ASSOCIAÇÃO PONTAGROSSENSE DE DESPORTOS

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Fundada em 27/11/1970 surgiu como uma terceira força, mas não se manteve
na elite do futebol paranaense sendo extinta em 1974. 0 primeiro técnico foi
Orlando Peçanha, campeão mundial de 1958, e por muitos anos titular do
Vasco da Gama e Santos F.C. Os primeiros contratados por Peçanha foram
Valtinho (Flamengo), Paulo Borges (Corinthians), Renato (Botafogo).

EQUIPES

1971
Ladel, Gracindo, Roberto, Nilo Gomes, Cláudio, Eduardo,
Neo, Wilson, Cafuringa, (Duda), Ciro e Afonso; Expedito (gol), Nelson,
Wilson, Netinho, Tião Quelé, Afonso (Tucho), Paulista, Nego e Adeli

1972
Expedito, Gracindo, Souto, Renato e Mário; Amorim e PauloCésar.
Wilson, Neo (Rubens), Rudi e Netinho, (Djair), Arlindo (gol). Carlos Osires,
Ademir, Otávio Souto, Peralta, Caravetti, Rosaldo (gol). Nilo Gomes, Eduardo,
Índio, Filó e Adeli.

1973
Martins, Gracindo, Mário, Ari e Antoninho. Índio e Lourival. Paulo Borges,
Murici, Cláudio e Airton (Waldir gol). Julião, Renato, Jorge, Silva, Paulo César,
Benê, Murilo, Expedito (gol), Acir.

Como foi um clube meteórico coloquei abaixo os jogos entre a Ass. e o Londrina,
retirado do site do mesmo),onde o clube de Ponta Grossa sempre teve vantagem

05.08.1973 Paranaense Pontagrossense1 X 0Londrina Germano Kruger
15.07.1973 Paranaense Londrina 3 X 1 Pontagrossense VGD
29.04.1973 Paranaense Londrina 1 X 3 Pontagrossense VGD
08.04.1973 Paranaense Pontagrossense 2 X 1 Londrina Germano Kruger
14.01.1973 Amistoso Londrina 0 X 0 Pontagrossense VGD
20.08.1972 Paranaense Londrina 1 X 0 Pontagrossense VGD
30.07.1972 Paranaense Pontagrossense 1 X 0 Londrina Germano Kruger
26.03.1972 Paranaense Pontagrossense 1 X 1Londrina Germano Kruger
21.11.1971 Amistoso Londrina 1 X 1 Pontagrossense VGD
25.07.1971 Paranaense Londrina 3 X 0 Pontagrossense VGD
16.06.1971 Paranaense Pontagrossense 2 X 2 Londrina Germano Kruger

FOTOS DAS EQUIPES

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Fonte:Interior Bom de Bola(inclusive fotos) de Padilha Alonso,site do Londrina,escudo do McNish

PS:Achei esta história muito engraçada e aproveitei o artigo:

PISANDO NA BOLA O TECLADO CAIU

Esta quem conta é o ex-centroavante Ernesto Possagno, que durante muitos anos
foi o titular do Guarani. “Numa partida do Guarani contra o Coritiba na capital, dei
uma entrada violenta num zagueiro, o árbitro que não tinha cartão veio correndo
em minha direção esbravejando, me advertindo, quando ele chegou perto de mim,
gritou mais alto, nisso sua dentadura caiu no gramado. Eu surpreendido pelo fato
inusitado, comecei a rir. Ele imediatamente e expulsou do Jogo”.

SANTA CRUZ Tricampeão Pernambucano em 1933,só reconhecido em 1934!!

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Quatorze clubes foram inscritos para disputar o certame de 1933: América,
Encruzilhada,Flamengo, Torre. Náutico, Santa Cruz, Sport, Iris, Israelita, Varzeano,
Fluminense, Tuiuti,Great Western e Ateniense. Mais uma vez, foi adotado o
processo de dividir os clubes em séries e seus vencedores decidirem, na forma
“melhor de três”, o título máximo da temporada.
As equipes tecnicamente mais fortes ficaram na série Azul: Santa Cruz, Náutico,
Sport, Flamengo,Torre, Iris, América e Encruzilhada.

