AO MESTRE COM CARINHO (TELÊ SANTANA NA COPA DE 1986)

No dia 21 de Maio de 1985, em Santiago do Chile a Seleção Brasileira dirigida pelo treinador Evaristo de Macedo, jogava um amistoso contra o Chile, ultimo jogo preparatório para as eliminatórias para a Copa de 1986 no México. Evaristo tinha estreado no comando técnico no dia 25 de abril quando o país ainda se ressentia do falecimento do Presidente Tancredo Neves, ele era o terceiro treinador da seleção desde a saída de Telê Santana depois da Copa de 1982, Carlos Alberto Parreira assumiu em 1983 que ficou até a perda da Copa América para o Uruguai, em 1984 assumiu Edu Antunes o irmão de Zico que só durou três partidas e não emplacou.

Evaristo era a bola da vez, assumia o cargo num momento difícil, o Brasil vivia o êxodo de jogadores para o exterior que veio depois da Copa da Espanha, Zico, Sócrates, Junior e Toninho Cerezo se juntariam a Falcão, Edinho e Dirceu no futebol italiano e os clubes só liberariam os jogadores para jogos oficiais e Evaristo teve de iniciar o trabalho com jogadores que atuavam no Brasil que tinha bons valores como Casagrande, Alemão, Elzo, Bebeto, Renato Gaúcho, Mozer, Branco e Luis Carlos Winck, mais certos nomes com Edson Boaro, Dema, Jorginho, Reinaldo, e o veterano Mario Sérgio não vinham agradando. No período que dirigiu a seleção foram seis partidas com três vitórias e três derrotas e as duas ultimas contra a Colômbia e o Chile foram a gota d’água para a CBF que não agüentou a pressão da mídia e da torcida e trouxeram de volta Telê Santana a dez dias da estréia contra a Bolívia em Santa Cruz de la Sierra no dia 02 de junho de 1985.

Telê estava de volta para a felicidade de toda a nação, ele que fora bastante questionado antes da Copa de 1982, por não escalar dois pontas como eram de costume as equipes jogarem no Brasil, era perseguido até em programas humorísticos como o de Jô Soares que na pele do Zé da Galera todas as segundas ligava para o Telê pedindo ponta quem não se lembra do jargão “Bota ponta Telê” o que não sabíamos que apesar da boa safra de pontas direitas como Paulo César do São Paulo, Robertinho do Fluminense, Lúcio do Guarani, Wilsinho do Vasco, o mestre Telê armava sua seleção apenas com um ponta nato que era Eder na esquerda, e que com um quadrado no meio campo formado por Cerezo, Falcão, Sócrates e Zico, permitiam que Leandro e Junior jogassem como verdadeiros pontas.

Bem no dia 02 de junho na estréia contra os bolivianos o time que o povo e a mídia queriam estavam em campo, Carlos; Leandro, Oscar, Edinho e Junior; Cerezo, Sócrates e Zico; Renato Gaúcho, Casagrande e Eder, a esperança estava de volta e as vitórias também a classificação fora conseguida praticamente nos dois primeiros jogos fora de casa, depois ficou uma certa frustração por não ter vencido nem Paraguai e Bolívia, houve empate por 1 a 1 em ambos os jogos e uma vitória sobre o Chile por 3 x 1 no intervalo do primeiro para o segundo jogo.

Depois das eliminatórias e com o passaporte carimbado para o México o Brasil iniciou o ano de 1986 numa expectativa muito grande, no dia 31 de maio se iniciaria o mundial e o México trazia boas lembranças, mais nos dois primeiros amistosos contra Alemanha e Hungria na Europa nos deixaram preocupados mesmo sem contar com Junior, Cerezo e Edinho que continuavam a jogar na Itália o time tinha Sócrates e Falcão que voltaram a jogar no Brasil, além de Zico que voltou em 1985, mais depois das eliminatórias em um jogo do campeonato carioca foi violentamente atingido por Marcio Nunes do Bangu logo na segunda rodada da competição, o Brasil perdeu para a Alemanha por 2 x 0 e para a Hungria por 3 x 0, o pânico se generalizou pelo Brasil! e ai será que o time que encantou o mundo em 82 voltaria a se juntar e jogar juntos de forma encantadora? Ou será que nossos maiores craques já passados dos trinta teriam fôlego para jogar uma Copa inteira ! e Zico será que ele se recuperaria antes do mundial? Bem apesar das atribulações e vontade popular de ver os mesmos craques jogando uma Copa; o Mestre Telê sabia como resolver a questão. Ele aproveitou para mesclar os velhos talentos com jogadores campeões mundiais juniores na Rússia em 1985, Dida, Muller e Silas começaram a serem chamados com freqüências além de Valdo do Grêmio, Alemão do Botafogo, Elzo e Edvaldo do Atlético/MG, Telê sabia que tinha um time envelhecido mais em compensação tinha novos valores, nos quatros amistosos seguintes vitórias diante Peru, Alemanha Oriental, Finlândia e Iugoslávia, neste jogo no Recife Zico retornou a camisa canarinho e com uma atuação nota 10 marcou três gols e nos encheu de esperanças novamente o time começara a ganhar forma, na despedida antes do mundial o ultimo amistoso contra o Chile no Paraná e um empate por 1 x 1, mais Telê ganhou um novo problema; Renato Gaúcho e Leandro voltaram tarde para a concentração e somente Renato fora cortado em solidariedade ao amigo Leandro também pediu para ser desligado da delegação que viajaria dois dias depois rumo ao México, Telê chamou Josimar do Botafogo para seu lugar, que terminou sendo o lateral direito da Copa.

