31 de março, uma data histórica para o Esporte Clube Itaúna

No dia do Golpe Militar de 64, Itaúna também sofreria um forte golpe

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Equipe profissional do ECI na década de 60: por pouco não acessou a primeira divisão.

Em 31/03/2008 comemoramos 44 anos da data mais importante, até então, na história do Esporte Clube Itaúna. Aquela seria também uma data histórica para o país: 31 de março de 1964. Naquele dia, os militares tomaram o poder no país, através de um golpe militar que durou 20 anos.

E numa noite sombria de quarta-feira, com o país já vivendo um pleno estado de sítio, a equipe profissional do Esporte Clube Itaúna disputaria em Belo Horizonte a terceira partida da final do campeonato mineiro, buscando acesso à primeira divisão mineira. A disputa foi contra a forte e tradicional equipe do Nacional de Uberaba.

Depois de vencer a primeira partida das finais em Itaúna por 1×0 (gol de Argeu), os itaunense foram derrotados na segunda em Uberaba, por 3×1. A decisão final ficaria para a terceira partida, disputada no então estádio do Cruzeiro, no Barro Preto, em Belo Horizonte, naquela data histórica para o país, dia 31/03/1964.

No dia do golpe militar, coincidentemente, a equipe itaunense estava sob os comandos de um militar, o major Ruy. A expectativa de subir ao módulo I levou diversos torcedores da cidade à capital. A disputa futebolística foi intensa entre as duas agremiações. Porém, o Esporte Clube Itaúna que vencia por 1×0, deixou que o Nacional virasse o placar para 2×1, já no final do segundo tempo. Naquela época, somente uma equipe obteria acesso à primeira divisão. E com aquela derrota, o Itaúna continuou na segunda divisão, para, três anos mais tarde, dar baixa definitiva de seu quadro profissional junto à FMF, disputando somente as categorias de base.

Os itaunenses voltariam a disputar o campeonato mineiro profissional somente, 43 anos depois, quando, em 2007 conseguiu acesso da segunda divisão ao módulo II da primeira divisão, ao ser o segundo colocado da competição.

É importante ressaltar que, após ficar mais de 40 anos sem participar de competições com sua equipe principal, o Itaúna tem obtido neste módulo II (2008) um dos rendimentos mais destacados da competição. Com uma equipe e um plantel montados em tempo recorde, os itaunenses têm enfrentado de igual para igual, algumas das maiores e mais tradicionais equipes do futebol mineiro, as quais estão, já por décadas, entre os módulos I e II do campeonato estadual.

Com a implantação da equipe profissional em 2007, o Cachorrão espera, em breve, buscar o acesso à primeira divisão estadual, estancando esta data fatídica ao país e ao futebol de Itaúna – que até hoje é lembrada com muita emoção por torcedores e ex-atletas do ECI.

Autor:Pepe Chaves é colaborador do ECI e editor do jornal Via Fanzine (www.viafanzine.jor.br).

MISTICA DA CAMISA CELESTE A MISTICA DA CELESTE OLIMPICA

Em 1924 as Olimpíadas realizadas em Paris, recebeu pela primeira vez para a disputa do futebol uma equipe sul-americana, bicampeã do continente o Uruguai desembarcou em Paris para a disputa sem muito alarde haja vista que poucos conheciam o futebol praticado aqui na América do Sul. Em 26 de maio os uruguaios entravam em campo para o primeiro jogo no estádio, Colombes com um bom publico presente com um estilo de jogo diferenciado das equipes européias que predominavam o jogo de força física e bola aéreas, o Uruguai primava pelo toque de bola rápido e dribles constantes em seus marcadores e assim os uruguaios ganharam da Iugoslávia por 7 a 0 com Cea e Petrone marcando dois gols cada e Vidal, Romano e Scarone completando o placar o que se viu no outro dia nos jornais era uma verdadeira avalanche de elogios ao futebol praticado no dia anterior por aqueles desconhecidos no dia 29 de maio um jogo mais duro contra os EUA e nova vitória uruguaia agora por 3 a 0 com Petrone marcando todos os tentos da peleja, no dia 01 de junho os franceses donos da casa teriam o privilegio de enfrentar os temidos sul-americanos com suas gincas e habilidades com a bola e não deu outra novo show de bola e vitória por 5 a 1, Petrone duas vezes, Scarone duas e Romano anotaram o massacre, nas semi-finais um jogo mais duro contra a Holanda e vitória por 2 a 1 Cea e Scarone marcaram este jogo marcou uma curiosidade os holandeses massacraram o atacante Petrone com verdadeiros golpes de pugilato levando a delegação uruguaia sugerir que o zagueiro Tetzner a lutar boxe, tanto que o jogador ficou fora dos jogos contra a Suécia pela medalha de bronze por vergonha e imposição dos organizadores do evento.

