VASCO DA GAMA É O PRIMEIRO CAMPEÃO SUL-AMERICANO

HÁ 60 ANOS NASCIA O EXPRESSO DA VITÓRIA
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As manchetes do jornal dos Sports de 15 de março de 1948 eram as seguintes: “Recebamos os vascaínos como autênticos heróis de uma jornada sem precedentes”; “Partiram para a vitória e venceram!”; “Que todos acorram ao aeroporto!”; “Vozes do esporte louvam a conquista sensacional”; “No Galeão às 17,30 e no aeroporto uma hora depois”.

O motivo: o Clube de Regatas Vasco da Gama conquistava há 60 anos o primeiro título internacional de um clube brasileiro. E o fez de forma invicta. No peito, na raça e numa disputa de pontos corridos.

Depois do Trem da Vitória, equipe bi-campeã carioca em 1930 (em 1931 esse time chegou a aplicar um 7×0 no Flamengo), nascia e ficava pra sempre na história do Vasco o Expresso da Vitória.

HOMENAGENS

“A vitória não é só dos vascaínos. É do desporto brasileiro.”

(João Lyra Filho, Presidente do Conselho Nacional de Desportos, o CND, na época a instância máxima do esporte brasileiro)

“Tenho o maior prazer de felicitar os esportistas brasileiros por tanto denodo, perseverança e disciplina que elevaram o nome do esporte nacional, levantando com justiça o título de campeão sul-americano.”

(General Ângelo Mendes de Morais, Prefeito do Distrito Federal – na época o Rio de Janeiro ainda era a capital do Brasil)

“A ABI – Associação Brasileira de Imprensa -, sempre atenta a todas as festas que assinalam tanto os triunfos da inteligência como os da vida desportiva na sua mais alta expressão, não pode deixar de compartilhar com o maior entusiasmo das manifestações vibrantes do regosijo público pela vitória grandiosa que vem de alcançar denodadamente o grêmio da Cruz de Malta nesta parte do hemisfério, conquistando o título de campeão invicto num certame glorioso de campeões. Esse acontecimento equivale à consagração de nossa indisputada primazia no esporte continental.”

(Herbert Moses, Presidente da Associação Brasileira de Imprensa – ABI)

O RECONHECIMENTO DA CONMEBOL

No início de 1996, o Comitê Executivo da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) reconheceu o Vasco como primeiro campeão sul-americano de clubes. A decisão só não foi unânime porque o representante do Flamengo, Michel Assef, votou contra o reconhecimento.

A oficialização do título de 1948 por parte da entidade máxima do futebol na América do Sul elevou o Gigante da Colina à condição de primeiro clube do mundo a ter conquistado um campeonato continental oficial, uma vez que as competições similares em outros continentes só começaram a ser realizadas na década de 1950.

O Vasco ganhou também o direito de participar da Supercopa, torneio então restrito aos clubes vencedores da Taça Libertadores da América. Jogou a edição de 1997, em que foi eliminado curiosamente pelo River Plate. Em 1998 – ano em que o Vasco ganhou a Libertadores -, a Supercopa fui substituída pela Copa Mercosul. O Vasco disputou todas as edições da nova competição e conquistou-a brilhantemente em 2000, levantando assim seu terceiro título sul-americano oficial.

A CAMPANHA
Vasco 2×1 Litoral (BOl)
Vasco 4×1 Nacional (Uru)
Vasco 4×0 Municipal
Vasco 1×0 Emelec (Equ)
Vasco 1×1 Colo Colo (Chi)
Vasco 0x0 River Plate (Arg)

OS HERÓIS:

– Goleiros: Barbosa e Barcheta
– Zagueiros: Augusto, Wilson e Rafagnelli
– Médios: Ely, Danilo, Jorge e Moacir
– Atacantes: Nestor, Djalma, Maneca, Lelé, Friaça, Dimas, Ademir “Queixada” Menezes, Ismael e Chico

FONTE:http://6858kmdefutebol.blogspot.com/2008/03/h-60-anos-atrs-nascia-o-expresso-da.html

MEDIA DE DESEMPENHO DOS CLUBES GRANDES QUANDO FORAM REBAIXADOS!

