Arquivo da categoria: Distrito Federal (Brasília)

Campineira Futebol Clube – Brasília (DF): Escudo diferente de 1977

A assembleia de constituição da Campineira Futebol Clube aconteceu no dia 1º de janeiro de 1975, à Avenida W-2 Sul, Quadra 514, Bloco C, Loja 52, Sala 104, em Brasília (DF) e teve a presença de Adolpho Silvério Figueiredo, Alberto Luiz Esteves Teixeira, Antônio Carlos Malaman, Antônio Esteves Teixeira, Djalma de Carvalho Silva, Francisco de Assis Dória Bastos, Jacy Bezerra de Araújo, João da Silva Araújo, José Ivan Lopes, Manuel Augusto de Melo, Oddoni Luigi, Ramon Monteiro Back Van Buggenhout e Waltinho Ferrari.

 Por aclamação dos presentes, assumiu a presidência Alberto Luiz Esteves Teixeira, que convidou Adolpho Silvério Figueiredo para secretariar a reunião. João da Silva Araújo foi convidado a fazer parte de uma comissão criada para elaborar os estatutos sociais do clube que, num futuro próximo, seria filiado à Federação Metropolitana de Futebol.

 Por proposta de Waltinho Ferrari, foi composta uma Diretoria Provisória, que foi eleita e aclamada, sendo assim constituída: Presidente – Antônio Esteves Teixeira; Vice-Presidente – Waltinho Ferrari; 1º Secretário – Oddoni Luigi; 2º Secretário – Antônio Carlos Malaman; 1º Tesoureiro – Alberto Luiz Esteves Teixeira; 2º Tesoureiro – Jacy Bezerra de Araújo; Diretor Geral de Esportes – Sir Peres de Barros; Relações Públicas – Manuel Augusto de Melo; Diretor de Promoções e Consultor Jurídico – José Ivan Lopes; Diretor Administrativo e Consultor Jurídico – Ramon Monteiro Back Van Buggenhout, Diretor de Patrimônio – Djalma de Carvalho Silva e Diretor do Departamento Médico – Francisco de Assis Dória Bastos.

Suas cores oficiais eram a preta e a branca. O uniforme era semelhante ao do Botafogo, do Rio de Janeiro, ou seja, camisas com listras verticais pretas e brancas, calção preto e meias brancas (que viria a ser adotado pelo Sobradinho mais tarde).

