DÁRIO DUBOIS-Black Metal y Fútbol!

Esse artigo encontrei no orkut sem querer, mas achei no mínimo diferente e interessante.

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Dário foi um jogador que poderia ser visto pela grande mídia como apenas mais um número nas estatísticas, sem nunca ter chegado a um clube ou conquista de grande expressão.
Mas Dário foi muito mais que isso.
Seus atos o transformaram em uma daquelas lendas do futebol, cada vez mais raras nos tempos atuais.
Diferente da maiora dos boleiros, Dário era o mais “metaleiro” dos jogadores argentinos.
Até ser proibido pela Federação Argentina, frequentemente, jogava com a cara pintada, conforme a foto acima para demonstrar sua devoção e fanatismo ao black metal.
Sua prova de amor ao metal também era mostrada por meio de sua banda “Tributo Rock“, formada por outros jogadores de equipes do acesso.
O adeus ao futebol profissional se deu precocemente, aos 34 anos, quando sofreu uma ruptura nos ligamentos cruzados, e não teve condições financeiras de realizar uma cirurgia reparativa.

Além de um gosto musical diferente, o jogador também demonstrava uma atitude diferenciada.
Por isso, mesmo após abandonar os campos, e até hoje, uma série de “causos” são contados sobre o jogador, conhecido por jogar muito mais por amor ao futebol do que pelo dinheiro.
Contam, por exemplo, que quando atuou pelo Lugano chegou a cobrir o nome do patrocinador do uniforme, devido aos calotes que a empresa dava ao clube. O detalhe é que ele pretendia fazer isso com fita adesiva, mas no dia do jogo (contra o Acassuso) esqueceu a fita e acabou passando lama sob a marca, tornando a “invisível”.
Também ficou muito conhecido quando denunciou um político, dirigente do Juventud Unida, que segundo ele, em busca de maior popularidade, tentou suborná-lo.
O ex-zagueiro jogou ao todo 146 partidas e marcou 13 gols.
Dário Dubois, infelizmente faleceu em 17 de março de 2008, com 37 anos, vítima de um assalto.
Passou dez dias internado lutando pela vida, mas não resistiu as hemorragias internas em decorrência de dois tiros sofridos.

Fonte:Comunidade do Football Manager
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=3124292
Autor:Max

DURVAL, OCTACAMPEÃO ESTADUAL EM 2010

O zagueiro Durval, atual campeão paulista pelo Santos conquistou o seu octacampeonato estadual, talvez o maior colecionador de titulos estaduais consecutivos. Sua trajetória de título começou em  2003, vestindo a camisa do Botafogo, de João Pessoa, conquistou o primeiro título e o ultimo do Botafogo que esta em jejum até então. Em 2004, Durval foi defender o Brasiliense, e conquistou o Campeonato Candango. Em 2005, o seu tri foi conquistado no Campeonato Paranense defendo o rubro negro Atlético. Em 2006, ele passou a defender o Sport Recife, onde venceu os campeonatos pernambucano de 2006, 2007, 2008 e 2009 ajudando o leão a chegar ao tetra pernambucano. Emfim, em 2010, o seu oitavo estadual seguido, campeão paulista, pelo Santos, em um time que vem dando show. 

O Campeão é Severino dos Ramos Durval da Silva tem 30 anos, é natural de Cruz do Espírito Santo, na Paraiba.

Albuns de Figurinhas através dos tempos

A História das Figurinhas de Balas aqui no Brasil, muito provavelmente teve inicio nos anos 10 ou 20 do seculo passado ( XX ), com a Fábrica de Balas Grechi Comp. e outras fábricas de balas que eram suas concorrentes na época.

Não se têm noticias comprovadas de quantas coleções estas fábricas lançaram até o ano de 1920.

A Fábrica de Balas Grechi. Comp. por exemplo encerrou suas atividades no ano de 1920, sendo sucedida pela – Indústria de Balas e Chocolates A Americana no ano de 1921.Balas Sportman

A Americana lançaria sua primeira coleção de figurinhas de Futebol – As Balas SportMan (figurinhas avulsas, não tinha álbum) , já no inicio do ano de 1921.
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Esta coleção, muito provavelmente com 121 figurinhas, se tornaria praticamente o número de figurinhas padrão para as coleções posteriores das Balas SportMan, algumas coleções eram de 132 figurinhas.