CLUBES ANO JOGOS V E D GP GC MEDIA

ATLÉTICO/MG 2005 62 23 12 27 95 82 44%
ATLÉTICO/PR 1989 50 20 20 10 63 63 53%
ATLÉTICO/PR 1993 46 21 10 15 68 40 53%
BAHIA 1997 66 26 18 18 105 89 52%
BAHIA 2003 61 19 13 29 87 115 38%
BAHIA 2005 40 16 10 14 63 55 48%
BOTAFOGO 2002 73 24 23 26 107 113 43%
CORITIBA 1989 43 24 13 6 81 45 66%
CORITIBA 1993 39 13 15 11 42 32 46%
CORITIBA 2005 67 28 15 24 91 80 49%
CORINTHIANS 2007 64 20 21 23 85 87 42%
FLUMINENSE 1996 62 23 11 28 89 105 43%
FLUMINENSE 1997 58 20 20 18 91 72 46%
FLUMINENSE 1998 47 22 15 10 79 46 57%
GRÊMIO 1991 71 27 29 15 89 58 52%
GRÊMIO 2005 55 24 17 14 78 62 54%
GUARANI 1989 54 19 21 14 69 50 48%
GUARANI 2004 62 13 26 23 59 77 35%
GUARANI 2006 62 18 22 22 87 98 41%
PALMEIRAS 2002 55 23 17 15 100 83 52%
SPORT 1989 59 22 22 15 68 50 50%
SPORT 2001 81 32 18 31 122 105 47%
VASCO 2008 69 30 11 28 123 107 49%

FIZ UMA PESQUISA PARA SABER COMO TERIA SIDO O DESEMPENHO DOS CLUBES QUE JÁ FORAM CAMPEÕES BRASILEIROS E QUE JÁ HAVIAM SIDO REBAIXADOS A SERIE B E SERIE C NO ANO DE SEUS RESPECTIVOS REBAIXAMENTO E EM TODAS AS SUAS COMPETIÇÕES. E OBSERVEI QUE REALMENTE OS SEUS DESEMPENHOS FORAM PESSIMOS. FIZ NO BALANÇO INCLUINDO O ANO DE 1996 DO FLUMINENSE POIS O MESMO FOI REBAIXADO E DEVIDO A UMA MANOBRA SEM VERGONHA O SEGURARAM PARA O ANO SEGUINTE MAIS A INCOMPETÊNCIA FOI TAMANHA QUE NÃO TEVE JEITO O FLU CAIU E COMO CAIU AO LADO DO BAHIA, CORITIBA E GUARANI SÃO OS TRIREBAIXADOS.
DOS GRANDE CAMPEÕES SOMENTO O BAHIA QUE VIROU MESMO UM PIQUENÊS DE VEZ POIS NUNCA MAIS SUBIU A ELITE DO NOSSO FUTEBOL DESDE DE 2003 AINDA JAZ FAZENDO TOUR PELAS SERIES B E C, ESTE ANO JÁ ESTA NO Z-4 DA SERIE B.

TEXTOS: GALDINO SILVA
PESQUINA: SITE FUTEBOL 80

GRANDES VITÓRIAS INTERNACIONAIS DE NOSSOS CLUBES

Vasco da Gama 0 x 0 River Plate/ARG, apesar de não ter sido um vitória este resultado deu ao clube carioca o título do campeonato sul-americano de clubes, que foi uma espécie de embrião para a criação da Taça Libertadores da América em 1960. A equipe do River era conhecida como La Maquina temida por todas na competição coube ao Vasco dar uma segurada na máquina argentina com Barbosa fechando a meta e pegando até pênalti.

Palmeiras 1 x 0 Juventus/ITA, este jogo para muitos palmeirense é sem sombra de duvida o maior da historia do clube, na final da Copa Rio em 1951 a equipe enfrenta La Vecchia Singora time campeã da Itália que antes havia batido no verdão por 4 a 0 em São Paulo com esta vitória a equipe seguiu para o Rio de Janeiro e no segundo jogo consegue um empate histórico e fica com taça.

