Arquivo da categoria: Curiosidades

FUTEBOL BRASILEIRO 2012

Nesta temporada 680 clubes entraram em campo pelo Brasil. Isso computando apenas os campeonatos Estaduais. “Si” contássemos os amadores daria muito mais…

Segue abaixo um resumão 2012:

OBS:

1 – BA – A Seletiva foi uma espécie de terceirona disputada em 2012. Dos 4 clubes que a disputou, 2 também jogaram a segundo ainda em 2012. Por isso na soma geral foram computados apenas dois clubes.

2 – PA – Dos 11 clubes que jogaram a Segundona, dois vieram da Primeira fase do Parazão. Na soma geral foram computados apenas 9 clubes.

3 – PI – O Torneio da Movimentação foi uma Taça disputada antes do Estadual propriamente dito. Das 9 equipes que a jogaram, 5 não disputaram o Estadual, por isso na soma geral foram computados 5 clubes.

ESTADO DIVISÃO CLUBES
ACRE Primeira 8
Segunda 3
ALAGOAS Primeira 10
Segunda 7
AMAPÁ Primeira 8
AMAZONAS Primeira 10
BAHIA Primeira 12
Segunda 10
Seletiva¹ 4
CEARÁ Primeira 12
Segunda 12
Terceira 12
DISTRITO FEDERAL Primeira 12
Segunda 9
ESPÍRITO SANTO Primeira 10
Segunda 7
GOIÁS Primeira 10
Segunda 9
Terceira 8
MARANHÃO Primeira 10
Segunda 5
MATO GROSSO Primeira 10
Segunda 7
MATO GROSSO DO SUL Primeira 14
Segunda 10
MINAS GERAIS Primeira 12
Segunda 12
Terceira 16
PARÁ Primeira 14
Segunda² 11
PARAÍBA Primeira 10
Segunda 7
PARANÁ Primeira 12
Segunda 10
Terceira 9
PERNAMBUCO Primeira 12
Segunda 15
PIAUÍ Primeira 8
Movimentação³ 9
RIO DE JANEIRO Primeira 16
Segunda 22
Terceira 21
RIO GRANDE DO NORTE Primeira 10
Segunda 4
RIO GRANDE DO SUL Primeira 16
Segunda 20
Terceira 11
RONDÔNIA Primeira 8
Segunda 2
RORAIMA Primeira 6
SANTA CATARINA Primeira 10
Segunda 10
Terceira 6
SÃO PAULO Primeira 20
Segunda 20
Terceira 20
Quarta 42
SERGIPE Primeira 10
Segunda 12
TOCANTINS Primeira 8
Segunda 8

Nacional Atlético Clube – Patos (PB): Campeão Paraibano da 1ª Divisão em 2007!

O Nacional Atlético Clube (Nacional de Patos) é uma agremiação da cidade de Patos (PB). O “Canário do Sertão” foi Fundado no sábado, do dia 23 de Dezembro de 1961, por funcionários federais da cidade, notadamente dos Correios e Telégrafos. Suas cores iniciais eram o verde e amarelo, posteriormente mudando para os atuais verde e branco, devido então às normas da CBF.

Os primeiros times do Nacional de Patos foram amadores e compostos por funcionários federais, sob a liderança de José Geraldo Dinoá Medeiros, considerado seu fundador e que foi seu 1º Presidente; depois houve a abertura para atletas não funcionários, embora amadores.

Profissionais só começaram a ter vez quando surgiu a possibilidade do clube de ingressar no Campeonato Paraibano. Os atletas, embora sem registro, passaram a receber salários e cumprir programação sistemática de treinamento.

Primeiros campos

Os primeiros jogos do Nacional de Patos foram realizados no velho campo do Colégio Estadual (a 1ª partida oficial foi contra o Botafogo de João Pessoa e o resultado foi uma derrota de 5 a 1 com o primeiro gol da história do Nacional marcado pelo atacante Espedito do Correio). Logo, passou a jogar no Estádio “Zé Cavalcanti”, que registrou, em sua inauguração em 1964, a vitória do Nacional sobre o Esporte de Patos pelo placar de 2 a 1.

Debutou na Elite do Futebol da Paraíba

Em 1965, o Nacional de Patos participa pela 1ª vez do Campeonato Paraibano junto com seu rival Esporte que também estreava na esfera profissional. Em 1970, abandonou o campeonato no meio e foi punido com multa alta e um ano de suspensão.

Conquistas

Retornou em 1972, com um plantel caseiro, barato e homogêneo: foi o tempo dos famosos “moleques da Rua da Baixa”. De lá para cá, alguns Títulos foram conquistados, foi cinco vezes consecutivas campeão do Torneio Incentivo promovido pela CBF: 1977, 1978, 1979, 1980 e 1981. Foi vice-campeão paraibano também por cinco vezes: 1978, 1989, 1990, 1991 e 2005. Foi o 1º agremiação Sertaneja a disputar uma competição à nível nacional, o Campeonato Brasileiro da Série B, em 1989.

No final dos anos 70 e 80 e início dos anos 90, o Nacional de Patos esteve prestes a ocupar o pódio por quatro oportunidades até então, com elenco competitivo e forte disputou o Campeonato Brasileiro Serie B em 1989, além de chegar perto de conquistar o tão cobiçado Título Estadual, o mais próximo em 1991, quando perdeu, de virada, no Estádio O Amigão, em Campina Grande, para o Campinense.

