Arquivo da categoria: Santa Catarina

Tabajara Futebol Clube: 1º time a ser fundado em Xanxerê (SC)

Por Sérgio Mello

O Tabajara Futebol Clube é uma agremiação do município de Xanxerê, localizado no oeste do estado de Santa Catarina, a 508 km da capital, Florianópolis. Conta com uma população de 51.607 habitantes, segundo o Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2022.   

O “Auriverde xanxerense” foi Fundado na quinta-feira, do dia 21 de abril de 1949, inscrito no CNPJ sob nº 82.854.761/0001-75. A sua Sede social está situada na Rua Nereu Ramos, s/n, no Centro de Xanxerê/SC.

O Tabajara foi declarado Utilidade Pública, no dia 04 de dezembro de 2007, pelo projeto de lei ordinária nº 16/2007, votado pelos vereadores do município e assinado pelo Prefeito Bruno Linhares Bortoluzzi.

O Tabajara Futebol Clube é o 1º e um dos mais tradicionais times de futebol amador da história do município, fundado em 21 de abril de 1949, quando a região ainda era um distrito de Chapecó/SC.

Escudo publicado pela Revista Placar em 1974

A sua Praça de Esportes é conhecida historicamente como Tabajário, o local contava antigamente com uma estrutura fechada de tábuas e cabine de rádio, tendo sido modernizado com campo de grama sintética.

O clube mantém uma Escolinha de Futebol, onde desenvolve um projeto social ativo que atende dezenas de crianças e jovens da região. A meta é o treinamento esportivo foca na disciplina, fundamentos do esporte e no acompanhamento do desempenho escolar dos alunos para a formação de cidadãos.

Foto da década de 70

ARTE: desenho do escudo e uniforme – Sérgio Mello

FONTES: Câmara de Xanxerê/SC – Revista Placar – Canal Ideal  

Tubarão Futebol Clube – Tubarão (SC): Existiu de 1992 a 2005!

Por Sérgio Mello

O Tubarão Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Tubarão, situado no Sul a 133 km da capital (Florianópolis) do estado de Santa Catarina, conta com uma população de 117.924 habitantes, segundo os dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2026.

Breve história

A sua Sede social ficava localizado na Rua dos Ferroviários, s/n, no Bairro Oficinas, em Tubarão/SC. O “Peixão Tricolor” foi Fundado na segunda-feira, do dia 25 de Maio de 1992, através da iniciativa de um grupo de empresários e ex-diretores dos rivais Hercílio Luz Futebol Clube e Esporte Clube Ferroviário, rubro-negro do bairro de Oficinas, campeão catarinense nos anos 70, ocupando o lugar do já inativo clube da Vila dos Ferroviários, no coração daqueles torcedores.

O objetivo deste fervoroso grupo, amantes do futebol, era de formar um Clube, uma equipe forte para melhor representar o futebol de Tubarão e toda região da AMUREL (Associação Municípios Região de Laguna). O Conselho Deliberativo foi formado por cem sócios comandados por abnegados como:

Evaristo Niehues, Roberto Tournier, Rui Acácio Lima, Antônio Carlos Vieira, José Mauri Albino, Ângelo Zabot, Alberto Botega, Valmor da Silva Jr., Antônio João Paes, Riberto Lima, Pedro Almeida, Ângelo Augusto Nogared, Fernando Genovez Filho, Márcio Anselmo Ribeiro, José Antônio Botega, entre outros.

Várias reuniões se realizaram entre os componentes do grupo, e no sábado, do dia 2 de maio de 1992, tendo por local o sitio do sr. Rui Lima, nascia o Tubarão Futebol Clube, sendo fixada a data de 25 de maio de 1992, para a fundação da agremiação. As cores escolhidas foram o azul, branco e preto.

Primeira Diretoria

Nesta data, às 20 horas e 30 minutos, em solenidade realizada no Clube Cidade Luz, com a presença da comunidade, autoridades e desportistas, onde foi empossada a 1ª Diretoria executiva, que foi assim constituída:

Presidente – Evaristo Niehues;

Vice-presidente Administrativo – Alberto Botega;

Vice-presidente Patrimonio – Fernando Genovez Filho;

Vice-presidente de Futebol – Alberto Botega/Ângelo Zabot;

Vice-presidente Finanças – Rui Acácio Lima;

Vice-presidente Social – Valério Rampinelli;

Presidente Conselho Deliberativo – Antônio Olivio Benedet.

Primeiro jogo

A primeira partida do Tubarão F.C., foi contra o Interacional de Porto Alegre, em jogo amistoso e que terminou com vitória do Colorado gaúcho pelo placar de 1 a 0.

