Amistoso Interestadual – Sport Juiz de Fora 2×1 Internacional-RS

SPORT JUIZ DE FORA 2×1 INTERNACIONAL-RS
Data: 30 de agosto de 1953, 15:15
Local: Estádio José Procópio Teixeira Filho (Campo do Sport)
Renda: Cr$ 41.370,00
Preliminar: Sport JF 1×0 Glória (Campeonato Juizforano de Aspirantes)
Árbitro: Adelino Ribeiro de Jesus
Gols: Pirilo (2), Bodinho
SPORT: Tonico; Márcio, Luiz Gonzaga; Gabriel, Ary, Pedro; Rubem (Ary II), Amarílio, Pirilo, Douglas, Haroldo. Técnico: tenente Heribaldo Lira.
INTERNACIONAL: Milton; Florindo, Oreco; Paulinho, Salvador, Odorico; Luizinho, Salis, Bodinho, Jerônimo (Albery), Fernando (Canhotinho). Técnico: Teté.

Fonte: Folha Mineira (acervo digital da Biblioteca Nacional)

Campeonato Juizforano 1952

Participantes (todos de Juiz de Fora):

  1. Sport Club Juiz de Fora
  2. Tupi Football Club
  3. Tupynambás Futebol Clube
  4. Volante Futebol Clube

Regulamento: turno e returno em pontos corridos.

TABELA

Data Mandante Placar Visitante Estádio
24/08/1952 Tupynambás 0x3 Tupi Dr. José Paiz Soares
31/08/1952 Sport 8×2 Volante José Procópio Teixeira Filho
07/09/1952 Tupi 2×1 Volante Salles de Oliveira
14/09/1952 Tupynambás 2×2 Sport Dr. José Paiz Soares
12/10/1952 Volante 0x0 Tupynambás Dr. José Paiz Soares
19/10/1952 Sport 0x2 Tupi José Procópio Teixeira Filho
26/10/1952 Tupi 2×3 Tupynambás Salles de Oliveira
06/11/1952 Volante 2×6 Sport Dr. José Paiz Soares
09/11/1952 Volante 0x6 Tupi Dr. José Paiz Soares
16/11/1952 Sport 0x2 Tupynambás José Procópio Teixeira Filho
23/11/1952 Tupynambás 2×1 Volante Dr. José Paiz Soares
30/11/1952 Tupi 3×1 Sport Salles de Oliveira

CLASSIFICAÇÃO

Pos Time Pts J V E D GP GC SG
1 Tupi 10 6 5 0 1 18 5 13
2 Tupynambás 8 6 3 2 1 9 8 1
3 Sport 5 6 2 1 3 17 13 4
4 Volante 1 6 0 1 5 6 24 -18

Com estes resultados, o Tupi Football Club sagrou-se Campeão Juizforano de 1952.

Fonte: Folha Mineira (acervo digital da Biblioteca Nacional)

Esporte Clube Treze de Maio – Frutal (MG) e o Clássico contra o Arsenal Futebol Clube

Toda cidade tem seu clássico e a cidade de Frutal, no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba não deixa por menos. Durante décadas, o Arsenal Futebol Clube e o Esporte Clube Treze de Maio protagonizaram o clássico das multidões, uma rivalidade que dividia a cidade em duas.

Há décadas atrás, onde hoje se encontra a Praça dos Três Poderes, existia o estádio chamado Woyames Pinto, com capacidade para 1.500 pessoas, onde os clássicos eram realizados.

Havia na cidade um time chamado Esporte Clube XV de Novembro, onde atuavam os amigos Edgar e Dêgo, dois grandes craques da época. Certa feita, ambos de desentenderam e, em consequência disso, deixaram o Esporte Clube XV de Novembro, indo, cada um deles jogar por uma nova equipe.

