O DIA 11 DE MARÇO NO FUTEBOL

11/03/1956 – CALOUROS DO AR 2 – 0 FERROVIÁRIO, Em Fortaleza a surpresa da temporada vence o carimba o seu único titulo estadual na história. Zezinho e Zuzinha fizeram os gols.

11/03/1978 – Nasce em Abidijan, Costa do Marfim Didier Yves Drogba Tébily, atacante do Chelsea/ING e da Seleção da Costa do Marfim onde marcou 34 gols em 52 jogos, começou no Lê Mans/FRA, Guigamp e Olimpique Marselha também da França, defende o clube inglês desde a temporada 2003/2004 até hoje em 138 jogos marcou 65 gols pelo time londrino.

11/03/1981 – FLUMINENSE 1 – 2 VITÓRIA/BA, pela segunda fase do brasileiro o time baiano comandado por Zé Augusto ele mesmo que foi técnico do Corinthians ano passado por alguns jogos volta a vencer o Fluminense no Rio de Janeiro. Zé Augusto e Ronaldinho (Vit); Cláudio Adão (Flu).

11/03/1984 – CRB 1 – 0 PALMEIRAS, em Macéio pela segunda fase do brasileiro o CRB vence o Palmeiras pela primeira vez na história com um gol de Joãozinho Paulista.

Estrela da Saude – Campeão da 2a. Divisão Prof. de São Paulo em 1959

[img:distintivo.jpg,full,centralizado]

Tentei colocar o escudo do clube neste texto mas não consegui. O escudo está no seguinte endereço: http://www.simmm.com.br/memorias/estreladasaude/home.asp

Procurei o escudo do Estrela da Saude na “busca por escudos” e não encontrei. Portanto, aí está a sugestão. Segue abaixo pequeno relato extraído do endereço acima:

O romantismo de homens de aparência rude deu origem a um nome singelo, mesclando a pureza do céu azul, das estrelas brancas e do então distante bairro da Saúde. Assim nasceu, no ano de 1917, o Estrela da Saúde. Sua história, contudo, é uma das mais belas do futebol brasileiro.
A exemplo de muitas outras equipes da época, o Estrela deu seus primeiros passos amparado por jovens imigrantes italianos, operários das Indústrias Moinho Santista.

E, não fosse pelo olhar romântico de um de seus fundadores, que mirou o céu e, ao contemplar as estrelas, definiu nome, cor e bandeira do futuro clube, teríamos hoje um Palermo, Napoli ou Piemonte, nomes italianos que estavam na moda.

Campeão amador, em 1949, então com 37 anos de vida, ingressou no profissionalismo, disputando a segunda divisão durante nove temporadas, quando atingiu a primeira divisão. Essa é a sinopse da envolvente história de um clube com 83 anos de vida próspera e fiel às suas origens.

Em 1959 o Estrela da Saude sagrou-se campeão da segunda divisão de profissionais do estado de São Paulo. No entanto, nesta época o Estrela perdeu o seu campo e a FPF exigia que as equipes deveriam ter campo com arquibancadas para no mínimo 15.000 pessoas. O sonho acabou.
Nesse tempo o time disputou a segunda divisão e algumas pessoas ilustres juntaram-se à sua diretoria: João Atalla, João Valdeir Amadeu e Jerônimo Varzelle, Milton Muniz, Roberto Sanches-Rocco ( massagista do Estrela e do Corinthians Paulista ), entre outros.
As equipes de base do Estrela souberam também desempenhar o seu papel:
-Em 1950, campeão paulista de futebol juvenil
-Em 1952, vice-campeão juvenil do torneio Vicente Feola.
Hoje sua sede situa-se em um terreno próprio de 96.800 m2 na estrada de Cumbica 475, na Represa de Guarapiranga.
HINO DO ESTRELA
Se você quer acabar com as tristezas
Passe um domingo no clube do Estrela
Todos os domingos tem futebol e é pra valer
A turma vai lá pra jogar e pra vencer
Mas o Estrela é o clube do futuro
Se você vai com dinheiro
De lá você volta duro.
Fonte: SIMMM o Site do Futebol Amador

Clubes Extintos de Foz que fizeram história!!

Passaram também pela história do futebol amador times que não existem mais, mas que tiveram grande importância no desenvolvimento desse esporte em nossa região, entre eles o tricolor (branco vermelho e preto) Sociedade Ginástica Iguaçu, que tinha na pessoa do saudoso “Capitão Ciríaco” seu maior incentivador. Fundado em 1939, teve uma passagem importante no cenário esportivo iguaçuense.

