CLUBE ATLÉTICO PARQUE DA MOÓCA – CAMPEÃO PAULISTA – 2ª DIVISÃO – 1932

DATA

 

 

 

 

  LOCAL

29.05.1932

PARQUE DA MOÓCA

4

X

3

CAMBUCY SÃO PAULO – SP

05.06.1932

PARQUE DA MOÓCA

3

X

2

UNIÃO BELÉM SÃO PAULO – SP

12.06.1932

PARQUE DA MOÓCA

2

X

2

LUSÍADAS SÃO PAULO – SP

03.07.1932

PARQUE DA MOÓCA

4

X

2

HUNGARO IPIRANGA SÃO PAULO – SP

27.11.1932

PARQUE DA MOÓCA

2

X

2

ESTRELA DA SAÚDE SÃO PAULO – SP

04.12.1932

PARQUE DA MOÓCA

4

X

2

DANTE ALIGHIERI SÃO PAULO – SP

11.12.1932

PARQUE DA MOÓCA

1

X

0

SÃO GERALDO

SÃO PAULO – SP

Nordestão 2013 – “Festa do Interior”

Será que em 2013 chegou o dia de Arapiraca ser campeão?

 

 

 Final do Nordestão 2013

Campinense Versus ASA

Este ano, a maior festa Junina do Brasil será em março em Campina Grande ou em Arapiraca.

No Nordeste… É festa no interior…

Parabéns ao dirigentes do Nordeste, que independente do Sul do País, souberam valorizar sua região, seus clubes e suas enormes torcidas, sem que acabassem com seus estaduais.

Mas, deveria existir uma Copa Nordeste independente, ou poderiamos valorizar ainda mais esta “Copa”, e seus clubes?

 Minha proposta para valorizar ainda mais os clubes, sejam pequenos, médios ou grandes:

 Regionalizar a Copa Brasil, fazendo uma disputa dos 5 campeões das copas regionais, com forma de disputa há definir.

 A Copa Brasil seria divida em 5 Copas, a saber:

Copa Sul, Copa Sudeste, Copa Centro-Oeste, Copa Nordeste e Copa Norte.

Assim, teriamos os CAMPEÕES REGIONAIS, bom para os clubes, bom para as TV Regionais, que transmitiriam suas Copas, recebendo de seus patrocinadores regionais, aquecendo a economia regional. Bom para os torcedores e para todos. Estas Copas porporcionariam boas vantagens:

Teriamos mais clássicos ao ano, pois forçaria, por exemplo, os clubes do sudeste jogarem mais entre sí.

Menos despesas por distancia de viagens.

Mais equilibrio entre os clubes, portanto melhores partidas.

Cada região comemoraria seu campeão, proporcionando mais emoções nas finais, os campeões teriam mais mídias e como consequencia,  mais finanças para os clubes, e assim investirem mais em suas equipes.

Vejamos com esta final: o ASA e o Campinense terão mais mídias, mais torcedores e poderão invertir mais em seus clubes, melhorando ainda mais suas equipes. É o futebol alagoano e Paraíbano renascendo…

Isto poderia estar acontecendo no Piauí ou no Maranhão, mas não houveram as participações destes estados. Se a Copa Nordeste valesse classificação para Copa Brasil, e depois Libertadores, tenho certeza, que estes estados participariam, o Naútico não deixaria de participar desta Copa e os grandes se empenhariam mais para vence-lá.

Campeonato Brasileiro 1999 Série B (Fase Final) – Fichas Técnicas

FASE FINAL

 

1ª Rodada

20/11/1999 – Sábado

VILA NOVA  3×2  BAHIA

LOCAL: Estádio Serra Dourada – Goiânia (GO)

ÁRBITRO: Fabiano Gonçalves (RS)

RENDA: Cr$ não informada

GOLS: Clébson 3’, Kal Baiano 29’, Túlio 45’, Uéslei  46’ e Luciano 74’.

CARTÃO AMARELO: Luciano, Jorge Wagner, Jefferson,  Lima e Uéslei.