O aproveitamento na Primeira Divisão de clubes como o Varzeano, Great Western,
Ateniense, Encruzilhada, Iris e Fluminense, foi uma maneira hábil encontrada pelo
presidente da FPD,para ter de volta, aos campos da Federação, o grande público
que estava sendo atraído para os subúrbios, levado pelo movimentado certame
promovido pela Associação Suburbana de Desportos Terrestres.
Decidindo o título de campeão da série Azul, Santa Cruz e Sport jogaram na

Avenida Malaquias, a 10 de dezembro de 1933.
Os tricolores estavam com 22 pontos ganhos, enquanto os rubro-negros tinham 23.
Um simples empate daria o título da série ao Sport e, conseqüentemente,
do campeonato,pois ninguém acreditava que rubro-negros ou tricolores perdessem
para o vencedor do outro grupo. A decisão do campeonato estava,pois, nesse jogo.

0 Santa Cruz havia começado sua arrancada logo pela manhã, quando sua equipe
juvenil derrotou a do América, por 2×1,conquistando o título da categoria. A tarde,
na preliminar, os tricolores ganham, também, o campeonato dos 2°Quadros,
derrotando o Sport por 5×2.Restava a partida principal.

O campo estava cheio e com a presença ilustre do interventor Federal,Coronel
Jurandir Mamede.A torcida tricolor, gozando à do Sport,dizia que seu clube já
tinha feito “barba” e “bigode” e faltava apenas o “cabelo”.

Além de entrar em campo com a vantagem de jogar pelo empate, o Sport fez
ainda um gol de frente, através de Alemão.Mas, antes que acabasse o primeiro
tempo, o Santa Cruz empatou com um golaço de Limoeiro. Na fase final, o jogo
cresceu muito de entusiasmo e Tará desempatou para, logo depois,fazer mais
outro tento. Com 3×1 a seu favor, o Santa Cruz tranquilizou-se. Mas,uma
brincadeira de Zezé Fernandes quase estraga a festa tricolor. Ao receber um
passe, ele parou a bola e sentou-se em cima dela, debochando dos jogadores do Sport.

O juiz Harry Leça puniu o Santa Cruz com uma falta, que terminou redundando
no segundo gol dos rubro-negros. Imediatamente,os jogadores do Sport correram
com a bola para o centro, colocando-a no local para nova saída. Assim que Tará
empurrou a bola para Limoeiro, o jogo acabou.
O Santa Cruz era tricampeão.

EQUIPES

Santa Cruz – Diógenes; Sherlock e João Martins; Marcionilo (Julinho), Sebastião
e Zezé (Ernane); Walfrido, Limoeiro, Tará, Lauro e Carlos.

Sport – Muniz; Alderito e Fernando; Bivar, Paulo e Bri¬valdo; Alemão, Gayoso
(Seixas),Julinho,Marcílio e Rodolfo.

Seus principais artilheiros foram Limoeiro (10), Walfrid(9), Lauro (9), Estevão (7)
e Tará (7).Participaram da campanha do tricampeonato: Diógenes, Sherlock,
João Martins, Marcionilo,Sebastião de França, José Fernandes (Zezé), Walfrido,
HumbertoRibeiro (Limoeiro), Humberto Viana (Tará), Lauro Monteiro, Carlos Bening,
Floriano Carvalho (Dadá), Fernando Melo,Ernane Zolocovick, Júlio Fernandes,
Estevão Pequeno e Artur Danzi Filho.
A Federação só proclamou o Santa Cruz campeão de 1933,em março de 1934,
quando os tricolores venceram duas vezes,por 5×2, na “melhor de três”,a
equipe do Varzeano,campeão da série Branca.

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Nas quatorze partidas que disputou, o Santa Cruz só perdeu uma que foi
contra o Náutico, de 1×0.
Seus demais resultados foram estes:

Santa Cruz x América 5×2
Santa Cruz x Náutico 3×0
Santa Cruz x Encruzilhada 4×1
Santa Cruz x Flamengo 6×0
Santa Cruz x Torre 6×0
Santa Cruz x Iris 2×2
Santa Cruz x Sport 5×5

Fonte:A História do Futebol Pernambucano


PS:Coloquei em negrito a parte que o jogador senta na bola,imaginei a cena hj em dia
..rs..antes que ele fosse expulso pelo juiz levaria uma voadora..que talvez perdesse a cabeça..

