O dia em que Careca perdeu dois pênaltis

O atacante Careca chegou ao São Paulo Futebol Clube, em 1983. Havia deixado
de disputar a Copa do Mundo de 1982, pela Seleção Brasileira, devido a uma ruptura do ligamento cruzado anterior de um dos joelhos e uma cirurgia para a retirada do menisco externo.

No 1º jogo, com a camisa de três cores, perdeu dois gols de pênaltis, contra o Grêmio. Um pouco depois ficou seriamente doente, contraindo hepatite. Mas ressurgiria com sua incrível técnica.

Antes de falar sobre o jogo dos dois pênaltis perdidos, quero deixar claro que Careca foi um dos atacantes mais técnicos que já vi jogar. Às vezes, perdia gols devido ao excesso de categoria que tinha. Deslocava os goleiros com toques sutis de efeito e a bola raspava a trave caprichosamente. Craque, craque, craque!

Vou falar deste jogo porque tem situações extra-campo que nos envolvem de tal maneira que fica marcado para sempre. Fomos em quatro pessoas para o Morumbi, sábado a tarde, para ver São Paulo x Grêmio de Porto Alegre, sendo dois são-paulinos e dois corintianos dentro da Belina do japa são-paulino, Mario Tabata.

O Tabata tinha um capricho nesta Belina, acho que era 1983, carro bom. Estava sempre brilhando. Se o Tabata ouvisse o gemido do destino não iria ao campo. Parecia que vento falava: “não vá…não vá…” Mas é difícil ouvir esta voz. A coisa esta feita.

O Tabata errou o caminho e foi fazer a meia-volta e ficou atravessado na rua… Veio outro carro e afundou a porta do lado do passageiro. A coisa estava começando. Até chegar ao estádio deu o que fazer. Mas vamos direto para o jogo.

Eu estava no estádio ao lado de um amigo como torcedor neutro juntamente com os dois são-paulinos. Aí tivemos o primeiro pênalti para o SPFC. Careca para bater… Perdeu!

Um torcedor à minha frente virou para mim puxando os cabelos de raiva. Dei um sorriso amarelo, vai fazer o que, né?

Só sei que o Tarciso do Grêmio estava fazendo gols no tricolor paulista. Mas acontece outro pênalti para o SPFC. De novo Careca para bater… Perdeu de novo! Gente, não é pra menos, o cara da minha frente começou a puxar de novo os cabelos. De volta para casa, 3 x 2 para o Grêmio, carro batido, raiva pelos pênaltis perdidos.

Conclusão: De certa forma, todos nós já passamos por agruras nos estádios, seja por uma derrota, ou por tomar chuva, ou por ficar espremido na saída, ou por levar objetos jogados nas costas… Mas esta partida ficou caro para o Mario Tabata.

TEXTO: autoria de Gilberto Maluf

O Futebol na Telona

Copa Rocca 1939
(1939, p&b, 8 min 16mm)
Direção de Humberto Mauro
Documentário produzido pelo Instituto Nacional de Cinema Educativo (INCE) acerca da Copa Rocca.

O Craque
(1954, p&b, 90 min, Beta)
Direção de José Carlos Burle
Com Carlos Alberto, Eva Wilma, Herval Rossano, Blota Júnior e Inezita Barroso.
Comédia popular da Multifilmes sobre a ascensão de jogador em uma equipe profissional. Filmado no Corinthians com a participação dos jogadores Baltazar, Carbone, Gilmar, Índio, Luizinho, Olavo e Roberto.

Subterrâneos do Futebol
(1968, p&b, 30 min, DVD)
Direção de Maurice Capovilla Terceiro episódio do longa Brasil Verdade. Caracteriza o futebol como válvula de escape às frustrações populares. Música de Gilberto Gil.

Boleiros, Era uma vez o Futebol…
(1998, cor, 93 min, 35mm)
Direção de Ugo Giorgetti
Com Otávio Augusto, Flávio Migliaccio, Lima Duarte, Marisa Orth, Adriano Stuart, Denise Fraga, Rogério Cardoso, André Abujamra e Cássio Gabus Mendes
Em um bar paulistano, grupo de ex-jogadores, técnicos e juízes se reúnem para lembrar histórias do mundo do futebol. Otávio Augusto vive um juiz corrupto que manda repetir uma cobrança de penâlti várias vezes, até que o jogador consiga marcar. O filme ganhou uma continuação: Boleiros 2 – Vencedores e vencidos.

