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Campeões do Campeonato Citadino de Piracicaba, entre 1971 a 2019

A Liga Piracicabana de Futebol (LPF), Fundado na quarta-feira, do dia 1º de Maio de 1940, tem a sua Sede localizada na Rua Silva Jardim, nº 759, no bairro Alto, em Piracicaba, no interior Paulista. A entidade máxima de Piracicaba é filiada a Federação Paulista de Futebol (FPF).

ANOCAMPEÃOVICE-CAMPEÃO
2019Alkaeda FCEC Novo Horizonte
2018EC Vera CruzEC Novo Horizonte
2017EC FiorentinaAlkaeda FC
2016União Vila Fátima FCUnião Paulista FC
2015EC Serrote
2014EC Novo Horizonte
2013EC Vera Cruz
2012EC Novo Horizonte
2011União Vila Fátima FC
2010EC Vera Cruz
20097 de Setembro
2007AA Saltinhense
2006Brasilense FC
2005Santa Terezinha
2004Grêmio Piracicaba
2003AA Saltinhense
20017 de Setembro
19987 de Setembro
1997Katatumba FC
1996AA Saltinhense
1995Katatumba FC
1994Katatumba FC
1992Katatumba FC
19917 de Setembro
1990Katatumba FC
1989Katatumba FC
1988Brasilense FC
1987AA Saltinhense
1986AA Saltinhense
1985EC Vera Cruz
1980Tupi FC
1979CAP
1978EC Vera Cruz
1971EC Vera Cruz
FONTE: Site Amador Esportes

3º Escudo Raro – 1929: Associação Atlética Ponte Preta – Campinas (SP)

Associação Atlética Ponte Preta é uma agremiação da cidade de Campinas, interior do estado de São Paulo. A “Macaca” foi Fundada no sábado, do dia 11 de Agosto de 1900, por um grupo de estudantes do Colégio Culto à Ciência passava suas tardes jogando bola em campos improvisados de um bairro de nome curioso: Ponte Preta. Na época, a ferrovia municipal havia construí­do uma ponte de madeira naquela região e a obra, para que pudesse ser melhor conservada, foi tratada com piche.

Em 11 de agosto, aqueles jovens apaixonados por futebol se reuniram para fundar o que se tornaria a primeira equipe de futebol do Brasil em funcionamento ininterrupto, nascida pelas mãos (e pelos pés) do capitão João Vieira da Silva, de Theodor Kutter, de Hermenegildo Wadt e de Nicolau Burghi, patronos da instituição. As suas cores são preto e branco.

atleta Bino, da A.A. Ponte Preta, em 1929

É o time mais antigo do estado de São Paulo e o 2º clube mais antigo do Brasil, sendo também um dos times pioneiros do futebol nacional a contar com jogadores negros em seu elenco, o que então destoava do elitismo do esporte em seus primórdios no Brasil.

Conhecido popularmente como “Macaca“, o time atua em seu próprio estádio, o Moisés Lucarelli, com capacidade para 17.728 espectadores. Seu maior rival é o Guarani, com quem faz o Dérbi Campineiro, uma das maiores rivalidades do futebol paulista e do futebol brasileiro.

Ponte é uma das equipes mais tradicionais do futebol brasileiro e é o clube do interior paulista que mais cedeu jogadores para a Seleção Brasileira em Copas do Mundo. Revelou grandes craques como, Dicá, Oscar, Carlos, Polozzi, Juninho, Manfrini, Sabará, Ciasca, Nenê Santana, Chicão, Nelsinho Baptista, Waldir Peres, Fábio Luciano, André Cruz, Brigatti, Alexandre Negri, Luís Fabiano, Adrianinho, Aranha, entre outros.

FONTES: Wikipédia – Site da A.A. Ponte Preta

COLABORARAM: Jorge Farah – Rodrigo Oliveira

FOTO: Acervo de Fernando Pereira da SilvaPágina do Facebook “Amigos do Museu do Esporte de Campinas”

2º Escudo Raro – 1928: Associação Atlética Ponte Preta – Campinas (SP)

A Associação Atlética Ponte Preta é uma agremiação da cidade de Campinas, interior do estado de São Paulo. A “Macaca” foi Fundada no sábado, do dia 11 de Agosto de 1900, por um grupo de estudantes do Colégio Culto à Ciência passava suas tardes jogando bola em campos improvisados de um bairro de nome curioso: Ponte Preta. Na época, a ferrovia municipal havia construí­do uma ponte de madeira naquela região e a obra, para que pudesse ser melhor conservada, foi tratada com piche.