Boca Juniors 1 x 2 Santos, em 1963 o Santos de Pelé faz a final da Libertadores contra o temido e futuro carrasco dos nossos clubes na mesma competição em La Bombonera local até o presente ano jamais o Boca havia perdido um jogo para clubes de fora da Argentina, precisando vencer o Boca foi para cima e no inicio do segundo tempo faz 1 a 0, os seus dirigentes se apressam em negociar com o Santos o local da partida extra. Porém ao saber desse fato Pelé resolveu calar os portenhos com bombons envenenados de pura arte e magia ao lado de Coutinho o time praiano vira o jogo e conquista o bicampeonato.

Benfica 2 x 5 Santos, após sofrer uma derrota por 3 a 2 no Rio de Janeiro o time português se achou na condição de favorito no jogo de volta no Estádio da Luz para vencer e levar a decisão para um jogo extra na mesma Lisboa, porém o que se viu foi uma exibição de gala de Pelé & Cia e uma sonora goleada do magistral Santos era o primeiro título mundial de clubes de um time brasileiro.

Santos 4 x 2 Milan, após sofrer uma derrota por 4 a 2 em Milão no primeiro jogo da final do mundial de clubes em 1963 e ter o desfalque serio e certo de Pelé, o Santos vê no Maracanã o time milanês abrir 2 a 0 e fazer a festa debaixo de chuva, mais Pelé não jogando o peixe tinha o seu segundo maior artilheiro da sua história: Pepe que ao lado de Almir fez chover gols e deram a virada histórica e sensacional do time da vila dando a forra dos 4 a 2 em Milão, no jogo extra o Santos vence por 1 a 0 e leva o bicampeonato mundial de clubes.

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Pelé enfileira a defesa portuguesa para marcar mais um gol para o Peixe.

Cruzeiro 3 x 2 River Plate, em Santiago do Chile em 1976 o Cruzeiro em uma final de tirar o fôlego abre 2 a 0, vê o time argentino empatar na raça, porém para o alivio da galera azul da raposa o juiz marca um falta na entrada da área para os celestes, Nelinho o canhão de BH se prepara para a cobrança eis que ai o atrevido ponta esquerda e moleque Joâozinho se aproveita de um vacilo dos argentinos e surpreende a todos até mesmo os companheiros de clube: bati a falta e marca o gol da título o primeiro do Cruzeiro na competição.

Flamengo 2 x 0 Cobreloa, Em Montevidéu depois de uma verdadeira baixaria e golpe baixo do time chileno em Santiago onde pedras em campo, pedaços de gelos fizeram parte do uniforme laranja do Cobreloa e sob o olhar macabro de Augusto Pinochet a terceira e decisiva partida da final da Libertadores de 1981 em campo neutro e com uma arbitragem melhor o Flamengo deitou e rolou com a batuta de Zico autor dos dois gols e festa brasileira em vermelho e preto. Esta foi a entrada para o baile no mundial de clubes em 13/12/1981.

Grêmio 2 x 1 Hamburgo, Final do Mundial Interclubes o Hamburgo vinha cheio de moral pois havia vencido na final a toda poderosa Juventus de Turim e tinha em suas fileiras o jovem meia Felix Magath revelação do futebol europeu, porém do outro lado tinha Renato Gaúcho no esplendor da sua forma física e comandados por Paulo Cesar Caju e Mario Sergio o Grêmio Fez a terra ficar mais azul neste dia.

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Renato explode a zaga alemã

Atlético-PR 3 x 0 Guadalajara, O furacão surpreendeu a todos enfrentando pelas semi-finais da Libertadores de 2005 o time mexicano não suportou a pressão atleticana na Arena da Baixada em um jogo inesquecível, está vitória praticamente selou a ida até a final contra o São Paulo.

