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Sousa Esporte Clube – Sousa (PB): 1º Escudo de 1991 a 1993

O Sousa Esporte Clube é uma agremiação da cidade de Sousa (PB). O “Dinossauro Verde do Sertão” foi Fundado na quarta-feira, do dia 10 de Julho de 1991, a data (dia e mês) corresponde ao aniversário da cidade de Sousa. A mascote do Sousa é um dinossauro devido no século XIX na região ter encontrado pegadas desses animais extintos a milhões de anos. Por isso, o mascote passou a ser um dinossauro.

A patrocinadora na camisa do Sousa Esporte Clube (foto abaixo) era a SAELPA (Sociedade Anônima de Eletrificação da Paraíba). Era uma sociedade de economia mista estadual, formada sob a forma de sociedade anônima de capital fechado. Em 2000, foi privatizada, alterando o nome para Energisa Paraíba.

A sua Sede fica localizada na Rua Feliz Sucupira de Quieroga, nº 03, no Bairro Jardins, em Sousa. A equipe manda os seus jogos no Estádio Municipal Governador Antônio Mariz, o “Marizão” com Capacidade para 13 mil pessoas, que foi construído em 1994. Entre 1991 a 1993, a equipe mandava os seus jogos no município de São Gonçalo, que fica a 18 km de Sousa.

O Sousa começou a competir profissionalmente no Campeonato Paraibano da Segunda Divisão de 1991, e de cara se sagrou campeão. Ficou por 2 anos com participações razoáveis na Série A. Esteve prestes a não disputar o Campeonato Paraibano de Futebol de 1994.

Conseguiu se arrumar na última hora e foi recompensado com o título do ano, tornando-se a 1ª equipe do Sertão a conquistar o Paraibano, fora da ligação João Pessoa-Campina Grande. Em 1995, foi vice-campeão paraibano, perdendo para o Santa Cruz-PB da cidade de Santa Rita, situada na região metropolitana de João Pessoa, time esse que viria a se tornar bicampeão em 1996.

O Sousa ainda disputou a Copa do Brasil de 1995, sendo eliminado (mas com dignidade) pelo Flamengo (RJ). Perdeu os dois jogos por 1 a 0. Na Série C do Brasileirão, o Dinossauro teve uma participação razoável em 1994, mas em 1995 ficou em 23º lugar na competição, fazendo assim sua melhor classificação em torneios de porte nacional na história.

Depois disso, o Sousa amargou disputas para fugir do rebaixamento. Na Elite Paraibana, o time chegou ao “fundo do poço” em 2005, quando venceu apenas três partidas de 14 disputadas. No ano seguinte melhorou um pouco: venceu cinco partidas de 16 disputadas.

A partir de 2007 o Sousa fez as pazes com as grandes campanhas, chegando à final do 1º turno e à semifinal do 2º, garantindo o 3º lugar. Em 2008 disputou a Copa do Brasil, sendo eliminado pelo Vitória (BA) pelo placar de 4 a 1 em casa.

Ficou em terceiro mais uma vez no estadual, chegando às finais dos dois turnos e perdendo para Treze e Campinense. Venceu os dois clássicos contra o Atlético de Cajazeiras: 3 a 1 em Cajazeiras e 1 a 0 em Sousa.

Fez um primeiro turno impecável, com oito vitórias, quatro empates e apenas uma derrota. No segundo turno, apareceram duas derrotas, mas nada que impedisse o avanço da equipe. No somatório geral, foram 26 partidas, com 15 vitórias, seis empates e cinco derrotas.

Em 2009, a equipe finalmente chegou ao bicampeonato, vencendo o Treze na final, garantindo assim uma vaga na Série D do Campeonato Brasileiro do mesmo ano, torneio este que preferiu não participar, cedendo assim sua vaga ao Treze Futebol Clube.

Com o título, conquistou ainda a vaga na Copa do Brasil de 2010 onde enfrentou o Vasco da Gama na primeira fase, tendo de mandar seu jogo, mais uma vez, no estádio “O Almeidão“, em João Pessoa onde saiu derrotado por 2 a 1, depois de estar vencendo, com gol do meia “Ribinha”, garantindo assim o jogo de volta em São Januário, jogo este que terminou empatado por 0 a 0.

No ano de 2012 sagrou-se campeão do Segundo turno do campeonato Paraibano, vencendo o Campinense Clube na decisão, no entanto na finalíssima do campeonato, perdeu para o mesmo Campinense, ficando com o vice-campeonato, o que lhe assegurou a vaga no Campeonato Brasileiro da série D daquele ano.