Em 11 de agosto, aqueles jovens apaixonados por futebol se reuniram para fundar o que se tornaria a primeira equipe de futebol do Brasil em funcionamento ininterrupto, nascida pelas mãos (e pelos pés) do capitão João Vieira da Silva, de Theodor Kutter, de Hermenegildo Wadt e de Nicolau Burghi, patronos da instituição. As suas cores são preto e branco.

É o time mais antigo do estado de São Paulo e o 2º clube mais antigo do Brasil, sendo também um dos times pioneiros do futebol nacional a contar com jogadores negros em seu elenco, o que então destoava do elitismo do esporte em seus primórdios no Brasil.

Conhecido popularmente como “Macaca“, o time atua em seu próprio estádio, o Moisés Lucarelli, com capacidade para 17.728 espectadores. Seu maior rival é o Guarani, com quem faz o Dérbi Campineiro, uma das maiores rivalidades do futebol paulista e do futebol brasileiro.

A Ponte é uma das equipes mais tradicionais do futebol brasileiro e é o clube do interior paulista que mais cedeu jogadores para a Seleção Brasileira em Copas do Mundo. Revelou grandes craques como, Dicá, Oscar, Carlos, Polozzi, Juninho, Manfrini, Sabará, Ciasca, Nenê Santana, Chicão, Nelsinho Baptista, Waldir Peres, Fábio Luciano, André Cruz, Brigatti, Alexandre Negri, Luís Fabiano, Adrianinho, Aranha, entre outros.

O clube campineiro possui conquistas e grandes campanhas a níveis municipais, estaduais, nacionais e internacionais, como seus 10 títulos campineiros (1912, 1931, 1935, 1936, 1937, 1940, 1944, 1947, 1948, 1951), 6 títulos do Campeonato do Interior (1927, 1951, 2009, 2013, 2015, 2018), 1 Taça dos Invictos (1970), 7 vices do Campeonato Paulista (1929, 1970, 1977, 1979, 1981, 2008, 2017), 3° lugar no Campeonato Brasileiro (1981), 3° lugar na Copa do Brasil (2001) e vice-campeã da Copa Sul-Americana (2013), além do título na Divisão Especial de Acesso (1969) e 2 vices no Campeonato Brasileiro Série B (1997 e 2014).

Na “Era dos pontos corridos“, fórmula de disputa que entrou em vigor a partir de 2003, a Ponte é o clube do interior com melhores resultados sendo: participante em 9 temporadas, com a maior pontuação nas 9 edições acumuladas (432 pontos), melhor classificação ao final da competição (8º lugar em 2016), mais vitórias (114 no total) e o time interiorano que mais liderou a competição (9 rodadas).

No Ranking da CBF a “Macaca” ocupa a 21ª posição com 6.694 pontos, sendo o 5º clube paulista melhor colocado no Ranking Nacional de Clubes. De acordo com a empresa BDO, que avalia anualmente a marca dos clubes brasileiros, a Ponte possui a 20ª marca mais valiosa do país, avaliada em 50,4 milhões de reais.

FONTES: Wikipédia – Site da A.A. Ponte Preta

FOTOS: Acervo de Fernando Pereira da Silva – A Cigarra

Há 80 anos o Estádio do Esporte Clube Mogiana era inaugurado – Campinas (SP)

O Esporte Clube Mogiana foi uma agremiação da cidade de Campinas (SP). A sua Sede social ficava na Rua Engenheiro Cândido Gomide, nº 248, no Jardim Guanabara. O seu Estádio Centro Recreativo e Esportivo de Campinas Dr. Horácio Antônio da Costa, ou simplesmente “Cerecamp”, ou Estádio da Mogiana, estava situado na mesma rua, só que no número 196.

Fundado na quarta-feira, do dia 07 de Junho de 1933, em um tempo de uma Campinas transitando do rural para o moderno, tempos de bondes e de trens, que muito contribuíram para o desenvolvimento da cidade. As suas cores: vermelho, amarelo e azul.