Foto de Kraemer na sua passagem pelo Vasco da Gama (RJ)

Kraemer foi o maior goleador da história

O maior artilheiro da história do Peixe, é o ponteiro Kraemer, que em dois anos e meio de clube, já marcou 38 gols, entre partidas oficiais e amistosas. Natural de Santa Maria (RS), Jefferson Kraemer Gauto, ou simplesmente ‘Kraemer’, nasceu na quinta-feira, do dia 03 de março de 1966. Atuava como ponta direita. Vindo do Clube de Regatas Vasco da Gama, em 1991, jogou no Tubarão entre os anos de 1992 a 1997.

Direção de 1995

Em 1995, diretoria executiva era formada pelos seguintes membros:

Presidente de Honra – Rui Lima; Presidente – Evaristo Niehues;

Vice-presidente Administrativo – Antônio Olívio Benedet;

Vice-presidente Futebol – Riberto Lima;

Vice-presidente Finanças – Antônio João Paes;

Vice-presidente Social – Paulo Cruz;

Presidente do Conselho Deliberativo – Ângelo Antônio Zabot;

Diretoria de Imprensa e Relações Públicas – Hélio Salvador e Valmor da Silva Jr.

Técnico Comissão Técnica de 1995

Técnico e gerente de futebol – Adelardo Madalena (Ladinho), natural de Tubarão/SC;

Preparador físico – Gonzaga de Souza (prof. Gonzaga), natural de São José/SC;

Supervisor – Nivaldo Elizeu Martins (Nivaldo), natural de Braço do Norte/SC;

Massagista – Edson Luiz Espindola (Ratinho);

Roupeiro – Mendonça Luz (Pardal);

Massagista – Eduardo Perez Filho (Seu Perez), colaborador do Tubarão F.C.         

Clube obteve cessão para mandar os seus jogos no estádio Anibal Torres Costa

No final do ano de 1995, diretores do Hercílio Luz Futebol Clube e do Tubarão Futebol Clube assinam um contrato cessão do estádio Anibal Torres Costa que passa a ser utilizado pelo Tubarão Futebol Clube.

Dessa forma o Tubarão F.C. passou a ser uma grande força no esporte catarinense sendo o 1º clube a ter dois estádios e um ginásio. O estádio Anibal Torres Costa, cedido ao Tubarão F.C e de propriedade Hercílio Luz, para mandar seus jogos profissionais e o estádio Olímpico Domingos Silveira Gonzáles e o Ginásio José Warmuth Teixeira para suas categorias de base e lazer dos associados.

O aumento significativo no número de torcedores nos jogos trouxe um novo espírito ao futebol da cidade de Tubarão. O clube competiu em campeonatos brasileiros, estaduais, na Copa Sul e na Copa Sul-Minas (terminando na 5ª posição).

Tubarão foi Bi vice Estadual

O “Peixão Tricolor” conquistou dois vice-campeonatos estaduais seguidos, em 1997 e 1998. Aliás, um marco notável ocorreu em 1998, quando o Tubarão Futebol Clube foi vice-campeão catarinense, em partida marcada por polêmica arbitragem de Luiz Orlando de Souza, que anulou um gol legítimo no final do jogo diante do Criciúma, ficando no empate em 0 a 0, no estádio Heriberto Hülse.

Campeão da Copa Santa Catarina de 1998

Ainda em 1998, o peixe venceu o Criciúma Esporte Clube na Copa Santa Catarina, conquistando seu maior título até então. No segundo semestre, aconteceu novamente uma final entre Tubarão Futebol Clube e Criciúma Esporte Clube no mesmo estádio Heriberto Hülse.

O Tubarão foi novamente decidir o título com uma equipe na maioria de juniores e o Criciúma com sua equipe titular. No final, melhor para o Tubarão que venceu  por 2 a 1. Maior título do Peixe!

No ano seguinte (1999), o Tubarão Futebol Clube deveria ter representado Santa Catarina na Copa do Brasil, mas foi escolhido o Figueirense, devido a uma nova norma criada pelo então presidente da Federação Catarinense de Futebol, Delfim de Pádua Peixoto.

Participações em âmbito nacional

Em 2001, o clube alcançou sua melhor posição no Campeonato Brasileiro da Série C, terminando em 6º lugar, um feito inédito na região da AMUREL. Em 2002, participou pela primeira vez na Copa Sul-Minas, destacando-se como o melhor clube catarinense na história desse torneio.

Em 2003, devido a problemas financeiros e disputas com o Hercílio Luz Futebol Clube, o Tubarão Futebol Clube deixou de utilizar o Estádio Aníbal Torres Costa.

Em abril de 2005, o clube tomou a difícil decisão de se licenciar do futebol profissional devido a questões financeiras, deixando de competir na primeira divisão do Campeonato Catarinense nos anos seguintes. Vale ressaltar que não existe relação com o Clube Atlético Tubarão.