O Corintiano
(98 min, p&b, 1966, DVD)
Direção de Milton Amaral
Mazzaropi interpreta um torcedor fanático entra em conflito com os filhos e os vizinhos ‘palestro-italianados’.

A Propósito do Futebol
(1975, cor, 7 min, 16mm)
Direção de Roberto Kahané e Domingos Demasi Montagem reflexiva sobre o futebol como esporte de massa nas palavras de Oswald de Andrade.

Copa 78, o Poder do Futebol
(1979, cor, 90 min, 35mm)
Direção de Maurício Sherman
Documentário que prioriza os bastidores da Copa do Mundo de 1978 na Argentina. Realizado por Maurice Capovilla e Paulo César Saraceni, foi finalizado por Sherman devido a desentendimentos com os produtores que não aceitaram críticas mais contundentes à ditadura Argentina.
Narração de Sérgio Chapelin.

Todomundo (Futebol + Torcida = Espetáculo Total)
(1980, cor, 35 min, 16mm)
Direção de Thomaz Farkas
Espetáculo visual que analisa o culto do futebol pelas torcidas dos times.

Flamengo Paixão
(1980, cor, 70 min, 16mm)
Direção de David Neves
A história do Flamengo é contada a partir da ótica do torcedor com destaque para a conquista do tricampeonato carioca. Utiliza grande quantidade de material de arquivo, inclusive imagens de um Fla-Flu de 1924.

Futebol 3: Jogo dos Homens/Meio de Vida/Zona do Agrião
(1980, p&b, 38min, 35mm)
Direção de Roberto Moura
Documentário em três episódios que oferece uma abordagem mais ampla sobre o esporte, priorizando aspectos sociais e econômicos.

Cinema e Futebol
(1980, cor, 48 min, 16mm)
Direção de David Neves e Chico Drummond
Documentário sobre o futebol visto pelo cinema desde o início do século XX. Realização conjunta da TV Cultura e da Cinemateca Brasileira.

Gaviões
(1982, cor, 22min, 16mm)
Direção de André Klotzel
Filme pioneiro sobre a maior torcida organizada do Corinthians, a Gaviões da Fiel.

Onda Nova
(1983, cor, 98 min, 35mm)
Direção de José Antônio Garcia e Ícaro Martins
Com Carla Camurati, Tânia Alves, Regina Casé, Vera Zimmermann, Cristina Mutarelli, Ênio Gonçalves e Sérgio Hingst.
Garotas tentam montar um time de futebol feminino. Em clima de pornochanchada com elementos surrealistas, o filme retrata a juventude underground paulistana do início dos anos 80. Filmado no Parque São Jorge com participações especiais de Caetano Veloso, Osmar Santos, Casagrande e Wladimir.

Perigo Negro
(1993, cor, 27 min, 35mm)
Direção de Rogério Sganzerla
Com Abraão Farc, Helena Ignez, Antônio Abujamra e Paulo Moura.
Episódio do longa Oswaldianas, baseado em romance de Oswald de Andrade. A trajetória de um futebolista e narrada por um fanático torcedor.

Uma História de Futebol
(1998, cor, 22 min, 35mm)
Direção de Paulo Machline Com José Rubens Chachá, Marcos Leonardo Delfino, Eduardo Santos, Eduardo Santos e narração de Antônio Fagundes.
Um amigo de infância de Pelé conta a história do desafio entre os times rivais ‘7 de setembro’e ‘Barão do Noroeste’ na cidade de Bauru em 1950. O filme foi indicado ao Oscar de Melhor Curta-Metragem.

Driblando o Destino (Bend it like Beckham)
Direção: Gurinder Chadha
Com: Parminder K. Nagra, Keira Knightely, Archie Panjabi Inglaterra – 2002 – 112 minutos – 35mm – Comédia
O sonho da jovem imigrante de origem indiana Jesminder Bhamra é seguir o caminho de seu ídolo David Becham e se tornar uma jogadora profissional de futebol.
Entretanto, ela enfrenta problemas em sua família, que deseja que ela siga os costumes indianos tradicionais, assim como sua irmã mais velha, Pinky. O confronto familiar chega ao ápice quando Jesminder é obrigada a escolher entre a tradição de seu povo e seu grande sonho.

