CAMPEONATO CAPIXABA,os primórdios e um título inusitado!!!!

América, Vitória, Rio Branco, Moscoso e Barroso foram os clubes que participaram do primeiro Estadual, em 1917. Na zaga do campeão América estava Carlos Monteiro Lindemberg, que se tornaria governador do Espírito Santo e senador da República na década de 50.

O Rio Branco, apesar de não ganhar nada desde 1985, é o maior vencedor do torneio com 35 títulos,a seguir vem a Desportiva com 16,nos últimos 10 anos porém o interior vem comandando,na verdade o interior com Linhares,Alegrense e um clube da Grande Vitória,que é o Serra da cidade de mesmo nome e que fica colada a capital,com excessão dos anos de 2000 com a Desportiva e 2006 com o Vitória,que hoje joga a segunda divisão.O atual campeão é CF Linhares.

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EM 1971 O CAMPEONATO COM FATO INUSITADO

Em 1971, o Rio Branco clube que sempre dividiu os holofotes com a Desportiva decidiram o título na maior confusão da história do torneio em todos os tempos. As duas equipes decidiram o campeonato em uma melhor de três partidas. A Desportiva venceu duas e empatou uma e, no campo,seria a campeã.

Mas o Rio Branco descobriu que os dois laterais da rival,Walter Gomes e Nelson Souza, foram inscritos irregularmente na competição . Eles disputavam simultaneamente o Campeonato Mineiro pelo Valeriodoce, que, como a Desportiva, era mantido pela antiga estatal Vale do Rio Doce.

A empresa fretava até helicóptero para que os dois jogadores chegassem a tempo de vestir a camisa da Desportiva. O caso foi parar no Superior Tribunal de Justiça da CBF, que anulou a decisão. A Federação Capixaba marcou outra decisão, mas a Desportiva que já tinha desmanchado time, se recusou a jogar e o Rio Branco foi proclamado campeão capixaba.

Fonte:Enciclopédia Lance,arquivos pessoais

O DIA 23 DE FEVEREIRO NO FUTEBOL

23/02/1930 – Vasco 2-3 Corinthians – O Timão bate o Vasco novamente e conquista á Taça dos Campeões Estaduais.

23/02/1969 – Remo 1-3 Sport, Em Belém pela primeira partida da decisão do torneio Norte-Nordeste o Leão da Ilha venceu o Leão do Norte.

23/02/1992 – ATLÉTICO/MG 0 – 4 VASCO, No Mineirão em tarde de gala da atuação vascaína Edmundo marca seus primeiros gols em campeonatos brasileiros. Bismarck e Bebeto abriram a vantagem do Vasco e Edmundo fechou o baile com mais 2 gols.

Flamengo Esporte Clube de Foz do Iguaçu

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O Flamengo Esporte Clube fundado em 7 de setembro de 1954, por um grupo de desportistas dissidentes do ABC, adotou as cores vermelha e preta, a exemplo do clube carioca de mesmo nome. O encontro foi realizado na residência da família Ayres de Aguirre, além de Antônio Gonçalves, participar ainda Cherubim Ayres de Aguirre, Rauk Horácio Grignet (Cacho), Nelson Varisco e Heitor Cardoso.

Da reunião resultou a fundação do Flamengo esporte Clube de Foz do Iguaçu, que há 47 anos coleciona títulos e honrarias, consolidando-se como um dos melhores times da cidade. A primeira diretoria constituída logo após a fundação ficou assim formada: Presidente Antônio Gonçalves; Vice-presidente Heitor Cardoso; 1º secretário Cherubim Ayres de Aguirre; 2º secretário Raul Horácio Grignet; 1º tesoureiro Melquíades Ayres de Aguirre e 2º Tesoureiro Nelson Varisco.

