Primeira partida internacional em solo brasileiro!!

As relações esportivas do Brasil com o extrangeiro, datam de 1906. E o primeiro
encontro efectuado foi em São Paulo. Realizou-se ele no dia 31 de julho desse ano,
no antigo Velodromo, entre o selecionado Paulista e a famosa turma do South Africa.
Fomos derrotados pela elevada contagem de 6 a 0.

Os quadros que inauguraram os grandes jogos internacionais em nossa patria foram
os seguintes:

Sul-Africanos – Brown ; Heeley e Robinson ; Schmidt, Bruches e Chalras : Henman, Intyre, Tyber, Hortigan
e Mason.

Paulistas – Tutú ; Jeffery e Hodgkiss ; Pyless, Argemiro e Stewart ; Léo, Miller, B. Cerqueira, O. Andrade
e H. Ruffin.

Fonte:Livro Supremacia

História do confronto entre os Galos

Nos jogos da década de 80, quando o Tupi era figurinha certa nos álbuns do Campeonato Mineiro da primeira divisão, marcam a supremacia do time do interior.

Naquela época, as duas equipes se enfrentaram em quase todos os anos e o respeito pela casa do adversário era evidente. No Mineirão, vitória certa do Atlético. Em Juiz de Fora, vitória ou empate do Tupi.

De 1984 a 1990 só deu Tupi em Juiz de Fora. A escrita começou em 1984, com a vitória por 2 x 1 de virada, no Salles Oliveira. Com dois gols de Nequinha tinha início o longo jejum atleticano em terras juizforanas. Na época o treinador do Tupi era Augusto Clemente. “Aquele foi um jogo de briga praticamente, aguerrido. Estava 1 a 0 para o Atlético e no final do jogo viramos. Após o jogo eu lembro que o Angela Maria (torcedor folclórico) deu um chute no Éder, deu polícia e tudo. Depois o Éder virou e jogou ele longe”, lembra o atual supervisor do Estádio Municipal.

Antes de se iniciar a escrita, em 1982, o Atlético Mineiro venceu o Tupi em Juiz de Fora pelo placar de 2 a 0, com gols de Éder e Bira. De lá para cá, foram muitos os insucessos do time da capital, sendo o Tupi a pedra no sapato, conquistando vitórias mesmo em situações adversas e arrancando empates nos minutos finais.

Durante o período áureo do Tupi no confronto dentro de casa, os estádios Salles de Oliveira, Procópio Teixeira e o Municipal eram os “terreiros’ do Galo Carijó, onde a supremacia Atleticana sempre encontrou obstáculos. Foram 5 vitórias, 5 empates e uma derrota, em 1992, com gol de Ryuler, quebrando o tabú.

Com tantas histórias, o confronto foi perdendo um pouco da rivalidade por causa da ausência do Tupi nos campeonatos da década de 90 e fez com que os torcedores mais novos não sentissem o gostinho do confronto. O longo período sem confrontos criou uma nova escrita. O Tupi venceu pela última vez no dia 15 de abril de 1990, gol de Pitita, no Salles Oliveira.

Confrontos desde 1982:

1982: Tupi 0 x 2 Atlético Mineiro
1984: Tupi 2 x 1 Atlético Mineiro
1985: Tupi 1 x 0 Atlético Mineiro
1985: Tupi 1 x 0 Atlético Mineiro
1986: Tupi 2 x 2 Atlético Mineiro
1987: Tupi 1 x 1 Atlético Mineiro
1988: Tupi 0 x 0 Atlético Mineiro
1989: Tupi 1 x 0 Atlético Mineiro
1989: Tupi 2 x 2 Atlético Mineiro
1990: Tupi 1 x 0 Atlético Mineiro
1992: Tupi 0 x 1 Atlético Mineiro
2003: Tupi 1 x 1 Atlético Mineiro
2006: Tupi 2 x 0 Atlético Mineiro

texto retirado do portal acessa.com

Liga Regional Futebol Cataratas PR

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Em 1969, foi fundada a Liga Regional Futebol Cataratas, por Ferdinando Felice Pagot de São Miguel do Iguaçu e teve como seu primeiro presidente Mário Oro. A entidade era filiada à Federação Paranaense de Futebol e realizava campeonatos regionais que reuniam os municípios com as seguintes equipes: Comercial de São Miguel do Iguaçu, União e Grêmio de Medianeira, ABC, Flamengo e Vasco da Gama de Foz do Iguaçu, Aimoré de Matelândia, Botafogo da Agro Cafeeira, Associação Atlética Céu Azul, Atlético Operário de Santa Terezinha e Grêmio Esportivo Missal.

