Nova Série:Escudos Antigos

Amigos começarei amanha na Soccer Logos uma nova série, Escudos Antigos!!!A finalidade é para aqueles que além de colecionadores gostam de fazer campeonatos de botão da época exata, ou mesmo um Guia do Campeonato de 1960 de determinado país com o escudos usados então, por exemplo.

Começarei com um bem diferente, El Salvador League, direto de meus arquivos:

ONCE LOBOS[img:once_lobos_antigo1.jpg,thumb,vazio]

MUNICIPAL LIMEÑO[img:municipal_limeno_antigo.jpg,thumb,vazio]

MARTE[img:marte_club.jpg,thumb,vazio]

LUIS ANGEL FIRPO[img:luis_angel_firpo_antigo.jpg,thumb,vazio]

FAS[img:fas_antigo.jpg,thumb,vazio]

DRAGON[img:dragon_esportivo.jpg,thumb,vazio]

ALIANZA[img:alianza_antigo.jpg,thumb,vazio]

AGUILA[img:aguilla_antigo.jpg,thumb,vazio]

CLUBES DO AMAZONAS – ATLÉTICO BARÉS CLUBE

Encontrei este interessante artigo desta equipe amazonense. Segue a foto da equipe, se alguém conseguir visualizar o distintivo e puder publicá-lo, seria muito bom:

O time de futebol do ATLÉTICO BARÉS CLUBE, depois de disputar o campeonato na Liga Matinal, uma categoria de pequenos clubes e que era supervisionada pela FADA, chegou à primeira divisão em 1948. Nesse campeonato faziam parte Nacional, Princesa Isabel, Eldorado, América, Independência, Tijuca e Fluminense, da Praça 14. O Nacional, que havia se retirado no meio do campeonato anterior, estava de volta.

A estréia do Barés na primeira divisão deu-se contra o Tijuca e em seu time figuravam alguns bons jogadores do nosso futebol, dentre eles o goleiro Guilherme, Mário Matos, Dino, Gatinho, Zé Nery, Marcus Gonçalves, Júlio, Betuca, Nagib Chama e Eduardo.

No ano seguinte ao seu ingresso na divisão principal, o Barés abandonou a competição, em 6 de agosto, por discordar da proclamação do Fast como campeão da temporada. Mas, em 1951, estava de volta e ficou até 1953. Saiu e nunca mais voltou. Permaneceu durante muito tempo na área social e em sua sede, na Rua Miranda Leão (altos), foram realizados memoráveis bailes, principalmente na quadra carnavalesca, quase todos transmitidos pela Rádio Rio Mar que estava nos seus primeiros anos de vida.

O time que aparece na foto de hoje é de 1949.

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Fonte: Arquivos de Carlos Zamith/AM

Ponta Grossa Esporte Clube – Ponta Grossa – PR

Em 1994 a Federação Paranaense de Futebol organizou o campeonato da primeira divisão em dois grupos A e B, colocando o 10 melhores colocados de 1993 no Grupo A e o restante no Grupo B, considerando o rebaixamanto e acesso, e assim, com jogos no próprio grupo, classificou 6 clubes do Grupo A e 2 do Grupo B para as finais do campeonato. No regulamento previa também o rebaixamento dos dois últimos do Grupo B para a Divisão Intermediária. O Operário foi o penúltimo colocado do Grupo B, portanto foi rebaixado para Divisão Intermediária ainda a ser disputado em 1994.

Com a queda do Operário, surgiu na cidade um projeto de empresários locais, com a fundação de novo clube profissional, utilizando a vaga e a estrutura do Operário na Divisão intermediária de 1994 com consentimento deste. Assim surgiu um novo clube, o Ponta Grossa Esporte Clube.

Com uma proposta “inovadora” e profissional o Ponta Grossa disputou a divisão intermediária ainda em 1994 com o pedido de licenciamento do Operário Ferroviário junto a Federação. Arrendou o Estádio Germano Krüger, por tres anos e classificou em 2º lugar para disputar a 1a divisão do estadual em 1995.