No dia 09 de junho veio a grande final olímpica e a Suíça era o adversário com toda torcida francesa a favor o Uruguai logo impôs seu ritmo de jogo ofensivo e de toque de bola que envolveu os suíços facilmente Petrone abriu o marcador, Cea ampliou e Romano fechou o placar e o Uruguai conquistava pela primeira vez a medalha de ouro no futebol olímpico.Mazzali ; Nasazzi (cap), Arispe – Andrade, Vidal, Ghierra , S.Urdinaran, Scarone, Petrone, Cea, Romano foi a equipe da grande final, depois da conquista houve muita festa aonde a delegação uruguaia estava instalada a noite fora oferecido um jantar aos campeões olímpicos de futebol, considerado com um dos melhores jogadores da conquista José Leandro Andrade foi o grande destaque do jantar apesar de ser baixinho encantou a todos por ser também um excelente dançarino pois as donzelas fizeram filas para dançar um tango com ele.

Quatro anos mais tarde Amsterdã organizava os oitavos jogos olímpicos da era moderna e o Uruguai chegava a Holanda para defender seu título olímpico e desta vez trazendo um rival de peso a Argentina campeã da Copa América, logo nas estréia os uruguaios enfrentaram os anfitriões que desejavam vingança das semifinais de Paris, mais não foi o esperando pelos holandeses que caíram por 2 a 0 com Scarone e Urdinaran marcando os gols, a equipe atuou bem apesar de algumas alterações na equipe campeã em 1924, no dia 03 de junho com a volta de Petrone a equipe titular uma goleada sobre a Alemanha por 4 a 1 com o matador marcando duas vezes ao lado de Manco Castro que também deixou a sua dobradinha, no dia 07 de junho pelas semifinais um jogo eletrizante uma das melhores seleções da Europa a Itália e um jogo eletrizante, apesar de terminarem vencendo o primeiro tempo com facilidade por 3 a 1, no segundo o time italiano passou a abusar do jogo violento que não fora punido pela a arbitragem e o placar chegou a 3 a 2 e por pouco a Itália não empata o jogo por que Mazzali fechou o gol defendendo até um pênalti cobrado por Schiavio, a classificação heróica para a final foi bastante comemorada ainda mais por ter na final um adversário conhecido e não um europeu pois as arbitragens se mostravam tendenciosas para as seleções do velho continente, a Argentina vinha de goleadas sobre os EUA por 11 a 2, Bélgica por 6 a 3 e Egito 6 a 0, mais nada que assustassem os celestes, no dia 10 de junho a grande final, 40.000 no Estádio Olímpico de Amsterdã se aglomeravam para ver a final e um jogo duro e catimbado ao extremo só poderia ter terminado empatado; 1 a 1 com Petrone marcando para o Uruguai e Ferreyra para a Argentina, naquela época os jogos terminados empatados nestas competições em fase eliminatórias, levariam as equipes para um jogo desempate e este se deu no dia 13 de junho e desta vez não deu para os portenhos após um empate em 1 a 1 na primera etapa, no segundo tempo os campeões olímpicos foram para cima e Scarone fez o gol do bicampeonato olímpico, ao apito final do arbitro nova festa azul celeste em campos europeus e festa nas ruas de Montevidéu quando os telégrafos anunciaram a vitória dos caudilhos do futebol, o povo foi ás ruas o futebol a nova paixão mundial das nações tinham novos e imbatíveis reis.

