TITA E OS DOIS LADOS DA MOEDA! HEROI E VILÃO NO CLASSICO DOS MILHÕES

Se tem um jogador que pode ser orgulhar de ter dado alegrias e tristezas as duas maiores torcidas cariocas este alguém é Milton Queiroz da Paixão, o popular TITA, revelado pelo Flamengo na final da decada de 70, em 1977 foi lançado no time de cima aos poucos, como era da mesma posição de Zico, Tita era seu reserva imediato mais em muitas vezes jogaram juntos com ele caindo pela ponta-direita, no dia 28/09/1977, Flamengo e Vasco decidem o segundo turno do campeonato carioca o Mengão tinha de vencer para provocar uma final e o Vasco como já havia vencido o primeiro turno ficaria com a taça de vez, jogo tenso, duro o Flamengo aperta e nada de gol e jogo segue Tita entra no lugar de Ramirez, termina o jogo e segue para a prorrogação e o 0 a 0 persiste o jogo vai para os penaltis todos acertam suas cobranças e Tita parte para bater o quinto penalti para o Flamengo e Mazaropi defende, depois Dinamite foi lá e deu o caneco ao Vasco.

Dois anos depois no dia 28 de Outubro de 1979, Tita se redime com a torcida do Flamengo, substituindo Zico machucado ele joga com a camisa 10 como nos juniores e marca dois gols na vitória de 3 a 2 sobre o Vasco, o ultimo gol foi um golaço de cabeça após cruzamento de Toninho, com esta vitória o mengo bastou empatar com o Botafogo e carimbar o tricampeonato carioca.

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No dia 09 de Agosto de 1987, Tita agora defende a camisa do Vasco e chega com uma vantagem do empate contra o Flamengo na decisão daquele ano, diante de 114.000 pagantes aos 42º minutos do primeiro tempo Tita acerta um belo voleio no gol defendido por Zé Carlos agora era a vez de Tita se redimir perante a massa cruzmaltina, Vasco campeão carioca de 87.

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Ficha Técnica:
Milton Queiroz da Paixão
Nascimento 01/04/1958 – Rio de Janeiro
Clubes: Flamengo, Grêmio, Vasco, Internacional, Pescara, Bayer Leverkusen, Léon e Puebla do Mexico, Comunicaciones da Guatemala.
Gols na Carreira: 376
Jogos pela Seleção: 34 jogos 6 gols
Títulos: Carioca 78,79 e 79 especial e 81 pelo Flamengo, 87 pelo Vasco
Brasileiro: 80,82 Flamengo e 89 Vasco, Libertadores 81 Flamengo 83 Grêmio, Mundial de Clubes 81 Flamengo. Copa América de 89 pelo Brasil, Copa da Uefa 87/88 Bayer Leverkusen. Mexicano de 91/92 pelo Léon.

Fonte: TExto Galdino Silva
Arquivo Wikipédia

ZINEDINE ZIDANE CARRASCO DA SELEÇÃO BRASILEIRA! JUAN ROMAN RIQUELME DESTRUIDOR DE CLUBES BRASILEIROS.

Durante o jogo entre Brasil e França na Copa de 2006, quando Zidane começou a dar seu show particular o nosso glorioso locutor global Galvão Bueno ao narrar um lance em que o craque francês chapela Ronaldo e toca de cabeça para a subida de Abdal, ele exclama para Falcão que comentava a partida: “Parece que ele tem um prazer enorme de jogar contra o Brasil”. Bem o primeiro encontro de Zidane contra o Brasil ocorreu no dia 03 de Junho de 1997 pelo Torneio da França na cidade de Lyon e houve um empate em 1 a 1, Zidane jogou bem mais nada que pudéssemos imaginar que ele iria para sempre ser um de nossos pesadelos com Gighia, Eusébio, Cruyff, Paolo Rossi e Caniggia.