Logo depois da formação da primeira diretoria, foram feitas as filiações dos primeiros colaboradores: Renato Gonçalves dos Santos, Luiz Carlos Sbaraini, Idílio Chibiaque, Sebastião Flor, Nelson Domareski, família Basso, Antônio José Machado, família Dotto, Edgar Fiala, Sérgio Lobato, Octávio Portes (Tavico), Francisco Ferreira mota, João Carlos Palma (Joni), Celestino Rorato, Ernesto Julião Grignet, João Maria Santos, Emílio Rotilli, Antônio Soares, Paschoal Nami, entre outros.

A história do Flamengo está vinculada à história de um grande desportista, Antônio Gonçalves, o conhecidíssimo “Kid Chocolate”, um marinheiro que aqui aportou e que tinha no boxe, sua principal atividade esportiva, tendo sido um nome importante no cenário do boxe sul-americano. Mas foi no futebol e especialmente como dirigente do Flamengo, que o Kid Chocolate conduziu, treino e ensinou a prática do futebol para muitos dos atuais e ex-atletas iguaçuenses que estão por ai.

Kid Chocolate, que na década de 1950 fundou o 84º Boxing Club, que teve uma rápida participação no futebol iguaçuenses, se confunde com a história do Flamengo e do futebol amador de nossa cidade e é para homens que como ele, anonimamente, muito fez pelo nosso esporte preferido, que dedicamos este menos algumas injustiça sejam reparadas.

Também a família Basso, desde seu patriarca Pedro, passando pelos filhos Irineu e Vitório, que apesar de ser ABC, dedicaram-se à construção do estádio. A família Basso, a exemplo de Nelson Domareski, foi fundamental para a consolidação do clube, sendo os principais responsáveis pela construção do estádio, que leva o nome com extrema justiça de “Pedro
Basso”.

O confronto Flamengo e ABC, tornou-se o grande clássico do futebol amador iguaçuense, em qualquer categoria. Desse embate pode se esperar muita emoção e muita dedicação dos envolvidos, propiciando aos desportistas, sempre grandes e inesquecíveis confrontos.

Também o Flamengo, assim como o ABC e o atual Gresfi, mantêm equipes de outras categorias de futebol amador, com título em praticamente todas essas categorias, com destaque ao time de 1957, para a participação especial de Mane Garrincha em 1968 na conquista do título de bicampeão citadino de futebol amador nos anos de 1975 e 1976 da LIF e para o time vice-campeão em 2001.

Em sua vivência, passaram pelo Flamengo, excepcionais atletas: Roberto Damião, Bita, Roberto Chirum, Machadinho, Oscarzinho, Maneco, Arturo(Atlético Paranaense), Ademilson (Atlético Paranaense e Atlético Mineiro).

Atualmente, o clube também tem uma excelente estrutura social e tem seu estádio Pedro Basso, com um excepcional gramado utilizado inclusive para treinamentos da Seleção Brasileira e de clubes profissionais,como o Figueirense atualmente. Anexo ao Estádio, mantém o Flamengo um ginásio de Esporte e um Kartódromo, para utilização dos aficionados desse esporte.No futebol o clube disputa as categorias de base do futebol paranaense.

O DIA 22 DE FEVEREIRO NO FUTEBOL

22/02/1948 – América-PE 3-2 Sport Recife, Com este resultado o América venceu o segundo turno e garantiu vaga na final contra o Santa Cruz.

22/02/1968 – Sport 0-3 Grêmio Maringá, O time paranaense vence os pernambucanos campeões do norte-nordeste e se classificaram para decidir com o Santos de Pelé, pelo Torneio dos Campeões da CDB.

22/02/1981 – Bolívia 1 – 2 Brasil, È quando se tinha um timaço nem altitude atrapalhava, o time de Telê foi a La Paz e venceu a segunda partida pelas Eliminatórias para a Copa 1982, gols de Sócrates e Reinaldo (Bra); Aragonés (Bol).