Naquela ocasião, houve queixas diversas, pois com a vitória na mão além de precisar apenas de um empate, entrou com apenas sete jogadores em campo no segundo tempo, o que causou dúvidas de suposto suborno então, resultado, na derrota por 3 a 1.

Declínio

Depois de estar no auge, veio anos negros para o Nacional de Patos, agora com um plantel mais simples, fez campanhas regulares nos Campeonatos, lutou para não ser rebaixado, o que não conseguiu evitar em duas oportunidades 1998 e 2002, perdeu a crença de sua torcida, seu rival o Esporte também esteve junto.

Até então dividia o Clássico Sertanejo com o Atlético de Cajazeiras, e passou a contar o Sousa, que há pouco tempo até então consagrou-se Campeão, ficou fora do Campeonato em duas ocasiões, 1996 e 2003. Passou um bom tempo sendo o único representante da cidade.

O ressurgimento

Em 2004, após mais uma campanha regular no Campeonato, em meados de outubro, o Nacional de Patos realiza uma Eleição para a nova Diretoria, surge então a estrela, José Ivan dos Santos “Zé Ivan”, que assumira a Presidência do Clube, em um discurso simples e de incentivo, teve a paciência de contar com o descrédito do time e a descrença de sua torcida.

Em 2005, investindo pesado, o time realiza uma campanha ótima, sete vitórias consecutivas alcançando a liderança geral e chegando assim a mais um vice-campeonato e ainda disputando a Série C do Brasileiro, foi eliminado no Tapetão, no ano seguinte, outra campanha boa, aos poucos o time foi recuperando a crença de sua torcida que estava sempre lotando o Estádio.

Campeão paraibano de 2007

Em 2007, após ser vice-campeão cinco vezes e uma campanha impecável, faturou seu principal título] ao ser Campeão Paraibano pela primeira vez em sua história.

No 1º Turno, faturou contra o Sousa em uma dramática partida. Na final, derrotou o Atlético Cajazeirense de Desportos, de Cajazeiras. Após perder fora de casa por 2 a 1, de virada, deu a volta por cima goleando o adversário no JC em Patos por 3 a 0, título histórico também para a cidade. Terminou com o artilheiro da competição, Edmundo, com um total de 18 gols. 

Disputou o Brasileiro da Série C e Copa do Brasil

Fez uma ótima campanha no Brasileiro da Série C de 2007, quebrando a invencibilidade do Esporte Clube Bahia, vencendo por 2 a 1, e no final terminou em 8º Lugar, jogou a Fase Final no Estádio O Amigão em Campina Grande. No ano seguinte (2008), disputou a Copa do Brasil pela primeira vez, sendo eliminado na primeira partida pelo Sport Club Internacional de Porto Alegre, pelo placar de 4 a 0.

Depois de uma campanha regular no Campeonato Estadual 2008 e ainda no mesmo ano, conquistou o Título da Copa Paraíba no segundo semestre, garantindo a vaga para a Copa do Brasil pela segunda vez. Em 2009, em uma outra oportunidade no torneio e pela segunda vez consecutiva, jogou contra o Fluminense, desta vez no Estádio O Almeidão em João Pessoa, perdendo por 1 a 0 e depois no Estádio do Maracanã acabou sendo derrotado por 3 a 0.

Novo declínio

Nos anos seguintes não teve a relevância como nos anos anteriores, em 2014 abandonou a disputa de Campeonato Paraibano alegando motivos financeiros, em 2015 com a nova diretoria comandada pelo Presidente Alisson Nunes até teve um bom começo, goleando por 6 a 0 o selecionado de Monteiro no JC, mas para a disputa inédita da Segunda Divisão do Paraibano teve uma campanha regular sendo eliminado nos pênaltis pelo Paraíba ganhando o primeiro jogo por 1 a 0 no JC e perdendo por 1 a 0 no Perpetão perdendo em 4 a 2 nos pênaltis.

Retorno ao Estadual da Primeira Divisão

Em 2017, a equipe se sagrou campeã do Campeonato Paraibano da 2ª Divisão, marcando seu retorno à elite do Futebol Paraibano. Desde então, o clube disputa a Primeira Divisão do futebol paraibano, fazendo algumas campanhas regulares. Em 2019, após uma boa fase de grupos, chegou às semifinais do Estadual, sendo eliminado pelo Botafogo-PB e ficando em 4º lugar geral na competição.

Em 2022, o Nacional de Patos começou o ano com uma crise interna, e após uma revira volta, o Naça conseguiu se acertar e fez uma ótima campanha, terminando em 2º colocado do grupo B, com 13 pontos, avançando assim à 2ª fase do Campeonato Paraibano.

Por ter melhor campanha, decidiu a 2ª fase, em casa, contra a equipe do São Paulo Crystal, onde saiu com um triunfo de 4 a 0. Com isso, o Nacional de Patos obteve a vaga para o Campeonato Brasileiro da Série D de 2023, voltando assim a disputar uma competição de nível nacional após 16 anos.