O Esporte Clube Mogiana surgiu do ideário de um grupo de trabalhadores da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, como forma de lazer, como o divertimento dominical. O EC Mogiana jogou o Campeonato Paulista da Divisão Intermediária seis vezes: de 1947, 1948, 1949, 1950 e depois em 1958 e 1959.

Estádio completa oito décadas de muitas histórias

Em meio às comemorações dos 246 anos de fundação de Campinas, na última terça-feira, o Estádio do Esporte Clube Mogiana, atualmente chamado de “Cerecamp”, completou 80 anos!

O Centro Recreativo e Esportivo de Campinas Dr. Horácio Antônio da Costa, o Estádio Cerecamp, ou popularmente como Estádio da Mogiana, com capacidade para 4 mil pessoas.

O estádio está localizado na Rua Engenheiro Cândido Gomide, nº 196, no bairro Jardim Guanabara, na região central da cidade de Campinas(SP). Atualmente, o local é de propriedade do Governo do Estado de São Paulo.

O 1º jogo no Horácio Antônio da Costa, ainda em construção e com campo de terra batida foi na sexta-feira, do dia 21 de Abril de 1939, com vitória sobre o Esporte Clube Valinhense por 3 a 0, sendo Nehim o autor do 1º gol ferroviário no estádio.

Concluído na segunda-feira, do dia 17 de junho de 1940, na época era o principal estádio de futebol do interior, só perdendo no Brasil em termos de qualidade e arquitetura para o recém inaugurado Pacaembu em São Paulo, e também para o estádio de São Januário no Rio de Janeiro.

A 1ª partida foi disputada no domingo, do dia 14 de Julho de 1940, num jogo amistoso entre Esporte Clube Mogiana e Uberaba Sport Club (MG).  Jabá foi o autor do 1º gol oficial do Mogiana no belíssimo estádio, o mais importante e completo do interior do Brasil na época.

O estádio foi construído para abrigar um clube de futebol que pontificou por pouco tempo, mas que se transformou em símbolo da cidade. Horácio Antônio da Costa foi um dos diretores do clube e um ser empenhado em sua construção.

Foi apelidado de Mogiana por ficar ao lado da antiga estação de trens Guanabara da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, e ter sido sede do antigo time de futebol da associação esportiva dos ferroviários daquela empresa, o Esporte Clube Mogiana.

Com o tempo, tornou-se o 3º clube de futebol de Campinas e a companhia decidiu construir um estádio como forma de abrigar seus jogadores talentosos, que chamaram a atenção da esportividade paulista. Trilhou nas competições oficiais, colheu frutos, mas desapareceu em meio a fúria pela destruição da ferrovia, como forma de benefício ao sistema de transporte a diesel.

Desfilaram pelo Horário Antônio da Costa, renomados clubes de futebol do Brasil e até do exterior: Guarani Futebol Clube (SP), Associação Atlética Ponte Preta (SP), Botafogo Futebol e Regatas (RJ), Clube de Regatas Flamengo (RJ), Fluminense Football Club (RJ), São Paulo Futebol Clube (SP), Sport Club Corinthians Paulista (SP), Sociedade Esportiva Palmeiras (SP), Santos Futebol Clube (SP), Associação Portuguesa de Desportos (SP), Clube Atlético Ypiranga (SP), Club Sol de América e Libertad, ambos de Assunção, no Paraguai, entre outros.

As atividades com o futebol perduraram até na terça-feira, do dia 04 de Novembro de 1969, quando o Mogiana foi derrotado pelo Pátria Futebol Clube, pelo placar de 2 a 1. O último gol ferroviário no estádio foi assinalado por Crispim, em cobrança de penalidade.

A extinção aconteceu na terça-feira, do dia 08 de Junho de 1971. Já o seu estádio permanece até hoje. Durante muito tempo ele ficou abandonado, à mercê de vândalos, que destruíram grande parte das suas dependências.

Como curiosidade, vale ressaltar que todos os seis clubes profissionais que existem ou já existiram na cidade de Campinas jogaram no Estádio Horácio Antônio da Costa: Esporte Clube Mogiana, Guarani Futebol Clube, Associação Atlética Ponte Preta, Esporte Clube Gazeta, Campinas Futebol Clube e Red Bull Brasil.