Mais os problemas não terminaram por ai, Oscar e Cerezo foram cortados as vésperas da estréia contra a Espanha no dia 01 de junho, mais Telê mostrou que sabia tudo de bola e começou a remontar o time com o mundial em andamento, nos dois primeiros jogos foram vencidos na marra por 1 x 0 contra a Espanha com uma ajuda do bandeirinha que não viu a bola dentro do gol num chute de Michel e contra a Argélia quando começou a despontar a estrela do atacante Careca que era reserva nas eliminatórias, Telê pois Josimar na lateral direita pois Edson não vinha agradando,Branco na lateral esquerda, na zaga Edinho ganhou a companhia de Julio César, firmou o meio campo com Elzo e Alemão na marcação, pondo Sócrates e Junior mais a frente, aproveitando que Junior jogava como meia no Torino, na frente sacou Casagrande que era unanimidade nas eliminatórias e colocou Muller junto a Careca por ter entrosamento melhor pois atuavam juntos pelo São Paulo, no terceiro jogo diante a Irlanda do Norte, Zico retornou nesta partida entrando no segundo tempo o Brasil ganhou fácil 3 x 0 com Josimar fazendo um golaço e dois de Careca.

Nas oitavas no baile agora diante da Polônia, mais não foi fácil pois os polacos assustaram com uma bola na trave no inicio da partida, a defesa sólida não sabia o quera sofrer gol naquele mundial e ai finalmente encontramos o caminho do sonhado tetra, com uma defesa bem protegida e um meio campo organizado e técnico e tendo Zico recuperado e Careca dando show o Brasil atropelou a Polônia e partiu para as quartas de finais para enfrentar a França a outra equipe que encantou no mundial de 82 e não levou vinha de eliminar a atual campeã mundial a Itália por 2 x 0, tinha também um time renovado mais conhecidas peças como Amoros, Battiston, Bossis, Tigana, Girese, Rocheteau e o genial Michel Platini, o jogo começou a toda e o Brasil saiu na frente numa bela jogada triangulada por Junior, Muller e Careca que finalizou com maestria, o jogo continuava quente ao sol do meio dia em Guadalajara, a nossa defesa tinha mais trabalho mas a França jogava e deixava jogar tivemos chances de ampliar o placar com Muller mais Joel Bats começara a fazer a diferença no gol dos blues, antes do final do primeiro tempo a França empata, no segundo tempo o jogo continuou quente com chances de ambos os lados, Zico entra no lugar de Muller na primeira bola que recebe lança Branco que entra pela diagonal o lateral é derrubado na área pênalti festa dos jogadores e nos país inteiro são 27 minutos do segundo tempo um gol aquela altura seria uma ducha fria para os franceses, Zico recebe a bola de Careca, ajeita a pelota bate e para a surpresa geral Bats defende a ducha fria se virou o jogo foi para a prorrogação e nos pênaltis nos perdemos por 4 a 3. Telê mais uma vez se vê num turbilhão de questionamentos, Careca deveria ter batido o pênalti ou Sócrates, Zico acabara de entrar e estava frio! Telê é pé-frio não ganha nada, fora Telê e muito mais, este jogo contra a França foi o ultimo do velho mestre á frente da seleção brasileira, ele e aqueles mágicos jogadores não ganharam as Copas mais deram brilho ao futebol mundial, ele mostrou competência, visão futebolística, não tremeu diante a impaciência de jogadores estrelas, capacidade de remontar um time já com um mundial iniciado e se fosse em um pais europeu ele continuaria para a próxima Copa, depois da seleção Telê levou o Atlético/MG as semi-finais do brasileiro de 87 e a fama de pé-frio voltou a ser lançada, monta boas equipes da show e não leva a taça, mais a sua competência viria a ser premiada quando passou a comandar um time brasileiro com administração com modelos europeus o São Paulo no primeiro ano novo vice e a fama de pé-frio, de 1991 em diante Telê mostrou que era mais que vencedor: campeão brasileiro e paulista em 1991, paulista, libertadores e mundial em 92, libertadores, mundial e super copa libertadores 93 e muitos outros títulos.