Sua estreia no futebol aconteceu em março do mesmo ano, quando teve início a I Copa Arizona de Futebol Amador, evento que reuniu 64 equipes amadoras de todo o Distrito Federal (alguns com passagens pelo quadro de filiados da Federação Metropolitana de Futebol – FMF) e era patrocinado pelos cigarros Arizona e pela Gazeta Esportiva.
No sistema eliminatório (mata-mata), a competição foi realizada de 23 de março até 25 de maio de 1975.  A Campineira fez sua estreia no dia 30 de março, no Gama, derrotando o local Clube Atlético Planalto por 4 x 2. Chegou até as semifinais, quando, no dia 18 de maio, foi derrotada pelo Humaitá, do Guará, por 2 x 1. Na decisão do 3º lugar, goleou o Penharol por 7 x 0.
Logo depois, participou do campeonato promovido pelo Departamento Autônomo, que teve início em junho de 1975, e foi disputado por 9 equipes. Foi vice-campeã no Torneio Início e campeã da Chave B do campeonato, classificando-se para a Fase Final.
Desligou-se deste Departamento antes de ser decidido o torneio e resolveu apostar no futebol oficial da Federação Metropolitana de Futebol, que na época ainda era amador.
Alguns jogadores do Campineira utilizados nessas duas competições atuariam mais tarde no campeonato oficial da F. M. F., tais como Sir Peres, Zé Afonso, Dázio, Zé Nunes, Vino e Dorival, entre outros.
No dia 12 de setembro de 1975 aconteceu a A.G.E. que aprovou a filiação do Campineira Futebol Clube nas categorias de profissional e amador.
Sua primeira competição oficial foi o Torneio Incentivo, com jogos nas preliminares dos encontros do Ceub no Campeonato Brasileiro de 1975, juntamente com Brasília e Humaitá. Sua estréia aconteceu no dia 13 de setembro de 1975, com derrota de 3 x 1 para o Humaitá. Ficou com a terceira e última colocação do torneio.
Logo depois, passou a participar do Campeonato Oficial da F.M.F., com mais sete equipes amadoras do Distrito Federal.
Antes do início do campeonato oficial, 13 jogadores que pertenciam ao Unidos de Sobradinho foram transferidos para a Campineira.
Após uma decisão extra com o CSU – Clube dos Servidores da Universidade de Brasília – UnB, sagrou-se campeã brasiliense de 1975. Sua campanha: 17 jogos, 11 vitórias, 2 empates e 4 derrotas. 32 gols a favor e 18 contra.
Em 17 de fevereiro de 1976 a Campineira comunicou à Federação Metropolitana de Futebol não ter condições de participar do campeonato de futebol de profissionais daquele ano.
Continuou disputando competições de futebol amador. Em uma delas, depois de vencer a chave de Brasília, obteve o vice-campeonato nacional da Copa Arizona de Futebol Amador, evento que contou, inicialmente, com a participação de mais de mil equipes, com eliminatórias regionais e cujas finais foram disputadas na cidade de São Paulo. Na decisão, a equipe brasiliense foi derrotada pelo Golfinho, de Guarulhos (SP), por 1 x 0.
A partida, em seu tempo normal, terminou empatada em 0 x 0, sendo necessária a realização da prorrogação. Só no segundo período desta prorrogação é que o Golfinho chegou à vitória.
No jogo final, a Campineira contou com esses jogadores: Ari, Cláudio, Zezão, Sir Peres e Marcos; Peba (Dorival), Toti e Júlio; Vino, Dázio (Antônio Carlos) e Santos. No jogo decisivo, a Campineira atuou sem o seu melhor atacante, o goleador Zé Afonso. 
Também no ano de 1976, a Campineira disputou o campeonato de juvenis. Um dos jogadores que revelou foi Kidão, zagueiro que defendeu por muitos anos outros clubes de Brasília.
Em 1977, a Campineira estava inscrita no Campeonato Regional de Sobradinho.
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FONTES & FOTO: Correio Brasiliense (DF) – José Ricardo Almeida – Almanaque do Futebol Brasiliense – Jornal dos Sports

Esporte Clube Canarinho – Taguatinga (DF): Escudo diferente de 1977

O Esporte Clube Canarinho foi fundado em 20 de outubro de 1973, na Associação Portuguesa, na cidade de Taguatinga (DF). A 1ª Diretoria ficou assim composta: Presidente – Manoel Ramos dos Santos; Vice-Presidente – Evilásio Meira de Souza; Secretário Geral – Raimundo Meira de Souza; 1º Tesoureiro – Expedito Geraldo de Lima; 2º Tesoureiro – Alzerino Cardoso; Conselheiro – João Milani de Souza; Diretor de Futebol – Francisco Araújo Freitas; Diretor de Relações Públicas – Severino Erasmo de Lima; Vice-Diretor de Futebol – Ramiro Cardoso e Supervisor de Futebol – Manoel Gomes Feitosa Neto.

