Taça Competência

Estava procurando notícias de alguns times do interior, e entre eles estava o Elvira de Jacareí.
Com informações de Marcio Trevisan no site www.pontoverde.com.br segue um pouco da história do Elvira de Jacareí.

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Do final dos anos 10 até o final dos anos 20 existia no futebol paulista a chamada “Taça Competência”. Geralmente em uma única partida mas, também, algumas vezes disputada em dois jogos, marcava o encontro do campeão da divisão de elite, torneio organizado pela APEA – Associação Paulista de Esportes Atléticos – contra o vencedor do torneio do Interior, que assim teoricamente disputavam não só o troféu como, também, o status de melhor time de São Paulo. Daí seu vencedor ser considerado o “campeão do Estado”.
Campeão paulista em 1920, o Palestra Itália acabou surpreendido no início do ano seguinte, quando em pleno Parque Antarctica foi derrotado pelo Corinthians de Jundiaí/SP por 2 a 1, perdendo desta forma a chance de obter sua primeira “Taça Competência”. Por isso, quando novamente teve a chance de disputá-la, o Palmeiras não poupou esforços para obtê-la.

O jogo em questão foi contra o Elvira, de Jacareí/SP, que para os padrões da época até que tinha um time razoável, embora fosse viver seu apogeu entre 1956 e 1962, quando disputou a Terceira e a Segunda Divisões paulistas. Novamente atuando em seu campo, o Palestra encarou com tanta seriedade aquela partida, disputada apenas em agosto de 1927, que não deu tempo nem para que o time interiorano respirasse – logo no primeiro minuto, Melle abriu o placar.

A partir de então, foi um verdadeiro bombardeio alviverde, com a etapa inicial terminando com o placar de 4 a 0 e, ao fim do jogo, o placar apontando pra lá de elásticos 10 a 0!

Com uma atuação de gala, o Palmeiras mostrou que tinha “competência” de sobra para ficar com o troféu.

Confira a ficha técnica do jogo que garantiu a conquista do título:

Taça Competência/1926

Jogo: Palestra Itália 10 x 0 Elvira/SP
Data: 07/08/1927 – Horário: 15h55
Local: Estádio do Parque Antarctica, em São Paulo/SP
Árbitro: Alzemiro Ballio
Gols: Melle a 1, Heitor aos 6 e aos 18 e Carrone aos 34 minutos do primeiro tmepo. Lara aos 15, Carrone aos 23, Serafini aos 28, Tedescoaos 33, Carrone aos 39 e Lara aos 43 da etapa final

Equipes

Palestra Itália – Nanni; Bianco e Pepe; Xingo, Amílcar e Serafini; Tedesco, Carrone, Heitor, Lara e Melle. Técnico: Ramón Platero.

Elvira/SP – Roberto; Lauro e Gradim; Moreira, Nenê e João; Spadone, Giby, Cancio, Marelli e Apparecida

Amistosos Nacionais e Internacionais de 1963 (1º Semestre)

