A.A. Santa Ritense – Santa Rita do Passa Quatro (SP)

A Associação Atlética Santa Ritense é uma agremiação do Município de Santa Rita do Passa Quatro (SP). O clube foi Fundado no dia 25 de Janeiro de 1927.

A sua Sede fica localizado na Rua Antonio Martins Valle, 311 – no Centro. O seu estádio é o José Pereira da Silva com capacidade para 5.500 pessoas. No futebol profissional a A.A. Santa Ritense teve 19 participações nos campeonatos estaduais.

Durante alguns anos, o clube disputou a Quarta Divisão do Campeonato Paulista de Futebol, em 1964, 1965, 1977, 2002, 2003, e em 2004.

Em 1999, o clube disputou a Quinta Divisão, Série B1-B, denominação que seria mudada no ano seguinte. O campeonato contou com clubes tradicionais do interior, tais como Associação Atlética Flamengo de Guarulhos, Clube Atlético Linense, Radium Futebol Clube (Mococa), Rio Claro Futebol Clube, entre outras. Em 2000, 2001 e 2004, disputou a Quinta Divisão (Série B2), onde sagrou-se campeã em duas oportunidades, 2000 e 2003.

No titulo do ano de 2000, a Santa Ritense superou equipes tradicionais do interior paulista, tais como Atlético Monte Azul, Associação Desportiva Guarujá, Guaratinguetá Esporte Clube, Jabaquara Atlético Clube (Santos), Sociedade Esportiva Palmeiras B, União Suzano Atlético Clube, entre outras.

Em 2005, o clube estava novamente na Quinta Divisão (*). Atualmente, após esse episódio, a equipe solicitou a FPF o seu licenciamento do Campeonato Paulista de Futebol.

Nos anos de 2006, 2007 e 2008 por três vezes consecutivas a Associação Atlética Santa Ritense sagrou-se campeã do Campeonato Municipal de Santa Rita. Em 2009 o clube sagrou-se campeão da Copa Santa Ritense.

(*) Em 2005, a Federação Paulista de Futebol optou por unificar a série “B”, sob o nome de Segunda Divisão. Em 2004, a Santa Ritense havia sido desclassificada e rebaixada porque seu estádio não tinha a capacidade de 8.000 pessoas recomendada pela FPF.

 Dona de um patrimônio invejável, é o clube mais importante de Santa Rita do Passa Quatro, no Interior Paulista, e um dos mais importantes da região.

 

Fontes: http://www.aasantaritense.com.br/ Wikipédia / Almanaque do Futebol Paulista

Esporte Clube Flamengo – Franco da Rocha (SP)

 
O Esporte Clube Flamengo é uma agremiação do Município de Franco da Rocha (SP). O clube foi Fundado no dia 12 de Junho de 1948. A sua Sede fica localizada na Praça Antonio Teixeira, 80 – no Centro. O seu Estádio é a Praça de Esportes Gino Morelato com capacidade para 300 pessoas.
O E.C. Flamengo foi a única equipe a representar a cidade de Franco da Rocha nos campeonatos da Federação Paulista de Futebol (FPF). Teve duas participações no Paulistão da Quarta Divisão (atual Série B), em 1966 e 1967.Na sua história mais recente, o maior adversário do Flamengo francorrochense foram as fortes chuvas nos anos de 1982 e 1983, além de várias outras em anos subsequentes, pouco menos severas. Ocorre que o campo do time fica numa baixada. 

Nos anos 1980, Franco da Rocha foi noticiário do Jornal Nacional diversas vezes, por causa das enchentes, onde os transeuntes chegavam a usar barcos para atravessar as ruas centrais da cidade.

Por isso, o Flamengo ficou sem campo durante quase 20 anos, exercendo apenas a atividade de futebol de salão, cuja quadra fica na parte alta, no endereço da sede. Além disso, na mesma época, sua sala de troféus também foi inundada, onde perderam-se algumas lembranças de suas conquistas, levadas pelas água do rio que atravessa a cidade. 

Com o tempo, o rio foi canalizado pelas administrações municipal e estadual. Os problemas decorrentes das enchentes diminuiram, e o clube pôde reformar seu campo, transformando-o numa praça de esportes para seus associados e simpatizantes que frequentam suas dependências. 

