Arquivo da categoria: Campeonato Brasileiro – Série B

1º Escudo: ICASA Sport Clube – Juazeiro do Norte (CE)

Por Sérgio Mello

O ICASA Sport Clube (Atual: Associação Desportiva Recreativa Cultural Icasa) é uma agremiação do município de Juazeiro do Norte, situado na Região Metropolitana do Cariri, que fica a 491 km da capital (Fortaleza) do estado do Ceará. A localidade conta com uma população de 286.120 habitantes, segundo o Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2022.   

História

Em 1947, foi criada a Indústria e Comércio de Algodão SA – ICASA. Algum tempo depois, a direção da firma fez um campo de futebol, para que os operários pudessem jogar aos domingos, como uma forma de lazer e integração.  

A partir daí nasceram dois times: Algodão (da fábrica de algodão) e o Óleo (fábrica do óleo). A implementação foi um sucesso instantâneo. Os jogos eram disputados e o assunto durante a semana era sobre o futebol entre as duas equipes.

A continuidade das partidas de futebol entre as equipes do Óleo e a do Algodão levou a direção da indústria ao sonho de criar um time forte, que a representasse na disputa do Campeonato Municipal, promovido anualmente no campo da Liga de Desporto Juazeirense (LDJ).

Quanto à determinação dos entusiastas… Não bastava só participar, se a equipe tivesse que entrar no campeonato, seria pra ser vencedora, afinal era a reputação da indústria que estava em jogo!

Nessa época, o time dos motoristas de praça (taxistas) de Juazeiro, estava desfazendo sua agremiação (Volante Atlético Clube) e, sabendo da intenção da direção da indústria em formar um time para disputar o campeonato municipal, fundiu-se ao quadro de funcionários da indústria.

Nasce o ICASA Sport Clube

Assim, às 9 horas da manhã, da quarta-feira, do dia 1º de Maio de 1963, ‘Dia Internacional do Trabalhador’, foi Fundado o ICASA Sport Clube, numa solenidade festiva nas dependências da Indústria e Comércio de Algodão Sociedade Anônima (ICASA), sob inflamado discurso e com uma forma de divulgar o nome da indústria. O industrial Teodoro de Jesus Germano, o ‘Doro Germano’ foi o 1º Presidente.

A origem das cores e distintivo

As cores escolhidas do escudo e do uniforme: O verde representando a folha do algodão e, o branco, a pluma. O pintor da indústria foi chamado para desenhar o emblema da camisa, representando a engrenagem de uma máquina de beneficiamento de algodão, contendo, em seu interior, o nome da indústria ICASA, sendo que a letra “I” seria desenhada na forma de uma chaminé.

ICASA Campeão juazeirense de 1969.
EM PÉ (esquerda para direita): Azul, Zé do Carmo, Ramos, Zé Cicero, Nena, Pirajá e Isaias (massagista); AGACHADOS (esquerda para direita): Raimundo Pio, Dote, Caçote, Joãozinho, Geraldino e Gilson.

Nove títulos Juazeirense em uma década

Logo no 1º ano, o Icasa Sport Clube surpreendeu a todos, desbancando os favoritos e se consagrando campeão juazeirense de 1963 e vice-campeão no ano seguinte. Daí pra frente, nos anos de 1965, 1966, 1967, 1968 e 1969 só deu Icasa se sagrando pentacampeão Citadino.

O futebol bonito do Icasa encantava a todos. A cada jogo, aumentava o número de pessoas vindas até das cidades circunvizinhas, que queriam ver a equipe habilidosa do Icasa em campo.

Assim o escrete da vitória foi cativando torcedores por toda região do Cariri, dando início à “era de ouro do futebol juazeirense”.

Antigo Estádio Romeirão - Capacidade para 10 mil pessoas

Estádio Romeirão e a Sede Social

Na sexta-feira, do dia 1º de Maio de 1970, dia do 7º aniversário do Icasa, a capital da fé amanheceu mais uma vez em festa, desta vez, o município inaugurava o seu estádio de futebol, carinhosamente denominado:

Estádio Romeirão, em homenagem aos fiéis romeiros do Padre Cícero. Afinal, a cidade já tinha uma grande equipe de futebol, com uma legião de torcedores a altura que justificasse tal empreendimento.