Participou ainda do Campeonato Brasileiro da série D em 2016, sendo eliminado ainda na primeira fase. Fez uma má campanha no Campeonato Paraibano de 2017, ficando na sexta colocação. Disputou ainda o Campeonato Brasileiro da Série D do mesmo ano, conseguindo sua classificação para a segunda fase, porém sendo eliminado nesta.

 

Hino do Sousa Esporte Clube (PB)

Nós somos o Sousa Esporte Clube,
Nós somos o eterno campeão
Nós somos o Sousa Esporte Clube,
Somos o Dinossauro do sertão

Hoje, a cidade sorriso
É berço de harmonia e de alegria,
E o toque de bola no gramado,
De futebol com
Classe e categoria

No bico da chuteira leva o coração,
Batendo forte nós somos campeões!

No peito e na raça,
Com a bola no pé,
Já tendo a certeza de um grande olé,
No peito e na raça,
Com a bola no pé,
Já tendo a certeza de olé

O Sousa Esporte Clube expressam alegria,
Seu futebol é raça,
É arte e magia
Nossa camisa é sangue explode coração
Nosso grito de guerra é pura emoção!

Sou, sou Dinossauro eu sou,
A gente vai ganhar
E ninguém vai nos segurar,
Sousa! Sousa!
Sou, sou Dinossauro eu sou,
A gente vai ganhar
E ninguém vai nos segurar,
Sousa! Sousa!

Link: https://www.youtube.com/watch?v=ZX-fqojprmw

FONTE: Wikipédia

FOTO: Página do Facebook “Evandro Viana:  E a Bola – Memórias do Nosso Futebol Nordestino”

Onze Esporte Clube Recreativo – João Pessoa (PB): Uma edição na Segundona Estadual de 1969

O Onze Esporte Clube Recreativo é uma agremiação da cidade de João Pessoa (PB). O Alvirrubro foi Fundado no Sábado, do dia 06 de Julho de 1935. A sua Sede e o Estádio Agostinho Tomas de Oliveira, ficam localizados na Rua Dezenove de Março, nº 311, no Bairro do Roger, em João Pessoa.

Vista de cima do Estádio Agostinho Tomas de Oliveira

Na esfera profissional, o Onze Esporte Clube Recreativo teve uma participação no Campeonato Paraibano da Segunda Divisão de 1969, organizado pela Federação Paraibana de Futebol (PB). Após a experiência o clube retornou as disputas amadoras! Nos dias atuais, a sede e o campo ainda existe, porém sem relatos de que o clube ainda dispute competições municipais.

 

Onze ajudou a funda a Federação de Atletismo

A Federação Paraibana de Atletismo foi fundada no dia 30 de gosto de 1978, em reunião ocorrida na Federação Paraibana de Futebol, contando com a participação dos representantes dos clubes esportivos: Onze Esporte Clube Recreativo, Íbis Futebol Clube, Estrela do Mar Esporte Clube, Botafogo Futebol Clube, Esporte Clube Cabo Branco, Esporte Clube Cabo Branco, Guarani Esporte Clube Recreativo, Sociedade Esportiva Estudante, Associação Atlética Acadêmica e Campinense Clube.

FONTES: Google Maps – Empresas do Brasil – Rsss Brasil – Federação Paraibana de Atletismo 

Associação de Esportes Apollo XIII F.C. – Marechal Floriano (ES): promete estar na Série B Capixaba de 2019

A Associação de Esportes Apollo XIII Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Marechal Floriano (ES). Fundado no Sábado, do dia 26 de Julho de 1975. A sua Sede e o Estádio Edmundo Rupf ficam situados na Rua Emílio Gustavo Hulle, s/n, no Centro de Marechal Floriano.

Segundo a reportagem do GloboEsporte.com o clube da Região Serrana está reformando o seu estádio para debutar na esfera profissional. O objetivo é estar presente no Campeonato Capixaba da Série B do próximo ano de 2019. Abaixo a matéria na íntegra:

“Com nome de missão espacial, mas com um planejamento inicial bem “pés no chão”, mais um time amador deseja entrar para o profissionalismo e disputar a Série B do Capixabão em 2019. Trata-se do Apollo XIII Futebol Clube, de Marechal Floriano. A equipe tem 43 anos de história no futebol da região serrana do Espírito Santo, e por enquanto só disputou competições amadoras, mas tendo um foguete no escudo, a equipe deseja “decolar” no profissionalismo a partir do ano que vem.