Existe uma grande lacuna com relação a estas coleções das Balas SportMan; não se tem comprovação se todos os anos (1921 a 1935) foram lançadas estas figurinhas.

O que se sabe comprovadamente são as coleções do ano de 1921, 1927, 1929 e 1930.

Em 1921, uma revista da época – São Paulo Illustrado – já fazia a propaganda das Figurinhas Balas SportMan, e os demais anos (1927/1929 e 1930), já vi com colecionadores, como estas figurinhas são muito antigas e difícil de aparecer , quero crer que realmente foram lançadas para os anos que não mencionei.

Já no ao de 1936/37 ou antes( não tenho como comprovar) foi lançado a coleção de figurinhas das Balas Futebol sem o álbum ,coleção esta muito provavelmente com 121 ou 132 figurinhas.

Balas FutebolA partir de 1938 começa uma nova fase de coleções na Fábrica de Balas A Americana, foi o lançamento das figurinhas das Balas Futebol com o álbum.

A novidade para a época era o álbum para colar as figurinhas dos jogadores, e tambêm os prêmios (álbuns completos trocados por brindes e os sorteios – cupons ), até então as coleções (Balas SportMan e Balas Futebol) eram avulsas e não se sabe se davam prêmios. Fico imaginado a molecada da época, feliz da vida colando as figurinhas e sabendo que não mais corriam o risco de perder uma figurinha da coleção.

As figurinhas das Balas Futebol teve seu período de comercialização a partir de 1938 e encerrou-se em 1958. Foram 20 anos que marcaram para sempre duas gerações. Cada bala vinha com uma figurinha e em meados de 1954, passou a vir com duas figurinhas. Já no ano de 1958, último ano das Balas Futebol, a A Americana começou também a vender as figurinhas em pacotinhos como nos dias de hoje (bancas, bares, etc.), e lançaria nos dois anos seguintes seus dois últimos álbuns de balas e também em pacotinhos: os álbuns Campeonato de 1959 e 1960.

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Começa mais uma nova fase da A Americana, desta vez a fase final; a partir de 1961 sai a Fábrica de Balas e entra a Editora Americana que lançaria alguns álbuns de futebol que distribuíam prêmios.

Até o final dos anos de 1960 e início dos anos 70, já com o sistema de figurinhas em pacotinhos que conhecemos até os dias de hoje, em todos os álbuns de futebol da Editora Americana era necessário achar a figurinha chave para ganhar determinado prêmio e o curioso é que também neste período aparece a Editora Astúrias com o mesmo endereço e os mesmos formatos de álbuns de futebol.

Já no inicio dos anos 70, a coisa ficou mais confusa ainda, outras editoras como a Dicorel por exemplo também surgiu com o mesmo endereço da Editora Americana e os mesmos formatos de álbuns de futebol.

A partir daí não se sabe o que realmente aconteceu com a Editora Americana. Uma coisa é certa tanto a Fábrica como a Editora Americana deixaram para sempre a saudade destes maravilhosos álbuns, marcando definitivamente na memória de muitos colecionadores que são apaixonados por Futebol.
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Agradecimentos a Antonio Carlos Bonin
Na época, foi lançada o álbum “Balas Futebol – Craques do Campeonato Mundial de Futebol 1950″. As figurinhas vinham embrulhadas nas embalagens das balas da indústria Americana, aumentando significavamente as vendas da fábrica. Apesar de ter sido publicado depois da Copa, a frustração pela perda do título no Maracanã não impediu que muitos o colecionassem. A página do Brasil era a primeira do álbum, seguida pela do Uruguai. Infelizmente, em posições invertidas em relação à colocação no campeonato. Além de imagens dos jogadores das 13 seleções participantes, apresentava também cenas de partidas. Os chamados “instantâneos”.