HINO do Nacional de Patos

Olha o verde da esperança no gramado
Toda a galera já sabe o resultado
Sempre, sempre, sempre no final
Na cabeça dá Nacional

Olha o verde da esperança no gramado
Toda a galera já sabe o resultado
Sempre, sempre, sempre no final
Na cabeça dá Nacional

Verdão de fibra
Ganha no grito Ganha na raça
Ganha bonito
E a cada gol
Que emoção
Salve o carinho do sertão
Nacional, Nacional, Nacional

FOTO: Só Esporte

FONTES: Wikipédia – Página do clube no Facebook – Federação Paraibana de Futebol (PB)

Mundial de Clubes: Brasil 9 x 6 Europa

O  título do Corinthians sobre o Chelsea no Japão, na 15ª final entre brasileiros e europeus no Mundial Interclubes, ampliou a vantagem dos brasileiros no confronto. Agora, os clubes brasileiros têm nove títulos contra seis dos representantes europeus.

Ao todo, Brasil e Europa duelaram em 19 partidas nas decisões de Mundial, já que entre 1960 e 1979 os jogos eram disputados em ida e volta (em 1963 houve uma terceira partida). São 11 vitórias dos brasileiros, dois empates, e seis triunfos dos clubes dos europeus. A vantagem também aparece nos gols marcados: 29 a 25.

Confira abaixo todas as decisões:

1962 – Benfica-POR 2 x 3 Santos – Santos 5 x 2 Benfica-POR

1963 – Santos 4 x 2 Milan-ITA -Milan-ITA 4 x 2 Santos – Santos 1 x 0 Milan-ITA

1976 – Cruzeiro 0 x 0 Bayern Munique-ALE – Bayern Munique-ALE 2 x 0 Cruzeiro

1981 – Flamengo 3 x 0 Liverpool-ING

1983 – Grêmio 2 x 1 Hamburgo-ALE

1992 – São Paulo 2 x 1 Barcelona-ESP

1993 – São Paulo 3 x 2 Milan-ITA

1995 – Grêmio 0 (3) x 0 (4) Ajax-HOL

1997 – Cruzeiro 0 x 2 Borussia Dortmund-ALE

1998 – Vasco 1 x 2 Real Madrid-ESP

1999 – Palmeiras 0 x 1 Manchester United-ING

2005 – São Paulo 1 x 0 Liverpool-ING

2006 – Internacional 1 x 0 Barcelona-ESP

2011 – Santos 0 x 4 Barcelona-ESP

2012 – Corinthians 1 x 0 Chelsea-ING

 f: Blog Nomerólogos

 

Esporte Clube Biguaçu deixa de existir

Time da Grande Florianópolis chegou a conquistar a Terceirona do Catarinense

A pequena e barulhenta torcida Fúria Biguaçuense, do Esporte Clube Biguaçu, ficará em silêncio no ano que vem. O clube, que disputou a Divisão Especial em 2012 e ficou em 5º lugar na classificação geral, estará em uma nova cidade, ainda não definida.

– Não recebemos o mínimo de apoio público – disse Taffarel Rodrigues, um dos dirigentes da equipe, ao confirmar a manobra.

Por mínimo, Taffarel define ajuda para transporte e alojamento, além do aluguel do estádio – cerca de R$ 500 por partida. Algo que não deveria depender de prefeitura, mas que acaba sendo realidade de times de menor expressão, não só em Santa Catarina.

Taffarel diz que os empresários negociam com outras cidades para manter o clube, que mudaria de nome. Algo semelhante ao que aconteceu, nos últimos anos, com o Grêmio Barueri (SP). O time paulista chegou a ser transferido para Presidente Prudente (SP), antes de voltar a Barueri.

Fonte: Hora SC

Campeonato Mineiro de 1954: Recorde de clássicos e uma reviravolta improvável

Nas primeiras décadas do Campeonato Mineiro, os campeonatos eram, via de regra, disputados em pontos corridos, com uma ou outra exceção, tendo dois ou três turnos. Mas o ano de 1954 introduziu novidades nunca antes vistas.

Naquele ano, as circunstâncias do regulamento causaram por acidente um fenômeno jamais repetido no campeonato: uma overdose de clássicos entre Atlético e Cruzeiro. No total, foram nada menos do que TREZE confrontos em uma única edição!

Participaram daquele campeonato nove times:

  1. América Futebol Clube (Belo Horizonte)
  2. Associação Atlética Asas (Lagoa Santa)
  3. Clube Atlético Mineiro (Belo Horizonte)
  4. Cruzeiro Esporte Clube (Belo Horizonte)
  5. Democrata Futebol Clube (Sete Lagoas)
  6. Esporte Clube Siderúrgica (Sabará)
  7. Metalusina Esporte Clube (Barão de Cocais)
  8. Sete de Setembro Futebol Clube (Belo Horizonte)
  9. Villa Nova Atlético Clube (Nova Lima)

O regulamento, perto de algumas pérolas que a FMF conseguiu parir décadas mais tarde, é até simples, apesar de um capricho inusitado na final do campeonato:

  • Campeonato dividido em três turnos
  • Os campeões dos turnos vão à fase final do campeonato
  • Os seis primeiros na soma dos dois primeiros turnos se classificam ao terceiro turno, neutro, todo disputado no Independência

Até aí, tudo bem, nada de anormal. Mas o desenrolar do campeonato deu cria à overdose de clássicos…