O real pesadelo do Brasil com o camisa 10 francês começou no dia 12 de julho de 1998 na final da Copa quando ele infernizou o jogo com jogadas plásticas, raça e muito vontade de ser o nome do jogo, procurando a bola e atraindo o jogo para si ele detonou o sonho do penta ainda no primeiro temo com dois gols de cabeça, no segundo ele aliviou e o final todo nós já sabemos, oito anos mais tarde lá vem ele novamente agora mais careca e mais perigoso, com seu ar sinistro de Doutor Spok aos poucos o ele foi tomando conta do jogo, dando as cartas, armando as jogadas, dando dribles desconcertantes, fazendo fila, começou o lance do gol da França e cobrou a falta do lance do gol, depois armou contra ataques perigosos com Henry e Ribery e quase o placar sai mais elástico por sorte brasileira o jogo ficou só no 1 a 0.

Bem Zidane só enfrentou o Brasil em quatro oportunidades em 1997, 1998, 2004 no jogo comemorativo dos cem anos da FIFA e em 2006, jamais perdeu um jogo para o Brasil seu nome durante muitos anos invadirá os sonhos dos brasileiros.

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Já Juan Roman Riquelme é o contrario do carrasco francês, ele é o destruidor de sonhos de torcedores de Palmeiras, Vasco da Gama, Grêmio, Cruzeiro em Libertadores, mais ele nos fora apresentado em 1997 curiosamente igual a Zidade no mesmo ano, durante o mundial Junior na Malásia nossa seleção vinha ganhando de goleadas de dois dígitos com os 10 a 3 na Coréia do Sul e 10 a 2 na Bélgica ai veio o confronto com a Argentina e Riquelme deu show e acabou com o sonho do titulo, curiosamente o craque do Boca Juniors não nos assusta muito com a camisa azul celeste e branca dos seu pais, já com a camisa azul e amarela a coisa fica tenebrosa que o digam os palmeirenses que sofreram em 2000 e 2001 com ele, em 2001 os vascaínos também os gremistas ano passado sofreram com ele nas duas partidas este ano os cruzeirenses já sentiram o gosto amargo do seu bel prazer de destoar contra nossos clubes, na noite de ontem os torcedores do Fluminense já sentiram o poder do craque argentino com os dois gols marcados e coloquem as barbas de molho, preparem uma super marcação nele, se possível tirem o da partida mais sem quebra-lo “não é apologia a violência ok” pois ele esta bem vivo “Riquelme o Jason do futebol brasileiro”. Se cuida tricolor!

Até a noite de ontem Riquelme havia enfrentado os times brasileiros em 11 partidas e marcando 7 gols, e não perdeu nenhuma delas.

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Texto Galdino Silva

Copa de 1930, a disputa!!!!

Mal fora aprovada a proposta uruguaia, o governo do presidente Cimpistegui convocou a equipe responsável pela construção daquele que, segundo os uruguaios, seria o maior estádio do mundo. As ambições eram grandiosas, estimadas em mais de um milhão de pesos. Em oito meses atravessando a estação chuvosa projetou-se um colosso capaz de conter oitenta mil torcedores. Se chamaria Centenário, em homenagem à data que se comemorava no país. Enquanto trabalhadores uruguaios revezavam-se dia e noite para cumprir o cronograma das obras exigido pela estréia da competição, programada para 13 de julho, os preparativos para o embarque dos europeus chegavam ao fim. O navio Conte Verde – le bateau du footbull – zarpou de Gênova com a delegação romena.

