Arquivo da categoria: Campeões Estaduais e Nacionais

Esporte Clube Siderúrgica – Sabará (MG): Fundado em 1930

O Bicampeão Mineiro (1937 e 1964) é o Esporte Clube Siderúrgica uma agremiação do Município de Sabará, que fica a 15 km da capital (Belo Horizonte) do estado de Minas Gerais. Com uma população de 135.196 habitantes, segundo o IBGE/2016, o povo sabaraense tem como o seu maior orgulho o “Esquadrão de Ferro”, que foi Fundado no sábado, do dia 31 de maio de 1930, pelos funcionários da Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira (criada em 11/12/1921), por isto o nome escolhido para o clube.

A equipe das cores azul e branco tem a sua Sede localizada na Rua da Ponte, s/n, no bairro de Siderúrgica, em Sabará (MG). Além do departamento de futebol, a meta era transformar o clube numa recreação esportiva para atender a toda família dos seus funcionários.

O Siderúrgica sempre se apoiou no apoio e patrocínio da Belgo-Mineira, e seu declínio está ligado ao fim de mesma. Seu Estádio Eli Seabra Filho, conhecido como “Praia do Ó” (capacidade para um mil pessoas), foi construído pela empresa siderúrgica em um terreno cedido pelo Recreio Club Siderúrgica, posteriormente inaugurado no domingo, do dia 26 de Agosto de 1934. A mascote escolhida foi a Tartaruga, desenhada pelo cartunista Mangabeira em 1943.

HISTÓRIA E GLÓRIAS

O clube disputou sua 1ª partida, ainda não como profissional, no domingo, do dia 17 de agosto de 1930, contra o Alves Nogueira Foot Ball Club. O jogo foi no campo do adversário e o Siderúrgica acabou derrotado.

Em 1931, se filiou a Liga Mineira de Desportes Terrestres (LMDT), e no ano seguinte, com o forte apoio da Belgo-Mineira, disputou e conquistou o Campeonato Mineiro da Segunda Divisão de 1932. Em 1933, se profissionalizou e venceu, logo na sua estreia, o poderoso Palestra Itália (atual Cruzeiro) pelo placar de 2 a 1.

TÍTULO INÉDITO DA ELITE DO FUTEBOL MINEIRO DE 1937

Em 1937, alcançou uma de suas mais importantes glórias: a conquista do Campeonato Mineiro da Primeira Divisão. Na decisão venceu o tradicional Villa Nova, em um jogo desempate, contando com a sorte também já que o rival perdeu um pênalti importantíssimo. Teve o artilheiro da competição, Arlindo com 10 gols.

O time base: Tonho, Rômulo Januzzi, Ferreira, Chico Preto, Mascote, Paulo Florêncio, Moraes,Geraldo Rebelo, Chiquinho, Arlindo e Princesa.

Nos anos seguintes manteve seu sucesso nos gramados mineiros, vencendo jogos importantes contra rivais tradicionais de Belo Horizonte e se sagrando vice-campeão do torneio regional em 1936, 1938, 1941, 1950, 1952 e 1960. Em 1942, teve a honra de ceder à Seleção Brasileira, para disputa do Sul-americano, seu meio de campo e destaque do time Paulo Florêncio.

Manteve outras atividades além do futebol, tendo êxito nas modalidades de basquetebol, voleibol, tênis e futebol de salão. Este último sendo campeão estadual em 1960 e 1962.

BICAMPEÃO MINEIRO DE 1964

Em 1964, sagrou-se campeão mineiro pela 2ª vez e o último campeão mineiro antes da “Era Mineirão”. Durante a campanha deixou para trás rivais fortíssimos, como o Cruzeiro de Tostão, o decacampeão mineiro América e o tradicional Atlético Mineiro. Na final, venceu o América fora de seus domínios por 3 a 1, no estádio Otacílio Negrão de Lima, o Alameda (estádio atualmente extinto).

O time campeão, comandado pelo lendário técnico Yustrich: Djair; Geraldinho, Chiquito, Zé Luiz e Dawson Laviolla; Edson e Paulista; Ernani, Silvestre, Noventa (Aldeir) e Tião Cavadinha.

