Arquivo da categoria: 04. Eduardo Cacella

Camiseta para história!!!! O Nascedouro do Botafogo Futebol e Regatas (RJ)

Parece um simples uniforme velho e surrado, mas faz muito mais parte da história do Botafogo do que você pode imaginar: na quinta-feira, do dia 11 de junho de 1942, vestindo essa regata de número 3, o jogador de basquete Armando Albano teve um mal súbito durante a partida entre Botafogo Football Club e Club de Regatas Botafogo, pelo Campeonato Carioca da modalidade.

Sua morte trágica desencadeou um processo que já vinha sendo considerado, porém sempre refutado, há algum tempo: fundir os dois clubes. A partir daí, nasceu o Botafogo de Futebol e Regatas.

FONTE: texto e imagem do @acervobotafogo

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Sociedade Esportiva Vila Aurora – Rondonópolis (MT): Campeão Estadual de 2005

A Sociedade Esportiva Vila Aurora é uma agremiação da cidade de Rondonópolis (MT). O “Tigrão da Vila” foi Fundado na quarta-feira, do dia 05 de Maio de 1964. A sua Sede fica localizada na Rodovia MT 270 – km 5 (saída para a Guiratinga), no bairro Sagrada Família – Rondonópolis (MT).

A equipe manda os seus jogos no Estádio Municipal Engenheiro Luthero Lopes, o “Caldeirão“, com Capacidade para 19 mil pessoas, situado em Rondonópolis. O seu maior rival é o União Esporte Clube, também de Rondonópolis, com quem faz o “Clássico Unigrão“.

Duas vezes Tetracampeão Citadino

Em 1978 foi campeão da Copa Sul do Estado. No Campeonato Citadino de Rondonópolis possui Oito títulos, sendo dois tetracampeonatos: 1981, 1982, 1983 e 1984; 1987, 1988, 1989 e 1990.

Diversos Títulos

A primeira conquista na esfera profissional, aconteceu em 1979, quando faturou o Campeonato Matogrossense da 3ª Divisão. Uma década depois, faturou o título do Campeonato Matogrossense da 2ª Divisão de 1989.

Foi campeão pela 1ª vez do Campeonato Matogrossense da 1ª Divisão de 2005, em sua história. Quatro anos depois levantou a taça da Copa Governador de Mato Grosso de Futebol de 2009. Todas as competições organizadas pela Federação Matogrossense de Futebol (FMF).

Em 2006, decidiu o título da Copa Governador de Mato Grosso de Futebol, diante do Cacerense Esporte Clube, da cidade de Cáceres. No entanto, após um empate em 1 a 1, no jogo de ida, acabou derrotado na partida decisiva, pelo placar de 2 a 1.

Vila Aurora se afasta do futebol profissional

Alegando dificuldades financeiras, o clube pediu afastamento dos gramados junto à Federação Mato-grossense de Futebol (FMF), na quinta-feira, do dia 09 de Janeiro de 2014.

Atualmente a única atividade desenvolvida pelo Tigrão da Vila é o projetoClube Escola”, porém a partir do próximo dia 13 a agremiação retomará com os trabalhos de base no sub-15 e no sub-17.

Inclusive, cada categoria vai disputar no segundo semestre de 2019 o seu respectivo estadual, cujas parcerias para a disputa dos campeonatos já estão concretizadas. E nessa mesma data serão apresentados ainda o treinador e o preparador físico de ambas as categorias.

FONTES: Página do clube, no Facebook: “Sociedade Esportiva Vila Aurora – Tigrão da Vila” – Wikipédia – A Tribuna de Mato Grosso

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História do Futebol: cidade de Nova Friburgo (RJ)

Bandeira da cidade de Nova Friburgo (RJ)

Foi no decorrer do século XIX que os ingleses começaram a normatizar as disputas por um objeto redondo, começando a transformar o que era um simples jogo em esporte, submetido a regras universais.

O que fazer com a bola? Na Rugby School, os jogadores carregavam-na com as mãos, rumo ao adversário, e daí nasceu o rugby, em 1846; já na Eton, eram os pés que deviam controlá-la, fazendo o dribbling, e do chute na bola surgiria o football.

Em 1863, surge a association football, passando os clubes a se submeterem às regras comuns e a uma entidade dirigente, a Football Association. Por fim, fundada em 1904, a fundação da FIFA (Federal International Football Association), profissionaliza esse esporte.