O jogo inaugural contou com a vitória do Cruzeiro (MG) sobre o Fortaleza (CE), pelo placar de 3 a 0. O 1º gol foi assinalado por Evaldo. Mais de 20 mil pagantes compareceram para prestigiar o jogo inaugural.

A sua Sede fica localizado na Rua Frei Damião, nº 1.720ª, no Bairro Lagoa Seca, em Juazeiro do Norte/CE. Já a Arena Romeirão fica localizado na Avenida Presidente Castelo Branco, nº 4.464, no bairro Pirajá, em Juazeiro do Norte/CE.

Sede social do ICASA

O porquê das estrelas no escudo

No Romeirão, o Icasa consagrou sua hegemonia, dando continuidade a uma sequência de conquistas, ganhando os títulos nos anos de: 1970, 1971 e 1972. Bordando em seu emblema oito estrelas, que representam os oito títulos seguidos, octacampeão do campeonato da Liga de Desporto Juazeirense (LDJ).

Ingressou no profissionalismo

A nova Arena Romeirão – Capacidade atual para 17.230 pessoas

Diante do grande sucesso, o ICASA resolveu alçar voos maiores e, em 1973, se profissionalizou e se filiou a Federação Cearense de Futebol (FCF). De lá pra cá foram 15 participações no Campeonato Cearense da 1ª Divisão, onde alcançou os seus melhores resultados em 2005, 2007 e 2008, quando terminou com o vice-campeonato.

Títulos e participações em âmbito nacional

Faturou três títulos do Campeonato Cearense da 2ª Divisão, em 2003, 2010 e 2020. Na esfera nacional, o ICASA debutou no Campeonato Brasileiro da Série C, de 1995. Ao todo, foram sete edições da Série C, obtendo o seu melhor resultado o vice de 2012.

No Campeonato Brasileiro da Série D, foram duas participações: 2016 e 2022, sem destaque. No Campeonato Brasileiro da Série B, foram quatro edições: 2010, 2011, 2013 e 2014. Melhor campanha foi 5º lugar, em 2013. Já na Copa do Brasil foram cinco participações, obtendo o melhor desempenho em 2009, quando avançou até as Oitavas de final.

HINO (Letra e Música: Luiz Fidélis)

O verde vale do Cariri

É a bandeira do nosso esquadrão

Desfraldada sobre a maior torcida

Numa só corrente, de mão em mão

Meu padim nos gramados do céu

É mais um craque a orar meu Verdão

A fé nos conduz à vitória

Icasa eterno campeão

Icasa

Temos forças pra lutar, Uh! Tererê!

Icasa estamos do teu lado, Uh! Tererê!

Não importa o resultado, Uh! Tererê!

O que importa é te amar

Vamos jogar para vencer, Uh! Tererê!

Não temos nada a temer, Uh! Tererê!

Icasa estamos aí És a paixão do meu Cariri.

ARTE: desenho do escudo e uniforme – Sérgio Mello

Colaborou: Fabiano Batista

FOTOS: Blog do Kempes – Google Maps – Acervo de Alemberg Quindins

FONTES: Livro “ICASA do Meu Coração”, de Alemberg Quindins – Feeração Cearense de Futebol (FCF)

Mixto no Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão de 1971

O Mixto Esporte Clube foi o representante de Cuiabá no Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão de 1971, depois de vencer a Seletiva. Foram dois jogos contra a Ponte Preta de Campinas.

 

Mixto 0 x 2 Ponte Preta

Data: 21/11/1971

Validade: Campeonato Brasileiro Segunda Divisão

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Renda: Cr$ 29.220,50

Árbitro: Jarbas de Castro Pedras (Federação Mineira de Futebol)

Gols: Manfrini 18 do 1º e Adilson 32 do 2º tempo

Mixto: Walter, Treme Terra, Felizardo, Glauco, Luziano Adão, Jaburu, Fernandão, Filinto, Cunha (Arnon), Wilson e Ozir (JK).

Ponte Preta: Wilson, Marinho, Dagoberto, Valdir, Santos, Mosca (Paulo Jorge), Manfrini, Ditinho, Serginho, Pedro Paulo (Ferreirinha) e Adilson.