AMISTOSOS NACIONAIS

12.01.1963
AMÉRICA(SP) 3-1 JUVENTUS(SP), EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – SP
CORINTHIANS(SP) 5-3 LONDRINA(PR), EM PRESIDENTE PRUDENTE – SP
24.01.1963
SÃO CRISTÓVÃO(GB) 2-1 OLARIA(GB), NO RIO DE JANEIRO – GB
27.01.1963
JUVENTUS(SP) 1-2 SÃO BENTO(SOROCABA-SP), EM SÃO PAULO – SP
30.01.1963
SÃO BENTO(SP) 2-1 JUVENTUS(SP), EM SOROCABA – SP
FERROVIÁRIA(SP) 1-2 XV DE NOVEMBRO(PIRACICABA-SP), EM ASSIS – SP
02.02.1963
TAUBATÉ(SP) 3-0 PALMEIRAS(MISTO)(SP), EM TAUBATÉ – SP
BOTAFOGO(SP) 0-2 PORTUGUESA(SP), EM RIBEIRÃO PRETO – SP
03.02.1963
COMERCIAL(SP) 5-1 UBERABA(MG), EM RIBEIRÃO PRETO – SP
06.02.1963
UBERABA(MG) 2-3 COMERCIAL(RIBEIRÃO PRETO-SP), EM UBERABA – MG
09.02.1963
OLARIA(GB) 2-0 AMÉRICA(GB), NO RIO DE JANEIRO – GB
10.02.1963
JUVENTUS(SP) 1-0 JABAQUARA(SP), EM SÃO PAULO – SP
20.02.1963
INTERNACIONAL(SP) 3-1 GUARANI(CAMPINAS-SP), EM LIMEIRA – SP
03.03.1963
SELEÇÃO LOCAL 1-4 JUVENTUS(SP), EM PIRAJUÍ – SP
17.03.1963
NOROESTE(SP) 1-4 COMERCIAL(RIB. PRETO-SP), EM BAURU – SP
24.03.1963
COMERCIAL(SP) 2-0 NOROETSE(SP), EM RIBEIRÃO PRETO – SP
JABOTICABAL(SP) 5-6 BOTAFOGO(SP), EM JABOTICABAL – SP
VOTUPORANGUENSE(SP) 4-1 XV DE NOVEMBRO(JAÚ-SP), EM VOTUPORANGA – SP
31.03.1963
VOTUPORANGUENSE(SP) 2-1 COMERCIAL(RIB. PRETO-SP) EM VOTUPORANGA – SP
PAULISTA(SP) 1-1 GUARANI(SP), EM JUNDIAÍ – SP
JABOTICABAL(SP) 2-2 SÃO BENTO(MARÍLIA-SP), EM JABOTICABAL – SP
NITROQUÍMICA(SP) 1-1 GUARATINGUETÁ(SP), EM SÃO MIGUEL PAULISTA – SP
PRUDENTINA(SP) 3-0 LONDRINA(PR), EM PRESIDENTE PRUDENTE – SP
SELEÇÃO LOCAL 0-2 BONSUCESSO(GB), EM PETRÓPOLIS – RJ
AMÉRICA(SP) 1-0 XV DE NOVEMBRO(JAÚ-SP), EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – SP
CRUZEIRO(SP) 1-3 JUVENTUS(SP), EM CRUZEIRO – SP
BARRETOS(SP) 1-3 FERROVIÁRIA(ARARAQUARA-SP), EM BARRETOS – SP
03.04.1963
PORTUGUESA SANTISTA(SP) 0-1 OLARIA(GB), EM SANTOS – SP
07.04.1963
JUVENTUS(SP) 1-2 GUARATINGUETÁ(SP), EM SÃO PAULO – SP
JABOTICABAL(SP) 0-1 COMERCIAL(RIB. PRETO-SP), EM JABOTICABAL – SP
PRUDENTINA(SP) 5-2 NOROESTE(SP), EM PRESIDENTE PRUDENTE – SP
XV DE NOVEMBRO(SP) 3-1 AMÉRICA(SP), EM JAÚ – SP
MANUFATURA(RJ) 0-1 SÃO CRISTÓVÃO(GB), EM NITERÓI – RJ
SELEÇÃO LOCAL 1-3 VASCO DA GAMA(MISTO)(GB), EM PETRÓPOLIS – RJ
MUNICIPAL(RJ) 1-4 AMÉRICA(GB), EM CAMPOS – RJ
GUARANI(SP) 0-2 SELEÇÃO OLÍMPICA BRASILEIRA, EM CAMPINAS – SP
14.04.1963
ITAÚ(MG) 2-1 GUARANI(SP), EM ITAÚ DE MINAS – MG
JUVENTUS(SP) 2-0 SÃO CRISTÓVÃO(GB), EM SÃO PAULO – SP
VOTUPORANGUENSE(SP) 2-1 NOROESTE(SP), EM VOTUPORANGA – SP
OSVALDO CRUZ(SP) 2-3 FERROVIÁRIA(ARARAQUARA-SP), EM OSVALDO CRUZ – SP
21.04.1963
SÃO BENTO(SP) 2-1 FERROVIÁRIA(BOTUCATU-SP), EM MARÍLIA – SP
LINENSE(SP) 2-0 GARÇA(SP), EM LINS – SP
UBERLÂNDIA(MG) 1-2 FRANCANA(SP), EM UBERLÂNDIA – MG
CATANDUVA(SP) 1-1 INTERNACIONAL(BEBEDOURO-SP), EM CATANDUVA – SP
VOTUPORANGUENSE(SP) 4-1 AMÉRICA(SP), EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – SP
DERAC(SP) 1-0 PAULISTA(SP), EM ITAPETININGA – SP
BARRA BONITA(SP) 1-3 XV DE NOVEMBRO(JAÚ-SP), EM BARRA BONITA – SP
JABOTICABAL(SP) 0-2 NACIONAL(SP), EM JABOTICABAL – SP
ABC(RN) 2-2 RIACHUELO(RN), EM NATAL – RN
RENASCENÇA(MG) 2-0 SIDERÚRGICA(MG), EM BELO HORIZONTE – MG
COMERCIAL(SP) 3-0 JUVENTUS(SP), EM RIBEIRÃO PRETO – SP
RIO PRETO(SP) 2-1 FERROVIÁRIA(ARARAQUARA-SP), EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – SP
25.04.1963
SÃO BENTO(SP) 2-2 BOTAFOGO(SP), EM SOROCABA – SP
AMÉRICA(SP 1-1 OSVALDO CRUZ(SP), EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – SP
UBERLÂNDIA(MG) 1-0 AMÉRICA(GB), EM UBERLÂNDIA – MG
28.04.1963
BARRETOS(SP) 1-0 TAUBATÉ(SP), EM BARRETOS – SP
FRANCANA(SP) 1-2 UBERABA(MG), EM FRANCA – SP
SÃO BENTO(SP) 0-2 NOROESTE(SP), EM MARÍLIA – SP
OSVALDO CRUZ(SP) 4-0 TUPÃ(SP), EM OSVALDO CRUZ – SP
DERAC(SP) 4-0 XV DE NOVEMBRO(JAÚ-SP), EM ITAPETININGA – SP
PRUDENTINA(SP) 3-3 ESTRADA(SP), EM PRESIDENTE PRUDENTE – SP
AMPARO(SP) 0-5 BRAGANTINO(SP), EM AMPARO – SP
UBERLÂNDIA(MG) 1-1 AMÉRICA(GB), EM UBERLÂNDIA – MG
CEARÁ(CE) 2-1 FLAMENGO(PI), EM FORTALEZA – CE
ABC(RN) 3-1 BOTAFOGO(PB), EM NATAL – RN
FERROVIÁRIA(SP) 3-3 BOTAFOGO(SP), EM ARARAQUARA – SP
GUARATINGUETÁ(SP) 3-3 SÃO CRISTÓVÃO(GB), EM GUARATINGUETÁ – SP
12.05.1963
PAYSANDU(PA) 1-1 BONSUCESSO(GB), EM BELÉM – PA
