A ficha mais suja do futebol brasileiro

Daison Pontes era violento e fanfarão. Foi punido por tudo, inclusive doping, e só parou quando agrediu um juiz. Em 1974, o zagueiro do Gaúcho de Passo Fundo no Rio Grande do Sul, deu um soco na cara do juiz José Luis Barreto. Foi suspenso por 18 meses e voltou em 1976 apenas para encerrar a carreira. Estava encerrando, também, a ficha mais sujada história do futebol brasileiro. Daison Pontes virou lenda. Grandalhão, fanfarrão, carismático, ele ajudou a fazer a fama de Passo Fundo como a “terra de machos”.

Formava dupla de área com seu irmão João Pontes, outro exemplo de indisciplina. Foi punido por tudo, desde do doping até agressão, num total de 18 punições. Em 1974, num jogo em Passo Fundo, o juiz José Luis Barreto marcou um pênalti contra o Gaúcho e Daison o chamou de criolo. E o juiz teria dito – Se te pego fora de Passo Fundo, te expulso. Daison respondeu: Se me expulsar te quebro a cara.

Semanas depois se encontraram em Santa Maria. Os dois cumpriram a promessa. Barreto o expulsou e Daison quebrou a cara do juiz.

As expulsões dos irmãos Pontes.

Daison Pontes:

1959 – agressão a adversário.
1962 – invasão de campo.
1963 – ofensas ao juiz.
1964 – agressão ao adversário.
1964 – ofensas ao juiz.
1964 – ofensas ao juiz.
1964 – ofensas ao juiz.
1966 – agressão ao adversário.
1968 – ofensas ao juiz.
1969 – agressão ao adversário.
1969 – atitude inconveniente.
1970 – agressão ao adversário.
1971 – atitude inconveniente.
1972 – agressão ao adversário.
1973 – agressão ao adversário.
1974 – ofensas ao juiz.
1974 – uso de estimulante.
1974 – agressão ao juiz.

João Pontes:

1964 – agressão ao adversário.
1965 – agressão ao adversário.
1965 – ofensas ao juiz.
1966 – ofensas ao juiz.
1966 – agressão ao adversário.
1967 – ofensas ao juiz.
1969 – atitude inconveniente.
1970 – agressão ao adversário.
1972 – ofensas ao juiz.
1973 – agressão ao adversário.
1974 – ofensas ao juiz.
1978 – ofensas ao juiz.
Fonte: Revista Placar

Nacional Atlético Clube – Rolândia (PR): Fundado em 1947

O Nacional Atlético Clube (NAC) é uma agremiação do Município de Rolândia, que fica a 399 km da capital (Curitiba) do Paraná. A localidade ganhou status de município em 30 de dezembro de 1943, e conta com uma população de 67.383 habitantes, segundo o IBGE/2020.

O “Guerreiro do Norte” foi Fundado na segunda-feira, do dia 28 de Abril de 1947, por onze amigos o 1º clube de futebol de Rolândia. Em seus primeiros anos, o NAC atraía torcedores de cidades vizinhas, como Londrina. As suas cores é o azul celeste e branco. A sua Sede social está localizado na Avenida Presidente Bernardes, nº 786, no Centro de Rolândia (PR).

Em suas primeiras participações no Campeonato Paranaense, a equipe ficou restrita à Zona Norte, não se classificando para as fases seguintes. Mesmo assim foi durante alguns anos a principal equipe de futebol da região Norte Novo.

Isso acontecia pelos amistosos com grandes equipes do Rio de Janeiro, São Paulo, atraía público das cidades vizinhas e até do interior paulista e do Mato Grosso do Sul. O Nacional inspirou alguns desportistas de Londrina e formarem o Londrina F.R. em 1956.

1º amistoso contra uma equipe profissional

A 1ª partida amistosa contra uma equipe profissional deu-se em 1948, sendo derrotado pelo Britânia de Curitiba, pelo placar de 6 a 0. Faltava experiência aos jogadores do Naça, que mesmo sendo goleados mostraram muita disposição e amor à camisa.

Naquela tarde o Nacional teve a seguinte formação: Tarzan; Bil, Gradim, Brito e Zé Austino, Pinheirinho, Lula e Valdevino; Odair, Joãozinho e Neta.

