estrela D’Oeste0X2Dom BoscoCáceres

11ª Rodada 

Domingo, 17 de junho16 horasDom Bosco2X2MixtoCuiabá

Classificação final do Primeiro Turno

CLUBESPGJVEDGPGCSG
União10642945
Dom Bosco8624633
Barra do Garças66222981
Mixto56132651
Operário-VG5613234-1
Palmeiras5613225-3
Estrela D’Oeste363339-6

Tabela do Returno definido

Na sexta-feira, dia 08 de junho de 1979, às 20 horas, ocorreu a reunião do Conselho Arbitral da FMF juntamente com os representantes dos clubes para definir a tabela do Segundo Turno.

Contudo, a tabela não foi aprovada, pois optaram em aguardar do presidente da FMF, Carlos Orione à Cuiabá, sobretudo no aspecto financeiro. Em razão disso, foi transferido para a sexta-feira, dia 15 de junho de 1979. Com todas as questões pendentes equacionadas foi divulgada a tabela do returno.

Segundo Turno

1ª Rodada

Domingo, 24 de junho15h30min.Estrela D’Oeste1X0Operário-VG *Cáceres
Domingo, 24 de junho15h30min.União1X1Barra do GarçasRondonópolis
Domingo, 24 de junho16 horasPalmeiras0X5MixtoCuiabá

* Na noite da quinta-feira, do dia 19 de julho de 1979, o Operário-VG ganhou os pontos no Tapetão. Por 5 votos a zero, O Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), deu os pontos da partida para o Operário-VG, por considerar que o Cáceres ter cometido irregularidades de dois atletas (Fernando e Marco Antonio) e mais o fato de ter participado com apenas 10 jogadores (registrados na Federação).

2ª Rodada

4ª-feira, 27 de junho19 horasDom Bosco0X0Barra do GarçasCuiabá
4ª-feira, 27 de junho21 horasOperário-VG1X1UniãoCuiabá

3ª Rodada

Domingo, 1º de julho15h30min.Barra do Garças1X1Estrela D’OesteBarra do Garças
Domingo, 1º de julho15h30min.União0X0Dom BoscoRondonópolis
Domingo, 1º de julho15h30min.Operário-VG1X0PalmeirasCuiabá

4ª Rodada

Domingo, 08 de julho15h30min.Barra do Garças1X1Operário-VGBarra do Garças
Domingo, 08 de julho15h30min.União2X0Estrela D’OesteRondonópolis
Domingo, 08 de julho16 horasDom Bosco0X1MixtoCuiabá

5ª Rodada

4ª-feira, 11 de julho19 horasPalmeiras2X3Estrela D’OesteCuiabá
4ª-feira, 11 de julho21 horasMixto4X1Barra do GarçasCuiabá

6ª Rodada

Domingo, 15 de julho15 horasPalmeiras1X4Barra do GarçasCuiabá
Domingo, 15 de julho17 horasDom Bosco2X2Operário-VGCuiabá
Domingo, 15 de julho15 horasEstrela D’Oeste1X1MixtoCáceres

7ª Rodada

4ª-feira, 18 de julho21 horasPalmeiras0X4Dom BoscoCuiabá

8ª Rodada

Domingo, 22 de julho15 horasPalmeiras2X2UniãoCuiabá
Domingo, 22 de julho17 horasOperário-VG0X1MixtoCuiabá

9ª Rodada

4ª-feira, 25 de julho19 horasDom Bosco2X0Estrela D’OesteCuiabá
4ª-feira, 25 de julho21 horasMixto4X0UniãoCuiabá

Classificação final do Segundo Turno

CLUBESPGJVEDGPGCSG
Mixto1165116214
Dom Bosco76231835
Operário-VG76231651
Barra do Garças66141880
União6614168-2
Estrela D’Oeste4612359-4
Palmeiras1615519-14

No final do returno, o Mixto Esporte Clube de Cuiabá, foi o campeão, assegurando um ponto de bonificação para a Fase Final do Estadual. A rodada dupla (na preliminar o Dom Bosco bateu o Cáceres por 2 a 0), o Mixto goleou o União de Rondonópolis pelo placar de 4 a 0, no Estádio Verdão.

O público foi de 4.152 pagantes e uma Renda de Cr$ 112.870,00. O árbitro foi Antônio Ângelo, auxiliado por Armindo Antunes e Oséias Leme Vieira. Os gols foram de Bife, três vezes, e Miro completaram para o Alvinegro da Vargas.

Mixto: Ernane; Luiz Carlos (Jorge Aguiar), Miro, Jorge e Remo; Fabinho, Márcio e Pastoril; Gonçalves, Bife (Hideraldo) e Adilson. Técnico: Milton Buzetto.