Também o Industrial, vinculado à então poderosa empresa Industrial Madeireira, nas cores preto e amarelo, teve seus dias de glória, entre os anos de 1953 e 1965, destacando-se o atleta e dirigente Roberto Côco Grinet. De uma dissidência do Flamengo em 1960, nasceu o glorioso Atlético Clube, com as cores vermelha, branca e azul.

Formado por um seleto grupo de amigos, capitaneados por Sebatião Flor, estavam Aníbal Abbate Soley, Vitor Giovenardi, Alírio Gimenez, Sebastião Rodrigues, Marujo, Adilson Simão e Doca.

Bicampeão invicto nos anos de 1961 e 62, de tenra idade nasceu e morreu com seu fundador e primeiro presidente Sebastião Flor, que faleceu prematuramente, após uma partida realizada no então 1º Batalhão de Fronteira, entre Brasil, Paraguai e Argentina.

E finalmente o alvi-anil Municipal Esporte Clube, que nasceu vinculado aos funcionários da prefeitura, sob o comando do saudoso “João Lagarto”, como era conhecido João Limírio dos Santos e teve participação espetacular sendo bicampeão da cidade em 1966/67 apesar de curta participação no cenário desportivo de Foz.

Durante o período de construção da Hidrelétrica de Itaipu, entre os “barrageiros” vinculados a essa empresa e empreiteiras, realizavam-se “olimpíadas” internas, nas quais o futebol era uma das principais modalidades, envolvendo só o publico ligado à usina.

Disso tudo sobrou o Floresta Clube, que apesar de ser um clube social, faz algumas incursões no esporte, mantendo equipes de futebol amadoras, destacando-se em diversas delas, especialmente no futebol feminino e categorias mirins.

Mas notando que o “rapaz” estava muito assanhado, um certo amigo que dominava o espanhol, esclareceu a questão dizendo: “olha, meu caro “ponta-esquerda”, o que as moças estão realmente dizendo é: “Tchê, monito!!”, que traduzido para o português quer dizer:” Ei, macaquinho!!”. Imaginem como foi a gozação em cima do nosso querido ex-presidente de entidade patronal.

A integração fronteiriça era tanta, que era de praxe, a realização de um torneio entre as seleções dos jogadores amadores desta tríplice fronteira, nas datas oficiais da Independência de cada país, sendo que o homenageado, sediava o torneio (Brasil 7 de setembro; Paraguai 14 de
maio e Argentina 25 de maio).

Frases de Nelson Rodrigues sobre os craques do futebol

“Djalma Santos põe, no seu arremesso lateral, toda a paixão de um Cristo negro.”

“Nao me venham falar em Di Stefano, em Puskas, em Sivori, em Suárez. Eis a singela e casta verdade: nao chegam aos pés de Pelé. Quando muito, podem engraxar-lhe os sapatos, escovar-lhe o manto.”

“Não há bola no mundo que seja indiferente a Zizinho.”

“O vampiro de Dusseldorf, que era especialista em sangue, se provasse o sangue de Gérson, havia de piscar o olho: – ‘Sangue do puro, do legítimo, do escocês’.”

“Tenho dito e repetido que Zico é o maior jogador do mundo. Há os que negam, cegos pelo óbvio ululante. Mas, se a evidência quer dizer alguma coisa, não cabe dúvida, nem sofisma.”

“Eu digo: não há no Brasil, não há no mundo ninguém tão terno, ninguém tão passarinho como o Mané.”

“Um Garrincha transcende todos os padrões de julgamento. Estou certo de que o próprio Juízo Final há de sentir-se incompetente para opinar sobre o nosso Mané.”

“Um jogador rigorosamente brasileiro, brasileiro da cabeça aos sapatos. Leônidas da Silva tinha a fantasia, a improvisação, a molecagem, a sensualidade do nosso craque típico.”