PRIMEIRO TURNO

Rodada Data Mandante Placar Visitante
1 20/06/1954 Metalusina 0-2 Atlético
1 20/06/1954 Sete de Setembro 1-3 Siderúrgica
1 20/06/1954 Democrata 2-3 Cruzeiro
1 29/06/1954 América 2-4 Asas
2 26/06/1954 Cruzeiro 11-1 Metalusina
2 27/06/1954 Siderúrgica 2-0 Atlético
2 27/06/1954 Democrata 2-2 Sete de Setembro
2 27/06/1954 Villa Nova 2-1 Asas
3 03/07/1954 América 2-0 Metalusina
3 04/07/1954 Atlético 1-0 Democrata
3 04/07/1954 Asas 2-2* Sete de Setembro
3 04/07/1954 Villa Nova 0-2 Cruzeiro
4 10/07/1954 Atlético 2-2 Sete de Setembro
4 10/07/1954 América 3-1 Villa Nova
4 10/07/1954 Asas 7-1 Metalusina
4 10/07/1954 Democrata 1-1 Siderúrgica
5 17/07/1954 Cruzeiro 0-0 Asas
5 18/07/1954 Siderúrgica 2-1 América
5 18/07/1954 Metalusina 1-6 Democrata
5 18/07/1954 Sete de Setembro 0-0 Villa Nova
6 24/07/1954 América 4-0 Democrata
6 25/07/1954 Asas 1-2 Siderúrgica
6 25/07/1954 Villa Nova 4-1 Metalusina
6 25/07/1954 Atlético 1-0 Cruzeiro
7 31/07/1954 Atlético 1-0 Asas
7 01/08/1954 Siderúrgica 0-2 Villa Nova
7 01/08/1954 Metalusina 4-2 Sete de Setembro
7 01/08/1954 Cruzeiro 2-1 América
8 08/08/1954 Villa Nova 2-1 Democrata
8 08/08/1954 América 1-3 Atlético
8 08/08/1954 Metalusina 0-2 Siderúrgica
8 08/08/1954 Sete de Setembro 2-3 Cruzeiro
9 14/08/1954 Sete de Setembro 0-0 América
9 15/08/1954 Atlético 3-1 Villa Nova
9 15/08/1954 Democrata 1-1 Asas
9 15/08/1954 Siderúrgica 0-3 Cruzeiro

*O Asas ganhou os pontos desta partida.

Classificação:

Pos Equipe J V E D GP GC Pts
1 Cruzeiro 8 6 1 1 24 7 13
2 Atlético 8 6 1 1 13 6 13
3 Siderúrgica 8 5 1 2 12 9 11
4 Villa Nova 8 4 1 3 12 11 9
5 Asas 8 3 2 3 16 11 8
6 América 8 3 1 4 14 12 7
7 Democrata 8 1 3 4 13 15 5
8 Sete de Setembro 8 0 4 4 11 16 4
9 Metalusina 8 1 0 7 8 36 2

 

Tendo terminado o primeiro turno empatados em pontos, Cruzeiro e Atlético procederam a uma melhor de três para decidir o campeão.

1º jogo – 5 de setembro de 1954
ATLÉTICO 1×0 CRUZEIRO
Local: Estádio Independência – Renda: Cr$ 214.980,00
Árbitro: Joseph Guilden (SUI)
ATLÉTICO: Zeca; Afonso, Osvaldo; Geraldino, Monte, Cléver; Gastão, Múcio, Ubaldo, Orlando Pingo de Ouro, Murilinho. Técnico: Ondino Vieira.
CRUZEIRO: Chico; Tião, Pampolini; Adelino, Lazarotti, Bené; Raimundinho, Guerino, Áureo, Paulo Florêncio, Sabu. Técnico: Niginho.
Gol: Ubaldo 14′

2º jogo – 12 de setembro de 1954
CRUZEIRO 1×1 ATLÉTICO
Local: Estádio Independência – Renda: Cr$ 259.070,00.
Árbitro: Francisco Trindade (MG)
CRUZEIRO: Chico; Tião, Pampolini; Adelino, Lazarotti, Bené; Raimundinho, Ismael, Genuíno, Paulo Florêncio, Sabu. Técnico: Niginho.
ATLÉTICO: Zeca; Afonso, Osvaldo; Geraldino, Monte, Cléver; Gastão, Múcio, Ubaldo, Orlando Pingo de Ouro, Nilsinho. Técnico: Ondino Vieira.
Gols: Sabu 5′; Orlando Pingo de Ouro 81′
Expulsões: Ubaldo (A); Bené (C).

3º jogo – 16 de setembro de 1954
CRUZEIRO 0x1 ATLÉTICO
Local: Estádio Otacílio Negrão de Lima (Alameda) – Renda: Cr$ 316.677,00.
Árbitro: Joseph Guilden (SUI)
CRUZEIRO: Chico; Tião, Paulo Florêncio; Pampolini, Lazarotti, Bené; Raimundinho, Guerino, Genuíno, Ipojucan, Sabu. Técnico: Niginho.
ATLÉTICO: Zeca; Afonso, Osvaldo; Geraldino, Monte, Cléver; Múcio, Bolero, Ubaldo, Orlando Pingo de Ouro, Nilsinho. Técnico: Ondino Vieira.
Gol: Ubaldo 46′

Assim, o Atlético venceu o primeiro turno do campeonato e se classificou à fase final. Veio então o segundo turno.

