UM SANTOS na ESTÔNIA

Nesta nova temporada que vai começar em Abril na Estônia temos uma novidade bem brasileira,pelo menos no nome.Novo promovido a terceira divisão do país,com sede na cidade de Tartu,apresento a vocês o SANTOS FC TARTU.Até onde eu sei,por enquanto,o nome não é nenhuma homenagem a matriz brasileira,mas não deixa de ser uma coincidência né..vamos pesquisar

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O DIA 13 DE MARÇO NO FUTEBOL

13/03/1926 – É fundado na Espanha na Cidade de Oviedo o Real Oviedo clube da segunda divisão espanhola.

13/03/1955 – Nasce na cidade de Nettuno província romana o meia-atacante Bruno Conti campeão mundial em 1982 pela Itália ex-jogador da Roma e Genoa campeã italiana da temporada 82/83 pela Roma.

13/03/1957 – BRASIL 4-2 CHILE, pela Copa América em Lima o Brasil estréiou dando uma rolha nos chilenos com gols de: Didi (3), Pepe (Bra); Ramirez, Fernandez (Chi).

13/03/1960 – BRASIL 1 – 2 ARGENTINA, em San José/Costa Rica pelo jogos Pan-Americanos clássico sul-americano com vitória portenha gols: Belén, Nardiello (Arg); Juarez (Bra) detalhe o Brasil foi representado por um combinado gaúcho e alguns jogadores de outros times.

13/03/1974 – Nasce na cidade de Nazaré das Farinhas/BA o volante polêmico e carismático Marcos André Batista Santos o Vampeta, ex- Vitória, Corinthians, Flamengo, Internazionale, PSG, Goiás, Brasiliense e agora no Juventus/SP. Campeão do mundo em 2002.

13/03/1977 – PARAGUAI 0 – 1 BRASIL, pelas Eliminatórias da Copa de 78 em Assunção o Brasil vence com um gol contra de Insfran.

UNIÃO BANDEIRANTE,um time que marcou o futebol paranaense!!!

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Fundado em 15/11/64, o União foi durante muitos anos um verdadeiro terror para as equipes da capital.Era praticamente imbatível jogando em seus domínios no Estádio Comendador Luis
Meneghel,na Vila Maria.
Administrado pelos fundadores, membros da tradicional família Meneghel, proprietária da Usina Bandeirante,nome inicial do clube,depois fusionou-se com o Guarani e mudou para União.O eterno presidente Serafim Meneghel tornou-se figura lendária no futebol paranaense,
pois não gostava de perder e, às vezes, usava de fatores extra-campo para conseguir um bom
resultado, principalmente pressionando árbitros com uns tirinhos, ou exigindo uma penalidade máxima.

Folclore ou lendas criadas em torno do grande desportista são transmitidas de geração em geração.
A verdade é que, com seu estilo corajoso, Serafim fez o futebol do interior ser respeitado e
enfrentou as mazelas das equipes da capital com a mesma moeda.

Apesar de nunca ter conquistado o título máximo, o União tem tradição e inúmeras
histórias de decisões memoráveis.O clube foi cinco vezes vice-campeão paranaense em 1966,
1969, 1971, 1989 e 1992,sendo que em 1992,esteve muito perto do título,perdendo para o
Londrina na final.Conquistou o campeonato paranaense da segunda divisão 2 vezes (1988 e 1992).

Mesmo não conseguindo o título estadual a equipe obteve outras conquistas:
Copa Norte do Paraná: 1973,Torneio Integração: 2 vezes (1974 e 1975),Taça Itaipu: 1975,Taça Sul: 1975,Torneio Navaro Mansur: 1988.
Também possuía um belo trabalho nas categorias de base onde obteve até títulos internacionais.
Campeonato Paranaense de Juniores (Sub-20): 3 vezes (1995, 2000 e 2002) e a tradicional Dallas Cup – (Sub 17), nos EUA : 2 vezes (1997) e 2000).
Infelizmente o clube fechou as portas em 2007.

ALGUMAS EQUIPES INESQUECÍVEIS

O ESQUADRÃO DE 1966: Orlando, Orlando Maia, Pescuma, Geraldo Roncato e Serafim, Tião Macalé e Charuto. Carlinhos, Eni, Paquito e Tião Abatia. Técnico: Nilton de Sordi, campeão do mundo em 1958, e titular durante muitos anos como lateral-direito do São Paulo F.C.

1966-67 UNIÃO BANDEIRANTES: Orlando, Orlando Maia, Pescuma, Geraldo e Serafim, Charuto, Macalé, Abatiá (Amadeu), Carlinhos, Paquito e Eni (Paulinho), Ademar, Gilberto goleiro, João Carlos, Josué e Waldir.