ARTE: Desenho do escudo e uniforme – Sérgio Mello

Colaborou: Adeilton Alves

FOTOS: Paulo Wrencher, fotógrafo do Jornal dos Sports (RJ) – Jornal da Cidade (SC) – Diário do Sul (SC)

FONTES: ND+ – Jornal de Laguna (SC) – Prefeitura de Tubarão

Videira Atlético Clube – Videira (SC): Fundado em 1975!

Por Sérgio Mello

O Videira Atletico Clube (VAC) foi uma agremiação do município de Videira, que está situado no Vale do Rio do Peixe, no estado de Santa Catarina. Com uma população de 55.466 habitantes, segundo o Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2022, está a 381 km da capital de Florianópolis.

Segundo o Estatuto: Foi Fundado no sábado, do dia 21 de Junho de 1975, nesta cidade de Videira (SC) e entidade desportiva e social, com personalidade distinta de seus membros, constituída de simpatizantes, desportistas, comerciários, comerciantes, Industriários e Industriais da Região de Videira.

O Videira Atletico Clube tem por finalidade promover e estimular entre seus associados e membros a prática e desenvolvimento de todos os esportes, bem como reuniões sociais, festas excursões.

O seu primeiro presidente foi o Sr. Tadeu José Correriatto; enquanto o 1º secretário foi Osvino Dácio Martins de Mello.

O patrimônio da agremiação, será constituído pelos bens móveis e imóveis que a agremiação possua ou venha a possuir. A dissolução da agremiação, somente poderá ser efetuada mediante a decisão de no mínimo 3/4 dos sócios com direito a voto. Neste caso o destino do patrimônio será deliberado pela assembleia que o dissolver.

FOTO de 1975: quando o Videira AC recebeu o Avai de Florianópolis em amistoso, no estádio Municipal Luiz Leoni, em Videira. Balduíno (Avaí) e Valter, ex-Perdigão campeão estadual em 1966.

Avaí bateu o Videira A.C. por 4 a 2

No domingo, às 15h15min., do dia 21 de setembro de 1975, debaixo de muita chuva, o Avaí Futebol Clube venceu o Videira Atlético Clube pelo placar 4 a 2, em amistoso, no Estádio Municipal Luiz Leoni, em Videira/SC.

Com o triunfo, o Avaí, além de ter ganho o troféu Irmãos Pretto, manteve sua invencibilidade no Oeste. A partida, agradou ao bom público que deixou nas bilheterias a importâncias de Cr$ 13.500,00 e aplaudiu no final da partida o time da capital.

No primeiro tempo, sem forçar o ritmo e evitando as jogadas divididas, o Avaí já vencia com facilidade por 3 a 0, gols de Lourival, Orivaldo e Carlos. Na etapa final, o treinador Áureo fez cinco alterações e a equipe caiu um pouco de produção, permitindo que o Videira marcasse dois gols, através de penalidades inexistentes, assinaladas pelo árbitro Oscar Rego. Zenon marcou o quarto gol do Avaí, num chute forte de fora da área.

O Avaí venceu com Danilo; Souza (Jaico), Maneca (Ari Prudente), Veneza e Orivaldo (Emilson), Lourival, Balduino e Zenon; Paulo Roberto (Sabará), Carlos (Beto) e João Carlos. Técnico: Áureo Malinverni.

Rubens e Vado, por indisciplina foram desligados da delegação e dependendo do relatório de Alcenor Cardoso, poderão ser dispensados. A delegação do Avaí retornou pela manhã para Concórdia onde decidirá o título do quadrangular com o Sadia na quarta-feira, no dia 24 de setembro de 1975.

ARTE: desenho do escudo e uniforme – Sérgio Mello

FOTO: Acervo de Válter Klüser

FONTES: Prefeitura de Videira/SC – Arquivo Público do Estado de Santa Catarina – O Estado de Florianópolis (SC) 

Escudo raro de 1956: Clube Atlético Operário – Mafra (SC)

Por Sérgio Mello

O Clube Atlético Operário é uma agremiação da cidade de Mafra (SC). Fundado 12 de Maio de 1897, como clube social (Clube Zeppelin) , ou seja, Sociedade Esportiva e Recreativa dos Operários Mafrenses (SEROM). Vinte e três anos depois mudou o nome: Em 12 de outubro de 1920, passou a se chamar: Clube Atlético Operário.

A sua Sede ficava Largo Lauro Müller (atual: Praça Lauro Müller), entre as ruas Felipe Schmidt, Ten. Ary Rauen, Comerciante Jamal Matar e Av. Pref. Frederico Heyse – Centro – Mafra (SC).

O Largo Lauro Müller de Mafra, em Santa Catarina, foi transformado em Praça Lauro Müller pela Lei Ordinária nº 54, de 5 de dezembro de 1949. A sua Praça de Esportes ficava situado na Rua Pedra Amarela, s/n, no Jardim Moinho, em Mafra (SC).