Não há registro de álbum de figurinhas editado no Brasil sobre a Copa de 54. Mas na Alemanha, o surpreendente título conquistado diante da favoritíssima Hungria não passou em branco. A campanha que terminou com o “Milagre de Berna” foi registrado em um livro ilustrado editado por uma fábrica de cigarros de Bremen. As figurinhas vinham nos maços e completavam uma obra que contava toda a história do Mundial disputado na Suíça. É possível imaginar hoje figurinhas em embalagens de cigarros? Algo impensável no século XXI.

camp. 1950
Em 1958, o país campeão mundial também celebrou a vitória com álbuns de figurinhas. Se antes da Copa não há registro de publicações do tipo no Brasil, o título inédito na Suécia foi retratado em um pequeno livro ilustrado da Editora Aquarela, com fotos dos 22 jogadores campeões e de integrantes da comissão técnica. E um perfil de três linhas para cada um. Pelé, por exemplo, foi apresentado como uma “das mais risonhas promessas do futebol brasileiro”.

Os retratos dos vencedores também foram incluídos em álbuns voltados para mostrar jogadores de clubes. Casos do “Titulares”, que tinha uma página dupla e um encarte destinados à seleção da Copa de 58, e do “Álbum Futebol”.

Em 62, foi diferente. As crianças e adolescentes brasileiros puderam colecionar figurinhas antes da Copa. Um dos mais conhecidos é o que foi lançado pela Editora J.D. Campos: “Campeonato Mundial de Futbol 1962″ (assim mesmo, sem o E). Este apresentava imagens dos principais craques da época, com Pelé, Garrincha, Didi, Di Stefano (com a camisa da Espanha), Bobby Charlton (Inglaterra), Sivori (Itália), Sanfilippo (Argentina), Seeler (Alemanha), Masopust (Tchecoslováquia) e Yashin (União Soviética)

Após o bicampeonato mundial, uma versão atualizada do álbum de 58 da Aquarela foi editado. Com boa parte das mesmas imagens de quatro anos antes. Mas na altura, Pelé não era mais classificado como uma ”risonha promessa”.
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Em 62, foi diferente. As crianças e adolescentes brasileiros puderam colecionar figurinhas antes da Copa. Um dos mais conhecidos é o que foi lançado pela Editora J.D. Campos: “Campeonato Mundial de Futbol 1962″ (assim mesmo, sem o E). Este apresentava imagens dos principais craques da época, com Pelé, Garrincha, Didi, Di Stefano (com a camisa da Espanha), Bobby Charlton (Inglaterra), Sivori (Itália), Sanfilippo (Argentina), Seeler (Alemanha), Masopust (Tchecoslováquia) e Yashin (União Soviética)

Após o bicampeonato mundial, uma versão atualizada do álbum de 58 da Aquarela foi editado. Com boa parte das mesmas imagens de quatro anos antes. Mas na altura, Pelé não era mais classificado como uma ”risonha promessa”.

Para o Mundial de 66, a Editora Bruguera preparou o álbum “Brasil na Copa do Mundo”, com imagens dos jogadores de todas as seleções brasileiras dos Mundiais de 30 a 62. Além de 43 convocados por Vicente Feola para a fase de preparação para o torneio que seria disputado na Inglaterra. Curiosidade: as figurinhas eram em preto e branco.

Já em 70, as imagens eram coloridas. E ficaram marcadas na memória de muitos jovens da época, que colecionaram o álbum “México 70″, que apresentava figurinhas dos jogadores das 16 seleções que participaram da Copa vencida pelo Pelé e cia. A imagem do Rei de Futebol estampava a capa da publicação, ao lado da sonhada Taça Jules Rimet. Na contra-capa, a foto de outro craque que brilharia nos gramados mexicanos: Tostão.

O álbum foi inclusive retratado no premiado filme “O ano em que meus pais saíram de férias”. O menino Mauro, de 12 anos, tinha a coleção de figurinhas como uma de suas poucas fontes de alegria no período em que ficou afastado dos pais.
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Quatro anos depois, nas bancas de jornais podia ser encontrado o álbum “Coleção Copa 74″. Com algumas curiosidades. Como a presença do holandês Israel, que jogava de óculos.