O AMÉRICA E O CAMPEONATO CARIOCA DA 2° DIVISÃO EM 1906

A 9 de março de 1906, América e Bangu propõem à Liga Metropolitana a filiação do Riachuelo Futebol Clube, com o que são abertas perspectivas para a realização do campeonato da 2°divisão.
A idéia de participar de torneio oficial, mesmo na divisão secundária, provocou grande animação nos arraiais americanos. Intensificaram-se os treinamentos e sucessivos amistosos foram programados. A 11 de março, derrota para o Bangu por 2 x 0. A 8 de abril, empate de 1 x 1, contra o Riachuelo. A 15 de abril, apresenta-se, pela primeira vez, o quadro infantil. A derrota por 5 x 1, frente ao Esperança Futebol Clube, é justificada: o adversário formou com sua equipe principal, de adultos. Eis os times:
AMÉRICA – M. Rezende, A. Cox e F. Lopes; A. Nery, A. Araújo e H. Pereira; M. Lopes, F. Matos, Manuel Villas Boas, J. Cunha e A. Borgeth.
ESPERANÇA – A. Silva, F. Gomes e M. Torrentes; Ribeiro, Manareli e O. Silva; Oliveira, Pereira, Silva, Barbosa e Duarte.
Ainda dentro do programa de treinamento, visando ao próximo campeonato, outros amistosos foram realizados, com os seguintes resultados: vitória sobre a Associação Atlética Colégio Latino Americano por 1×0, gol de Magalhães, partida efetuada no campo do adversário, à Rua Jóquei Clube: derrota para o Bangu por 3 x 0, em 29 de agosto de 1906.

1.0 TURNO

Por fim, a tabela é organizada e o campeonato tem início, com a participação do Riachuelo (uniforme verde e branco) e do Latino Americano (uniforme azul), além do América.
Na primeira rodada, Riachuelo e Latino Americano empataram por 1 x 1. A seguir, na tarde de 26 de agosto, o América estréia, comparecendo ao campo do Jóquei Clube, para enfrentar o Riachuelo. A vitória sorriu, por 2 x 1, para os nossos adversários, que se credenciaram, a partir daí, como favoritos para a conquista do título. O segundo compromisso, porém, trouxe a reabilitação do América, com a vitória sobre o Latino Americano por 2 x 0. Estava concluído o 1° turno.
As partidas efetuadas não despertaram, na verdade, o interesse do público. Apenas os sócios e uns poucos adeptos dos clubes disputantes compareceram, a maioria, aliás, por mera curiosidade. A liderança pertencia ao Riachuelo, com 3 pontos ganhos, seguido do América, com 2. E a lanterna, ao Latino Americano, com 1 ponto ganho.


2° TURNO

O 2.° turno teve início com novo empate, entre Riachuelo e Latino Americano, pelo mesmo escore do 1. turno. Como empate foi, também, o resultado de América e Riachuelo: 2 x 2. Por fim, não concordando o Latino Americano com o local indicado para seu jogo contra o América e não comparecendo ao campo, fomos considerados vencedores por W.O.
Terminava, assIm, o campeonato empatado entre o América e o Riachuelo, ambos com 5 pontos ganhos. Era necessária a decisão.