VILA NOVA: Cássio Luis, Carlos Roberto (R. Souza),  Wladimir (Cláudio), Luiz Cláudio e Ednélson; Hakanay, Cléber, Ado e Kal Baiano  (Reinaldo); Luciano e Túlio. Técnico: Wanderley Paiva.

BAHIA: Alex Guimarães, Clébson, Alex Pinho, Júnior (Jorge Wagner) e Jefferson; Isaias, Lima e Bebeto Campos (Wagner); Dauri (Luis Cláudio), Alex Mineiro e Uéslei. Técnico: Joel Santana.

21/11/1999 – Domingo

SANTA CRUZ  2×1  GOIÁS

LOCAL: Estádio do Arruda – Recife (PE)

ÁRBITRO: Wallace Valente (ES)

RENDA: Cr$ não informada

PÚBLICO: 55.009 pagantes

GOLS: Marquinhos 29’, Tinho (penal) 65’ e   (penal) 78’.

CARTÃO AMARELO: Renato Carioca, Valdomiro, Tiago,  Túlio.

CARTÃO VERMELHO: Neném.

SANTA CRUZ: Nilson, Arley, Janduir, Tinho e  Wellington; Renato Carioca, Marcilio, Marcelinho (Batata), Márcio Allan;  Valdomiro (Eleomar) e Baiano. Técnico: Nereu Pinheiro.

GOIÁS: Harley, Nenén, Álvaro (Tiago), Elvis e  Marquinhos; Silvio Criciúma, Túlio e Fábio (Lúcio); Dill, Fernandão e Araújo. Técnico:  Hélio dos Anjos.

2ª Rodada

24/11/1999 – Quarta-feira

GOIÁS  1×0  VILA NOVA

LOCAL: Serra Dourada – Goiânia (GO)

ÁRBITRO: Marco Antonio Colares Brasil (CE)

RENDA: R$ 334.205,00

PÚBLICO: 35.516 pagantes.

GOL: Araújo 69’

CARTÃO AMARELO; Túlio, Marabá, Luis Cláudio,  Ednélson, Cléber.

GOIÁS: Harley, Túlio, Álvaro, Elvis e Marquinhos;  Silvio Criciúma, Marabá e Cacá (Michel); Dill, Fernandão e Araújo. Técnico:  Hélio dos Anjos.

VILA NOVA: Cássio Luis, Carlos Roberto, Hakanay,  Luiz Cláudio e Ednélson; Cléber (R. Aleluia), Ado (Weslei), Tim e Kal Baiano; Túlio e Juninho (Cláudio). Técnico: Wanderley Paiva.

BAHIA  1×0  SANTA CRUZ

LOCAL: Estádio Fonte Nova – Salvador (BA)

ÁRBITRO: Reinaldo Ribas (RJ)

PÚBLICO: 35.632 pagantes

GOL: Uéslei 34’

BAHIA: Alex Guimarães, Clébson, Alex Pinho, Wellington  e Jefferson; Isaias, Lima e Luis Carlos Capixaba; Dauri (Jorge Wagner), Alex  Mineiro (Luis Cláudio) e Uéslei. Técnico: Joel Santana.

SANTA CRUZ: Nilson, Arley, Janduir, Tinho e  Wellington (Marquinho); Renato Carioca, Marcilio, Marcelinho (Batata), Márcio  Allan (Toninho); Valdomiro e Baiano (M. Fumaça). Técnico: Nereu Pinheiro.

3ª Rodada

27/11/1999 – Sábado

SANTA CRUZ  2×1  VILA NOVA

LOCAL: Estádio do Arruda – Recife (PE)

ÁRBITRO: Romildo Corrêa (SP)

RENDA: R$ não informada.

PÚBLICO: 30.299 pagantes

GOLS: Márcio Alan 4’, Túlio 29’, Tinho 84’.

SANTA CRUZ: Nilson, Arley, Janduir, Tinho e  Wellington (Marquinho); Renato Carioca, Marcilio, Batata (Toninho), Márcio  Allan; Valdomiro (Eliomar) e Cláudio Millar. Técnico: Nereu Pinheiro.

