Arquivo da categoria: Pará

Tuna Luso Comercial – Campeã Paraense de 1948

A Tuna Luso Comercial conquista após 7 anos de jejum o título de Campeão Paraense de 1948. Abaixo a campanha da campeã:

13.06.1948
Tuna Luso 1×1 Auto Clube, em Belém
27.06.1948
Tuna Luso 5×3 Remo, em Belém
18.07.1948
Tuna Luso 3×0 Paulista, em Belém
22.08.1948
Tuna Luso 4×1 Paysandu, em Belém
12.09.1948
Tuna Luso 0x2 Remo, em Belém
06.11.1948
Tuna Luso 2×1 Paulista, em Belém
05.12.1948
Tuna Luso 3×1 Paysandu, em Belém
11.12.1948
Tuna Luso 3×1 Auto Clube, em Belém
19.12.1948
Tuna Luso 2×0 Remo, em Belém
26.12.1948
Tuna Luso 1×2 Paysandu, em Belém
22.01.1949
Tuna Luso 1×1 Paulista, em Belém

Fonte: Gazeta Esportiva / SP e Arquivos do Autor

Torneio Início Paraense – 1919

Data: 18 de maio de 1919
Local: Belém - PA

1º jogo  - Paysandu 2x0 Luso
2º jogo  - Nacional 0x0 Brasil (2x1 esc)
3º jogo  - Remo 2x0 União Esportiva
4º jogo  - Paysandu 2x0 Nacional
Final    - Paysandu 1x0 Remo

Campeão - Paysandu Sport Club (Belém)

Fonte: O Imparcial / RJ

Torneio Quadrangular de Natal – 1956

LOCAL: ESTÁDIO JUVENAL LAMARTINE, EM NATAL - RN

TURNO ÚNICO

26.04.1956	ABC(RN) 	1-1	RIACHUELO(RN)
26.04.1956	AMÉRICA(RN)	2-2	TUNA LUSO(PA)
29.04.1956	TUNA LUSO(PA)	3-1	RIACHUELO(RN)
29.04.1956	AMÉRICA(RN)	2-0	ABC(RN)
01.05.1956	AMÉRICA(RN)	2-1	RIACHUELO(RN)
01.05.1956	ABC(RN) 	2-0	TUNA LUSO(PA)

CAMPEÃO - AMÉRICA FUTEBOL CLUBE (NATAL - RN)

Fonte: O Poti / RN

Torneio Início Paraense – 1920

DATA: 09 DE MAIO DE 1920
LOCAL: BELÉM - PA

1º JOGO	PAYSANDU	0-0	LUSO (3-1 ESC)
2º JOGO	NACIONAL	0-0	BRASIL (1-0 ESC)
3º JOGO	REMO    	1-1	UNIÃO ESPORTIVA (1-0 ESC)
4 JOGO	PAYSANDU	2-0	RECREATIVA
5º JOGO	REMO    	1-1	NACIONAL (3-1 ESC)
FINAL	REMO     	1-1	PAYSANDU (1-0 ESC)

# CAMPEÃO - CLUBE DO REMO (BELÉM - PA)

Fonte: Arquivos do Autor

Santa Maria F.C. – Santa Maria do Pará (PA): É a novidade no Estadual da Segundona de 2018

O Santa Maria Futebol Clube é uma nova agremiação do Município de Santa Maria do Pará que fica a 117 quilômetros da capital Belém (PA). Fundado neste ano de 2018, tem como um dos padrinhos, o ex-jogador de futebol Almir Conceição, que atuou em clubes como Remo, Tuna e Castanhal na década de 90.

O ex prefeito e desportista Lucivandro Melo preside o clube, que tem como vice o também desportista e ex-vereador Walter Araújo, que fizeram a regularização junto a Federação Paraense de Futebol (FPF). Dessa forma, o Santa Maria irá debutar no Campeonato Paraense da Segunda Divisão de 2018, a chamada Segundinha.

 

Clube terá o apoio da Prefeitura

A Prefeitura Municipal vai apoiar o projeto juntamente com empresários locais. A equipe a ser formada, buscará atletas locais para compor a base do plantel. O ex zagueiro Almir Conceição e Márcio Alan, que tem trabalho realizado com atletas de base, são nomes, dentre outros, que estarão no comando técnico da nova equipe. A diretoria do novo clube irá em breve, num coquetel, apresentar o projeto Santa Maria Futebol Clube à sociedade, empresários e imprensa.

