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Centro Sportivo do Peres (Perez) – Recife (PE): Foto rara de 1921

O Centro Sportivo do Peres (Perez) foi uma agremiação da cidade de Recife (PE). O Viuvinha’ foi Fundado numa terça-feira, do dia 15 de Junho de 1909, com o nome de Tigipió Foot-ball Club, em homenagem ao bairro de Tigipió (atual Tejipió), onde nasceu o Perez. Em 1911, o clube adotou o Centro Sportivo do Peres (Perez).

Nos anos 10, a sua Sede ficava localizado na Rua, 58. Depois passou para o Largo (atual Rua) do Hospício, 779, no Recife. Em 1926, a sua Sede passou para a Rua do Livramento, 65-1. Em 1927, a Sede se transferiu para a Rua Imperatriz, 146/ 2º andar. Na década de 20, a equipe ‘Alvi-Violeta’ treinava no campo João de Barros ou no campo do Torre, no Bairro de Magdalena, na Zona Norte do Recife.

PEREZ AJUDA A FUNDAR A LPDT

Seis anos depois do seu surgimento, no dia 03 de Agosto de 1915, o Centro Sportivo do Peres (Perez) juntamente com o Sport Club Flamengo, João de Barros Foot-Ball Club, Coligação Sportiva Recifense, Santa Cruz Foot-Ball Club e Torre Sport Club, fundaram a Liga Pernambucana dos Desportos Terrestres (L.P.D.T.).

No mesmo ano, o Perez, juntamente com o Santa Cruz, Flamengo, Torre, América e Coligação S.R. entraram para a história ao participar do primeiro Campeonato Pernambucano da 1ª Divisão.

Ao todo, o clube ‘Alvi-violeta’ participou do Campeonato Pernambucano da 1ª Divisão em nove oportunidades: 1915 (4º lugar), 1916 (5º lugar), 1917 (5º lugar), 1919 (7º lugar), 1920 (7º lugar), 1921 (7º lugar), 1922 (8º lugar), 1923 (8º lugar) e 1924 (8º lugar).

EXCURSÕES

Na quarta-feira, do dia 07 de setembro de 1921, o Perez viajou até Maceió (AL), onde enfrentou o Clube de Regatas Brasil, conhecido popularmente por CRB. No final, empate em 1 a 1. No confronto dos Segundos Quadros outro empate sem gols.

Numa quarta-feira, do dia 15 de novembro de 1922, o Perez foi convidado para a partida inaugural do Estádio Gustavo PaivaMutange, de propriedade do CSA (Centro Sportivo Alagoano). No final, melhor para o CSA que venceu por 3 a 0, sendo o atacante Odulfo quem fez o primeiro gol no Mutange.

PEREZ ROMPE COM A LPDT

Em 1924, sob a presidência de João Duarte Dias, o Perez, insatisfeito com a LPDT, decidiu abandonar o Estadual daquele ano. Logo em seguida se licenciou. Em 1926, se desfilou da entidade para ingressar na Associação Pernambucana de Esportes Athleticos (APEA), juntamente com o Sport Recife (campeão Estadual pela LPDT em 1925), América Football Club, Palestra Itália Football Club e Israelita Club de Pernambuco. O Viuvinha’ participou da APEA tanto no Torneio Início quanto nas demais competições até desaparecer em definitivo.

Time-base de 1915: Misael; Abelardo e Carlos; Benedicto (capitão), Severino e José; Honório, Rogério, Amaury, Couceiro e Carlos II.

Time-base de 1917: Jacome; Guilherme e Epaminondas; Ferreira, Horácio e Bonine; Eliezer, Ariosto, Berger, Balthazer e Muca.

Time-base de 1918: Zé Macaco; Apolônio e Nilo II; Maxombomba, Cleto e Moreira; Manta, Joel, Jones, Amil (capitão) e Raphal.

Time-base de 1920: Eduardo; Euclydes e Nóbrega (Edesio); Sylcosta, Carneiro (Sá) e Almeida (Manta); Pimentel (Pinto), Mário, Freire (Ozório), Theodorico (Aldo) e Arnaldo.