VILA NOVA: Cássio Luis (Cristiano), Carlos Roberto,  Hakanay, Luis Carlos e Ednélson; Ado, Tim, Donizete (Juninho) e Kal Baiano  (Reinaldo Aleluia); Túlio e Luciano. Técnico: Wanderley Paiva.

28/11/1999 – Domingo

GOIÁS  0x0  BAHIA

LOCAL: Estádio Serra Dourada – Goiânia (GO)

ÁRBITRO: Alfredo Santos Loebeling (SP)

RENDA: R$ 178.945,00

PÚBLICO: 20.265 pagantes

CARTÃO AMARELO: Túlio, Michel, Araújo, Vagner, Alex  Pinho, Lima, Luis Cláudio e Alex Mineiro.

CARTÃO VERMELHO: Fernandão, Wladimir e Edmundo.

GOIÁS: Harley, Neném, Álvaro, Silvio Criciúma e  Marquinhos; Túlio, Marabá (Lúcio) e Cacá (Michel); Dill, Fernandão e Araújo (F.  Nunes). Técnico: Hélio dos Anjos.

BAHIA: Alex Guimarães, Wladimir, Alex Pinho, Vágner  e Jefferson; Isaias, Lima e Luis Carlos Capixaba; Dauri (Edmundo), Alex Mineiro  (Perivaldo) e Luis Cláudio (Jorge Wagner). Técnico: Joel Santana.

4ª Rodada

04/12/1999 – Sábado

BAHIA  1×2  GOIÁS

LOCAL: Estádio Fonte Nova – Salvador (BA)

ÁRBITRO: Cláudio Vinicius Cerdeira (RJ)

RENDA: R$ 313.909,00

PÚBLICO: 64.327 pagantes

GOLS: Álvaro 2’, Uéslei 78’ e Neném 81’.

CARTÃO AMARELO: Vágner, Alex Pinho, Uéslei, Álvaro,  Neném e Marabá.

BAHIA: Alex Guimarães, Clébson, Alex Pinho, Vágner  (Nonato) e Jefferson; Isaias, Bebeto Campos e Luis Carlos Capixaba; Dauri (Jorge  Wagner), Alex Mineiro (Luis Cláudio) e Uéslei. Técnico: Joel Santana.

GOIÁS: Harley, Neném, Álvaro, Silvio Criciúma e  Marquinhos; Túlio, Marabá (Lúcio) e Cacá (Michel); Dill, Fernandão e Araújo (Fernando  Nunes). Técnico: Hélio dos Anjos.

05/12/1999 – Domingo

VILA NOVA  1×0  SANTA CRUZ

LOCAL: Estádio Serra Dourada – Goiânia (GO)

ÁRBITRO: Paulo César Oliveira (SP)

RENDA: R$ 119.513,50

PÚBLICO: 37.548 pagantes

GOL: Túlio 6’.

CARTÃO AMARELO: Wladimir, Ednélson, Eleomar,  Janduir e Élder.

VILA NOVA: Cristiano, Carlos Roberto (Rogério), Wladimir,  Luis Cláudio e Ednélson; Kleber, Tim, Donizete e Juninho (Reinaldo); Túlio e Luciano  (Willians). Técnico: Wanderley Paiva.

SANTA CRUZ: Nilson, Arley, Janduir, Eleomar e  Wellington (Marquinhos); Marcilio, Batata (Élder), Marcelinho e Márcio Allan; Fumaça  (Baiano) e Cláudio Millar. Técnico: Nereu Pinheiro.

5ª Rodada

08/12/1999 – Quarta-feira

VILA NOVA  0x1  GOIÁS

LOCAL: Estádio Serra Dourada – Goiânia (GO)

ÁRBITRO: Carlos Eugênio Simon (RS)

RENDA: R$ 335.877,50

PÚBLICO: 35.877 pagantes

GOL: Dill 77’

CARTÃO AMARELO: Hakanay, Cléber, Donizete, Tim,  Elvis, Dill e Marquinhos.

VILA NOVA: Cristiano, Carlos Roberto, Wladimir, Hakanay  e Ednélson; Cléber, Tim, Donizete (Wesley) e Juninho (Kal Baiano); Túlio e Luciano  (Willians). Técnico: Wanderley Paiva.