” Tostão está entre os cinco ou seis maiores jogadores de todos os tempos.”
Fonte: Grandes Craques da História

Seus títulos e glórias fizeram de Didi o maior meia do futebol brasileiro

“Eu sempre tive muito carinho por ela. Porque se não a tratarmos com carinho, ela não obedece. Quando ela vinha, eu a dominava, ela obedecia. Às vezes ela ia por ali, e eu dizia: ‘Vem cá, filhinha’, e a trazia. Eu pegava de calo, de joanete, e ela estava ali, obediente. Eu a tratava com tanto carinho como trato minha mulher. Tinha por ela um carinho tremendo. Porque ela é fogo. Se você a maltratar, quebra a perna. É por isso que eu digo: ‘Rapazes, vamos, respeitem. Esta é uma menina que tem que ser tratada com muito amor…’ Conforme o lugarzinho em que a tocarmos, ela toma um destino”.
(Valdir Pereira, o Didi, sobre o trato com a bola)

“Quando eu jogava futebol, se pudesse, tinha sempre que pôr uma bolinha embaixo da cama. Quando eu acordava, tocava nela, e sentia, tinha sensibilidade, dava o toque inicial nela, dizendo: ‘ela está aí’”.
(Valdir Pereira, o Didi, sobre a bola)

“Eu não precisava correr. Quem precisava correr era a bola. Eu dava um passe de 40 metros, para que que eu vou correr quase 35 metros para poder dar um passe de 5, se eu posso dar um passe de 40”.
(Valdir Pereira, o Didi, sobre a sua facilidade em fazer lançamentos)

“Eu tive uma satisfação íntima quando fiz o primeiro gol do Maracanã, em 1950. Eu passei duas noites sem dormir e sempre procurava passar perto do Maracanã. Pensava: ‘Puxa, eu inaugurei esse negócio, isso aí vai ter uma placa’. Só o dia que destruírem esse estádio que vão esquecer do Didi, que fez o primeiro gol”.
(Valdir Pereira, o Didi, sobre ter feito o primeiro gol do Maracanã)

“Eu gostaria que a máquina do tempo recuasse um pouquinho e desse a oportunidade para vocês que não me viram e não tiveram a felicidade de ver um Nílton Santos, um Garrincha, um Pelé, um Didi, um Zizinho… Queria que a máquina do tempo recuasse um pouquinho e fizesse um jogo entre 1958 e 1970… e seria o espetáculo da terra. Meio tempo Pelé no time de 58, e meio tempo Pelé no time de 70. Seria uma coisa fantástica”.
(Valdir Pereira, o Didi, sobre os grandes jogadores de sua época)

Não se podia desejar mais de um homem, ou por outra: não se podia desejar mais de um brasileiro. Ninguém que jogasse com mais gana, mais garra, e, sobretudo, com mais seriedade. Nem sempre marcava gols. Mas estava, fatalmente, por trás dos tentos alheios. Era ele quem amaciava o caminho, quem desmontava a defesa inimiga com seus lançamentos em profundidade. Com uma simples ginga de corpo, liquidava o marcador. E nas horas em que os companheiros pareciam aflitos, ele, com sua calma lúcida, o seu clarividente métier, prendia a bola e tratava de evitar um caos possível”.
(Nelson Rodrigues, jornalista, escritor e dramaturgo, após a vitória do Brasil contra a Suécia na Final da Copa do Mundo de 1958)

“Com suas gingas maravilhosas, ele, em pleno jogo, dava a sensação de que lhe pendia do peito não a camisa normal, mas um manto de cetim azul, com barra de arminho”.
(Nelson Rodrigues, jornalista, escritor e dramaturgo, após a vitória do Brasil contra a Suécia na Final da Copa do Mundo de 1958)

“Com sua voz bonita, parecida com a do locutor Luiz Jatobá e levemente pachola, ele caprichava na escolha das palavras. Não chamava a bola de bola, mas de “menina”. Orgulhava-se de nunca ter pisado nela com as travas da chuteira – era como se jogasse de polainas. Quando entrava em campo, observava como este ou aquele adversário suspirava de admiração e o namorava com os olhos. Didi decidia: “Esse é meu fã. É para cima dele que eu vou”. Reinava no gramado com seu porte alto, ereto, os olhos à altura da linha do horizonte. Nunca punha a cabeça na bola – a cabeça fora feita para pensar, não para dar marradas. E, embora fosse um mestre do drible, só driblava em último recurso. Seu forte eram os passes de quarenta metros, de curva, que pareciam ir em direção à cabeça do adversário e se desviavam, caindo de colher para o companheiro”.
(Ruy Castro, jornalista e escritor)

“Didi dá vida à bola. Faz ela falar.”
(Companheiros de Didi na Copa do Mundo de 1958)

“Didi, do chute oblíquo e dissimulado como o olhar de Capitu.” (Armando Nogueira, jornalista e escritor)