Ginga – A alma do futebol brasileiro
Direção: Hank Levine, Marcelo Machado e Tocha Alves
Com: Fernando Meirelles e Hank Levine/ O2 Filmes e Nike Brasil – 2006 – 81 minutos – 35mm – Documentário
O grande segredo do domínio brasileiro no futebol é a ginga de seus jogadores.
Uma habilidade de corpo que os torna capazes de driblar, passar a bola e marcar o gol como se o adversário não existisse. Mas ginga não se aprende. É algo mítico, inerente ao Brasil. Ginga é um jeito de não se levar nada muito a sério, usar bem os pés, o calcanhar e as coxas durante o jogo e fora dele.
Vários brasileiros, de diferentes níveis sociais e de várias partes do país, relatam, no documentário, a sua paixão e habilidade no futebol e a importância do gingado em suas vidas.

O Milagre de Berna
(Das Wunder von Berner/ The Miracle of Bern )
Direção: Sonke Wortmann
Alemanha – 2003 – 114 minutos – 35mm – Drama
Na Alemanha, verão de 1954, um garoto de 11 anos que adora futebol tenta acompanhar cada momento dos últimos jogos que decidirão a final da Copa do Mundo. Mas a relação com seu pai não está fácil, pois ele acaba de retornar da Rússia, onde ficou por 11 anos como prisioneiro de guerra, trazendo consigo sérios problemas emocionais e dificultando a convivência com todos da família.
O menino não desiste e vai tentar superar todas as barreiras existentes em seu caminho para alcançar o seu ideal de ver o time de sua nação jogar a final da Copa do Mundo – a histórica final da Copa da Suíça de 1954, em que a seleção da Alemanha milagrosamente superou a favorita Hungria.

O Casamento de Romeu e Julieta
Direção: Bruno Barreto
Com: Ricca, Luana Piovani, Luis Gustavo, Leonardo Miggiorin, Berta Zemmel Brasil – 2005 – 93 minutos – 35mm – Comédia
Alfredo é um advogado descendente de italianos, palmeirense roxo e membro do Conselho Deliberativo do clube. Alfredo criou sua filha Julieta, jogadora do time feminimo do Palmeiras, para ser mais uma apaixonada pelo time. Mas Julieta se apaixona por Romeu, um médico oftalmologista que é corinthinano roxo. Em nome do amor, Romeu aceita se passar por palmeirense, chegando a se filiar como sócio do clube e ir aos jogos para torcer pelo seu rival, tentando conquistar a simpatia do sogro. Mas suas atitudes geram desconfiança em sua família, principalmente em seu filho Zilinho e na avó Nenzica, ambos corinthianos fanáticos.

Rojas
Direção: Alexandre Mello Zaidan
Brasil – 1994 – 5minutos – 16mm
Rojas, o polêmico goleiro chileno, é inquirido por um jornalista sobre acontecimentos do jogo Brasil e Chile, em que ele fingiu ter sido atingido por um rojão disparado pela torcida.

Artigo 25
Direção: Marcos Fábio Katudjian
Brasil – 1995 – 17 minutos – 35mm
Imagens das brigas do jogador de futebol Edmundo alteram-se com uma aula fictícia sobre vítimas, crime e punição e com história de uma garota de programa.

Cartão Vermelho
Direção: Laís Bodanzky
Brasil – 1994 – 13 minutos – 35mm
O mundo de Fernanda, uma adolescente que joga futebol como os meninos: mata no peito, domina na coxa e toca a bola no vão das pernas.

Garrincha – A estrela solitária
Direção: Milton Alencar
Com: André Gonçalves, Taís Araújo, Chico Diaz, Alexandre Schumacher, Henrique Pires Brasil – 2005 – 110 minutos – 35mm – Drama
Baseado na biografia escrita por Ruy Castro, o filme conta a vida de Mané Garrincha, o “demônio das pernas tortas”, dentro e fora do campo, confrontando o mito do futebol mundial ao homem humilde do interior. As várias facetas do craque são mostradas a partir das lembranças de pessoas que lhe foram muito próximas e que o amaram de diferentes maneiras, como a cantora Elza Soares e o colega Nilton Santos, compondo uma visão multilateral de sua personalidade e de seu destino de glórias e tragédias.