1º Título veio em 1948

Em 1948 foi campeão regional vencendo o GERA, de Apucarana por 5 a 1. O Nacional conquistou o titulo regional com a seguinte formação: Gustavo; Bil e Neta; Zé Remédio, Pixo e Pinheirinho; Valdevino, Lula, Aquino, Ary e Walter.

Para chegar ao título, o Nacional, além de bater o GERA, de Apucarana; o temível Mandaguari; o SERA, de Arapongas; Lavoura e outras.

Em 1949, o Nacional vence o esquadrão da Esportiva de Jacarezinho. O famoso time da Esportiva tinha como maior atração o goleiro Muca, que mais tarde fez sucesso na Portuguesa de Desportos. Escalação do Nacional: Zico; Juve e Portela; Joãozinho, Hugo e Albertinho; Horácio, Pedrinho, Zé Pelota, Zé Ribeiro e Walter. Atuavam ainda: Naldemar Pesenti, Emory, Guilherme Bocatti, Maneco Lemos,Barrica e Luis Liberatti.

Vice-campeão Estadual de 1949

Com a participação de São Paulo, Operário, Atlético, Bancários e União (todos de Londrina); Guarany de Cambé, Esporte Jandaia, Sete de Setembro, de Ibiporã, SERA de Arapongas e GERA de Apucarana, o Nacional mostrou sua força com a seguinte formação: Adalberto; Gradim e Bil; Geraldo, Orlando e Pinheirinho; Baixinho, Lula,Donalson, Olavo e Valter. Atuaram no campeonato: Aquino, Zico, Brito, Hugo, Juve, Valdevino, Joãozinho e Galdino.

Essa equipe jogava por música sob a regência do competente técnico Waldemar de Barros.

1º Campeão Profissional do Norte do Paraná

Sob a presidência do advogado Dr. José Luciano de Andrade, o Nacional de Rolândia foi profissionalizada em 1950. A maior conquista do Nacional foi o título de 1º campeão de futebol profissional do Norte do Paraná. Para começar a mostrar sua força, venceu o torneio início de forma invicta.

As equipes participantes do certame regional foram: Guarany de Cambe, Estrela do Norte, de Ibiporã, XV de Novembro, Atlético e Vasco de Londrina, Jaguapitã Esporte Clube, GERA de Apucarana, Bela Vista do Paraíso, Lavoura de Arapongas.

O Nacional aplicou sonoras goleadas na maioria das equipes, chegando a assinalar 1.211 gols, tomando apenas 22. Os artilheiros foram: Donalson, com 37, Carlinhos, 26 e Niquinho com 20.

A principal formação esteve assim constituída: Costinha; Bil e Lengruber; Chocolate, Nego e Dum; Niquinho, Ryan, Donalson, Nelinho e Carlinhos. Atuaram ainda Casnock, Walter, Galdino, Joãozinho, Juve Brun.

O 1º jogo interestadual foi em 1951

Jogando amistosamente contra a equipe do São Cristóvão do Rio de Janeiro, o Nacional venceu por 2 a 1, com a seguinte formação: Haga; Lengruber e Bil; Tuca, Chocolate e Dum; Pirilo, Niquinho, Casnock, Nelinho e Carlinhos.

Nesse mesmo ano de 1951, o Nacional realizou amistosos contra as equipes do Corinthians Paulista, venceu a primeira por 2 a 1 e perdeu a segunda por 5 a 1.

Depois empatou com o Atlético Mineiro por 2 a 2, e perdeu para a Sociedade Esportiva Palmeiras por 5 a 0. Em 1952, enfrentou em Rolândia, os esquadrões do Vasco da Gama, Santos F.C., Atlético Mineiro, Portuguesa de Desportos, Portuguesa Santista e São Paulo F.C.

Estádio Municipal Olímpico Erich Georg

Estádio Municipal Olímpico Erich Georg (Capacidade para 2.050 pessoas)

Homenagem póstuma ao saudoso desportista Erich Georg, que faleceu em um acidente rodoviário quando se encontrava a serviço de seu querido Nacional. Outro dirigente que marcou época: Carlos Meisen.

