DÚVIDAS QUE IRÃO MUDAR A HISTÓRIA DO MUNDO:AFINAL QUAL O VERDADEIRO?

1)VERSÃO RODADA NA INTERNET desde que Alexandre,o Grande lutava…contra Dário da Pérsia.rs

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2)VERSÃO DOS SITES EM VETOR,as cores parecem corretas,mas o escudo o mesmo

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3)Esta versão eu tenho guardada como sendo mais recente,parece não parece?Eu votaria nela…

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RARIDADE????

Pessoal mexendo em meus arquivos nacionais,que não observo tanto quanto os internacionais achei o escudo do Colorado de Pimenta Bueno,que disputou nos anos 90.Agora resta saber se Futebol Clube ou Esporte Clube como está na Rsssf Brasil..enfim…
Seguindo a mesma linha de raciocínio teve um EC Cruzeiro que jogou em 1975,e depois surgiu este clone do de MG em 1996,algo me diz que são dois clubes diferentes.

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Bordões/Jargões – O estilo incomparável nas narrações esportivas

Ah, os bordões… Cada locutor cria os seus ou melhora outros.
Assim, temos narrações do lugar comum ao criativo, que se consagra junto a torcida.
Afinal, a falta de imagem obriga ao preenchimento da imaginação com a fala, o que não é para qualquer um. Assim, um bom locutor radiofônico tem que ser, também, bom de papo, criativo e rápido de raciocínio, recursos indispensáveis para manter a assistência ligada, sobretudo quando o jogo está entediante. Aí vale prosa, poesia, anedota..
Os jargões criativos, foram capazes de ditar moda entre os amantes do
futebol e deixaram inúmeros discípulos. Abaixo alguns radialistas famosos do Rio e de São Paulo e seus bordões:

VALDIR AMARAL – O relóóógio maarcaaa….
Quando alguém ia bater uma falta, o Waldir narrava assim: o
visual é bom! Tem bala na agulha o Roberto Dinamite! Apontou atirou e é gol. Depois que saía o gol, ele continuava: choveu na horta do Vascão, Roberto! Dez é a camisa dele! Indivíduo competente o Roberto! Tem peixe na rede do São Cristóvão.
JORGE CURI – teeeeeempo e placaaaarr no maaaiooorrr do muuuuundoooo!!!
MARIO VIANNA – o comentarista de arbitragem que, por sua vez, dizia:
gooooool legal. Sou Mário Vianna com dois enes.
Quando o Juiz invertia uma marcação e Mário Vianna era solicitado pelo
narrador para opinar, ele urrava pelo microfone da rádio Globo:
Errrrrrrroooooooouuuu!Errrrrrrroooooooouuuu!
Se algum árbitro apitasse mal uma partida, Mário Vianna
dizia: “hoje este juiz vai comer carne de pescoço”. Sem esquecer que,
quando havia um impedimento, Vianna gritava na cabine da Globo: banheira!.
Fora do contexto, uma história sobre Mário Vianna. Ele era forte como um touro e pertencia a Polícia Especial, que foi extinta e era conhecida pela violência. Quando atuava como Juiz ao terminar uma arbitragem desastrosa, favorecendo ao Botafogo (diziam que era o clube para quem torcia) alguém foi avisá-lo: Mário não saia agora do vestiário, a torcida está enfurecida aí fora a sua espera, no que Mário respondeu: Pois bem, avise a torcida que ela é que tem de se preocupar porque daqui a pouco eu vou sair!
DOALCEI CAMARGO – Lá vem Zico, disparooooooouuu… É gooolll!!!!
ODUVALDO COZZI – para o então reporter que ficava atrás do gol:Fala ô Valdir.
CELSO GARCIA -com o seu famoso bordão: atenção garoto do placar do
Maracanã coloque um para o Vasco, zero para o São Cristovão.