Luisinho – o Pequeno Polegar – REVISÃO DO TEXTO

Gostaria de fazer uma revisão no texto que encaminhei. Existem fatos que a gente relata por ter ouvido falar e muito. Daí surgem as lendas, modificando o que realmente ocorreu através da imaginação do povo. Meu amigo Mario, que começou a ir aos estádios a partir do início dos anos 50, 12 anos antes de mim, me socorreu e relatou o que segue:
Vi Luisinho jogar e muito. Esse negocio de que ele sentou na bola, é cascata. Luisinho era um bom jogador. Gozador acima de tudo. Arreliento, arrumava encrenca e saia fora. Os outros é que seguravam a barra. O muito que ele fez foi passar a bola debaixo das pernas do Luis Villa, que ria cada vez que ele ciscava a sua frente. Nunca deu um pontapé nele. Quando ele percebeu que o Argentino nem estava aí parou.
Fez muitas besteiras em campo. Foi ele que disse FDP no microfone da TV Record, empunhado por Silvio Luiz, hoje na BAND.
Pelo seu porte pequeno era desprezado pelos adversários que se preocupavam mais com Baltazar e Carbone, e as bolas sobravam para ele marcar. Não era jogador de driblar pra frente a caminho do gol, só fazia palhaçada para a torcida.

No jogo que decidiu o campeonato de 1954, os defensores dos Palmeiras estavam preocupados com Baltazar, “o cabecinha de ouro”. Cláudio viu Luizinho sozinho na área e levantou na cabeça dele que não teve muito trabalho para marcar o gol do titulo.

Por isso não era convocado para a seleção. Só foi em 1956 porque Brandão era o técnico.

E foi ele quem marcou o gol da vitória contra a Argentina quebrando um tabu de 10 anos que os brasileiros não ganhavam dos portenhos.

Com respeito a tijolada que deu no Gino sua narrativa é certa. Porem não era mentira que ele não era enganado.

Era, e bem enganado.

Sua esposa o traia com um motorista de praça do Tatuape, e ele sabia disso, portanto, enganado.

Não adiantou a A Gazeta Esportiva fazer uma reportagem com ele, a esposa e seu filho Luizinho, em cima de num tico tico , para mostrar que havia harmonia, no casal, e, que eram acusações falsas. Mas todo mundo sabia que a mulher dele era desleal.

Gino sempre jogou bem. Era um centro avante bom desde o tempo que era do aspirante do Palmeiras, que foi para o XV de Jaú, e depois no São Paulo em 1953. Era titular da seleção brasileira e na excussão de 1956 fez um gol de bicicleta em Portugal, quando o Brasil ganhou de 1×0.

OS DIAS 20 E 21 DE FEVEREIRO NO FUTEBOL

20/02/1974 – PALMEIRAS 0 – 0 SÃO PAULO, Com este empate a equipe do Palmeiras se torna a primeira equipe bi-campeã do brasileirão o jogo foi no Morumbi.

PALMEIRAS: Leão, Eurico, Luís Pereira, Alfredo, Zeca; Dudu, Ronaldo, Ademir da Guia; Leivinha, César, Nei. Tec.Oswaldo Brandão

SÃO PAULO: Waldir Peres, Forlan (Nélson), Paranhos, Arlindo, Gilberto; Chicão, Zé Carlos, Pedro Rocha; Terto, Mirandinha, Piau. Tec: José Poy

20/02/1977 – Brasil 0-0 Colômbia – Rumo a Copa da Argentina em 1978 o time de Osvaldo Brandão empatava em Bogotá com a Colômbia.

21/02/1945 – Brasil 9-2 Equador – Em Santiago do Chile pelo Sul Americano o Brasil goleava o até então fragil Equador com gols de: Ademir Menezes (3), Jair R. Pinto (2), Heleno de Freitas (2), Zizinho (2), (Bra); Aguayo (2) (Equ).