O Mestre Telê para mim foi o melhor treinador de futebol sua simpatia e carisma eu presenciei de perto em 1981 quando a seleção brasileira enfrentou a Espanha aqui na Fonte Nova eu fui um dos gandulas daquele dia no jogo e no dia anterior no treino. Em um momento de descontração me aproximei do Mestre e ele gentilmente me perguntou “ esta gostando de ver tantos craques juntos”respondi sim estou gostando e ele me disse “ estou treinando o melhor elenco do mundo e vamos dar muitas alegrias as vocês, vamos trazer a Taça de volta para a nossa casa” ele não cumpriu a promessa mais é certamente o maior treinador que a seleção brasileira já teve.

Fonte: Texto Galdino Silva

Quem é o maior campeão brasileiro?

O futebol brasileiro é recheado de “histórias e estórias”, fatos e curiosidades. Mas de uma coisa jamais terão certeza: Quem realmente foi o primeiro campeão Brasileiro da história? O que se sabe é que a CBD (antiga denominação da CBF) realizou o primeiro Torneio Interestadual de Clubes no ano de 1920 que reuniu, no estado do Rio de Janeiro, os campeões de três estados: Paulistano, de São Paulo, Brasil de Pelotas, do Rio Grande do Sul, e Fluminense, campeão carioca. Todos os jogos foram realizados nas Laranjeiras, o maior estádio do Brasil na época. O campeão foi o Club Athletico Paulistano.

Depois, em 1936, Portuguesa de Desportos, de São Paulo, Atlético Mineiro, de Minas Gerais, Fluminense, do Rio de Janeiro e Rio Branco, do Espírito Santo, disputaram o II Torneio Interestadual de Clubes. Desta vez o campeão foi o Atlético Mineiro, que por conta disso, colocou o verso “nós somos campeões dos campeões” em seu hino.

Muitos outros torneios interestaduais estavam em disputa no Brasil, mas nenhum deles pode-se dizer, com status de campeonato nacional – o mais importante de todos era o Torneio Rio-São Paulo.

O Campeonato Brasileiro (como era conhecido a Taça Brasil) começou por “quase” que uma imposição da Confederação Sulamericana de Futebol – a Conmebol.

Com o início das competições continentais, principalmente na Europa, a Conmebol, viu-se na obrigação de ter o seu clube “campeão” – o melhor da América – dando inicio a Copa Libertadores da América em 1960. Com isso, muitas das federações filiadas viram-se obrigadas a ter oficialmente uma competição de nivel nacional a fim de indicar seu representante na disputa.

O Brasil, por ser um país “continente”, sempre teve dificuldades de realizar seu campeonato nacional. Mas a necessidade obrigou a CBD – Confederação Brasileira de Desportos – a criar uma competição de nivel “realmente nacional”. Para se indicar o representante brasileiro na Libertadores foi criada a Taça Brasil, em 1959, que reunia os campeões estaduais do ano. Os clubes se enfrentavam em jogos de ida e volta. O campeão da Taça Brasil era considerado o campeão brasileiro. O Torneio teve dez edições e durou até 1968.

Antes da extinção da Taça Brasil, em 1968, deu-se inicio ao Torneio Roberto Gomes Pedrosa ou Robertão – como era conhecido – no ano de 1967. Era a continuidade do Torneio Rio-São Paulo que teve inicio em 1933, porém como passou a abrigar clubes de outros estados, ganhou esta nova denominação. Dele participavam clubes do eixo Rio-São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. Em 1970, ano de sua última edição, passou a se chamar Taça de Prata.

Finalmente em 1971 teve inicio o campeonato brasileiro como conhecemos hoje, apesar de sua grande desorganização e interesses politicos, chegando a ter dois campeões num mesmo ano (1987) – O Sport Recife, considerado pela CBF como o verdadeiro campeão daquele ano e o Flamengo, campeão da Copa União que foi realizada pelo chamado “clube dos 13”. Sem contar a bagunça que foi o Torneio João Havelange em 2000.

O fato é que a CBF ignora a história não reconhecendo os campeões nacionais antes da criação do Brasileiro de 1971. Ingratidão à parte da CBF, fica a nós torcedores, a responsabilidade e o bom senso para “exigir” que se faça justiça e reconheça os campeões brasileiros ao longo da história.