VILA NOVA(GO) 1-1 UBERABA(MG), EM GOIÂNIA – GO
OLARIA(GB) 2-2 SÃO CRISTÓVÃO(GB), NO RIO DE JANEIRO – GB
19.05.1963
CAMPO GRANDE(GB) 3-2 OLARIA(GB), NO RIO DE JANEIRO – GB
28.05.1963
MIRASSOL(SP) 2-1 PORTUGUESA(GB), EM MIRASSOL – SP
02.06.1963
LINENSE(SP) 3-2 JABOTICABAL(SP), EM LINS – SP
NITROQUÍMICA(SP) 2-0 PAULISTA(SP), EM SÃO MIGUEL PAULISTA – SP
BAURU(SP) 1-2 UBERABA(MG), EM BAURU – SP
BARRETOS(SP) 0-0 TAQUARITINGA(SP), EM BARRETOS – SP
BRAGANTINO(SP) 2-1 IRMÃOS ROMANO(SP), EM BRAGANÇA PAULISTA – SP
FRANCANA(SP) 3-1 NACIONAL(UBERABA-MG), EM FRANCA – SP
TUPÃ(SP) 1-1 VOTUPORANGUENSE(SP), EM TUPÃ – SP
COMERCIAL(SP) 2-1 ITUANO(SP), EM TIETÊ – SP
VILA NOVA(GO) 0-1 UBERLÂNDIA(MG), EM GOIÂNIA – GO
SPORT(MG) 1-1 MANUFATURA(RJ), EM JUIZ DE FORA – MG
RIO PRETO(SP) 1-0 OSVALDO CRUZ(SP), EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – SP
09.06.1963
MARANHÃO(MA) 3-2 ABC(RN), EM SÃO LUÍS – MA
BARRETOS(SP) 1-1 UBERLÂNDIA(MG), EM BARRETOS – SP
CATANDUVA(SP) 2-1 AMÉRICA(SP), EM CATANDUVA – SP
NITROQUÍMICA9SP) 3-2 PALMEIRAS(MISTO)(SP), EM SÃO MIGUEL PAULISTA – SP
DERAC(SP) 3-1 IRMAÕS ROMANO(SP), EM ITAPETININGA – SP
AVAREENSE(SP) 1-1 CAMBARÁ(PR), EM AVARÉ – SP
JABOTICABAL(SP) 1-2 BATATAIS(SP), EM JABOTICABAL – SP
SÃO BENTO(SP) 1-1 FERROVIÁRIA(ASSIS-SP), EM MARÍLIA – SP
BOTUCATUENSE(SP) 1-2 FERROVIÁRIA(ARARAQUARA-SP), EM BOTUCATU – SP
VOTUPORANGUENSE(SP) 3-1 TUPÃ(SP), EM VOTUPORANGA – SP
MAIRIPORÃ(SP) 2-5 SÃO PAULO(MISTO)(SP), EM MAIRIPORÃ – SP
OURINHENSE(SP) 2-2 CORINTHIANS(PRES.PRUDENTE-SP), EM OURINHOS – SP
PALMEIRAS(SP) 2-0 PAULISTA(SP), EM SÃO JOÃO DA BOA VISTA – SP
16.06.1963
OPERÁRIO(SP) 1-4 BRAGANTINO(SP), EM LORENA – SP
BANDEIRANTE(SP) 2-0 NEVENSE(SP), EM BIRIGUI – SP
TAQUARITINGA(SP) 0-1 GUARANI(CAMPINAS-SP), EM TAQUARITINGA – SP
PALMEIRAS(SP) 1-1 TAUBATÉ(SP), EM SÃO JOÃO DA BOA VISTA – SP
BARRETOS(SP) 2-1 BATATAIS(SP), EM BARRETOS – SP
ESTRADA(SP) 0-2 FERROVIÁRIA(BOTUCATU-SP), EM SOROCABA – SP
SALTENSE(SP) 1-2 IRMÃOS ROMANO(SP), EM SALTO – SP
CORINTHIANS(SP) 0-1 SÃO PAULO(ASSIS-SP), EM PRESIDENTE VENCESLAU – SP
ITAPIRENSE(SP) 0-6 PALMEIRAS(MISTO)(SP), EM ITAPIRA – SP
CERÂMICA(SP) 2-4 NITROQUÍMICA(SP), EM MOGI GUAÇU – SP
TUPÃ(SP) 2-0 SÃO BENTO(MARÍLIA-SP), EM TUPÃ – SP
JALESENSE(SP) 1-5 VOTUPORANGUENSE(SP), EM JALES – SP
PROMECA(SP) 2-3 ITUANO(SP), EM JUNDIAÍ – SP
OLÍMPIA(SP) 1-0 BOTAFOGO9SP), EM OLÍMPIA – SP
FRANCANA(SP) 2-0 PORTUGUESA(MISTO)(SP), EM FRANCA – SP
AMÉRICA(SP) 0-1 CATANDUVA(SP), EM CATANDUVA – SP
RIO BRANCO(ES) 1-5 AMÉRICA(GB), EM VITÓRIA – ES
23.06.1963
INTERNACIONAL(SP) 4-1 MONTE AZUL(SP), EM BEBEDOURO – SP
RESEGUE(SP) 3-3 BARRA BONITA(SP), EM BARIRI – SP
SÃO JOÃO(SP) 0-2 JUVENTUS(MISTO)(SP), EM ATIBAIA – SP
SANTANA(SP) 4-3 BATATAIS(SP), EM ITAPEVA – SP
SANTACRUZENSE(SP) 1-1 CORINTHIANS(PRES.PRUDENTE-SP), EM SANTA CRUZ DO RIO PARDO – SP
UBERABA(MG) 2-2 UBERLÂNDIA(MG), EM UBERABA – MG
SOROCABANA(SP) 2-1 VOLKSWAGEN CLUBE(SP), EM MAIRINQUE – SP
BANDEIRANTES(SP) 1-1 INTERNACIONAL(LIMEIRA-SP), EM SÃO CARLOS – SP
PAULISTA(SP) 0-7 VOTUPORANGUENSE(SP), EM NHANDEARA – SP
OURINHENSE(SP) 3-3 FERROVIÁRIA(ASSIS-SP), EM OURINHOS – SP
CERÂMICA(SP) 3-0 PROMECA(SP), EM SÃO CEATNO DO SUL – SP
ITATIBA(SP) 0-1 IRMÃOS ROMANO(SP), EM ITATIBA – SP
PIRAJÚ(SP) 1-1 TAUBATÉ(SP), EM PIRAJÚ – SP
FERROVIÁRIA(SP) 6-2 BOTUCATUENSE(SP), EM BOTUCATU – SP
FRANCANA(SP) 0-2 PALMEIRAS(MISTO)(SP), EM FRANCA – SP
BARRETOS(SP) 2-3 AMÉRICA(SP), EM BARRETOS – SP
30.06.1963
SAMPAIO CORRÊA(MA) 3-2 PAYSANDU(PA), EM SÃO LUÍS – MA
SÃO BENTO(SP) 1-0 CORINTHIANS(PRES.PRUDENTE-SP), EM MARÍLIA – SP
SANTANA(SP) 5-2 IRMÃOS ROMANO9SP), EM ITAPEVA – SP
OLÍMPIA(SP) 0-0 XV DE NOVENMBRO(JAÚ-SP), EM OLÍMPIA – SP
BARRETOS(SP) 1-0 AMÉRICA(SP), EM BARRETOS – SP
MIRASSOL(SP) 1-4 COMERCIAL(RIBEIRÃO PRETO-SP), EM MIRASSOL – SP
TAQUARITINGA(SP) 1-2 BOTAFOGO(SP), EM TAQUARITINGA – SP
RIO PRETO(SP) 4-3 SÃO PAULO(MISTO)(SP), EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – SP
NITROQUÍMICA(SP) 0-0 TAUBATÉ(SP), EM SÃO MIGUEL PAULISTA – SP
ITUANO(SP) 3-1 BOTUCATUENSE(SP), EM ITU – SP
PALMEIRAS(SP) 2-0 ORLÂNDIA(SP), EM SÃO JOÃO DA BOA VISTA – SP
PROMECA(SP) 2-1 BRAGANTINO(SP), EM JUNDIAÍ – SP
CATANDUVA(SP) 0-0 VOTUPORANGUENSE(SP), EM CATANDUVA – SP