SEGUNDO TURNO

Data Mandante Placar Visitante
26/09/54 América 3-1 Sete de Setembro
26/09/54 Democrata 1-1 Asas
26/09/54 Siderúrgica 5-0 Metalusina
02/10/54 Atlético 1-3 Asas
09/10/54 Cruzeiro 2-1 Democrata
10/10/54 América 1-0 Siderúrgica
10/10/54 Villa Nova 1-4 Sete de Setembro
16/10/54 Sete de Setembro 0-2 Atlético
17/10/54 Siderúrgica 2-1 Asas
17/10/54 Metalusina 0-1 América
17/10/54 Cruzeiro 4-4 Villa Nova
24/10/54 Atlético 4-1 Siderúrgica
24/10/54 Democrata 1-0 América
24/10/54 Cruzeiro 3-0 Metalusina
30/10/54 Asas 0-2 Villa Nova
31/10/54 Democrata 2-3 Atlético
31/10/54 Sete de Setembro 3-3 Metalusina
06/11/54 Atlético 1-0 Metalusina
07/11/54 Siderúrgica 2-0 Democrata
07/11/54 Villa Nova 0-1 América
07/11/54 Cruzeiro 5-2 Sete de Setembro
14/11/54 Villa Nova 1-1 Atlético
14/11/54 Metalusina 0-2 Asas
14/11/54 Cruzeiro 1-0 Siderúrgica
20/11/54 Sete de Setembro 1-0 Asas
21/11/54 Democrata 1-4 Villa Nova
21/11/54 América 1-2 Cruzeiro
27/11/54 Cruzeiro 3-1 Asas
27/11/54 Villa Nova 0-3 Siderúrgica
27/11/54 Democrata 3-1 Metalusina
28/11/54 Atlético 2-1 América
02/12/54 Sete de Setembro 2-1 Democrata
04/12/54 América 2-0 Asas
05/12/54 Siderúrgica 2-1 Sete de Setembro
05/12/54 Metalusina 0-7 Villa Nova
05/12/54 Cruzeiro 0-1 Atlético

 

Classificação:

Pos Equipe J V E D GP GC Pts
1 Cruzeiro 8 6 1 1 20 10 13
2 Atlético 8 6 1 1 15 8 13
3 Siderúrgica 8 5 0 3 15 8 10
4 América 8 5 0 3 10 6 10
5 Villa Nova 8 3 2 3 19 14 8
6 Sete de Setembro 8 3 1 4 14 17 7
7 Asas 8 2 1 5 8 12 5
8 Democrata 8 2 1 5 10 15 5
9 Metalusina 8 0 1 7 4 25 1

 

Cruzeiro e Atlético, tendo repetido as campanhas do turno, tiveram que jogar mais uma melhor de três para se decidir o campeão do returno.

1º jogo – 9 de dezembro de 1954
ATLÉTICO 2×1 CRUZEIRO
Local: Estádio Otacílio Negrão de Lima – Renda: Cr$ 150.180,00
Árbitro: Joseph Guilden (SUI)
ATLÉTICO: Nenén; Afonso, Osvaldo; Geraldino, Bolero, Haroldo; Paulinho Valentim, Tomazinho, Joel, Orlando Pingo de Ouro, Osvaldinho. Técnico: Ondino Vieira.
CRUZEIRO: Chico; Avelino, Licinho; Adelino, Lazarotti, Paulo Florêncio; Raimundinho, Áureo, Guerino, Genuíno, Sabu. Técnico: Niginho.
Gols: Bolero 20′, Orlando Pingo de Ouro 30′; Áureo 46′

2º jogo – 12 de dezembro de 1954.
CRUZEIRO 3×1 ATLÉTICO
Local: Estádio Independência – Renda: Cr$ 215.420,00
Árbitro: Joseph Guilden (SUI)
CRUZEIRO: Chico; Avelino, Pampolini; Adelino, Lazarotti, Paulo Florêncio; Raimundinho, Áureo, Guerino, Genuíno, Sabu. Técnico: Niginho.
ATLÉTICO: Nenén; Afonso, Osvaldo; Geraldino, Monte, Haroldo; Joel, Gastão, Ubaldo, Orlando Pingo de Ouro, Osvaldinho. Técnico: Ondino Vieira.
Gols: Lazarotti, Avelino, Genuíno; Joel.

3º jogo – 19 de dezembro de 1954.
CRUZEIRO 0x0 ATLÉTICO
Local: Estádio Independência
Árbitro: Alberto da Gama Malcher, RJ.
CRUZEIRO: Chico; Avelino, Pampolini; Adelino, Marambaia, Paulo Florêncio; Raimundinho, Guerino, Fuinha, Genuíno, Sabu. Técnico: Niginho.
ATLÉTICO: Sinval; Afonso, Osvaldo; Geraldino, Monte, Haroldo; Murilinho, Tomazinho, Ubaldo, Orlando Pingo de Ouro, Joel. Técnico: Ondino Vieira.

Assim, o Cruzeiro foi o campeão do segundo turno, no critério de goal average, e também se classificou à fase final da competição.