Participou da I Copa Arizona de Futebol Amador de 1975, torneio que reuniu 64 equipes amadoras de todo o Distrito Federal e foi iniciada em 19 de março. Não conseguiu classificação dentre os oito finalistas.  No dia 25 de março de 1975 solicitou filiação à Federação Metropolitana de Futebol.
Sua primeira participação em torneios realizados pela Federação aconteceu neste mesmo ano. Foi o Torneio Quadrangular da FMF que contou com quatro clubes: o Canarinho, Guadalajara, Humaitá e Relações Exteriores. E o Canarinho estreou ficando com o título de campeão.
No dia 6 de julho, derrotou o Guadalajara, por 2 x 0. No dia 12 de julho, empate em 0 x 0 com o Relações Exteriores. O título veio após a vitória de 3 x 1 sobre o Humaitá, em 3 de agosto. Logo depois, foi um dos oito clubes que disputaram o campeonato oficial de 1975. Fez sua estréia no dia 20 de setembro, com vitória de 1 x 0 sobre o Guadalajara, gol de Peba.
No final do campeonato, ficou na sexta colocação, na frente apenas de Humaitá e Guadalajara. Foram apenas duas vitórias (a outra foi contra o Ceub, por 2 x 0, em 8 de dezembro de 1975) nos 14 jogos que disputou. Conseguiu ainda quatro empates. Marcou 16 gols e sofreu 23.
No dia 15 de agosto de 1976 participou da reabertura do Estádio “Chapadinha”, em Brazlândia. Neste dia, em jogo válido pelo campeonato brasiliense de 1976, foi derrotado pelo Brasília, por 1 x 0. A partir desta data, passou a mandar seus jogos neste Estádio, não mais perdendo: 1 x 1 Gama, 3 x 0 Cruzeiro e 1 x 1 Humaitá.
Em 1976 esteve presente no campeonato brasiliense de profissionais. Sua estréia aconteceu no Estádio Pelezão, em 24 de abril, na derrota de 2 x 0 a favor do Ceub. Ficou na quinta colocação no geral, vencendo três dos quinze jogos disputados. No ano de 1977 tomou parte de três competições.
No primeiro deles, o Torneio Imprensa (disputado por nove equipes), de 5 de março a 7 de maio, ficou com o vice-campeonato. Logo depois, participou do campeonato brasiliense de 1977, ficando com a quarta colocação, somando 9 pontos, advindos de três vitórias e três empates nos treze jogos que disputou.
Passou a ficar conhecido nacionalmente de forma negativa, após um amistoso contra o Grêmio, de Porto Alegre, em 23 de novembro de 1977, no Pelezão. No final do jogo o placar apontava 11 x 0 a favor do tricolor gaúcho. Além da impiedosa goleada, teve um prejuízo de mais de 150 mil cruzeiros.
Apenas 1.130 pessoas foram ver o jogo, proporcionando a renda de Cr$ 35.690,00. O Grêmio tinha um time fortíssimo e não foi difícil chegar aos onze gols, marcados por Tarcísio (2), Ladinho, Éder (2), Alcindo (3), Vilson e Leandro (2). Por último, participou do Torneio Incentivo, juntamente com Desportiva Bandeirante, Gama, Grêmio e Taguatinga.
Chegou a vencer o segundo turno mas uma suspeita levou a Federação a formular uma consulta ao Departamento Jurídico da Confederação Brasileira de Desportos-CBD com relação a condição de jogo dos atletas profissionais do Canarinho. Em 2 de fevereiro de 1978, o Esporte Clube Canarinho encaminhou ofício pedindo licenciamento junto a Federação Metropolitana de Futebol, por um ano. Nunca mais voltou a disputar competições oficiais no Distrito Federal.

 

FONTES: Almanaque do Futebol Brasiliense – Jornal dos Sports (RJ) – Correio Braziliense (DF)

Taça Brasil 1981: Grêmio x Brasília-DF

Em 1981, um resultado inacreditável derrubou as apostas da loteria esportiva no Brasil inteiro.

A zebra foi tão impressionante que deve ter surpreendido até a zebrinha do Fantástico, que anunciava os 13 resultados da loteria esportiva no programa Global, entre os anos 70 e 80.

Esse é o tipo do jogo que nem o próprio torcedor do Brasília teria coragem de apostar em uma vitória do colorado candango.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para entender melhor essa zebra que entrou pra história, devemos compreender a situação das duas equipes naquele grupo B da Taça de Ouro da Copa Brasil – equivalente a uma das fases do Brasileirão de 1981.