Gol! (Goal!)
Direção: Danny Cannon
Com: Kuno Becker, Sven-Göran Eriksson, David Bechkam, Wayne Rooney, Zinedine Zidane Estados Unidos/ Inglaterra – 2005 – 118 minutos – 35mm – Aventura
Como milhões de crianças ao redor do planeta, Santiago alimenta o sonho de se tornar um jogador de futebol profissional , para desgosto de seu pai, que não acredita em um futuro feliz para o filho no futebol. Vivendo no bairro latino em Los Angeles , Santiado não costuma alimentar muito seu sonho até que consegue um teste para entrar no time de futebol inglês Newcastle United.
Superprodução de 100 milhões de dólares, Gol! foi planejado como primeira parte de uma trilogia que seguirá toda a carreira de Santiago.

“Meu Nome É Joe” (“My Name Is Joe”).
Inglaterra, 1998. Direção de Ken Loach, com Peter Mullan e Louise Goodall. Consórcio Europa. Colorido, 105 min.
O futebol está presente no filme, mas “Meu Nome É Joe” não é sobre futebol. É uma história de amor permeada pelas conhecidas preocupações políticas e sociais do diretor. Mullan é Joe, um desempregado (e ex-alcoólatra) que treina um time de várzea. Esse time usa as camisetas da mítica seleção brasileira de 1970, que ganhou o tri. Pelé, Jairzinho, Carlos Alberto, Rivelino, Tostão e Gérson são todos citados. Joe envolve-se com uma assistente social, interpretada por Louise Goodall. O romance é dificultado pelas ligações de ambos com o casal formado por outro desempregado e uma junkie.

Primórdios do Futebol Piauiense

Várias instituições precederam o que hoje é a Federação de Futebol do Piauí. Na primeira metade do século passado, quando o então chamado esporte bretão ainda sobrevivia de forma amadorista, os campeonatos estaduais tinham, efetivamente, ares citadinos. Uma liga realizava o certame com os clubes de Parnaíba,enquanto a outra com os da capital.

Ressalte-se, por oportuno, que a Confederação Brasileira de Desportos (a CBF de hoje), reconhecia apenas a Liga de Parnaíba. Entre 1916 e 1940 convivemos com esta realidade, sendo o campeonato, ao longo desses anos, promovido pela Liga Sportiva Parnahybana, Liga Piauiense de Esportes Terrestres (Parnaíba), Diretório Piauhyense de Esportes Terrestres, Liga Sportiva Theresinense, Liga Piauhyense de Sports Athleticos, Liga Piauhyense de Sports Terrestres e Liga Teresinense de Esportes Terrestres (Teresina). Esse período ficou marcado pela existência de dois campeões a cada temporada.

A disputa pela supremacia do futebol piauiense, entre Parnaíba e Teresina, começou a acabar quando o Presidente da República, Getúlio Dorneles Vargas, assinou o Decreto-Lei nº 3.199, de 14 de abril de 1941, que estabelecia as bases de organização dos desportos em todo o país, criando o Conselho Nacional de Desportos. Os estados teriam que ter apenas uma Federação e o artigo 47 determinava que esta fosse nas capitais. As outras cidades poderiam ter ligas.

A 25 de novembro de 1941, Automóvel, Artístico, Botafogo, Flamengo e Terríveis fundaram a Federação Piauiense de Futebol, elegendo como primeiro presidente o desportista Raymundo Ney Baumann. Com a implantação do profissionalismo (gestão Alfredo Alberto Leal Nunes), ela passou a chamar-se Federação Piauiense de Desportos e em 1991, por ocasião das comemorações do seu cinqüentenário, transformou-se na atual Federação de Futebol do Piauí.
Nos anos 40, nasceu o maior campeão do Estado, o River. Ele conseguiu o seu primeiro título em 1948, mas foi na década de 50 que pulverizou todos os adversários. Faturou um heptacampeonato entre 1950 e 1956 e um hexa entre 1958 e 1963.
Atualmente também tem destaque é a equipe do Parnahyba tricampeão 2004,05 e 06.

Número de títulos por clube

* 27 – River Atlético Clube
* 15 – Esporte Clube Flamengo
* 5 – Botafogo Esporte Clube,Piauí Esporte Clube e Sociedade Esportiva Tiradentes
* 4 – Sociedade Esportiva Picos
* 3 – Parnahyba Sport Club
* 2 – 4 de Julho Esporte Clube
* 1 – Associação Atlética Cori-Sabbá

* Nota:O título de 1975 foi dividido entre River e Tiradentes.

