O DIA 04 DE MARÇO NO FUTEBOL

04/03/1970 – Brasil 0-2 Argentina, Amistoso preparatório emPorto Alegre para a Copa de 70 no México gols de: Más, Conigliaro.

Brasil: Ado; Carlos Alberto Torres, Baldochi, Fontana e Marco Antonio; Piazza (Zé Carlos), Gerson e Dirceu Lopes; Jairzinho, Pelé e Edu.

Argentina: Cejas, Malbernat, Perfumo, Rogel, Diaz – Pastoriza, Madurga – Conigliaro, Fischer, Brindisi, Más.

Detalhe a Argentina não se classificou para a Copa foi eliminada pelo Peru.

04/03/1948 – Palmeiras 2-1 Vasco, Em São Paulo pelo Torneio dos Campeões Estaduais na terceira partida o Palmeiras vence e leva o caneco.

Sangue e Festa na Noite da Paixão!!!!!

A derrota de 50 ainda estava atravessada na garganta do torcedor brasileiro, que exigia uma vingança
completa contra os uruguaios.
Ela tardou,mas veio afinal.

O futebol brasileiro jamais pôde se esquecer da tragédia de 16 de julho de 1950.
Passaram-se os anos, surgiram novos jogadores, velhos ídolos se retiraram da cena, torcedores nasceram e morreram, o Flamengo foi tricampeão no Rio, o Corinthians conquistou o título do IV Centenário de São Paulo, Getúlio Vargas matou-se com um tiro no peito, Marta Rocha de maiô arrancou suspiros do mundo, os primeiros carros nacionais saíram pela estrada afora, Brasília começou a ser construída, Pelé virou rei, Bellini ergueu a taça de ouro em Estocolmo e o país continuava esperando a vingança contra os uruguaios.

Houve, é certo, os 4 a 2 no Pan-Americano de Santiago, em 1952. Mas isto, aos olhos de todos, parecia pouco. O Brasil queria mais. Bem mais. Queria suor, lágrimas e sangue.
Foi preciso aguardar o Sul-Americano de 1959, em Buenos Aires. A vingança definitiva, que pôs fim a um padecimento que parecia eterno, começou na noite da Quinta-Feira Santa. Terminou na madrugada da Sexta-Feira da Paixão. Existiria no calendário do futebol (da vida?) data mais apropriada para se expiarem tantas culpas e pecados?

Brasil e Uruguai entraram em Nunez com o aparente objetivo de jogar bola.
A partida, porém, tinha implicações de maior profundidade. E elas afloraram quando, no final do primeiro tempo, o explosivo atacante Almir se desentendeu com o duro zagueiro Davoine.
Iniciava-se, ali, uma das grandes batalhas da história do futebol. Praticamente todos brigaram. Em certo momento, até o treinador uruguaio, Hector “Manco” Castro, de 60 anos, maneta, centroavante campeão do mundo em 1930, resolveu bater em quem via pela frente com o toco de seu braço esquerdo. Além de “Manco”, o Uruguai tinha respeitáveis peleadores: seu bravo capitão William Martinez, 1,82 m, 83 kg; Nestor Gonçalves, do alto de seu 1,85 m; o terrível Sasía, capaz de desferir os golpes mais traiçoeiros no inimigo; e o valente crioulo Escalada.

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No batalhão brasileiro, além dos jogadores que comprovaram ser notáveis brigadores Didi, Almir, Orlando, Bellini e outros,destacaram-se o peso-pesado Paulo Amaral e o antigo boxeador Mário Américo. Ninguém morreu, mas os feridos lotaram a enfermaria de Nunez: Castilho com os supercílios cortados, Orlando com os lábios abertos, Bellini, Didi, Almir, Gilmar e Pelé com escoriações generalizadas, Martinez com um dente a menos e carecendo de três pontos na cabeça, Sasía com o olho esquerdo sangrando, Roque Fernandez com profundas feridas nos ombros.