“Se eu e Nílton estivéssemos no Mundial da Inglaterra, não haveria aquele fiasco. Aquela gente ia ver quem tinha gasolina no tanque.”
(Didi, ex-meia da Seleção Brasileira, sobre Nílton Santos e a Copa de 66)

“O estilo era cadenciado, lento. Bola de pé em pé para não gastar energia. Afinal, se somadas, nossas idades passariam de mil anos!”
(Didi, sobre o estilo de jogo brasileiro na Copa do Chile, em 62)

“Foi uma honra jogar com eles. Eram todos craques.”
(Gérson, ex-craque da Seleção Brasileira, prestando sua homenagem a Didi, Nílton Santos, Garrincha e outros, com quem atuou no Botafogo)

“Herdei do Mestre Ziza o bastão de organizador de jogadas do futebol brasileiro”
(Didi, o maior meia da história do futebol brasileiro)

Um dos maiores jogadores de todos os tempos. Habilidade e visão de jogo fora do comum, lançamentos longos e gols espetaculares eram algumas características desse que foi o maior meia do futebol brasileiro. Driblava apenas quando necessário, mas com extrema categoria e eficiência. Negro, alto, de porte esguio, não olhava para a bola, mantendo sempre a elegância, o que lhe valeu o apelido de “Príncipe Etíope”. Jogador de meio-campo, era um meia original e moderno para o seu tempo, marcando e atacando com a mesma intensidade.
Sua história como jogador profissional começou aos 16 anos, no Americano de Campos, em 1945. Teve passagens rápidas pelo Lençoense, de São Paulo (1945) e pelo Madureira (1946). Se firmou como profissional no Fluminense, onde jogou e foi ídolo de 1946 a 1956. Pelo tricolor, marcou 92 gols em 274. Foi eleito o melhor meia da história do clube carioca. Descontente com o tratamento que o clube lhe dava, foi negociado com o Botafogo, onde jogou de 1956 a 1958. É considerado unanimamente um dos maiores jogadores do alvinegro, ao lado de Garrincha e Nílton Santos. No total, foram 313 jogos e 113 gols pelo Botafogo.

Saiu do Botafogo para jogar e ganhar dinheiro no Real Madrid de Puskas e Di Stéfano, onde jogou de 1959 a 1961. A passagem pelo exterior foi conturbada. O jogador não se adaptou e acusou os astros da equipe de boicotarem o seu futebol. Voltou da Espanha para o Botafogo, onde jogou entre 1961 e 1962. Teve ainda uma breve passagem pelo São Paulo em 1963. No ano seguinte, encerrou a carreira de jogador e iniciou a de treinador no Sporting Cristal, do Peru. Foi treinador da seleção peruana na Copa de 1970, na Turquia e na Arábia Saudita, além de times como o River Plate da Argentina, o Fluminense e o Botafogo.

Didi foi um dos jogadores mais criativos de sua época. Criou a famosa “folha-seca”, um jeito venenoso de bater faltas. A bola subia, despretensiosa. Ao chegar perto do gol, tomava outra direção, caindo longe dos braços dos goleiros, lembrando o movimento de uma folha caindo de uma árvore.

Alguns fatos marcaram a vida desse magnífico jogador. Fez o gol inaugural do Estádio do Maracanã, em 1950, no jogou entre a seleção de novos do Rio e de São Paulo, com vitória dos paulistas por 2 a 1. Em 1957, depois de ganhar o campeonato carioca pelo Botafogo, atravessou a pé a cidade do Rio de Janeiro, cumprindo uma promessa. Ainda em 1957, com uma “folha-seca”, fez o gol da classificação do Brasil nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 1958. Na final da Copa, mostrou liderança e comando ao buscar a bola nas redes brasileiras quando do primeiro gol sueco, levando-a até o meio-campo e iniciando ali a virada canarinho.

Foi 4 vezes campeão carioca: em 1951 pelo Fluminense e em 1957, 1961/62 pelo Botafogo. Disputou 3 Copas do Mundo, em 1954, 1958 e 1962. Foi o pilar da conquista da Copa do Mundo de 1958. No mesmo time que tinha Pelé e Garrincha, foi considerado o maior jogador da Copa. Foi ainda Bi-Campeão Mundial pela Seleção, em 1962. Jogou 74 partidas pela Seleção, marcando 21 gols. Está na seleção de todos os tempos de Fluminense e Botafogo.