1968 UNIÃO BANDEIRANTE: Gilberto, Orlando Maia, Pescuma, Geraldo e Serafim, Macalé e Charuto. Osvaldinho, Nondas, Robertinho (Tião Abatiá) e Zé Luiz, (Orlando gol), Celso, Carlinhos, Quarentinha, Palomares (Paquito) e Mário.

1969/70 UNIÃO BANDEIRANTE: Laércio, Osmarino, Josué, Geraldo, Machado, Celso e Tião Macalé; Nondas, Paquito, Carlinhos, Zé Luiz (Ocimar). Rubens, Tião Abatiá, Paulo Roberto, Valério goleiro, Pescuma. Vicente goleiro, Carlos Roberto, Henrique Pereira, Gaúcho.

1970 VICE-CAMPEÃO DO TORNEIO INTEGRAÇÃO EM ANÁPOLIS-GO. Participação de 14 equipes. Rosã, Carlos Roberto, Sílvio, (Celton . Geraldo Roncato e Nilson; Macalé, China, Noriva, Carlinhos e Russinho. Os destaques eram o goleiro Rosã, ex-Ferroviária de Araraquara e Palmeiras.

Fontes:Interior Bom de Bola,Wikipedia e internet

O Princípio da Realeza!!!!

Quase toda a Espanha odiava aqueles onze craques.Por mais que se procurasse uma explicação,
era impossível entender por que Di Stefano,Puskas e seus companheiros,que encantavam o
mundo com a camisa do Real Madrid, mas não rendiam o mesmo pela Seleção Espanhola(PS:já
vi esse filme n sei onde?) na época os jogadores defendiam o país onde moravam.
Os torcedores do Real Madrid, no entanto, compreendiam perfeitamente o desempenho de
seus ídolos. Mais do que talento, eles sabiam que o que movia o maior time da década de 50
era a força de um homem que só exigia de seus discípulos um compromisso diário com a vitória
o presidente Santiago Bernabeu.

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Os campeonatos europeus

Desde os anos 20, quando era zagueiro do clube, Bernabeu alimentava o sonho de formar a
melhor equipe do mundo. Quando assumiu a presidência, no início da década de 40 ele deu
início a um trabalho planificado que começou com a construção de um gigantesco estádio no
bairro Chamartin, com capacidade para 12 mil pessoas.

O passo seguinte foram as contratações. Após ver uma exibição do Millonarios de Bogotá,
em Madrid, Bernabeu se encantou pelo futebol de dois jogadores argentinos: Di Stefano e
Nestor Rossi. As negociações com o jogador e o River Plate a quem pertencia seu passe foram
longas, mas, em 1953, Di Stefano se transferia para a Espanha. Nestor Rossi, porëm, preferiu
continuar na Colômbia.

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Di Stefano

Em seguida chegava o ponta-esquerda Gento, contratado ao Santander.
Com o embrião formado, o Real venceu o bicampeonato espanhol de 1954 e 1955 e se
credenciou a disputar a Copa dos Campeões, abrindo espaço para as conquistas internacionais.
Para isso, o técnico Villalonga pediu as contratações do lateral Marquitos outro do Santander
e do meia Rial. Com eles, a torcida sentiu pela primeira vez o gosto de ter a Europa aos pés,
vencendo a Copa dos Campeões de 1956, em uma inesquecível final contra o Reims, da França,
quando virou para 4 x 3 um jogo que perdia por 2 x 0 e virou para 3 x 2.

Mas o sonho de Santiago Bernabeu era maior. Por isso, em seguida era contratado o atacante
francês Kopa. Um ano depois, em 1957, era a vez do húngaro Puskas, que abandonara o
Honved por estar descontente com a situação política de seu país. A FIFA, no entanto, o obrigou
a cumprir uma suspensão de dois anos, por ter se desligado do clube sem autorização. Quando
entrou no time, em 1959, o Real já havia conquistado o bicampeonato espanhol de 1957 e 1958
e o tri da Copa dos Campeões, em 1958. Já tinham chegado ao clube os brasileiros Didi que logo
foi embora acusando Di Stefano de boicotá-lo e Canário. E o técnico Villalonga fora substituído pelo argentino Luis Carniglia.
Uma coisa, pelo menos, não tinha mudado. A filosofia da equipe continuava a alcançar a
vitória em tudo o que disputava.