Os ingleses, além dos tecidos e das estradas de ferro que exportavam para alguns países, levam no pacote o futebol. No século XIX, tinham grande influência sobre o Brasil, fruto de séculos de colonialismo sobre Portugal e, por isso, esse esporte logo ganhou adeptos entre os brasileiros da elite.

Nas resenhas esportivas dos jornais, a terminologia era inglesa: sport, team, match, corner, scratchman, placard, club. Ganhando legitimidade social, passou a suplantar o turfe e o ciclismo. Mas a bola de futebol caiu igualmente nos pés das camadas populares. Embora não fizessem parte dos seletos clubes ou freqüentassem colégios privados, o futebol é praticado nos terrenos baldios pela arraia miúda.

Desconhecendo ainda as regras estritas desse novo esporte, nasce o “pega” entre os populares, com chutes fortes, pontapés, corridas loucas atrás da bola, uma verdadeira “pelada”. O jornal A Paz, de 1913, noticiou o 1º clube de futebol em Nova Friburgo: Friburgo Football Club, formado por rapazes da elite da cidade.

Conquista a classe popular e no ano seguinte é criado o Esperança Futebol Clube, formado por operários da cidade. Em 1925, surge o Clube Sírio-Libanês, patrocinado pela colônia de libaneses. Surgem divergências dentro Friburgo Football Club e os dissidentes formam em 1921, o Fluminense Atlético Clube. Serão estas quatro equipes que irão formar a Liga Friburguense de Desportos, fomentando os campeonatos na cidade.

O futebol se dissemina em Nova Friburgo e começam a surgir os times de bairro, da Segunda Divisão da cidade:

Esporte Clube de Santa Luiza (Cônego);

Esporte Clube São Pedro (Duas Pedras);

Amparo Futebol Clube;

Futebol Clube Conselheiro Paulino;

Serrano Futebol Clube (Olaria);

Esporte Clube Vilage;

Esporte Clube Saudade;

Esporte Clube Filó (fundado em 1940);

Flamenguinho;

América Futebol Clube, alguns com existência efêmera, a exemplo do Esporte Clube Brasil, que durou apenas nove meses. O que mantinha estes clubes era o mecenato, a exemplo das famílias Guinle, Sertã e Spinelli.

Por exemplo, César Guinle doou a área onde é hoje o campo do Friburguense Atlético Clube, homenageando seu pai, Eduardo Guinle, com o nome do estádio. O então prefeito César Guinle doou tanto propriedades particulares como áreas pertencentes à municipalidade para diversos clubes.

A família Sertã doou o terreno do atual estádio do Nova Friburgo Futebol Clube. Nessa época, os jogadores não recebiam remuneração, no máximo o “bicho”, um prêmio obtido pelos clubes com a renda dos jogos. Quando se desejava contratar um bom jogador, um “cobra”, oferecia-lhe um bom emprego e trazia-o para o time do ofertante.

O futebol, sempre depois da missa de domingo, era a forma de sociabilidade de homens, mulheres e crianças. Ângelo Ruiz nos informa que “os rapazes da cidade logo abraçaram o futebol, pois já estavam fartos de pic-nics, bailes, namoros melosos e outros passatempos da época.

Em 1979, o futebol em Nova Friburgo se profissionaliza. Promove a fusão do Fluminense com o Serrano e torna-se o Friburguense Atlético Clube. No entanto, a profissionalização extingue os demais clubes de futebol, pois os campeonatos da cidade ficam desarticulados.

O Friburgo Futebol Clube, o “primo rico do futebol friburguense”, se fundiu com o Esperança dando origem ao Nova Friburgo Futebol Clube, em 16 de setembro de 1979. Este clube conta atualmente com um expressivo patrimônio.

Porém, o seu maior dote, o time de futebol, não existe mais. Até 1950, o futebol de Nova Friburgo foi cercado de tensões entre classes sociais e étnicas.

Quando o Friburgo Futebol Clube passou a aceitar membros das classes populares e negros, um grupo se desligou do clube e fundou o Fluminense Futebol Clube. Mas o preconceito racial era um fenômeno nacional.

Em 1907, a Liga Metropolitana de Sports Atléticos, do Rio de Janeiro, enviou aos seus associados um comunicado que informava que a sua diretoria, por unanimidade de votos, resolvera que não seriam registrados “como amadores nesta liga as pessoas de cor”.  Por esses fatos, percebe-se que nem sempre havia fairplay no futebol brasileiro.