AMISTOSOS INTERNACIONAIS

12.01.1963
BONSUCESSO(GB) 1-1 MUNICIPAL(GUATEMALA), NA CIDADE DA GUATEMALA – GUATEMALA
16.01.1963
BONSUCESSO(GB) 4-1 COMUNICACIONES(GUATEMALA), NA CIDADE DA GUATEMALA – GUATEMALA
20.01.1963
BONSUCESSO(GB) 2-0 SELEÇÃO DE EL SALVADOR, EM SAN SALVADOR – EL SALVADOR
23.01.1963
FLORIANO(RS) 3-4 NACIONAL(URUGUAI), EM MONTEVIDEO – URUGUAI
27.01.1963
AMÉRICA(GB) 0-2 NACIONAL(URUGUAI), EM MONTEVIDEO – URUGUAI
BONSUCESSO(GB) 2-2 VERA CRUZ(MÉXICO), EM VERA CRUZ – MÉXICO
04.02.1963
BONSUCESSO(GB) 2-0 SELEÇÃO DA GUATEMALA, EM VERA CRUZ – MÉXICO
17.02.1963
BONSUCESSO(GB) 0-2 DUKLA PRAGA(TCHECOSLOVÁQUIA), EM SAN SALVADOR – EL SALVADOR
22.03.1963
CRUZEIRO(RS) 1-1 ESTUDIANTESARGENTINA), EM LA PLATA – ARGENTINA
31.03.1963
MADUREIRA(GB) 1-3 SANTA FÉ(COLÔMBIA), EM BOGOTÁ – COLÔMBIA
03.04.1963
MADUREIRA(GB) 1-3 BOCA JUNIORS(COLÔMBIA), EM CALI – COLÔMBIA
10.04.1963
FLORIANO(RS) 1-1 RACING(URUGUAI), EM MONTEVIDEO – URUGUAI
24.04.1963
SELEÇÃO LOCAL(SP) 3-2 SELEÇÃO OLÍMPICA DOS ESTADOS UNIDOS, EM SANTO ANDRÉ – SP
09.05.1963
MADUREIRA(GB) 1-1 SAPRISSA(COSTA RICA), EM SAN JOSÉ – COSTA RICA
12.05.1963
MADUREIRA(GB) 5-2 INDUSTRIALES(CUBA), EM HAVANA – CUBA
15.05.1963
MADUREIRA(GB) 1-0 SELEÇÃO DE CUBA, EM HAVANA – CUBA
19.05.1963
MADUREIRA(GB) 3-2 SELEÇÃO DE HAVANA(CUBA), EM HAVANA – CUBA
23.05.1963
BONSUCESSO(GB) 1-1 EMELEC(EQUADOR), EM GUAIAQUIL – EQUADOR
MADUREIRA(GB) 11-1 UNIVERSIDAD DE HAVANA, EM HAVANA – CUBA
02.06.1963
MADUREIRA(GB) 2-0 ALIANZA(EL SALVADOR), EM SAN SALVADOR – EL SALVADOR
12.06.1963
BONSUCESSO(GB) 1-1 ESPORTIVO ATLÂNTICO(COLÔMBIA), EM BARRANQUILLA – COLÔMBIA
14.06.1963
BONSUCESSO(GB) 2-3 SANTA FÉ(COLÔMBIA), EM BOGOTÁ – COLÔMBIA

Fonte: Pesquisa no Jornal A Tribuna de Santos/SP

Esclarecimento no Amapá!!!