Esta conquista rendeu uma simpática marchinha, entoada pelos torcedores: “(…) Não tem, não tem/ não tem Galo, nem Raposa e nem Leão/ esse ano o negócio só vai bem/ pra Tartaruga do Napoleão (…)”.

Um causo citado sobre essa conquista, que teria acontecido, contra o Atlético Mineiro, entre o técnico Yustrich e o atacante Noventa merece ser esclarecido! O jogador sofreu uma fratura no braço e mesmo com uma tipóia, foi obrigado pelo treinador a jogar. Esse caso de fato aconteceu, mas não na conquista do Bicampeonato, mas sim no Estadual de 1965, dia do Galo.

Como campeão mineiro de 1964, coube ao Siderúrgica representar o estado na Taça Brasil de 1965. Jogando no recém-inaugurado “Mineirão”, o clube recebeu e venceu o Atlético-GO por 3 a 1, seguindo na competição até ser derrotado pelo Grêmio (RS).

DECLÍNIO E ATUAL SITUAÇÃO

Assim como seu meteórico sucesso, o declínio do clube foi algo rápido e intimamente ligado a parceria com a Belgo-Mineira. Em 1966, o Siderúrgica terminou em penúltimo lugar no torneio regional, escapando do rebaixamento, pois apenas o último colocado acabou caindo para a Segundona Mineira (no caso, o Esporte Clube Renascença).

Em 1967, devido à revolução industrial no Brasil, a empresa siderúrgica cessou o apoio financeiro ao Siderúrgica, terminando uma parceria que durava 34 anos de sucesso. Sem condições de se manter, o “Esquadrão de Ferro” pediu licenciamento a Federação Mineira de Futebol (FMF) e depois acabou extinguindo o departamento de futebol profissional, assim como muitos clubes conhecidos da época.

Siderúrgica e Atlético, anos 50. Estádio Praia do Ó em Sabará. O goleiro Dejair do Siderúrgica e o atacante Décio Simeão, Ubaldo do Atlético na jogada (Acervo de Procópio Cardoso).

Permaneceu desativado por 26 anos, e retornou, sem sucesso de outrora, mais três vezes no futebol profissional: 1993, 1997 e 2007. Em todos os casos, jogou o Campeonato Mineiro da Segunda Divisão e não teve êxito, sempre terminando nas últimas colocações.

Em 2011, o clube novamente ativou seu departamento de futebol profissional e se inscreveu para a disputa do Campeonato Mineiro da 2ª Divisão, organizado pela Federação Mineira de Futebol (FMF). No entanto, não obteve sucesso e foi eliminado ainda na primeira fase.

Em 2012, o Siderúrgica teve uma campanha fraca na Segundona Mineira, sendo eliminado ainda na 1ª fase e ficando na lanterna do grupo sem nenhuma vitória.

A falta de verbas do Siderúrgica impediram o retorno de uma equipe profissional para a Segunda Divisão em 2014, mantendo apenas seis equipes de base, nas categorias pré-mirim, mirim, infantil e juvenil. Como não podem usar o Estádio da Praia do Ó, treinam em uma escola estadual de Sabará.

O “Esquadrão de Ferro” retomou novamente as atividades em 2015, e para a disputa da Segunda Divisão, utilizou o Estádio Israel Pinheiro, em Itabira, para mando de suas partidas, o mesmo ocorrendo em 2016.

APÓS 31 ANOS, ENFIM, A VITÓRIA

A última partida que o Siderúrgica jogou ainda patrocinado pela Belgo-Mineira foi a vitória fora de casa contra o Renascença, em Belo Horizonte, na quinta-feira, do dia 08 de dezembro de 1966, porém a vitória não evitou o primeiro rebaixamento na história da Tartaruga.

Como time profissional, a equipe sabarense voltou a campo apenas em 1993, com uma campanha pífia, aonde em sete jogos, a Tartaruga perdeu seis e empatou um jogo. Depois disso, o time só voltou a disputar um campeonato profissional em 1997, a Segunda Divisão do Campeonato Mineiro, aonde novamente fez uma campanha pífia, com oito jogos, perdeu 4, empatou 2 e venceu 2.

A primeira dessas duas vitórias aconteceu no domingo, do dia 20 de Julho de 1997, 2 a 1 para cima do Fabril, quase 31 anos depois da sua última vitória. A segunda vitória aconteceu no domingo, do dia 31 de agosto de 1997, 4 a 2 em cima do Esportivo de Passos.