Graças ao trabalho realizado desde 1998 pelo até então Campinas Futebol Clube, o estádio foi reformado e recuperado em 2003, sendo preservado o patrimônio histórico da cidade e do estado. O Campinas Futebol Clube mandou seus jogos no estádio até o ano de 2009, sendo que no ano de 2010, com problemas financeiros, a equipe acabou se transferindo para o município de Barueri.

Luta pela preservação do Estádio Mogiana

Na última terça-feira, uma celebração marcante, à sombra do aniversário de Campinas, porque há anos um grupo de pessoas abnegadas e vinculadas ao esporte luta com dificuldades e muito empenho pela preservação de sua memória e estrutura física.

Hoje, o Estádio do Mogiana é mais que um símbolo debilitado e abandonado, é um patrimônio de Campinas e do Estado de São Paulo, desde o ano passado, quando foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat).

Seu tombamento pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (Condepacc) é fundamental para que se torne, definitivamente, patrimônio da cidade. Lutar pelo Mogiana, pela manutenção de seu estádio, que já foi considerado o melhor e mais aconchegante do estado, é fazer com que não desapareça da memória nacional um histórico rico em conquistas e realizações!

FONTES e FOTOS: Wikipédia – Correio Popular (Campinas-SP) – Página no Facebook “Salvem Mogiana”Celso Franco

FOTOS Colorizadas: Sérgio Mello

Aparecida Esporte Clube – Aparecida (SP): Fundado em 1965

O Aparecida Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Aparecida (SP). O “Furacão do Vale” foi Fundado no domingo, do dia 31 de Janeiro de 1965. A Sede do clube Alviceleste ficava na Rua Professor José Borges, s/n, no Centro de Aparecida.

Breve História

Em 1955, surgia o Esporte Clube Aparecida, que disputou o Campeonato Paulista de Futebol a partir de 1956 e encerrou sua participação em 1959, na Divisão de Acesso (Segunda Divisão, atual A2). Atualmente é um clube extinto, e na época veio a ceder seu lugar ao Aparecida Esporte Clube, que o ocupou seis anos após.

O AEC iniciou sua jornada pela Quarta Divisão (atual Série B), subindo para a Terceira Divisão (atual A3), em 1967. Sua permanência na disputa dos campeonatos profissionais é instável e permanece assim até 1981, quando se firma. Em 1982, sobe para a Segunda Divisão e permanece até 1987, caindo para a divisão inferior em 1988.

Ainda tenta por mais duas vezes, em 1995 e 1996, mas pára, não mais retornando. No total, o clube teve 15 participações no futebol profissional. Márcio Heleno foi o principal jogador da curta história do Aparecida Esporte Clube.

O “Furacão do Vale” mandava os seus jogos no no Estádio Municipal 17 de Dezembro (com capacidade para 2.500 mil pessoas), situado na Rua Benedito Macedo, nº 163, no município de Aparecida (SP). Atualmente o campo mudou de nome (Vicente de Paula Penido, o “Penidão”) e teve a sua capacidade aumenta para 5 mil pessoas.

Curiosidades

O escudo e uniforme desta postagem foi utilizado pela Aparecida Esporte Clube, no amistoso estadual, diante do São Paulo Futebol Clube, no sábado, do dia 16 de Junho de 1984, no Estádio Municipal 17 de Dezembro, no município de Aparecida (SP).

Apesar do placar ter terminado em 0 a 0, a partida teve outro fato: Otacílio Pires de Camargo, ou simplesmente Cilinho (falecido em 28/11/2019), estreou como técnico do São Paulo Futebol Clube, diante do Aparecida.

FONTES: Wikipédia – Revista Placar – Blog Aparecida Antiga

Associação Atlética São Bento – Marília (SP): escudo e uniforme diferentes e com Zizinho no time, em 1959!

A Associação Atlética São Bento é uma agremiação da cidade de Marília (SP). E, na sua história um dos maiores jogadores que o futebol brasileiro e mundial já produziu: Tomás Soares da Silva, mais conhecido como Zizinho, o “Mestre Ziza”.

Após um ano sabático, o São Bento de Marília retornou a esfera profissional em 1959, quando disputou o Campeonato Paulista da Segunda Divisão, organizado pela Federação Paulista de Futebol (FPF).