Esta Olimpíada também foi a ultima em que o Uruguai disputou o torneio de futebol agora com os Jogos Olímpicos de Pequim os uruguaios completam 80 anos sem disputarem o torneio de futebol, por não conseguir classificação é uma pena, depois destas duas conquistas o Uruguai ficou conhecido com a Celeste Olímpica, e por ter um jogador argentino marcado um na cobrança de um escanteio contra os uruguaios este gol passou a se chamar Gol Olímpico, a coroação total deste feito memorável veio definitivamente em 1930 com a realização da primeira Copa do Mundo de Futebol e coube ao Uruguai por suas conquistas de 1924 e 1928, o país sediar o evento apesar do futebol na América do Sul ser quase todo amador na época e os europeus já profissionalizados o mundial só contou com a participação de treze equipes e somente quatro delas da Europa, mais de pouco se fez questão pois os melhores do mundo jogavam na América do Sul e novamente se viu uma final entre Uruguai e Argentina, com a equipe base mantida desde 1924 a Celeste jogando diante da sua fanática torcida venceu o Peru por 1 a 0, a Romênia por 3 a 0, goleiou a Iugoslávia por 6 a 1 de virada e na grande decisão também numa grande virada bateu os portenhos que queriam vingança a todo custo, por 4 a 2, depois de ficar fora das duas Copas Seguintes em represália por não virem ao mundial em sua casa, os Celestes só voltaram a jogar o mundial em 1950 e realmente apartir deste mundial que a sua mística camisa azul celeste passou a fazer peso no futebol mundial com uma conquista heróica diante um Brasil amplamente favorito e jogando em sua casa e esta final todos nós já sabemos da historia, mais apartir daí a raça, a honra e o heroísmo de defender o manto sagrado, passou a fazer parte desta famosa mística. Hoje o futebol uruguaio se encontra em baixa, suas principais equipes Peñarol e Nacional sofrem com o abandono de suas principais revelações que saem cedo de suas bases para o futebol europeu, é uma lamentável realidade atravessada por um país pequeno mais grande nas suas conquista futebolísticas quem sabe um dia teremos a mística camisa celeste revivendo os grandes tempos, quem sabe em 2014?.

Fontes: Texto Galdino Silva
Revista Trivela e RSSSF Brasil

Gritava a torcida do Boca Juniors: Tim, tim, tim, es gol de Valentim

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Paulinho Valentim (o terceiro agachado) no ataque da seleção brasileira “carioca”, em 1956. Segundo o leitor José Eustáquio Rodrigues Alves, de Patos Minas (MG), mais se parece um combinado América/Bangu, apesar da presença de Paulo Valentim que nunca jogou em nenhum desses clubes. Em pé: Nadinho (ex-goleiro do Bangu e Bahia), Rubens (ex-América do Rio e Esportiva de Guaratinguetá), Navarro (ex-Olaria e América do Rio), um jogador não identificado, Osvaldinho (ex-América do Rio e Sporting de Lisboa) e Nilton Santos (ex-Bangu). Agachados: Calazans (ex-Bangu, América do Rio e Fluminense), Hilton Porco (ex-América do Rio, Bangu e Guarani de Campinas), Paulo Valentim, um meia não identificado e Décio Esteves (ex-Bangu e Campo Grande).
Fonte: Milton Neves