Assim sendo, Edgar passou a atuar pelo Esporte Clube Treze de Maio e Dêgo foi jogar no Arsenal Futebol Clube, que era formado por trabalhadores de uma fábrica de bebidas. Nascia aí a grande rivalidade. O Derby frutalense.

O Arsenal Futebol Clube tinha um retrospecto vantajoso nos confrontos, porém, de 1974 até 1982, ano em que o clássico praticamente morreu, o Esporte Clube Treze de Maio reverteu a situação, conquistando títulos importantes, como o Torneio Tubal Vilela no ano de 1979, do qual participavam grandes equipes do Triângulo Mineiro.

A final foi realizada contra o time do Alvorada Futebol Clube, da cidade de Perdizes, que era o bicampeão do torneio. O Esporte Clube Treze de Maio jogava pelo empate, tendo em vistas que no jogo anterior, na cidade de Perdizes, havia vencido por 1 x 0.

O placar final foi 4 x 1 para o Esporte Clube Treze de Maio. Toninho Borges, Olímpio Gonçalves, Paulinho Silva e Garrafinha anotaram para o Esporte Clube Treze de Maio.  O gol de honra do Alvorada Futebol Clube foi feito por Luiz Alberto.

As equipes alinharam assim:

Esporte Clube Treze de Maio: Artur (Bicalho), Braquiária, Branco, Marinho e Reinaldo (Tidas); Vanone, Toninho Borges e Paulinho Silva; Olímpio Gonçalves (Garrafinha), Zanto (Tonhão) e Olimpinho.

Alvorada Futebol Clube: Fernando, Joãozinho, Paulo, Valdir, Carlos, Eduardo (Luiz Alberto), Elvécio (Galo), e Aender; Edeval, Reinaldo e Garnizé.

Esporte Clube Treze de Maio disputou vinte partidas, obtendo 14 vitórias, quatro empates e duas derrotas. Ou seja, disputou 40 pontos, ficando com 32 deles e perdendo apenas oito. O artilheiro da equipe foi o atacante Zanto.

Participaram ativamente do Torneio a seguinte relação de jogadores, comandados por Chiquito: Artur, Pedro Bicalho, Braquiara, Brancão, Marinho, Reinaldo, Toninho Borges, Vanone (Banana), Pontinha, Olímpio Gonçalves, Garrafinha, Zanto, Tonhão, Olimpinho, Paulinho Silva, Tidas, Melado, Pintinho, Elton Pirrolho, Delamar e Mancha.

Nos anos setenta, as duas equipes participaram da Taça Minas Gerais, porém, suas campanhas não foram muito expressivas e a vida de ambas na elite mineira foi curta.

Acredita-se que a demolição do estádio Woyames Pinto em muito contribuiu para que o clássico chegasse ao fim.

Apesar de que a rivalidade dentro de campo não exista mais, a rivalidade entre as torcidas existe até hoje.

 

Fabio Farias – Cidade alvi-negra Treze de Maio F.C.

“Hoje Frutal não possui mais times profissionais. Quando se fala de 13 e Arsenal é como se falássemos de um tempo tão distante que mal podemos vislumbrar. Às vezes a própria imaginação conta mais que a memória. Dos clássicos, nada ficou, senão histórias quase esquecidas. Alguns esqueletos na cidade ainda trazem os nomes e símbolos dos clubes, mas não passam de nomes. Quem olha pra um muro com um símbolo antigo muitas vezes nem sabe do que se trata. Os que sabem, já nem olham mais. Os que olham, vêem algo esquecido sob a poeira do tempo. Talvez isso se deva à triste certeza de que o futebol mudou, tudo mudou. E aconteça o que acontecer, esse duelo não mais existirá nem mobilizará as multidões, como nos tempos áureos do futebol de Frutal.”

 

Alunos da UEMG homenageiam times de futebol de Frutal

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de quatro alunos do curso de Comunicação Social da UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais) homenageou dois importantes times de futebol da cidade de Frutal. A apresentação do vídeo documentário que contou a história de rivalidade entre o Arsenal e o Treze foi feita no anfiteatro da universidade, na última semana e contou com a presença de várias pessoas da comunidade.