Depois de meia hora de conflito, 50 minutos de futebol. O Uruguai marcou o primeiro gol, graças a um chute violentíssimo de Escalada (e seria justo imaginar que ele o faria de outra?), mas o Brasil reagiu. Paulinho Valentim, centroavante que entrou no lugar do lateral Coronel a essa altura os times estavam reduzidos a nove jogadores, com duas expulsões de cada lado,revelou-se tão bom na bola como no braço. E fez três gois, dois deles em cima de Martinez.

Seria esta a noite da derradeira vingança não houvesse o encontro de Guadalajara, na Copa do México,11 anos mais tarde.

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CAMPEONATO SUL-AMERICANO BRASIL 3 X URUGUAI

Local: Monumental de Nunez – Buenos Aires. Juiz: Carlos Robles – Chile. Gols: Escalada, 42 do 7 .°; Paulinho Valentim, 17, 35 e 44 do 2.°. Expulsões: Almir, Orlando, Davoine e Gonçalves.

Brasil: Castilho (Gilmar), Djalma Santos, Bellini, Coronel (Paulinho Valentim), Formiga, Orlando, Garrincha (Dorval), Didi, Almir, Pelé e Chinesinho.
Uruguai: Leiva, Davoine, William Martinez, Silveira, Gonçalves, Mesías, Borges (Roque Fernandez), Demarco, Douksas, Sasía e Escalada (Aguilera).

Fonte:PLACAR

Trocando figurinhas de futebol

As figurinhas de futebol fez-me buscar as lembranças do já longínquo 1960, pelos lados do Bairro da Vila Mariana em São Paulo. Após ter-me lembrado do Álbum da Quigol, fui buscar mais gente que ainda sentem um pouco de nostalgia com o assunto. Segue bate-papo por e-mail entre 6 saudosos colecionadores de figurinhas de futebol.

Eu colecionava figurinhas das balas futebol. Tinha uma
vantagem, eu estudava na escola Roberto Simonsem Rua Monsenhor Andrade (Bras) bem perto da loja A AMERICANA, Rua do Gazometro, fabricante e distribuidoras das balas futebol, de Jordão Bruno Sacomanni.Tirava muitas carimbadas, me lembro do goleiro Gilmar, e do Lima, ponta direita do Palmeiras, duas das
carimbadas. Sai de lá com muitos prêmios. Fui tambem muitas vezes tirar a Abreugrafia (Chapa do Pulmão) no Clemente Ferreira, naquele casarão amarelo da rua da Consolação.Era uma exigência para qualquer coisa que fossemos
fazer. Bons tempos aqueles hein? Mario Lopomo

Ótimos tempos sim Lopomo !!!! (Não voltam mais) Você foi um colecionador “mais moderno” Lopomo, as figurinhas das “Balas Futebol” que eu colecionava eram aquelas do final dos anos 30 e começo dos anos 40,tempos de Tim, Perácio, Batatais e outros (do Rio) e King, Zarzur, Zezé Procopio, Echevarrietta e outros de São Paulo… O Gylmar devería ter uns 10 anos de idade, porém o tempo não importa e sim a brincadeira sadía que nos proporcionava…quanto ao Clemente Ferreira (aquele casarão amarelo) ainda deve estar naquele local…não sei se com a mesma ação benemérita à população em geral. Valeu !!! Abraços do amigo Flavio Rocha

Querido Flavio, começo onde voce termina: e assim, todos nós, fomos
vivendo.A sua história é igual a nossa e de muita gente que, como seu e o meu pai vieram do interior tentar a sorte a São Paulo. Através desta decisão deles, São Paulo tornou-se nosso ponto de referência. O Buenos Aires, acho que ainda existe, no mesmo lugar, quase em frente a Estação Santana do Metro.Obrigado
Flavio e foi assim mesmo que fomos vivendo. Um 2008 maravilhoso! Marco
Antonio .