O time campeão adquiria direito a disputar a Taça Paraná, que era o maior título do futebol amador do Estado. A Liga Cataratas durou até 1975, quando iniciou-se um movimento para a criação de ligas municipais. Em Foz, a 5 de abril de 1975 surgiu a Liga Iguaçuense de futebol (LIF), existente até os dias de hoje, fundadapelos clubes ABC, GRESFI, FLAMENGO, VASCO DA GAMA e CLUBE ATLÉTICO OPERÁRIO, que representa os clubes de futebol amador do município. A liga foi fundada com a incumbência de registrar os clubes e seus atletas, organizar os certames esportivos entre seus filiados, manter equipes de árbitros e de assistentes, assim como órgãos de justiça Desportiva (JJD). Foi reconhecida pela Federação Paranaense de Futebol em 6 de maio de 1975, conforme protocolo 1193/75.

São alguns dos participantes do campeonato citadino do futebol amador de nossa cidade as seguintes agremiações: ABC, Gresfi, Flamengo, CRG 14, Eurofoz, União CRD, 12 de Outubro, Três Lagoas, Jardim São Paulo, Copacabana, Auritânia, Portal da Foz, Porto Belo, Maracanã e Vila C.Coordena e mantem a LIF, também atividades futebolísticas na segunda divisão, nos veteranos, no feminino e nas categorias de base juniores, juvenil, infantil e fraldinha.

Campeonato da Liga Iguaçuense 2008 contará com 52 equipes

O presidente da Liga de Foz do Iguaçu, José Cavalcante Alves, informou à Federação Paranaense de Futebol (FPF) nesta segunda-feira, dia 28, que o campeonato local contará com a participação de 16 clubes na Primeira Divisão e 36 na segunda divisão.
Cavalcante também fez as indicações de três novos representantes da Federação na região, são eles: Fermino Benitez, Auri Alves Santos e José da Silva.
O dirigente do interior visitará a FPF nos próximos dias e deverá ter um encontro com o presidente da FPF, Hélio Pereira Curi.

Tupi,o Fantasma do Mineirão

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Achei esta matéria e repasso aos amigos,

No final do ano de 1965, o Cruzeiro ganhou o título de Campeão Mineiro, e o Tupi teve uma de suas piores campanhas, ficando em último lugar no Campeonato de Juiz de Fora. Em janeiro de 1966, o Tupi convidou o Cruzeiro para um jogo em Juiz de Fora e, com seu time renovado, venceu o jogo por 3 a 2, derrotando a famosa equipe de Tostão, Dirceu, Zé Carlos, Piazza, Natal e outros craques. Um time de Juiz de vencer o grande Cruzeiro? Belo Horizonte não poderia engolir esta afronta. Por isso, o Tupi foi convidado a jogar com o Atlético, no Mineirão, quando, além de gozar dos rivais cruzeirenses, os atleticanos vingariam o futebol da capital. Resultado do desafio: o Tupi ganhou por dois a um do Atlético, que era dirigido por Paulo Amaral. Um novo desafio foi feito pelo América Mineiro, dirigido por Yustrick, já que o Tupi estava desmoralizando o futebol de Belo Horizonte. Mas uma nova vitória do Tupi por dois a um foi o que aconteceu. Imagine só, o Tupi derrotar os três times da capital. Isso não poderia ficar assim, e o Cruzeiro pediu uma revanche do jogo realizado aqui, dizendo que, no Mineirão, ia arrasar com o Tupi e acabar com a brincadeira. Nova vitória do Tupi por dois a um fez todo o Brasil falar naquela equipe, que acabou sendo convidada para treinar com a Seleção brasileira de Pelé e Garrincha em Caxambu, quando empatou em um a um. O técnico do Tupi, Geraldo Magela Tavares, lembra a escalação do time responsável por grandes façanhas: Waldir, Manoel, Murilo, Dário Mendes e Walter, França e Mauro, João Pires, Toledo, Vicente e Eurico.