De acordo com o orientador do trabalho e coordenador do curso, Lausamar Humberto, o curta-metragem ‘Arsenal vs Treze: um clássico nos grotões de Minas. Uma reconstituição sentimental’ é uma narrativa da paixão de duas torcidas por seus times. “Os alunos fizeram uma reconstituição sentimental da época de ouro do futebol em Frutal. Um documento de inestimável valor histórico”, destaca.

Um dos alunos que produziu o documentário, Rafael Del Giudice Noronha, comenta que o principal desafio ao desenvolver o trabalho foi a falta de registros históricos. “Nós tratamos da primeira fase dos times, que começou em 1959. A parte mais difícil foi vender a ideia e convencer os personagens a participar do curta metragem. O desafio valeu a pena, pois o resultado ficou muito bom”.

Segundo o ex-jogador do Arsenal, atual advogado Antenor Castro, o resgate histórico feito pelos estudantes é muito importante para a preservação da memória dos times. “O Arsenal e o Treze foram as equipes de futebol mais importantes do município, até hoje se discute os motivos que os levaram ao fim. A paixão de quem viveu essa época nunca vai acabar, estou feliz por poder fazer parte desse trabalho”, afirma.

O aposentado, ex-jogador do Treze, Manoel Neto de Oliveira, conta que relembrar a história do futebol frutalense é reviver uma das melhores épocas. “Eu fui jogador por 15 anos e aprendi muita coisa no Treze, é indescritível a sensação de ter feito parte desse momento. Serei sempre grato pela oportunidade de representar o esporte em um dos mais importantes times da cidade”. (SECOM)

 

Fontes:

360frutal.blogspot.com.br – Rafael Del Giudice Noronha

Fudibol.blogspot.com.br – Fabio Farias

www.frutal.mg/gov/br

www2.lidercomp.com.br

www.facebook.reviverfrutal

http://youtu.be/OahmwdsF8l0

 

Associação Esportiva Central Barreiros – Barreiros (PE)

A Associação Esportiva Central Barreiros foi uma agremiação do Município de Barreiros (PE). Localizado 102 km da capital pernambucana, Barreiros conta com uma população de 42.105 habitantes (Segundo o IBGE de 2014). O clube barreirense foi Fundado no dia 12 de Setembro de 1939, por funcionários da Usina Central Barreiros, no setor da cana-de-açúcar.

A Sede da A.E. Central Barreiros ficava na Avenida Senador Felisbino Vasconcelos, s/n, no Centro de Barreiros. O time mandava os seus jogos no Estádio Municipal Luiz Brito Bezerra de Melo, com capacidade para 5 mil espectadores.

Time de 1969

HISTÓRIA

Um pioneiro. Assim poderíamos definir o Central Barreiros que faturou títulos expressivos e se tornando o 1º clube a faturar títulos em nível estadual. O clube barreirense  se sagrou Campeão da II Taça Pernambucana de 1964. Sete anos depois debutou no Campeonato Pernambucano da 2ª Divisão, em 1971. Já na temporada seguinte, o clube fez história!

1º CLUBE DO INTERIOR CAMPEÃO DA 2ª DIVISÃO

Em 1972, Associação Esportiva Central Barreiros fez história. Pela primeira vez um clube fora do Recife faturou um título estadual. O Central Barreiros chegou na fase final diante do Caxangá, numa melhor de três, chegou ao inédito título de Campeão do Campeonato Pernambucano da 2ª Divisão de 1972.

No primeiro jogo, no domingo, do dia 14 de maio de 1972, o Central Barreiros, mesmo jogando como visitante, venceu o Caxangá por 2 a 0, deixando o título bem encaminhado.