CARRASCO DO FLUMINENSE
Além da costumeira rivalidade, os torcedores alvinegros têm outra boa razão para torcer contra o Fluminense. Um dos maiores artilheiros do Botafogo e eterno carrasco dos tricolores, o atacante Paulinho Valentim, também foi ídolo no Boca Juniors. Pelo Glorioso, o jogador ganhou fama por ter protagonizado a histórica goleada de 6 a 2 justamente em cima do Fluminense na final do Carioca de 1957, na conquista que quebrou um jejum botafoguense de títulos que já durava nove anos. Na ocasião, ele fez cinco gols, em sua atuação mais memorável com a camisa alvinegra.
No Boca, Paulinho também fez história. Apesar de nunca ter conseguido ser o artilheiro do Campeonato Argentino, ele foi o maior goleador do clube nas temporadas 61, 62 e 64. Além disso, o brasileiro ainda é o terceiro maior artilheiro do Superclássico, o eterno duelo entre Boca Juniors e River Plate, com 10 gols. Sua fama era tanta na Argentina que a torcida tinha um grito de guerra dedicado a ele:
“¡Tim, tim, tim! ¡Es gol de Valentim!”
Seu prestígio fora do campo era tão grande quanto na Bombonera, tanto que sua esposa, Hilda, era considerada a primeira-dama do Boca Juniors. Depois de encerrar sua carreira como jogador e ter passagens pelo São Paulo e futebol mexicano, Valentim ainda voltou a Buenos Aires para comandar juniores do clube. Ele morreu na Argentina, em 1984.
Jorge Lourenço jlourenco@jsports.com.br

Por algum tempo Paulinho jogou no São Paulo Futebol Clube
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Copa de 1930, o pré-campeonato!!!

Já há algum tempo a FIFA vinha analisando idéias em relação ao país-sede da competição. Além da Holanda e da Suécia, falava-se na Áustria, projeto que contava com o apoio do famoso jogador Hugo Meisl, interlocutor com os franceses. Com a tergiversação da Associação Austríaca, vozes se levantaram em nome da Itália, proclamada como a terra do caldo, um dos tantos ancestrais do futebol moderno, idéia que, pelo menos naquele momento, não contava ainda com o entusiasmo necessário do governo fascista. Contrário às evidências mais pessimistas, Rimet, entretanto, parecia não desistir. E quando chegou às suas mãos uma proposta do Uruguai, bicampeão olímpico, o presidente da FIFA analisou com cuidado a questão, não dando ouvidos quando um assessor desdenhosamente referiu-se ao candidato como um ponto desprezível no mapa da América do Sul. Afinal, se a idéia era realizar a competição em 1930, a data coincidia exatamente com o centenário da independência do país, o que certamente representaria o respaldo governamental. No projeto uruguaio, aparecia a convidativa proposta de o anfitrião arcar com os gastos dos participantes. Diante de tais circunstâncias, as condições pareciam mais do que favoráveis, mesmo se considerando as distâncias de uma viagem transatlântica. Em 1929, em Barcelona, os dirigentes da FIFA bateram o martelo, aprovando o Uruguai como sede da Primeira Copa do Mundo.

Enquanto saía em campo em busca de adesões, a FIFA imediatamente idealizou a criação de um troféu que simbolizasse não só a grandiosidade do acontecimento, como também que fosse capaz de fascinar os homens por sua beleza e esplendor. Neste sentido, acreditava que o mesmo o reluzir eterno do ouro poderia expressar tal fascínio. Levanto sua idéia ao escultor Abel Lefleur, assistente do museu de Belas-Artes lê Rodez, Rimet viu seu sonho concebido em uma estatueta de 30 centímetros, esculpida em ouro maciço, sendo a Deusa da Vitória a perfeita projeção do desejo que o presidente da FIFA procurava despertar. Afinal, em meio a todas as dificuldades em que se organizava o Mundial do Uruguai, o prêmio maior do futebol precisava ser algo mais que um troféu. Haveria de ser uma conquista permanente. Desta forma, foi instituído o regulamento de que o país vencedor ficaria com a taça até a disputa dê um novo Mundial. A idéia em si podia não ser totalmente nova, mas, naquele contexto, não só exercitava a projeção de uma nova Copa, algo ainda duvidoso em 1930, como alimentava o espírito de que só poderia haver um vencedor, questão importante em meio a tantas dissidências no mundo do futebol. Durante a realização de um novo torneio, a taça passaria temporariamente à FIFA, a única capaz de entregá-la ao novo campeão. Em torno da estatueta, portanto, fundava-se uma tradição, aspecto crucial para a internacionalização de uma competição em um mundo tão dividido por ideologias e conflitos.