PontaGrossa_EC

As campanhas no Estadual da 1ª divisão foram:

1995 – 12ª colocação, de 20 participantes
1996 – 5ª colocação, de 20 participantes
1997 – 10ª colocação, de 21 participantes
1998 – 10ª colocação, de 12 participantes
1999 – Disputou com o nome fantasia de Operário Ponta Grossa E.C.
2000 – 9ª colocação, de 12 participantes, foi rebaixado.
2001 – disputou a 2ª divisão.
2002 – 8ª colocação, de 8 participantes, ultimo colocado.

Após o novo rebaixamento do clube, ele foi extinto.

Fontes:
. Livro “Futebol Ponta-Grossense – Recortes da História”, José Cação Ribeiro Junior, Editora UFPG, 2004
. Lista de participantes do Blog Historia do Futebol
. Arquivos, anotações e redesenhos do Autor

Eusébio jogou no Maxaquene antes de brilhar em Portugal!!!

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A relação de Eusébio da Silva Ferreira com o Maxaquene é hoje muito pouco conhecida por muitos jovens moçambicanos, mas trata-se de um facto marcante na historia do clube e do desporto nacional e internacional, dada a dimensão que o atleta teve quando em 1960 se transferiu para o Sport Lisboa e Benfica, dai em diante brilhando também com a camisola da Selecção Nacional de futebol de Portugal e de que é agora seu embaixador para todos os escalões.Dados em nosso poder fixam o ano de 1958 como o da chegada de Eusébio ao então Sporting de Lourenço Marques, depois de ter sido rejeitado pelo vizinho Grupo Desportivo de Lourenço Marques, actual Grupo Desportivo de Maputo.No Sporting, Eusébio jogou durante somente duas temporadas no escalão de juniores, o que equivale a dizer que chegou ao Maxaquene quando tinha 16/17 ou 17/18 anos de idade, visto que quando se transferiu para o Benfica de Portugal tinha 18 anos.No Maxaquene, Eusébio aprimorou sozinho o seu potente remate com o pé direito, visto que, segundo contam figuras que conheceram o Rei ainda miúdo, por muitas vezes viram-no a pegar em três bolas e ensaiar remates de meio-campo para uma baliza sem guarda-redes.

A novela da sua transferencia e consequente desvio do seu destino do Sporting Clube de Portugal para o Sport Lisboa e Benfica é por demais conhecida, mas ressaltava-se que na noite do embarque para a capital portuguesa terá sido roubado por elementos do clube encarnado para embarcar no avião horas antes do check-in dos passageiros com destino a metrópole.Uma das maiores obras de que o Sporting de Lourenço Marques se beneficiou do dinheiro da transferencia de Eusébio para o Benfica foi a construção do Pavilhão dos Desportos, o mais importante de Moçambique e local das maiores memórias e conquistas do clube e do país, particularmente na modalidade de basquetebol.A história do Maxaquene12 de Junho de 2006

O Maxaquene foi fundado em 20 de Maio de 1920 com o nome de Sporting de Lourenço Marques, conforme alvará do Governo-Geral da Província de Moçambique, com a mesma data. Em 1975 tornou-se Sporting Clube de Maputo para em 1977 assumir a designação actual – Maxaquene.Entre Dezembro de 1981 e Fevereiro e 1982, o clube chamou-se Asas de Moçambique, voltando a ser Maxaquene após 3 meses como Asas.Entre 1982 e 1992 teve dois presidentes, ambos directores-gerais da LAM – o Comandante José Bacelar e o Eng José Viegas e em 1992 publicou-se a última edição do O Maxaca, o jornal do clube.O jornal destaca, à época, a entrada para treinador de Hilário da Conceição (ex-Sporting Clube de Portugal e de Lourenço Marques), a passagem de Nuro Americano a Director do Clube (depois de ter sido um guarda-redes excepcional), entrevista os basquetebolistas Simão Matavela e Aurélia Manave e reclama que Eusébio (o do Benfica de Lisboa) começou a jogar no Sporting de Lourenço Marques (o actual Maxaquene).