No caminho, foram incorporados os belgas e os franceses. Também subiu a bordo Jules Rimet, zelando por sua pequena estatueta, a “Deusa das Asas de Ouro”, rumo à fase final de uma epopéia que fora idealizada há tantos anos, entre viagens, conferências e acordos. Dirigentes à parte, para a grande maioria a bordo do Conte Verde, esta seria a primeira viagem de navio. Foram quinze dias de banhos de piscina, tênis de mesa, cinema, carteado e, por vezes, exercícios físicos. Os iugoslavos, por sua vez, viajaram em separado em uma embarcação ainda mais confortável. Ao final da Copa, afirmou-se que os excessos nas noitadas a bordo teriam minado a capacidade da seleção iugoslava. Quase três semanas depois de deixar a Europa, tendo recolhido a seleção brasileira no Rio de Janeiro, o Conte Verde atracou em Montevidéu. Um espetáculo indescritível aguardava os enfastiados jogadores. Centenas de bandeirolas com as cores da França, Iugoslávia, Romênia e Bélgica tremulavam nas mãos da massa humana que aguardava, ansiosa, o desembarque.

Enquanto tudo parecia sair ainda melhor que o esperado, os organizadores do Mundial se viram diante do primeiro contratempo mais sério. Apesar de todo o empenho, o governo uruguaio anunciava que o Estádio Centenário ainda não estava em condições de inaugurar a competição. Alegava-se que os treze meses anteriores de chuva haviam comprometido o ritmo das obras, o que causaria um atraso de alguns dias para a inauguração. Como era impossível adiar todo o cronograma, a saída foi dar início ao campeonato assim mesmo. Na data marcada. 13 de julho, dois jogos foram realizados, ambos com um público muito modesto. No Estádio do Nacional F.C, a França entrou em campo para enfrentar o México, com vitória dos franceses por 4X I . Do outro lado da cidade, em Pocitos, no estádio do Penarol, os Estados Unidos venciam a Bélgica por 3X0.

Apenas no dia 18 o Estádio Centenário pôde, finalmente, ser aberto ao público. E não sem problemas. A massa, ansiosa, praticamente passou por cima dos policiais e até mesmo as bilheterias foram assaltadas. Como o dia da inauguração coincidia com a estréia da seleção uruguaia e com a data histórica da independência do país, comentaristas internacionais foram implacáveis com o governo de Cimpistegui, acusando-o de manobrar o atraso das obras para valorizar as festividades em torno da comemoração nacional. Certos ou errados, a verdade é que a seleção uruguaia entrou em campo sob os aplausos de 70.000 torcedores, divididos nas tribunas denominadas Colombes e Amsterdã, referência às vitórias olímpicas. Vivia-se um marco. Nunca na América uma partida de futebol havia sido contemplada por um público tão grandioso. Vencendo os peruanos, os uruguaios superavam seu primeiro desafio. Apesar do placar diminuto um simples 1 XO , a torcida acreditava muito no potencial da Celeste Olímpica e expectativas cresciam a cada dia. Aos olhos desta, parecia que apenas a seleção argentina podia ser uma adversária à altura, já que as lembranças da final dos Jogos Olímpicos de 1928 ainda estavam bem vivas e por pouco não levaram a Argentina a boicotar o Mundial. Um dos destaques da seleção uruguaia vinha sendo o médio Andrade, cérebro do time no bicampeonato olímpico, primeiro jogador negro a brilhar em uma Copa do Mundo.

Em Pocitos, quando estrearam contra a França, os argentinos sentiram a pressão da torcida local, que conclamava os franceses à vitória como se torcessem para a própria Celeste. Em um dos jogos mais conturbados do Mundial, o embate entre França e Argentina ficaria marcado pelo descuido do árbitro e dirigente brasileiro Gilberto Pereira Rego. Ele chegou a dar por encerrada a partida com 84 minutos de jogo, exatamente no momento em que os franceses, com um jogador expulso, lançavam-se perigosamente sobre o gol argentino, tentando empatar um jogo em que perdiam por 2X1. Mesmo com o reinicio da partida, após muitas confusões no gramado, a sorte não virou para o lado dos franceses, mantendo-se o placar favorável aos argentinos até o apito final. Perdido o jogo. sobravam em compensação as palavras e gestos de apoio por parte dos torcedores uruguaios. Aclamados pela garra em campo, alguns franceses chegaram a ser carregados nos ombros como vencedores. Na perspectiva da garra charrua, marca indelével do futebol uruguaio, talvez fossem vistos como vitoriosos de fato.