[img:lagoa_1.jpg,full,alinhar_esq_caixa]Esse dias recebi um e-mail sobre o seguinte questionamento:
No RSSSF Brasil, na Segunda Divisão do Amapaense, não costa o Lagoa campeão de 1984, 1991 e 1993, certo???
Mas num trecho da hisória do clube diz: “Depois do futebol suburbano o Lagoa filiou-se à FAF, onde passou a disputar o Campeonato da 2ª Divisão, atual certame amador, onde conquistou três títulos: 84, 91 e 93.”
A segunda divisão era o Campeonato Amador???
Se o Lagoa conquistou 3 Campeonatos Amadores, então o Lagoa é Campeão da Segunda Divisão???

O TOMA LÁ DÁ CÁ NO FUTEBOL! O DIA DA VINGANÇA

No futebol é comum o time vencer um outro num dia inspirado, numa final ou semi-final seja em qualquer competição, chega uma dia que seu time se venceu ou perdeu numa oportunidade terá a chance de vingar-se ou ser vingado por isso descrevi abaixo alguns destes acontecimentos! vamos curtir e relembrar alguns deles.

Na Copa de 1938 a França perderá para a Itália nas quartas de finais por 3 a 1 e foi eliminada, quarenta e oito anos depois na Copa de 1986 a França vence a Itália por 2 a 0 e elimina os campeões do mundo de 82 do mundial. Mais recente na Copa de 1998 a França elimina a Itália nos penaltis e elimina a Itália nas quartas de finais, oito anos mais tarde a Squadra Azzurra vence a França na final da Copa de 2006.

Na Copa de 1958 o Brasil vence a França por 5 a 2 na semifinal e tira o melhor ataque da copa da final, em 1998 a França massacra o Brasil por 3 a 0 e vence a copa diante da sua torcida! vejam a diferença de três gols a mesma de 58.

No dia 05/12/1976 no Maracanã debaixo de muita chuva o Corinthians empata com a máquina tricolor Fluminense e vence nos penaltis e tira o Flu da final, oito anos depois em 1984 é a vez do tricolor das laranjeiras e a forra e eliminar o timão numa mesma semifinal e ir a final e ainda melhor levar a taça. Ainda em 1976 tivemos na outra semifinal o Inter de Falcão que marcou um golaço tirar o Atlético/MG da finalissima, quatro anos depois em 1980 a mesma semifinal no mesmo estádio só que desta vez o Galo levou a melhor e com juros numa vitória sensasional por 3 a 0 com show de Reinaldo e Eder.

Em 1995 o Corintihians vence a Copa do Brasil em plena Porto Alegre ao bater o Grêmio por 1 a 0, seis anos depois em 2001 o Grêmio devolve a ficha e vence o Timão no Morumbi por 3 a 1 e conquista o caneco, o mesmo aconteceu em 1996 o Cruzeiro vence o Palmeiras em pleno Palestra Itália por 2 a 1 e leva a taça para BH, dois anos olha eles lá novamente em Sâo Paulo só que desta vez o Verdão bate por 2 a 0 e leva a taça.

Campeonato Carioca de 1978 o Flamengo vence o Vasco com um gol no final da partida marcado por Rondinelli e leva o título, dez anos depois o Vasco devolve o score e com um gol no apagar das luzes com gol de Cocada era o Vasco campeão carioca de 1988.

Em 1982 o Corinthians vence o São Paulo por 3 a 1 e conquista o título paulista o primeiro da democracia corinthiana, dezesseis anos depois o São Paulo devolve o mesmo placar e fica com o título no ano de 1998, detalhe o timão em 82 tinha Socrátes, o São Paulo em 98 tinha Rai irmão de Socrátes.

Em 1997 o Vitória vence o Campeonato do Nordeste diante do Bahia numa combinação de resultados, em 2002 foi a vez do Bahia levar a vantagem e levar o título no mesmo Barradão.

Campeonato Paulista de 1954 a final em 1955 o Corinthians empata em 1 a 1 com o Palmeiras e fica com o troféu, vinte anos depois era a chance do Timão conquistar um título paulista depois de vinte anos, mais foi a vez do Verdão dá o troco vencer por 1 a 0 e ampliar a fila do Corinthians.

Fonte: RSSSF
Textos: Galdino Silva

Amistosos do Madureira na Bahia em 1937

Eis uma série de jogos do Tricolor Suburbano carioca em terras baianas. O Madureira, segundo os jornais da época, o mais novo entre os grandes do Rio de Janeiro. O time tinha sido vice campeão no ano anterior do campeonato carioca contra o Vasco e tendo perdido de forma honrosa, conforme noticiou o Diário de Notícias, jornal de grande circulação na época aqui em Salvador.