 
Fontes: Almanaque do Futebol Paulista /

Estrela da Saúde F.C. – Capital (SP): Fundado em 1917

O Estrela da Saúde Futebol Clube é uma agremiação da Cidade de São Paulo (SP). O clube foi Fundado no dia Primeiro de Setembro de 1917. A sua Sede fica localizada na Estrada de Cumbica, 479 – no Bairro Jardim Ângela, na capital paulistana. O seu Estádio é o Guarapiranga (ex-João Atalla).

Tradicionalíssimo clube amador da cidade de São Paulo, o Estrela da Saúde F.C. participou 22 vezes do Campeonato Paulista de Futebol, estreando na Terceira Divisão (atual Série A-3), em 1923. Depois participou em outras sete vezes: 1924, 1925,  1928,  1929, 1931, 1932 e 1933.

No Paulistão da Segunda Divisão (atual A2) esteve presente em 13 edições: 1930,  1934,  1940,  1950,  1951,  1952,  1955,  1956,  1957,  1958, 1959, 1960 e 1961. 

A equipe iniciou sua história em 1913, quando disputou duas partidas, mas devido ao início da Primeira Guerra Mundial teve suas atividades interrompidas. Em 1º de setembro de 1917 a equipe retoma e é fundada oficialmente.
O time era formado por imigrantes italianos que trabalhavam nas Indústrias de Fiação Moinho Santista e utilizavam o tempo entre os turnos ou após o expediente para jogar cartas ou futebol em um terreno baldio atrás da empresa.
 
Muitos anos mais tarde, para contornar dívidas adquiridas pelo clube, foi feita uma parceria com o São Paulo FC, que adquiriu as equipes infantil, juvenil e júnior, e também receberia em comodato um terreno, no qual surgiu o CT de Guarapiranga.
 
 
Fontes: Almanaque do Futebol Paulista / Wikipédia

Associação Atlética Chavantense – Chavantes (SP)

 
Associação Atlética Chavantense é uma agremiação da cidade de Chavantes (SP). O clube Alvinegro foi Fundado no dia 29 de Setembro de 1929. A equipe manda os seus jogos no Estádio Municipal Manuel Ferreira com Capacidade para 4 mil pessoas.
 
O clube participou oito vezes as divisões de acesso do Campeonato Paulista de Futebol entre 1965 a sua última participação em 1989. No Paulistão da Quarta Divisão (atual Série B) foram seis vezes:  1965, 1966, 1967, 1968, 1988 e 1989. Já na Terceira Divisão (atual A-3): 1982 e 1986.  
Sua sede está sob intervenção judicial e seu departamento de futebol foi totalmente desativado, não participando sequer dos campeonatos amadores.  Contudo, oficialmente, o Chavantense ainda não desapareceu.
 
 
Fontes: Almanaque do Futebol Paulista / Wikipédia

Grêmio Esportivo General Osório – Rio Grande (RS)

O Grêmio Esportivo General Osório foi uma agremiação da cidade de Rio Grande (RS). Nas suas andanças, o Pesquisador do Futebol Gaúcho, Douglas Marcelo Rambor, contou com o apoio do Arquivo Público Municipal de Montenegro, sobretudo, com D. Marisa foi peça fundamental.

Dentre as fotos, o ex-goleiro do clube, Domingos. Além do G.E. General Osório, Domingos teve passagens pelo Farroupilha de Pelotas, Brasil de Pelotas, Internacional de Santa Maria, entre outros.

Dentre as fotos,  (abaixo) aparece esta com o arqueiro envergando a camisa número 1 do Grêmio Esportivo General Osório nos 40.

Como sempre… Conto com os conhecimentos dos amigos e membros para o caso de possuírem mais informações sobre essa equipe.

 

Foto: Arquivo Público Municipal de Montenegro

Juventude Católica – Santiago (RS): Fundado em 1943

 

Nas suas andanças pelo Interior Gaúcho, o amigo e gremista Douglas Marcelo Rambor tem conseguido escudos e histórias perdidas em álbuns, cadernos de anotações e livros guardados no fundo do baú. Outro desenterrado pelo bravo amigo é:

O Juventude Football Club, conhecido por Juventude Católica, foi uma agremiação do município de Santiago (RS). O clube surgiu de uma ação da juventude católica, que Fundou no dia 22 de Junho de 1943.  

O seu principal incentivador e fundador foi o padre alagoano Assis Pinheiro Dias. No Campeonato Citadino, organizado pela Liga Santiaguense de Futebol (LSF), o Juventude Católica foi campeão em seis oportunidades: 1947, 1954, 1955, 1959, 1963 e 1966.