Após sua gestão o NAC ficou inativo por longos anos, reiniciando suas atividades com o presidente Cezar de Silvio. Seguindo-se: Ermelindo B. Duarte, o popular Linha Reta, João Usso, Santo Silva e Sérgio Gagliotti, e outros abnegados do futebol rolandense.

Em 1952, foi inaugurado o sistema de iluminação do Estádio, sob a presidência de Waldemar Georg e Ernesto Franceschini, vice.

O grande evento esportivo atraiu um grande público para presenciar a partida entre o Nacional e o Clube Atlético Paranaense, que havia acabado de conquistar o título estadual. O Nacional não se intimidou com a fama do esquadrão da capital e impôs uma goleada de 4 a 0.

FONTES: Wikipédia – Página do clube no Facebook – Interior Bom de Bola

João Leal Neto, ex-jogador e técnico de futebol aposentado

No primeiro título da história do América, o da Segunda Divisão de 1957, o meia-direita era Leal, apoiador atrevido e criativo, que também tinha muita força para ajudar na marcação. Era uma espécie de segundo volante dos tempos atuais. Durante a vitoriosa campanha, ele marcou três gols, inclusive o primeiro da vitória de virada por 3 a 2 sobre o Corinthians, em Presidente Prudente, na última rodada do hexagonal decisivo, que sacramentou o inédito acesso do Rubro para o Paulistão. João Leal Neto nasceu no dia 25 de setembro de 1937 e começou a jogar futebol em Santos, sua terra natal, no time infantil do Brasil. Levado pelo técnico Arnaldo de Oliveira, o Papa, foi para o Jabaquara. Meses depois, o treinador do Santos, Luiz Alonso, o Lula, pediu a contratação dele para a diretoria e foi atendido. Jogou no juvenil e participou de algumas partidas da equipe principal do Peixe. Defendeu a seleção paulista e também a Seleção Brasileira juvenil, vice-campeã sul-americana em Caracas, na Venezuela. Na final, em março de 1954, perdeu para a Argentina.

Ainda precoce (tinha 17 anos), o Santos decidiu trocá-lo pelo experiente zagueiro Ramiro, do Fluminense. O Tricolor das Laranjeiras era dirigido pelo técnico Adolfo Russo e contava com Bigode, Telê Santana, Vitor, entre outras feras. Não se adaptou ao futebol do Rio de Janeiro e em 1956 disputou o Paulistão pelo Jabaquara. Na temporada seguinte foi contratado pelo América, por intermédio do diretor João Leite de Souza, que possuía uma máquina de beneficiamento de café na rua Pedro Amaral e tinha amizade com João, pai de Leal. “No começo relutei porque Rio Preto era um sertão. Fui para ficar 15 dias e permaneci dois anos”, recorda. Além do título da Segundona, no Rubro Leal também foi campeão do Torneio Início do Paulistão de 1958. Depois do estadual trocou o América pelo Guarani, onde jogou com Paulo Leão, Fifi, Bidon, Beluomini e outros. Em 1960, jogou no Noroeste, do técnico João Avelino, refazendo uma parceria campeã.

Atuou no clube de Bauru até 1962, quando surgiu o interesse de Portuguesa, São Paulo e Palmeiras. Optou pelo Tricolor, comandado pelo técnico Oswaldo Brandão, amigo de Avelino, mas o Noroeste não quis liberá-lo. “Vendi minha casa em Bauru e me mudei para Campinas com minha mulher (Elvira) e minha filha (Lucienne).” Fez um acordo com a diretoria noroestina para poder se transferir ao São Paulo, onde ficou dois anos (63/64). Atuou ainda no Botafogo, de Ribeirão Preto, em 1965, e na Ponte Preta, na temporada posterior, onde pendurou a chuteira, aos 29 anos.

Vitoriosa carreira de técnico
Dez anos depois de ajudar o América a subir para o Paulistão, João Leal Neto retornou ao clube como treinador. Foi em 1967. Ele ainda engatinhava como técnico (havia comandado o Noroeste em seis amistosos), quando o diretor Benedito Teixeira, o Birigüi, apareceu para contratá-lo, com a finalidade de substituir Rubens Minelli no comando do time rio-pretense. A equipe de Bauru integrava a Primeirona (atual A-2). “Além de ser da elite, o América me ofereceu um salário bem maior e pagou a multa rescisória”, informa. Dirigiu o Rubro no Paulistão de 1967, ficando em 7º lugar entre 14 participantes. A equipe permaneceu sob sua batuta até março de 1968, durante o primeiro turno do estadual, quando foi sucedido por Wilson Francisco Alves. “Tive problemas de relacionamento com alguns diretores”, afirma, sem citar nomes. “Eu ainda estava com espírito de jogador e o treinador precisar analisar os dois lados.”