De acordo com o vice-presidente do Apollo XIII, Felipe Delpuppo, o clube já fez os primeiros contatos com a Federação de Futebol do Espírito Santo (FES), em busca de informações sobre taxas de filiação, condições do estádio para atuar como mandante e datas gerais das competições no estado.

Mas a principal meta imediata da equipe é a conclusão de uma arquibancada do estádio Edmundo Rupf, em Marechal Floriano. Atualmente, a praça esportiva tem capacidade para 800 pessoas, mas a ideia da diretoria é ampliar para 3000 espectadores sentados. Segundo o dirigente, que aproveitou pra dar uma “cornetada” em alguns times profissionais, ter um local fixo e próprio para jogos ajuda o time a criar uma fidelidade com os torcedores.

Estádio Edmundo Rupf, em Marechal Floriano, está passando por reformas para ser a casa do Apollo XII na Série B do Capixabão em 2019 (Foto: Divulgação/Apollo XIII)Estádio Edmundo Rupf, em Marechal Floriano, está passando por reformas para ser a casa do Apollo XII na Série B do Capixabão em 2019 (Foto: Divulgação/Apollo XIII)

Estádio Edmundo Rupf, em Marechal Floriano, está passando por reformas para ser a casa do Apollo XII na Série B do Capixabão em 2019 (Foto: Divulgação/Apollo XIII)

– Aqui temos a festa da cidade, a Italemanha, onde arrecadamos muito, e além disso temos empresários que são parcerios do clube. Temos o dinheiro em caixa e o valor pra filiar é de 108 mil reais. O nosso maior problema agora são as obras de conclusão do nosso estádio para 3000 pessoas. Estamos com 50% das obras concluídas. Sabemos que a capacidade mínima é de 1000 lugares, mas queremos deixar pronto desde já. Se Deus quiser até dezembro a gente termina. O maior erro dos clubes capixabas é entrar sem ter uma “casa”, uma identidade não é criada – afirmou.

A equipe já teve em suas fileiras vários jogadores do futebol profissional capixaba, como os zagueiros Rafael Olioza, Marco Antônio e Rhayne, os laterais Wallace e Victor Hugo, o volante Caetano, os meias Mádisson e os atacantes Weltinho, Hércules e Eraldo, além dos goleiros Giovani Perim e Wellington (futebol 7).

Apollo XIII já contou com vários atletas profissionais, como Hércules, Rhayne, Eraldo, Marco Antônio, Wallace, Rafael Olioza, Weltinho e Mádisson (Foto: Divulgação/Apollo XIII)Apollo XIII já contou com vários atletas profissionais, como Hércules, Rhayne, Eraldo, Marco Antônio, Wallace, Rafael Olioza, Weltinho e Mádisson (Foto: Divulgação/Apollo XIII)

Apollo XIII já contou com vários atletas profissionais, como Hércules, Rhayne, Eraldo, Marco Antônio, Wallace, Rafael Olioza, Weltinho e Mádisson (Foto: Divulgação/Apollo XIII)

A Série B do Capixabão deste ano ainda está nas semifinais, mas no que depender do Apollo XIII, os times que perderem e ficarem na Segundinha em 2019 terão um adversário com seus passos minimamente calculados.

– Estamos focados na conclusão da arquibancada e depois disso iremos entrar no arbitral da Série B de 2019. A montagem do elenco vai passar exclusivamente pelo treinador e sua comissão, e a definição disso deve ser em novembro. A nossa pré-temporada deve começar no início do próximo ano.

 Porque o futebol profissional?

 

O ano de 2018 está sendo emblemático na questão de gestão esportiva dos clubes capixabas. Enquanto alguns times optam por atuar por apenas um semestre (ou três meses, no caso do Rio Branco-ES), e convivem com dificuldades financeira para honrar compromissos com atletas e comissões técnicas, o Apollo XIII vai na contramão de agremiações tradicionais.

O que parece ser uma “aventura” tem questões emocionais e até inspiração num possível “rival regional”. Felipe Delpuppo é taxativo e até “romântico” sobre os motivos que levam a equipe de Marechal Floriano a deixar o amadorismo e ingressar no futebol profissional.