FIORI GIGLIOTTI – Uma das lendas do rádio esportivo brasileiro, abria
suas
transmissões com o bordão: ‘Abrem-se as cortinas do espetáculo. ’Fiori pode ter sido o maior narrador de gols de Pelé, e a narração característica era: Atenção, desce Pelé , é fogo……goooool, uma beleeeeeza de goooool torcida brasileira.
PEDRO LUIS – fez sucesso narrando na Copa do Mundo: “É fabuloso este futebol brasileiro. Quantas vitórias consegue pelos gramados do mundo.” Conseguia com poucas palavras vislumbrar o panorama da jogada. Pedro Luiz, foi altivo, narrou normalmente a derrota do Brasil na copa de 1950 sem deixar transparecer nada. Elogiou os uruguaios legítimos campeões.
OSMAR SANTOS – Extremamente ágil e tecnicamente perfeito nas narrações, ganhou notoriedade pelos jargões que caíam facilmente na boca do povo, tais como ‘ripa na chulipa e pimba na gorduchinha’, ‘é lá que a menina mora’, ‘é fogo no boné do guarda’, ‘pisou no tomate’ e ‘bambeou mas não caiu’. Sem falar, é claro, do inesquecível ‘iiiiiiii que golllllllllllllllll’, a cada vez que a bola balançava as redes. No auge, chegava a pronunciar 100 palavras por minuto sem engasgar nenhuma vez. A dramaticidade que impunha a cada lance era capaz de prender o ouvinte durante a partida inteira.
EDSON LEITE – O meu cronômetro marrrrrca….1o tempo..1 x 0…o Palmeiras vence.
Bola com Dorval, que passa para Pelé que atira para o
arrrrrco….seguuuuura Valdir.
Os famosos Jose Carlos Araujo e Jose Silverio não estão aqui relacionados porque estão em evidência.
Gilberto Maluf

JACOZINHO GRANDE ÍDOLO DO CSA HOJE TEM BANDA DE PAGODE GOSPEL

Jacó Santos Vasconcelos ou Jacozinho um sergipano que ganhou fama nos anos oitenta, vive em Vila Velho no Espirito Santo. Ele ainda mantém o seu jeito folclórico e engraçado. No futebol viveu bons e maus momentos. Foi coroado rei em Alagoas e morou debaixo das arquibancadas no Maranhão. Hoje, Jacozinho é atleta de cristo e não se restringe apenas às alegrias e aos dramas pessoais.

O Jacó gosta de contar as histórias que viveu no futebol. Ele fala sobre as drogas que circulam no submundo do futebol brasileiro. Ele mesmo diz que quando jogava no Galicia de Salvador, os jogadores tomavam Glucoenergan na veia. Jacozinho não se deu bem. Tomou e ficou todo abestalhado. Muita gente não gostou de suas declarações, mas ele afirma que no Maranhão, jogadores usavam maconha. No Nacional de Manaus, o estimulando era cocaína. No CSA, o massagista Cajú dava aos atletas Glucoenergan e Preludim, substâncias consideradas proibidas no esporte.

Os casos de doping são apenas algumas das histórias vividas por Jacozinho que começou jogando no Vasco de Sergipe em 1975. Na sua longa careira passou por 22 clubes. Como jogador conseguiu fama graças as reportagens carregadas de humor e exagero do repórter Márcio Canuto repórter da emissora que retransmitia a Globo para Alagoas, jogando pelo CSA a popularidade do craque sergipano estorou em 1985 no Campeonato Brasileiro daquele ano e pedia o craque do time alagoano na seleção brasileira de Telê, no amistoso que comemorava a volta de Zico ao Flamengo. Jacozinho não havia sido convidado para a festa, mas voou para o Rio de Janeiro e, no Maracanã, cavou uma vaguinha no banco do time Amigos do Zico. Depois, acabou entrando aos 25 minutos do segundo tempo. Tempo suficiente para receber um passe de Maradona e marcar um golaço. Com isso, ganhou fama e algum dinheiro. Mas, esbanjou tudo com farras e mulheres. Jacó garante que, no apogeu da fama, chegou a possuir um sitio, uma mansão de cinco quartos em Jequié , na Bahia, uma casa em Aracajú, um apartamento em Maceió e três carros. Perdeu tudo. Hoje, vive em casa alugada, tem um Monza cheio de problemas e ganha 450 reais mensais.

Em Vila Velha, onde mora, Jacozinho se converteu em atleta de Cristo. Ficou longe da mulherada, mas tem um projeto na cabeça: Se tornar pastor e levar a palavra do evangelho para a China. Faz parte de grupo de pagode evangélico e já gravaram um CD. Seu carro chefe é a musica que narra seu maior momento de glória. O refrão diz assim: Maradona lançou, Jacozinho partiu, Leandro ficou, Cantarele caiu… e a torcida gritou: é gol, é gol de Jacozinho.

Jacozinho foi campeão pelo CSA 1984/1985 voltou em 1987.
Vasco (SE), Sergipe (SE), Jequié (BA), Galícia (BA), Lêonico (BA), Corinthians de Presidente Prudente (SP) e Santa Cruz (PE) e outros tantos clubes pelo Brasil.

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O DIA 25 DE FEVEREIRO NO FUTEBOL

25/02/1940 – Brasil 0-3 Argentina Copa Rocca em São Paulo no Palestra Itália chocolate portenho com gols de Baldonedo, Fidel, Sastre.

25/02/1976 – Brasil 2-1 Uruguai, Pela Taça Atlântico no Rio de Janeiro no Maracanã com gols de Nelinho e Zico; Ocampo (Uru).