União: Rubio; Pindu, Jurandir, Mauro e Nélson; Di Deus, Pintinho e Chundi;Alencar, Gilson Lira (Carlos Eduardo) e Joãozinho. Técnico: China.

Classificação final dos dois Turnos

CLUBESPGJVEDGPGCSG
1ºMixto161264222715
União161256115123
Dom Bosco15124711468
Barra do Garças 121236317161
Operário-VG1212363990
Estrela D’Oeste712156818-10
Palmeiras612147724-17

Quarta e última Vaga

Como Barra do Garças e Operário-VG terminaram eempatados, no somatório dos dois turnos, foi necessário a realização de um jogo-extra para definir a quarta vaga. No domingo, às 16 horas, do dia 29 de julho de 1979, foi definido em jogo único a última da Quadrangular Final do Campeonato Matogrossense. E, quem ficou com a vaga foi o Operário de Varge Grande que venceu o Barra do Garças, por 1 a 0, no Estádio Verdão, em Cuiabá. O gol da classificação foi assinalado por Marco Aurélio, na primeira etapa.

Quadrangular Final (1º Turno)

1ª Rodada

4ª-feira, 1º de agosto21 horasMixto1X0UniãoCuiabá

2ª Rodada

domingo, 5 de agosto16 horasDom Bosco2X2MixtoCuiabá
domingo, 5 de agosto16 horasUnião0X0Operário-VGRondonópolis

3ª Rodada

4ª-feira, 8 de agosto21 horasDom Bosco1X1Operário-VGCuiabá

4ª Rodada

domingo, 12 de agosto16 horasMixto1X2Operário-VGCuiabá
domingo, 12 de agosto16 horasUnião2X0Dom BoscoRondonópolis

Classificação do Quadrangular final do 1º Turno

CLUBESPGJVEDGPGCSG
1ºOperário-VG4312321
União43111211
Mixto43111440
Dom Bosco232135-2

Com os resultados, o Operário de Vargem Grande assegurou o seu lugar na decisão do Estadual de 1979, com o título da Fase Final do Primeiro Turno.

Quadrangular Final (2º Turno)

1ª Rodada

domingo, 19 de agosto15h30min.União0X0MixtoRondonópolis
domingo, 19 de agosto17 horasOperário-VG1X1Dom BoscoCuiabá

2ª Rodada

4ª-feira, 22 de agosto21 horasOperário-VG3X1UniãoCuiabá

3ª Rodada

domingo, 26 de agosto17 horasMixto3X1Dom BoscoCuiabá

4ª Rodada

domingo, 2 de setembro15 horasDom Bosco5X1UniãoCuiabá
domingo, 2 de setembro17 horasOperário-VG1X2Mixto *Cuiabá
* O árbitro da partida, Olandir Rondon marcou um pênalti (segundo a reportagem do jornal “O Estado de Mato Grosso” foi inexistente) a favor do Operário-VG. A decisão revoltou os jogadores do Mixto que abandonaram o campo. O TJD de FMF após 2 meses definiu multa ao Mixto, sem a perda de pontos.

Classificação do Quadrangular final do 2º Turno

CLUBESPGJVEDGPGCSG
Mixto5321523
Dom Bosco33111752
Operário-VG33111541
União131228-6

Após muitas idas e vindas, o TJD da FMF deu ganho de causa para o Operário-VG, porém a punição foi uma multa ao Mixto e não a perda dos pontos. Com isso, foi definido que as duas equipes teriam que jogar para definir o campeão Estadual de 1979. Ficou decidido que a decisão seria numa melhor de 4 pontos, nas datas de 5, 9, 12 e 16 de dezembro.

Classificação do Quadrangular final (dois turnos)

CLUBESPGJVEDGPGCSG
Mixto96321963
Operário-VG76231862
Dom Bosco5613210100
União5612349-5

Empate no primeiro jogo

O 1º jogo da decisão, na quarta-feira, às 21 horas, do dia 5 de dezembro de 1979, teve o árbitro carioca José Aldo Pereira, auxiliado por Benedito Pio dos Santos (MT), na bandeira vermelha, e Airton de Sousa Franco (MT), na bandeira amarela, no Estádio Verdão, em Cuiabá.

No final, Mixto e Operário-VG ficaram no empate em 1 a 1. Os gols saíram na segunda etapa: Bife abriu o placar aos 28 minutos para o Mixto. E no “apagar das luzes”, Cacá deixou tudo igual aos 46 minutos para o “Chicote”.  

O jogo foi muito faltoso, com oito cartões amarelos: Arildo, Ernani e Marcinho (Mixto) e Gaguinho, Ernane, Cacá, Joílson e Edval (Operário-VG). E, dois cartões vermelhos: Ernane (Operário-VG) e Marcinho (Mixto). O público foi de 12.019 pagantes, com uma Renda Cr$ 481.790,00. Na Preliminar o Dom Bosco goleou por 6 a 2 a Seleção Matogrossense Juvenil.