Time-base de 1921: Costa; Euclydes e Ricardo; Deoclecio, Mario e Sylcosta; Matta, Theo, André, Ernani e Pinto.

Fontes: Jornal A Província – Rsssf BrasilO Feitozense

Inédito!!! Palmeiras Torre Football Club – Recife (PE): 1º Campeão da “Segunda Divisão” Recifense em 1916

O Palmeiras Torre Football Club foi uma agremiação de cidade do Recife (PE). A história deste simpático clube da Zona Norte do Recife, se destaca pelo fato de ter sido o 1º time campeão da Liga Sportiva Metropolitana em 1916. Essa entidade equivalia a Segunda Divisão, sendo criada em 1916, foi a primeira a ser criada, abaixo apenas da Primeira Divisão.      

O “Madeira Rubra” foi Fundado no início de Setembro de 1910. O Palmeiras Torre passou por algumas Sedes: Entre 1916 a 1919, sua Sede e o Campo, ficavam na Rua da Conceição, nº 1 (depois nº 9 e 87), no bairro da Torre, no Recife. Em 1919, se transferiu para a Rua Real, nº 9, no bairro da Torre, no Recife.

A partir de 1925, a sua Sede ficava na Rua D. Manoel da Costa, nº 9, no bairro da Torre, no Recife. Já em 1928, passou para a Rua Seis de Janeiro, s/n, no bairro da Torre, no Recife. A sua Sede em 1929, ficava na Rua Seis de Junho, nº 168, no bairro da Torre, no Recife.

Já os seus campos: entre 1916 a 1920, ficava na Rua da Conceição, nº 1 (depois nº 9 e 87), no bairro da Torre, no Recife. Em 1929, o Estádio ficava na Rua José Bonifácio, s/n, no bairro da Torre, no Recife.

Estrutura futebolística

O “Madeira Rubra” participava nas competições nos Primeiros, Segundos e Terceiros Quadros, além do time infantil. Desde a fundação até 1916, o Palmeiras Torre participou de diversos amistosos e festivais.

Palmeiras Torre ajudou a fundar a Liga Sportiva Metropolitana e Liga Sportiva Suburbana

No sábado, às 19 horas, do dia 27 de Maio de 1916, na do Palmeiras Torre, na Rua da Conceição, nº 1, no bairro da Torre, no Recife, se reuniram dirigentes do Eclair Sport Club, o Aquidaban Sport Club (calção branco, camisa branca e faixa encarnada), Ipyranga Foot-Ball Club e Espinheirense Foot-Ball Club, a fim de fundar a Liga Sportiva Metropolitana (LSM). A Sede e o campo próprio (Stadium Hyppodromo), ficam situados na Rua Nova Feitosa, nº 251, no bairro Feitoza, no Recife.

Após duas temporadas, a entidade realizou uma reunião e decidiu realizar uma reorganização, na noite de sexta-feira, às 19 horas, do dia 04 de Abril de 1918. Assim, o nome foi alterado, passando a se chamar: Liga Sportiva Suburbana (LSS). As cores definidas: amarelo e branco. A Sede e o campo próprio (Stadium Hyppodromo), seguiram os mesmos: Rua Nova Feitosa, nº 251, na Feitoza, no Recife. O 1º presidente foi o Major Carlos Borromeu. Os cinco clubes que se filiaram foram os seguintes (em ordem alfabética):

Eclair Sport Club (bairro do Feitoza);

Elite Football Club (bairro de Boa Vista – amarelo, branco e preto);

Equador Football Club (bairro do Arruda);

Modesto Football Club (bairro de Campo Grande);

Palmeiras Torre Football Club (bairro do Torre);

Royal Sport Club (bairro Recife – alvinegro).

A 1ª rodada, no dia 18 de agosto de 1918, tiveram três jogos: O Eclair venceu o Elite, nos Segundos Quadros, por 3 a 1, mas foi derrotado no 1º Quadros por 2 a 0. O Palmeiras Torre empatou sem gols com o Equador, nos Segundos Quadros, contudo venceu no 1º Quadros por 3 a 1. Porém, essa partida foi anulada pela Liga, pois o “Madeira Rubra” ter incluído um jogador de outra liga.