Fonte:Arquivos pessoais e FPF

Liga Regional Futebol Cataratas

Em 1969, foi fundada a Liga Regional Futebol Cataratas, por Ferdinando Felice Pagot de São Miguel do Iguaçu e teve como seu primeiro presidente Mário Oro. A entidade era filiada à Federação Paranaense de Futebol e realizava campeonatos regionais que reuniam os municípios com as seguintes equipes: Comercial de São Miguel do Iguaçu, União e Grêmio de Medianeira, ABC, Flamengo e Vasco da Gama de Foz do Iguaçu, Aimoré de Matelândia, Botafogo da Agro Cafeeira, Associação Atlética Céu Azul, Atlético Operário de Santa Terezinha e Grêmio Esportivo Missal.

O time campeão adquiria direito a disputar a Taça Paraná, que era o maior título do futebol amador do Estado. A Liga Cataratas durou até 1975, quando iniciou-se um movimento para a criação de ligas municipais. Em Foz, a 5 de abril de 1975 surgiu a Liga Iguaçuense de futebol (LIF), existente até os dias de hoje, fundadapelos clubes ABC, GRESFI, FLAMENGO, VASCO DA GAMA e CLUBE ATLÉTICO OPERÁRIO, que representa os clubes de futebol amador do município. A liga foi fundada com a incumbência de registrar os clubes e seus atletas, organizar os certames esportivos entre seus filiados, manter equipes de árbitros e de assistentes, assim como órgãos de justiça Desportiva (JJD). Foi reconhecida pela Federação Paranaense de Futebol em 6 de maio de 1975, conforme protocolo 1193/75.

Parnahyba Sport Club

[img:SIMBOLO_PARNAHYBA.jpg,full,centralizado]

O Parnahyba Sport Club, completa dia 1º de maio, mais um aniversário de sua fundação-95 anos. O Clube fundado a 1º de maio de 1913, por um grupo de jovens desportistas parnaibanos, á frente o industrial José de Moraes Correia, tinha como vice-presidente o Comendador Ozias de Moraes Correia;secretário Colibri Alves, tesoureiro Oton Ramos, orador Hilton Lopes, diretor de esportes José Leite e diretor técnico Mário Reis.

As competições, realizadas na época, aos domingos, tinha a ambição de empolgar os torcedores e os clubes participantes lutavam para ser distinguidos como os melhores. O povo já havia decidido:as preferências eram conhecidas. O Parnahyba era o clube de maior torcida.

No ano de 1920, o industrial José de Moraes Correia levou o título ao Rio de Janeiro para disputa e avaliamento. Lá, o desempenho dos nosso jogadores foi dos melhores, ocupando colunas esportivas nos jornais cariocas, destacando-se os atletas Leiteiro,Colibri,Ramos e Mário. Foi a consagração do nosso futebol e a recompensa por tantos esforços a serviço de um esporte que dava os primeiros passos.

Desativado por algum tempo, por distanciamento dos dirigentes apareceu no ano de 1936, um “salvador” chamado de Pedro Alelaf, atleta e dos melhores, lider de chuteiras, que reuniu outros bons jogadores, como Zé dos Santos,Medeiros,Vavá,Ricardo Lira,Brasilino,Odilon e Aleixo.

O Parnahyba foi reativado,tendo como presidente João Orlando de Moraes Correia, grande desportista e conhecedor profundo das regras e da legislação desportiva. Depois,outros presidentes como: Leônidas Mourão, Nemésio Câmara, Elias Magalhães, Sargento Zomaria, Abelardo Teixeira,Antonio Tutemberg, João Silva Filho,José Caldas e Elias Ximenes do Prado, isto na fase amadoristas.

“Oh! Parnaíba teu nome exprime em nosso peito ardor sublime!

A primeira estrofe do Hino do Parnahyba Sport Clube, com letra de R.Petit e música de ademar Neves. No ano do centenário de Parnaíba, 1944, o hino com ligeiras modificações, passou a ser “canção da Parnaíba no Governo Lauro Correia.