Elaborado a partir de pesquisas na Biblioteca da CBF, Rádio Itatiaia e Jornal A Tribuna de Minas
http://www.tupijf.com.br

OS DIAS 28 E 29 DE FEVEREIRO NO FUTEBOL

28/02/1945 – CHILE 0 – 1 BRASIL, pelo Sul-Americano em Santiago do Chile o Brasil encerra sua participação vencendo os donos da casa com um gol de : Heleno de Freitas

28/02/1954 – CHILE 0 – 2 BRASIL, nove anos depois Brasil e Chile voltam a se enfrentarem em 28/02 pelas eliminatórias da Copa de 1954 na Suiça e nova vitória brasileira com gols de: Baltazar o cabeçinha de ouro

29/02/1956 – FLUMINENSE 3 – 2 FLAMENGO, pelo carioca de 1955 um Fla-Flu com muitos gol e num ano bissexto. Joel e Indio (Fla).

29/02/1984 – FORTALEZA 2 – 1 VASCO, pela última rodada do brasileiro de 84 o tricolor garantiu a classificação com gols de: Tangerina e Luisinho das Arábias (For) e Marquinhos (Vas).

Álbum de Figurinhas

Nos anos 40 e 50 a garotada colecionava as figurinhas de futebol que eram
confeccionadas pela A Americana. As balas Futebol não primavam pelo sabor,
mas ninguém estava interessado nisso. Seu consumo prendia-se apenas às
figurinhas de jogadores de futebol ocultas pela embalagem. Havia as
figurinhas fáceis e difíceis e uma especialmente difícil, a “carimbada”. Só
com esta podia-se completar os álbuns de figurinhas que dava direito aos
valiosos prêmios prometidos.
Mas vou falar do Álbum de Figurinhas da Quigol, editado em 1959. Os
jogadores eram colocados no centro de uma bola de futebol, lembram da bola
Drible de 1959, marrom?
Pois bem, neste álbum constavam os times do Rio e de São Paulo. Entre os
times figuravam alguns times “pequenos “e vou citar alguns jogadores da
Ferroviária de Araraquara que me vêm á mente. O goleiro era o Rosã, na
defesa tínhamos o Cardarelli, o Dirceu, o Porunga. No meio Dudu e Bazzani.
Na frente Peixinho, Faustino, Baiano e Beni. É o que lembro. Já os times
grandes é mais fácil para nos lembrar-mos. A gente olhava para as fotos dos
jogadores e ficávamos embevecidos.
Mas outra coisa que marcava era jogar figurinha, ou seja, jogar “bafa”. A
gente jogava contra um outro “ajuntador” de figurinhas. Colocavamos cada um
uma quantidade de figurinhas e aquele que virasse qualquer quantidade ,
levava. Só não podia virar a mão, pois tinha malandragem com o dedo polegar.
A coisa era assim: Antes de tirar o par ou impar para ver quem ia tentar
virar primeiro as figurinhas, falávamos: Mão-a-mão! Vai entender…..porque
mão-a-mão?
Para encerrar, eu tinha uma alentada quantidade de figurinhas, era bastante
e carregava numa caixa de sapatos, e todo orgulhoso andava procurando
“algum “jogador de bafa para ver se eu o rapelava. Encontrei um com apenas 1
figurinha. Olhei com desprezo para o menino e falei: Vamos jogar?
E não é que o menino me rapelou todo o meu pacote de figurinhas?
Mas ele me devolveu todas e me ensinou a ser mais humilde. Tomei minha
primeira lição de moral entre os 8/9 anos de idade.
Álbum de Figurinhas era o nosso video-game.

O Melhor Campeonato do Ano de 1923

O mais sensacional campeonato do pais em 1923, foi o do Rio de Janeiro devido ao fato de um novo clube ter vencido o titulo, causando uma revolução na vida do futebol carioca. com grande influencia, sobre a historia do “association” no Brasil, a mesma influencia que tinham tido anos antes a revelação do Palestra e Corinthians no futebol paulista conquistando definitivamente para o futebol a massa do povo.
Estava faltando essa nova etapa no futebol carioca, e eis que a revelação do Vasco da Gama, em 1923, popularizou de vez o esporte-rei do Rio, conquistando milhares e milhares de novos adeptos e dando-lhe uma popularidade que nunca havia atingido até então.