 

Ponte Preta 3 x 0 Mixto

Data: 28/11/1971

Validade: Campeonato Brasileiro Segunda Divisão

Local: Estádio Moisés Lucarelli (Campinas-SP)

Renda: Cr$ 16.514,00

Árbitro: Carlos Costa

Gols: Paulinho, Manfrini e Ditinho

Ponte Preta: Valdir Peres, Marinho, Dagoberto, Valdir, Santos, Mosca, Serginho, Ditinho, Pedro Paulo (Paulinho), Manfrini e Adilson (Tuta).

Mixto: Walter, Treme Terra, Felizardo, Glauco, Luziano Adão, Jaburu, Fernandão, Rômulo, Ozir, Wilson e Arnon.

 

Fonte: Jornal O Estado de Mato Grosso e História da Associação Atlética Ponte Preta Vol. IV (1971-1977)

Campanha do Clube Esportivo Operário Varzeagrandense no Brasileiro da Série B – 1992

Paraná 4 x 0 Operário (VG)

Data: 09/02/1992

Local: Estádio Vila Capanema (Curitiba)

Árbitro: Antônio Rogério Osório

Renda: Cr$ 19.725.000,00

Publico: 4.843

Gols: Adoilson aos 10′, Alcântara aos 53′, Adoilson aos 67′ e Neguinho aos 68′.

Paraná: Luis Henrique; Balu, Servilio, Gralak e Ednelson; Roberto Alves (Neguinho), Marquinhos Ferreira, Adoilson e Serginho; Sérgio Luis e Alcântara (Saulo).

Operário: Jailton; Jocélio, Jailson, Paulo Henrique e Kleber; Márcio Ramos (Gilmar), Zé Carioca, Gerson Lopes (Dito Siqueira) e Carlinhos; Niltinho e Franz.

 

Operário (VG) 0 x 2 Grêmio

Data: 12/02/1992

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Árbitro: Edson Resende de Freitas

Renda: Cr$ 6.035.000,00

Publico: 5.600

Gols: Juninho aos 32′ e Caio aos 65′.

Operário: Jailton; Jocélio, Jailson, Paulo Henrique e Kleber; Tostão (Gilmar), Zé Carioca, Dito Siqueira e Márcio Ramos; Franz (Gerson Lopes) e Niltinho.

Grêmio: Emerson; Chiquinho, Vilson, Grotto e Lira; Pino, Jandir, Juninho (Assis) e Caio; Alcindo e Sinval.

 

Operário (VG) 0 x 1 Ponte Preta

Data: 16/02/1992

Hora: 17:00

Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)

Árbitro: Dario Souza Campos

Renda: Cr$ 13.458.000,00

Publico: 4.005

Gol: Edenilson aos 70′.

Operário: Vitor; Marquinhos Capixaba, Jailson, Edgar e Rangel; Kleber (Carlinhos), Gerson Lopes, Dito Siqueira e Franz; Niltinho e Robert (Márcio Ramos).

Ponte Preta: Brigatti; Roberto Teixeira, Júnior, Pedro Luiz e Branco; Serginho Carioca, Luiz Carlos Goiano, Valdecir e Alexandre Alves (Celso Luiz); Ciro e Claudinho (Edenilson).

 

Operário (VG) 2 x 1 Londrina

Data: 19/02/1992

Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)

Árbitro: Getúlio Barbosa de Souza Júnior

Renda: Cr$ 6.984.000,00

Publico: 2.050

Gols: Robert aos 25′, Dito Siqueira aos 35′ e Alaor (L) aos 65′

Operário: Vitor; Marquinhos Capixaba, Edgar, Jailson e Rangel; Dito Siqueira, Juares (Zé Carioca), Gerson Lopes (Niltinho Goiano) e Robert; Carlinhos e Franz.

Londrina: Anselmo; Nilson, João Neves, Márcio Alcântara e Alexandre (Alaor); Roberto, Tadeu, Marquinhos (Celso Reis) e Édson Maradoninha; Marcos Severo e Aléssio.