Por fim, a rodada foi completada na goleada do Modesto em cima do Royal Sport Club pelo placar de 9 a 2. Todos os jogos foram realizados no Stadium Hyppodromo.

No dia 8 de setembro, o Palmeiras Torre bateu o Eclair, duas vezes: nos Segundos Quadros, por 4 a 2, e no 1º Quadros por 7 a 0.

Tricampeão Suburbano

O Palmeiras Torre foi campeão Suburbano em 1916 (Primeiros e Segundos Quadros) e 1917, pela Liga Sportiva Metropolitana (LSM), e depois em 1918, já pela Liga Sportiva Suburbana (LSS). Sendo que esta última, o “Madeira Rubra” se sagrou campeão com apenas uma derrota nos Primeiros Quadros, e também levantou o caneco nos Segundos Quadros, de forma invicta.

Clube da Torre é rejeitado na LPDT

Em fevereiro 1921, solicitou filiação a Liga Pernambucana dos Desportos Terrestres (LPDT). No entanto, a entidade não aceitou, o que gerou desconforto por parte do “Madeira Rubra” que classificou como ‘Humilhação’.

Durante dias esse assunto foi abordado pelo Jornal Pequeno, onde o Palmeiras Torre enviou diversos ofícios pedido explicações a LPDT sobre o fato do clube não ter sido aceito. Porém, sem êxito.

Filiado na ASDT

Fundado em 1929, Associação Suburbana dos Desportos Terrestres (ASDT), o Palmeiras Torre se filiou. A sua 1ª participação aconteceu no Torneio Início, no domingo, às 10h30min., do dia 28 de abril de 1929, no Estádio do América.

Com a presença de 38 equipes, o evento foi dividido em duas datas: 28 e 30 de abril. Na sua estreia, o Palmeiras Torre passou pelo Modesto Football Club, por 2 escanteios.

Definidos os 19 times, aconteceu a segunda fase, na terça-feira, às 10 horas, do dia 30 de abril de 1929, no Estádio do América. Nessa fase, o Palmeiras Torre acabou caindo para o Nacional por um escanteio. Na final, o Atheniense empatou 1 a 1, mas bateu o Nacional, por um escanteio a zero. 

Palmeiras Torre é reorganizado em 1932

O clube disputou as competições organizadas pela ASDT, nos anos de 1929, 1930 e 1931. Os insucessos resultaram num desgaste na diretoria, o que gerou uma reorganização na terça-feira, do dia 1º de março de 1932.    

Após uma reunião de associados e admiradores, foi definida a nova diretoria, tendo Raphael Perruci como presidente; Antônio Leitão (secretário); João S. Dias (tesoureiro); Hibernon Borba (orador); Benedicto Costa (director-technico).

O Palmeiras Torre retornou as disputas futebolísticas, onde disputou o Campeonato da 2ª Divisão da Associação Suburbana dos Desportos Terrestres (ASDT), nos anos de 1932 e 1933. A partir daí, o clube desaparece dos noticiários, deixando um vazio no coração suburbano recifense.  

Algumas formações:

Time-base de 1913: Mario Cunha; João Lopes (Carlos Moraes) e H. Andrade (P. Pereira); José de Mattos, A. Souza, A. Portella (A. Reis) e G. Gusmão; A. Carvalho, J. Leal, J. Menor, P. Guimarães e A. Mello (P. Moreira).

Time-base de 1914: Mario Cunha; João Lopes e Antonio Rodrigues; José de Mattos (Augusto), Franco Correia e Carlos Moraes; Amaro, Luiz (Luiz Couto), Julio Leal, Amaro Carvalho (Lauriano Oliveira) e Severino de Mattos (Alfredo).

Time-base de 1915: Mario Cunha; João Lopes e Antonio Rodrigues; Carlos Moraes, A. Souza e José de Mattos (Lopes II); F. Correia (Leal II), Luiz Couto (Hermínio), Amaro Carvalho (Luiz Couto), Julio Leal (Joventino) e J. Menor (Miguel).