25/02/1987 – Guarani 3 – 3 São Paulo – Final do Brasileiro sensacional no Brinco de Ouro com gol salvador de Careca no minuto final da prorrogação o tricolor levou a decisão para os pênaltis e venceu por 4 a 3, Bernardo, Pita e Careca (SP), Nelsinho contra, Boiadeiro e João Paulo (Gua), neste dia o São Paulo ganhou seu segundo título brasileiro curiosamente ambos nas penalidades e fora de casa.

Os ” canhões ” do futebol

Comecei a ver futebol nos estádios em 1962. Tento colocar neste texto
somente o que veu vi
dos jogadores que batiam forte na bola, tendo como prelúdio o ano de 1962.
Como contribuição externa uma história que li e um relato de um amigo.
Naquela época, quem batia forte e enviezado era o Pepe do Santos. Tive o
privilégio de estar atrás do gol dos portões monumentais do Pacaembu num
jogo Corinthians x Santos nos anos 60. Teve uma falta na meia-lua da grande
área.
Fez-se silêncio no Pacaembu,
naquela época a torcida do Santos ainda era pequena, e o medo era todo da
torcida corinthiana,
pois Pepe iria bater. Quando ele bateu a falta, a bola fez uma curva
fantástica e
bateu no travessão. Deu para ouvir o barulho da bola chocando-se com a
trave. Foi a única vez que ouvi o barulho de uma bola na trave. Que paulada.
Contou-me um amigo que no Maracanã transcorria o jogo (match) Vasco x
Santos e o
juiz marca falta (antigamente “foul”) contra o
Vasco., isto no primeiro tempo ( ou no primeiro half-time).
A marcação da falta? Um pouco além do meio de campo.
Pepe sai correndo da ponta esquerda e pede para bater. Pois bem, Pepe
correu e bateu tão forte que até hoje o goleiro procura a bola.
Pepe fez mais de 400 gols. Um portento. Sem contar que a decisão com o Milan
em 1963 ele praticamente ganhou o segundo jogo para o Santos no Maracanã
com duas fantásticas cobranças de falta.
Lembro-me de ter lido também de Quarentinha, centroavante do Botafogo, e de
uma história
com o Didi num jogo Botafogo x Fluminense. Falta na meia-lua e Didi foi
arrumar a bola
par bater. Castilho, goleiro do Fluminense, disse que não queria barreira,
pois conhecia o jeito de Didi bater por cima da barreira. Didi tomou pouca
distância da bola e falou para o Quarentinha: Eu finjo que bato, saio e
você manda a bomba, que está sem barreira. Quarenta veio e mandou bomba e
quase arrancou uma orelha do Castilho. Gol.
Teve um jogador do Botafogo de Ribeirão Preto, o Carlucci, que era um
verdadeiro animal
pra bater falta. Num jogo no Parque São Jorge contra o Corinthians ele fez
um gol da altura do meio de campo, derivado para a lateral e foi o gol da
vitória do Botafogo. Carlucci era famoso no interior de São Paulo.
Mais para a frente surgiu aquele que considero um fantástico cobrador de
falta: Nelinho do Cruzeiro. A bola que ele mandava desafiava a lei
da física, fazia que ia para um lado e acabava no outro lado. Certa vez, do
bico da grande área, quase sem ângulo fez um gol com uma trajetória quase
impossivel. O melhor que vi.
O Neto também foi ótimo , mandava verdadeiros ‘scuds’ para o gol
adversário. Do Paraná veio nos anos 90 o Gralak, que em termos de violência
acho que não perdia para ninguem. Mas não tinha boa pontaria, mas quando
acertava, um abraço.
Não posso deixar de lembrar de Rivelino, também sensacional, Ademar
Pantera, Jorge Mendonça,
Branco, Roberto Carlos, Eder, entre tantos outros.
Gilberto Maluf

O DIA 24 DE FEVEREIRO NO FUTEBOL

24/02/1980 – Flamengo e Atlético/MG finalistas do Brasileiro de 1980 estréiam com vitórias fora de casa.

Fluminense 2 – 3 Atlético no Maracanã gols de Cerezzo 2 e Reinaldo para o Galo e Robertinho e Mário para o Flu.

Santos 0 – 1 Flamengo com gol de Zico no Morumbi.

24/02/1981 – Palmeiras 2 – 0 Guarani e Bahia 2 – 0 Remo, com estes resultados pela Taça de Prata na época a Serie B do Brasileiro, os times de Palmeiras e Bahia voltaram a Taça de Ouro a serie A na época no mesmo ano que disputaram a segundona.