Fonte:desconhecida

Associação Pontagrossense de Desportos – Ponta Grossa – PR

No inicio da década de 70 surgiu nas cidades do interior, principalmente nos estados do sul, uma corrente de pensamento em que a união dos principais clubes da própria cidade fortaleceria e unificaria as torcidas em um único clube e que a rivalidade local era o grande empecilho para os clubes crescerem e enfrentarem os da capital em igualdade de condições. O mesmo aconteceu em Ponta Grossa, o departamento de futebol do Operário Ferroviário E.C. e do Guarany E.C. uniram e formaram um novo clube, a Associação Pontagrossense de Desportos. O Operário tinha feito em 1970 uma das piores campanhas na 1a divisão, quase foi rebaixado e o Guarany não conseguiu subir para a 1ª divisão, perdendo nas finais.
Com apoio da Federação Paranaense, nascia o novo clube com grandes sonhos e contratou ao longo dos 3 anos jogadores “famosos” do eixo Rio-São Paulo e do Rio Grande do Sul como Paulo Borges, Renato, Benê, Valtinho, Alex, Carlos, Geraldo, Cafuringa, e entre eles, o jovem Muricy do São Paulo.

APontagrossenseD_Ponta_Grossa25__1As campanhas no estadual da Pontagrossense foram:

1971 – 7ª colocação, no total de 20 clubes
1972 – 6ª colocação, no total de 15 clubes
1973 – 3ª colocação, no total de 12 clubes

Observe que não foram ruins as participações, foram boas, portanto este não foi o motivo de sua extinção. Após alcançar o 3ª colocação em 1973, a Pontagrossense desfez seu plantel, os jogadores rescendiram contrato e o jogador Benê assinou contrato com o Barcelona da Espanha. Era o fim de um sonho.

Fontes:
. Livro “Futebol Ponta-Grossense – Recortes da História”, José Cação Ribeiro Junior, Editora UFPG, 2004
. Lista de participantes do Blog Historia do Futebol
. Arquivos, anotações e redesenhos do Autor

FICHAS TÉCNICAS DA TAÇA CHARLES MILLER – 1955

PARTICIPANTES
AMÉRICA FOOTBALL CLUBE – RIO DE JANEIRO – DF.
CLUB ATLÉTICO PEÑAROL – MONTEVIDÉU – URUGUAI.
CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO – RIO DE JANEIRO – DF.
SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS – SÃO PAULO – SP.
SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA – SÃO PAULO – SP.
SPORT LISBOA E BENFICA – LISBOA – PORTUGAL.

FLAMENGO 1-0 BENFICA
DATA: 19 de junho de 1955.
LOCAL: Estádio do Maracanã – Rio de Janeiro – DF.
RENDA: Cr$ 2.583.509,80.
ÁRBITRO: Washington Rodrigues (Uruguai).
FLAMENGO: Ari (Aníbal), Tomires e Pavão; Servílio, Dequinha e Jordan; Joel (Paulinho), Rubens; Índio (Henrique), Evaristo e Esquerdinha.
BENFICA: Costa Pereira; Jacinto e Artur; Caiado, Alfredo e Ângelo; Zézinho, Arsênio, Águas, Coluna e Palmeiro.
GOL: Evaristo.

PALMEIRAS 2-2 PEÑAROL
DATA: 19 de junho de 1955.
LOCAL: Estádio do Pacaembu – São Paulo – SP.
RENDA: Cr$ 644.565,00.
ÁRBITRO: José Santos Marques (Portugal).
PALMEIRAS: Laércio; Manoelito e Valdir; Belmiro, Tocafundo e Gérsio; Renato (Moacir); Lima, Ivan, Nei e Rodrigues.
PEÑAROL: Borghini; Davoine e William Martinez; Rodrigues Andrade, Salvador e Vagnoli (Barrios); Borges, Honberg, Miguez, Toja (Abadie) e Galván.
GOLS: Rodrigues e Nei / Honberg e Borges.