Time-base de 1916: Mario Cunha; Rodrigues e Wanderley; Mattos, Lopes e Souza; Ferreira, Couto, Julio (Cap.), Carvalho e J. Menor.

Time-base de 1917: Mario Cunha; José Ribeiro e J. Lopes; Daniel, L. Couto (Amaro Wanderley) e J. Mattos; J. Alves, Carvalho (Cap.), J. Lopes (A. Souza), M. Ferreira e A. Clotes.

Time-base de 1918: Mario Cunha (Nô); J. Ribeiro (Ayres) e Daniel (Geraldo); Wanderley, J. Lopes (Mattos) e Alfredinho (Souza); Portella (Annibal), J. Alves, Amaro Carvalho (Cap.), M. Ferreira, Filuca (Lulu) e Clotes (Thiago).

Time-base de 1919: Nô; José Ribeiro e João Constantino (Alves); Ivaldo (Alfredo), Pereira (Wanderley) e Tarquino (Mattos); Annibal (Portella), Carvalho (Cap.), Scarrone I (M. Ferreira), Scarrone II (Geraldo) e Filuca.

Time-base de 1920: Nô; José Ribeiro e João Constantino; Mattos, Filuca e Geraldo; Alves, Carvalho (Cap.), Henrique, M. Ferreira e Severiano.

Time-base de 1921: Nô; José Ribeiro e Bianco; João Constantino, Raphael e Filuca; J. Alves, Carvalho (Cap.), Henrique, M. Ferreira e Santos.

Escudo, bandeira e uniforme redesenhados: por Sérgio Mello

FONTES: Vida Sportiva – Diário de Pernambuco (PE) – A Província (PE) – Jornal Pequeno (PE) – Jornal de Recife (PE)Arquivo pessoal

Escudo inédito!! Tacaruna Futebol Clube – Recife (PE): Disputou a Segunda e Terceira Divisões na década de 40

O Tacaruna Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Recife (PE). O Tricolor (Vermelho, branco e preto) foi Fundado no dia 12 de Abril de 1931, por funcionários da Fábrica de Tecidos Tacaruna. A sua sede e o campo ficavam na Estrada de Belém, 1799, no bairro de Campo Grande (Sítio Novo), Zona Norte do Recife.

Três anos depois, no dia 06 de Março de 1934, se filiou a Associação Suburbana de Desportos Terrestres (ASDT). Na quinta-feira, do dia 05 de setembro de 1940, inaugurou o seu campo, Parque Esportivo da Estrada Velha ou, simplesmente Campo de Salgadinho’, localizado no Salgadinho (O distrito de Salgadinho era parte do território de Bom Jardim. Com a criação do município de João Alfredo, Salgadinho passou a ser distrito da nova cidade. Foi elevado à categoria de município com a denominação de Salgadinho, pela lei estadual, 4.974,de 20 de dezembro de 1963).

Já constituído com sede, campo e categorias de base, o Tacaruna se tornou uma força respeitável, na Segunda Divisão Pernambucana. Em 1941, se filiou a Federação Pernambucana de Desportos (FPD). No mesmo ano disputou o Campeonato da 3ª Divisão, sendo campeão da Zona Norte e depois da 3ª Divisão de 1943, vencendo na decisão o Guanabara (vencedor da Zona Sul), por 7 a 1.

Tricampeão do Campeonato da 3ª Divisão de 1941-42-43 (Segundos Quadros). Depois veio o título do Torneio Início da 2ª Divisão de 1944. Também se sagrou campeão do Campeonato da Zona Norte de 1953. Depois, decidiu o título contra o Locomoção (vencedor da Zona Sul) e conquistou o título da temporada ao vencer opor 2 a 0, com gols de Tará aos 25 minutos e Zequinha aos 35 minutos, ambos da fase final.