GOIÁS: Harley, Elvis, Álvaro, Silvio Criciúma e Neném;  Túlio, Marabá e Marquinhos; Dill, Fernandão e Araújo (Cacá). Técnico: Hélio dos  Anjos.

09/12/1999 – Quinta-feira

SANTA CRUZ  2×1  BAHIA

LOCAL: Estádio do Arruda – Recife (PE)

ÁRBITRO: Márcio Rezende de Freitas (MG)

RENDA: R$ não informada

PÚBLICO: não informado

GOLS: Cláudio Millar 9’, Lima 30’ e Valdomiro 36’
.

CARTÃO AMARELO: Marcelinho, Wellington e Bebeto  Campos.

SANTA CRUZ: Nilson, Arley, Janduir, Tinho e Marquinhos;  Marcilio, Élder, Marcelinho e Márcio Allan (Eleomar); Valdomiro (Toninho) e Cláudio  Millar (Baiano). Técnico: Nereu Pinheiro.

BAHIA: Alex Guimarães, Clébson, Júnior, Wellington  e Jefferson; Isaias, Lima e Bebeto Campos; Dauri (Jorge Wagner), Alex Mineiro (Luis  Cláudio) e Uéslei (Edmundo). Técnico: Joel Santana.

6ª Rodada

12/12/1999 – Domingo

BAHIA  4×2  VILA NOVA

LOCAL: Estádio Fonte Nova – Salvador (BA)

ÁRBITRO: Luciano Almeida (DF)

RENDA: R$ não informada

PÚBLICO: 543 pagantes

GOLS: Uéslei 17’, 42’ e 76’, Jorge Wágner 59’,  Túlio 24 e Tim 41’.

CARTÃO AMARELO: Alex Pinho, Luis Carlos Capixaba,  Luis Cláudio e Tim.

BAHIA: Alex Guimarães, Clébson, Alex Pinho (Jorge  Wagner), Wellington e Jéfferson; Izaías, Lima (Perivaldo), Júnior e Luis Carlos  Capixaba; Alex Mineiro e Uéslei. Técnico: Joel Santana.

VILA NOVA: Cristiano, Carlos Roberto, Wladimir,  Luís Cláudio e Ednélson (Rogério Souza); Ado (William), Tim, Kal  Baiano e Kléber; Luciano e Túlio. Técnico: Wanderley Paiva.

GOIÁS  0x0  SANTA CRUZ

LOCAL: Estádio Serra Dourada – Goiânia (GO)

ÁRBITRO: Edílson Pereira de Carvalho (SP);

RENDA: R$ 120.135,50

PÚBLICO: 28.126 pagantes

GOIÁS: Harley (Márcio), Neném, Sílvio Criciúma,  Álvaro e Fernando Nunes; Túlio, Marabá, Cacá e Michel (Élder); Fernandão  (Evandro) e Araújo. Técnico: Hélio dos Anjos.

SANTA CRUZ: Nílson, Arley, Tinho, Janduir e  Marquinhos; Hélder (Eleomar), Marcílio, Marcelinho e Márcio Allan; Valdomiro (Toninho)  e Cláudio Millar (Baiano). Técnico: Nereu Pinheiro.

Ponte Preta Futebol Clube – Jacareí (SP): Fundado em 1933

Escudo da Ponte Preta

A Ponte Preta Futebol Clube é uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Na terça-feira, do dia 31 de janeiro de 1933, um grupo de esportistas, comandados por Alfredo Schurig resolveu fundar um novo clube de futebol, já que o “Esperança Futebol Clube” havia sido desativado.

Os entusiastas deram ao clube o nome de “Ponte Preta Futebol Clube” inspirados que foram na ponte de madeira que ligava o centro da cidade ao bairro do São João.

O sr. Alfredo Schurig cedeu uma área (onde hoje se encontra parte do Jardim Leonídia) e que anteriormente havia sido destinada ao
Esperança”.

No local construiu-se um campo de futebol dotado de lance de arquibancadas, muros e cerquinhas de madeira ao redor do gramado.