Atuou como árbitro da FPF entre 73 e 75. Também foi treinador do Noroeste por duas vezes, Uberlândia, Gama, São Bento de Sorocaba, Goiânia, Atlético Goianiense e Caldas-GO, entre outras equipes até ser contratado pelo São Paulo em 1981, como auxiliar do técnico Carlos Alberto Silva, com quem formou uma grande dobradinha. Em julho do mesmo ano, retornou ao América, como treinador, para a fase final do primeiro turno e o segundo turno, ficando até novembro. Não renovou e acabou substituído pelo gaúcho Francisco Silva Neto, o Chiquinho. A parceria com Carlos Alberto Silva foi refeita na Seleção Brasileira em 1987. A equipe foi eliminada na primeira fase da Copa América na Argentina, mas foi campeã do Pré-Olímpico da Bolívia e da Copa Stanley Rouss, em Londres, e ganhou a medalha de prata na Olimpíada de Seul em 1988. Eles iniciavam a preparação para a Copa do Mundo da Itália (90), quando Ricardo Teixeira ganhou a eleição para a presidência da CBF e demitiu toda comissão técnica, contratando Sebastião Lazaroni. Leal também foi campeão da 2ª Divisão dos Emirados Árabes de 96, com o Kalba. Seu último clube foi o Santos, como auxiliar de Carlos Alberto. Formado em Educação Física, aposentou-se em 1998. Pai de Lucienne e Lilianne, ele e a mulher Elvira moram em Campinas.

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AMÉRICA – Campeão de 57. De pé: Adésio, Fogosa, Bertolino, Vilera, Ambrózio, Xatara e Gregório (massagista); agachados: Cuca, Leal, Dozinho, Vidal e Oscar

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SÃO PAULO – De 63. Em pé: De Sordi, Deleu, Leal, Roberto Dias, Riberto, Glauco e Serroni (mordomo); agachados: Nondas, Prado, Cido, Baiano e Canhoteiro

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SANTOS – Formação de 1953. De pé, a partir da esquerda: Ivan, Cássio, Urubatão, Barbosinha, Paschoal e Hélvio; agachados: Carlinhos, Leal, Álvaro, Vasconcelos e Tite

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GUARANI – Time bugrino de 1959. Em pé: Garbeline (diretor), Valter, Piracicaba, Beluomini, Eraldo, Bidon e Nica; agachados, na mesma ordem: Paulo Leão, Fifi, Rodrigo, Leal e Goiano

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NOROESTE – Do início da década de 60. Em pé, a partir da esquerda: Adésio, Navarro, Viana, Ademar, Pacheco e Bassú; agachados: Batista, Zé Carlos, Castelo, Leal e Valdo

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APRESENTAÇÃO – Em início de carreira como treinador, João Leal Neto (em pé à direita), ao lado do auxiliar Bertolino, faz palestra aos jogadores do América, após sua chegada para comandar o time rio-pretense no Paulistão, em julho de 1967

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SELEÇÃO – A foto mostra Mirandinha, Júlio César, Careca, Geraldão, Silas, Régis, João Leal Neto e Dunga em treino recreativo da Seleção Brasileira durante a Copa América de 1987, na Argentina. O Brasil foi eliminado na primeira fase

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SELEÇÃO – De pé: Carlos Alberto Silva, Valtinho (mordomo), Leal, Aloísio, Zé Carlos, André Cruz, Nelsinho, Edmar, Valdo, Douglas, Ricardo Gomes, Batista, Muller, e Walter Leal; agachados: Hugo Cheddid, Teotônio (massagista), Giovani, Jorginho, Ademir, Taffarel, Careca, Bebeto Oliveira (fisicultor), Romário, Milton, Gilberto (prep. de goleiros), Ronaldo Nazaré (médico) e jornalista não identificado

Fonte: diarioweb.com.br

VASCO,Campeão Sul-Americano de Clubes Campeões 1948

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Os vascaínos têm hoje um grande motivo para se orgulhar. Há exatos 60 anos, em 1948, o Gigante da Colina sagrou-se campeão invicto do Sul-Americano de Clubes Campeões. O inesquecível Expresso da Vitória conquistou o primeiro título internacional de um clube brasileiro e, de quebra, assegurou o primeiro caneco do futebol nacionalno exterior. Em 1997, a Conmebol reconheceu o título, considerando o Vasco campeão sul-americano.