A classificação somada dos turnos apontou os seguintes classificados:

Pos Equipe J V E D GP GC Pts
1 Cruzeiro 16 12 2 2 44 17 26
2 Atlético 16 12 2 2 28 14 26
3 Siderúrgica 16 10 1 5 27 17 21
4 América 16 8 1 7 24 18 17
5 Villa Nova 16 7 3 6 31 25 17
6 Asas 16 5 3 8 24 23 13
7 Sete de Setembro 16 3 5 8 25 33 11
8 Democrata 16 3 4 9 23 30 10
9 Metalusina 16 1 1 14 12 61 3

 

Procedeu-se, então, ao turno neutro, todo jogado no Independência.

Data Mandante Placar Visitante
15/01/1955 Cruzeiro 4×3 Villa Nova
16/01/1955 América 1×0 Siderúrgica
19/01/1955 Atlético 4×0 Asas
22/01/1955 Cruzeiro 2×1 América
23/01/1955 Siderúrgica 4×2 Villa Nova
29/01/1955 Siderúrgica 0x3 Asas
30/01/1955 Cruzeiro 1×0 Atlético
02/02/1955 América 2×0 Villa Nova
05/02/1955 Atlético 2×0 Siderúrgica
06/02/1955 Asas 1×0 Villa Nova
13/02/1955 América 3×1 Atlético
16/02/1955 Cruzeiro 4×1 Siderúrgica
19/02/1955 Asas 0x4 América
26/02/1955 Atlético 2×0 Villa Nova
27/02/1955 Cruzeiro 2×1 Asas

 

Classificação:

Pos Equipe J V E D GP GC Pts
1 Cruzeiro 5 5 0 0 13 6 10
2 América 5 4 0 1 11 3 8
3 Atlético 5 3 0 2 9 4 6
4 Asas 5 2 0 3 5 10 4
5 Siderúrgica 5 1 0 4 5 12 2
6 Villa Nova 5 0 0 5 5 13 0

 

Apenas o terceiro turno não teve um desempate para decidi-lo. Aliás, notem a “perfeição” da classificação, por ela é perfeitamente possível deduzir quem venceu quem…

Atlético e Cruzeiro foram, então, à final do campeonato. E aqui revelo a peculiaridade daquele regulamento: por ter vencido um turno, o Atlético carregou consigo dez pontos de bônus para aquela final. Por ter vencido os outros dois, o Cruzeiro levou vinte pontos de bônus. E não para por aí: o campeão seria aquele que primeiro alcançasse 25 pontos na classificação da final. Mas a pontuação nela não era a pontuação da regra: ali, a vitória valeria 5 pontos. Um empate, por sua vez, valeria 2,5 pontos.

Qualquer pessoa com um conhecimento mínimo de matemática poderia dividir os pontos envolvidos por 2,5 e descobrir que o efeito seria o mesmo se cada time levasse 4 pontos de bônus por turno vencido, se o campeão fosse o primeiro a acumular 10 pontos, e se vitória e empate valessem… 2 e 1 ponto!

Uma breve análise também leva a crer que o Cruzeiro teve a mãe de todas as vantagens, pois a ele bastaria uma simples vitória ou dois empates para chegar a 25 pontos e sagrar-se campeão daquele ano. Fácil, não? Mas, bem, fácil era ganhar também a final da Copa do Mundo de 1950, não é?

Pois bem, começou-se a jogar a final e o inacreditável começou a dar as caras.

1º jogo – 17 de abril de 1955.
ATLÉTICO 2×0 CRUZEIRO
Local: Estádio Independência – Renda: Cr$ 328.230,00.
Árbitro: Carlos de Oliveira Monteiro “Tijolo” (SP)
ATLÉTICO: Sinval; Afonso, Osvaldo; Geraldino, Monte, Haroldo; Joel, Gastão, Ubaldo, Tomazinho, Amorim. Técnico: Ricardo Díez.
CRUZEIRO: Chico; Avelino, Bené; Adelino, Paulo Florêncio, Lazarotti; Raimundinho, Guerino, Genuíno, Marambaia, Sabu. Técnico: Niginho.
Gols: Joel 24′, Gastão 37′

2º jogo – 21 de abril de 1955.
CRUZEIRO 0x3 ATLÉTICO
Local: Estádio Independência.
Público: 11.159 pagantes – Renda: Cr$ 310.035,00
Árbitro: Alberto da Gama Malcher (RJ)
CRUZEIRO: Chico; Avelino, Tião; Adelino, Lazarotti, Dirceu; Raimundinho, Guerino, Genuíno, Paulo Florêncio, Sabu. Técnico: Niginho.
ATLÉTICO: Sinval; Afonso, Osvaldo; Geraldino, Monte, Haroldo; Murilinho, Tomazinho, Ubaldo, Joel, Amorim. Técnico: Ricardo Díez.
Gols: Ubaldo 3′ 84′, Joel 39′

3º jogo – 24 de abril de 1955.
CRUZEIRO 1×1 ATLÉTICO
Local: Estádio Independência
Público: 19.061 pagantes – Renda: Cr$ 325.970,00.
Árbitro: Antônio Viug (RJ)
CRUZEIRO: Chico; Avelino e Pampolini; Adelino, Lazarotti, Bené; Raimundinho, Guerino, Genuíno, Paulo Florêncio, Sabu. Técnico: Niginho.
ATLÉTICO: Sinval; Afonso, Osvaldo; Geraldino, Monte, Haroldo; Joel, Gastão, Tomazinho, Ubaldo, Amorim. Técnico: Ricardo Díez.
Gols: Raimundinho 81′; Ubaldo 65′

O gol de Raimundinho evitou a humilhação de perder três jogos consecutivos quando bastava apenas uma vitória, mas apenas adiou o destino inefável do campeonato.