 

América (MG) 4 x 1 Operário (VG)

Data: 23/02/1992

Local: Estádio Independência (Belo Horizonte)

Árbitro: Marques Dias da Fonseca

Renda: Cr$ 8.764.000,00

Publico: 2.918

Gols: Casagrande aos 28′, Flávio aos 51′, Róbson aos 73′, Casagrande aos 74′ e Dito Siqueira aos 75′

América: Milagres; Amarildo, Ricardo, Isaac e Ronaldo; Lelei, Dudu, Flávio e Róbson; Euller e Casagrande.

Operário: Vitor; Marquinhos Capixaba, Edgar, Jailson e Rangel; Juares, Gerson Lopes, Dito Siqueira e Robert (Paulo Sérgio); Franz (Zé Carióca) e Carlinhos.

 

Operário (VG) 2 x 2 Operário (CG)

Data: 08/03/1992

Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)

Árbitro: Antônio Pereira da Silva

Renda: Cr$ 9.345.000,00

Publico: 2.699

Gols: Indio aos 6′, Carlão aos 15′, Niltinho aos 51′ e Robert aos 58′

Operário (VG): Vitor; Marquinhos Capixaba, Edgar, Jailson e Rangel; Niltinho Goiano, Juares, Dito Siqueira e Niltinho; Carlinhos (Paulo Sérgio (Tostão)) e Robert.

Operário (CG): Rogério; Márcio Vieira, Gonçalves, Zé Ronaldo e Marcos Adriano; Miel, Branco (Cáceres), Biro Biro e Waldir; Carlão (Daniel) e Indio.

 

São José (SP) 2 x 1 Operário (VG)

Data: 11/03/1992

Local: Estádio Martins Pereira (São José dos Campos)

Árbitro: Carlos Elias Pimentel

Renda: Cr$ 6.028.999,00

Publico: 1.921

Gols: Roger aos 36′, Edgar aos 45′ e Rizza aos 92′.

São José: César; Luiz Antônio, Joãozinho, Zeca e Bolé; Rizza, Adilson, Bentinho e Silvinho (Zé Carlos); Roger e Bandeira (Esquerdinha).

Operário: Vitor; Marquinhos Capixaba, Edgar, Ozéias e Jailson; Paulo Henrique, Dito Siqueira, Juares e Niltinho Goiano; Robert (Tiganá) e Niltinho (Tostão).

 

Operário (VG) 1 x 5 São josé (SP)

Data: 18/03/1992

Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)

Árbitro: Dario Souza Campos

Renda: Cr$ 3.642.000,00

Publico: 997

Gols: Niltinho Goiano aos 4′, Mathias aos 7′, Silvinho aos 51′, Bandeira aos 76′, Roger aos 81′ e aos 87′.

Operário: Vitor; Marquinhos Capixaba, Jailson, Edgar e Paulo Henrique (Tostão); Rangel, Niltinho Goiano, Juares e Dito Siqueira; Niltinho (Paulo Sérgio) e Robert.

São José: César; Luiz Antônio, Joãozinho, Zeca e Rizza; Bolé, Adilson, Bentinho (Esquerdinha) e Silvinho; Mathias (Roger) e Bandeira.

 

Londrina 3 x 1 Operário (VG)

Data: 22/03/1992

Local: Estádio do Café (Londrina)

Árbitro: Luis Cunha Martins

Renda: Cr$ 23.220.000,00

Publico: 4.893

Gols: Robert aos 35′, Marcos Severo aos 67′ e aos 68′; Edson Maradoninha aos 92′

Londrina: Anselmo; Xande, Márcio Alcântara (Marquinhos), Souza e Alexandre (Paulinho); Roberto, Luis Carlos Gaúcho, Édson Maradoninha e Tadeu; Marcos Severo e Aléssio.

Operário: Vitor; Marquinhos Capixaba, Jailson, Edgar e Ozéias; Paulo Henrique (Caçapava), Rangel, Tostão (Tiganá) e Dito Siqueira; Niltinho e Robert.

 

Operário (VG) 1 x 1 Paraná

Data: 26/03/1992

Local: Estádio Presidente Dutra (Cuiabá)

Árbitro: Getúlio Barbosa de Souza Júnior

Renda: Cr$ 2.330.000,00

Publico: 466

Gols: Marquinhos Capixaba aos 11′ e Saulo aos 57′.

Operário: Vitor; Marquinhos Capixaba, Ozéias, Jailson e Paulo Henrique (Niltinho Goiano); Tostão (Caçapava), Juares, Dito Siqueira e Toninho; Niltinho e Robert.