Parecia que o Grêmio venceria com enorme facilidade, pois fazia 14 jogos que o tricolor, atual campeão gaúcho, não perdia no Olímpico.

O Brasília, que tinha no uniforme as cores do rival gremista, chegou com uma campanha ruim e sem nenhuma expressão nacional, tendo apenas seis anos de existência. Além disso não tinha campo para treinar, os salários eram baixos e a infra-estrutura da equipe era precária.

Logo aos 40 segundos de partida, Tarcísio abriu o placar para os gaúchos.

E devido ao domínio dos gremistas ninguém imaginava nada diferente de uma goleada dos gaúchos.

A classificação gremista estava praticamente garantida, enquanto para o Brasília isso só aconteceria se a equipe do planalto central vencesse o Grêmio e o Goiás.

Nem a própria torcida esperava isso, depois das várias derrotas na competição e do fato do time chegar desfalcado para o confronto em Porto Alegre.

Mesmo assim, com tudo e todos contra, em 3 minutos os atletas do Brasília fizeram um estrago inimaginnavel.

No despretensioso chutão de Aluísio, aos 23, que surpreendeu Leão, começou o pesadelo gremista.

Aos 25 Vander concretizou a virada absurda até então.

O Grêmio ainda empatou o jogo aos 39, com um gol irregular de Dirceu, completamente impedido.

Para os que acharam que a camisa do Grêmio pesaria na decisão do juiz, a atitude precisa do árbitro Iolandro Rodrigues ao anular o gol, foi o justo e derradeiro ponto final desse surpreende episódio do futebol brasileiro.

 

 

 

 

 

 

Essa vitória por 2×1 foi o maior feito da história do Brasília E. C. que quatro dias depois perdeu de 1×0 para o Goiás e foi eliminado do Brasileirão daquele ano.

Essa vitória totalmente fora de órbita não atrapalhou o Grêmio, que seguiu em frente e foi campeão nacional de 1981.

A proporção daquele episódio pode ser melhor compreendida quando se vê as matérias do Correio Brasiliense sobre a partida.

O Brasília com o passar dos anos caiu no ostracismo e mergulhou numa crise administrativa, que nem o fato de ter se tornado o clube-empresa privado do Brasil, conseguiu amenizar.

Maus resultados, prejuízos e dívidas levaram o time a interromper as atividades profissionais em 2005.

Um ano depois o time ressurgiu das cinzas e com seis anos de luta saiu da terceira divisão do DF para a primeira divisão, sendo premiado com o vice campeonato estadual de 2009 e uma participação na série D do Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil.

A vitória que não valeu muita coisa para o Brasília no campeonato daquele ano, tornou-se inesquecível para sua torcida e para todos aqueles que marcaram coluna um naquele fatídico jogo da loteria esportiva.

Grêmio 1 x 2 Brasília
Grêmio: Leão, Dirceu, De Leon, Vantuir, Uchôa; China, Renato Sá (Vilson Tadei), Paulo Isidoro; Baltazar (Heber), Odair e Tarciso. Técnico: Ênio Andrade.
Brasília: Deo, Luisinho, Foca, Mario, Zé Mario (Ricardo); Alencar, Marco Antônio, Vander; Afonso, Aluísio (Paulinho) e Willian. Técnico:Alaor Capela.
Gols: Tarcísio aos 40seg; Aluísio aos 23 e Vander aos 25 do 2º tempo
Cartões amarelos: Deo (Brasília).
Estádio: Olímpico de Porto Alegre (RS).
Data: 15/02/1981.
Árbitro: Iolando Rodrigues (SC)

Fontes: “Quando a zebra entra em campo” e  globoesporte.com

Foto rara de 1962: Clube Atlético Colombo – Núcleo Bandeirante (DF) – Vice-campeão de Brasília

Em pé, da esquerda para a direita: treinador Brandão, Chicão, Ivan, Jucy, Sir Perez, Oliveira, Índio e Adolfo Rizza.