Internacional 1 x 0 Barcelona, Quem apostava no Inter na final do mundial interclubes de 2006 só mesmos os torcedores colorados, afinal de contas do outro lado tinha o super Barcelona de Ronaldinho Gaúcho, Deco, Xavi e Eto ´o contra o Inter de Fernandão, Iarley, Pato e Adriano Gabiru e não é que deu Inter com gol memorável de Adriano Gabiru.

Boca Juniores 0 x 1 Paysandu, Com uma atuação destacada o Papão devorou o Boca em plena Bombonera com show de bola de Iarley, pena que no jogo de volta em Belém o time sentiu o peso da responsabilidade e acabou sendo eliminado por um Boca que aprendeu a domar o Bicho Papão.

Palmeiras 6 x 1 Boca Juniors, No Palestra Itália um verdão arrasador e impiedoso massacra um Boca desfigurado e sem gana, show de Edilson e Evair.

Palmeiras 2 x 1 Deportivo Cali/COL, Noite de glória na Parque Antarctica o Palmeiras consegue vencer no tempo normal e nas penalidades conquista a tão almejada Libertadores de 1999, em jogo dramático em que não só o futebol bem jogado por ambas as equipes prevaleceu também a garra palmeirense e as experiência de Evair e Zinho mais a estrela de São Marcos.

Vasco da Gama 4 x 3 Real Madrid, em Paris pelo Tornoi Du Paris o super Vascão bate o todo poderoso Real Madrid de Di Stefano e Gento em um jogo fantástico pelos relatos de época que li em um site do Vasco.

Corinthians 1 x 0 Barcelona, Em Caracas pela pequena Taça do Mundo de 1954 o timão castigou times como a Roma/ITA e sapecou duas pancadas no Barcelona do craque Kubala 3 a 2 no primeiro jogo e 1 x 0 no segundo com direito a briga generalizada durante a partida.

São Paulo 2 x 1 Barcelona, Grande final do mundial de clubes de 1992 o tricolor paulista vence de virada com Rai dando aula de futebol os catalães Rai e Muller foram os donos do jogo.

São Paulo 3 x 2 Milan, no ano seguinte em Tóquio mais uma fez o tricolor paulista faz a festa sob o comando de Toninho Cerezo e Muller que no golpe de sorte ajudam a conquista do bicampeonato mundial.

São Paulo 4 x 0 Real Madrid, pelo Torneio Ramón de Carranza o tricolor em ótima fase já desce a pancada no Real Madrid e suas estrelas em tarde de Muller e Erivelton.

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Rai pronto pra marcar o gol do título

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Muller num puro golpe de sorte faz o gol do bicampeonato mundial

Grêmio 2 x 1 Peñarol, noite de festa nos pampa e em todo o Brasil o tricolor gaúcho supera com futebol, raça e catimba os ferrenhos e temíveis uruguaios do Peñarol era a primeira conquista da América do clube do Rio Grande do Sul.

Cruzeiro 3 x 0 River Plate, O adversário era o mesma da final da Libertadores de 76 e o palco o Mineirão lotado o time azul tinha de vencer por 2 gols para forçar uma decisão por pênalti mais também era noite de Charles o anjo 45 a vitória veio no tempo normal e a conquista da primeira supercopa de campeão da Libertadores no ano seguinte novo baile diante um time argentino e 4 a 0 diante do Racing Club era o bicampeonato.

Bahia 4 x 1 Nacional/URU, pela Copa Renner em Recife o tricolor da boa terra a muito tempo afastado de competições internacionais venceu bem os experientes uruguaios com um bom jogo dos atacantes Edmundo e Pachequinho, esta foi a maior vitória significativa do Bahia diante um time estrangeiro de ponta a outra foi em 1960 quando venceu o Bayern de Munique por 6 a 1 durante uma excursão a Europa.

Bahia 4 x 1 Deportivo Tachira/VEN em Salvador pelo libertadores de 1989 o Bahia mostra sua força de campeão brasileiro ao bater os catimbeiros e violentos venezuelanos com show de Charles, Osmar, Marquinhos e Gil Sergipano.