DULCE ROSALINA:A APAIXONADA TORCEDORA

Semana passada faleceu aqui no Rio de Janeiro Dulce Rosalina,a primeira mulher a formar uma torcida organizada,T.O.V.(TORCIDA ORGANIZADA DO VASCO),inclusive será feita uma homenagem no estádio de São Januário com uma placa.

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Texto antigo 1968

Dulce Rosalina Ponce de León e Domingos do Espírito Santo Ramalho são, ao lado do “Cartola”, os mais populares torcedores do C. R. Vasco da Gama. Inseparáveis e intransigentes, devotam ao clube um amor que raia pela veneração. Assalta-os também a superstição, pois chegam a supor, tal como o Fontainha do América, que ausentar-se qualquer dêles de um jogo é influenciar negativamente o seu resultado. Têm a firme convicção de que se tornaram imprescindíveis desde o momento em que Martim Francisco lhes prometeu o campeonato se êles organizassem a torcida vascaína.

Cumpridas ambas as promessas, desde então êles fizeram daquilo um sério dever, e às vêzes vão às competições em estado de enfermidade. Ela, como chefe da torcida, e Ramalho, com seu talo de mamoeiro, são dos poucos aficionados a lidarem diretamente com a política do clube, porquanto têm empreendido campanhas presidenciais quase sempre triunfantes. Tratam, não só do incentivo à torcida, mas, por igual, de colocar na direção do grêmio pessoas que, a juízo dêles, possam dirigi-lo com o maior proveito.
A singular dupla parece pensar por uma só cabeça, já que convergem as opiniões sôbre os principais assuntos de interêsse comum. Falaram-me, por exemplo, de bons e sofríveis dirigentes, sempre em uníssono.Isso, para êles, “é sintomático em um homem de bem, de capacidade administrativa, grande devotamento ao clube e respeito à palavra empenhada”. Manuel Joaquim Lopes “encarna o dirigente ideal, atento aos problemas partidários e capaz de solucioná-los sempre em boa hora”.

Nasceu Dulce Rosalina nas proximidades da Ponte dos Marinheiros, mudando-se, depois, para a Av. Presidente Vargas. Seu pai, um português criado na Saúde e naturalizado brasileiro, freqüentador assíduo do rancho carnavalesco “Recreio das Flôres”, hoje “Recreio da Saúde”, pregava a igualdade sem restrições. Combatente acirrado do preconceito de côr, incutiu no espírito da filha, desde a mais tenra idade, aquêle princípio como um dos pontos cardeais da melhor maneira de conviver com os semelhantes. Era vascaíno por convicção. Transmitiu à sestrosa mulatinha seus pendores clubísticos, mas ela só se fixou definitivamente como vascaína, quando o então presidente Raul Campos declarou que o Vasco se sentia honrado mantendo em suas fileiras jogadores negros. Isso lhe pareceu extraordinário.O presidente comungava com as idéias paternas, e isso importava sobremodo. Demonstrava que êle, também, era homem de bem, acolhedor e transigente tal qual o genitor, por ela admirado com a maior intensidade.

Com sete anos ingressou no Colégio Anglo-Americano. Aos dez foi para o Regina Coeli, mas só completou o curso no Santa Terêsa de Jesus, no Largo da Segunda-Feira.
Em 1948 enamorou-se do atleta Ponte de León, então do São Paulo F.C., e com êle veio a casar-se um ano depois para se tornar viúva em meados de 1965.
Dulce Rosalina tem dois filhos, um dos quais já foi campeão pelo time praiano Alvorada. A menina, com inclinação para basquete, deverá ingressar no Botafogo, pois o Vasco, não se interessa muito por êsse esporte para môças.