E as balas? . Eram brancas, não eram? Meu álbum, na página do São Paulo Futebol Clube, agrupava os seguintes jogadores: Mario, Saverio, Mauro, Bauer, Rui, Noronha, Leonidas, Ponce de Leon, Remo, Teixerinha (não lembro de todos…), e na página do Palmeiras: Oberdan, Caieira, Turcão…Lima…e, se engano não houver, o fabuloso Lula, coice de mula – pelo chute violento e certeiro – e figurinha carimbada. Do Corinthians, lembro de um certo jogador bigodudo, conhecido como “cabecinha de ouro”, Balthazar, se bem me lembro. Acho que a coleção do Lopomo é posterior. E a
tua, Flavio, anterior. Será que a minha coleção datava dos anos 40/50?
Lary Ramos Coutinho –

Morando na rua Alfandega, pertinho da rua do Gasômetro, ia sempre na
“bolsinha” na porta da A Americana, onde se fabricava as Balas Futebol,
trocando, comprando e jogando “bafa-a-bafa” com outros garotos. Seu pai trabalhou na Lacta, na José A. Coelho. Muito tempo? A Lacta foi um grande cliente, vendi muita embalagem de Sonho De Valsa, Diamante Negro, Bis etc. já na Barão do Triunfo. Flávio, seu texto é, no mínimo, FABULOSO, um passeio encantador pelas alamedas da saudade. Rodar pião, balas Futebol, empinar pipas, brincar de “mãe da rua” uma-na-mula, pega-pega, palha-ou-chumbo, chocar caminhão etc…. pela mãe do padre, v. só causa mal-estar ao meu coração mas, continue, por favor. Vamos continuar gozando nestes retornos a
nossa meninice. Um ótimo e feliz Ano Novo, extensivo a toda sua família.
Abraços. Modesto

Colecionei figurinhas Balas Futebol de 1950 a 1956. Quando Gilmar era
figurinha carimbada estávamos em 1955. Como o “Girafa” nasceu em 1930, ele estava com 25 anos. LARY: Realmente, as balas futebol eram brancas. E açucaradas e mastigáveis, como disse a nossa colega, Bernadete. No time do São Paulo que você escalou, faltou somente o Friaça. Depois vinha Ponce de Leon, Leônidas, Remo e Teixeirinha. No Palmeiras o Lula aquele ponta direita que tinha o apelido de “coice de mula” era de 1947, deve ter ido um pouco mais alem, jogando pelo Palmeiras. Oberdã, Turcão e Palante. Waldemar Fiume,
Luiz Villa e Sarno. Lima, Canhotinho. Aquiles, Jair e Rodrigues. É de 1950. Flavio.
Mario Lopomo

Caro Flavio, eu também colecionava balas futebol, e jamais, jamais consegui completar um album, era impossível, tinha as dificeis, não eram carimbadas, só dificeis, tinha as carimbadas que eram dificilimas, e tinha uma que era o distintivo da CBD, era impossivel, acho que tinha umas duas ou tres, porque ninguem conseguia completar o album.Tinha um jogador que era figurinha dificil que morou ao lado de minha casa, o Elson do Nacional da Comendador Souza.Agora, realmente, as balas eram intragáveis de tão doce, jogavamos
fora. Abraços e um 2008 com bastante figur..quero dizer sucesso.Beira

O DIA 03 DE MARÇO NO FUTEBOL

03/03/1943 – PALMEIRAS 3 – 0 FLAMENGO, No Pacaembu pela Taça dos Campeões Estaduais o Palmeiras venceu fácil com gols de: Peixe 2 e Lima.

03/03/1953 – Nasce no subúrbio de Quintino no Rio Janeiro Arthur Antunes Coimbra o “Zico” maior ídolo e goleador do Flamengo, defendeu a seleção brasileira nas Copas de 1978, 1982 e 1986, jogou ainda pela Udinese/Ita e Kashima Antlers/Jap hoje treinador do Fernebache/Turquia.

03/03/1963 – Paraguai 2 – 2 Brasil, Amistoso realizado em Assunção, foi também o primeiro jogo da seleção após a conquista do bicampeonato mundial no Chile e preparatório para o sul-americano. Gols: Flávio, Hílton Chaves (Bra), Juan Ayala, Eligio Insfrán (Par)

03/03/1982 Brasil 1-1 Tchecoslováquia, No Morumbi lotado Jairzinho o furação da Copa se despediu da camisa amarelinha, este jogo além de festivo foi também preparatório para a Copa da Espanha em 1982. Gols de Zico (Bra) e Janenka (Tch).