Paraná: Luis Henrique; Balu, Servilho, Gralak e Ednélson; Roberto Alves, Ney Santos, Adoilson (Alcântara) e Serginho; Maurilio e Saulo.

 

Ponte Preta 1 x 0 Operário (VG)

Data: 29/03/1992

Local: Estádio Moisés Lucarelli (Campinas)

Árbitro: Dalmo Bozzano

Gol: Claudinho aos 89′

Ponte Preta: Mauricio; Roberto Teixeira, Hélio, Júnior e Branco; Serginho Carioca, Darci, Pianelli (Edilson) e Ciro (Gustavo); Claudinho e Alexandre Alves.

Operário: Tonhão; Jocélio, Ozéias, Jailson e Indio; Tostão (Paulo Sérgio), Niltinho Goiano, Juares e Toninho; Dito Siqueira e Caçapava (Miltinho).

Obs: O Jogo foi realizado com Portões Abertos, sem cobrança de ingresso.

 

Operário (VG) 0 x 2 América (MG)

Data: 01/04/1992

Local: Estádio Governador José Fragelli (Cuiabá)

Árbitro: Léo Feldmann

Renda: Cr$ 2.808.000,00

Publico: 602

Gols: Róbson aos 61′ e Euller aos 88′

Operário: Vitor; Jocélio, Marquinhos Capixaba, Jailson e Ozéias; Paulo Henrique (Paulo Sérgio), Juares, Dito Siqueira e Toninho (Tostão); Miltinho e Caçapava.

América: Milagres; Amarildo, Marins, Ricardo e Ronaldo; Taú, Dudu (Helinho), Flávio e Róbson; Euller e Casagrande (Gutemberg).

 

Operário (CG) 3 x 1 Operário (VG)

Data: 05/04/1992

Local: Estádio Pedro Pedrossian (Campo Grande)

Árbitro: Hélio Correa

Renda: Cr$ 602.000,00

Publico: 167

Gols: Toninho aos 7′, Branco aos 56′, Naldinho aos 76′ e Joel Marcos aos 88′

Operário (CG): Marcilio; Dorival, Cocada, Márcio Vieira e Joel Marcos; Miel, Biro Biro (Naldinho), Paulo César e Branco (Carlos Alberto); Indio e Carlão.

Operário (VG): Vitor; Jocélio, Marquinhos Capixaba, Ozéias e Jailson; Paulo Henrique (Tiganá), Tostão, Niltinho Goiano e Toninho; Paulo Sérgio e Caçapava.

 

Grêmio 7 x 1 Operário (VG)

Data: 08/04/1992

Local: Estádio Olimpico (Porto Alegre)

Árbitro: Wilson Carlos dos Santos

Renda: Cr$ 74.280.000,00

Publico: 56.450

Gols: Lira aos 18′, Carlinhos aos 20′, Cuca aos 37′, Juninho aos 40′, Marquinhos Capixaba aos 44′, Caçapa aos 58′, Biro Biro aos 65′ e Caio aos 77′.

Grêmio: Emerson; Chiquinho, Luciano, Vilson e Lira; Jandir (João Marcelo), Biro Biro, Caçapa e Juninho; Caio e Cuca.

Operário: Vitor; Marquinhos Capixaba, Tiganá, Jocélio e Ozéias; Jailson, Paulo Henrique (Indio), Paulo Sérgio e Toninho; Miltinho e Caçapava (Tostão).

 

Fonte: Jornal A Gazeta/João Lopes (Súmulas Tchê)/Rodolfo Stella

 

 

Taça de Prata de 1983: Resultados e classificação da Segunda Fase até o final

Segunda Fase da Taça de Prata – 1983

1ª Rodada (Domingo, 27 de fevereiro de 1983)

Guarany (CE)

6

X

3

Uberaba (MG)

Londrina (PR)

1

X

0

Bangu (RJ)

Americano (RJ)

2

X

0

Itumbiara (GO)

Central (PE)

3

X

0

Maranhão (MA)

2ª Rodada (Quarta-feira, 02 de março de 1983)

Santa Cruz (PE)

3

X

1

Guarany (CE)