A Confederação Brasileira de Futebol até que vê a possibilidade de reconhecer os títulos das equipes que venceram torneios nacionais antes de 1971. Caso venha o reconhecimento oficial da CBF, o CA Paulistano que teve seu departamento de futebol “extinto em 1929”, poderia comemorar 77 anos depois o título de primeiro Campeão Brasileiro, assim como o Botafogo/RJ poderia ter comemorado o seu segundo brasileiro em 1995. Já o Palmeiras e Santos passariam a ser os maiores vencedores do Brasil, com oito conquistas cada. Resta apenas aguardar que o bom sendo prevaleça na CBF.
» Veja abaixo como ficaria a “verdadeira” relação dos campeões nacionais, “caso a CBF reconheça o erro”:
Os Campeões Brasileiros
(unificando os titulos anteriores a 1971)

1° – Palmeiras (1960/67/67/69/72/73/93/94) 08
1° – Santos (1961/62/63/64/65/68/2002/04) 08
3° – São Paulo (1977/86/91/2006/07)………..05
3° – Flamengo (1980/82/83/87/92)……………05
5° – Vasco da Gama (1974/89/97/2000)…….04
5° – Corinthians (1990/98/99/2005)…………..04
7° – Internacional (1975/76/79)……………….03
8° – Grêmio (1981/96)……………………………02
9° – Fluminense (1970/84)……………………..02
10° – Bahia (1959/88)…………………………….02
11° – Botafogo/RJ (1968/1995)………………..02
12° – Atlêtico/MG (1936/71)…………………….02
13° – Cruzeiro (1966/2003)……………………..02
14° – Guarani (1978)……………………………..01
15° – Coritiba (1985)……………………………..01
16° – Atlêtico/PR (2001)…………………………01
17° – Sport Recife (1987)……………………….01
18° – CA Paulistano (1920)…………………….01

por Sidney Barbosa
www.campeoesdofutebol.com.br

O início do football na América Latina

Apesar de, historicamente, em grande parte, terem sido colonizadas por portugueses e espanhóis, podemos observar nas sociedades latino-americanas a predominância, exceção feita a algumas nações caribenhas e à Venezuela, de uma prática esportiva implementada pelos ingleses na virada do século XIX para o XX. Estamos nos referindo ao futebol, que, de apenas mais um símbolo de dominação estrangeira passou em diversos países a se constituir num dos mais importantes elementos formadores de identidades nacionais.

Após a sua introdução, não tardou para que este esporte rompesse o círculo inicial representado pelos clubes ligados predominantemente à colônia britânica, ou então, aos membros da aristocracia local. Segundo Pereira (2000), o futebol aparecia naquela época como “uma celebração da identidade bretã”. A força com a qual essa modalidade se espalhou por boa parte do planeta deu-se de uma forma tão impressionante que, Mascarenhas (2002), afirma ser esse esporte “o mais duradouro, bem sucedido e disseminado produto de exportação da sisuda Inglaterra vitoriana”.

Na passagem do século XIX para o século XX, a Inglaterra ainda despontava como a principal potência marítima, colonial, comercial e industrial do planeta. A expansão da rede capitalista somada ao surto desenvolvimentista vivido por alguns países latino-americanos, especialmente Argentina e Uruguai, fez com que um intenso intercâmbio comercial, aliado a vultosos investimentos em obras de infra-estrutura e serviços públicos, notadamente na ampliação da malha ferroviária, atraíssem capitais e cidadãos ingleses (operários, professores, técnicos de ferrovias, comerciantes etc.) que passaram a funcionar como os grandes agentes disseminadores da modernidade, sendo o futebol um de seus mais importantes elementos.

As atividades relacionadas à exploração mineral e ao comércio despontavam entre aquelas que mais despertavam interesse dos capitais ingleses. Não por acaso, as cidades portuárias (Buenos Aires, Montevidéu, Valparaíso, Rio de Janeiro, Rio Grande etc.) e mineiras (Coquimbo, Iquique, Pachuca etc.) consolidaram-se como alguns dos mais importantes centros pioneiros do futebol na América Latina.
No Brasil, a data oficial de implantação do futebol remonta a 1894, por obra de Charles Miller. Entretanto, existem relatos de partidas realizadas por marinheiros ingleses na Praia do Russel, em 1874, e, em 1878, em frente à residência da Princesa Isabel.

Apesar da existência de divergências em relação à paternidade do futebol no nosso país, uma coisa é certa: após cada partida realizada, apesar de toda uma sensação inicial de estranheza em relação àquele curioso esporte trazido das Ilhas Britânicas, a prática do foot-ball rapidamente incorporava-se aos hábitos da nossa aristocracia, ávida por tudo aquilo que representasse a reprodução nos trópicos de um modo de vida moderno, refinado, europeu.
Entretanto, da mesma maneira que o novo esporte caiu no gosto da elite, ele também chamou a atenção das camadas menos favorecidas da nossa população. Era fato comum a presença nos barrancos localizados ao redor das primeiras canchas de uma pequena multidão de curiosos a assistir a exibição de um grupo de vinte e dois bem nascidos jovens, divididos em dois teams de onze, disputando a atenção de uma platéia composta por moças e rapazes, elegantemente trajados, das mais distintas famílias locais.
Logo o entusiasmo tomou conta das classes populares que rapidamente começaram a procurar os terrenos baldios, improvisando marcações, balizas e adaptando as regras do jogo às condições do terreno. Surgia dessa maneira uma das mais importantes instituições do futebol: a pelada, mais um reflexo da imensa capacidade de improvisação que caracteriza o povo brasileiro.