NOVO JEJUM DE VITÓRIAS

Essa foi a última vitória até hoje a nível profissional do Siderúrgica, sendo que o último jogo de 1997 ele empatou em 1 a 1 com o Aciara em Ipatinga. O próximo campeonato profissional que a equipe disputou, o da Segunda Divisão do Campeonato Mineiro, foi em 2007 e depois jogou as edições de 2011, 2012, 2015 e 2016.

As campanhas foram as seguintes: 2007: 8 jogos, 4 empates e 4 derrotas; 2011: 6 jogos: 1 empate e 5 derrotas; 2012: 6 jogos: 1 empate e 5 derrotas; 2015: 8 jogos: 2 empates e 6 derrotas e em 2016: 8 jogos: 2 empates e 6 derrotas, o que dá um jejum de 19 anos sem vencer ou 37 jogos profissionais seguidos sem vencer, o que é o jejum mais longo da história do clube se for levado como consideração o número de partidas sem vencer.

HINO DO E.C. SIDERÚRGICA

Não tem, não tem
Não tem pro Galo, Raposa, nem Leão
Este ano o negócio só vai ser,
Pra Tartaruga do Napoleão.

Não tem, não tem
Não tem pro Galo, nem Raposa, nem Leão
Este ano o negócio só vai ser,
Pra Tartaruga do Napoleão.

A tartaruga anda devagar,
Mas neste passo comanda o pelotão,
Ninguém consegue acompanhar.
A Tartaruga do Napoleão.
Não tem, não tem.

Não tem, não tem
Não tem pro Galo, nem Raposa, nem Leão
Este ano o negócio só vai ser,
Pra Tartaruga do Napoleão.

Não tem, não tem
Não tem pro Galo, nem Raposa, nem Leão
Este ano o negócio só vai ser,
Pra Tartaruga do Napoleão.

A tartaruga anda devagar,
Mas neste passo comanda o pelotão,
Ninguém consegue acompanhar.
A Tartaruga do Napoleão.
Não tem, não tem.

Link do Hino, no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=iTZU13C21zk

TRIBUTO

Essa postagem é um tributo ao jovem Mateus Gomes Rossi, geólogo formado na USP, mestrando da COPPE-UFRJ, e dono do blog “Do Capotão ao Couro”, que faleceu prematuramente em 22 de dezembro de 2016 aos 29 anos.

Um agradecimento especial ao pai do Mateus: Sr. Marcelo Rossi, que gentilmente enviou o primeiro trabalho de pesquisa: Esporte Clube Siderúrgica de Sabará.

FONTES: Wikipédia – O Estado de Minas – Mateus Gomes Rossi – Marcelo Rossi  

FOTOS: Página do clube no Facebook – sabaranet.com – Acervo de Guilherme L. de Oliveira

S.E. Junak 8 – Irati/PR

Arte de Sergio Mello /históriadofutebol.com

A Sociedade Esportiva Junak 8 foi uma agremiação esportiva da cidade de Irati, estado do Paraná. A Equipe era ligada a Sociedade Polonesa Towarzystwo Wolnosc, fundada em 1916, hoje Sociedade Beneficente e Cultural Iratiense.

O JUNAK espalhou-se por outras sociedades também no interior. Em Irati o JUNAK 8 teve time de vôlei e basquete e foi o primeiro espaço em que se praticaram estas modalidades esportivas. O atletas do lado direito é o patriarca da família Ziembikiewicz, Sr. João, pai do Recho (João Ricardo Ziembikiewicz). Foto acervo da Sra. Maria Felícia Ziembikiewicz Havresko. Aproximadamente na década de 1930. Fonte: Facebook de Herculano Batista Neto, publicado em 30 de abril de 2016.

A Junak foi responsável pela introdução do Basquete e Volei na cidade de Irati, porém seus membros se envolviam em todas as atividades esportiva, sendo assim não poderia deixar de praticar o futebol.

Foto/Acervo: HERCULANO BATISTA NETO que inclusive esclarece que o penúltimo da esquerda para a direita é seu avô materno Boleslau Duda. Publicado no Facebook em 28 de abril de 2016.