Primeiro Jogo:

11/07/1937 – Madureira 2×1 Bahia
Local: Estádio da Graça
Renda: 17.813$000
Juiz: Dante Correia da Silva
Gols: Romeu (28)(Bah), Bahiano (Contra-53)(Mad) e Bahia (35)(Mad)

Madureira: Onça, Norival (Olheiro) e Cachimbo; Gringo, Paulista e Alcides; Adilson, Almir, Bahia, Julinho e Popó (Cachimbo).
Bahia: Maia, Bahiano (Seabra) e Tarzan; Moraes, Guga e Gia (Nouca); Pedro Amorim, Limoeiro (Gildo), Romeu, Tintas e Nenem.

Segundo Jogo:

16/07/1937 – Madureira 6×1 Botafogo
Local: Estádio da Graça
Renda: Não encontrado
Juiz: Juvencio Magalhães no 1º tempo e Dante de Sousa no 2º tempo
Gols: Bahia (34-44)(Mad), Julinho (50-54)(Mad), Adilson (70)(Mad), Didi (73)(Bot) e Almir(??)(Mad)

Madureira: Onça, Norival e Cachimbo; Gringo, Paulista e Alcides; Adilson, Almir, Bahia, Julinho e Popó.
Botafogo: Armando, Sá Filho e Hugo; Mila (Oscar), J.Paulo (Jayme) e Jayme (J.Paulo); Pelágio (Amaro), Limoeiro (Didi), Henrique (Romeu), Ignácio e Lindinho.

Terceiro Jogo:

18/07/1937 – Madureira 1×2 Ypiranga
Local: Estádio da Graça
Renda: Não encontrado
Juiz: Dante Correia da Silva
Gols: Julinho (Mad), Tintas (Ypi) e Gildo (Ypi)

Madureira: Onça, Norival e Cachimbo; Gringo, Damasco (Paulista) e Alcides; Adilson (Dentinho), Almir, Paulista (China), Julinho e Popó.
Ypiranga: Dias, Incêndio e Silvino (Murillo); Buzzine, Henrique (Andrade) e Leovegildo; Gildo, Novinha, Vareta, Didi (Tintas) e Gustavo.

Quarto Jogo:

22/07/1937 – Madureira 1×4 Galícia
Local: Estádio da Graça
Renda: Não encontrado
Juiz: Juvencio Magalhães
Gols: Dedé (35)(Gal), Bermudes (Gal), Almir (Mad), Palito (Gal) e Dedé (Gal)

Madureira: Onça, Norival e Tuica; Gringo, Paulista e Alcides; Adilson, Almir, Bahia (China), Julinho e Popó.
Galícia: De-Vecchi, Carapicu e Macoco (Bubu); Gradim, Ferreira e Walter; Dedé, Servílio, Palito, Bermudes (Mozart) e Moela.

***

Retrospecto do Madureira:

04 Jogos
02 Vitórias
02 Derrotas
10 Gols pró
08 Gols contra

Artilheiros:

Julinho e Bahia 03 gols;

Almir 02 gols;

Adílson e Bahiano (Contra) 01 gol cada.

Fonte: Jornal Diário de Notícias do período mostrado.

1982 e a seleção de Telê: o time que merecia mais do que o mundo

Júnior dominou a bola na intermediária, pelo lado esquerdo. Percebeu a movimentação de Zico e tocou-lhe rasteiro, correndo para o espaço vazio, como fazia no Flamengo. Zico dominou e parou o tempo, o suficiente para atrair Daniel Passarela. Conhecia o ritmo exato de Júnior e seu passe colheu o lateral atrás de Galvan e Olguin, de frente para o gol. Júnior chutou colocado, entre as pernas do grande Ubaldo Fillol. A Argentina campeã mundial estava incontestavelmente batida no estádio de Sarriá, em Barcelona.

O jogo variado e agressivo do time de Telê Santana era cantado pela imprensa mundial como um futebol de outra galáxia. Desde a virada na estréia contra a União Soviética, com dois chutes sobrenaturais de Sócrates e Éder, passamos a acreditar que a seleção tinha três ou quatro soluções para cada problema de campo que lhe fosse proposto. A falha de Valdir Perez no chute de Bal abriu uma inesperada vantagem soviética e pôs o time a bombardear um Rinat Dasaev que parecia intransponível. A quinze minutos do fim Sócrates abriu o meio da defesa a dribles diagonais e acertou o ângulo direito numa combinação de precisão e potência, um a um. Mas a disciplina do adversário não caiu com o gol de empate. Caiu aos quarenta e três minutos. Falcão recebeu de Paulo Isidoro na meia-direita e iludiu a marcação abrindo as pernas, deixando a jogada seguir até Éder Aleixo. Vindo de trás, o ponta ergueu a bola com um toque e no exato instante em que ela caía entre dois defensores, voou para pegá-la no ar. A bomba explodiu à esquerda do estático Dasaev, enfim indefeso.

Com cores de drama e final épico, a virada deu a nós, torcedores, a sensação de invencibilidade. A entrada de Cerezo a partir do segundo jogo derrubou as últimas resistências dos que pediam um time com pontas. Era no vazio da ponta-direita que surgiam Sócrates ou Falcão, ou ainda Leandro resguardado por Cerezo, às vezes dois deles ao mesmo tempo para jogar com Zico. Tudo aconteceria por ali ou pelos pés de Éder e Júnior, que ficavam livres do outro lado quando o adversário resolvia povoar de defensores o seu flanco esquerdo. Talvez tenha sido a exatidão dessa variação de jogadas, ou o talento incalculável de um time que tinha Falcão, Sócrates, Éder e Zico no auge de suas formas, mas o pecado cresceu e se consolidou através da excelência do escrete: a seleção brasileira de 1982, assim como a sua torcida, passou a se sentir invencível.