Nestes anos de glória, este clube tem muito, o que comemorar no futebol catarinense e no planalto norte, onde sempre foi uma força e até hoje é muito respeitado, quantos jogadores, que marcaram época neste clube, desfilaram seu futebol no estádio Alfredo Herbst, o popular Pedra Amarela.

Há de destacar o centroavante Chiquinho, entrou para a história do Operário, como principal artilheiro do Campeonato Catarinense de 1978, depois foi contratado pelo Figueirense de Florianópolis.

Nos áureos tempos dos anos 60, envergavam a camisa operariana com muito brilho, o zagueiro Tutão, fez tanto pelo futebol mafrense, que tem ginásio, que leva seu nome no alto de Mafra, além de Nego Tião, centroavante Dilceu, Rex, Guimarães, Fubá, Lisandro o xerife e Mano, entre outros.

Nos anos 70, há de enaltecer, Tutinho, Nelinho, Airton Torto, Camiseta, Geada, Nereu Tatara, Nereu Baum, os laterais João Stock e Mario Bartnack, no meio de campo Xepa, Brandeburgo, o zagueiro Henrique a maioria deles citados, já faleceram, mas marcaram seu nome no glorioso Operário.

Nos anos 90 o Operário disputou a 2ª divisão de profissionais, época que o clube começou a ser administrado pela Sociedade Esportiva e Recreativa Operários Mafrenses (Zeppelin). A maioria dos jogadores eram prata da casa, Tarcísio, Hilário, Abel, Partala, Partalinha, Silvio Lanski, Mineiro, Odir, Edson Eckel, Dejair, Loriel, Miguelzinho e Marcelo.

Escudo raro da década de 60

Hoje o Operário continua no auge do profissionalismo, devido à paixão de Edmar Heiler por este clube, onde depois de vários anos, voltamos ao cenário catarinense. No ano de 1999 ressurgiu na Série C, fazendo uma ótima campanha, ficando entre os semifinalistas, fez jogos memoráveis contra Guarani de Palhoça e XV de Outubro de Indaial. No ano de 2015 o Operário comprou a vaga do Canoinhas Atlético Clube e ressurgiu na Série B do Catarinense.

ESTÁDIO

O estádio Alfredo Herbst o popular Pedra Amarela, terreno doado pela família Herbst, recebeu jogos memoráveis, os famosos Peri-Ope, o clássico das multidões, onde até hoje é lembrado, por quem teve o privilégio de assistir estes confrontos, parava a cidade de Mafra aos domingos a certeza de jogos emocionantes, muitas vezes acabava em pancadaria.

HISTÓRIA DESTE CLÁSSICO

Tantas histórias marcaram este clássico Peri-Ope, em campo jogadores que marcaram seus nomes no futebol mafrense, muitos deles já não estão mais em nossos meios. Em 1961 neste clássico houve até trocas de tiros entre um policial e um jogador do Peri. Estava 1 a 0 no primeiro tempo para o Peri, quando o juiz marcou um pênalti. Aí o Jogador Kid do Peri, chamou o juiz de ladrão e foi expulso. Até a polícia precisou ser chamada para que o jogador deixasse o campo pelo lado da torcida do Operário.

O estádio estava cheio. Na sequência o jogador ainda agrediu um policial que disparou dois tiros, que por sorte não acertou ninguém. O jogador saiu correndo em ziguezague. Em seguida dois policiais pegaram o jogador que ainda acertou um soco em um deles. A partida virou uma confusão. Na época não existia cartão amarelo nem vermelho. O Juiz acabou tendo que chamar o Exército para terminar com a pancadaria e a partida terminou ali mesmo.

Equipe Juvenil do C.A. Operário de 1975

PROFISSIONAL

O Clube Atlético Operário foi profissionalizado em 1977, sendo incluído no Campeonato Catarinense de profissional, recebendo equipes de ponta de Santa Catarina, Figueirense, Avaí, Joinville, Comerciário (hoje Criciúma), Chapecoense, entre outras, apresentando uma boa campanha.

Em 1978 passou a disputar as finais do campeonato catarinense, após sagrar-se campeão de sua chave e encerrou sua participação dentre os primeiros colocados.

TÍTULOS

Tem quatro títulos da Liga Esportiva Catarinense do Campeonato Regional da Zona Norte, em 1947/48/56 e 1962.

ILUMINAÇÃO

Uma das maiores aspirações do torcedor mafrense, foi realizado em maio de 1980, com a inauguração do sistema de inauguração do estádio Alfredo Herbst, foi uma festa que ficou marcada no esporte, com a participação de várias autoridades políticas.

Dentre as autoridades destacamos o governador do estado, Jorge Konder Bornhauser o prefeito mafrense Plácido Gaissler, que muito lutou para realizar este sonho da iluminação no estádio.

Time posado da década de 60.