O fenomeno tecnico do “XI” do Vasco, por outro lado, era uma repetição do estilo obtido pelo São Bento, em São Paulo, em 1914, campeão logo no primeiro ano da sua participação, porem o Vasco fazia algo de melhor e de mais sensacional, porque vencia o campeonato carioca de 1923 com o seu quadro de jogadores desconhecidos ou modestos, simples campeões da segunda divisão, enquanto que o S. Bento, em 1914, vencera com um quadro reunindo craques consagrados de outra clubes.

A “Metro” deu lugar ao Vasco da Gama. Jamais poderia se esperar o que iria acontecer. O Vasco da Cama estreou com um quadro de jogadores secundarios, provenientes do Bangu, Vila Isabel. Andaraí, etc., e com espanto geral venceu o campeonato,apenas o Flamengo o derrotou.

Foi, pois, maravilhosa a estréia do Vasco, cujo quadro foi o seguinte: Nelson. Mingote e Leitão (Claudio): Nicolino, Boião e Artur; Pascoal, Torteroli, Arlindo. Cesi e Negrita.

Surgindo a Amea, no Rio, em 1924, a velha Metro passou para um plano secundario. O Vasco não a querendo abandonar ficou entre pequenos clubes… obscurecido. Foi o campeão. No entanto, alta projeção teve o certame da nova entidade.
No dia 27 de abril foi realizado o “inicium” sob a bandeira azul-ouro da Amea e o Fluminense foi o campeão, seguido do Flamengo.

Fonte:Historia do Futebol no Brasil

O jogo do gol de placa no Maracanã – 1961

Leiam o texto fiel da narrativa do gol de placa de Pelé acontecido no Maracanã. ( jornal o Globo )
…….O tempo passa, 40 minutos do primeiro tempo. Bola com Gilmar que descarrega a bola para a lateral. Recebe Dalmo que entrega a Pelé que recua e vem receber a bola na sua intermediária, bem perto da área do golkiper Gilmar.
Pelé recebe e controla a bola e imprime velocidade e vai avançando desde a sua intermediária e alcança o campo tricolor, sempre vigiado e acossado por jogadores adversários . Vem sobre ele Pinheiro, Pelé se livra de Pinheiro e avança célere em busca da grande área tricolor. Dribla de passagem Clóvis e leva também de roldão Jair Marinho e numa estocada se vê diante de Castilho e toca fora do alcance do goleiro.
Alguns mais exaltados, afirmavam que aquele gol teria que valer por dois. De fato, o gol foi tão espetacular que arrancou aplausos de todos os torcedores que, de pé, esquecendo-se de suas paixões clubísticas e embora empunhando bandeiras tricolores, proporcionaram uma cena jamais vista no maracanã. Foram quase dois minutos de palmas, contados a relógio, enquanto Pelé desaparecia debaixo dos abraços dos companheiros.

Com relação ao jogo, podemos afirmar que torna-se cada vez mais difícil encontrar adjetivos para traduzir o que está jogando a equipe do Santos. No mínimo, teríamos que repetir o chavão, frisando que é verdadeira máquina. Máquina que se encontra bem ajustada, engrenada e azeitada, peças perfeitas e que se ajustam de forma incrível. Começaríamos por Pelé e Coutinho que, no futebol, repetem os fechos das histórias românticas: nasceram um para o outro. Quando uma parte, o outro sabe o que fazer, como se tivessem estudado as jogadas dentro da pensão onde moram, em Santos. Eles se juntam aos demais jogadores que forma um conjunto harmônico de futebol bonito, rápido e eficiente.

O Fluminense, antes de tudo, teve um comportamento técnico e disciplinar exemplar. Jogou bem, mas o Santos está numa forma esplendorosa. Um clube difícil de ser vencido. Castilho realizou milagres e se tornou uma das grandes figuras da partida.

Detalhes do jogo.
5 de março de 1961.
Competição: Torneio Rio São Paulo.
Fluminense 1 x Santos 3.
Gols de : Pelé. Pelé. Pepe e Jaburu.
Local: Maracanã.
Juiz: Olten Ayres d Abreu.
Renda: 2.685.317,00
Santos: Laércio. Fiotti. Mauro. Calver e Dalmo. Zito e Mengalvio (Nei). Dorval. Coutinho. Pelé e Pepe (Sormani).
Fluminense: Castilho. Jair Marinho. Pinheiro. Clovis (Paulo) e Altair. Edmilson e Paulinho. Telê Santana (Augusto). Valdo. Jaburu e Escurinho.