Em 78, quando os direitos de imagem e licenciamento praticamente ainda não existiam, vários álbuns foram lançados sobre a competição realizada em solo argentino. O que mais fez sucesso no país foi o “Brasil na Argentina”. A seleção canarinho teve espaço privilegiado, com cinco páginas. As demais 15 equipes contaram com uma cada.

Quatro anos depois, um álbum virou febre no país, marcando um geração de garotos que gostava de futebol: o “Ping Pong Espanha 82″. A venda de chicletes cresceu de tal forma diante da procura pelas figurinhas que muitas padarias e lojas de doces ficaram um bom tempo sem ter o produto. E, para aumentar a ansiedade dos colecionadores, muitas figurinhas só foram distribuídas em uma segunda leva. Caso do cromo de Roberto Dinamite. O editor reservou duas páginas para o Brasil. Mas seleções consideradas de menor expressão tiveram direito a apenas quatro figurinhas. Casos de Argélia, Kuwait, Camarões, Honduras, El Salvador e Nova Zelândia.
Em 86, a fábrica de chicletes tentou repetir o sucesso de quatro anos antes, mas teve problemas comerciais e não enviou o álbum para as bancas, apesar de ele ter sido preparado. Restou aos aficionados colecionar o “Game card Copa 86″. Que continha cromos dos times posados das 24 seleções participantes do Mundial e de apenas 12 jogadores: Maradona, Zico, Sócrates, Júnior, Cerezo, Platini, Boniek, Rummenigge, Paolo Rossi, Briegel, Fillol e Romerito. A novidade era um jogo em cartão de raspadinha, presente em todos os pacotinhos.

Em 90, a globalização chegou aos álbuns. E a Editora Panini, graças a um acordo com a Fifa, passou a ter o direito exclusivo de editar as figurinhas dos jogadores das seleções classificadas para o Mundial. O que serviu para padronizar os modelos. As páginas apresentam palavras escritas em vários idiomas (até mesmo o nome dos países). E a contra-capa tem sempre o mapa do país-sede.

Apesar da maior facilidade de obter as imagens dos atletas com o desenvolvimento tecnológico, a edição brasileira dedicada à Copa de 98 teve problemas: na seleção da Inglaterra, faltaram as fotos de Adams, Fowler e Ferdinand, que saíram normalmente na Europa. E nenhuma figurinha do Irã foi distribuída.

Se o licenciamento reduziu a variedade de álbuns dos Mundiais, não diminuiu em nada a paixão dos fãs do futebol e das figurinhas pelos álbuns das Copas. A mesma no Brasil há 60 anos. Passando de geração em geração.

http://www.nosthalgia.com.br

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Lista de estádios do Acre

BRASILEIA

brasileiaMunicipal
Nome Oficial: Estádio Municipal José Guiomard dos Santos
Capacidade: 1.000 pessoas
Endereço: Brasiléia-AC
Proprietário: Prefeitura Municipal de Brasiléia

 

 

CRUZEIRO DO SUL

cruzeiro do sulCruzeirão
Nome Oficial: Estádio Cruzeirão
Capacidade: 2.000 pessoas
Endereço: Cruzeiro do Sul-AC
Proprietário: Prefeitura Municipal de Cruzeiro do Sul

 

 

cruzeiro do sul-  vila olimpicaVila Olímpica
Nome Oficial: Vila Olímpica de Cruzeiro do Sul
Capacidade: 1.000 pessoas
Endereço: Cruzeiro do Sul-AC
Proprietário: Prefeitura Municipal de Cruzeiro do Sul

 

 

EPITACIOLÂNDIA

epitaciolandiaMunicipal
Nome Oficial: Estádio Municipal Antonio Araújo Lopes
Capacidade: 1.000 pessoas
Endereço: Epitaciolândia-AC
Proprietário: Prefeitura Municipal de Epitaciolândia

 

 

MÂNCIO LIMA

mancio lima - totaoTotão
Nome Oficial: Estádio Totão
Capacidade: 2.000 pessoas
Endereço: Mâncio Lima-AC
Proprietário: Prefeitura Municipal de Mâncio Lima