O DESEMPATE

O jogo decisivo foi realizado no dia 28 de outubro de 1906, conforme crônica do Jornal da Brasil “No match de. desempate entre o América F. C. e o Riachuelo F. C., verificou-se, ontem, a vitória desta última sociedade, por cinco gols a um. O Riachuelo é, pois, o campeão de 1906 e o conquistador da bela challenge. O match entre as duas sociedades efetuou-se no ground do Fluminense F. C., tendo assistido ao encontro das duas simpáticas agremiações uma concorrência bastante numerosa de torcedores destas mesmas sociedades, os guris das sociedades infantis e algumas famílias.” E adiante: “O goal-keeper do América, Vítor Villas Boas, e o back A. Rosas, em nossa opinião, foram os fatores principais da terrível derrota que o América sofreu. O back A. Rosas jogou com tanta falta de sorte, que ele próprio marcou para o adversário dois goals, logo no primeiro tempo, gols estes que, digamos, fizeram com que os demais seus companheiros de team ficassem completamente desorientados e até descrentes de prosseguir o match. O goal-keeper, por seu turno, também, por falta de calma, deixou entrar bolas que bem poderiam ser rebatidas. O referee, Sr. Ataliba Sampaio, do Botafogo, se fosse acenar todas as infrações de legislação, não faria outra coisa senão apitar de instante a instante e, desta forma, interromper o match em prejuízo de ambos os teama. Por isso, procedeu bem, apitando só quando os fouls eram mesmo escandalosos, atendendo também a que os teams pertenciam à segunda divisão e que a maioria era ainda novata nas lutas.”
As equipes que disputaram foram as seguintes:
AMÉRICA – Vítor Villae Boas, Alfredo Rosas e Francisco Lopes; Leôncio de Carvalho, Amílcar T. Pinto e Mário Torrentes; Rubens M. de Castro, Adalberto Silva Santos, Lucas Assumpção, Gabriel de Carvalho e Arlindo Barbosa.
RIACHUELO – Gustavo Joppert, E. Almeida e Nabuco Prado; L. Maciel, J. Joppert e A. Miranda; Armando Joppert, Oscar Varela, João Pereira, Barroso Magno e Djalma Ferreira.

O tento do América foi conquistado por Lucas Assumpção. Os outros cinco obtidos durante o campeonato foram de autoria de Lucas (2, além do consignado no jogo de desempate), Gabriel de Carvalho (2) e Rubem M. Castro (1).

Fonte:Campos Salles,118 A História do América

Houve algum atacante com melhor performance que Ronaldo Fenômeno?

Comecei a lembrar as grandes arrancadas do Ronaldinho no Cruzeiro, PSV, Barcelona, Inter, Real Madri, Milan e Seleção Brasileira e para
responder para eu mesmo, precisei fazer uma lista dos atacantes que vi jogar e alguns que ouvi falar. Sem querer ser pretencioso, são milhares de jogadores, dou apenas o pontapé inicial.
Nos anos 40 foram famosos Leônidas, Servílio, Ademir, Tim , Heleno de
Freitas entre outros. Dizem que Ademir, do Vasco, tinha estilo
parecidíssimo com o Ronaldo. Já o Heleno era genial e genioso. Leônidas era atlético e de muita mobilidade. Tim era excessivamente técnico. Separa-se como jogadores excepcionais Leônidas, Ademir e Heleno.
Nos anos 50, tivemos Evaristo, Paulinho Valentim, Vavá, Pagão, Gino,
Ênio Andrade, Baltazar, Nardo, Nininho, Mazzola, Aquiles entre outros. Para estes, ouvi de um palmeirense que Aquiles, centro avante do Palmeiras era implacável na área, artilheiro nato, estava em todas.
Prova disso que só parou de jogar porque fraturou a perna 3 vezes em choques com os goleiros Barbosa do Vasco, na disputa da taça Rio em 1951, Carbajal goleiro de um time do Mexico, quando de uma excursão e, por fim num amistoso no interior do estado, tambem num choque com o goleiro.
A gratidão a ele vai até hoje que doente, seu tratamento é custeado pelo Palmeiras. Pelo histórico, Aquiles é comparável.
Já nos anos 60 vimos Coutinho, Ademar Pantera, Nei, Silva, Amoroso,
Rodarte, Buzzoni, Quarentinha, Delém, Claudiomiro, Toninho Guerreiro, Flavio, Servilio de Jesus, Tupazinho, Ivair e outros. Também não tivemos semelhante à Ronaldo.
Nos anos 70, tivemos Careca, Roberto Dinamite, Cesar, Luisinho, Zico,
Reinaldo entre aqueles que se destacaram. Se olharmos por resultados, nenhum teve a notoriedade na seleção que o Ronaldo teve. Como craques, separa-se Careca, Zico e Reinaldo.
Encerro nos anos 80 somente com Edmundo e Romário. Considera-se Romário do nivel do Ronaldo.
Portanto, em quase 7 décadas de futebol, pode-se afirmar que tivemos 8 geniais atacantes brasileiros , do tipo dos estrangeiros Di Stefano, Labruna, Pederneira, Eusebio e Puskas?
(Pelé e Maradona são casos à parte).

Gilberto Maluf

LONDRINA 1976,UM TIME QUE FEZ HISTÓRIA!!!