Fonte:http://www.efdeportes.com/ Revista Digital – Buenos Aires
Inserido por Edu Cacella

O mortífero Luis Artime

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Antes de jogar pelo Palmeiras, Artime defendeu o River Plate e o Independiente, ambos da Argentina, além de ter disputado a Copa da Inglaterra, em 1966, pela seleção de seu país.

Artime, o argentino Luiz Artime, centroavante matador do Palmeiras entre 1968 e 1969, brilhou no Uruguaio Nacional de Montevidéo (URU) ao lado do goleiro Manga e de Ubiñas, Mujica, Cubilla, Morales, Esparrago, Monteiro Castillo e etc… e foi artilheiro do campeonato nacional do uruguai ppor três anos seguidos.
Sempre tive admiração por este centroavante. Toda vez que eu ia ver o Derbi Corinthians x Palmeiras sabia de antemão que se sobrasse algum rebote na área, era caixa na certa. Estou inserindo este artigo movido pela admiração que hoje tenho de alguns jogadores argentinos. Deixo de lado a rivalidade para falar de quem realmente merece destaque. Por acaso não vimos ontem, 21/05/2008, o excelente futebol praticado pelo Conca do Fluminense?
Voltando a Luis Artime, dentro da área somente um era mais mortífero: Coutinho do Santos Futebol Clube. Portanto, digno de destaque este argentino.
Abaixo segue os números do título mundial ( intercontinetal ) do Nacional do Uruguai, com Artime de centroavante.

A Copa Intercontinental quase não foi jogada devido aos graves incidentes ocorridos na edição anterior, na Argentina, entre o Estudiantes e Feyenoord, da Holanda.
O representante Europeu, indicado pela UEFA para a disputa de melhor do mundo, foi o clube grego do Panathinaikos, vice-campeão europeu, na recusa do Ajax.

A primeira partida foi jogada em 15 de dezembro, na Grécia, no Estádio Karaiskaki del El Pireo, com empate em 1 a 1 – os gols foram marcados por Luis Artime e Fylakouris. Na segunda partida, realizada em Montevideu, no dia 28 de dezembro de 1971, o Nacional vence por 2 a 1, com gols de Luis Artime, e conquista o título de melhor do mundo. Eis a ficha da partida:
Nacional: Manga, Ángel Brunell, Juan Masnik, Luis Ubiña, Julio Montero Castillo, Juan Carlos Blanco, Luis Cubilla (Juan Martín Mujica), Ildo Enrique Maneiro, Víctor Espárrago, Luis Artime, Juan Carlos Mamelli (Ruben Bareño).
Panathinaikos: Oikonomoupoulos, Mitropolus, Athanassopoulos, Eletherakis, Kapsis, Sourpis, Dimitrou, Kamaras (Fylakouris), Antoniadis, Domazos, Kouvas.

Nascido na cidade argentina de Mendoza, no dia 25 de novembro de 1941, Artime vestiu a camisa do Palmeiras em 57 jogos (32 vitórias, 13 empates, 12 derrotas), marcou 48 gols e conquistou o Robertão de 1969.

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Artime teve também uma passagem pelo Fluminense do Rio quando o Flu formou um grande time. Na época, Gérson, o Canhotinha de Ouro, dizia o seguinte: – Agora é mole! Eu recebo a bola do Denilson, lanço para o Cafuringa e corro para abraçar o Artime, pois é gol na certa.
Só que no Fluminense o Artime não teve tanta notoriedade.
Gilberto Maluf

Copa Amistad 1990

Copa Amistad, 1990.

19.07.1990 Copa Amistad 1990

Santiago (Chile) Nacional

Club Social y Deportivo COLO-COLO (Chile) 0 X 0 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)

GILMAR; ZÉ TEODORO, ANTÔNIO CARLOS, RONALDÃO e NELSINHO (IVAN); FLÁVIO, BERNARDO, CAFU e JUAN RAMÓN CARRASCO; BOBÔ e DIEGO AGUIRRE.
Técnico Pablo Forlán
Gols: Não houve gol do SPFC marcado nessa partida
Árbitro: Carlos Manuel Robles Mella (Chile)
Não houve jogador do SPFC expulso nessa partida
Renda Desconhecida
Público Desconhecido

21.07.1990 Copa Amistad 1990

Santiago (Chile) Nacional

Club Deportivo UNIVERSIDAD CATÓLICA (Chile) 0 X 2 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)

GILMAR; ZÉ TEODORO, ANTÔNIO CARLOS, RONALDÃO e NELSINHO; FLÁVIO, BERNARDO, CAFU e JUAN RAMÓN CARRASCO (VIZOLLI); BOBÔ (EDMÍLSON) e DIEGO AGUIRRE (BETINHO).
Técnico Pablo Forlán
Gols: DIEGO AGUIRRE; CAFU
Árbitro: Salvador Imperatore Marcone (Chile)
Não houve jogador do SPFC expulso nessa partida
Renda Desconhecida
Público Desconhecido
*Embora tenha terminado empatado na liderança em todos os critérios com o Colo-Colo, o time local, co-anfitrião do torneio, desistiu do sorteio e ofereceu o troféu para a equipe visitante.