Assim,com Puskas, viria também o pentacampeonato europeu em 1960, em uma final contra o Eintrach Frankfurt, da Alemanha, em que o Real deixou claro que não possuía apenas o melhor conjunto da Europa, mas os dois principais craques do planeta. Na vitória por 7 x 3, Puskas marcou quatro vezes, deixando para Di Stefano a responsabilidade pelos outros três. Um mês depois, o Real conquistaria o título mundial vencendo o Penarol por 5 x 1 em Madrid. Dali em diante, o ideal de Santiago Bernabeu morreria e o time jamais seria o mesmo. A concretização do sonho do presidente, no entanto, deixou intacto o respeito por aquelas onze camisas brancas. Afinal, até hoje todo o mundo sabe que para vesti-las é preciso ser digno da realeza.

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Os Reis europeus,
De pé:Domingues,Marquitos,Santamaria,Casal,Vidal e Pachin;
agachados:Canário,Del Sol,Di Stefano,Puskas e Gento

Fonte:PLACAR

Memórias do Rádio

Pelos idos de 1963, jogavam no Maracanã os times do Royal de Barra do Piraí e do Campo Grande, na preliminar de Fluminense e América.Oscar Nora, narrava o jogo da tribuna de imprensa, quando ameaçou um temporal.
Nora combinou com o operador de som, que na primeira oportunidade iria mudar de lugar, procurando uma cobertura.
De repente o grande artilheiro, Flávio Horta, o Pardal, faz um gol para o Royal. Nora pensou “é agora”! Enquanto gritava o gooolllll, os dois passaram a mão na aparelhagem, mas deram as costas para o campo e não viram que o gol havia sido anulado.

Nora passou o resto do primeiro tempo dizendo que o placar estava 1 a 0 para o Royal, o que chamou a atenção de figuras como Nelson Rodrigues, João Saldanha e Jorge Curi que, sentados na tribuna, bem ao lado, a todo instante que Nora anunciava o placar errado, olhavam para o jovem e equivocado narrador.

No intervalo, achando que estava abafando, afinal os três não tiravam os olhos dele, Nora resolveu indagar a Nelson Rodrigues:

“E aí mestre está gostando?”
Imediatamente veio a resposta fulminante com aquela voz mole:
-“Estou gostando sim, meu filho. Só que o jogo está 0x0. Esse gol que você está dizendo, foi anulado.”

Parecia que o mundo caíra sobre sua cabeça. Nora, astuto e com a categoria que Deus lhe deu, não conversou e tratou de colocar a culpa no garoto do placar e na federação, dizendo que era uma armação. Era tarde. O vexame já havia sido dado e não havia como consertar. Coisas que acontecem com quem fala de improviso e ao vivo.

Fonte:Livro Varandão da Saudade

O DIA 12 DE MARÇO NO FUTEBOL

12/03/1953 – BRASIL 2 – 0 EQUADOR, pela Copa América em Lima Peru o Brasil bate os equatorianos em seu segundo jogo na competição com gols de: Cláudio C. Pinho, Ademir Menezes

12/03/1981 – CORINTHIANS 1 – 4 SANTA CRUZ, em pleno Pacaembu e se aproveitando de uma crise parecida com a do ano passado e o Santa não se fez de rogado goleou com Dada Maravilha fazendo o gol “goleiro sumido” alusão ao sumiço do goleiro Solito que tinha abandonado o clube, e Solitinho pagou o pato e sofreu 4 gols e na estréia de Zenon no timão: Zenon; Amílton Rocha (2), Dario, Baiano (Sta).

12/03/1986 – ALEMANHA 2 – 0 BRASIL, em Frankfurt é nela mesmo esta cidade dá calafrios nos brasileiros, em seu primeiro jogo preparatório para a Copa do México em 86 o time de Telê cai frente aos alemães com gols de: Briegel, Klaus Allofs.

Famoso pênalti do Pato Branco – “narração de um locutor misterioso”

Ao ver matéria de hoje enviada pelo Michel McNish – Conheça o Pato Branco – lembrei-me da famosa narração de um penâlti para o Pato Branco no último minuto de um jogo decisivo. Só não sei se é o mesmo Pato Branco. Aí vai:

-Tá na marca fatal. Zézinho pronto para a cobrança do pênalti. Vamos lá meu garoto…..Pato Branco está orgulhosa de você.
É o clube indo pela primeira vez pra primeira divisão….Isso Zézinho, meu garoto. Fé e bola na rede….(entra a intervenção do reporter: Acho que depois da cobrança o juiz vai encerrar o jogo ).
Vamos lá Zézinho……. vamos lá Zézinho…….vamos lá Zézinho……Pato Branco batendo….coração batendo…Zézinho correu…apontou…atirou….
PQP – prá foooooooooraaaaaaa. Não é possíííííveeel.
Fonte: Gafes da Rádio e da TV – Milton Neves