Viriam os momentos decisivos da competição e as expectativas da torcida uruguaia pareciam se confirmar. Na primeira semifinal, no dia 26 de julho, Argentina e Estados Unidos fizeram um jogo que não demonstrava ser capaz de muitas surpresas. Os torcedores argentinos acreditavam tanto na vitória que “invadiram” Montevidéu em embarcações fretadas especialmente para a partida. Apesar de contar com jogadores escoceses naturalizados, para os observadores mais realistas a seleção estadunidense não parecia ser uma adversária à altura dos argentinos. Em campo, Stabille e Monti comandaram a goleada argentina por 6X 1, com a maioria dos gols marcados no segundo tempo. O árbitro da partida, o famoso belga Jan Langenus, que registraria suas impressões sobre a Primeira Copa do Mundo em um livro de reminiscências, ficou deslumbrado com a atuação argentina, chegando a considerá-la simplesmente a apoteose da perfeição em campo.

No dia seguinte, no Centenário, uma nova goleada incendiaria o Mundial. Era a hora de o Uruguai enfrentar a Iugoslávia diante de mais de cem mil espectadores. Enquanto o mercado negro funcionava a pleno vapor vendendo ingressos que deveriam estar nas bilheterias, Montevidéu parava para a partida que poderia levar a Celeste Olímpica à final. Em uma atuação polêmica, mais uma vez a arbitragem roubou a cena, favorecendo os uruguaios ao anular um gol iugoslavo, além de uma série de outros lances tidos como duvidosos. Ao final, o Uruguai alcançaria o mesmo placar obtido no dia anterior pela Argentina: 6X1. Como não havia sido prevista decisão do terceiro lugar, norte-americanos e iugoslavos acabaram dividindo a colocação.

O anticlímax da Final não poderia ser mais emocionante. Argentina e Uruguai de fato tinham se mostrado as melhores equipes da competição. De longa data, já se anunciava a feroz rivalidade, forjada nos muitos embates travados em terras sul-americanas e européias. Os torcedores argentinos saíam do Prata ao coro de Argentina si, Uruguay no! Victoria o muerte!, chegando aos milhares em Montevidéu. Em meio à euforia e à desorganização, muitos barcos ficaram encalhados no meio do caminho. Isso sem falar nos tantos argentinos que ficaram fora do estádio, já que a cota de ingressos destinada a eles não era suficiente para todas. Para as autoridades uruguaias, os problemas multiplicavam-se a todo instante, tornando o que deveria ser a final dos sonhos em uma grande preocupação.
A imprensa alimentava um verdadeiro clima de guerra. Discutia-se até em relação à bola a ser utilizada na Final. A delegação argentina exigiu segurança especial, garantida pela polícia montada, enquanto Jan Langenus, árbitro designado para o jogo, tomou providências especiais, temendo por sua própria segurança e dos auxiliares. Até mesmo as bilheterias foram reforçadas com grades, visando assegurar o “bem-estar da renda”. Na véspera da partida, o famoso cantor Carlos Gardel, entusiasta do futebol, apareceu na concentração dos uruguaios, onde chegou a apresentar-se para os jogadores. Como sua mãe era uruguaia, Gardel decidiu prestar uma homenagem à Celeste. Algumas horas mais tarde, foi a vez de visitar a seleção argentina, sendo recepcionado com menos entusiasmo pelos argentinos, um tanto quanto enciumados por não terem sido os únicos a receberem as congratulações do cantor.