OS DIAS 21 E 22 DE MAIO NO FUTEBOL

21/05/1904 – É fundada a Federação Internacional de Futebol e Associados a FIFA.

21/05/1985 – CHILE 2 X 1 BRASIL, em Santiago do Chile o Brasil perde as vésperas do inicio das eliminatórias para a Copa de 1986 e Evaristo de Macedo perde o cargo e o Mestre Telê Santana é chamado as pressas para a vontade do povo. Os gols foram de: Rubio, Caszely (Chi); Casagrande (Bra).

21/05/1997 – INTERNAZIONALE 1 X 0 SCHALKE 04, em Milão com um gol de Zamorano a Inter vence e leva o jogo para os pênaltis, ai quem brilhou foi Lehmann que defendeu três pênaltis e o time alemão conquistou a Copa da UEFA.

22/05/1963 – MILAN 2 x 1 BENFICA, em Londres o Milan conquista pela primeira vez a Copa dos Campeões da Europa de virada sobre o Benfica de Eusébio que abriu o placar mais o nosso Altafini (Mazola) marcou os dois gols milaneses.

22/05/1969 – ESTUDIANTES 2 X 0 NACIONAL, em Mar Del Plata com gols de Flores e Conigliaro a equipe Argentina conquista o bicampeonato da Taça Libertadores da América.

22/05/1996 – JUVENTUS 1 X 1 AJAX, em Roma após empate no tempo normal com gols de Ravanelli (Juv) e Litmanen (Ájax) a Juventus vence nos pênaltis por 4 x 2 e conquista o bicampeonato da Copa dos Campeões da Europa.

Rivaldo, o melhor das Copas de 1998 e 2002.

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Noves fora, terminada a Copa da Alemanha, cabe uma constatação em forma de homenagem: o melhor jogador brasileiro de sua geração é Rivaldo. Não é Ronaldo, não é Cafu, não é Ronaldinho Gaúcho. No início desta semana, aos 34 anos, o meia do Olympiakos, da Grécia, anunciou sua despedida dos gramados. Joga mais uma temporada na Europa, e pronto. É hora, portanto, de repararmos a injustiça que o transformou em atleta normal e não em um gênio da bola, o melhor da Seleção em duas Copas do Mundo, em 1998 e 2002. Rivaldo, o Zidane brasileiro, só não tem o tamanho merecido porque é tímido, avesso ao marketing, não gosta de holofotes. José Miguel Wisnik, poeta, compositor e crítico literário, escreveu o seguinte a respeito do camisa 10 de 2002 em um artigo publicado logo depois do Mundial da Coréia e Japão na revista Época: “A foto de Rivaldo chutando diz tudo: os braços e as pernas se arremessam num espasmo de direções contrárias, em X – pião barroco em pleno equilíbrio. Pode ir rápido quando conduz a bola (muitas vezes sem olhar o jogo ) e parecer lento quando volta bamboleando com ela, como se sofresse de uma longínqua esquistossomose. Mas é antes de tudo um forte. A frase de Euclides da Cunha serve para ele não propriamente como sertanejo, mas como nordestino temperado de litoral, capaz de converter fraquezas em capacidades inacreditáveis.. Lembremos, pois, de alguns instantes mágicos do pernambucano Rivaldo em Mundiais:

1)Ele fez oito gols em Copas do Mundo – 3 em 1998 e 5 em 2002

2)Sua atuação nos 3 a 2 diante da Dinamarca, nas quartas-de-final de 1998, foi antológica, fez lembrar Didi no apogeu.

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3)O gol contra a Bélgica, nas oitavas de 2002, virando em voleio depois de matar no peito, é outro lance de rara beleza estética

4)Se é preciso uma reação semelhante a de Zidane e sua já lendária cabeçada, para incluir na lista um instante menor, Rivaldo tem uma também: foi aquela encenação, na bandeirinha de escanteio, fingindo ter levado na cara uma bola que lhe bateu nas canelas, jogado pelo turco Hakan Unsal, na primeira partida de 2002. Ali o Brasil começou a erguer a taça do penta.