Agachados, na mesma ordem: Massagista Anísio, Gilson, Cid, Baiano, Paulista e Zezé.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

Sobradinho Esporte Clube – Sobradinho (DF): Novo escudo e uniforme de 2017

Sobradinho Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Sobradinho (DF). O ‘Leão da Serra’ foi Fundado no dia 1º de Janeiro de 1975. A sua Sede fica localizada na Área Especial 1 Setor das Industrias de Sobradinho – Sala 208, em Sobradinho. O seu Estádio é o Augustinho Lima, com Capacidade para 10 mil pessoas. Atualmente disputa o Campeonato Candango da 1ª Divisão.

HISTÓRIA

Um grupo de três operários de uma companhia ferroviária do bairro paulistano do Bom Retiro decidiu criar um time de futebol. Eram os pintores de parede Rodrigo Luiz e seu irmão Leonardo Luiz, além do trabalhador braçal Lessy e mais oito pessoas que contribuíram com dinheiro e também foram consideradas sócios-fundadores.

A ideia surgiu depois de assistirem à atuação do Corinthians. No livro Arquivos do Futebol Brasiliense, pesquisado e organizado pelo amigo e membro José Ricardo Almeida, consta que na disputa do campeonato de 1961, a equipe do Sobradinho Esporte Clube era uma das oito participantes, entre clubes como o Clube de Regatas Guará (do Guará)Defelê Futebol Clube (de Brasília, hoje extinto) e Rabello Futebol Clube (de Brasília, também extinto).

Antes da profissionalização, o time, na condição de amador e com muitas dificuldades financeiras, oscilava nas poucas competições regionais que disputava, já que não contava com apoio. Com a profissionalização do futebol do Distrito Federal, o clube passou a adotar como data de (re)fundação o dia 1 de janeiro de 1975.

O Estádio Olímpico de Sobradinho (Augustinho Lima), com capacidade para 15 mil torcedores, foi inaugurado em 13 de maio de 1978, num amistoso entre Sobradinho e Santos, vencido pelos visitantes pelo placar de 3 a 0, sendo o primeiro gol no novo estádio marcado por Aílton Lira.

O primeiro título do Sobradinho foi conquistado em 1 de dezembro de 1985, contra uma das mais fortes equipes do Distrito Federal na época, o hoje extinto Taguatinga Esporte Clube, em pleno Serejão, para um público aproximado de vinte mil torcedores, entre pagantes e não pagantes. O placar foi de 2 a 0 para o Leão da Serra, com gols de Artur e Toni. Toni foi o artilheiro do campeonato com 17 gols.

Em março de 1996 o clube passou a se chamar Botafogo Sobradinho Esporte Clube, em parceria com o Botafogo do Rio de Janeiro. O projeto de transformar o Sobradinho em sucursal do Botafogo surgiu de conversas entre o advogado Délio Cardoso e o presidente do Botafogo, Carlos Augusto Montenegro.

Botafoguense, Délio acompanhou vários jogos do Campeonato Brasileiro de 1995, a convite da diretoria. Nas conversas, os dois tentaram entender as razões do pouco prestígio do futebol do Distrito Federal. “Chegamos à conclusão de que a capital é uma cidade jovem que não tem uma cultura própria de futebol”, afirmava Délio Cardoso. “A vantagem para nós é que podemos manter em atividade todos os jogadores do elenco, dar oportunidade aos que estão saindo dos juniores e ainda podemos garimpar novos talentos“, diz Montenegro.

A parceria rendeu ao Sobradinho a 3ª colocação nos campeonatos de 96 e 97. Após um pequeno período, o Sobradinho voltou a usar o seu nome original ainda em 1997. O atacante Dimba foi o artilheiro do Campeonato Brasiliense de 1996 jogando pelo Sobradinho. 

FONTES & FOTOS: Wikipédia Página do clube no Facebook