O time foi ao Chile por ter conquistado o Carioca de forma invic¬ta em 1947. O Colo Colo, além do campeão chileno do ano anterior, era o anfitrião. River Plate e Nacional detinham títulos argentino e uruguaio,respectivamente. Emelec (EQU),Litoral (BOL) e Municipal (PER) eram os outros participantes.
Depois de estrear com vitória de 2 a 1 sobre o Litoral, o Vasco enfrentou o Nacional. Os uruguaios não seguraram o Expresso da Vitória,que aplicou inapeláveis 4 a 1. Jogadores que cravaram seus nomes na história do Clube da Colina e do futebol brasileiro, como Ademir de Menezes e Friaça, deixaram suas
marcas na goleada.

Na seqüência, foi a vez de o Municipal sentir a força do Expresso.
A goleada de 4 a 0, com dois gols de Friaça, foi a terceira vitória em três jogos. A partida seguinte, contra os equatorianos do Emelec, terminou com vitória vascaína por 1 a 0.
O excelente início de competição permitiu ao Vasco chegar bem posicionado na tabela às duas partidas finais, contra Colo Colo e River Plate. Contra os chilenos, empate em 1 a 1.
Finalmente, em 14 de março, uma nova igualdade em 0x0 contra o River Plate.

Fonte:Lance

O Expresso da Vitória!!!

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Base da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1950; três vezes campeão estadual invicto em quatro anos(1945, 1947 e 1949) e, no quinto,bicampeão (1950); primeiro clube brasileiro a ganhar um torneio no exterior o dos Campeões Sul-Americanos, no Chile, em 1948 e dono de um tabu de seis anos sem derrotas para o maior rival (o Flamengo).O que mais um torcedor pode querer de seu time? Nos anos 40, os felizes vascaínos tiveram tudo isso. E muito mais: um esquadrão que, pelas qualidades individuais de seus jogadores e pela força de seu conjunto, entrou para a posteridade como o Expresso da Vitória.

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No começo, chamava a atenção pelo seu fantástico ataque.Djalma, Lelé, Ademir, Jair da Rosa Pinto e Chico marcaram 58 gols em apenas dezoito jogos, na campanha pelo título de 1945.
Treinado pelo uruguaiao Ondino Vieira (que mexeu até no uniforme do time, fazendo-o parecido com o do River Plate) e, posteriormente, por Flávio Costa, o Vasco, porém, era mais que aquela linha demolidora. Contava também com a segurança de Barbosa, cujo prestígio. no clube não seria abalado nem pela perda da Copa do Mundo para o Uruguai,com Maneca, o talentoso meia que chegou em 1946 e viveu toda a fase áurea do Expresso, até 1952; com a regularidade de Eli e Jorge em sua linha-média; e, sobretudo, com Danilo Alvim, o Príncipe, que personificava o toque de classe àquele esquadrão.Impulsionado pelos gols de Ademir de Menezes, que, depois de rápida passagem pelo Fluminense, em 1946, voltaria para ser campeão e artilheiro em 1949 e 1950, com 30 e 25 gols, o Expreso reinou absoluto e a todo o vapor até 1952, quando conquistou mais um título carioca. Em 1947, o Supervasco aplicaria no Canto do Rio a maior goleada do profissionalismo: 14 x 1. O América, derrotado por 8 x 2 em 1949, o Botafogo e o Fluminense, ambos goleados por 4 x 0 em 1950, foram outras vítimas do Expresso. Entre elas, aliás, a maior foi sempre o Flamengo,que, entre abril de 1945 e setembro de 1951, passou vinte jogos sem ganhar do Vasco.
A consagração daquele time viria com a conquista da Taça América del Sur, no Chile, em 1948. O torneio, promovido pelo Colo-Colo, reunia os clubes campeões dos países sul-americanos numa espécie de “campeonato vovô” da Taça Libertadores da América. E o título, o primeiro de uma equipe brasileira no exterior foi ganho com um 0 x 0 contra La Maquina do Ríver Plate. Mesmo assim, porque o juiz anulou um gol do ponta Chico.