 

 

 

PLÁCIDO DE CASTRO

placido de castroFerreirão
Nome Oficial: Estádio José Ferreira Lima
Capacidade: 1.000 pessoas
Endereço: Plácido de Castro-AC
Proprietário: Prefeitura Municipal de Plácido de Castro

 

 

 

PORTO ACRE

porto acreMamede Caruta
Nome Oficial: Estádio Municipal Mamede Caruta
Capacidade: 1.000 pessoas
Endereço: Porto Acre-AC
Proprietário: Prefeitura Municipal de Porto Acre

 

 

RIO BRANCO

rio branco - adauto de britoAdauto Brito da Frota
Nome Estádio: Adauto Brito da Frota
Capacidade: 4.000 espectadores
Inauguração: 1970
Endereço: Rua 17 de Novembro, s/n
Proprietário: Atlético Acriano
Algumas partidas do campeonato Acriano que contam com o Atlético. Manda seus jogos também no estádio José de Melo.

 

rio branco - antonio aquinoTonicão
Nome Oficial: Estádio Antônio Aquino
Capacidade: 1.000 pessoas
Endereço: Rio Branco-AC
Proprietário: Federação de Futebol do Estado do Acre

 

 

 

rio branco - arena da florestaArena da Floresta
Nome Oficial: Arena da Floresta
Capacidade: 25.000 (40.000 final)
Endereço: Rio Branco-AC
Inauguração: 17/12/206
Primeiro Jogo: Rio Branco 2 x 1 Seleção Brasileira Sub-20
Primeiro Gol: Rogério Taraúaca (Rio Branco)
Recorde de Público: 23.000 (Rio Branco 2 x 1 Seleção Brasileira Sub-20 – 17/12/2006)
Dimensões do Gramado: 100m x 75m
Proprietário: Governo do Estado do Acre
Construído pelo Governo do Estado do Acre para a realização da maioria dos jogos do Campeonato Acriano, a Arena da Floresta é um dos cinco estádios mais modernos do Brasil. Com o mesmo gramado utilizado no Maracanã, o estádio foi feito pela mesma construtora do Kyocera Arena e da Arena Joinville e possui capacidade para 20.000 espectadores.Com a confirmação da Copa do Mundo no Brasil em 2014, o Governo Acriano planeja ampliar a capacidade do Estádio para 40.900 mil cadeiras, atendendo à exigências da FIFA, já que o Governo pretende colocar a capital do estado como a “Sede verde” do evento.
Cada vestiário possui capacidade para acomodar 20 atletas, além da área de aquecimento de 40m². O estádio ainda tem em funcionamento dois elevadores (mais seis ainda estão em construção), duas tribunas de honra e oito camarotes. Recentemente foram compradas e instaladas pelo governo do estado, cerca de 10 mil cadeiras, deixando o estádio com 100% de suas acomodações com cadeiras. Essas cadeiras foram instaladas em designer moderno, com mosaicos e desenhos de figuras lendárias e animais da Amazônia, nas cores da bandeira Acriano: Verde, vermelho e amarelo. Além disso, já estão funcionando catracas eletrônicas em todos os setores de acesso ao estádio, que auxiliam na entrada dos torcedores. Sistemas de suporte dão capacidade para câmeras móveis, utilizadas já na inauguração do estádio.

 

rio branco - calafateCalafate
Nome Oficial: Campo do Calafate
Capacidade: Não há arquibancadas
Endereço: Estrada do Calafate – Rio Branco-AC
Proprietário: Liga Desportiva Amadora de Rio Branco

 

 

rio branco - giocondo maria grottiFazendinha
Nome Oficial: Estádio Dom Giocondo Maria Grotti
Endereço: Av Getúlio Vargas, s/n – Rio Branco-AC
Proprietário Juventus Atlético Clube

 

 

 

rio branco - jose de meloJosé de Melo
Nome Oficial: Estádio José de Melo
Capacidade: 8.000
Endereço: Av. Ceará, 1356 – Rio Branco-AC
Inauguração: 8 de junho de 1929
Recorde de Público: 5.476 (Rio Branco 0 x 3 Corinthians-SP – 11 de abril de 1995)
Dimensões do Gramado: 110m x 75m
Proprietário: Rio Branco Football Club