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Salve Rivaldo, o homem a quem o sentimento de rejeição o afastou da fama. Esse sim, lembremos, joga bonito.
Por Fábio Altman

Agora, quando eu morava em São Paulo lembro-me muito bem como era rejeitado o Rivaldo. Também falei que foi o melhor jogador da copa de 2002. Só faltaram me execrar. Mas eu sabia do estava falando.
Gilberto Maluf

Alguns comentários/elogios/adjetivos do Blog Fotolog.terra.com.br
-Ele foi, simplemente MARAVILHOSO!!!

-Ele foi o maior da copa de 2002, e todos queriam que o Ronaldo fosse escolhido o melhor da copa, se não fosse o Rivaldo o Ronaldo não seria nada em 2002. Ele marcou 5, o Ronaldo 8 gols em 2002, e isso conta tudo pois ele não era o matador do time.

— Considero Rivaldo um dos maiores jogadores brasileiros. Basta levantar a “ficha corrida” dele. Esta, deve estar carregada, mas não de situações desagradáveis como jogadores desta Copa e sim de muitos títulos e gols ao redor do mundo.

-Rivaldo, sem marketing ou com marketing, é simples,eficiente e mágico dentro das quatro linhas.Nunca precisou nem precisará de Galvão Bueno para ser o craque que é.

-Simplesmente injustiçado pela midia e pelos brasileiros. Um grande jogador.

-Ufa! Até que enfim alguém faz justiça neste país sem justiça. Rivaldo foi (para mim) nos anos 90/2000 o que Zico foi nos anos 80/90. Era só jogar a bola no pé dele que o encanto começava. Ronaldo foi artilheiro da Copa em 2.002? Deveria ajoelhar-se aos pés de Rivaldo. Se era para ter um capitão na Copa da Alemanha que não falasse em campo(Cafu) era melhor este calado ter sido o craque Rivaldo. Pelo menos teríamos a chance de agradecer a ele tudo que fez por nós, brasileiros e palmeirenses. Pensando bem, os anjos do céu o protegeram da mediocridade da Copa e, principalmente, de nossa seleção. Um craque como Rivaldo nunca pára de jogar, apenas descansa. O seu lugar já está garantido no sonho daqueles que adoram ver o futebol como arte e espetáculo. Parabéns Rivaldo! E apareça para jogar uma pelada com a gente!

-Depois de Pele, Zico, Falcao e Cerezo, Rivaldo foi o melhor. O resto pode ate ser bom de bola, mas dai a chamar de fenomeno, ai ja é demais .

-Ele sera’ sempre lembrado,trata-se de um gênio da bola e de um grande homem de carater.Bom de bola sempre………
Já estamos com saudades, do nosso grande astro tímido, porém muito … especial!

-Eu vi Rivaldo jogar no início da carreira no meu Santa Cruz; foi neste clube onde ele começou e despontou para o Mundo. O resto da história vcs sabem.

-Sem dúvida alguma é um dos maiores craques do futebol brasileiro. E aqui falo de craques de verdade, não daqueles que pagam para ter o nome em evidência na mídia.

-Por outro lado, se não foi à Alemanha, certamente isto não lhe fará falta no currículo, posto que esse bando que se juntou lá nunca representou, de fato e de direito, a gloriosa Seleção Brasileira.

-Rivaldo foi um craque que não precisou de bajuladores e marqueteiros para mostrar o grande jogador que foi para o Brasil. Lamento que vai abandonar o futebol. Grande perde. Mas que se faça a homenagem que ele merçe de todos brasileiros.

-Sabe cabecear, marcar gols de bicicleta, chutar de longe de perto, bater penaltis, puxar a responsabilidade de um jogo para si e virar o placar e quando esta no time os outros correm mais atras da bola porque nao tem outro jeito.

Major Puskas – o maior nome da seleção húngara que encantou o mundo

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Puskas era o maior nome da seleção húngara que encantou o mundo nos anos 50, quando ganhou os Jogos Olímpicos de 1952, em Helsinki, na Finlândia e provocou a primeira derrota da história da Inglaterra no Estádio de Wembley, em Londres (6 a 3, em 1953).

Após tais feitos, em 1954, na Copa da Suíça, a Hungria despontou como favorita, principalmente após a goleada por 8 a 3 sobre a Alemanha Ocidental, logo na primeira fase. A final foi contra a seleção alemã, que dessa vez levou a melhor vencendo por 3 a 2. Assim como a seleção brasileira de 1982, a Hungria de 54 também faz parte de uma dessas “injustiças do futebol”.

Nascido no dia 2 de abril de 1927, Ferenc Puskas defendeu a seleção húngara em 84 oportunidades e marcou 83 gols, adquirindo a excelente média de aproximadamente 0,99 gols por jogo. Nos clubes, o sucesso maior veio no Real Madrid, onde jogou de 1958 a 66, e ao lado de Di Stéfano fez parte um dos melhores times que o clube espanhol já formou em sua história, conseguindo seis títulos espanhóis (1958, 1961/62/63/64/65), duas Taças da Europa (atual Liga dos Campeões – 1959/60), um Mundial de Clubes (1960) e uma Copa da Espanha (1962).