Para fazer um bom papel, a diretoria tratou de se reforçar. Para comandar o time, Danilo Alvim, então aos 39 anos, foi o nome escolhido. O ex-jogador com passagem pelos times cariocas: América (1939-42 e 1944-45), Canto do Rio (1943), Vasco da Gama (1946-54), Fonseca (1954), Botafogo (1955-56) e por fim, o Uberaba-MG quando encerrou a carreira em 1956 e iniciou a carreira de treinador em 1957. Sem contar a Seleção Brasileira, onde jogou em 27 partidas entre 1946 a 1953, marcando 10 gols. Disputou a Copa do Mundo de 1950, ficando com o vice.

Demonstrando serviço, Danilo Alvim trouxe quase um time inteiro: Silvio, Leônidas, Gélson, Beto, Baçu, Pacheco, Ceninho, Gilson e Zizinho, que só chegou a partir da 4ª rodada da Segundona Paulista.

Danilo Alvim

A diretoria do São Paulo, emprestou o Mestre Ziza, 37 anos, pelo valor de 100 mil cruzeiros ao São Bento, que desembarcou em Marília para atender um pedido de um velho amigo. Depois dessa passagem, Zizinho ainda jogou em 1959, no Uberaba-MG e o time chileno: Audax Italiano, antes de encerrar a vitoriosa carreira em 1962.        

Voltando ao São Bento de Marília, o craque foi apresentado no sábado, do dia 9 de maio de 1959 e no dia seguinte ele assinou contrato, no valor de 20 mil cruzeiros mensais (mas “por fora” recebeu mais 30 mil, num total de 50 mil)  e 100 mil cruzeiros de luvas.

Ele só veio para Marília porque os dirigentes do São Bento tinham contato com o Laudo Natel (presidente do São Paulo), que já havia trabalhado no banco Bradesco em Marília. Na época, o Zizinho estava brigado com o São Paulo e o clube não aceitou emprestá-lo para ninguém”, comentou o ex-técnico do Tricolor e do MAC, Antônio Maria Pupo Gimenes.

Gimenes também lembra que um dos motivos para a vinda do “Mestre Ziza” era o técnico Danilo Alvim. “Naquela época o Zizinho havia acabado de se separar da mulher e o Danilo, que era seu compadre, o chamou para trabalhar com ele. Os dois estiveram juntos na Copa do Mundo de 1950”, ressaltou.

Zizinho estreia no São Bento de Marília

Na foto Zizinho, e a sua esquerda outro craque: Leônidas (ex-América)

Na quinta-feira, no dia 14 de maio de 1959, finalmente chegou o dia da estreia do“Mestre Ziza”,  com a camisa alvirrubra do São Bento de Marília. No final, um empate  com o Botucatuense, em 2 a 2, em Botucatu. Não teve gol, mas Zizinho de passe para o gol de Ceninho, que também marcou o outro tento do São Bento.  

No jogo seguinte, diante da Ferroviária de Botucatu, também fora de casa, o time mariliense empatou em 1 a 1 e o “Mestre Ziza” anotou de pênalti. “Era uma pessoa muito humilde. Infelizmente sua vinda a Marília aconteceu no final da carreira. Ele não se movimentava muito, mas a qualidade técnica era a mesma. Seus passes eram precisos”, declarou o centroavante Alcides José dos Santos, conhecido como ‘Cid’ (69 anos), com quem jogou junto no São Bento.

Zizinho no jogo contra o Garça , no campo da Vila Willians, ao lado do centroavante Tico.

O colunista Rubens Coca Ramos também lembra com saudosismo da época. “Para mim ele foi melhor que o Pelé. Era mais técnico. Já o Pelé foi um grande artilheiro. Mesmo no final da carreira, a diferença técnico do Zizinho era inigualável. Não precisava correr até a bola, ela vinha até ele”, frisou.

Pupo Gimenes trabalhava na rede de lojas Mesbla em 1959 e disse que faltava no serviço para ver Zizinho treinar. “Toda quinta-feira depois do almoço eu ‘ficava’ doente, pois era dia de coletivo, que na época era a mesma coisa de um jogo. A disputa pela titularidade era bem acirrada. As arquibancadas não eram como as de hoje. A capacidade era bem menor. Por isso, as árvores ao redor do estádio ficavam cheias de gente só para vê-lo”, mencionou.