Vendo Atlético e Cruzeiro empatados em 22,5 pontos após 3 partidas, a FMF anunciou uma decisão inóspita, inédita e inacreditavelmente salomônica: caso se registrasse novo empate entre os clubes no tempo normal e prorrogação, dividir-se-ia o título entre os finalistas.

Mas veio o quarto jogo e dessa vez não houve quem evitasse a reviravolta que já se desenhava.

4º jogo – 1° de maio de 1955.
ATLÉTICO 2×0 CRUZEIRO
Local: Estádio Independência.
Renda: Cr$ 517.245,00.
Árbitro: Mário Gonçalves Vianna (RJ)
ATLÉTICO: Sinval; Afonso, Osvaldo; Geraldino, Monte, Haroldo; Joel, Gastão, Tomazinho, Ubaldo, Amorim. Técnico: Ricardo Díez.
CRUZEIRO: Geraldo II; Avelino, Pampolini; Adelino, Lazarotti, Dirceu; Raimundinho, Guerino, Genuíno, Paulo Florêncio, Sabu. Técnico: Niginho.
Gols: Ubaldo 16′, Joel 88′

Dessa forma, o Atlético sagrou-se campeão do epopeico Campeonato Mineiro de 1954, após nada menos do que treze clássicos contra o rival.

Abaixo, o resumo dos clássicos do campeonato:

Motivo Data Mandante Placar Visitante Estádio
1º turno 25/07/1954 Atlético 1×0 Cruzeiro Independência
1º turno (Desempate) 05/09/1954 Atlético 1×0 Cruzeiro Independência
1º turno (Desempate) 12/09/1954 Cruzeiro 1×1 Atlético Independência
1º turno (Desempate) 16/09/1954 Cruzeiro 0x1 Atlético Alameda
2º turno 05/12/1954 Cruzeiro 0x1 Atlético Independência
2º turno (Desempate) 09/12/1954 Atlético 2×1 Cruzeiro Alameda
2º turno (Desempate) 12/12/1954 Cruzeiro 3×1 Atlético Independência
2º turno (Desempate) 19/12/1954 Cruzeiro 0x0 Atlético Independência
3º turno 30/01/1955 Cruzeiro 1×0 Atlético Independência
Final 17/04/1955 Atlético 2×0 Cruzeiro Independência
Final 21/04/1955 Cruzeiro 0x3 Atlético Independência
Final 24/04/1955 Cruzeiro 1×1 Atlético Independência
Final 01/05/1955 Atlético 2×0 Cruzeiro Independência

 

Total: 8 vitórias do Atlético, 3 empates, 2 vitórias do Cruzeiro. O Atlético marcou 16 gols e o Cruzeiro, 7.

Nem no Campeonato Paraense e seus mais de 700 Re-Pa é comum ver tantos clássicos assim de uma só tacada…

Fonte: Conteúdo Esportivo, Blog “O Canto do Galo”, RSSSF Brasil, Jornal “A Gazeta”

Os dias mais sofridos das grandes equipes do Brasil

 

 

Texto de José Renato Santiago do Memoria do Futebol

Ao longo da história dos Campeonatos Brasileiros, desde 1971, entre os 12 maiores times brasileiros, 5 deles jamais disputaram divisões intermediárias, segunda e/ou terceira divisão e/ou similares, são eles: Cruzeiro, Flamengo, Internacional, Santos e São Paulo.

Dentre as outras 7 equipes apresento abaixo a lista das equipes que permaneceram o maior número de dias nas divisões inferiores do Campeonato Brasileiro:

O critério utilizado para a contagem dos dias é o final da competição que definiu a ida da equipe para a disputa, até a data final do campeonato intermediário que o time disputou.

Eis a lista:

1. Fluminense: 765 dias (Segunda Divisão de 1998 e Terceira Divisão de 1999)

2. Grêmio: 705 dias (Segunda Divisão de 1992 e 2005)

3. Palmeiras: 572 dias (Taça de Prata de 1981 e 1982 e Segunda Divisão de 2003)

4. Corinthians: 449 dias (Taça de Prata de 1982 e Segunda Divisão de 2008)

5. Botafogo: 372 dias (Segunda Divisão de 2003)

6. Atlético Mineiro: 351 dias (Segunda Divisão de 2006)

   Vasco da Gama: 351 dias (Segunda Divisão de 2009)

 Ao considerarmos o rebaixamento do Palmeiras para a Segunda Divisão de 2013, a equipe alviverde passará ser a equipe grande com maior período de dias em divisões intermediárias do campeonato brasileiro.