MAIOR PÚBLICO

Foi o maior público registrado até hoje no estádio Alfredo Herbst, estava totalmente tomado, faltava lugares para acomodar a fanática torcida operariana, mais de 3 mil torcedores fizeram parte desta festa de inauguração da iluminação.

Na ocasião o Mafra Atlético Clube, que passou a denominar-se, esta agremiação em 21 de setembro de 1979, enfrentou o Joinville Esporte Clube, pelo Campeonato Catarinense da divisão especial, naquela época não existia segunda divisão.

Com nomes consagrados na equipe do MAC, o goleiro Roberto, o meio campista Luiz Everton, os atacantes Chiquinho e Mauricio, apontou o empate em 00 a 00, contra a consagrada equipe do JEC, comandado pelo técnico Velha, o goleiro Borrachinha o meio campista Nardela e o atacante Zé Carlos Paulista.

FAMÍLIAS MARCANTES

Quantas famílias marcaram seu nome na história do Operário, onde destacamos, Herbst, Pigatto, Mann, Oscar Scholze, Abelardo Luiz de Oliveira, Weinschutz, Álvaro Weber, Cavalheiro, Arthur Sallai, Tadeu Munhoz, Boetcher e Heiler, entre tantas outras que de alguma forma, contribuíram e estão contribuindo, para com esta agremiação, que é a paixão do torcedor mafrense.

ARTE: Desenhos dos escudos e uniformes – Sérgio Mello

COLABOROU: Cícero Alves Urbanski

FONTES & FOTOS: Página do Facebook “C.A. Operário Mafrense” – Blog Camisa 10 – Click Rio Mafra – Página do clube no Facebook – Página do Instagram “Torcida Fanáticos do Glorioso

Escudo de 1932: Caxias Futebol Clube – Joinville (SC)

Por Sérgio Mello

O Caxias Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Joinville (SC). A Sede e o Estádio Ernesto Schlemm Sobrinho, o “Ernestão” (capacidade para 5 mil pessoas) estão localizados na Rua Coronel Francisco Gomes, nº 1.000, no Bairro Bucarein, em Joinville (SC). A sua mascote é o Pingüim.

O “Gualicho Alvinegro” foi Fundado na terça-feira, do dia 12 de Outubro de 1920, por vários simpatizantes de um esporte que então ainda dava seus primeiros passos na Manchester Catarinense. Vários clubes se iniciavam na nova arte, sendo o mais proeminente o América Futebol Clube, fundado seis anos antes.

Entre os pequenos de então se encontravam o Vampiro e o Teutônia. Seus adeptos resolveram juntar forças para fundar uma agremiação maior. Reunidos na propriedade dos Marquardt, na esquina das ruas São Pedro (atual Ministro Calógeras) e São Paulo, Antônio Vian, Armandos Paul, Edgar Schneider, Felipe Zattar, Genoviano Rodrigues, Jaser Vieira, Joaquim das Neves, João Lorenzi, Osvaldo Marquardt, Paulo Kock e Rigoletto Conti fizeram surgir o Caxias Futebol Clube, nome dado em homenagem ao Duque de Caxias, Patrono do Exército Brasileiro.

As cores escolhidas foram o branco do Teutônia e o preto do Vampiro. Surgia assim um adversário à altura do alvirrubro. Seu 1º presidente foi Osvaldo Marquardt. O primeiro prélio registrado entre aqueles que se tornariam os maiores rivais do futebol joinvilense se deu no campo do América, então situado na Rua do Mercado (atual Av. Procópio Gomes), esquina com a atual Rua Padre Kolb, onde hoje está o SENAI.

Foi disputado no domingo, do dia 6 de março de 1921, como parte das festas pelo 70º aniversário da cidade. E o alvinegro ganhou por 2 a 1. Marcaram Afonso Kruger e Waldemar Moreira para o Caxias, descontando Alfredinho Zattar para o América. O time do primeiro clássico foi: Paschoa, Camarão, Braga, Mané Gaspar, Paulo Koch, Joaquim da Neves, Carlos Butschardt, Afonso Kruger, Carlos Lopes, Candinho e Waldemar Moreira.

Abaixo um breve resumo da história do clube entre as década de 30 a 50:

No domingo, do dia 16 de Abril de 1933, o Caxias inaugurava seu Estádio. Depois de ocupar o antigo campo do Vampiro (que ficava na atual Rua Orestes Guimarães, onde hoje se encontra a Fiação Joinvilense) e um terreno emprestado, na Rua Imaruhy (atual Henrique Meyer, onde hoje está o Hotel Tannenhoff), o Caxias resolveu investir na aquisição de uma área própria.

O local escolhido foi o terreno onde até hoje está o seu estádio, na Rua Coronel Francisco Gomes. Pertencia a Ernesto Schlemm Sobrinho, que o vendeu em condições extremamente favoráveis. O pagamento foi concluído somente em 1947.