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Chico

Mas o melhor estaria ainda por vir: em 1950, na Copa disputada no Brasil, nada menos que oito vascaínos;Ademir, Alfredo, Augusto,Barbosa, Chico, Danilo, Eli e Maneca faziam parte da Seleção que, apesar do brilhante futebol demonstrado, perdeu a final para o Uruguai, por 2 x 1. E quem viu o Expresso da Vitória jogar garante até hoje: se, em vez da Seleção, o Vasco estivesse em campo, o resultado seria outro.

Fonte:Placar

O DIA 18 DE MARÇO NO FUTEBOL

18/03/1900 – É fundado o AMSTERDAM FOOTBALL CLUB AJAX na Holanda, grande clube do futebol europeu vencedor de 4 Copa dos Campeões, 1 Copa da UEFA, 1 Recopa Européia, 29 Campeonatos Holandêses e 17 Copas da Holanda.

18/03/1919 – É fundado na Espanha o VALÊNCIA CLUB DE FÚTBOL, 6 vezes Campeão Espanhol, 6 Copas do Rei, 1 Copa da Uefa, 1 Recopa Européia e 2 vezes campeão da Super Copa da Europa a equipe conta com o brasileiro Edu ex- São Paulo.

18/03/1932 – É fundado na Espanha oficialmente o REAL ZARAGOZA SAD, clube da primeira divisão espanhola, 6 vezes campeão da Copa do Rei, 1 Super Copa da Espanha, 1 Copa das Feiras, 1 Recopa Européia, o clube tem 3 brasileiros no elenco: Alváro ex-Goiás, Ricardo Oliveira ex- Portuguesa.

Aniversariantes:

18/03/1973 – Anderson Lima lateral direito ex-Juventus, ex- Remo, ex- São Paulo, ex-Grêmio e São Caetano.

18/03/1978 – Fernandão atacante do Internacional/RS

18/03/1979 – Fernando Baiano atacante ex- Corinthians, Flamengo, São Caetano, Wolfsburg/ALE, Malagá/ESP, Celta de Vigo/ESP e Real Murcia clubeatual.

Protegido: Fichas Técnicas de Jogos em Rio Preto nos anos 60

Entre os jogos selecionados, destaco o que para mim estava apagado na memória: o goleiro Irno do Santos e o time do Hepacaré de Lorena.

FICHAS TÉCNICAS

América 1 x 0 Santos

[img:escudoamerica_sub29315.jpg,full,vazio]América
Santos; Carlos Jacaré, Fogosa e Ambrózio; Adésio e Julinho; Adamastor, Leônidas, Joãozinho, João Jorge e Orias. Técnico: Conrado Ross.

[img:escudoSantos_sub30925.jpg,full,vazio]Santos
Irno, Fioti, Mauro Ramos de Oliveira e Zé Carlos; Calvet e Urubatão; Sormani, Jair Rosa Pinto, Nei, Pelé e Tite. Técnico: Luiz “Lula” Alonso.

Gol: Leônidas aos 5 minutos do primeiro tempo.
Juiz: Stefan Walter Glans.
Renda: Cr$ 590.930,00.
Público: não divulgado.
Local: estádio Mário Alves Mendonça, em Rio Preto, dia 17 de setembro de 1960

.América 2 x 2 São Paulo

[img:escudoamerica_sub29315.jpg,full,vazio]América
Jura; Carlos Jacaré, Martin e Píter; Adésio e Bertolino; Cuca (Jaime), Adamastor, Joãozinho, João Jorge e Orias. Técnico: Conrado Ross.

[img:escudoSP_sub29448.jpg,full,vazio]São Paulo
Poy; Ademar, Vilásio e Riberto; Dino Sani e Gérsio; Peixinho, Paulo, Gino, Gonçalo e Roberto. Técnico: Flávio Costa.