Chegada a hora da decisão, o Estádio Centenário parecia explodir em vibração. Apesar da torcida uruguaia, o time da casa não começou tão bem quanto se esperava: abrindo o marcador aos doze minutos com Pablo Dorado, o Uruguai mal teve tempo de respirar, pois os argentinos empataram logo em seguida. Alguns minutos depois viria a virada argentina nos pés de Stabille, consagrado artilheiro da Copa, silenciando por completo as tribunas do Centenário. Iniciado o segundo tempo, os uruguaios demoraram um pouco para reagir de fato. Aos dez minutos que, para a torcida, pareciam uma eternidade, foi consumado o gol de empate. Ganhando confiança e impondo seu jogo, o Uruguai marcou mais dois gols com Iriarte e Castro, liquidando a fatura e sagrando-se o primeiro campeão da História da Copa do Mundo.
A torcida presente no Centenário delirou e muitos se julgavam tricampeões, pois já vinham contabilizando as vitórias olímpicas. Ao som dos apitos e sirenes que ressoavam no porto, Jules Rimet entregou o troféu ao capitão uruguaio, enquanto o presidente Cimpisgueti decretou que o dia seguinte seria feriado nacional. Nas ruas, entretanto, muitos distúrbios envolveram os torcedores rivais, com insultos e brigas marcando a despedida dos argentinos de Montevidéu. Atritos continuaram nas fronteiras por mais alguns dias e até mesmo a Embaixada do Uruguai em Buenos Aires chegou a ser apedrejada. O Mundial estava lançado. A esta altura, poucos ousariam duvidar do poder do jogo.

Fonte:Gilberto Agostino

NEWS:Fla, Bota e Flu já levaram quase 2 milhões de torcedores aos estádios em 2008


Com exceção do Vasco, cariocas ocupam primeiras posições no ranking de público pagante. Fla também lidera média por jogo, seguido pelo Cruzeiro

Nas arquibancadas, as torcidas de Fla, Flu, Bota e São Paulo estão fazendo um espetáculo à parte
Não é só dentro de campo que o futebol do Rio de Janeiro tem demonstrado a sua força. As torcidas cariocas também estão fazendo bonito nas arquibancadas em 2008. Juntos, Flamengo, Botafogo e Fluminense arrastaram verdadeiras multidões aos estádios neste primeiro semestre: quase 2 milhões de pessoas. No ranking de maiores públicos pagantes, estes três times ocupam as primeiras colocações. A única equipe carioca que destoa destes números é o Vasco, que teve apoio de 321.160 pessoas no total e tem média de 13.382 torcedores por jogo.
O São Paulo ocupa a quarta colocação no ranking geral, com 428.777 torcedores. O Corinthians está apenas na sexta colocação geral, mas se destaca pela regularidade de seu torcedores. A média de público por jogo do clube alvinegro é de 26.166 pessoas, menor apenas que a do Flamengo (28.297) e Cruzeiro (26.707). Palmeiras e Santos ocupam posições modestas no ranking geral (8º e 17º, respectivamente).
A boa campanha do Sport na Copa do Brasil tem sido justificada pela força do time em Pernambuco. Os números comprovam que não tem faltado apoio dos fanáticos rubro-negros nos estádios: 376.082 pessoas já compareceram ao caldeirão rubro-negro este ano. O Cruzeiro, líder atual do Brasileirão, tem a segunda melhor média de público no ano (23.393 pagantes) e ocupa a quinta colocação no ranking geral tendo levado 427.313 torcedores ao Mineirão.

torcidômetro do globoesporte.com
Posição Time Estado Total de público Média de público Maior público da equipe no ano
1º Flamengo RJ 735.732 29.429 78.830 – Flamengo x Botafogo -24/02
2º Botafogo RJ 656.083 24.299 78.830 – Flamengo x Botafogo -24/02
3º Fluminense RJ 588.474 23.539 68.191 – Fluminense x São Paulo – 21/05
4º São Paulo SP 428.777 21.439