A partida inaugural, foi contra o Coritiba (clube que aniversaria no mesmo dia do Caxias), com vitória alvinegra por 3 a 1. O 1º gol dessa peleja foi assinalada pelo atacante caxiense, Bananeiro.

ANOS 30

A década de 30 foi uma época conturbada para o futebol catarinense. A Federação Catarinense de Desportos (FCD – nome da LSCDT a partir de 1927) sofria forte oposição por não estar conseguindo organizar as competições no estado. Em várias edições do torneio estadual não houve participação de equipes do interior e em outras ocorreram muitos protestos por favorecimento aos times de Florianópolis.

Assim outras associações de clubes foram formadas no Estado. A ACD, Associação Catarinense de Desportos, reunia os clubes do norte do Estado. Filiou-se à CBD (Confederação Brasileira de Desportos), credenciando-se a ser o representante catarinense no futebol brasileiro. O mesmo não ocorria com a FCD, que então não estava filiada à CBD. Comprovando a tese da representatividade da ACD, no Campeonato Brasileiro de Seleções o Estado de Santa Catarina foi representado por uma seleção formada apenas por jogadores de clubes filiados a essa Associação.

No Campeonato promovido pela ACD o Caxias foi o campeão, ficando o América com o segundo posto. A formação do alvinegro Campeão Estadual de 1935 era a seguinte: Otávio, Lauro, Reco, Onça, Emílio, Boca, Meyer, Marinheiro, Raul Schmidlin, Ata e Parucker.

Na década de 30 o Caxias dominou amplamente a cena no futebol de Joinville, conquistando todos os títulos da cidade de 1935 a 1939. No Estadual, foi Vice-campeão em 1937 (perdeu a final para o Figueirense por 2 a 1) e terceiro colocado em 1938 e 1939.

Foi marcada para o Caxias pelos Vice-campeonatos. Em 1941 perdeu a final para o Figueirense por 3 a 0. Em 1945 venceu o Avaí por 2 a 0 em Joinville. No jogo de volta a equipe azurra da capital venceu por 7 a 2 no tempo normal e por 2 a 0 na prorrogação.

Caxias Futebol Clube campeão Estadual de 1929

ANOS 40 & 50

No campeonato citadino, levantou os títulos de 1940, 1941, 1944,1945 e 1946. Além de não ganhar o campeonato da cidade desde 1946, o Caxias assistiu o arqui-rival ganhar dois títulos estaduais na década anterior. Os anos 50 começaram mantendo o que se desenhara em 1947 e 1948: o América foi o Campeão Estadual de 1951 e 1952, depois de ter ganhado os títulos citadinos.

Era preciso fazer alguma coisa. E a diretoria do Alvinegro montou um time invejável para o campeonato de 1953. Trouxe, entre outros, o consagrado Teixeirinha. Considerado o melhor jogador catarinense da época, Nildo Teixeira de Melo, o Teixeirinha, havia jogado em grandes clubes do futebol brasileiro, onde consolidou sua fama de grande craque barriga-verde.

Vice-campeão estadual de 1952 no Carlos Renaux de Brusque, chegou ao Caxias como a grande esperança de quebrar a hegemonia do América. E não decepcionou, sendo o grande nome do Caxias na temporada. Porém no último jogo do campeonato da cidade o Caxias precisava ganhar do América para levantar o título.

Quase conseguiu. Com um gol de Renê em completo impedimento, validado pelo árbitro Arthur Lange, ex-jogador do Caxias, o América chegou ao tri-campeonato. O estadual foi ganho pelo Carlos Renaux, com o rubro de Joinville ficando em segundo.

Para 1954 o Caxias juntou um elenco que acabou se transformando naquele que muitos consideram o melhor time do futebol catarinense de todos os tempos. Foi campeão invicto da cidade, com uma campanha incrível: 13 jogos (12 vitórias e 1 empate), marcando 39 gols e sofrendo apenas 8.

Vencida a competição doméstica, era preciso encarar o desafio de ganhar o Estadual, depois de quase 20 anos. A campanha foi igualmente impressionante:

Quartas de finais

Baependy 2 x 4 Caxias

Caxias 10 x 0 Baependy 

Semifinais

Caxias 2 x 1 Carlos Renaux

Carlos Renaux 1 x 2 Caxias 

Finais

Caxias 6 x 3 Ferroviário

Ferroviário 2 x 2 Caxias

Caxias 7 x 0 Ferroviário 

O time base tinha: Puccini; Hélio e Ivo Meyer; Joel, Gungadin e Arno Hoppe; Euzébio, Didi, Juarez, Periquito e Vi.

O atacante Juarez foi o artilheiro do certame, com uma marca estupenda: 18 gols em 7 jogos. Juntamente com Vi (Leôncio Vieira, filho do legendário Cilo, campeão estadual em 1929) saiu do Caxias para jogar por muitos anos no Grêmio de Foolball Portoalegrense.