Campeão Piauiense: 3 vezes (2004, 2005 e 2006).Vice-campeão do futebol profissional em 1976, quando perdeu o título por 2 x 1 para o Flamengo, em Teresina, o Parnahyba Sport Club, é o time mais antigo na história do futebol piauiense em atividade. Antes, foi campeão do Centenário da Parnaíba, em 1944.


Campeão do Torneio “Alberto Silva”

Com uma campanha memorável, onde em sete partidas venceu cinco e empatou duas, o azulino praiano conquistou invicto o título de campeão do Torneio Alberto Silva, no dia 21 de abril de 1988. Naquela oportunidade, Pedro Alelaf era o presidente e ficou muito orgulhoso pelo feito praticado dentro de campo, na vitória maiúscula sobre o Tiradentes em duas ocasiões: 2 x 1 em Parnaíba e 3 x 0 em Teresina, estádio Albertão. O troféu é uma das relíquias vivas do museu Pedro Alelaf.
O Torneio Alberto Silva foi na época uma espécie de Torneio Início do Campeonato Estadual promovido pela Federação Piauiense de Desportos (hoje Federação de Futebol do Piauí), de onde reuniu as seguintes equipes do futebol profissional – River, Flamengo, Tiradentes, Auto Esporte, Piauí (Teresina), Parnahyba, Paysandu, 4 de Julho, Comercial e Caiçara (Interior). E por incrível que possa aparecer, dos times da capital apenas o Tigrão da PM se classificou para disputar o título de campeão.
Depois, quando foi para o Estadual, o azulino não fez feio. Muito pelo contrário, no primeiro turno derrotou o Comercial (1 x 0), empatou com o Paysandu (1 x 1), perdeu para o Caiçara (1 x 0) e 4 de Julho (1 x 0), não se classificou. No 2º turno, ganhou do Comercial (2 x 1), empatou com o Paysandu (2 x 2), empatou com o 4 de Julho (0 x 0) e venceu o Caiçara (3 x 0), passando à decisão do quadrangular. Os resultados foram: 0 x 0 Flamengo e Flamengo 2 x 0. E para o 3º turno, o Parnahyba começou perdendo de 2 x 1 para o Caiçara, empatou de 1 x 1 com o 4 de Julho, derrtou o Comercial por 3 x 0 e venceu o Paysandu por 1 x 0, indo novamente para a decisão do quadrangular, onde desistiu de participar e perdeu os dois jogos contra o próprio Flamengo por W x 0.

Fonte:Internet e vários sites

Sport Club de Juiz de Fora!!!!

[img:Sport_Club_Juiz_de_Fora_MG.jpg,full,centralizado]
O Sport nasceu de um outro antigo clube de Juiz de Fora, a Sociedade Recreativa Comercial Clube, que tinha sede na esquina das ruas Batista de Oliveira e Halfeld. Em uma das assembléias do Comercial, por sugestão do Dr. Joaquim Pereira do Nascimento, foi criada a parte esportiva do clube, chamada de Sociedade Esportiva do Comercial Clube. Para organizar este departamento foram designados o próprio Joaquim Pereira do Nascimento e o médico Antônio Mourão Guimarães.
Criada a parte esportiva do Comercial Clube esta precisava de um local para ser instalada. Os responsáveis então procuraram o Sr. José Procópio Teixeira, então presidente da Câmara Municipal, proprietário do terreno próximo ao Largo do Riachuelo, propondo alugá-lo.
O Comercial Clube foi então informado que a Sociedade Esportiva já estava organizada e com sede alugada, embora ainda não tivesse sócios. Foi convocada então uma assembléia e convidados todos aqueles que tinham interesse nos esportes. Nesta assembléia foram aprovadas duas propostas vitais para a criação do Sport:

A Sociedade Esportiva do Comercial Clube passaria a se chamar SPORT CLUB JUIZ DE FORA.
O SPORT CLUB JUIZ DE FORA seria uma sociedade independente do Comercial Clube, embora ainda dispondo da sede do Comercial.
Foi então eleita a primeira diretoria do Sport, que tinha os seguinte membros:

Convencionou-se então como data oficial de fundação do clube o dia 24 de setembro de 1916, mas há quem não concorde com essa data. Em entrevista ao jornalista Márcio Guerra, para o Jornal do Sport, em 1987, Arlindo Leite, um dos fundadores do Verdão afirmou que a data correta de fundação é o dia 17 de setembro, uma semana antes da data oficial. Essa provavelmente é uma dúvida que vai ficar na história. Enquanto isso os periquitos têm duas datas para comemorar o aniversário do SPORT CLUB JUIZ DE FORA.