Em 1937 a equipe, juntamente as equipes do Iraty S.C.; Palestra F.C, ambos de Irati, Guarany S.C. e Poço Bonito F.C, ambos de Rebouças, reorganizaram a Liga Esportiva Sul-Paranaense – LESP. Todas as equipes participaram do campeonato daquele ano, que teve o Iraty Sport Club como seu campeão, que assim garantiu o direito de disputar o título de campeão Paranaense de futebol contra os demais campeões das Ligas do Paraná (Curitiba, Ponta Grossa, Litoral e Paranaguá).

Fontes:
ORREDA, José Maria. O esporte em Irati. Edipar: Irati,1987.
Facebook de Herculano Batista Neto, consultado em 24 de março de 2020.
Facebook de Antonio Alceu Jacopetti, consultado em 24 de março de 2020.

Foto rara: Centro Sportivo Alagoano – C.S.A. – Maceió – Campeão alagoano do ano de 1974

 

Centro Sportivo Alagoano – C.S.A. – Maceió

 

Em pé, da esquerda para a direita: Espinosa, Dida, Valmir, Ricardo, Tadeu e Maurício.

Agachados, na mesma ordem: Jorge Siri, Valdecir, Djair, Soareste e Ênio.

 

Fonte: revista Placar

Ranking Histórico do Campeonato Mato-grossense – 1979 a 2017

 
Com a divisão de Mato Grosso em dois estados, a partir de 1979, cada um passou a ter seu Campeonato Estadual. Neste ranking estão computados os pontos ganhos por campeonato, de cada equipe durante o período de 1979 a 2017.
Foi adotado o seguinte critério: 
1979 a 1994 – Dois pontos por vitória, com exceção de 1989 que dava três pontos ao time que marcasse três ou mais gols no jogo.
1995 a 2017 – Três pontos por vitória.

 

POSIÇÃO CLUBE PTS J V E D GP GC
UNIÃO DE RONDONÓPOLIS 938 711 273 233 205 923 748
MIXTO 920 681 299 209 173 1027 764
CLUBE ESPORTIVO OPERÁRIO VARZEAGRANDENSE 680 493 231 154 108 673 423
BARRA DO GARÇAS 553 499 165 154 180 610 602
SINOP 545 405 161 112 132 533 435
DOM BOSCO 526 510 170 140 200 593 635
LUVERDENSE 431 243 122 65 56 418 266
VILA AURORA (RONDONÓPOLIS) 393 315 107 98 110 377 371
CUIABÁ 361 200 103 52 45 334 201
10º SORRISO 339 272 103 70 99 363 351
11º JUVENTUDE (PRIMAVERA DO LESTE) 297 195 86 61 48 296 220
12º GRÊMIO JACIARA 286 222 81 61 80 271 288
13º OPERÁRIO LTDA 194 140 52 38 50 207 208
14º CÁCERES 184 247 50 65 132 203 404
15º CACERENSE 173 145 45 38 62 162 220
16º RONDONÓPOLIS 128 107 32 32 43 156 164
17º PALMEIRAS (CUIABÁ) 125 201 38 34 129 175 399
18º ARAGUAIA 119 90 32 23 35 113 131
19º SANTA CRUZ (BARRA DO BUGRES) 104 89 26 26 37 103 134
20º EC OPERÁRIO 100 72 26 22 24 115 120
21º CRAC (CAMPO VERDE) 98 78 26 20 32 104 112
22º BARRA (BARRA DO GARÇAS) 88 80 23 19 38 91 114
23º SÃO JOSÉ (S.J. DO RIO CLARO) 63 60 20 18 22 62 69
24º TANGARÁ EC 58 62 18 16 28 74 88
25º PALMEIRAS (BARRA DO BUGRES) 57 44 15 12 17 48 46
26º SC TANGARÁ 54 56 12 18 26 50 91
27º AA SINOP 51 35 13 12 10 52 48
28º GABIROBENSE (ALTO ARAGUAIA) 51 60 17 17 26 47 68
29º UNIÃO GARIMPEIRA (NORTELÂNDIA) 46 49 15 12 22 33 64
30º BERGA (CUIABÁ) 44 35 12 8 15 69 65
31º NOVA XAVANTINA 36 40 10 8 22 46 83
32º MATO GROSSO EC 32 26 9 5 12 28 34
33º DIAMANTINO 30 20 7 9 4 29 20
34º COLIDER 23 23 8 7 8 25 26
35º ATLÉTICO MATOGROSSENSE 22 61 7 8 46 37 123
36º INDEPENDENTE (POXORÉU) 22 30 4 14 12 16 38
37º POCONÉ 20 24 6 2 16 30 44
38º UNIÃO (JUARA) 19 23 7 5 11 28 32
39º PARECIS 16 24 4 4 16 26 45
40º ÁGUIA PEIXOTENSE 15 17 5 5 7 15 17
41º AD MATO GROSSO (VÁRZEA GRANDE) 13 14 3 4 7 13 20
42º ARSENAL (SORRISO) 13 8 4 1 3 11 10
43º DIAMANTINENSE 13 26 3 7 16 16 38
44º PRIMAVERA (PRIMAVERA DO LESTE) 13 20 2 7 11 26 42
45º NOVA UBIRATÃ 12 12 3 3 6 11 20
46º TUBARÃO (RIO BRANCO) 12 16 2 8 6 9 16
47º UNIÃO (VERA) 11 26 2 7 17 17 56
48º LITRÃO (TANGARÁ DA SERRA) 10 14 4 2 8 19 26
49º ALTA FLORESTA 9 13 3 3 7 12 19
50º HUMAITÁ (CÁCERES) 9 22 2 5 15 14 63
51º INTERNACIONAL (CUIABÁ) 9 10 3 3 4 9 14
52º REAL COLIDER 9 14 2 5 7 6 23
53º AÇÃO (CUIABÁ) 8 10 2 2 6 14 26
54º TREMENDÃO (CÁCERES) 8 12 3 2 7 9 17
55º MIRASSOL 7 13 3 1 9 12 25
56º VASCO DA GAMA 7 10 1 5 4 6 9
57º FLÓRIDA (SÃO JOSÉ DO RIO CLARO) 2 6 0 2 4 3 13