À medida que a organização do evento ia se transformando em ima verdadeira corrida de obstáculos, a FIFA ganhou terreno, deixando os dissidentes para trás. O tempo era curto demais para mais debates, pois envolvia os preparativos daqueles que arrumavam as malas para uma longa viagem e também do anfitrião, que começava uma série de obras especialmente para o Mundial. Na verdade, as ausências européias não eram nada desprezíveis: Alemanha, Hungria, Suíça e Thecoslováquia recusaram-se a participar de um certame realizado em terras tão distantes; quanto aos ingleses, estes já não estavam integrados à FIFA e ninguém acreditava que pudessem participar, mesmo que o campeonato fosse realizado na Europa. Neste meio tempo, enquanto setores da imprensa esportiva afirmavam que a Copa do Uruguai seria um torneio latino-americano, os dirigentes franceses confirmaram não só a presença da própria França, como as da Bélgica e Iugoslávia. Em busca de mais uma adesão, o próprio Rimet viajou até a Romênia tentando convencer Rei Carol da importância da competição. Segundo consta, recebeu a melhor das acolhidas por parte do Monarca, que lhe teria garantido que se encarregaria pessoalmente de formar a equipe nacional. Mesmo não sendo as principais representantes do futebol europeu, essas seleções significavam uma efetiva demonstração da capacidade diplomática da FIFA.
Paralelamente, confirmava-se também a presença dos Estados Unidos, onde o futebol vinha conseguindo entusiasmar alguns círculos esportistas na década de 1920. Ao todo, entre americanos e europeus, seriam treze equipes, divididas em quatro chaves. Os vencedores de cada chave fariam a semifinal.

Fonte:Gilberto Agostino

AMISTOSO NACIONAL

1968. 27 de setembro, em Salvador

Local: Estádio da Graça.

São Cristóvão (RJ) 4×0 São Cristóvão (BA)

Gols: Luisinho (2). Jair e Paulada

Equipes:
São Cristóvão (RJ): Batista (limenez); Paulo Sergio, Moises (Dair), Conceição e Hélio; Mansõr (Lopes), Jair (Luisinho); Nei, Paulada (Leon), Dida e Celso.

São Cristóvão (BA): Zequinha; Antônio; Lucio Alves. Louro e Itapetinga (Ventilador); Gerson e Sabura; Silvio, Hedinho, Bentinho e José.

O jogo aconteceu numa sexta-feira com portões abertos. E o lateral direito do São Cristóvão de Salvador é o falecido “Toninho ‘, que seconsagraria no Flamengo e Fluminense do Rio.

Fonte:Chuvas de Gloria

Copa Solidariedad de León

Copa Solidariedad de León, 1990.

11.08.1990 Copa Solidariedad de León 1990
Guanajuato (México) Nou Camp

Promotora Deportiva Esmeraldas de LEÓN (México) 2 X 2 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)
GILMAR; ZÉ TEODORO, ANTÔNIO CARLOS, RONALDÃO e LEONARDO; FLÁVIO, BERNARDO, RAÍ e JUAN RAMÓN CARRASCO (PAULO CÉSAR); ALCINDO e DIEGO AGUIRRE.
Técnico Pablo Forlán
Gols: DIEGO AGUIRRE (2)
Árbitro Desconhecido
Não houve jogador do SPFC expulso nessa partida
Renda Desconhecida
Público Desconhecido
*4×3 para o SPFC nos pênaltis.

14.08.1990
Guanajuato (México) Nou Camp

Promotora Deportiva Chivas de GUADALAJARA (México) 1 X 1 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)
ZETTI; CÉSAR, ANTÔNIO CARLOS, IVAN e LEONARDO; VIZOLLI, BERNARDO e BETINHO (RAÍ); ALCINDO (JUAN RAMÓN CARRASCO), EDMÍLSON (DIEGO AGUIRRE) e PAULO CÉSAR (FLÁVIO).
Técnico Pablo Forlán
Gols: CÉSAR
Árbitro Desconhecido
Não houve jogador do SPFC expulso nessa partida
Renda Desconhecida
Público Desconhecido
*4×3 para o SPFC nos pênaltis