Ambos vestiram a camisa da Seleção Brasileira em torneios sul-americanos. Foram escolhidos pela torcida gremista para a o “Grêmio de todos os tempos”. Uma curiosidade: o Grêmio os queria imediatamente após o término do campeonato catarinense.

Estavam com as passagens marcadas para ir diretamente de Florianópolis para a capital gaúcha. Depois da goleada no jogo final, a torcida exigiu sua presença para a comemoração do título e ambos vieram a Joinville antes de embarcar para terras gaúchas.

ARTE: desenhos do escudo, uniforme e mascote – Sérgio Mello

FOTO:Acervo de Adalberto Klüser (papel timbrado)

FONTES: Site do clube- Blog Caxienses Fanáticos – Página do clube no Facebook

Amistoso Nacional de 1985: S.E.R. Santa Cruz, de Concórdia (SC) 0 X 7 Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense (RS)

Por Sérgio Mello

A delegação do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense seguiu para Concórdia, às 13 horas, na terça-feira, do dia 30 de abril de 1985, em ônibus especial, num percurso de 441 km, com chegada na cidade por volta das 19h30min., do mesmo dia.

O técnico Rubens Minelli confirmou o time que treinou no coletivo na segunda-feira (29/04): “É o que temos de melhor no momento“. O Grêmio começa uma nova fase, reconhece. Uma etapa de jogos amistosos e treinos que deverão organizar o time para o Campeonato Gaúcho.

Porém, ele alerta: “Não podemos nos esquecer das excursões. Bons resultados nelas trazem vantagens ao clube, pois poderão ser marcadas novas viagens em outros anos”, revelou Minelli.

Aliás, o Grêmio embarca sexta-feira (03/05) para a primeira delas, com dois jogos marcados contra a Seleção do Peru e outros a serem confirmados. Muitos vão depender destes dois primeiros.

Para Renato Portaluppi, esse amistoso tem um sabor especial. Começam a falar em novas convocações para a Seleção Brasileira, e ele não perde a esperança: “Eu jogo sempre, é bom para mostrar as nossas condições“, diz.

Foto: Página no Facebook “História do Futebol de Santa Catarina”

No dia seguinte, feriado do “Dia do Trabalhador”, na tarde da quarta-feira, do dia 1º de maio de 1985, o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense enfrentou a modesta Sociedade Esportiva e Recreativa Santa Cruz, no Estádio Domingos Machado de Lima (Capacidade para 5 mil pessoas), na Rua Dr. Maruri, nº 14, no Centro de Concórdia/SC.

No final, o Tricolor Gaúcho não encontrou dificuldades para golear o seu oponente pelo placar de 7 a 0. Os gols da partida foram assinalados por Caio Júnior e Osvaldo, com dois tentos cada; Renato Portaluppi, Cléber Gaúcho e Paulo César Magalhães, com um gol cada.

Palco do jogo: Estádio Municipal Domingos Machado de Lima, em Concórdia/SC

ARTE: desenho dos escudos e uniformes – Sérgio Mello

FOTOS: Página no Facebook “História do Futebol de Santa Catarina” – Acervo do Tripadvisor

FONTES: Grêmiopedia – O Pioneiro (RS)

Foto rara, de 1958: Seleção Catarinense Universitária

O Campeonato Brasileiro de Seleções Universitárias era uma tradição nas décadas de 50 e 60. A foto (abaixo) registra a Seleção Catarinense (FCDU – Federação Catarinense do Desporto Universitário) antes de jogo no estádio Adolfo Konder, em Florianópolis, em 1958.

O começo do desporto universitário no Brasil

Numa época de Glenn Miller, II guerra mundial e cultura da borracha, o Brasil ainda possuía muito do período dos barões do café, seus latifúndios e suas políticas intervencionistas na realidade nacional.

O esporte era algo deixado para poucos que ousavam se lançar em sonhos amadores, pelo simples prazer de tornar real do desejo de ver o Brasil ganhar alguma medalha olímpica, ou até mesmo (quem sabe?) uma copa do mundo de futebol. Tempos difíceis, doces tempos…

Em agosto de 1938, ocorreu a I Olimpíada Universitária Brasileira, na cidade de São Paulo. O evento contou com a participação de estudantes universitários cariocas, mineiros e paulistas, representando uma região de grande industrialização e forte poder político, onde se concentrava, também, a maior parte da população brasileira da época.

Esse é primeiro informe sobre a prática oficial de esportes no espaço universitário brasileiro, noticiado pela imprensa. Considerando-se a evolução do esporte no meio universitário neste período, os representantes de diversos estados da federação interessados no assunto apresentaram, no Congresso Nacional de Estudantes ocorrido na cidade do Rio de Janeiro, uma moção que teve aprovação unânime e que pode ser lida na sua íntegra, no box ao lado.