Mixto: Ernane; Arildo, Jorge Aguiar, Miro e Remo; Fabinho, Márcio e Udelson; Gonçalves, Bife e Toninho Campos (Adavilson). Técnico: Milton Buzetto.

Operário-VG: Veludo; Gilmar, Edval, Paulino e Joílson; Gaguinho, Tim e Ruiter; Cacá, Ramon e Ernane. Técnico: Zé Maria.

Operário-VG vence e fica a um ponto do título

Infelizmente, o 2º jogo da decisão, no domingo, às 16 horas, do dia 9 de dezembro de 1979, vencida pelo Operário-VG por 2 a 0, diante do Mixto, no Estádio Verdão, em Cuiabá, não foi possível encontrar a ficha-técnica do jogo, uma vez que a página do dia não está disponibilizada no jornal “O Estado de Mato Grosso (MT)”. Com o resultado o Operário-VG chegou aos três pontos e só precisaria de mais um ponto para ficar com o título.

Mixto vence o terceiro jogo e a decisão fica para o último encontro

Na 3ª partida, na quarta-feira, às 21 horas, do dia 12 de dezembro de 1979, o Mixto devolveu a derrota pelo mesmo placar e bateu o Operário-VG por 2 a 0, no Estádio Verdão, em Cuiabá.

O público foi de 14.140 pagantes e uma Renda de Cr$ 579.545,00. O árbitro foi paulista Dulcídio Wanderley Boschilla, auxiliado por Airton de Sousa Franco (MT) e Aramando Camarinha (MT). Os gols foram assinalados por Bife e Adavilson, no segundo tempo. Foram três cartões amarelos: Odenir (Operário-VG) e Luiz Carlos e Udelson (Mixto).

Mixto: Ernane; Luiz Carlos, Jorge Aguiar, Miro e Remo; Fabinho, Márcio e Udelson; Gonçalves, Bife e Adavilson (Toninho Campos). Técnico: Milton Buzetto.

Operário-VG: Veludo; Gilmar, Edval, Paulino e Justino; Joel Diamantino, Tim e Ruiter (Luizinho); Cacá, Ernane (Marco Aurélio) e Odenir. Técnico: Zé Maria.

Como ficou a decisão?

Com esse resultado, as duas equipes estão rigorosamente empatados com três pontos. Com isso, na última partida, quem vencesse ficaria com o título. Em caso de empate, prorrogação de 30 minutos (15 minutos cada tempo) e se persistir a igualdade o campeão será definido na disputa de pênaltis.

Mixto bate o Operário-VG é fica com o título Estadual de 1979

No 4º e último jogo da decisão, no domingo, às 17 horas, do dia 16 de dezembro de 1979, o Mixto derrotou o Operário-VG por 1 a 0, no Estádio Verdão, em Cuiabá. Com esse resultado, o Mixto se sagrou campeão do Campeonato Matogrossense da 1ª Divisão de 1979.

O gol que deu o título saiu aos 32 minutos do segundo tempo, por intermédio do atacante Bife, que terminou o Campeonato Matogrossense como artilheiro isolado com 12 gols. O presidente do Mixto, Lino Miranda pagou o prêmio de 20 mil pela conquista do título.

O jogo foi dos mais nervosos e muitas oportunidades de gols foram perdidas, notadamente por parte do clube varzeagrandense que teve a oportunidade de mostrar novamente a ausência de finalizadores em sua equipe.

O resultado foi justo, já que o alvinegro teve melhor participação que o seu adversário no decorrer do tumultuado Campeonato Matogrossense, competição de alto valor histórico, já que foi o primeiro certame disputado pós-divisão de Mato Grosso (em 11 de outubro de 1977, o então Presidente-General Ernesto Geisel assinou o documento decretando a emancipação político-administrativa do até então Estado de Mato Grosso. Data lembrada por ambos Estados, o feriado de divisão de MT e MS é um marco de independência principalmente da Região Sul em relação a Cuiabá. Em 1º de Janeiro de 1979, a separação foi oficializada).

Após o gol de Bife, a torcida alvinegra iniciou um verdadeiro carnaval nas dependências da praça esportiva e que se prolongou fora do Verdão até às primeiras horas da madrugada da segunda-feira.     