 1. Palmeiras: 922 dias (Taça de Prata de 1981 e 1982 e Segunda Divisão de 2003 e 2013)

2. Fluminense: 765 dias (Segunda Divisão de 1998 e Terceira Divisão de 1999)

3. Grêmio: 705 dias (Segunda Divisão de 1992 e 2005)

Já estou admitindo o retorno do grande alviverde para o local da onde ele jamais poderia ter saído, a Série A.

fonte- www.memoriafutebol.com.br

 

Conheça os maiores salários de técnicos do futebol brasileiro e internacional

Campeão brasileiro de 2012 no comando do Fluminense, Abel Braga lidera a lista de técnicos mais bem pagos do Brasil. O comandante do time tricolor recebe R$ 700 mil por mês, mais de R$ 9 milhões por ano. As informações são de um relatório internacional feito pela empresa PLURI Consultoria, divulgado nesta terça-feira

As três colocações seguintes têm empate entre Vanderlei Luxemburgo, do Grêmio, Muricy Ramalho, do Santos, e Tite, do Corinthians. Os técnicos recebem R$ 600 mil mensais cada um, R$ 7,8 milhões por ano.

Apesar de não ter conseguido uma vaga para o Santos na Copa Libertadores 2013, Muricy Ramalho também recebe um salário de R$ 600 mil mensais, R$ 7,8 milhões por ano, o mesmo de Luxemburgo e Tite.

Campeão da Copa Libertadores 2012 com o Corinthians, Tite também tem o segundo melhor salário do Brasil, R$ 600 mil mensais ou R$ 7,8 milhões por ano, ao lado de Muricy e Luxemburgo.

Na quinta posição, Dorival Júnior recebe R$ 450 mil por mês para comandar o time do Flamengo, mais de R$ 5,8 milhões anuais.

Técnico do Botafogo, Oswaldo de Oliveira é o 6º mais bem pago no país, com um salário de R$ 380 mil, quase R$ 5 milhões por ano.

Em 7º, Cuca recebe R$ 350 mil por mês, mais de R$ 4,5 milhões por ano, para comandar o Atlético-MG.

Celso Roth, 8º técnico mais bem pago do país, recebe 300 mil por mês, quase R$ 4 milhões por ano, para comandar o Cruzeiro. Roth recebe o mesmo salário que Gilson Kleina, do Palmeiras, e Ney Franco, do São Paulo.

Se Gilson Kleina está triste com o rebaixamento do Palmeiras, o técnico não pode reclamar de sua conta bancária. Kleina recebe 300 mil por mês, quase R$ 4 milhões por ano, para comandar o Verdão. Ele recebe o mesmo salário que Celso Roth, do Cruzeiro, e Ney Franco, do São Paulo.

Comandante do São Paulo, Ney Franco fecha a lista dos dez técnicos mais bem pagos do Brasil. Ele recebe 300 mil por mês, quase R$ 4 milhões por ano, para comandar o Tricolor, mesmo salário que Celso Roth, do Cruzeiro, e Gilson Kleina, do Palmeiras.

A lista menciona Ricardo Gomes, do Vasco, em 11º, com um salário de R$ 200 mil, cerca de R$ 2,5 milhões por ano. Porém os valores referem-se a 2011, antes de ser afastado por sofrer um AVC.

De acordo com a lista, Paulo Autuori é o brasileiro mais bem pago entre os técnicos do mundo todo. Autuori recebe R$ 780 mil por mês, cerca de R$ 9,3 milhões por ano, para comandar a seleção nacional do Catar.

Técnico mais bem pago do mundo, o português José Mourinho, comandante do Real Madrid, da Espanha, recebe pouco mais de R$ 3,3 milhões por mês, quase R$ 40 milhões por ano.

O italiano Carlo Ancelotti, técnico do PSG, da França, é o segundo mais bem pago do mundo, com um salário de cerca de R$ 2,8 milhões, mais de R$ 34 milhões por ano.

O também italiano Marcello Lippi, técnico do Guangzhou, da China, fica em terceiro, com um salário mensal de pouco mais de R$ 2,1 milhões, cerca de R$ 26 milhões.

Fonte: Bol.

O Centenário Clube Tietê pode ser despejado nesta terça-feira

O tradicional Clube de Regatas Tietê, 105 anos, pode ser despejado a qualquer momento. Situado  na marginal, na ponte das Bandeiras (zona norte), é o segundo mais antigo da cidade de São Paulo (SP), deve encerrar sua trajetória.

A agremiação, que já foi frequentada por famílias paulistanas tradicionais, teve entre seus esportistas a tenista Maria Esther Bueno e a nadadora Maria Lenk. Em 1940, foi construída no clube a primeira piscina olímpica do continente.

Por determinação da Justiça, tem até amanhã (terça-feira, 27/11/12), para desocupar o terreno de 50 mil m2 que pertence à prefeitura paulistana. Em nota, a Secretaria de Esportes informou que o local receberá um centro de formação de atletas de alto rendimento e iniciação esportiva aberto à comunidade.

 

FONTE: Folha de S.Paulo

 

PS: É lastimável que a Prefeitura de São Paulo, com tantos problemas graves para resolver, tenha como meta despejar um clube centenário. Como sempre o melhor é sempre fazer aquilo que dê menos trabalho, ao invés de buscar soluções inteligentes para dar qualidade de vida ao povo em geral. Só tenho uma palavra: triste!