Em uma entrevista ela diz:

“Pensei em trabalhar, desempenhando atividades no comércio ou na indústria; todavia, concluí que seria desperdiçar energia. Poderia ficar impossibilitada, por exemplo, de participar intensamente da vida do meu Vasco, como venho fazendo, e não sei se suportaria privar-me da maior alegria de minha vida, que é estar sempre à sua disposição.
Em 1961, o concurso sôbre o melhor torcedor do Brasil foi ganho por Dulce Posalina, que assim passou a ocupar o lugar de Cristiano Lacorte, o saudoso torcedor botafoguense, ficando Ramalho em segundo lugar. Ao Vasco ela deu o troféu com que foi agraciada e, até hoje, acha-se êle exposto no salão evocador das vitórias cruz-maltinas.
Atualmente, é a única mulher que comanda uma torcida de futebol. E o coração feminino torna-se desmedidamente grande na devoção. Oferece muito e, não raro, em troca de nada.
Dulce Rosalina confirma essa verdade. Sua paixão pelo Vasco da Gama encerra algo de belo, idolátrico, imorredouro.”

Vê-la nos instantes de arrebatamento esportivo ou quando vibra de emoção ao referir-se ao clube predileto é passar a crer nas virtudes de certos sêres.
Bendigamos-lhe o sentimento, a intensa e admirável veneração ao grêmio a que de todo se entregou.

Autêntica vascaína,
nossa Dulce Rosalina também teve a sua vez. Passou por grande fiasco, quando, por causa do Vasco, foi metida no xadrez. Seu amor é tão profundo, ao “maior clube- do mundo”,como costuma dizer,que,
creio, quando morrer, pela paixão incomum isto aos olhos logo salta,só resta ao Vasco uma cousa: colocar em sua lousa, em vez duma cruz comum, uma bela cruz-de-malta.(Mandico)

Fonte:Torcedores do Passado e do Presente,1968

Luisinho – o Pequeno Polegar

Tomando como base o relato de Edu Cacella, Santa Cruz Tricampeão Pernambucano em 1933, onde Zeze Fernandes sentou na bola, lembrei-me de Luisinho que ganhou o apelido de pequeno polegar devido seus 1,64m de altura. A origem deste apelido veio da lenda/estória sobre uma família de camponeses pobres, onde o filho caçula nasceu tão pequenininho e fraquinho, que foi sorte sobreviver. Ganhou por isso o apelido de Pequeno Polegar. Ele era pequeno, porém muito esperto, sempre aprendendo e fazendo brincadeiras novas com seus irmãos. Igualmente se deu com o Luisinho. Quem teve o privilégio de vê-lo jogar no início dos anos 50 jogando pelo Corinthians se encantou com sua habilidade com a bola. Gostava de abusar nos dribles e suas graças no trato da bola fazia com que a torcida o adorasse. Igualzinho ao pequeno polegar, gostava de aplicar novos dribles.
Desde menino sempre ouvia falar que ele tinha sentado na bola contra o gentleman, o educadíssimo e refinado argentino Luis Villa, jogador do Palmeiras, verdadeiro cavalheiro. Nos últimos tempos comentou-se que foi apenas uma lenda. Oras, se alguém teve a coragem de acertar uma tijolada no Gino Orlando, grandalhão centroavante do São Paulo, não sentaria na bola frente ao Luis Villa? Dizem que depois desta tijolada o Gino começou a jogar uma barbaridade. Já imaginaram se o Gino jogasse no time de superticiosos do Botafogo do Rio ? Haja tijolada.
A tijolada aconteceu por uma coincidência. O Alfredo Ramos tinha quebrado a perna no clássico Corinthians x São Paulo, num choque com o ponta Maurinho. Os dois tinham ido visitar o Alfredo e se cruzaram na rua. Gino fez um desacato e Luisinho ficou na tocaia esperando o retorno e mandou-lhe uma tijolada. As más linguas falavam que o Luisinho estava sendo “enganado” e coisa e tal. Mas páro por aqui. Era o que se ouvia. Eu ouvi. Se foi maldade das pessoas eu não sei. O que eu sei é que a tijolada foi real tanto quanto a sentada na bola.
Abs
Gilberto Maluf