Jogos das Finais

4ª-feira, 5 de dezembro21 horasMixto1X1Operário-VGCuiabá
domingo, 9 de dezembro16 horasOperário-VG2X0MixtoCuiabá
4ª-feira, 12 de dezembro21 horasMixto2X0Operário-VGCuiabá
domingo, 16 de dezembro17 horasOperário-VG0X1MixtoCuiabá

Curiosidades do Estadual de 1979

Os Times base

Barra do Garças: Agnaldo; Cabral (Marrom), Paulo Alves, Nelson e Wilson Soares; Ayres, Almir (Bomba) e Alisson; Ary Paghetti (Careca), Edivan (Polaco ou Deucy) e Carlos (Ricardo). Técnico: Joel Santos

Estrela D’Oeste: Jony (Aguimar); Bota (Décio), Bill, Bideu e Dito (Fernando ou Décio); João Carlos, Hélio e Batista (Marco Antonio); Baianinho (Té ou Canhento), Gérson Lopes (Helinho) e Neca (Claudeci). Técnico: Nivaldo Santana

Dom Bosco: Mão de Onça (Lula); Tuca (Lenine), Altivo (Eden), Walter e Serginho (Amaury); Fidélis, Ismael (Nene) e Lopes (Adilson); Babá, Barga (Bosco) e Juju. Técnico: Décio Leal (Depois Álvaro Scolfaro)

Mixto: Ernani; Luiz Carlos (Arildo), Miro, Jorge Aguiar e Remo (Bauer); Fabinho, Márcio (Osvaldo ou Udelson) e Pastoril (Jonas); Gonçalves (Deucy), Bife (Hideraldo ou Adavilson) e Toninho Campos. Técnico: Hélio Machado (Depois Milton Buzetto)

Operário-VG: Veludo; Zé Maria (Jota Alves), Zé Augusto (Edval), Gaguinho (Joílson) e Justino (Zé Mario); Tim (Mosca), Mario (Joel Diamantino) e China (Marquinhos); Ernane (Polula), Marco Aurélio (Luizinho ou Davi) e Odenir (Bernardo). Técnico: Aristeu Rezende (Depois Alceu Provatti e em seguida Totinha e por fim Zé Maria)

Palmeiras: Washington; Nide (Maurício), Pereira (Avanil), Tadeu e Herivelton; Nunes, Tupã (Leandro) e Pelego; Careca, Jair e Vieira (Wilson). Técnico: Damasceno (depois Ademir Moreira)

União: Almeida (Rubio); Silva (Pindu), Jurandir (Nando), Mauro (Aguiar) e Nélson (Índio); Di Deus (Durcelino), Chundi e Pintinho;Alencar (China), Gilson Lira (Carlos Eduardo) e Luisinho (Joãozinho). Técnico: China

Estádios utilizados

Estádio Engenheiro Lutero Lopes (Rondonópolis) 

Estádio José Fragelli, o “Verdão” (Cuiabá)

Estádio Presidente Eurico Gaspar Dutra (Cuiabá)

Estádio Luiz Geraldo da Silva, o “Geraldão” (Cáceres)

Estádio José Valeriano da Costa (Barra do Garças)

Artilheiro, título inédito, premiação e séria lesão

O atacante BIFE foi o artilheiro do certame

O atacante do Mixto, Bife, foi o artilheiro do Campeonato Matogrossense com 12 gols. O presidente do Mixto, Lino Miranda pagou o prêmio de 20 mil pela conquista do título.

O técnico do Mixto, Milton Buzetto, então com 42 anos, após passagens pelo Juventus/SP (1971-75), Corinthians/SP (1975-76), Guarani/SP (1976-77) e Goiás/GO (1978-79), conquistou o seu 1º título Estadual.

A nota triste da partida foi o ponteiro esquerdo do Mixto, Toninho Campos, que entrou no lugar de Gonçalves, no segundo tempo. Com menos de cinco minutos em campo, teve a infelicidade em um lance casual contra o zagueiro Edval.

Ele avançou pela esquerda, tentou fintar o zagueiro operariano, quando este, na tentativa de lhe tirar a bola, entrou de carrinho e acertou as pernas de Toninho Campos.

Na euforia da vitória, o médico Waldemir Olavarria de Pinho não percebeu a gravidade da contusão do mineiro e o levou para o vestiário onde enfaixou o local atingido.

Como as dores eram insuportáveis, o jogador foi melhor examinado quando se constatou fratura na perna esquerda. A previsão foi de 60 dias (cerca de dois meses) de inatividade.

Classificação Geral do Matogrossense de 1979

CLUBESPGJVEDGPGCSG
Mixto *30221174351619
Operário-VG2222610620191
União21186841921-2
Dom Bosco2018510324168
Barra do Garças121236317161
Estrela D’Oeste712156818-10
Palmeiras612147724-17
* Mixto Esporte Clube Campeão Matogrossense da 1ª Divisão de 1979

FOTO: Acervo de Sérgio Santos

FONTES: O Estado de Mato Grosso (MT) – Jornal dos Sports (RJ) – Diário de Pernambuco (PE)