Campo do Ponte Preta

Naquele pequeno estádio, o “Ponte Preta” conquistou muitos campeonatos na década de 50. Naqueles torneios, regionais e estaduais, despontaram craques da bola como Aristeu Turci, Didi, Pascoalzinho, Xavantes, Alemão e muitos outros.

Uma foto antes de uma batalha campal

Além das práticas desportivas, os associados e freqüentadores (em sua maioria negros e mulatos em contraste com outros clube
elitistas da cidade) participavam também de reuniões dançantes e recreativas em salões alugados pela cidade.

O clube teve como sedes provisórias um sobrado na esquina da Rua Carlos Porto com a rua Antonio Afonso  e também um casarão na Praça Raul Chaves.

Em 1950, por lei municipal, recebeu uma área de 4 mil metros quadrados na Rua XV de Novembro com o compromisso de iniciar obras no local, fato que não ocorreu.

Muitos anos depois da fundação, após uma batalha jurídica, os herdeiros de Alfredo Schurig reintegraram a posse da área do time
alvi-negro.

O time de futebol passou a treinar no campo da Liga Jacareiense de Futebol, cujo presidente era o ponte-pretano Nicolau Capucci.

Em 1957, o “Ponte Preta”, presidido por Joel Barreto, comprou um terreno de 20 mil m² de propriedade de Orlando Bonano para construir seu campo de futebol.

Contudo, na década de 70, novamente o clube sofreu um novo revés: um decreto municipal do então prefeito Antonio Nunes de Morais Júnior quis desapropriar a área por um valor insignificante.

Iniciou-se nova batalha judicial. A Prefeitura passou a construir as arquibancadas e já na gestão do prefeito Benedicto Sérgio Lencioni foram feitos os muros, alambrados e a pista de atletismo.

Apenaso em 1984, o clube conseguiu receber de volta seu patrimônio e voltou a crescer através de campanhas para reativação do quadro associativo o que levou à construção das piscinas, quadras e sede social.

Parque Aquático do Ponte Preta Futebol Clube
FONTE: Blog de Jacareí

Esporte Clube Elvira – Jacareí (SP)

O Esporte Clube Elvira, hoje somente um clube social, foi
fundado no início do século XX, na ânsia pela criação de um time de
futebol.  Tudo começou em 1917
quando Ubirajara
Mercadante Loureiro, o Biroca, Renato Ramos de Freitas e Francisco de
Lima Sobrinho decidiram formar um time de futebol com jogadores do
“Esperança Futebol Clube” e do “Vila Mariana”. Os três eram funcionários
da Fábrica de Meias Elvira (nome dado em homenagem à filha de seu
proprietário, Manuel Lopes Leal). Em 1918, já conhecido como “Team
Elvira”, a equipe que contava com jogadores da própria fábrica era
formado por Biroca, Chiquinho Patrício, Raul de Lima Raposo, Zózimo,
Leite, Cassianinho, Ditinho, Tirino, Felício Spadoni, Gumercindo Gomes e
Lima. Sem muita estrutura, conseguiu se destacar nas competições da
época e desta forma os donos da fábrica passaram a colaborar com o time.

Team Elvira – 1917

Assim, em 23 de julho de 1920, Jacareí passou a contar
oficialmente com o Esporte Clube Elvira. Naquela época, Seu Manoel
ampliou seus negócios e fundou mais uma empresa, a Fábrica de Meias
Alice (prédio que abrigou posteriormente a Manufactura de Tapetes Santa
Helena e onde hoje está o Vilarreal Supermercados) que contava com uma
ampla área, inclusive com espaço para um campo de futebol que tinha sua
frente voltada para a Rua Rui Barbosa. Em 1921 o campo foi reformado por
Antonio Jordão Mercadante, ganhando, então, uma arquibancada.

Campo do Elvira nos fundos da Fábrica de Meias Alice

O “vermelhinho” fez bater mais forte os corações dos
jacareienses. As partidas do Elvira eram acompanhadas com muito
interesse por trabalhadores, crianças e até por uma banda de música.
Quando os jogos eram fora da cidade, a torcida ia de trem e chegava a
encher vários vagões.