Botafogo-RP (SP)

3

X

0

Londrina (PR)

Guarani (SP)

0

X

0

Central (PE)

Portuguesa (SP)

1

X

1

Americano (RJ)

3ª Rodada (Sábado, 05 de março de 1983)

Maranhão (MA)

1

X

5

Guarani (SP)

3ª Rodada (Domingo, 06 de março de 1983)

Bangu (RJ)

1

X

1

Botafogo-RP (SP)

Itumbiara (GO)

3

X

2

Portuguesa (SP)

Uberaba (MG)

5

X

0

Santa Cruz (PE)

GRUPO G

CLUBES PG J V E D GP GC SG
Guarani/SP 3 2 1 1 0 5 1 4
Central/PE 3 2 1 1 0 3 0 3
Maranhão/MA 0 2 0 0 2 1 8 -7

GRUPO H

CLUBES PG J V E D GP GC SG
Uberaba/MG 2 2 1 0 1 8 6 2
Guarany/CE 2 2 1 0 1 7 6 1
Santa Cruz/PE 2 2 1 0 1 3 6 -3

GRUPO I

CLUBES PG J V E D GP GC SG
Americano/RJ 3 2 1 1 0 3 1 2
Itumbiara/GO 2 2 1 0 1 3 4 -1
Portuguesa/SP 1 2 0 1 1 3 4 -1

GRUPO J

CLUBES PG J V E D GP GC SG
Botafogo/SP 3 2 1 1 0 4 1 3
Londrina/PR 2 2 1 0 1 1 3 -2
Bangu/RJ 1 2 0 1 1 1 2 -1

Após o Final da Segunda Fase, os quatro primeiros colocados (Americano de Campos/RJ, Botafogo de Ribeirão Preto/SP, Guarani/SP e Uberaba/MG), das chaves G, H, I e J, foram promovidos e entraram direto na Segunda Fase da Taça de Ouro (equivalente a Primeira Divisão Nacional), naquele mesmo ano.

Os segundos colocados de cada grupo (Central de Caruaru/PE, Guarany/CE, Itumbiara/GO e Londrina/PR), avançaram para a Terceira fase da Taça de Prata.

Se juntaram a essas quatro equipes, os 12 clubes de pior campanha da Primeira Fase da Taça de Ouro: Brasília/DF, CSA/AL, Ferroviário/CE, Fortaleza/CE, Galícia/BA, Joinville/SC, Juventus/SP, Mixto/MT, Moto Club/MA, Paysandu/PA, Rio Branco/ES e Treze/PB.

Terceira Fase da Taça de Prata – 1983

Jogos de Ida (Domingo, 13 de março de 1983)

Ferroviário (CE)

1

X

0

Londrina (PR)

CSA (AL)

4

X

1

Guarany (CE)

Rio Branco (ES)

1

X

1

Mixto (MT)

Juventus (SP)

3

X

1

Itumbiara (GO)

Paysandu (PA)

2

X

2

Central (PE)

Treze (PB)

3

X

2

Brasília (DF)

Galícia (BA)

5

X

2

Fortaleza (CE)

Moto Club (MA)

0

X

3

Joinville (SC)

Jogos de Volta (Domingo, 20 de março de 1983)

Londrina (PR) *

3

X

1

Ferroviário (CE)

Guarany (CE)

0

X

0

CSA (AL) *

Mixto (MT) *

2

X

1

Rio Branco (ES)

Itumbiara (GO)

1

X

1

Juventus (SP) *

Central (PE) *

2

X

1

Paysandu (PA)

Brasília (DF) *

3

X

0

Treze (PB)

Fortaleza (CE)

1

X

0

Galícia (BA) *

Joinville (SC) *

4

X

2

Moto Club (MA)

* Os clubes classificados para a próxima fase

Quartas de Final da Taça de Prata – 1983

Jogos de Ida (Domingo, 27 de março de 1983)

Mixto (MT)

1

X

3

CSA (AL)

Brasília (DF)

1

X

0

Central (PE)

Galícia (BA)

2

X

3

Juventus (SP)

Londrina (PR)

0

X

1

Joinville (SC)

Jogos de Volta (Sábado, 02 de abril de 1983)

CSA (AL) *

4

X

1

Mixto (MT)

Central (PE)

1

X

1

Brasília (DF) *

Juventus (SP) *

2

X

1

Galícia (BA)

Joinville (SC) *

1

X

0

Londrina (PR)

 * Os clubes classificados para a próxima fase

Classificaram-se para as semifinais o CSA/AL, Brasília/DF, Joinville/SC e Juventus/SP. O fato curioso é que nenhum dos times que iniciaram a Taça de Prata avançaram. Todos os quatro semifinalistas vieram da Taça de Ouro.