61.693 – São Paulo x Fluminense – 14/05
5º Cruzeiro MG 427.313 26.707 61.471 – Cruzeiro x Boca Juniors – 07/05
6º Corinthians SP 418.657 26.166 61.752 – Corinthians x Botafogo – 28/05
7º Sport PE 376.082 19.794 34.201 – Sport x Vasco – 21/05
8º Palmeiras SP 339.779 19.987 28.422 – Palmeiras x São Paulo – 16/03
9º Vasco RJ 321.160 13.382 56.806 – Vasco x Flamengo – 17/02
10º Atlético MG 318.050 24.465 50.912 – Atlético-MG x Cruzeiro – 09/03
11º Internacional RS 303.632 23.356 38.283 – Inter x Paraná – 23/04
12º Coritiba PR 252.049 13.266 33.432 – Coritiba x Palmeiras – 11/05
13º Atlético PR 250.121 13.164 19.844 – Atlético-PR x São Paulo – 18/05
14º Grêmio RS 233.840 19.487 38.564 – Grêmio x Flamengo – 18/05
15º Náutico PE 202.260 13.484 25.149 – Náutico x Atlético-MG – 23/04
16º Vitória BA 175.593 9.242 31.872 – Vitória x Bahia – 20/04
17º Santos SP 143.832 8.990 19.539 – Santos x América-MEX – 22/05
18º Paraná PR 128.439 6.760 12.062 – Paraná x Atlético-PR – 16/03
19º Santa Cruz PE 117.801 9.817 12.938 – Santa Cruz x Vera Cruz – 27/01
20º Bahia BA 108.160 6.009 31.872 – Vitória x Bahia – 20/04

Observações:

1) Os números apresentados não se baseiam na média e total de público presente. Todos os dados fazem referência somente ao público pagante nos estádios; 2) São considerados apenas os públicos em que os times são os mandantes da partida. Público visitante não entra nos cálculos; 3) Em caso de clássicos entre os chamados “times grandes” do mesmo estado, não há distinção entre público mandante e visitante.

Fonte:Rafael Cardoso Do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro

Hector Castro – O Primeiro grande Herói de uma Copa

Em todas as Copas sempre temos heróis e vilões, sejam jogadores, treinadores ou juizes, em 1930 no Uruguai muitas expectativas com a realização do primeiro mundial e logo na sua estréia, os donos da casa que inauguravam o Estádio Centenário em um jogo contra o Peru, adversário conhecido do continente o que poderia ser um jogo fácil, tornou-se uma angustia os bicampeões olímpicos não conseguiam encontra o caminho das redes peruanas, o goleiro Pardón segura tudo o que pode. Maquillon e Galindo se superam na defesa, enquanto Lavalle e Neyra tornam-se pesadelos para a zaga uruguaia, em sem atacante titular Anselmo que se recuperava de uma contusão, estava escalado em seu lugar o jogador Hector Castro “El Divino Manco”como era conhecido carinhosamente por não ter a mão direita, que perderá aos 13 anos ao se acidentar numa serra elétrica, isto porem não o impediu de seguir a carreira de jogador apesar do sonho de ser cirurgião, aos 19 anos iniciou sua trajetória de sucesso no futebol caudilho em 1923 e no ano seguinte já fazia parte do time campeão olímpico em Paris, bicampeão em 1928 Hector não era um titular absoluto fazia parte de um grupo seleto e era o reserva imediato do ataque, naquela tarde de 18 de julho Hector fez o gol da vitória celeste frente aos peruanos, era o primeiro gol uruguaio numa Copa era o primeiro gol do grande Estádio da América do Sul, depois deste jogo Hector voltou a reserva com o retorno de Anselmo para os jogos seguintes contra Romênia e Iugoslávia, ele retornou ao time justamente na final contra a rival Argentina para mais uma vez brilhar, o jogo estava duro e quente e os argentinos venciam por 2 a 1 ao final do primeiro tempo, no segundo o Uruguai veio pra cima com tudo e virou o placar para 3 a 2 e a pressão muda de lado, agora são os portenhos que pressionam e os uruguaios que se defendem heroicamente e lá na frente Castro luta contra a defesa Argentina, o jogo se aproxima do fim a ânsia e temor pairam sobre o estádio num ultimo lance a Argentina perde a bola e o Uruguai parte ao ataque rapidamente a bola é alçada na área e Castro menor que o zagueirão Della Torre e fumina o goleiro Botasso era o gol do alivio era o gol do título, após o gol ouve-se um som do relógio pois naquele tempo que terminava a partida era o marcador e não o arbitro festa celeste era a coroação máxima de uma equipe que dominava o mundo por seis anos. Foram apenas quatro jogos mais a Taça estava em boas mãos e em dois deste quatros jogos um jogador de raça de gana de vencedor pois jamais se deixara abater-se por ser um deficiente com sua determinação e coragem escreveu com letras maiúsculas seu nome na grande galeria de heróis de mundiais.