Corria, neste momento, o mês de agosto de 1939 e muito se trabalhou pelo esporte universitário nos elegantes salões do Hotel Suisso, localizado no mais carioca dos bairros, o da Glória.

EM PÉ (esquerda para a direita): Cláudio, não identificado, Torrado, Laudares, Élcio e Aníbal Gomes;
 
AGACHADOS (esquerda para a direita): Alberto, Toinho, Amante, Wirna e Erasmo.

Um pouco depois, precisamente a 28 de setembro de 1939, no Palácio dos Campos Elísios, em São Paulo, acontece o I Congresso Brasileiro de Desporto Universitário, patrocinado pelo Presidente da República e presidido pelo Interventor Federal do Estado.

O Congresso ficou reunido até o dia 04 de outubro do mesmo ano e efetivou, entre outras providências, a aprovação dos estatutos da entidade, o pedido de reconhecimento da entidade pelo governo federal, realizando ainda a eleição da diretoria para o biênio1940/42. Estiveram presentes a este congresso representações do Distrito Federal (Cidade do Rio de Janeiro), São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Estado do Rio e Bahia.

FOTO: Acervo ‘Foto Anacleto/ND’

FONTES: Federação Catarinense do Desporto Universitário – site ndmais.com.br

Liga Joinvilense de Desportos – Joinville (SC), existiu entre 1942 a 1955.

A LJD – Liga Joinvilense de Desportos (atual “Liga Joinvilense de Futebol”) é a entidade máxima da cidade de Joinville, localizado na região norte do estado de Santa Catarina.

Com uma população de 604.708 habitantes, segundo o censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2021, Joinville está a 180 km da capital Florianópolis.   

Breve história

Após um torneio realizado no campo do Cruzeiro, o senhor Alfredo Gresser reuniu alguns presidentes de clubes em sua residência e propôs uma nova reunião na sede do América Futebol Clube para criação de uma liga de futebol na cidade.

Seleção de Joinville que enfrentou amistosamente o Sport Recife/PE, e acabou derrotado por 5 a 3, no dia 25 de janeiro de 1942

A reunião aconteceu na quinta-feira, do dia 8 de agosto de 1935, porém, nada ficou decidido. Foi então marcado um novo encontro entre os dirigentes, no mesmo local, para na terça-feira, do dia 20 de agosto de 1935. Nascia assim a Associação Catarinense de Desportes (ACD). Empossando assim, a primeira diretoria, constituída por:

Presidente – Alfredo Gresser;

Vice-presidente – Salvador Soares;

Secretário geral – Frederico Schwarts;

1º secretário – Avelino P. R. Da Silva;

Dito – Alcino Maia;

Tesoureiro – Wlaislau Wittitz;

Dito – Oscar Fischer.

Após a reunião, a nova Liga começou a organizar a sua 1ª competição: o Torneio Início. Ele foi disputado no domingo, do dia 1º de setembro de 1935, com 6 equipes: Caxias, América, Cruzeiro, G.E. Joinville, Glória e São Luiz. O Caxias foi o campeão desse torneio.

Sucedendo o Torneio Início, aconteceram as disputas do primeiro campeonato organizado pela ACD, com a taça transitória. Esse troféu levava o mesmo nome da outra disputa nos campeonatos estaduais de 1927 até 1930 pela FCD (Federação Catarinense de Desportos) e que ficou em poder do Avaí.

Com uma boa equipe, o Caxias foi campeão estadual, pela ACD, enquanto o Figuerense ficou com o titulo pela FCD. É importante informar que em 1935, a ACD, que estava filiada a Federação Brasileira de Sports tinha relevância estadual e não meramente municipal.

ACD foi uma entidade paralela a FCD entre 1935 e 1936 tendo inclusive representado Santa Catarina no Campeonato Brasileiro de 1935. No fim de 1936, houve a pacificação e a ACD passou a ser subordinada a FCD.

A estreia do Caxias na competição, aconteceu contra o Glória, de quem ganhou por 2 a 1. Em jogo disputado no domingo, do dia 27 de outubro de 1935, o Caxias derrotou o São Luiz por 2 a 0 e confirmou o seu primeiro título pela ACD.

Entidade altera a nomenclatura duas vezes num espaço de uma década

Na quarta-feira, do dia 13 de maio de 1942, a Associação Catarinense de Desportes (ACD) muda o nome para LJD (Liga Joinvilense de Desportos). Treze anos depois, nova mudança: na quinta-feira, do dia 10 de novembro de 1955, passou a se chamar: LJF (Liga Joinvilense de Futebol), que permanece até os dias atuais. A sua Sede atual fica localizado na Rua Nove de Março, nº 337/Salas 301 e 302, no Centro de Joinville/SC.

Colaborou: Cicero Urbanski Alves

FOTO: Sport Illustrado (RJ)

FONTES: Rsssf Brasil – Liga Joinvilense de Futebol