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UM GRANDE ESTÁDIO PARA UM GRANDE TIME

O Estádio do Café foi construído às pressas para o Londrina entrar no grupo de elite do futebol brasileiro. Com a confirmação de que entraria no Campeonato Nacional, o Londrina, comandado porJacy Scaff, fez grandes contratações. Trouxe Armando Renganeschi para técnico e jogadores como Pontes, Arenghi, Paraná, Sérgio Américo, Carlos Alberto Garcia e Marco Antonio para garantir a alegria da nossa torcida no novo estádio.
A inauguração do Estádio do Café, dia 22 de agosto de 1976, levou cerca de 50 mil pessoas ao jogo Londrina X Flamengo, gerando uma renda recorde de Cr$ 857.720,00. Uma apresentação da Banda dos Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro foi a grande atração preliminar.
Na bola, Londrina e Flamengo fizeram um belo jogo e coube a Paraná, do Londrina, cobrando pênalti, marcar o primeiro gol no novo estádio. Junior, aquele mesmo da Seleção Brasileira, fez o gol de empate e o jogo terminou em 1 a 1.
Afonso Vitor de Oliveira foi o árbitro, auxiliado por Célio Laudelino Silva e Tancler Pavani.
O Londrina jogou com Paulo Rogério, Odair (Milton), Pontes, Arenghi e Fio; Dreyer (Toquinho) e Sergio Américo; Paraná, Carlos Alberto Garcia, Willian (Anderson) e Caldeira (Marco Antonio).
Pelo Flamengojogaram Cantarelli, Júnior, Rondinelli, Jaime e Vanderley (Dequinha), Merica, Dendê e Luiz Paulo, Júnior Brasília (Julinho). Zico e Luizinho.

INAUGURAÇÃO DOS REFLETORES: GOL DE GARCIA

Três dias depois da inauguração oficial, o Estádio do Café viveu outra festa, a da inauguração do seu sistema de iluminação. Jogaram Londrina e Corinthians Paulista. O Londrina ganhou por 1 a 0, gol de Carlos Alberto Garcia, aos seis minutos do segundo tempo. Antes do jogo o espetáculo ficou por conta de um show pirotécnico.
A arbitragem foi de Célio Silva, auxiliado por Afonso Vitor de Oliveira e Cícero Salata. Renda de Cr$ 463.070,00, com 22.181 pagantes.
Londrina teve Paulo Rogério, Odair (Fio), Pontes, Raimundo e Edson Madureira; Dreyer e Sérgio Américo; Paraná, Carlos Alberto Garcia, Anderson e Caldeira. O Corinthians jogou com Sérgio (Tobias), Zé Maria, Zé Eduardo, Cláudio e Vladimir, Helinho (Ruço) e Adãozinho; Vaguinho, Veira (Adilson), Geraldão e Romeu.

O PRIMEIRO NACIONAL

O Londrina entrou no Campeonato Nacional em 1976. Foi a realização do grande sonho de sua torcida. Saiu do VGD para o Estádio do Café pensando numa grande campanha. Contratou jogadores de reconhecida competência e foi à luta. O batismo foi triste. Uma derrota de 3 a 0 para o Atlético Paranaense, em casa. Depois veio um empate (OXO) com o São Paulo. Na primeira viagem, o LEC perdeu em Aracaju para o Confiança, por 1 a 0. Depois veio o Cruzeiro de Belo Horizonte e houve empate de 1 a 1. A primeira vitória só aconteceu na quinta rodada, contra o Botafogo de Ribeirão Preto, no Café, por 1 a 0.
Coritiba 1 X 0 Londrina, Uberaba 1 X 2 Londrina e Portuguesa de Desportos 1 X 1 Londrina, foram os jogos que encerraram a primeira fase.
Na segunda, no grupo dos perdedores, o Londrina perdeu para o Cruzeiro (1X0), Uberaba (2X1) e (Portuguesa 3X1) e empatou com o Confiança (1X1). Foi uma campanha que não atingiu a expectativa da grande torcida norte-paranaense.