CORINTHIANS 2-1 PALMEIRAS
DATA: 22 de junho de 1955.
LOCAL: Estádio do Pacaembu – São Paulo – SP.
RENDA: Cr$ 683.055,00.
ÁRBITRO: Antonio Musitano.
CORINTHIANS: Gilmar; Homero e Olavo; Idário, Julião e Roberto; Luizinho, Cláudio, Baltazar, Moreno (Rafael) e Simão (Nelsinho).
PALMEIRAS: Laércio; Manoelito e Valdir; Belmiro, Tocafundo (Waldemar Fiúme) e Dema; Elzo; Liminha, Ivan (Jair), Nei e Rodrigues.
GOLS: Cláudio e Luizinho / Ivan.

AMÉRICA 1-0 FLAMENGO
DATA: 22 de junho de 1955.
LOCAL: Estádio do Maracanã – Rio de Janeiro – DF.
RENDA: Cr$ 881.068,40.
ÁRBITRO: Horst Herden.
AMÉRICA: Pompéia, Cacá e Édson; Ivan, Osvaldinho e Hélio, Canário (Romeiro), Vassil (Washington), Leônidas, Alarcón e Ferreira.
FLAMENGO: Aníbal, Tomires e Pavão; Servílio, Dequinha e Jordan; Joel, Rubens; Índio (Paulinho), Evaristo (Henrique) e Esquerdinha.
GOL: Alarcón.

BENFICA 2-0 PEÑAROL
DATA: 26 de junho de 1955.
LOCAL: Estádio do Maracanã – Rio de Janeiro – DF.
RENDA: Cr$ 1.479.465,70.
ÁRBITRO: Carlos de Oliveira Monteiro.
BENFICA: Costa Pereira; Jacinto e Artur; Caiado, Alfredo e Ângelo; Calado (Salvador), Arsênio, Águas, Coluna e Palmeiro.
PEÑAROL: Borghini; Davoine e William Martinez; Rodrigues Andrade, Salvador (Mouriño) e Barrios; Borges, Honberg (Abadie), Miguez, Toja e Galván.
GOLS: Coluna e Águas.

CORINTHIANS 3-0 FLAMENGO
DATA: 26 de junho de 1955.
LOCAL: Estádio do Pacaembu – São Paulo – SP.
RENDA: Cr$ 509.700,00.
ÁRBITRO: Washington Rodrigues (Uruguai).
CORINTHIANS: Gilmar; Homero e Olavo; Idário, Julião e Roberto; Luizinho, Cláudio (Simão), Baltazar, Rafael e Simão.
FLAMENGO: Aníbal (Osni), Tomires e Pavão (Jadir); Servílio, Dequinha e Jordan; Joel, Rubens; Paulinho, Henrique e Babá.
GOLS: Rafael, Nelsinho e Simão.

AMÉRICA 4-1 PEÑAROL
DATA: 29 de junho de 1955.
LOCAL: Estádio de São Januário – Rio de Janeiro – DF.
RENDA: Cr$ 236.933,50.
ÁRBITRO: Alberto da Gama Malcher.
AMÉRICA: Pompéia; Cacá e Osmar; Ivan, Osvaldinho e Hélio; Canário, Washington, Leônidas, Alarcón e Ferreira.
PEÑAROL: Borghini; Davoine e William Martinez; Rodrigues Andrade, Mouriño (Obdúlio Varela) e Barrios; Borges, Romay; Miguez, Abadie e Galván.
GOLS: Washington (3) e Canário / Abadie.

PALMEIRAS 1-2 BENFICA
DATA: 29 de junho de 1955.
LOCAL: Estádio do Pacaembu – São Paulo – SP.
RENDA: Cr$ 1.267.750,00.
ÁRBITRO: Carlos de Oliveira Monteiro.
PALMEIRAS: Laércio; Manoelito e Valdir; Belmiro (Waldemar Fiúme), Valdemar e Dema; Renato; Liminha, Ivan (Jair), Nei e Rodrigues.
BENFICA: Costa Pereira; Jacinto e Artur; Caiado, Alfredo e Ângelo; Calado (Salvador), Arsênio, Águas, Coluna e Palmeiro.
GOLS: Nei / Águas e Palmeiro.