Fluminense 3 x 1 Boca Juniores/ARG, Maracanã em noite de festa e nervosismo o Fluminense tentar superar o trauma dos brasileiros do time do Boca, apesar do susto no inicio do segundo tempo, a virada heróica com Washington, Conca e Dodó terminam com um pesadelo que já não tinha mais fim; adiós Boca adiós , pena que não deu na final.

São Paulo 1 x 0 Liverpool/ING, Este jogo sem dúvidas foi um dos maiores do goleiro artilheiro Rogério Ceni na sua carreira, ele fez defesas milagrosas salvando a meta tricolor, ele ao lado de Mineiro se tornaram os heróis dessas tri-conquista são-paulina.

Flamengo 3 x 0 Liverpool/ING, Os ingleses fizeram festa antes da hora, não conheciam o Flamengo e seus jogadores retratados e zombados como sambistas, em campo só bastou o primeiro tempo de baile rubro-negro e quem caiu na dança foram os ingleses, que saíram de campo reclamando que os brasileiros dançavam em campo e isso deveria ser proibido. Chocolate do Mengão o dono do mundo em 1981.

Vasco 1 x 0 Arsenal/ING, Em 25/05/1949 o time inglês que se considerava o maior time do mundo chegou ao Brasil para uma serie de amistosos, de cara enfrentou o Vasco que era praticamente a seleção brasileira, não deu outra o time vascaíno desbanca o todo poderoso time britânico.

Gaurani/SP 6 x 1 Universitário/PER , Em 11/04/1979 o timaço bugrino campeão brasileiro um ano antes detonava na Libertadores com um show de Zenon e Miltão o bugre arrasa o time peruano com direito a olé e tudo mais.

São Paulo 5 x 1 Universid Católica/CHI, Para muitos a maior atuação do tricolor do Morumbi em seus domínios uma partida perfeita de todo o elenco e o bicampeonato da Libertadores praticamente garantido; destaques para Rai, Muller, Vitor que brilharam um pouco mais que o resto do time.

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Zico o maestro da batuta rubro-negra, festeja o título mundial de 1981

Estas são algumas das grandes vitórias internacionais de nossos clubes! Será que aquela de seu time do coração está ai neste artigo? Se nãi tiver deixe o seu recado valeu amigos.

Textos: Galdino Silva
Fotos: Arquivo Revista Placar

DÚVIDA EM SÃO PAULO – CORRIGINDO OS FATOS

Ao ver o artigo publicado pelo Eduardo Cacella em 05 de outubro de 2009, com dúvidas a respeito de algumas partidas do Comercial de Ribeirão Preto em 1928, fiquei curioso e fui pesquisar, pelo menos a partida relativa ao Santos Futebol Clube.

Pesquisei no Álbum de Ouro (livro sobre a história da equipe santista publicado nos anos 60) e nos arquivos do pesquisador (já falecido) De Vaney, e nada foi encontrado sobre esta partida. Fiquei em dúvida se houvera falha destas fontes na omissão desta partida e me restou pesquisar no Jornal A Tribuna de Santos/SP, e posso afirmar com toda certeza que esta partida não ocorreu.

Inclusive publico abaixo nota deste jornal na data da suposta partida, que confirma de uma vez por todas, a inexistência desta partida. Espero ter assim solucionado uma dúvida, de muitas que o futebol nos traz.

” Realiza-se hoje as 16 horas, rigoroso treino entre os quadros principais deste clube, preparatório do jogo de domingo próximo, nesta cidade, sendo solicitado o comparecimento dos seguintes amadores: Alfredo, Alves, Américo, Amorim, Anadyr, Araken, Aristides, Athie, Ballio, Bilú, Camarão, Cardoso, Celso, Chico, Evangelista, Feitiço, Figueiredo, Franco II, Hugo, Julio, Marba, Omar, Osvaldo, Paiva, Passos, Pierry, Renato, Siriri, Synésio, Wolf e demais inscritos.”