Semifinais da Taça de Prata – 1983

Jogos de Ida (Domingo, 10 de abril de 1983)

Brasília (DF)

0

X

0

CSA (AL)

Joinville (SC)

0

X

0

Juventus (SP)

Jogos de Volta (Domingo, 17 de abril de 1983)

CSA (AL) *

1

X

1

Brasília (DF)

Juventus (SP) *

2

X

1

Joinville (SC)

Final da Taça de Prata – 1983

Jogos de Ida (Domingo, 24 de abril de 1983)

CSA (AL)

3

X

1

Juventus (SP)

Gols: Rômel aos 41 minutos do 1º Tempo para o CSA. Zé Carlos aos 18 e Josenílton aos 31 minutos para o CSA.Ilo aos 41 minutos descontou para o Juventus, no 2º tempo.

Jogos de Volta (Domingo, 1º de maio de 1983)

Juventus (SP)

3

X

0

CSA (AL)

Gols: Gatãozinho aos sete minutos do 1º tempo. Bira aos 33 e Trajano aos 37 minutos do 2º tempo.

Jogos Extra (Quarta-feira, 04 de maio de 1983)

Juventus (SP) *

1

X

0

CSA (AL)

Gol: Paulo Martins, de pênalti, aos 26 minutos do 2º tempo.

* Com o resultado o  Juventus/SP se sagrou Campeão da Taça de Prata de 1983

 

FONTE: Revista Placar

Taça de Prata de 1983 (ficha-técnica): Bonsucesso (RJ) 1 x 3 Operário (MS)

Pela última rodada do Grupo E, da taça de prata, o Bonsucesso encerrou a sua participação com derrota. Jogando em Niterói, acabou derrotado pelo Operário (MS) por 3 a 1.

BONSUCESSO F.C.

1

X

3

OPERÁRIO F.C. (MS)

LOCAL:

Estádio Caio Martins, em Niterói (RJ)

CARÁTER:

Última rodada do Grupo E – Taça de Prata de 1983

DATA:

Domingo, do dia 20 de Fevereiro de 1983

RENDA:

Cr$ 77.600,00

PÚBLICO:

212 pagantes

ÁRBITRO:

Dalmo Bozzano (CBF/SC)

BONSUCESSO F.C.:

Marcelo; Paulinho, Osmar, Edmundo e Denílson; Wilson, Edson (Delacir) e Carlos Alberto; Maurício, Neílson e Vasconcellos. Técnico: Brito

OPERÁRIO (MS)

Paulão; Uchoa (Amarildo), Amauri, Ramiro e João Clovis; Garcia, Cléber e Pastoril; Júlio César, lima e Cléber Ribeiro.Técnico:Carlos Castilho

GOLS:

Wilson aos dois minutos (Bonsuça); Lima aos 24 minutos (Operário); no 1º Tempo. Lima aos seis e 34 minutos (Operário); no 2º Tempo.

FONTE: Revista Placar

Taça de Prata de 1983 (ficha-técnica): Uberaba S.C. (MG) 2 x 0 Bonsucesso (RJ)

A ‘ducha de água fria’ que foi a derrota para o Guarani ainda não tinha sido bem digerida pelo Bonsucesso. E, ironicamente, na penúltima rodada, do Grupo E, da Taça de Prata diante do Uberaba, fora casa, choveu demais, deixando o estado do gramado ruim.

Além do campo, o Bonsucesso não esteve bem. E para piorar o árbitro gaúcho marcou um pênalti duvidoso, convertido pelo adversário. Na segunda etapa, precisando atacar acabou oferecendo o contra-ataque. Resultado foi que o Uberaba aproveitou um e liquidou a fatura.

UBERABA S.C. (MG)

2

X

0

BONSUCESSO F.C.