Além disso, o Juventude Católica disputou alguns campeonatos gaúchos de Aspirantes (amadores da época), como em 1955, quando acabou eliminado num grupo, onde participaram o Ypiranga de São Luiz Gonzaga, o Esporte Clube 14 de julho de Itaqui.

Sem um campo próprio, a equipe manda os seus jogos no Estádio Campo da Lagoa (de propriedade do Riachuelo Football Club) ou no campo da Liga Santiaguense de Futebol (LSF).

 

Fontes: Livro ‘Na saudade todo mundo e craque’ do autor Tito Becon / Douglas Marcelo Rambor

FUTEBOL DE ELITE (PARTE 2).

ELITIZAÇÃO:

Em artigo publicado em O Estado de São Paulo no final de 2010, o professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) Marcos Alvito cita a Soccerex, feira internacional realizada no Rio com foco no futebol como negocio, na qual “especialistas” decretaram que a modalidade no Brasil terá a classe (A) como clientela-ativa, deixando as classes (B e C) para trás.

“Porque as Classes (D e E) há muito não sentam em uma arquibancada. Hoje os estádios viraram estúdios para um show televisivo chamado futebol”, observa o antropólogo, para quem está em curso de elitização perversa do esporte. O docente foi um dos criadores, em 2010, da Associação Nacional dos torcedores. Incipiente, mas com reivindicações como maior transparência no futebol, além de igualdade de acesso aos estádios. “Vai acabar com toda e qualquer possibilidade de a população pobre ou de classe média baixa freqüentá-los.

Claro que a gente aprova o conforto, o problema é transformar o estádio num grande shopping Center. E ainda tem o agravante da televisão. Quarta feira às 10 da noite é impossível para um trabalhador assistir o jogo. O historiador Felipe Dias Carrilho vê na questão da TV um aprofundamento da lógica empresarial, que não chega a ser novidade, mas se torna mais visível à medida que a Copa se aproxima. “É a capitalização máxima do esporte, nossos cartolas são os coronéis dentro do futebol”. “Por um lado, um emissora (Record) capta recursos de forma ‘espúria’, no mercado da fé. De outro lado, a concorrente (Globo) não demonstra interesse em seguir as regras da concorrência”. No mundo do consumo, os europeus estão muito à frente. Considerado pela revista Forbes o time mais rico do mundo, Manchester United, da Inglaterra, acumula patrimônio de US$ 1,8 bilhão. Seu canal pago é exibido em 192 milhões de residências. O segundo na lista, o Real Madrid, da Espanha US$ 1,3 bilhão, mostra equilíbrio nas fontes de receitas: 30% vêm de bilheteria de seu estádio, 34% do comercio de produtos e 36% de direitos da televisão – aqui, a dependência da TV supera os 50%.  Em meados de março de 2011, site do clube tinhas poucos ingressos disponíveis a não sócios para um jogo do campeonato local que seria realizado três semanas depois, contra o Sporting Gijon: € 225 (R$ 530).

 

Fonte: Revista do Brasil.

 

Esporte Clube Ferroviário – Bernardino de Campos (SP)

O Esporte Clube Ferroviário foi uma agremiação do Município de Bernardino de Campos (SP). O clube foi Fundado na quarta-feira, do dia 16 de julho de 1947, por funcionários da extinta Estrada de Ferro Sorocabana e, como quase todos os clubes originários de ferrovias, passaram a ter problemas financeiros constantes, até que em 1994 foi encampado pela Prefeitura Municipal. A sua Sede ficava na Rua Nossa Senhora da Paz, 204, no Centro.

O E.C. Ferroviário participou do Campeonato Paulista de Futebol da 4ª Divisão (atual Série B), nos anos de 1965 e 1966. 

Apesar das dificuldades, o Ferroviário vinha disputando competições amadoras até meados de 2006, quando os três últimos abnegados, comandados pelo Sr. Miguel Moretti, decidiram encerrar as atividades por falta de recursos, apesar da ajuda municipal.

Atualmente, o estádio do Esporte Clube Ferroviário está sob a administração municipal e vem sendo utilizado eventualmente por times amadores, que não usam o uniforme alvinegro do Ferroviário e sim o da Comissão Municipal de Esportes (CME).

Além do campo de futebol, no local existe uma sala de troféus, um salão de festas e duas piscinas (adulto e infantil) que são utilizadas pela comunidade mediante o pagamento de uma módica taxa mensal. O clube faz parte da memória da cidade.

 

Fontes: Almanaque do Futebol Paulista / Wikipédia /Orlando Lacanna