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Raul Hector Castro
Nascido em 29/11/1904 em Montevidéu
145 gols na carreira entre Nacional e a Seleção Uruguaia
Inicio da carreira em 1923
Encerrou em 1935
Faleceu em 15/09/1960

fontes: Texto Galdino Silva
Dados: NOV9, Histórias das Copas de Orlanda Duarte

O DIA 29 DE MAIO NO FUTEBOL

29/05/1960 – ARGENTINA 1 X 4 BRASIL, em Buenos Aires o Brasil ganha a extinta Copa Roca depois de ser goleado por 4 a 2 no primeiro jogo, os gols foram de: Delem (2), Julinho e Servilho (Bra); Sosa (Arg).

29/05/1968 – MANCHESTER UNITED 4 X 1 BENFICA, em Londres no palco sagrado de Wembley os ingleses massacram com atuação primorosa de George Best que marca um e participa de outros dois gols na primeira conquista do Manchester da Copa de Campeões. Charlton (2) e Kidd completaram o placar e Graca descontou para os portugueses.

29/05/1983 – FLAMENGO 3 X 0 SANTOS, no Maracanã lotado com mais de 155.000 pessoas o Flamengo goleia e conquista o tricampeonato brasileiro com gols de Zico, Leandro e Adilio.

29/05/1985 – JUVENTUS 1 X 0 LIVERPOOL, em Bruxelas a Juve vence com um gol de Platini e conquista a Copa de Campeões da Europa pela primeira vez, este jogo foi marcado como a Tragédia de Heysel que fora palco de muitas decisões da Copa de Campeões, antes do jogo houve um conflito entre os hooligans ingleses, 38 pessoas foram mortas noi conflito, com este fato negativo o futebol inglês foi punido por cinco anos sem participar de qualquer competição européia.

29/05/1991 – ESTRELA VERMELHA 0 X 0 OLIMPIQUE MARSELHA, em Bari após empate no tempo normal e prorrogação a equipe iugolsava hoje servia vence nos penaltis por 5 a 3 e conquista a Copa de Campeões da Europa, era o segundo título de uma equipe do antigo bloco comunista da Europa.

Aniversariantes:

29/05/1946 – Jair Pereira treinador de futebol
29/05/1967 – Gallo treinador hoje no Atlético/MG
29/05/1985 – Hernanes volante do São Paulo

Fontes: RSSSF Brasil e Confraria do Esporte de Salvador

A lenda argentina com o manto alviverde

A lenda argentina com o manto alviverde

Em janeiro de 1948, Boca Juniors e River Plate vieram a São Paulo, realizar amistosos contra as equipes da capital. O River chamou atenção especial do público e da imprensa, pois tratava-se de “La Máquina”, apelido dado à melhor equipe da história do futebol argentino.