Ferenc Puskas, o “Major Galopante” da Hungria, um dos mitos do futebol, está em algum lugar muito próximo de Pelé, Cruyff e Maradona na história do esporte. Recordista de gols pela seleção magiar, marcou 83 vezes em 84 jogos, em uma média de 0,98 tento por partida. O camisa 10 do Brasil fez 95 nas 115 oportunidades em que vestiu a canarinho (média de 0,88). Puskas foi, nos anos 1950, capitão de uma das maiores equipes de todos os tempos, vice-campeã mundial de 1954 e campeã olímpica de 1952. Aos 79 anos, internado em um hospital de Budapeste com uma doença degenerativa semelhante ao Mal de Alzheimer, Puskas caminhou para a vizinhança de um outro craque: Garrincha, o gênio das pernas tortas que morreu pobre, o homem que fizera os brasileiros sorrir e não conseguiu driblar a decadência física e financeira.

A família do húngaro pôs 100 objetos pessoais do ex-jogador a leilão, de modo a arrecadar dinheiro para o tratamento. O martelo bateu em 2 de novembro, na casa inglesa Bonhams, fundada em 1793. Entre as peças, estava a chuteira de ouro ganha pelo recorde como goleador, com lance inicial de US$ 2, 6 mil. Tinha ainda um troféu entregue pela Federação Húngara de Futebol pelos 511 gols marcados nos campeonatos europeus, avaliado em US$ 5,3 mil. Despontaram curiosidades como uma camisa presenteada por Pelé no aniversário de 75 anos , cujo lance inicial é de US$ 1760.

“O lote foi posto a venda a pedido da mulher de Puskas”, disse Dan Davies, responsável pelo departamento de coleções olímpicas e de futebol da Bonhams. Não há um cálculo final para o montante amealhado, mas ele atingiu pelo menos US$ 180 mil. É valor que ajudou a apagar a triste imagem de evento denunciado pelo diário inglês Daily Telegraph. Debaixo da manchete, “Insulto a uma lenda”, revelou-se uma tramóia. Em agosto, uma equipe de atletas húngaros enfrentou o Real Madrid, time pelo qual Puskas atuou de 1958 a 1967. Mais de 40 mil pessoas foram ao estádio em Budapeste para ver em campo Ronaldo, Zidane e Beckham, em prol do conterrâneo. O time espanhol ganhou cachê de US$ 1,5 milhão, de modo a pagar hotel e outros custos. A mulher de Puskas, porém, recebeu meros US$ 12 mil.

Assim que o escândalo explodiu, dirigentes do Real prometeram entregar outros US$ 98 mil. Contudo, nada havia chegado às mãos da companheira. Como se não bastasse, no hospital Puskas recebeu a notícia de que a emblemática equipe do Honved, comandada por ele no auge, caíra para a segunda divisão em virtude de uma dívida com um treinador. Foram péssimas notícias que o leilão tentou reverter. Foi o caminho possível para salvar a história do supercraque de uma seleção que, a seu tempo, declamava-se como poesia, em um verso de 11 palavras: Grosics; Buzansky, Lorant, Lantos e Zakarias; Bozsik e Hidegkuti; Budai, Kocsis, Puskas e Czibor.
Puskas morreu em 2006.

Alguns comentários/adjetivos sobre Puskas:

-Melhor atacante depois de Pelé;

-Um dos craques galopantes e alegre que sabia usar a magia da bola;

-Uma lenda viva do futebol mundial, maestro do escrete húngaro no início dos anos 50. Apenas Pelé foi melhor, hoje com tristeza nos despedimos da máquina de fazer gols, maior recordista em gols em estatística de jogos;

– Que pena! Vai-se um gigante, do mesmo nível de Di Stéfano, Pelé e Maradona. Quem puder, assista a um vídeo chamado “The gold team”, e terá uma “pequena” noção de seu talento;

– Mais um craque que vai jogar o jogo das estrelas lá no céu. Felizes aqueles que puderam vê-lo jogar;

– Dêem uma parada na década de 60 e 70… Pelé, Rivelino, Eusébio, Boby Charlton, Gerge Best, Beckembauer, Gigi Riva, Johann Cruyf, Beatles, Woodstock, Rolling Stones, Pink Floyd, Bee Gees, Santana, Deep Purple, Black Sabath, Fidel Castro, Chê ,Rinus Mitchel… o que estes caras fizeram….melhoraram para sempre a vida inteligente do Planeta.

Fotolog.terra.com.br
Fábio Altman
Milton Neves