– É um sonho antigo da diretoria e da cidade de Marechal Floriano, que gosta de esporte e com certeza irá nos apoiar, mas ainda não tivemos conversas com a prefeitura local a respeito. Nos inspiramos no Rio Branco de Venda Nova e no Real Noroeste, mas com pés no chão”.

FONTES: GloboEsporte.com – Página do clube no Facebook

Inédito!! Cabral Futebol Clube – São José dos Pinhais (PR): Uma edição no Estadual da Segundona de 1992

O Cabral Futebol Clube foi uma agremiação oriunda do Município de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Fundado na terça-feira, do dia 21 de Novembro de 1967. A sua Sede ficava localizado no Bairro Cabral,em São José dos Pinhais.

Por 25 anos, o clube viveu e participou das competições na esfera amadora. No entanto, em 1992, o Cabral decidiu investir no futebol profissional. No mesmo ano debutou no Campeonato Paranaense da Segunda Divisão (na pratica, equivalia a Terceirona).

O Cabral Futebol Clube ficou no Grupo B, ao lado do ParanavaíCoronel Vivida, Caramuru, Iraty e Nacional. A equipe ficou na 4ª posição, com apenas sete pontos em oito jogos: foram duas vitórias, três empates e três derrotas; marcando oito gols, sofrendo 11 e um saldo negativo de três. Dessa forma acabou ficando de fora do Hexagonal Final.

A equipe rubro-negra realizou o seguintes jogos:

Domingo, dia 09/08/1992

Nacional

2

X

1

Cabral

Domingo, dia 16/08/1992

Cabral

0

X

0

Paranavaí

Domingo, dia 23/08/1992

Cabral

1

X

1

Iraty

Domingo, dia 30/08/1992

Caramuru

1

X

2

Cabral

Domingo, dia 13/09/1992

Cabral

2

X

0

Nacional

Domingo, dia 20/09/1992

Paranavaí

3

X

0

Cabral

Domingo, dia 27/09/1992

Iraty

3

X

1

Cabral

Domingo, dia 04/10/1992

Cabral

1

X

1

Caramuru

Há na internet um escudo, nas cores em verde e branco, que é atribuído ao Cabral Futebol Clube. Obviamente em se comparando com o distintivo de 1992, é diferente, tanto nas cores como no modelo do escudo.

Como há poucas informações dessa agremiação, ficam algumas questões: o escudo alviverde existiu e foi alterado? Será que esse é o único legitimo evidentemente há muitas possibilidades. Esperamos encontrar outras informações e assim, equacionarmos essas lacunas.

FONTES: Mercado Livre – RSSSF Brasil

Escudo diferente de 1991: Guarabira Esporte Clube – Guarabira (PB)

FONTE: Página no Facebook “Acervo Digital Futebol Paraibano”

Foto Rara, de 1928: Clube Náutico Marcílio Dias – Itajaí (SC)

EM PÉ (esquerda para a direita): Bépi, Erico Scheeffer, Dorotávio Rosa, Antonio Zaguini, Tidinho e o técnico Joaquim Mendes (terno branco);
AGACHADOS (esquerda para a direita): Sebastião, Maneca e Bibi;
SENTADOS (esquerda para a direita): Curru, Camilo Mussi (futuro presidente do Clube Náutico Almirante Barroso) e Cesar Stamm.

 

FONTES: Gustavo Melim – Página no Facebook “Futebol Catarinense das Antigas”

Escudo e uniforme de 1960: CEA Clube – Macapá (AP)

O CEA (Companhia de Eletricidade do Amapá) Clube foi uma agremiação da cidade de Macapá, capital do estado do Amapá. Fundado no domingo, do dia 1º de Junho de 1958, por iniciativa de operários envolvidos na construção da Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes, manteve um dos clubes mais expressivos do Amapá no período da década de 1950 a 1960.

Importante fazer um esclarecimento. O escudo foi inspirado na logomarca da Companhia de Eletricidade do Amapá. E as cores da mesma, é o azul, vermelho e branco. Não há como descartar a informação que tínhamos antes de que, ao invés do azul, era o preto. Afinal, há diversas possibilidades.

Porém, tive o depoimento do internauta Cleo Araujo, que trabalhou 12 anos na empresa e afirmou que o time utilizava as cores azul, vermelha e branca. Também agradecimentos ao membro Felipe Feitosa que indicou a Página do Facebook “História do Futebol Amapaense” e ao “Copão da Amazônia“.

EM PÉ (esquerda para a direita): Guilherme, Carlos, Faustino, Armando, Cadico e Domingos.