ESTES GORDINHOS MARAVILHOSOS E SUA FOME DE FAZER GOLS

Ferenc Puskas Biró, nascido em Budapeste em 02 de Abril em 1927, maior jogador do Leste Europeu e um dos maiores goleadores do mundo com 766 em 851 partidas média de 0,90 gol por jogo, pela Seleção Húngara marcou 84 gols em 85 jogos medalha de ouro em 1952 nas Olimpíadas de Helsinki, conhecido como Major Galopante por ser Major da Cavalaria Húngara com 358 gols pelo Honved e 324 pelo Real Madrid, atuou também pela Seleção Espanhola na Copa de 62 ao lado de Alfredo Di Stefano levou o Real Madrid á condição de melhor time do mundo e foi o lado do argentino o melhor do mundo antes da era Pelé. Faleceu em Budapeste em 17/11/2006.

Alcindo Martha de Freitas, nascido em Sapucaia do Sul/RS em 31 de Março de 1945, conhecido como Bugre Xucro foi o segundo maior artilheiro do Grêmio em Gre-Nais com 12 gols e 264 gols em sua passagem pelo clube é o maior artilheiro da história tricolor, forte e um pouco acima do peso em certas ocasiões era colocado deitado no meio do gramado durante o sol quente só com proteção na cabeça e coberto por cobertores para perder peso, jogou até 1978 e na Seleção marcou 7 gols e disputou a Copa de 66.

Antônio Wilson Vieira Honório, conhecido Coutinho, nasceu em Piracicaba em 11 de Junho de 1943, considerado o grande parceiro do Rei. Muito habilidoso fez grandes jogadas com Pelé (as famosas “tabelinhas”, ou seja, passes seguidos de um para o outro, algumas vezes usando só a cabeça, e que geralmente acabava com um dos dois chutando à gol, acabou encerrando a carreira precocemente, devido a sua tendência para engordar. Era para ser o titular da Seleção Brasileira na Copa de 1962, mas se machucou na véspera da competição e perdeu o lugar para o Vavá campeão de 1958 Coutinho tinha como principais virtudes a frieza e a tranqüilidade nas finalizações. Ele tinha duas grandes características: driblava os adversários em poucos espaços e finalizava um lance com uma perfeição raramente vista. Dessa forma, recebeu o apelido de “gênio da pequena área”, marcou 370 gols pelo Santos.

Gerhard Müller nascido em Nördlingen, em 03 de Novembro de 1945 apelidado de Der Bomber ou O Bombeiro este baixinho e gordinho foi sete vezes artilheiro da Bundesliga e até a Copa de 2006 era o maior artilheiro em Copa do Mundo com 14 gols superado por um aparentemente gordinho Ronaldo Nazário, autor de 763 gols na carreira, Müller sofria por causa de seu tipo físico, mas depois as defesas é que sofreram, e parou de ser chamado de “der dick” ou “o gordo”, agora era o homem bomba. Müller de estatura mediana (1,74m), atarracado (74kg e pernas curtas e muito grossas, que davam a impressão de ser mais baixo do que era), atuava como centro-avante em um futebol que em geral aprecia centroavantes altos, mas que tinha em Müller, Uwe Seeler (de 1,65m) e Klaus Fischer (igualmente com 1,74m), alguns dos melhores centroavantes de sua história e grandes ídolos do futebol germânico.

Jorge Augusto Ferreira de Aragão’, o Beijoca nascido em Salvador em 23 de Abril de 1954, foi um grande e talvez o maior atacante que desfilou nos gramados da Bahia. Beijoca foi um dos grandes ídolos do Esporte Clube Bahia com 106 gols com a camisa do Bahia, defendeu vários clubes como Fortaleza, Flamengo, Sport, Vitória e Catuense, fanfarrão sempre vivia em briga constantes com a balança, apesar do peso o que lhe rendeu o apelido de trator dado por Jorge Curi depois de um jogo contra o Botafogo/RJ no Maracanã e outras confusões que aprontava dentro e fora dos gramados, adorava um acarajé acompanhado de várias cervejinhas.

José Ferreira Neto, ou simplesmente Neto, nascido em Santo Antonio de Posse em 9 de setembro de 1966, entre bons e maus momentos vividos em sua carreira e sua eterna briga com a balança onde confessa que não resistia a pasteis, guloseimas e refrigerantes, polêmico mais um dos gênios da bola, defendeu os 4 grandes times de São Paulo, mais foi no Corinthians que se tornou ídolo ao levar o time a conquista do brasileiro de 1990, exímio batedor de faltas e escanteios foi autor de belos gols desde os tempos de Guarani, jogou no Bangu, Atlético/MG pela seleção brasileira marcou 7 gols e 26 jogos. Fez mais de 110 gols em sua carreira.