 

Fonte: Arquivo Pessoal/Julio Diogo/Jornal O Estado de Mato Grosso/Jornal A Gazeta/Diário de Cuiabá

Blumenau E. C. campeão catarinense da Série C 2017

 

BLUMENAU ESPORTE CLUBE 
CAMPEÃO CATARINENSE SÉRIE C 2017

O Campeonato Catarinense da Série C de 2017 foi realizado no período de 21 de maio a 5 de agosto e teve como campeão o Blumenau Esporte Clube, que garantiu o acesso para a Série B de 2018. Além do Blumenau, participaram do certame as seguintes equipes: Curitibanos/Orleans, Caçador, Imbituba e Porto.

TABELA DE JOGOS

Turno

21/05/2017 – Imbituba 2 x 0 CEC/Orleans

21/05/2017 – Caçador 1 x 4 Blumenau

28/05/2017 – Porto 1 x 3 CEC/Orleans

28/05/2017 – Blumenau 3 x 1 Imbituba

04/06/2017 – Porto 2 x 1 Caçador

04/06/2017 – CEC/Orleans 2 x 2 Blumenau

11/06/2017 – Blumenau 3 x 0 Porto

11/06/2017 – Caçador 2  x 3 Imbituba

18/06/2017 – Imbituba 2 x 2 Porto

18/06/2017 – CEC/Orleans 1 x 0 Caçador

Returno

25/06/2017 – Porto 2 x 4 Imbituba

25/06/2017 – Caçador 0 x 2 CEC/Orleans

02/07/2017 – Porto 0  x 0 Blumenau

02/07/2017 – Imbituba 2 x 0 Caçador

08/07/2017 – Caçador 1 x 2 Porto

10/07/2017 – Blumenau 5 x 0 CEC/Orleans

16/07/2017 – CEC/Orleans 1 x 0 Porto

16/07/2017 – Imbituba 0 x 0 Blumenau

23/07/2017 – CEC/Orleans 2 x 0 Imbituba

23/07/2017 – Blumenau 5 x 0 Caçador

Final

30/07/2017 – CEC/Orleans 2 x 2 Blumenau

05/08/2017 – Blumenau 4 x 2 CEC/Orleans


FONTE

Federação Catarinense de Futebol