Botafogo x Botafogo,em João Pessoa em 1962!!!

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Foi motivo de grande orgulho e satisfação para a torcida paraibana, a visita do Botafogo de Futebol e Regatas do Rio de Janeiro, à nossa Capital, no dia 27 de maio de 1962, a fim de realizar um match amistoso com seu homônimo desta Capital. Esse jogo reuniu as atenções do nosso público esportivo pela presença dos campeões cariocas.

Depois da troca de flâmulas, entre Zé Maria “capitain” do onze visitante e o Dr.Aluizio Afònso Campos, o candidato socialista ao Senado Federal, deu o
pontapé inicial do encontro anciosamente esperado.
Dado a saída a assistência vibrou pela excelente disposição do quadro botafoguense,não dando importância ao cartaz dos famosos azes da Guanabara, fazendo valer o arrojo dos paraibanos.

Depois de uma luta bastante equilibrada, Sidney aos 44 minutos do primeiro tempo,consegue bater Joca na corrida, executa um centro em direção a Neivaldo que de cabeça inaugurou o marcador. Na parte complementar o placar não sofreu alteração, terminando a partida com o placar de 1 x0 para os visitantes, resultado bastante honroso para os locais. As equipes foram:

Botafogo carioca:
Manga, Luciano, Nagel, Zé Maria e Paulistinha; Airton, Pampolini e Edson; Neivaldo, Amoroso (China), Quarentinha (Luiz Carlos) e Sidney.

Botafogo de João Pessoa atuou com a seguinte equipe:
Dorge, Joca e Janca, Xavier e Paulinho, Marajó (Vadinho) e Coca-Cola; Bira, Tiquinha (Icário), Delgado e Silva (Pelado, depois Prince).

O trio de arbitrágem foi constituido de Jorge Bezerra, Manoel Francelino e Waldemar Dornelas.
A renda do interestadual foi Cr$427,00 considerada muito boa dados os
preços da época.

Fonte:Historia do Futebol Paraibano

A primeira partida de futebol do América!!!

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A estréia oficial do América em competição de futebol ocorreu em partida amistosa contra o Bangu Atlético Clube. O convite do Sr. José Villas Boas, presidente da Liga Metropolitana e, cumulativamente, do Bangu, foi recebido com alegria e emoção pelo pessoal americano que, há muito, ansiava por semelhante oportunidade.
Principalmente por Amílcar, que desejava avaliar o grau de assimilação de seus comandados aos ensinamentos que com tanta dedicação e paciência vinha ministrando.
06 de agosto de 1905, um domingo de manhã ensolarada. Bem cedo, começaram a reunir-se na estação de D. Pedro II os jogadores e sócios do América que iriam participar da excursão. A comitiva estava assim composta: Alfredo Guilherme Koehler, Jaime Faria Machado, Romeu Moina, Gustavo Garnett, Amílcar Teixeira Pinto, J. A. Waldemar Hagstroem, Alberto Gustavo Hagstroem, Henrique Mohrstedt, Oswaldo Mohrstedt, Gustavo Bruno Mohrstedt, Frederico Guimarães Pinto, João Bermuder, Durval Medeiros, Jaime Pina, Nabucodonosor Prado e G. Flores. Contagiante era a alegria quando, às nove horas em ponto, a destemida “Maria Fumaça” sacudiu-se e iniciou a longa viagem de mais de duas horas.

Sob intensa expectativa, as duas equipes entraram em campo. O América, com seu uniforme já descrito: camisa preta, com o monograma gravado do lado esquerdo, gravata branca, calção branco e meias pretas. Seus defensores eram: Oswaldo Mohrstedt, Frederico Pinto (o Xexé) e Gustavo Bruno; Romeu Moina, Amílcar Teixeira Pinto e Nabuco Prado; Alfredo Koehler, Jaime Pina, Durval Medeircs, J. Bermuder e Gustavo Garnett.
Pelo Bangu, cujo uniforme constava de camisas em listras verticais brancas e vermelhas, calção branco e meias pretas, formavam: Fred Jacques, James Hartley e César Pochrialini; Dante Delochi, Arlindo Barbosa e André Pot¬ter; Guilherme Hallaway, F. Farington, Thomas Donage, Mafafeu Segundo e Francisco Carregai. Quase todos, acrescente-se, de origem inglesa.