Grandes Obras

1. 1º de outubro de 1916: na administração do presidente Antônio Mourão Guimarães, foi inaigurada, no campo da Rua Benjamim Constant esquina com Santo Antônio, a PRIMEIRA ARQUIBANCADA COBERTA DO ESTADO DE MINAS GERAIS. A data também foi a da inauguração da primeira sede própria do Sport Club Juiz de Fora. Mais tarde a arquibancada foi ampliada na administração do presidente José Procópio Teixeira Filho.
2. 24 de abril de 1933: sob a administração do presidente Pedro Vieira Mendes, foi adquirido um vasto terreno na Avenida Barão do Rio Branco, onde deveria ser construída a praça de esportes do Sport e onde hoje se situa o clube.
3. 16 de janeiro de 1938: já sob a administração do inesquecível Francisco Queiroz Caputo, foi inaugurada a PRIMEIRA PISCINA SUSPENSA DA AMÉRICA DO SUL. Na festa de inauguração foram realizadas diversas provas de natação, que contaram com a presença das maiores autoridades nacionais do esporte na época.
4. 7 de março de 1938: foi inaugurado o Stand de Tiro ao Alvo do Sport.
5. 22 de setembro de 1940: duas grandes obras foram inauguradas no Sport. A Sede Social, com um luxuoso salão de baile, bar, sala de jogos, etc, e uma Quadra Poliesportiva, destinada principalmente à prática de vôlei e basquete.

Curiosidades

Por ser um dos clubes mais importantes do estado e um dos mais tradicionais do Brasil, o Sport sempre teve nomes ilustres entre seus associados e atletas. Como o do ex-Presidente da República Itamar Franco, que atuou e foi campeão pelos times de basquete do Verdãona década de 1950. Outro ex-Presidente da República que foi sócio do Sport foi João Batista Figueiredo. O ex-prefeito Tarcísio Delgado, além de sócio, sempre declarou abertamente ser torcedor do Verdão.

Em 1986, o presidente Francisco Queiroz Caputo e o Sport foram homenageado pela Escola de Samba Unidos do Grizzu, tendo sido tema do enredo.

Em 1987, o Sport montou um departamento de futebol de mesa, comandado por Gilson Nogueira e foi campeão da Taça Juiz de Fora de Futebol de Mesa.

Durante o período em que o presidente Caputo era dirigente, somente por duas vezes o Sport teve mais de uma chapa competindo: em 79 e 85. E em todas as duas Caputo venceu.

Todos os torcedores da velha guarda do Sport contam que o saudoso Fernando de Paiva Matos, um dos maiores nomes da educação de Juiz de Fora, dava uma trabalhão para o patrimônio do clube. Ele via os jogos do Sport próximo ao alambrado e o chutava o tempo todo. Dia seguinte ao jogo, bastava olhar onde havia buraco no alambrado para saber de onde o professor Fernando torceu pelo Sport.

Você se lembra do Anapolina? O atacante que jogou pelo Serrano, de Petrópolis, tirou a chance do Flamengo ser tetracampeão do Rio em 1980, marcando o único gol na partida final. O jogador, em recente trabalho de conclusão de curso da Faculdade de Comunicação Social da UFJF feito pelo aluno Eduardo Rocha, conta em um documentário que jogou no juvenil do Sport e que foi no Verdão que se profissionalizou.

Alberto Surerus, que foi um dos grandes atletas do basquete do Sport, lembra com entusiasmo do bicampeonato conquistado pelo Verdão em 44 e 45. Todas duas decisões foram contra Olímpico e Tupi e definidas nos últimos segundos. Alberto Surerus foi campeão de lance livre em 1952. Ele dividiu o título com Rangel, do Olímpico. Em 20 arremessos foram marcados 15 pontos.

O periquito Clemon Puzer Assis lembra que o Sport venceu o Atlético Mineiro, em pleno Mineirão, por 1 a 0, gol de Eloir. Foi no dia 5 de julho de 1970. Detalhe: esta foi a única derrota do Galo de BH no ano todo.

Fonte:Site Oficial

Campeonato Baiano e sua história!!