FLAMENGO 5-3 PALMEIRAS
DATA: 02 de julho de 1955.
LOCAL: Estádio do Maracanã – Rio de Janeiro – DF.
RENDA: Cr$ 226.308,10.
ÁRBITRO: José Santos Marques (Portugal).
FLAMENGO: Aníbal, Tomires e Pavão; Servílio (Jadir), Dequinha e Jordan; Joel, Rubens; Paulinho, Babá e Esquerdinha.
PALMEIRAS: Laércio; Manoelito e Valdir (Mário); Waldemar Fiúme, Tocafundo (Belmiro) e Gérsio; Elzo; Moacir, Liminha, Jair e Rodrigues.
GOLS: Esquerdinha, Rubens, Joel, Gérsio (contra) e Babá / Rodrigues (2) e Liminha.

AMÉRICA 4-2 BENFICA
DATA: 03 de julho de 1955.
LOCAL: Estádio do Maracanã – Rio de Janeiro – DF.
RENDA: Cr$ 2.613.222,90.
ÁRBITRO: Washington Rodrigues (Uruguai).
AMÉRICA: Pompéia; Cacá e Osmar; Ivan, Osvaldinho e Hélio; Canário, Washington, Leônidas, Alarcón e Ferreira.
BENFICA: Costa Pereira; Jacinto e Artur; Caiado, Alfredo e Ângelo; Zézinho (Salvador), Arsênio (Calado), Águas, Coluna e Palmeiro.
GOLS: Alarcón, Ferreira, Washington e Leônidas / Caiado e Águas.

CORINTHIANS 2-2 PEÑAROL
DATA: 03 de julho de 1955.
LOCAL: Estádio do Pacaembu – São Paulo – SP.
RENDA: Cr$ 559.440,00.
ÁRBITRO: Horst Herden.
CORINTHIANS: Gilmar; Homero e Olavo; Idário, Julião e Roberto; Simão, Luizinho, Paulo, Rafael (Goiano) e Nelsinho.
PEÑAROL: Borghini; Davoine e William Martinez; Rodrigues Andrade (Juan Carlos Gonzalez), Mouriño e Barrios; Borges, Honberg; Romay, Abadie (Milán) e Galván.
GOLS: Paulo e Nelsinho / Borges (2).

CORINTHIAS 3-1 AMÉRICA
DATA: 06 de julho de 1955.
LOCAL: Estádio do Pacaembu – São Paulo – SP.
RENDA: Cr$ 879.805,00.
ÁRBITRO: Alberto da Gama Malcher.
CORINTHIANS: Gilmar; Homero e Alan; Idário, Julião e Roberto (Goiano); Cláudio, Luizinho, Baltazar, Rafael (Paulo) e Nelsinho.
AMÉRICA: Pompéia; Cacá (Rubens) e Osmar; Ivan, Osvaldinho e Hélio; Canário, Washington, Leônidas, Alarcón (Vassil) e Ferreira.
GOLS: Baltazar, Luizinho e Paulo / Ferreira.

PALMEIRAS 2-2 AMÉRICA
DATA: 09 de julho de 1955.
LOCAL: Estádio do Pacaembu – São Paulo – SP.
RENDA: Cr$ 199.315,00.
ÁRBITRO: Alberto da Gama Malcher.
PALMEIRAS: Laércio; Manoelito e Valdir (Mário); Valdemar , Waldemar Fiúme e Dema; Nei; Humberto,Liminha, Ivan (Jair) e Rodrigues.
AMÉRICA: Pompéia; Rubens (Agnelo) e Osmar; Ivan, Osvaldinho e Hélio; Canário, Washington, Leônidas, Vassil e Ferreira (Romeiro).
GOLS: Liminha e Ivan / Ferreira e Ivan

FLAMENGO 2-1 PEÑAROL
DATA: 10 de julho de 1955.
LOCAL: Estádio do Maracanã – Rio de Janeiro – DF.
RENDA: Cr$ 485.189,20.
ÁRBITRO: José Santos Marques (Portugal).
FLAMENGO: Aníbal, Tomires (Jadir) e Pavão; Servílio, Dequinha e Jordan; Joel, Rubens; Paulinho (Babá), Evaristo e Esquerdinha.
PEÑAROL: Borghini; Davoine e William Martinez; Rodrigues Andrade, Mouriño e Barrios; Borges, Toja; Romay (Miguez), Milán e Galván.
GOLS: Joel (2) / Galván.