Estádio Mario Filho, Maracanã: um pouco da história, entre o planejamento até o fim da década de 50

Antes de ser construido, o Maracanã era assim: Derby Club

Estádio Jornalista Mário Filho, mais conhecido como Maracanã, ou carinhosamente como Maraca, é um estádio de futebol localizado na Zona Norte da cidade brasileira do Rio de Janeiro. Foi inaugurado em 1950, inicialmente com o nome de Estádio Municipal, durante o mandato do então general de divisão e prefeito do Distrito Federal do Rio de Janeiro Ângelo Mendes de Moraes, tendo sido utilizado na Copa do Mundo de Futebol daquele ano. Quando da sua inauguração, a capacidade oficial de 155 mil lugares fez o Maracanã superar o Hampden Park, de Glasgow, e se tornar o maior estádio do mundo na época.

Desde então, o Maracanã foi palco de grandes momentos do futebol brasileiro e mundial, como o milésimo gol de Pelé, finais do Campeonato BrasileiroCampeonato CariocaCopa Libertadores da América, da primeira Copa do Mundo de Clubes da FIFA e da Copa América de 2021, além de competições internacionais e partidas da Seleção Brasileira.

O estádio foi um dos locais de competição dos Jogos Pan-Americanos de 2007, recebendo o futebol, as cerimônias de abertura e de encerramento. Sediou futebol e as cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016, que foram realizados na cidade do Rio de Janeiro.[8] Foi também o palco das partidas finais da Copa das Confederações de 2013 e da Copa do Mundo FIFA de 2014.

Ao longo do tempo, no entanto, o estádio passou a assumir caráter de espaço multiuso ao receber outros eventos como espetáculos e partidas de outros esportes, como o voleibol em uma oportunidade. Após diversas obras de modernização, a capacidade do estádio é de 78 838 espectadores, sendo o maior estádio do Brasil.

NOME DO ESTÁDIO

O nome oficial do estádio, Mário Filho, foi dado em homenagem ao falecido jornalista pernambucano, irmão de Nelson Rodrigues, considerado o idealizador do Maracanã. Pelo amplo suporte, Mário Filho era chamado na época de “namorado do estádio”.

Já o nome popular é oriundo do Rio Maracanã, que cruza a Tijuca passando por São Cristóvão, desaguando no Canal do Mangue antes do deságue na Baía de Guanabara. Em língua tupi, a palavra maracanã significa “semelhante a um chocalho“.

Antes da construção do estádio, existia, no local, grande quantidade de aves vindas do norte do país chamadas maracanã-guaçu.[6] Devido à construção do estádio, foi criado o bairro do Maracanã, onde o estádio fica localizado, originalmente parte do bairro da Tijuca.

HISTÓRIA

A construção do estádio foi muito criticada por Carlos Lacerda, na época deputado federal e inimigo político do durante mandato do então General de Divisão e Prefeito do Distrito Federal do Rio de Janeiro, Marechal Ângelo Mendes de Moraes, pelos gastos e, também, devido à localização escolhida para o estádio, defendendo que o mesmo fosse construído em Jacarepaguá.[13] Ainda assim, apoiado pelo jornalista Mário Rodrigues Filho, Mendes de Morais conseguiu levar o projeto para frente.

Após vários debates políticos sobre onde ele seria construído, decidiu-se que ele deveria ser localizado no centro geométrico da cidade, local de acesso fácil por vários meios de transporte. Assim, o espaço escolhido pertencia ao Derby Club, onde eram realizadas corridas de cavalo até a década de 1920, quando perdeu espaço para o Hipódromo da Gávea.

A concorrência para as obras foi aberta pela prefeitura do Rio de Janeiro em 1947, tendo como projeto arquitetônico vencedor o apresentado por Miguel Feldman, Waldir Ramos, Raphael Galvão, Oscar Valdetaro, Orlando Azevedo, Pedro Paulo Bernardes Bastos e Antônio Dias Carneiro.