Na decisão do Segundos Quadros, foi a vez do Locomoção dar o troco e conquistar o caneco ao derrotar o Tacaruna por 3 a 1. Ao longo da sua existência, o Tacaruna realizou diversos amistosos estaduais, municipais e nacional. Alguns jogos pinçados:

Domingo, 02 de Novembro de 1941 – 15hs (amistoso) – Tacaruna 3  x 4 Santa Cruz

Domingo, 27 de Setembro de 1942 – 15hs (amistoso) – Tacaruna 1  x 3 Sport Recife

Quinta-feira, 08 de Junho de 1944 – 15hs (amistoso) – Tacaruna 1  x 3 Santa Cruz

A primeira crise do Tacaruna ocorreu na terça-feira, do dia 09 de setembro de 1952, quando teve uma assembleia geral para definir se o clube seria paralisado, extinto, licenciado ou modificar a administração do clube. A decisão foi a mudança da diretoria. Contudo, o Tacaruna passou a diminuir as suas participações até desaparecer na década de 60.

Time-base de 1940: Bude; Espicha (Lula) e Alcides (Camaleão); Roldão (Waldeck), Wilson e Robson; Braga (Mario), Folgazão, Baptista (Zé Pequeno), Euclydes e Leonel (Tarzan).

Time-base de 1942: Lula; Guaberão e Palito; Rato, Orlandino e Soares; Cancio,Castelar, Tonhão, Capuco e Bio.

Time-base de 1943: Eladio; Guaberão e Palito (Alcides); Espicha (Enedino), Wilson e Luiz Pretinha; Cancio (Sérgio), Itaguari (Castelar), Tonhão, Capuco e Lula (Nicinho). Técnico: Antonio Rodrigues de Oliveira

Time-base de 1953: Julião; Amaro e Zito; Lero, Pretinha e Louro; Zequinha, Tará, Tim e Adalberto.

FONTES: Jornal de Recife – A Província – Diário de Pernambuco – Manchete Esportiva – Acervo de Gabriel Santos

Data de Fundação da Associação Garanhuense de Atletismo(PE)

Em todos os sites a data de fundação da Associação Garanhuense de Atletismo é dada como 31 de agosto de 1930. Mas um recorte do Diário de Pernambuco de 01 de setembro de 1944, lança dúvidas sobre a verdadeira data de fundação. Segue abaixo o recorte do jornal com uma data bem diferente da divulgada pela internet:

Torneio Início Pernambucano – 2ª Divisão – 1944

Em 1944 a Federação Pernambucana de Desportos dividiu seus filiados em quatro divisões de adultos e uma juvenil, assim formadas:
1ª Divisão de Profissionais
1ª Divisão de Amadores (formada pelos jogadores amadores da 1ª Divisão)
2ª Divisão de Amadores (formada pelos clubes suburbanos filaidos a Federação)
3ª Divisão de Amadores (formada pelos clubes suburbanos filiados a Federação)
Divisão Juvenil (aberta a todos os clubes interessados)

Torneio Início – 2ª Divisão de Amadores
Data: 26 de março de 1944
Local: Campo do Iolanda, em Recife – PE

1ª jogo – Moinho Recife 2×0 Iolanda
2º jogo – Tacaruna 1×0 Íbis
3º jogo – Moinho Recife 0x0 Estudantes (1×0 esc)
Final – Tacaruna 1×0 Moinho Recife

Campeão – Tacaruna Sport Club (Recife – PE)

Fonte: Diário de Pernambuco / PE

Torneio Início Pernambucano de Juvenis – 1970

Data: 07 de março de 1970
Local: Estádio dos Aflitos, em Recife – PE

1º jogo – América 0x0 central (3×2 pen)
2º jogo – Sport 0x0 Santo Amaro (5×0 pen)
3º jogo – Ferroviário 1×0 Santa Cruz
4º jogo – Náutico 0x0 Íbis (5×1 pen)
5º jogo – Sport 1×0 América
6º jogo – Náutico 1×0 Ferroviário
Final – Náutico 1×0 Sport

Campeão – Clube Náutico Capibaribe (Recife – PE)

Fonte: Diário de Pernambuco – PE