Os bangüenses justificaram o prévio favoritismo, franco e absoluto. Venceram, como não poderia deixar de acontecer. Contudo, mesmo o placar exagerado não deslustra a conduta da gente do América. Não há derrota vergonhosa, quando a disputa é leal. E se, no confronto técnico, o resultado foi adverso, por 6 x 1, nossos valorosos atletas, no que tange ao empenho, à disciplina e à lealdade, mostraram-se à altura de seus dignos rivais. Atente-se, sobretudo, para o espírito de reação que revelaram durante a segunda etapa, quando houve apenas um gol, o do América, que, melhor estruturado e mudando Amílcar para o ataque, conseguiu obtê-lo através de seu eficiente capitão.
A viagem de volta foi realizada debaixo de extraordinária vibração.Mais acima da derrota foi uma partida digna para a estréia do América no futebol.

Fonte:Livro Campos Salles,118

GALICIA O DEMOLIDOR DE CAMPEÕES VOLTOU COM A CORDA TODA EM 1989 E 1994

Na década de 40 o Galicia Esporte Clube ficou considerado como o demolidor de campeões por vencer grandes clubes do sul e sudeste do Brasil que foram campeões em seus estados, com o passar dos anos o clube fundado em 1º de Janeiro de 1933 pela colônia espanhola radicada em Salvador deixou a alcunha de demolidor de campeões, ficando de 1943 quando se tornou o primeiro clube baiano a se sagrar tricampeão local á 1968 quando conquistou seu último campeonato na Bahia, porém no ano de 1989 á mistica de demolidor de campeões voltou com tudo neste ano e coitado do E.C. Bahia campeão brasileiro de 1988 que conseguiu vencer o azulino

12/03/89 – BAHIA 0 X 1 GALICIA – GOL DE LÉO MINEIRO

25/05/89 – BAHIA 2 X 2 GALICIA – GOLS DE AGNELO E LÉO MINEIRO

15/07/89 – BAHIA 1 X 1 GALICIA – GOL DE LÉO MINEIRO

17/08/89 – BAHIA 1 X 1 GALICIA – GOL DE LÉO MINEIRO

19/02/95 – BAHIA 0 X 3 GALICIA – GOLS DE GLÁUCIO 2 E WASHINGTON

19/03/95 – BAHIA 0 X 2 GALICIA – GOLS DE WASHINGTON E EVALDO

18/05/95 – BAHIA 0 X 1 GALICIA – GOL GLÁUCIO

09/07/95 – BAHIA 0 X 1 GALICIA – GOL GLÁUCIO

12/07/95 – BAHIA 1 X 2 GALICIA – GOLS DE GLÁUCIO

16/07/95 – BAHIA 0 X 0 GALICIA –

O DIA 01 DE MARÇO NO FUTEBOL

01/03/1953 – Brasil 8-1 Bolivia, em Lima pelo Sul-Americano o Brasil goleia com gols de : Julinho 4, Pinga 2 e Rodrigues 2 (Bra); e Ugarte (Bol).

01/03/1956 – Brasil 2-1 Chile, na cidade do México pelos jogos Pan-Americanos na estréia o Brasil vence com gols de: Luizinho-RS, Raul Klein (Bra), J. Robledo (Chi). O Brasil foi representado por um combinado gaúcho.

01/03/1978 – Operário-MS 1 x 0 São Paulo gol de Tadeu e Londrina 2 x 2 Atlético-MG gols de Ademar e Brandão (Lon) e Serginho e Caio Cambalhota (Atl), com estes resultados definiu-se os finalista do brasileiro de 1997: São Paulo e Atlético-MG.