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O PACTO DE GOIÂNIA

A inesquecível campanha de 1977 no Nacional começou depois de um
pacto de vitória firmado pelos jogadores. O Londrina disputava a
Repescagem e só um verdadeiro milagre colocaria o time na fase final. A disputa era com o Goiás que liderava o grupo e o Londrina tinha que
vencer dois jogos em Goiânia para cumprir a dura missão.
Os dirigentes estavam descontentes com os jogadores a ponto de
nenhum deles acompanhar a delegação. Sebastião Aguiar, o diretor de
futebol, disse que não ia com o grupo porque não acreditava na classificação. Foi aí que o grupo se reuniu sob o comando do zagueiro Edson
Madureira e o pacto foi firmado.
O Londrina ganhou do Vila Nova por 1 a 0 e depois derrubou o Goiás por 2 a 1, voltando classificado e embalado para os melhores momentos de sua história.

Fonte:L.E.C. 40 ANOS – DO CAÇULA GIGANTE AO TUBARAO

ABC Foot Ball Club,o primeiro clube de Foz do Iguaçu!!!

ABC Foot Ball Club

O “vovô” ABC Foot Ball Club,que segundo contam teve esse nome em homenagem a um Tratado de Defesa Mútua que envolveria a Argentina, o Brasil e o Chile.
Tratado este que nunca foi formalizado. Atualmente, com o nome abrasileirado para ABC Futebol Clube, teve a sua fundação em 12 de setembro de 1915, por um grupo de esportistas da época liderados por Zenon Pereira Leite, médico gaúcho, que foi primeiro presidente do clube.

Importante destacar que mesmo tendo retornado a Porto Alegre, logo após a fundação do clube, o dr. Zenon, manteve contacto ? até meados de 1960 ? enviando telegramas aos diretores, por ocasião do aniversário do ABC.
Inicialmente, o ABC adotou como cores oficiais, segundo o estatuto de fundação o preto e o Branco, mas pelo simples fato de que, no entendimento dos dirigentes de então, essas cores (preto e Branco) não estavam dando sorte ao clube. Em reunião realizada em 24 de março de 1946, ficou decidido que as cores oficiais do clube passariam a ser o vermelho e o branco, e também decidiu-se, nessa reunião, fixar a interpretação da origem da denominação de ABC, em homenagem às primeiras letras do alfabeto.

Entre seus muitos associados, que sempre buscaram consolidar, não apenas um “time de futebol”, mas um clube, que com seu patrimônio, formado por pessoas, bens e conquistas, pudesse resistir ao tempo, destacaram-se Jorge Schimmelpfeng, Jorge Samways, Wisland Samways, José e Jorge Werner, Saulo Ferreira, Carlos Luiz Samways, Antônio Aguirra, Írio Manganelli, Vitório Basso, Secundino Aquino, José Maciel, tenente Eduardo Olmedo, Roberto Simões, Tito Martinez, Aníbal Abbate Soley, Valter Baldan, José Cláudio.Rorato, entre outros.

E nesse sentido, com certeza, o ABC é um clube vitorioso, pois desde o seu início buscou e teve estádio próprio, primeiro em meados de 1926, com um campo simples na Avenida Jorge Schimmelpfeng, em área composta pelos lotes 5 e 7 da quadra 1, conforme título Definitivo nº 205 e lotes 1 e 2 da quadra 8, Título Definitivo nº 204, todos na zona B desta cidade, adquiridos pelo clube da Prefeitura Municipal.

Depois, em área, adquirida em 28/09/1937, através do Título Definitivo nº395, localizada na esquina da Rua Quintino Bocaiúva com a Rua Marechal Deodoro (onde atualmente está o Hotel Rafain Centro) e tomava toda a quadra que envolve as ruas Quintino Bocaiúva e Jorge Samways de um lado e ruas Marechal Deodoro e Santos Dumont de ouro, está área foi vendida em 1976, e hoje com seu majestoso estádio na Avenida República Argentina, adquirido em 09/07/1976, com uma área de 45.112,30 m² devidamente registrada em nome do clube, foi inaugurado em 1980 na gestão do presidente Ramón Rafael “Tito” Martinez Cáceres e já recebeu por duas vezes a Seleção Brasileira, para treinamentos, primeiramente por ocasião da Copa América e posteriormente na preparação da Seleção Brasileira sub 20.

As instalações desse estádio, segundo avaliação de cronistas esportivos de renome internacional como Galvão Bueno e Luciano do Valle, especialmente pelo gramado e sistema de iluminação não ficam devendo nada a nenhum estádio de futebol do mundo.