CORINTHIANS 2-1 BENFICA
DATA: 10 de julho de 1955.
LOCAL: Estádio do Pacaembu – São Paulo – SP.
RENDA: Cr$ 1.447.335,00.
ÁRBITRO: Horst Herden.
CORINTHIANS: Gilmar; Homero e Alan; Idário, Julião e Roberto (Goiano); Cláudio, Luizinho, Baltazar, Rafael (Paulo) e Nelsinho.
BENFICA: Costa Pereira; Jacinto e Artur; Caiado, Alfredo e Ângelo; Palmeiro, Arsênio, Águas, Coluna e Calado (Zézinho).
GOLS: Cláudio (2) / Águas.

CLASSIFICAÇÃO

J V E D GP GC PG

1º CORINTINHIANS
5 4 1 0 12 05 09
2º AMÉRICA
5 3 1 1 12 08 07
3º FLAMENGO
5 3 0 2 08 08 06
4º BENFICA
5 2 0 3 07 08 04
5º PALMEIRAS
5 0 2 3 09 13 02
6º PEÑAROL
5 0 2 3 06 12 02

CAMPEÃO: SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA

ARTILHARIA
4 GOLS.
Washington (América) e Águas (Benfica).

3 GOLS.
Ferreira (América), Cláudio (Corinthians), Joel (Flamengo), Rodrigues (Palmeiras) e Borges (Peñarol).

2 GOLS.
Alarcón (América), Luizinho, Nelsinho e Paulo (Corinthians), Ivan, Liminha e Nei (Palmeiras).

1 GOL.
Canário, Ivan e Leônidas (América), Caiado, Coluna e Palmeiro (Benfica), Baltazar, Rafael e Simão (Corinthians), Babá, Esquerdinha, Evaristo e Rubens (Flamengo), Abadie, Galván e Honberg (Penãrol).

GOL CONTRA
Gérsio (Palmeiras), no jogo contra o Flamengo.

RENDAS

TOTAL DO TORNEIO
Cr$ 14.696.662,60
15 jogos.
Média: 979.777,50

SÃO PAULO
Cr$ 6.190.965,00.
8 jogos.
Média: Cr$ 773.870,62.

RIO DE JANEIRO
Cr$ 8.505.697,60.
7 jogos.
Média: Cr$ 1.215.099,60.

Fonte: Esporte Ilustrado.

GRANDES ARGENTINOS, PARAGUAIOS E URUGUAIOS QUE BRILHARAM EM NOSSOS CLUBES

Todos sabemos que na América do Sul temos um rivalidade maior com a Argentina, depois o Uruguai e em terceiro com o Paraguai, apesar de toda esta rivalidade as vezes ferrenha como com os argentinos muitos bons jogadores desses três paíse marcaram seus nomes nos clubes brasileiros segue abaixo uma relação de uma seleção de cada um deles que atuaram e deixaram saudades e alguns que ainda atuam em nossos clubes.

ARGENTINA

Andrada (Vasco e Vitória/BA)
Luis Villa (Palmeiras) atuava também como médio na epóca
Perfumo (Cruzeiro)
Ramos Delgado (Santos)
Sorin (Cruzeiro)
Guiñazu (Inter)
Mancuso (Palmeiras e Flamengo)
Dario Conca (Vasco e Fluminense)
D’Alessandro (Inter)
Tevez (Corinthians)
Doval (Flamengo e Fluminense)

PARAGUAI

Garcia (Flamengo)
Arce (Grêmio e Palmeiras)
Gamarra (Inter, Corinthians e Flamengo)
Reyes (Flamengo)
Carlos Kiese (Grêmio)
Enciso (Grêmio, Inter, Portuguesa e Coritiba)
Gavilán (Inter e Grêmio)
Romerito (Fluminense)
Sanabria (Caxias)
Benitez (Flamengo)