Aqui estavam para jogar pelo times argentinos, entre outros:

José Manuel Moreno, considerado por muitos especialistas que o viram jogar, como o melhor jogador argentino de todos os tempos. Cinco vezes campeão nacional, marcou 179 gols, em 321 partidas.
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Angel Labruna, mais do que o craque, referência do River Plate, é considerado hoje, e já à época, uma verdadeira lenda do futebol Sulamericano.
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Alfredo Di Stefano, eleito pela Revista France Football como o melhor jogador da Europa de todos os tempos. Campeão Europeu de Clubes pelo Real Madrid em cinco oportunidades consecutivas; Campeão Mundial, jogou em três seleções nacionais; e é um dos cinco melhores jogadores da história do futebol, além de ter sido nomeado Presidente de Honra do Real Madrid.
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Aproveitando a estada dos argentinos em São Paulo, foi marcado uma espécie de tira-teima. Os dois grandes times argentinos contra o “Trio de Ferro”, expoente máximo do futebol paulista, ou seja, uma verdadeira Seleção Paulista, contra um combinado “Boca-River”, uma verdadeira Seleção Argentina.

A Seleção Paulista chegou ao Pacaembu preparada para jogar com uniforme todo branco, neutro, enquanto que do outro lado surgiu o impasse. Os jogadores do River se negavam a vestir a camisa do Boca, e vice-versa. A rivalidade impedia tal heresia. À última hora, por interferência do craque Palmeirense, mas Argentino de nascimento, Bóvio, os portenhos decidiram jogar com a camisa do Palmeiras.

Assim, em 21 de Janeiro de 1948, uma verdadeira Seleção Argentina, uma das melhores de sua história entrou no Pacaembu, vestindo o uniforme do Palmeiras, num momento histórico do futebol mundial.

É fato que, num certo momento da partida, o ataque com a camisa alviverde foi aquele que é considerado uma poesia para os apreciadores da velha guarda futebolística: BOYE, MORENO, DI STEFANO, LABRUNA e LOSTAU , além de NESTOR ROSSI na “meia cancha”, YACONO na defesa e o célebre CARRIZO no gol.

Di Stefano, então o melhor jogador do mundo, comandou o ataque com a camisa Palmeirense e ainda fez um gol. O resultado final da partida foi 1×1 e os jornais do dia seguinte comentaram o extraordinário espetáculo técnico acontecido no Pacaembu, na noite de 21 de janeiro de 1948.

Paulistas: Oberdan, Caieira (Renganeschi) e Noronha (Turcão); Rui, Zezé Procopio e Valdemar Fiume; Claudio Cristovão Pinho, Ieso Amalfi, Servilio, Canhotinho e Teixeirinha (Remo).

Argentinos: Diano (Carizzo), Maranti e Dezorzi; Yacono, Nestor Rossi (Castelar) e Ramos
Boye; Moreno (Corquera), Di Stefano (Sarlanga) , Labruna (Lostau) e Pin

Gols: Servilio e Di Stefano
Árbitro: Artur Janeiro
Arrecadação: cr$ 461.130,00
Local: Pacaembu

ACADEMIA DE HISTORIA PALESTRA PALMEIRAS
DEPTO. DE HISTÓRIA DO PALMEIRAS

O DIA 28 DE MAIO NO FUTEBOL

28/05/1958 – REAL MADRID 2 X 1 MILAN, em Bruxelas num jogo sensacional o time merengue conquista de virada o seu terceiro título da Copa de Campeões da Europa com gols de: Di Stefano, Rial e Gento; Schiaffino e Grillo para o Milan.

28/05/1969 – MILAN 4 X 1 AJAX, em Madrid na casa do carrasco de 58 o Milan com uma atuação fantástica de Prati com três gols, goleia o Ajax e conquista o bicampeonato da Copa de Campeões.

28/05/1984 – FLUMINENSE 0 X 0 VASCO, Fluminense com este empate conquista o campeonato brasileiro.

28/05/2003 – MILAN 0 X 0 JUVENTUS, em Manchester Inglaterra na primeira final entre clubes italianos da Copa dos Campeões o Milan vence nos penaltis com Dida sendo o destaque com duas defesas e o time rosso nero hexacampeão da Europa.

Aniversariantes:

28/05/1972 – Doriva ex-São Paulo, Celta de Vigo
28/05/1973 – Fabien Barthez goleiro francês