Clube Atlético Ferroviário – Goiânia (GO): Fundado em 1957

O Clube Atlético Ferroviário foi uma agremiação da Cidade de Goiânia (GO). Fundado no dia 15 de Setembro de 1957, e mantido pela ‘Estrada de Ferro Goiás’, o clube teve vida longa. Disputou vários campeonatos, situando-se entre os intermediários.

Não chegou a fazer frente aos grandes, mas revelou inúmeros craques que luziram na sua época, dentre eles Ronaldo, Paulo Roberto, Amilcar, Santos, Agmon, Joel e outros.

Estreou no Campeonato Goiano de 1958, terminando na 8ª e última colocação. Em 1959, ficou em 7º lugar; Em 1961 e 1962, acabou na 6ª posição; Em 1964, fez a sua melhor campanha terminando na quarta colocação. Depois o Ferroviário se licenciou para nunca mais retornar.

 

Fontes: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho – Livro “30 anos de Futebol em Goiânia”, publicado em janeiro de 1975, de autoria de Lisita Junior, pela Editora Dom Bosco – Rsssf Brasil

Esporte Clube Goianás – Nova Veneza (GO): Escudo e uniforme de 1959

Esporte Clube Goianás foi uma agremiação da Município Nova Veneza (GO). A equipe Alvigrená foi Fundado em 1939, esteve em atividade entre as décadas de 1940 e 1960, desaparecendo com a implantação do profissionalismo no futebol goiano, em 1963.

No dia 25 de outubro de 2009 o Goianás retomou sua atividade no futebol ao fazer um amistoso com o União de Inhumas. No currículo,Goianás faturou dois títulos do Torneio Início da 1ª Divisão de 1957 e 1958; e outro caneco no Torneio Início da 2ª Divisão, em 1960.

 

Fonte: Livro ‘Arquivos do Futebol Goiano’, de autoria de João Batista Alves Filho

 

Clubes do RN: AASS Rocas

Nome: Associação Atlética São Sebastião – AASS

Cidade: Natal

Endereço: Bairro das Rocas

Fundação: 1979

Histórico: Passou 20 anos licenciado vindo a tornar no ano de 2011 sobre nova administração conquistando brilhantemente o campeonato de 2011 e repetindo a dose em 2012, quebrando um tabu de 30 anos de uma equipe ser bi-campeã consecutiva repetindo o feito conquistado pelo Barcelona em 1981 e 1982. Atualmente disputa o Campeonato de “Novos” do C.D.B.R. Maior vencedor do Campeonato amador das Rocas

Títulos: Pentacampeão (1983, 1986, 1990, 2011 e 2012) do Campeonato Amador das Rocas(zona leste)

Situação: amador

foto: facebookf: facebook/

Sport Club Tavares – Rio de Janeiro (RJ): Fundado em 1931

O Sport Club Tavares foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado no dia 06 de Dezembro de 1931, por um grupo de jovens estudantes, entre eles, Ricardo da Silva Mello. Possuía a sua Sede e o Campo no Beco do Ataliba, 69 – no Bairro do Engenho de Dentro, localizado na Zona Norte do Rio. Sete anos depois, no dia 26 de novembro de 1938, inaugurou a sua nova Sede na Avenida Borges de Medeiros, 342, também no mesmo bairro.

O Sport Club Tavares ingressou na Federação Athletica Suburbana (FAS), no dia 21 de abril de 1938, participando das edições de 1938, 1939 e 1940. 1938-39: Ramos; Dica e Ferrozo (Dantas); Serapião, Albério e Aristides (Oscarino); Tijolo, Dadal, Edgard (Helio), Andrade (Arlindo) e Esquerdinha (Pericles). Técnico: Alberto Costa, o ‘Betinho’. 

Partida Feminina fez parte da inauguração dos refletores

Em 30 de março de 1940, o SC Tavares inaugurou os seus refletores. A preliminar, com início às 20hs, teve a participação de duas equipes femininas: Eva Football Club versus Sport Club Brasileiro.

O Eva FC estava escalado da seguinte forma: Vera; Haydée e Helenita; Ruth, Eliza e Antonieta; Odette, Beatriz, Maria, Aida e Isabel. Já o SC Brasileiro atuou assim: Filhinha; Adyragram e Margarida; Elza I, Sally e Aida; Lourdes, Ophelia, Paradanta, Nilcea e Lourdes II.

Esse evento moderno para aquela época foi organizado pelo Jornal dos Sports e a Fábrica Sudan. No jogo de fundo ‘Clube do Beco do Ataliba’, enfrentou o Engenho de Dentro A.C., às 21 horas.

 

Clube manda carta a Getúlio Vargas para evitar falência

Em 1944, o Tavares sofreu um duro golpe. Em vista de perder  sua sede, fez um apelo aos associados e desportistas em geral, a fim de angariar fundos para comprar um terreno de 100 mil cruzeiros.

Após recorrer a todas as instancias, o presidente do Sport Club Tavares, Tércio S. Machado enviou uma carta ao, então, presidente da República do Brasil, Getúlio Vargas. Contudo, a tentativa não surtiu o efeito desejado e o clube foi obrigado a colocar o ponto final nos seus 13 anos de histórias.

Abaixo o texto na íntegra:

Fontes: Jornal A Noite – Jornal dos Sports

Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ): Versão 2015

Neste ano, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), deu uma recauchutada na sua logomarca. Outra curiosidade é o tom da camisa: roxo. A pergunta que fica é: será que a Seleção Carioca, numa eventual convocação, seja na categoria profissional ou amador, utilizaria tal uniforme? Pelo sim ou não, segue o distintivo e o uniforme.

Foto:  Úrsula Nery

Magno Football Club – Rio de Janeiro (RJ): Fundado em 1913

Um dos escudos há muito tempo “caçado“, finalmente foi encontrado. Trata-se do Magno Football Club, que foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Os Mulatinhos Azuis foi Fundado no dia 15 de Agosto de 1913, tinha a sua Sede era próxima à Estação Magno (atual Estação de Madureira), na Rua Carolina Machado, 206; e o Campo na Estrada Monsenhor Félix, 302, ambos em Madureira, na Zona Norte do Rio.

Era o grande rival do Fidalgo. Que por sinal, em 1934 Magno e Fidalgo se fundiriam, passando a se chamar Madureira Athletico Club. A escolha das cores se fez da seguinte forma: o azul (Magno), roxa (Fidalgo) e branca (comum a ambos).

Entretanto, o Magno depois acabou desistindo da fusão. Já o Fidalgo, mesmo sozinho manteve a ideia e tocou o projeto, com a nova nomenclatura de: Madureira AC (lembrando que na década de 70 o Madureira AC se juntou com outros clubes locais, virou Madureira EC e adotou as cores atuais).

O Magno tem os títulos Suburbanos, pela Associação Athletica Suburbana (AAS) , em 1916 (Primeiros Quadros) e 1918 (Terceiros Quadros). Time-base de 1916: F. Heitor; Mello e Ribeiro; Camargo, Antônio e Laranjo; S. Lima, José, Monteiro, Paiva e Manoel B.

Fontes: Rsssf Brasil – O Imparcial – O Radical