Gols: Gino aos 16 minutos do 1º tempo. Joãozinho aos 4, Orias aos 47 e Gérsio aos 57 minutos do 2º tempo.
Juiz: Romualdo Arpi Filho.
Renda: Cr$ 525,4 mil.
Público: não divulgado.
Local: estádio Mário Alves Mendonça, em Rio Preto, dia 13 de novembro de 1960.

Rio Preto 3 x 1 Hepacaré de Lorena

[img:escudoRioPreto60_sub30931.jpg,full,vazio]Rio Preto
Paulinho; Jacintho Angelone, Martin e Brandão; Zé Carlos
e Icão; Colada, Milton, Joãozinho, Bulau e Palácio. Técnico: Oswaldo Iembo, o Dicão.

[img:hepacareescudo_sub30932.jpg,full,vazio]Hepacaré de Lorena
Zé Maria; Canindé, Laércio e Geraldo; Jacaré e Ronaldo; Machado, Félix, Bacu, Mário e Milton. Técnico: não obtido.

Gols: Joãozinho fez os três do Rio Preto e Félix marcou para o Hepacaré.
Juiz: Albino Zanferrari.
Renda: Cr$ 1,1 milhão.
Público: não divulgado.
Local: estádio Victor Brito Bastos, em Rio Preto, domingo, 21 de junho de 1964, na última rodada do hexagonal final da Segundona, quando o Rio Preto sagrou-se campeão e subiu para a Primeira Divisão.

Rio Preto 6 x 3 Ferroviária Botucatu

[img:escudoRioPreto60_sub30931.jpg,full,vazio]Rio Preto
Luisinho; Jacintho Angelone, Martin e Antônio João; Zé Carlos e Icão; Colada, Milton, Joãozinho, Bulau e Palácio. Técnico: Oswaldo Iembo, o Dicão.

[img:ferroviariadebotucEscudo_sub30929.jpg,full,vazio]Ferroviária Botucatu
Paulo Silva; Ovídio, João e Pando; Adésio e Carlito; Passarinho, Neivaldo, Wilson Bauru, Celso e Pulga. Técnico: Demétrio Soares.

Gols: Icão (contra) a 1, Jacintho aos 2, Joãozinho aos 9 e aos 28 e Zé Carlos (pênalti) aos 40 minutos do 1º tempo. Pulga aos 18, Passarinho aos 20, Joãozinho aos 40 e Colada aos 42 minutos do 2º tempo.
Juiz: Plínio Duenas.
Renda: Cr$ 550 mil.
Público: não divulgado.
Local: estádio Victor Brito Bastos, em Rio Preto, domingo, 12 de julho de 1964.

O DIA 17 DE MARÇO NO FUTEBOL

17/03/1917 – É fundado na cidade de Toluca/México o DEPORTIVO TOLUCA FUTBOL CLUB, 8 vezes campeão da 1ª divisão mexicana e 5 vezes da 2ª divisão, 2 vezes campeão da Copa do Mexico, 2 Copas da Concacaf e 4 vezes Copa Campeões da Concacaf.

17/03/194 – ARGENTINA 5 – 1 BRASIL, em Buenos Aires pela Copa Rocca goleiada portenha e título com gols de: Leônidas da Silva (Bra), Baldonedo (2), Massantonio, Peucelle, Cassan (Arg).

17/03/1955 – AMÉRICA 2 -0 FLUMINENSE, no Maracanã o Mecão venceu bem e conquistou o 3º turno do Campeontato Carioca de 1955
e foi decidir o título com o Flamengo.

17/03/1982 – CRUZEIRO 0 – 1 ANAPOLINA, grande vitória da Anapolina em pleno Mineirão com um gol de Nei o time goiano eliminou a raposa.

Aniversariantes:

17/03/1939 – Giovanni Trapattoni, ex-jogador e treinador da Seleção Italiana, grande vencedor no calcio pela Juventus, Inter e outras equipes pela europa como Bayern de Munique e Benfica.

17/03/1959 – José Leandro de Souza Ferreira, lateral do Flamengo e da Seleção Brasileira.

17/03/1976 – Alváro Recoba meia da Seleção Uruguaia, ex- Danubio, Nacional/URU, Inter de Milão, Venezia e atualmente no Torino, 12 gols pela celeste em 58 jogos.