Um dos mais antigos estaduais do Brasil, começou a ser disputado em 1905, por quatro equipes: Vitória, São Salvador, Internacional e Clube Bahiano de Tênis. O torneio foi bem equilibrado até 1940, quando o Ypiranga do escritor Jorge Amado havia conquistado nove títulos.
Em 1938, houve dois campeões é que naquele ano nem todos os clubes que disputaram o primeiro turno, vencido pelo Botafogo, quiseram jogar o segundo.
A Liga Baiana de Esportes Terrestres resolveu então fazer outro campeonato, com as inclusões de Bahia, Yankee e Fluminense de Salvador. O Bahia venceu, mas não houve interesse dos dois campeões de fazer um jogo para unificar o troféu.

A solucão foi declarar Botafogo e Bahia campeões. A partir de 1970, os times pequenos não conseguiram acompanhar o crescimento econômico no Bahia (que já disputara até libertadores) e do Vitória.
Os dois gigantes, que fazem um dos clássicos de maior público no País,o Ba-Vi, passaram a tomar conta da competição. Nenhum outro time foi campeão além deles desde então.

Em junho de 2001, o título de 1999 ainda estava indefinido. Bahia e Vitória eram os finalistas daquele ano. O regulamento determinava que o mando de campo da partida decisiva era do Vitória. O Bahia foi aos tribunais desportivos alegando que o estádio do adversário, o Barradão, era pequeno demais para uma final. A Justiça concordou e transferiu o jogo para a Fonte Nova. O Vitória não apareceu ou melhor, foi para o Barradão.Com um clube em cada estádio, não houve jogo e o Vitória perdeu por W.O. Isso daria a taça ao Bahia, mas a Federacão Baiana não soube o que fazer e deixou caso “em aberto”, os anos passaram e a edição de 99 foi parar na Justiça Desportiva, que, ao final, declarou ambos campeões.

Após o título do Fluminense de Feira em 1969,somente o Palmeiras do Nordeste em 2002, ano que teve dois Campeonatos Baianos, um com todos os clubes, menos Bahia e Vitória, e um “Supercampeonato”, ao qual se juntaram os dois “grandes” um time do interior voltou a ser campeão estadual. Em 2006, o vencedor foi outro clube do interior, um clube de Ilhéus, o Colo Colo de Futebol e Regatas.

Fonte:Enciclopédia do Futebol Brasileiro

O DIA 15 DE MARÇO NO FUTEBOL

15/03/1892 – É fundado na cidade de inglesa de Liverpool o time com mesmo nome o Liverpoll Fc ou simplesmente The Reds, 18 vezes campeão inglês, 7 vezes da Copa da Inglaterra e 5 vezes campeão da Europa dentre outros títulos o clube tem 2 brasileiros no elenco: Fabio Aurélio (ex-São Paulo) e Lucas (ex-Grêmio).

15/03/1953 – BRASIL 1 – 0 URUGUAI, em Lima pela Copa América o time brasileiro vence terceiro jogo seguido com gol de: Ipojucan

15/03/1953 – Neste dia na Fonte Nova em Salvador pelo torneio Regis Pacheco a dupla BA-Vi deu um vexame duplo:
1º jogo – Bahia 1 – 7 Internacional
2º jogo – Vitória 2 – 8 Flamengo

15/03/1959 – BRASIL 3 – 0 CHILE, em Buenos Aires pela Copa América o se recuperou do tropeço na estréia ante os peruanos e venceu bem com gols: Pelé 2 e Didi

15/03/1989 – BRASIL 1 – 0 EQUADOR, em Cuiabá/MT o Brasil apresentou-se pela primeira sob o comando de Sebastião Lazzaroni e venceu sob olhares descofiados com um gol de : Washington

Aniversariantes do dia:
15/03/1971 – Euller Elias de Carvalho (O filho do Vento) ex-América/MG, São Paulo, Palmeiras, Atlético/MG, Vasco e Seleção Brasileira hoje no América/MG.

15/03/1972 – Valdir ( O bigode) ex-Vasco, São Paulo, Atlético/MG hoje no Catar.

15/03/1975 – Alex Pereira Cardoso (Alex Mineiro) ex-America/MG, Vitória/BA, Bahia, Atlético/PR, Cruzeiro, Atlético/MG hoje no Palmeiras.