Estádio ganhando forma

O projeto vencedor previa um estádio para 155 250 pessoas, sendo 93 mil lugares com assento, 31 mil lugares para pessoas em pé, 30 mil cadeiras cativas, 500 lugares para a tribuna de honra e 250 para camarotes. O estádio ainda contaria com tribuna de imprensa com espaço para vinte cabines de transmissão, trinta e dois grupos de sanitários e trinta e dois bares. No total, a área coberta do estádio atingiria 150 mil m², com altura total de 24 m. As obras iniciaram-se em 2 de agosto de 1948, data do lançamento da pedra fundamental. Trabalharam na construção cerca de 1 500 homens, tendo se somado a estes mais 2 000 nos últimos meses de trabalho. Apesar de ter entrado em uso em 1950, as obras só ficaram completas em 1965. Para a construção foram utilizados 500 mil sacos de cimento, o equivalente a três vezes a altura do Corcovado, e ferro em barras suficientes para duas voltas ao redor da Terra.

Em seu projeto original, o Maracanã tinha seu formato oval, medindo 317 metros em seu eixo maior e 279 metros no menor. Media 32 metros de altura, o que corresponde a um prédio de seis andares, e a distância entre o espectador mais distante o centro do campo era de 126 metros. A cobertura protegia parcialmente as arquibancadas em toda a sua circunferência. Na cobertura foram montados os refletores, que funcionavam a vapor de mercúrio. Quando da sua inauguração, a capacidade oficial de 155 mil lugares fez o Maracanã superar o Estádio Queen Park (hoje chamado Hampden Park), de Glasgow, e se tornar o maior estádio do mundo na época.

Selo comemorativo da inauguração do Maracanã e da Copa do Mundo de 1950

Desde 1962, até as reformas realizadas na década de 2000, a medida do gramado era de 110 por 75 metros. Havia um fosso que separava o campo das cadeiras inferiores que media três metros de profundidade com bordas em desnível. O acesso ao gramado dava-se por meio de quatro túneis subterrâneos que começavam nos vestiários. Existiam cinco vestiários no estádio, sendo utilizados normalmente apenas três, um para cada time que disputa uma partida de futebol e outro para a arbitragem.

No total, foram 665 dias de obras. Sua inauguração, ainda com o nome de Estádio Municipal,[7] deu-se com a realização de uma partida de futebol amistosa entre seleções do Rio de Janeiro e São Paulo no dia 16 de junho de 1950, vencida pelos paulistas por 3 a 1. O meio-campista da equipe carioca Didi, do Fluminense, foi o primeiro autor de um gol no estádio e o goleiro Osvaldo Pisoni foi o primeira a levar um gol.

Vista panorâmica do ano de 1976

FOTOS: Acervo pessoal – Jornal dos Sports (RJ) – O Globo

FONTE: Wikipédia

FICHAS TÉCNICAS DO TORNEIO QUADRANGULAR DO TRABALHADOR – 1981

PARTICIPANTES
CLUB DE REGATAS VASCO DA GAMA – RIO DE JANEIRO – RJ.
CLUBE ATLÉTICO PARANAENSE – CURITIBA – PR.
CORITIBA FOOT BALL CLUB – CURITIBA – PR
CRUZEIRO ESPORTE CLUBE – BELO HORIZONTE – MG.

JOGOS REALIZADOS EM RODADAS DUPLAS.

1ª RODADA
Data: 29 de abril de 1981.
Local: Estádio Couto Pereira – Curitiba – PR.
Renda: Cr$ 1.662.700,00
Público: 9.033.
ATLÉTICO 1-0 CRUZEIRO
Árbitro: Eraldo Palmerini.
Gol: Roldão (32’ do 1º tempo).
Expulsão: Toninho (44’ do 2º tempo).
ATLÉTICO: Roberto; Flávio, Jair Gonçalves, Pedro Paulo e Zé Mário (Oliveira); Bianchi, Evans (Nivaldo) e Sarandi; Roldão (Flavinho), Gilson (Arlindo) e Renato Lima.
CRUZEIRO: Luís Antônio; Nelinho, Zézinho Figueiroa, Marquinhos e Hilton Brúnis; Toninho, Alexandre (Carioca) e Mauro; Eduardo, Edmar e Jésum (Carlinhos).