No aspecto pessoal, o ABC teve desde seu início sob o comando de sócios que engrandeceram o clube, tendo como alguns dos seus ex-presidentes Saulo Ferreira, Carlos Luiz Samways, Roberto Simões, Aníbal Abbate Soley, Raul Quadros, Adilson Simão, Tito Martinez, Roberto Apelbaun, Clóvis Ballotin, Paulo MacDonald Ghisi, José Claúdio Rorato, Sérgio Bavaresco, entre outros, já falecidos.

Na sua galeria de grandes craques, além de muitos outros, lembramos de Carlos Luiz Samways (Carlinhos), Daniel Alfaiate, Breda, Rolon, Itacy e André. Detentor de inúmeros títulos nas divisas categorias do futebol amador, com destaque para a equipe de 1953, o time campeão em 1968, a “teceira colocação” entre todas as equipes de futebol amador do Estado com equipes de capital do estado, também os campeonatos amadores citadinos de 1997, 1999 e 2001.

Atualmente, sob p comando do presidente Ademir Flor e do presidente do conselho de Administração Valter Balban, de cuja diretoria consta como a de maior feito em termos de obra, a tão sonhada iluminação do estádio, mantém equipes em todas as categorias de futebol desde “fraldinhas até masters” (veteranos), confirmado o mesmo espírito dos fundadores do clube em 1915.

INTERNAZIONALE DE MILÃO CAMPEÃ DA EUROPA 1963/1964

18/09/1963 – INTER 0 X 0 EVERTON/ING – EM LONDRES

25/09/1963 – INTER 1 X 0 EVERTON/ING – EM MILÃO
(Gols: Jair)

27/11/1963 – INTER 1 X 0 MONÂCO/FRA – EM MILÃO
(Gols: Ciccolo)

04/12/1963 – INTER 3 X 1 MONÂCO/FRA – EM MONÂCO
(Gols: Mazzola (2) e Suarez (Int); Theo (Mon).

26/02/1964 – INTER 2 X 0 PARTIZAN/IUG – EM BELGRADO
(Gols: Jair e Mazola)

04/03/1964 – INTER 2 X 1 PARTIZAN/IUG – EM MILÃO
(Gols: Corso e Jair (Int); Bajic (Par).

15/04/1964 – INTER 2 X 2 BORUSIA /ALE – EM DORTMUND
(Gols: Mazola e Corso (Int); Brungs (Bor).

29/04/1964 – INTER 2 X 0 BORUSIA /ALE – EM MILÃO
(Gols: Mazola e Jair)

27/05/1964 – INTER 3 X 1 REAL MADRID/ESP – EM VIENA
(Gols: Mazzola 2 e Milani (Int); Felo Bautista (RM).

INTER: Sarti; Burgnich, Guarneri, Facchetti; Tagnin, Picchi;
Jair, Mazzola, Milani, Suarez, Corso. Tec. Herrera

REAL MADRID:Vicente; Isidro, Santamaria, Pachin; Zoco, Muller;
Amancio, Felo, Di Stefano, Puskas, Gento. Tec. Muñoz

O DIA 19 DE FEVEREIRO NO FUTEBOL

19/02/1978 – São Paulo 3 a 1 Grêmio – Pelo Campeonato Brasileiro de 1977 o tricolor do morumbi garantiu vaga nas semi-finais ao bater o tricolor dos pampas, gols: Mirandinha, Serginho, Getúlio (Spo); Éder (Gre).

19/02/1983 – Flamengo 7 a 1 Rio Negro/AM, com Cocada no lugar de Leandro o mengo goleiou o time amazonense Cocada (2), Adílio, Robertinho, Leandro, Zico, Baltazar (Fla); Aluísio (Rn).

19/02/1984 – O Vasco goleia a Tuna Luso por 9 a 0 com destaque para Arthurzinho que marcou 4 gols, Marcelo (3), Geovani e Airton completaram esta que foi a segunda maior goleada dos Campeonatos Brasileiros.

19/02/1989 – Internacional 0 a 0 Bahia, carnaval baiano em plena Porto Alegre no Beira Rio o trio de Bobô e Osmar levam o tricolor baiano mais uma vez para á históra, Bahia campeão brasileiro de 1988.