URUGUAI

Rodolfo Rodriguez (Santos, Portuguesa e Bahia)
Forlan (São Paulo)
Lugano (São Paulo)
Hugo De Léon (Grêmio, Corinthians e Santos)
Cincunegui (Atlético/MG)
Dario Pereyra (São Paulo, Flamengo e Palmeiras)
Hector Silva (Palmeiras)
Pedro Rocha (São Paulo, Coritiba, Palmeiras e Bangu)
Ruben Paz (Inter)
Acosta (Náutico e Corinthians)
Revetria (Cruzeiro)

O Brasil também teve jogadores que atuaram e marcaram seus nomes na histórias de clubes de nossos países rivais sulamericanos segue também uma seleção brasileira desses ídolos também por lá:

BRASIL

Baiano (Boca Juniors)
Domingos da Guia (Boca Juniors e Nacional/Uru)
Orlando Peçanha (Boca Juniors)
Cafu (Peñarol) este Cafu é um jogador revelado pela Portuguesa Santista
Fausto (Nacional/Uru)
Dino Sani (Boca Juniors)
Delém (River Plate)
Silas (San Lorenzo)
Almir Pernambuquinho (Boca Juniors)
Paulo Valemtim (Boca Juniors)
Heleno de Freitas (Boca Juniors)

Iarley e Charles também defenderam o Boca Juniors, só não tivemos nenhum goleiro brasileiro, pelo menos de meu conhecimento que atuasse no futebol de Argentina, Paraguai ou Uruguai.

Texto: Galdino Silva
Pesquisa: RSSSF e Revista Placar

Olinda Sport Club – Ponta Grossa – PR

Em 20 de novembro de 1920 foi fundado o Olinda Sport Club, no Bairro Chinês, e seu primeiro campo oficial se localizou onde hoje é o pátio de toras das Indústrias Wagner. O time da Serraria Olinda, pertencente à familia Klüppel, que deu origem ao clube ponta-grossense. Todos os dias os empregados da serraria treinavam num gramado situado entre as linhas Sul e Curitiba da antiga Rede Viação Paraná-Santa Catarina.

Com seu primeiro título pontagrossense em 1935, deu direito a disputar o campeonato estadual. Em Paranaguá no dia 2 de fevereiro o Oceania venceu o Matarazzo de Antonina por 4 a 3 e em Ponta Grossa em 9 de fevereiro de 1936 o Olinda venceu o União da União da Vitória por 5 a 3. Os vencedores foram classificados para o Jogo de Curitiba em 16 de fevereiro de 1936, vencido pelo Olinda por 6 a 3, com esta vitória o Olinda conquista o título de campeão do Interior de 1935. Finalmente na fase decisiva de Interior versus Capital, o Olinda perdeu na capital para o Coritiba por 3 a 0 em 1º de março, e no jogo de volta, em 8 de março, em Ponta Grossa, voltou a perder, por 2 a 0. Resultado que garantiu o título ao Coritiba, ficando o Olinda Sport Club com o título de vice campeão estadual de 1935 (foto 1).

fotoOlindaSC35PontaGrossa_1_2_3

1º Coritiba Foot Ball Club de Curitiba
2º Olinda Sport Club de PontaGrossa
3º Oceânia Esporte Clube de Paranaguá
4º Matarazzo de Antonina
5º União de União da Vitória

Lembrando que nos cadastros do Blog consta o Iraty S.C. e não o União como participante. Isto sendo verdade, deve-se incluir o União Esporte Clube de União da Vitória na lista dos participantes do campeonato da 1ª divisão.

OlindaSC_PontaGRossa_PR_25__1Em 1935 foi a única participação do Olinda Sport Club no estadual.

Desde sua fundação o Olinda, que tem como mascote o periquito, disputa os campeonatos de Ponta Grossa até os dias de hoje, com apenas quatro títulos em toda a sua história, 1935, 1978, 1983 e 1994.

Hoje possui campo no Bairro Olarias com campo murado e com ótimo gramado (foto 2).

fotoOlindaSC_hoje_PontaGrossa_1Fontes:
. Livro “Futebol Ponta-Grossense – Recortes da História”, José Cação Ribeiro Junior, Editora UFPG, 2004
. Lista de participantes do Blog Historia do Futebol
. Arquivos, anotações, fotos e redesenhos do Autor