Uma semana depois, no domingo, do dia 21 de maio de 1972, atuando no Estádio Municipal Luiz Brito Bezerra de Melo, em Barreiros,  o Central Barreiros não desperdiçou a oportunidade e, de forma contundente, goleou o Caxangá por 4 a 0, faturando o caneco.

Time posado de 1973

FESTA DA ‘ENTREGA DAS FAIXAS’

Na quarta-feira, do dia 31 de maio, no jogo da ‘entrega das faixas’, o Central Barreiros recebeu a visita do Náutico Capibaribe (vice-campeão da 1ª Divisão ao lado do Sport Recife), mas acabou derrotado pelo placar de 3 a 1. Gols de Camutanga, duas vezes, e Dimas, contra; enquanto Lulinha fez o de honra do clube barreirense.

Em 1977, o Central Barreiros participou do Torneio Governador Moura Cavalcanti Torneio Seletivo, organizado pela Federação Pernambucana de Futebol, que na prática era uma Segunda Divisão, numa versão profissional. A motivação pela competição contagiou desde os funcionários da Usina Central Barreiros até o prefeito da cidade.

Contudo, o que era confiança se transformou num grande fiasco, com a fraca campanha do clube. Apesar de ter jogado como mandante em seis das nove rodadas, o Central Barreiros não venceu nenhum jogo, somando apenas um pontinho em 18 disputados. 

Time posado de 1977

Time-base de 1951: Tempestade; Dida e Béu; Chico, Figueira e Paraíba; Chocolate, Zé Pequeno, Alcides, Dija e Eures. Técnico: Nelson Fonseca

Time-base de 1970: Reginaldo; Zoni, Dema, Lima e Paulo; Paulo Roberto e Cacá; João, Biola, Lulinha e Doge.

Time-base de 1971-72: Maurício; Zome, Dema (Dimas), Lima e Luís (Doge); Bagé e Cacá; Matuto, Frazão, Lulinha e Tana.

Time-base de 1973: Maurício; Ernane (Louro), Zé de Lima, Amaro e Dimas; Géo e José Alfredo; Prego, Pajé, Ariba e Beto (Doge). Técnico: Onildo Belo.

Time-base de 1977: Luizito; Zone, Neném, Neto e Silva; Arnon e Moacir; Rubens, Edvaldo, Cacá e Moisés. Técnico: Paulo Domingues.

  

FONTES: Diário de Pernambuco – Jornal de Recife – A Província

Arsenal Futebol Clube – Frutal (MG): Uma edição na Elite Mineira de 1976

O Arsenal Futebol Clube é uma agremiação do Município de Frutal (MG). O Galo Alvi-grená foi Fundado no dia 03 de Janeiro de 1962, o Arsenal mandava os seus jogos no saudoso Estádio Woyames Pinto.

O momento ímpar, na história do clube, aconteceu no ano de 1976, quando participou do Campeonato Mineiro da 1ª Divisão. O Arsenal terminou na 8ª colocação no Grupo B (e, no geral, ficou em 16º lugar, num total de 22 clubes).

No total, foram sete pontos, em 10 jogos: duas vitórias, três empates e cinco derrotas; nove gols pró e 21 contra, com saldo de 12 negativos. Atualmente, o Arsenal de Frutal disputa apenas campeonatos de categorias de base.

 

FONTES: Rsssf Brasil – Wikipédia

 FOTOS: Leila Maria Chagas Demétrio

Tamoio Futebol Clube – Santo Ângelo (RS): Uma participação na Elite Gaúcha

O Tamoio Futebol Clube foi uma agremiação da Cidade de Santo Ângelo (RS). O Tricolor (vermelho, azul e branco) foi Fundado no dia 1º de Julho de 1944, mandava os seus jogos no Estádio Assis Ramos Escobar, com capacidade para 6 mil espectadores.