 

FONTE: M. Diário Online

Foto Rara, dos anos 60: Grêmio Desportivo Combatentes – Belém (PA)

Fora fundado em 1945 como Associação dos Ex-Combatentes do Brasil, que congregava e representava os ex-pracinhas de Exército, Marinha e Aeronáutica da 2ª Guerra Mundial, que serviram na FEB-Força Expedicionária Brasileira, cuja sede era no Largo de São Braz.

O propósito maior era amparar e representar junto ao governo e a sociedade, esses bravos militares. Em 1951 criavam um clube de futebol profissional com o mesmo nome desta associação, preservando a nomenclatura até 1958. Já em 1959 resolveu-se lhe dar novo nome, passando assim a se denominar Grêmio Desportivo Combatentes, com características de social e assistencial, com sede agora, na Tv. 1º de Queluz,264, no Bairro de Canudos, Belém (PA).

O Grêmio Desportivo Combatentes deu continuidade à primitiva história por longos 23 anos, disputando o Campeonato Paraense, de igual para igual com Remo e Paysandu, até 1972 -, há registro de que sua melhor performance fora em 1968, quando chegou em terceiro lugar no certame.

Tinha como cores-símbolo o vermelho e branco, e revelou bons jogadores como, os goleiros Asas (atuou no Remo, Paysandu e Seleção Paraense) e Alberto (este natural de Sta. Izabel do Pará), os zagueiros, Socó e J.Alves, além dos atacantes, Zizi,Tatá, Adinamar, dentre tantos outros. O Grêmio Desportivo Combatentes hoje, consta como desativado para os arquivos da Federação Paraense de Futebol.

Combatentes: de “Zé Pracinha” a “Carcará”

A primitiva Associação dos Ex- Combatentes –Secção do Pará –o nome decorria em razão de seus primeiros dirigentes terem sido integrantes da Força Expedicionária Brasileira (FEB) que participou da segunda guerra mundial na Itália – disputou pela primeira vez o campeonato paraense quase ao inicio da segunda metade do século passado. Mais precisamente em 1952. E teve participação destacada no campeonato estadual revelando nomes como o de Asas (goleiro) que jogou depois no Paissandu e no Remo; Socó, excelente centro-médio que por quase uma década vestiu a camisa azul-marinho, além de Navarro, um zagueiro central que foi contratado pelo Madureira carioca.

O time foi apelidado – provavelmente por Mestre Calá, um dos mais longevos e criativos cronistas da mídia impressa paraense – e que depois (final dos anos 1960) carimbaria o time como “Carcará”, em alusão à música cantada por Maria Bethânia, um dos maiores sucessos daquele tempo.

Não cheguei a ver o “Zé Pracinha” jogar. Fiquei na fase intermediária entre um e outro cognome. Mas durante o tempo em que disputou o campeonato paraense – até 1973 – é inegável que o Grêmio Desportivo Combatentes (nova denominação a partir de 1967) alternou regulares e boas equipes. Para mim, o time de 1968 (“Carcará”) foi o melhor de todos. A começar pelo goleiro Cabi e seu reserva Fadel, contando ainda com o experiente lateral Ailzo, os zagueiros Moacir, Roberto e Caramuru; o meio- campo constituído por Grim e Cláudio e um ataque goleador que contava entre outros com Roger, Jaster, Freitas, Adinamar, Santos e Amaral. Ao final do campeonato, vários deles foram para o Remo: a dupla de meio campo, além dos atacantes Santos, Adinamar e Amaral (Paissandu e depois Remo).E ainda Roberto contratado pelo Papão e Freitas pela Tuna. Titulares e reservas estavam à altura um do outro. Era um elenco dos mais qualificados de todos os tempos.

O “Carcará” ficou famoso naquele campeonato e não perdeu nenhum de seus jogos para o Paissandu e nem para a Tuna. Dos três grandes, só o Remo conseguiu vencer a equipe de Canudos. O Leão inclusive, foi o campeão invicto naquele ano.

 

FONTES: Ponta de Gol – Memória do futebol e rádio esportivo paraense – Blog do Lino