Fonte:spedia

O DIA 27 DE MAIO NO FUTEBOL

27/05/1934 – Começa a ser disputada na Itália a segunda Copa do Mundo de Futebol, por 16 seleções, neste mesmo dia o Brasil faz seu unico jogo neste mundial perdendo para a Espanha por 3 a 1 com gols de Iraragori e Lángara (2) para os espanhóis e Leonidas da Silva para o Brasil, tivemos neste dia os jogos Italia 7 x 1 EUA, Austria 3 x 2 França, Alemanha 5 x 2 Bélgica, Suécia 3 x 2 Argentina, Suiça 3 x 2 Holanda, Hungria 4 x 2 Egito e Tchecoslováquia 2 x 1 Romênia.

27/05/1964 – INTERNAZIONALE 3 X 1 REAL MADRID, em Viena a Inter vence a Copa de Campeões da Europa pela primeira vez com atuação primorosa de Sandro Mazzola que marcou 2 gols Milani completou e Felo para o Real Madrid.

27/05/1970 – PEÑAROL 0 X 0 ESTUDIANTES, em Montevideu o clube argentino com este empate conquista o tricampeonato da Libertadores.

27/05/1987 – PORTO 2 X 1 BAYERN MUNIQUE, em Viena o Porto com uma virada em dois minutos com gols de Madjer e Juary dão ao Porto o seu primeiro título da Copa dos Campeões da Europa.

ANIVERSARIANTES:

27/05/1950 – Romeu Cambalhota ex-Corinthians e Atlético/MG
27/05/1963 – Paul Gascoine ex-jogador inglês

Fontes: RSSSF Brasil e Confraria do Esporte de Salvador

Indo ao estádio com um radinho de pilha Spica ou Telefunken

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Saudades do Rio em que os jogos no Maracanã tinham, com freqüência, mais de 100 mil espectadores e não havia violência.

Onde ainda era possível as crianças, orgulhosas, irem ao estádio carregando suas bandeiras, ao lado pai.

Era o tempo do fusca que aparece ali à esquerda, do radinho de pilha Spica ou Telefunken, carregado sem temor pelo pai, do Conga e do “short” do menino.

Era o tempo do bom futebol, de Garrincha, Didi, Newton Santos (depois virou Nilton), Quarentinha, Zagalo, Sabará, Pinga, Almir, Delém, Paulinho, Belini, Valdo, Telê, Maurinho, Castilho, Pinheiro, Joel, Dida, Dequinha, Indio, Babá, Evaristo, Zózimo, Calazans, Alarcon, Canário e tantos outros.

Era o tempo em que os árbitros ainda eram “juízes”, tais como Mario Vianna, Gama Malcher, Eunápio de Queirós (o “Larápio de Queirós”), Amilcar Ferreira, Frederico Lopes.

Era o tempo em que a Suderj era a Adeg (Administração dos Estádios da Guanabara), em que o alto-falante a toda hora anunciava “a Adeg informa, no Pacaembu, gol do Santos (e após um pausa) …Pelé”, em que o cachorro-quente e o Chica-Bon faziam a alegria de todos.

Era o tempo de pegar o lotação Lins-Lagoa ou os ônibus Grajaú-Leblon ou Barão de Drumond-Leblon, de sonhar com a vitória do seu time, de ver quem ganharia o moto-rádio ou seria escalado na “seleção da rodada” (para ganhar um relógio Mondaine), de ler a coluna “Penalty” do Otelo Caçador.

Era o tempo da Charanga do Jaime, do talo de mamona do Ramalho, de ver a Dulce Rosalina comandar a torcida do Vasco e o Tarzan a do Botafogo, de espirrar com o pó-de-arroz lançado pelos tricolores.

Era o tempo de milhares de vagalumes na arquibancada (quando os fósforos eram riscados para acender os cigarros), da bola G-18 marron, do “garoto do placar”, da arquibancada de concreto áspero.

Era o tempo de ouvir o Valdir Amaral, o Doalcei Camargo, o Oduvaldo Cozzi, o Jorge Curi, o Orlando Batista, o Clóvis Filho.

Era um tempo bom.
Fonte: Fotolog Saudades do Rio