Não havia soberba. Os pecados eram, todos e em sua plenitude, escusáveis. Surgiram na formação do time, e não se corrige um defeito de formação sem se alterar uma virtude. Quando um time se dá por pronto é porque tem uma essência indivisível. A seleção de 1982 não se achava perfeita, mas sabia-se pronta e invencível. Seria campeã do mundo ou se tornaria uma lição, mais funda que a de 1950, mais dolorida que a de 1978, porque incompreensível.

Assim foi que o gol de Júnior contra os argentinos teve um significado imediato maior que a vitória selada. Batidos os campeões mundiais restava um jogo protocolar contra a Itália de três empates pequenos contra Polônia, Peru e Camarões, e com ela bastava empatar. Sairíamos do pequeno Sarriá para o monumental Camp Nou, para uma semifinal contra a previsível União Soviética ou contra a Polônia do cansado Lato e do instável Boniek. Daí para Madrid e a grande celebração do futebol bem jogado contra a França de Tresor, Tiganá e Michel Platini.

Já revi a partida contra a Itália mais de vinte vezes. A perfeição dos gols de Sócrates e Falcão é quase proibitiva para um jogo tão humano e inexato. E por mais que reveja, eu não entendo o que aconteceu em campo. Nos meus sonhos, a foto de Paulo Roberto Falcão – uma das últimas do grande J.B. Scalco – vem com a legenda o gol que abriu o caminho para o tetra.

O sonho é sonho, o pesadelo é real. Paolo Rossi correndo de braços abertos, as veias saltadas e o número vinte branco vazado do fundo azul é um fantasma de pesadelo. Mas se não consigo entender aquela partida, foi no dia 5 de julho de 1982 que entendi outras coisas. Entendi que jamais seria plenamente feliz, que nunca mais me sentiria invencível e que estava eternamente preso ao jogo incompreensível que chamamos de futebol.

Associação Rocinhense de Futebol – 100 anos de História

Associação Rocinhense de Futebol
Vinhedo / SP

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Tudo começou no dia 20 de Janeiro do ano de 1.909, em uma reunião de cidadãos e desportistas da época, que segundo informações ocorreu em uma fábrica de chapéu de palhas, pertencente ao Sr. João Benetti, que ficava localizada nas proximidades da atual Praça de Sant’Ana, no centro do então Distrito de Rocinha. O objetivo era a formação de um time de futebol para o qual escolheram o nome de Associação Rocinhense de Futebol , derivado do nome do Distrito. O futebol na época, assim como nos dias de hoje, era o esporte preferido da juventude e de grande parte da população.

Os jovens fundadores desse novo time de futebol, que também foi o primeiro clube de Rocinha foram: Prof. Romeu de Moraes, Antônio Gonçalves, Attílio Braghetto, Francisco Salustiano de Souza, Epifânio Salustiano de Souza e Fernando Biscardi. De comum acordo entre os presentes naquela reunião, ficou decidido que todos esses fundadores responderiam cada qual por uma atividade dentro do novo clube, recém criado, mas sem a constituição de uma diretoria. Inicialmente o clube fundamentou-se no futebol, tendo seu campo onde hoje se encontra construída a Igreja Matriz de Sant’Ana. Mais tarde o local foi transferido para a Vila Planalto, em terras pertencentes à Família Pescarini e onde hoje se encontra instalado o colégio Patriarca da Independência.

Com o passar do tempo, o time que era a coqueluche da época foi ganhando torcida e muitos adeptos. A população reconhecia no trabalho e no esforço daqueles jovens um ideal de levar adiante um projeto promissor, ou seja, o de dar para a população do então Distrito um divertimento que era da simpatia de muitos, “o futebol”. Tal esforço foi compensado e o clube veio a ser beneficiado com a doação de uma gleba de terra, pertencente à Dona Leontina Swalles de Barros, proprietária da Fazenda Cachoeira. A terra doada é onde hoje se localiza o balneário do clube, perfazendo uma quadra inteira na área central da cidade.

O time foi crescendo e começou a ganhar tradição, não só na cidade como em toda a região. Tornou-se então necessário possuir uma sede social, pois alem do futebol, moços, moças e a sociedade em geral necessitavam de um local para reuniões e encontros sociais, como por exemplo, um salão de bailes A idéia foi amadurecendo e o clube com vários sócios e uma pequena economia em caixa, acabou adquirindo uma área ao lado da Igreja Matriz, na Praça de Sant’Anna, de propriedade da Família Trevisan, por trinta contos de réis. Outra parte da área foi recebida como doação da Família Magalhães e hoje ali se localiza a sede social do clube.

No ano de 1.947, deu-se o lançamento da pedra fundamental da primeira sede do clube, com a posterior construção do prédio que por muito tempo foi um dos mais conhecidos e renomados salões de baile da região, pela característica de sua pista em formato oval, até então o único conhecido entre as cidades vizinhas, sendo, portanto um orgulho para os Rocinhenses.

Além de possuir uma das melhores equipes de futebol da época, o galo vermelho e branco como era tradicionalmente conhecido, chegou a participar por diversas vezes de campeonatos regionais da Federação Paulista de Futebol.

A Associação Rocinhense de Futebol é na atualidade um patrimônio de seus associados, possuindo em sua sede na Praça de Sant’Ana, um salão social, sala de troféus e reuniões, dois belos campos de bochas acarpetados, salão de jogos, lanchonete e secretaria. No balneário localizado na Rua Fernando Costa, existem duas piscinas, uma quadra de tênis e paredão, um campo de futebol society, uma quadra poliesportiva, sala para exercícios, parque infantil, salão de jogos, dois campos de bochas, pista para autorama, sauna, lanchonete, área para churrascos e vestiários.