CORITIBA 0-0 VASCO
Árbitro: Tito Rodrigues.
CORITIBA: Jiménez; Valdoir, Eduardo, Biluca e Serginho; André, Cláudio Gaúcho e Viana (Paulo César); Capitão, Leomir (Lalo) e Bozó.
VASCO: Mazzaropi; Rosemiro, Orlando, Léo e Brasinha; Dudu; Guina e Marquinho; Wilsinho (Flecha), César (Serginho) e Adriano.

2ª RODADA
Data: 01 de maio de 1981.
Local: Estádio Couto Pereira – Curitiba – PR.
Renda: Cr$ 2.194.150,00.
Público: 13.933.
ATLÉTICO 0-1 VASCO
Árbitro: Newton Rodrigues.
Gol: Adriano (35’ do 2º tempo).
ATLÉTICO: Roberto; Flávio, Jair Gonçalves, Pedro Paulo e Zé Mário; Bianchi, Evans e Sarandi; Roldão, Gilson (Arlindo) e Renato Lima (Nivaldo).
VASCO: Mazzaropi; Rosemiro, Orlando, Léo e Brasinha; Dudu; Guina e Marquinho; Wilsinho, César e Adriano.

CORITIBA 5-1 CRUZEIRO
Árbitro: Bráulio Zanotto.
Gols: Viana (45’ do 1º tempo e 32’ do 2º tempo), Capitão (14’ do 2º tempo), Bozó (35’ do 2º tempo) e Paulo César (44’ do 2º tempo) / Edmar (30’ do 2º tempo).
Expulsão: Alexandre.
CORITIBA: Jiménez; Dézinho, Eduardo, Biluca e Serginho; André, Cláudio Gaúcho e Viana (Paulo César); Capitão, Leomir e Bozó (Peninha).
CRUZEIRO: Luís Antônio; Nelinho, Zézinho Figueiroa, Marquinhos e Hilton Brúnis; Toninho, Alexandre e Mauro; Eduardo, Edmar e Jésum.

CAMPEÃO: CORITIBA FOOT BALL CLUB.

Fonte: Tabelão Placar.

JOGO HISTÓRICO – VASCO DA GAMA X COMBINADO CARIOCA

Em partida amistosa disputada entre o CLUBE DE REGATAS VASCO DA GAMA (campeão carioca da temporada) e um Combinado Carioca formado pelos melhores jogadores do torneio, terminou com um grande goleada cruzmaltina. Abaixo a ficha desta partida:

VASCO DA GAMA 5 – 0 COMBINADO CARIOCA
Data: 20 de novembro de 1945
Local: Estádio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro – DF
Renda: Cr$ 39.979,00
Juiz: Angelino Medeiros
Gols: Santo Cristo (2), Lelé, Friaça e Chico
Vasco da Gama: Barbosa; Augusto e Rafagneli (Rubens); Beracochea (Newton), Dino (Eli) e Argemiro; Santo Cristo, Ademir (Lelé), Isaías, Jair e Chico (Friaça).
Combinado Carioca: Alfredo; Newton (Mundinho) e Norival (Harold); Índio (Bigode), Danilo e Jaime; China (Lula), Maneco, Anito (Pascoal), Tim e Jorginho (Magalhães).

Fonte: Pesquisa do Autor no Jornal A Tribuna de Santos/SP

Duas fotos do SC Guaraí-TO

Prezados,

Vi que na Internet (inclusive no site Bola na Área) está rolando o escudo de um clube (acho que é SE Guaraí) como o novo integrante da segundona tocantinense, o SC Guaraí.

Seguem em anexo 02 fotos (fonte: http://sportins.blog.uol.com.br/) do novo clube. Percebam que o escudo não tem nada a ver com que está rolando por ai (apesar de o novo clube possuir as mesmas cores : verde e branco).

Será possível extrair os escudos das fotos?

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