LOCAL:

Estádio Municipal Engenheiro João Guido, ‘Uberabão‘, em Uberaba (MG)

CARÁTER:

4ª rodada do Grupo E – Taça de Prata de 1983

DATA:

Sábado, do dia 05 de Fevereiro de 1983

RENDA:

Cr$ 1.652.000,00

PÚBLICO:

3.304 pagantes

ÁRBITRO:

José Mocelim (CBF/RS)

UBERABA (MG):

Diron;Joel, Gilvã, Válter Lobão e Aldeir; Joãozinho, celso Sá e Toinzinho; Simões (Edvaldo), Nei (Edson Luís) e Eriel.Técnico:Milton Buzetto

BONSUCESSO F.C.:

Jurandir; Jaime, Osmar, Toninho e Denílson; Wilson, Edson e Carlos Alberto; Maurício,Jorginho e Vasconcellos. Técnico: Brito

GOLS:

Joãozinho, de pênalti, aos 11 minutos (Uberaba); no 1º Tempo. Eriel aos 30 minutos (Uberaba); no 2º Tempo.

FONTE: Revista Placar

Taça de Prata de 1983 (ficha-técnica): Bonsucesso (RJ) 2 x 4 Guarani de Campinas (SP)

Depois de duas partidas como visitante, o Bonsucesso se preparava para fazer o seu primeiro jogo em casa. E a vitória colocaria o Bonsuça com um pé na segunda fase. Porém, o adversário não era qualquer um: Guarani de Campinas (SP), que em 1978 tinha conquistado o inédito título de Campeão Brasileiro da Série A.

Outra vez, eu estive presente nessa partida. O nossa mini torcida organizada, neste dia, viajou no ônibus que levavam os jogadores, comissão técnica e dirigentes. O clima era de total otimismo.

E essa atmosfera se materializou na etapa inicial, onde o Bonsucesso mostrou o mesmo futebol dos últimos jogos. E foi para o intervalo com uma vitória justa pelo placar de 1 a 0. Evidentemente, que a nossa mini torcida ficou aguardando o retorno das duas equipes fazendo contas e sonhando com a sonhada classificação.

Contudo, na etapa final, o Bonsucesso esteve irreconhecível e o Guarani aproveitou para virar o jogo. Em 16 minutos, o Guarani já vencia por 3 a 1. O Bonsucesso despertou e ainda diminuiu para 3 a 2 e foi com tudo para buscar o empate. Mas num rápido e letal contra-ataque o Bugre marcou o quarto tento no finalzinho do jogo.

Até hoje eu ainda não sei o que aconteceu nessa partida. Um time que jogou como time grande e em 45 minutos deixou a vaga se distanciar de uma forma tão estranha. Mistérios do futebol.

BONSUCESSO F.C.

2

X

4

GUARANI DE CAMPINAS (SP)

LOCAL:

Estádio Proletário Guilherme da Silveira Filho, no Bairro de Bangu – Zona Rural (atual zona oeste) do Rio (RJ)

CARÁTER:

3ª rodada do Grupo E – Taça de Prata de 1983

DATA:

Sábado, do dia 29 de Janeiro de 1983

RENDA:

Cr$ 123.600,00

PÚBLICO:

309 pagantes

ÁRBITRO:

Aírton Bernardoni (CBF/RS)

BONSUCESSO F.C.:

Jurandir; Jaime, Osmar, Toninho e Denílson; Wilson, Edson e Carlos Alberto; Maurício,Jorginho e Vasconcellos. Técnico: Brito

GUARANI (SP):

Sidmar; Chiquinho (Toninho), Darci (Henrique), Wilson Gottardo e Zé Mário; Júlio César, Éverton e Vílson Tadei; Luís Müller, Marcelo e Luís Carlos. Técnico: Cláudio Duarte

GOLS:

Carlos Alberto aos 30 minutos (Bonsuça); no 1º Tempo. Marcelo aos cinco minutos (Guarani); Vílson Tadei aos 12 minutos (Guarani); Luís Müller aos 16 minutos (Guarani); Toninho aos 35 minutos (Bonsuça); Marcelo aos 44 minutos (Guarani); no 2º Tempo.

FONTE: Revista Placar