 O time sagrou-se campeão do interior em
1926 e revelou grandes craques como Preá, Cancio e Gradi. Em 1949 foi
Vice-Campeão do Interior e Campeão do Vale do Paraíba.

Na década de 1950, foi construído o Estádio Antonio Jordão
Mercadante com capacidade para três mil torcedores. Nesta mesma década, o
Elvira incorporou o Clube Náutico, às margens do Rio Paraíba.

Estádio Antonio Jordão Mercadante

 Já com estrutura para competir
profissionalmente, sagrou-se campeão da Terceira Divisão Paulista em
1956, título que o levou à Divisão Intermediária. Ao total, participou
por sete ocasiões do Campeonato Paulista de Futebol, a última em 1962.
 

Após longa trajetória, o clube voltou-se somente para o lado
social. Chegou a ter sete mil sócios, mas acabou acometido, assim como
diversos outros clubes, por grandes dificuldades financeiras, tendo seu
campo vendido para empresa do ramo imobiliário e seu clube de lazer
desapropriado pela Prefeitura Municipal para a instalação de um complexo
sócio / educativo denominado EducaMais. 

Fachada do Ginásio Milton Scherma, hoje EducaMais São JoãoFonte: Blog de Jacareí 

SETE DE SETEMBRO–MG x AEROPORTO 1942

O Campeonato Mineiro de 1941 foi disputado por 7 equipes: América, Atlético, Sete de Setembro, Palestra Itália e Aeroporto de Belo Horizonte, Siderúrgica de Sabará e Villa Nova de Nova Lima.

A fórmula era de Pontos corridos em turno, returno e depois um 3º turno em campo neutro, mas a Liga propôs reduzir o último turno para apenas os 4 melhores. Assim, Villa, Sete e Aeroporto foram os eliminados da última etapa disputada no início de 1942.

Para não prejudicá-los, a Liga propôs amistosos nas preliminares dos jogos do campeonato, porém o Villa Nova só aceitou realizar amistosos contra os grandes da capital.

Assim, Aeroporto e Sete partiram para a disputa de um Troféu de nome desconhecido em uma melhor de três, vencida pelo Aeroporto (Time de aviadores de Belo Horizonte).

AEROPORTO 5X2 SETE DE SETEMBRO
18/01/1942
Estádio: Alameda

AEROPORTO 2X2 SETE DE SETEMBRO
01/02/1942
Estádio: Alameda

AEROPORTO 0X0 SETE DE SETEMBRO
22/02/1942
Estádio: Alameda

Fonte: Estado de Minas/Hemeroteca de BH

Cordiali Saluti

Claudio

BLOG DOS PESQUISADORES

Amigo pesquisador,

Acabo de lançar, neste 1º de março de 2013, um novo blog na internet, exclusivamente dedicado a NÓS, pesquisadores, que se chamará PESQUISADORES FUTEBOL CLUBE – O “clube” dos pesquisadores do futebol.

Lá vocês vão perceber que ainda estamos em fase de elaboração das seções e aceitando sugestões.

Uma delas será uma entrevista com um determinado pesquisador. O primeiro amigo pesquisador é o Rodolfo Stella Junior, de São Paulo. Outros já foram convidados e estou recebendo as respostas, as quais tentarei postar uma vez por semana ou duas
vezes ao mês, ainda estamos decidindo. Caso algum amigo queira participar da entrevista, é só responder às perguntas que estão no blog e enviar para o meu e-mail, que é jrca1957@gmail.com.

Para ilustrar a entrevista, o entrevistado pode mandar uma foto mais atual, uma outra foto do seu “cantinho” e de qualquer outro lugar que você queira destacar, tais como bibliotecas que já visitou ou museus.

Além disso, teremos históricos sobre pesquisadores que não estão mais entre nós, dos mais famosos a aqueles que morreram no quase anonimato, “visitas virtuais” a museus e memoriais, novidades no mundo da pesquisa, curiosidades etc.

Também aguardo que os amigos possam sugerir por novas seções. Fiquem à vontade!

Grande abraço e até a próxima.

O endereço do blog é:

http://pesquisadoresfutebolclube.blogspot.com.br/