FONTE: Janaína Botelho é professora de História do Direito na Universidade Candido Mendes e autora de diversos livros sobre a história de Nova Friburgo

http://acervo.avozdaserra.com.br/colunas/historia-e-memoria/a-historia-do-futebol-em-nova-friburgo

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Achados em Minas Gerais

Estava pesquisando sobre a segundona de MG e achei essas duas fotos, não sei se é inédito. Ambas equipes disputaram a segundona, o Fama de Patrocinio em 1977 e o Metalurgico de João Monlevade em 1969. Pela foto dá para refazer os escudos.

Fonte: Facebook Patrocínio Meu Amor

Fama Esporte Clube

Clube Atlético METALÚRGICO (João Monlevade)
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Dúvidas no Amapá!!!Nos ajude…

Amigos bom dia,

Estou fazendo uma Enciclopédia que terá vários fascículos. Neste processo neste momento estou no Brasil e colocarei algumas dúvidas que eu tive.O Sergio Mello já me tirou algumas, mas abaixo seguem minhas colocações, quem puder ajudar a História do Futebol agradece.

Clube Atletico Londrina- escudo bem diferente do que tem na internet, parece do Coritiba.

Clube Atlético Aliança- foto do uniforme

União Esporte Clube – tenho um escudo como União FC, mas já sei que é Esporte Clube

Araguary Futebol Clube de Macapá, disputou a segunda divisão, consegui as cores, verde e branco da camisa.

Fonte:Facebook

Associação Recreativa 13 de Setembro Esporte Clube e
Associação 13 de Setembro Esporte Clube, aparentemente são dois clubes diferentes, o primeiro é de Mazagão Velho e se fundiu com mais 3 clubes para formar o MV-13, o segundo é de Macapá e disputou a segunda divisão.O uniforme do de Mazagão segundo descrição de um ex-jogador é diferente do de Macapá.

Associação Recreativa 13 de Setembro de Mazagão Velho.
Uniforme branco com listras azul e vermelho, cores da Bandeira do Contestado.Uma pena o abandono do nome e das cores, ambos homenageavam o Amapá.

13 de Setembro de Mazagão Velho

na lista de filiados na cbf 2005 tem dois guaranis, o Guarany tradicional e o Guarani Esporte Clube.

O MV-13 os dois escudos estão valendo, segundo o Sergio Mello

O Gremio Sampaio, tbm descubri que o escudo não tem nada haver com esse que rola na internet, que tem de ver de onde surgiu, o escudo como vc pode ver no uniforme, homenageia o Regimento Sampaio do Exercito

É isso espero ter agregado, mesmo meu interesse n ser Brasil, nos ajude!!

Fonte: HISTÓRIA DO FUTEBOL AMAPAENSE

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Futebol de Antonina

Nos últimos anos, poucas notícias têm chegado com respeito a atividades oficiais promovidas pela veterana Liga Antoninense de Futebol, inclusive temos notado a ausência de equipes representativas daquela hospitaleira cidade na maior competição amadora do Estado, a famosa Taça Paraná. O leitor Fábio Miguel Tavares, antoninense de nascimento e que atualmente reside em Curitiba, acompanha diariamente a coluna Suburbana e solicita informações sobre as equipes que representaram  a cidade de Antonina até  agora na Taça Paraná.

As participações:

Antes mesmo da 1.ª Taça Paraná realizada em 1964, o CA Batel de Antonina participou do II Campeonato Amador do Estado vencido pelo Monte Alegre em 1962 e só não chegou à final porque havia vencido o famoso CAMA nas penalidades por 11×9, mas as cobranças foram consideradas irregulares e a FPF determinou que o time voltasse até Monte Alegre para repetir as cobranças. Não foi aceito e o time rubro-verde antoninense ficou de fora.

Times que disputaram a Taça Paraná:

1964: XV de Novembro, 1965: Batel, 1966: 29 de Maio, 1967: Batel, 1968: Matarazzo, 1969: Batel, 1970: Estiva, 1973: Estiva, 1974: Ceará, 1976: Ceará, 1977: Ceará, 1981: 29 de Maio, 1982: Ceará, 1984: Guará, 1985: Guará, 1986: Guará, 1987: Ceará, 1992: 29 de Maio, 1994: Guará e Vasco da Gama, 1995: Juventus.

Resumo: Ceará participou 5 vezes; Guará, 4; Batel e 29 de maio, 3; Estiva, 2; Juventus, Matarazzo, XV de Novembro e Vasco da Gama, 1 vez cada. Esperamos que Antoninase faça representar nas próximas edições da Taça Paraná.Está fazendo falta.

Fonte: http://www.parana-online.com.br







http://www.parana-online.com.br
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