No domingo, do dia 14 de junho, na vitória do São Bento sobre o Tupã por 2 a 0, no Estádio Bento de Abreu, Zizinho marcou um dos gols. “Lembro desse gol. Foi um lindo voleio”, citou Pupo Gimenes. Porém a ‘lua de mel’ com a torcida foi se desgastando, pois o craque começou a ter atuações apagadas nos jogos.

FONTES: Última Hora (RJ) – Revista do Esporte (RJ) –  Acervo de Rubens ‘Coca’ Ramos – Blog História do Marília Atlético Clube – Diário da Noite (SP) – Fotos colorizadas: Sérgio Mello

Brasília Atlético Clube, o “BASC” – São Carlos (SP): Existiu entre 1962 a 1973

O Brasília Atlético Clube foi uma agremiação da cidade de São Carlos (SP). O “BASC” existia desde 1961, quando se filiou a Liga Sãocarlense de Futebol (LSF), mas foi Fundado oficialmente em 25 de Outubro de 1962.

O clube foi criado em homenagem a Associação dos Bombeiros Auxiliares de São Carlos (que era declarada de “utilidade pública” pela Prefeitura de São Carlos, pela Lei n°3.530 de 11 de setembro de 1957).

O “BASC” disputou os campeonatos citadinos do Estado de São Paulo e amador da cidade, entre 1962 a 1973, quando foi extinto. O Brasília usou para treinamento, durante alguns anos o campo do Corinthinha na Vila Lutfalla, local que existe ainda hoje.

Em 1971, o clube se filiou a FPF (Federação Paulista de Futebol), incorporando o Cerealista Esporte Clube, para reforçar-se na disputa do Campeonato Paulista Amador de Futebol, no qual foi campeão de zona 09 daquele ano.

Na segunda fase eliminou da disputa de pênaltis o Comercial de Araras (campeão da zona 08) numa melhor de três jogos, sendo a última partida realizada no Estádio Municipal de Porto Ferreira em Porto Ferreira, avançando para a terceira fase.

No entanto, na fase seguinte, acabou eliminado pelo Monte Alto, numa melhor de três jogos, em abril de 1972, em jogo realizado no Estádio da Fonte Luminosa em Araraquara.

FONTES: Wikipédia – acervo de José Braz Leme

Link: https://pt.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%ADlia_Atl%C3%A9tico_Clube?fbclid=IwAR3WGZT7zDL4TE3AwOzl7l-V0aE744oFkB8KfhUEFCfYZQE5BdvEOuP8joQ

Foto Rara!! Seleção Paulista de Futebol – ano de 1934

A Seleção Paulista de Futebol é formada pela convocação dos melhores jogadores de futebol, atuando no estado de São Paulo. Antigamente, os selecionados estaduais eram reunidos para a disputa de amistosos ou competições como: o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais.

Essas disputas aconteceram entre 1922 e 1987 para a disputa do Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais (com várias interrupções). Anteriormente a 1922 a Seleção Paulista já disputava amistosos e algumas competições, principalmente contra a Seleção Carioca, o maior rival.

Também havia a Seleção Paulista de Novos, a qual fazia inúmeros jogos amistosos, contra a Seleção Brasileira e contra a Seleção Carioca, em um jogo realizado em 22 de junho de 1975 no Maracanã, no qual os paulistas venceram os cariocas por 2 a 0, na preliminar do jogo entre as seleções principais.

Na história desta competição, a Seleção Paulista ganhou 13 títulos, contra 15 do Rio de Janeiro, um título das seleções da Bahia e Minas Gerais. A Seleção Paulista ao todo, de 1901 até os dias atuais, fez 383 jogos; sendo 160 jogos de campeonatos, taças ou torneios e 223 amistosos. Contra a Seleção Carioca, ao todo fez 134 jogos e 4 jogos contra a Seleção do Brasil.

Histórico

COMPETIÇÕESNº TÍTULOSANOS
Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais131922, 1923, 1926, 1929, 1933, 1934 (FBF), 1936, 1941, 1942, 1952, 1954, 1956 e 1959.
Taça Brasil de Seleções011907
FONTES: Wikipédia – Federação Paulista de Futebol

FOTO: Amir Otoni de Oliveira

FOTO Colorizada: Sérgio Mello