Ao longo de quase três décadas de existência, o Tamoio foi Campeão do Campeonato Gaúcho da 2ª Divisão em 1960 e 1970 (quando venceu a Chave 4, uma vez que não havia finais). Na Elite do Futebol Gaúcho, o Tamoio participou de uma edição de 1971. Na Segundona foram oito participações: 1960, 1963, 1964, 1965, 1966, 1967, 1968 e 1970.

Fusão deu origem a Associação Esportiva Santo Ângelo (AESA)

Em assembléia realizada no dia 21 de abril de 1972, foi decidido fusão entre os clubes santo-angelenses: Tamoio e Grêmio Sportivo Santo-angelense, dando origem a Associação Esportiva Santo Ângelo (AESA).

Na época, o estádio do Tamoio tinha capacidade para 6 mil pessoas. Com a fusão, o objetivo era construir um estádio para abrigar 30 mil torcedores. O presidente do Conselho Deliberativo Irany Araújo dos Santos e o secretário Jorge Meneghetti comandaram a assembleia, que, formou a Comissão Pró-Fusão com Rolando Stümpfle, Clemente Bandeira, João Carlos Medeiros, Newton Furtado Fabrício, Assis Brasil Ramos Escobar, Celso Ritter e Armindo Bratz.

 Depois, o Esporte clube Santo Ângelo foi a fusão do Tamoio, Elite, Grêmio e a AESA,  em 02 de fevereiro de 1976. Dois anos depois (1978), foi extinto e a fusão desfeita. A SER Santo Ângelo foi a fusão do Tamoio, Elite e Grêmio,  em 26 de Setembro de 1989. Em 2011 mudou para AER Santo Ângelo, mas continua sendo conhecida como SER.

 

FONTES: Blog Times do RS – Jornal & Revista O Mensageiro  

FOTO:  Livro As Glórias do Futebol Santo-Angelense.

Jogo Histórico – Independência(SP) x Botucatuense(SP)

CA INDEPENDÊNCIA (SÃO PAULO-SP)

3

AA BOTUCATUENSE (BOTUCATU-SP)

0

DATA: 17 de fevereiro de 1924 LOCAL: Botucatu – SP
JUIZ: CARÁTER: Amistoso Nacional
GOLS: De Maria, Feliziate e Caetano
Independência(SP): Tuffy; Octavio e Mechi; Feliciano, Paes e Jundiahy; Caetano, Feliziate, Taubaté, Tavares e De Maria.
Botucatuense(SP): Zanella; Octacílio e Branco; Tigre, Zé Negrinho e Canho; Legra, Jurandyr, Garsezi, Quevedo e Azevedo.

Atlético Matogrossense-MT

Clube Atlético Matogrossense

Um jovem contador, Ivan Paes de Barros foi seu mentor e fundador em 1948, ao lado de muitos outros desportistas, como Macário Zanagape (primeiro presidente e eterno treinador), os irmãos Matoso, Luis Haddad entre outros. Ivan Paes de Barros morreu novo, e nem teve a oportunidade de ver seu clube conquistar um campeonato. Disputou os certames de 1949 até 1966.

Era um clube fundado e bancado pela elite cuiabana, mas com grande respaldo popular. Conquistou os certames de 1946, 1950, 1955, 1956, 1957. Foi um clube de ponta do futebol mato-grossense.

Clube Atlético Matogrossense, campeão invicto de 1960

O time do Clube Atlético Matogrossense, foi considerado a sensação do futebol estadual no final dos anos 1950 e início dos 1960. Em 1960 foi campeão invicto (campeão ?). Tinha craques como Fulêpa, Vital, Luiz Toucinho, Fião, Ariel, Nato, Franklin, Damasceno e Lício Amorim. O presidente era Makário Zanacape João de Deus, e que tempos depois chegou a dirigir a então FMD,

Clube Atlético Matogrossense no campeonato estadual de 1986

O Clube Atlético Matogrossense disputou seu último campeonato estadual em 1987.

Fontes:
futebolnacional.com.br
oatual.com.br
Arquivos pessoal