No início de 2000, foi homenageado com uma placa no Maracanã (por ter feito o gol inaugural), na cerimônia de inauguração da primeira etapa da reforma do estádio. Ainda neste ano, no dia 24 de janeiro, ao lado de George Best, Van Basten e Zico, entrou para o International Football Hall of Champions, o Hall da Fama da FIFA, onde já estão jogadores como Pelé, Beckenbauer e Cruyff. Com seu jeito peculiar de bater na bola, lançamentos perfeitos e dribles desconcertantes, foi inesquecível. Seus títulos e glórias fizeram de Didi o maior meia do futebol brasileiro.
Fonte:Grandes Craques da História

MORRE O ARBITRO BAIANO LOURIVAL DIAS LIMA FILHO

O ex-árbitro de futebol Lourival Dias Lima Filho, de 45 anos, morreu na noite deste domingo em um acidente automobilístico na BR-110, altura do município de Olindina (BA), 202 quilômetros ao norte de Salvador. O carro em que estava, junto com outras quatro pessoas, capotou na pista depois de o motorista tentar desviar de um animal.

Eles voltavam de Banzaê, 318 quilômetros ao norte da capital baiana, onde Lima Filho proferiu uma palestra sobre arbitragem.

O ex-juiz, arremessado para fora do veículo, morreu na hora. Os outros quatro ocupantes do veículo, entre eles um diretor da Superintendência de Desportos da Bahia (Sudesb), Sinval Vieira, foram atendidos no Hospital Jorge Valente, na capital baiana. Apenas um deles continua internado e não corre risco de morte.

Lima Filho apitou o jogo em que o São Paulo garantiu matematicamente a conquista do Campeonato Brasileiro do ano passado, ao vencer por 3 a 0 o América (RN), no Morumbi, em 31 de outubro. Em 26 de dezembro, já com a idade limite para integrar os quadros da Fifa – sem ter conseguido alcançar a meta -, resolveu abandonar a carreira.

O corpo do ex-árbitro foi encaminhado para o Instituto Médico Legal de Alagoinhas, a 90 quilômetros de onde ocorreu o acidente, e o enterro será realizado no município de Nazaré das Farinhas, a 265 quilômetros de Salvador, no Recôncavo Baiano, onde Lima Filho nasceu e residia.

FONTE: O ESTADÃO

O DIA 10 DE MARÇO NO FUTEBOL

10/03/1940 – ARGETINA 2 – 3 BRASIL, em Buenos Aires pela Copa Rocca o Brasil vence na quinta partida com gols de: Hércules (2), Leônidas da Silva (Bra), Baldonedo (2)

10/03/1959 – BRASIL 2 – 2 PERU, em Buenos Aires e Brasil faz sua primeira partida após a conquista na Suécia e estréia na Copa América com um empate diante o Peru com gols de: Didi, Pelé (Bra), Seminario (2)

10/03/1963 – BRASIL 1 – 0 PERU, em La Paz pela Copa América Brasil e Peru voltam a se enfrentarem num dia 10 de março o gol foi de: Oswaldo

10/03/1981 – Nasce na cidade de Nkon Camarões o jogador Samuel Eto’o Fils, atacante do Barcelona e da Seleção Camaronesa, defendeu o Leganes/Esp, Real Madrid, Mallorca e Barcelona pela Seleção 24 gols em 60 partidas e pelo Barcelona 70 gols em 98 jogos.

10/03/1999 – CORINTHIANS 8 – 2 CERRO PORTEÑO – No Pacaembu o timão aplica a sua maior goleada pela Libertadores.

O DIA 9 DE MARÇO NO FUTEBOL

09/03/1968 – Nasce em Lyon/França o jogador francês campeão mundial em 1998 Youri Djorkaeff, marcou 239 gols na carreira sendo 28 pela Seleção Francesa em 82 jogos, Jogou no Grenobole Fc. Strasbourg, Mônaco, Internazionale, Kaiserlautern, Bolton e Blackburn, Metrostars NY (EUA).

09/03/1977 – Brasil 6-0 Colômbia, Pelas Eliminatórias da Copa de 78 o Brasil goleia no Maracanã com show de Marinho Chagas que marcou 2 gols, Roberto Dinamite 2, Zico e Rivelino completaram o placar.

09/03/1985 – PALMEIRAS 1 – 2 BAHIA, Pela primeira vez em sua história o Bahia consegue vencer o Palmeiras em São Paulo, com gols de : Toinzinho e Robson; Wagner (Pal)