AGACHADOS (esquerda para a direita): Maximino, Diquinho, Jangito, Perereca e Joãozinho.

 

FONTES: Cléo Araujo – Página do Facebook “História do Futebol Amapaense” – “Copão da Amazônia” – Porta-Retrato – Macapá/ Amapá de Outrora

FOTO: Acervo de Riberto Pontes

Foto Rara, dos anos 60: Grêmio Desportivo Combatentes – Belém (PA)

Fora fundado em 1945 como Associação dos Ex-Combatentes do Brasil, que congregava e representava os ex-pracinhas de Exército, Marinha e Aeronáutica da 2ª Guerra Mundial, que serviram na FEB-Força Expedicionária Brasileira, cuja sede era no Largo de São Braz.

O propósito maior era amparar e representar junto ao governo e a sociedade, esses bravos militares. Em 1951 criavam um clube de futebol profissional com o mesmo nome desta associação, preservando a nomenclatura até 1958. Já em 1959 resolveu-se lhe dar novo nome, passando assim a se denominar Grêmio Desportivo Combatentes, com características de social e assistencial, com sede agora, na Tv. 1º de Queluz,264, no Bairro de Canudos, Belém (PA).

O Grêmio Desportivo Combatentes deu continuidade à primitiva história por longos 23 anos, disputando o Campeonato Paraense, de igual para igual com Remo e Paysandu, até 1972 -, há registro de que sua melhor performance fora em 1968, quando chegou em terceiro lugar no certame.

Tinha como cores-símbolo o vermelho e branco, e revelou bons jogadores como, os goleiros Asas (atuou no Remo, Paysandu e Seleção Paraense) e Alberto (este natural de Sta. Izabel do Pará), os zagueiros, Socó e J.Alves, além dos atacantes, Zizi,Tatá, Adinamar, dentre tantos outros. O Grêmio Desportivo Combatentes hoje, consta como desativado para os arquivos da Federação Paraense de Futebol.

Combatentes: de “Zé Pracinha” a “Carcará”

A primitiva Associação dos Ex- Combatentes –Secção do Pará –o nome decorria em razão de seus primeiros dirigentes terem sido integrantes da Força Expedicionária Brasileira (FEB) que participou da segunda guerra mundial na Itália – disputou pela primeira vez o campeonato paraense quase ao inicio da segunda metade do século passado. Mais precisamente em 1952. E teve participação destacada no campeonato estadual revelando nomes como o de Asas (goleiro) que jogou depois no Paissandu e no Remo; Socó, excelente centro-médio que por quase uma década vestiu a camisa azul-marinho, além de Navarro, um zagueiro central que foi contratado pelo Madureira carioca.

O time foi apelidado – provavelmente por Mestre Calá, um dos mais longevos e criativos cronistas da mídia impressa paraense – e que depois (final dos anos 1960) carimbaria o time como “Carcará”, em alusão à música cantada por Maria Bethânia, um dos maiores sucessos daquele tempo.

Não cheguei a ver o “Zé Pracinha” jogar. Fiquei na fase intermediária entre um e outro cognome. Mas durante o tempo em que disputou o campeonato paraense – até 1973 – é inegável que o Grêmio Desportivo Combatentes (nova denominação a partir de 1967) alternou regulares e boas equipes. Para mim, o time de 1968 (“Carcará”) foi o melhor de todos. A começar pelo goleiro Cabi e seu reserva Fadel, contando ainda com o experiente lateral Ailzo, os zagueiros Moacir, Roberto e Caramuru; o meio- campo constituído por Grim e Cláudio e um ataque goleador que contava entre outros com Roger, Jaster, Freitas, Adinamar, Santos e Amaral. Ao final do campeonato, vários deles foram para o Remo: a dupla de meio campo, além dos atacantes Santos, Adinamar e Amaral (Paissandu e depois Remo).E ainda Roberto contratado pelo Papão e Freitas pela Tuna. Titulares e reservas estavam à altura um do outro. Era um elenco dos mais qualificados de todos os tempos.

O “Carcará” ficou famoso naquele campeonato e não perdeu nenhum de seus jogos para o Paissandu e nem para a Tuna. Dos três grandes, só o Remo conseguiu vencer a equipe de Canudos. O Leão inclusive, foi o campeão invicto naquele ano.

 

FONTES: Ponta de Gol – Memória do futebol e rádio esportivo paraense – Blog do Lino