O sapateiro alemão “Adi” Dassler

Artigo complementar ao excelente e polêmico artigo “O milagre de Berna ou a tecnologia das chuteiras germânicas?”

Fonte: Mundo das Marcas

A história da Adidas
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Atletas no pódio. Quebras de recordes. Limites superados. Vitórias. Dificilmente em alguma dessas situações esportivas as singelas “três listras” não estiveram presentes. Nenhuma marca simboliza mais a eficiência e competitividade alemã nos esportes que a ADIDAS.

As origens da marca datam do século 20, quando Adolph Dassler iniciou um pequeno negócio, na cidade alemã de Herzogenaurach, no coração da Francônia, ao norte de Nüremberg, produzindo malas militares e calçados para sustentar a família. A velha lavanderia de sua mãe foi logo convertida em uma modesta oficina de 20 metros quadrados. Mas o jovem fanático por esportes precisaria ser muito criativo para trabalhar nos difíceis anos do pós-guerra, sem dispor de máquinas, eletricidade ou materiais adequados. Inicialmente, o negócio era parecido com o de qualquer outro sapateiro, mas ele nunca desistiu de seu sonho e da paixão por desenvolver calçados especificamente para o esporte. Após um período difícil de inflação e desemprego, seu irmão, Rudolf, juntou-se ao negócio em 1924. Sendo um vendedor treinado, Rudolf era responsável principalmente por tarefas administrativas, enquanto Adolf concentrava-se no desenvolvimento e na produção. Os irmãos fundaram a “Dassler sport shoes” (Fábrica de Calçados Esportivos dos Irmãos Dassler) em 1924, inicialmente empregando 12 trabalhadores. Trabalhando dia e noite em sua oficina ampliada, os irmãos e seus funcionários conseguiam produzir 50 calçados por dia. Em 1925, Dassler obteve suas primeiras patentes: uma para um calçado de corridas com travas forjadas a mão, e outra para uma chuteira de futebol com botões de couro rebitados. Tudo motivado pela idéia que o guiou durante toda sua vida: a de que cada atleta tivesse o sapato adequado para o esporte que praticava. O sucesso do modelo serviu de incentivo para Adi Dassler, que logo desenvolveu sapatos para outras modalidades do atletismo e chuteiras para futebolistas. Utilizava sua própria experiência e a ajuda de atletas e técnicos para desenvolver e projetar seus sapatos.

A marca foi registrada somente em 18 de agosto de 1949. O nome deriva de “ADI”, apelido de Adolph, e “DAS” iniciais de seu sobrenome Dassler. A busca por uma imagem que chamasse a atenção, para tornar seus calçados mais reconhecidos à distância, culminou com o famoso design das três listras, que foram acrescentadas como marca registrada no ano seguinte, surgindo assim um dos logotipos mais famosos do mundo. A conquista do Campeonato Mundial de Futebol de 1954 pela Alemanha selou definitivamente o sucesso da ADIDAS: na legendária partida final contra a Hungria, conhecida como “a batalha de Berna”, os jogadores da seleção alemã calçavam chuteiras com travas removíveis desenvolvidas por Adi Dassler. As três listras se popularizaram em 1962, quando foram aplicadas em calças e agasalhos fabricados pela empresa. Fundindo-se com o grupo Salomon, em 1997, após uma fase de fracassos financeiros, a Adidas-Salomon passou a congregar a maior variedade do mundo em artigos esportivos, que são vendidos sob diferentes marcas, em um total de 600 modelos de sapatos e 1.500 peças de confecção. Em 2005 a ADIDAS deu um grande passo para tentar recuperar o mercado mundial de equipamentos esportivos ao comprar a americana Reebok por US$ 3.5 bilhões. No ano seguinte executou outra manobra ousada ao pagar cerca de US$ 400 milhões para ser patrocinadora oficial da liga de basquete americana (NBA).

O Trefoil
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No final da década de 1960 e início da década de 1970 problemas crescentes com falsificações de sua marca registrada fizeram Adi Dassler desenvolver um novo logotipo. Em 1972, nascia o famoso logotipo Trefoil (três folhas em francês), vindo a se tornar a marca registrada oficial da empresa, adornando cada um de seus itens de vestuário.

Comentários

Para quem acredita na tecnologia como eu, as chuteiras “Adidas” podem ter influenciado no resultado da Copa de 1954, mas outros fatores alheios ao campo é comum no futebol, vide a recente Copa do mundo de 1998 na França, e aí, a versão alemã para a surpreendente vitória tenha se tornado uma bela jogada de marketing.
O que acho também bem curioso é que das mãos dos irmãos Dassler surgiu duas grandes marcas mundiais de material esportivo a Adidas e a Puma.

Ielo