Curiosidades:

Disputou contra o Guarani F.C., a 1ª partida realizada pelo Bugre Campineiro, “fora” de Campinas em
01/10/1911. Na Rocinha – atual Vinhedo, o Bugre venceu por 2 x 1.

Disputou a 4ª Divisão de Profissionais em 1966 e 1967.

Campeã da Série Carlos Rolim em 1953 pela Liga Campineira de Futebol.

Origem do nome: Referência ao Distrito de Rocinha que passou à Munícipio em 1948, alterando seu nome para Vinhedo.

Mascote: Galo Vermelho e Branco

Inúmeras vezes Campeã de Futebol em Vinhedo em suas diversas categorias.

Parabéns, pelos 100 anos de História !!!

Fonte: Site do clube, Arquivo pessoal e Almanaque da FPF de 1957.

CLUBES DE PORTUGAL – ACADEMICO FUTEBOL CLUBE

NOME: ACADEMICO FUTEBOL CLUBE

ENDEREÇO: Rua Costa Cabral, 186 – Porto

FUNDAÇÃO: 15 de setembro de 1911

CORES: preto / branco

HISTÓRICO: A origem do Clube que hoje se denomina Académico Futebol Clube remonta ao início do século XX, quando um Grupo de Estudantes, essencialmente provenientes do Liceu Alexandre Herculano e que se reunia desde 1909, deu origem em 15 de Setembro de 1911 – data oficial da formação do clube – ao Académico.
Secundino Branco Júnior foi o primeiro Presidente desta instituição, cujas instalações destinadas à prática desportiva, eram inicialmente móveis. Em 1923 a capacidade e o espírito empreendedor dos seus orientadores e da sua massa associativa, levaram então ao início da construção do Estádio do Lima. O campo de Futebol – que viria a ser, em 1937, o primeiro relvado a nível nacional – era rodeado por duas pistas: a de Atletismo, em cinza e a de Ciclismo em cimento. Em 1927 ampliaram-se as instalações nos terrenos junto ao estádio e à sede social: campos de Ténis, jardins de recreio, parque de Campismo e Ginásio, completavam assim a grandiosa obra.
Por esta altura, o Académico mantinha em actividade centenas de praticantes das mais diversas modalidades, principalmente Futebol, Atletismo, Ciclismo, Râguebi, Ténis, Basquetebol, Hóquei em Campo, Ténis de Mesa, Bilhar e Ginástica, algumas destas pioneiras no norte do País.
Um momento bastante marcante para o Clube deu-se em 1931, aquando da distinção com o Grau de Cavaleiro da Ordem Militar de Cristo, passando esta condecoração a fazer parte do seu emblema.
Desde que em 1917, a equipe de Futebol masculino foi campeã de segundas categorias, conseguindo o primeiro troféu para este Clube, até aos nossos dias, muitos títulos e personalidades marcaram a história do Académico. Não caberá neste brevíssimo resumo histórico uma referência dilatada a quantos os que fizeram do clube um baluarte do desporto nortenho. Contudo, alguns nomes se devem realçar, essencialmente pela sua particularidade: Manuel Fonseca e Castro, foi o primeiro internacional de futebol de um clube da cidade do Porto; José Prata de Lima, foi o primeiro atleta Olímpico da cidade invicta tendo participado nos Jogos Olímpicos de 1928 na modalidade de Atletismo; e Ribeiro da Silva foi vencedor de duas voltas a Portugal em bicicleta nos anos de 1955 e 1957.
Ao fim de 53 anos de vida exemplar e digna, o Académico veio a perder o seu parque de jogos construído no estádio do Lima, não tendo porém perdido o seu idealismo, mantendo acesa a chama que sempre o orientou em toda a sua existência. Operou-se assim a “viragem imposta” na orientação da sua actividade em favor da juventude. Nos terrenos que restaram, ergueu nova obra, construindo dois pavilhões e dois ginásios. Actualmente um dos ginásios deixou de existir e passou a existir uma sala multifacetada, na qual já se praticou Ténis de Mesa e recentemente é privilegiada a competição de Bilhar.
Fazem também parte das instalações do Clube, um Bar/restaurante e uma sala de Fisioterapia. Actualmente existem as modalidades de Andebol, Basquetebol, Hóquei em Patins, Montanhismo e Campismo, Karaté, Bilhar, Ginástica, Kung-Fu, Taekwondo, Capoeira, Tiro com Arco e Musculação, encontrando-se a saúde em primeiro lugar, no rol das prioridades do Clube.
Dos atletas, dirigentes e sócios que já passaram e contribuíram para a história do Clube, alguns ainda se mantêm pelo Académico F. C., ajudando a construir o que é hoje, uma instituição de utilidade pública de grandes dimensões e com um papel desportivo e social na cidade do Porto, que mais nenhum Clube amador possui. É neste contexto de um clube eclético e que pretende estar ao serviço de uma população abrangente, que surge a carinhosamente denominada MICA – Escola de Desporto do A.F.C.-. Esta Escola está totalmente inserida no espírito jovem, desportivo e de qualidade, que sempre tem preconizado as actividades do Clube e, como tal, apresenta-se como uma alternativa conceptual que pretende também “entrar para a história” do Académico.

Fonte: Adaptação do livro “ Académico Futebol Clube, 75 anos, 1911 – 1986 ”

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