 

Carlos Alberto Simão Antônio
Nome oficial: Estadio Carlos Alberto Simão Antônio
Capacidade: 1000 pessoas
Endereço: Rio Branco-AC
Proprietário: São Francisco Futebol Clube

 

Fazendinha
Nome Oficial: Estádio da Fazendinha
Endereço: Rio Branco-AC
Proprietário Associação Desportiva Vasco da Gama
Observações Não possui arquibancadas 

 

SENA MADUREIRA

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Nome Oficial: Didier Tramborz
Capacidade: 1.000 pessoas
Dimensão: 102 x 65m
Endereço: Sena Madureira-AC

 

 

 

 

SENADOR GUIOMARD

senador guiomard - nabor juniorNabor Júnior
Nome Oficial: Estádio Municipal Nabor Júnior
Capacidade: 2.000 pessoas
Endereço: Senador Guiomard/AC
Dimensões do Gramado: 102 x 65m
Proprietário: Prefeitura Municipal de Senador Guiomard
*O nome é uma homenagem ao senador Acriano Nabor Júnior.

 

TARAUACÁ

tarauaca - naborzaoNaborzão
Nome Oficial: Estádio Municipal Nabor Júnior
Capacidade: 3.000 pessoas
Endereço: Tarauacá/AC
Proprietário: Prefeitura Municipal de Tarauacá

 

 

XAPURÍ

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Nome Oficial: Estádio Álvaro Felício Abrahão
Capacidade: 1.000 pessoas
Endereço: Xapuri-AC
Proprietário: Prefeitura Municipal de Xapuri
* antigo estádio Góes e Castro

 

 

Fonte: Acervo pessoal

CEILÂNDIA CAMPEÃO DO DF PELA PRIMEIRA VEZ

O inédito campeão de futebol do Distrito Federal, o Ceilândia Esporte Clube surgiu a partir do Dom Bosco Esporte Clube. O Dom Bosco Esporte Clube foi fundado em 27 de março de 1978, com sede na cidade-satélite da Ceilândia, e teve como primeiro Presidente Waldir Papa da Fonseca.

Aos 25 dias do mês de agosto de 1979 realizou-se a assembléia extraordinária da diretoria do Dom Bosco, quando foi discutida e aprovada a mudança do nome do clube para CEILÂNDIA ESPORTE CLUBE. As cores do uniforme não foram alteradas, permanecendo a preta e a branca.

E, de onde surgiu o nome Ceilândia?

Em 1971, o governador do Distrito Federal, Hélio Prates da Silveira, criou a Companhia de Erradicação de Invasões – CEI, com o propósito de retirar os invasores da região nobre de Brasília. Dizem que o governador sentia-se deprimido ao ver aquelas favelas tão próximas do círculo do poder. Como o novo povoado foi organizado pela CEI (Companhia de Erradicação de Invasões), estava criada a CEI-lândia.

O Dom Bosco rapidamente firmou-se como um dos maiores times amadores da Ceilândia, disputando a hegemonia com Juventude, Grêmio, Brasília e Juventus.

O futebol do Distrito Federal começou a se profissionalizar. O Campineira foi a base do Sobradinho, o Pioneira deu origem ao Taguatinga, mas Ceilândia continuava sem um clube na Primeira Divisão Profissional do Distrito Federal.

Ainda em 1978 surgiram as primeiras tentativas no sentido de profissionalizar o Dom Bosco.

Por sugestão da Deputada Maria de Lourdes Abadia, o nome do time mudou, guardando as cores preto e branco do Dom Bosco, mas trocando o escudo por uma imagem estilizada da caixa d’água da cidade.

Em 2 de outubro de 1979, a Federação Brasiliense de Futebol aceitou a filiação do Ceilândia Esporte Clube na categoria profissional.

O primeiro jogo oficial do Ceilândia foi um amistoso disputado contra o Brasília, no Serejão, no dia 18 de novembro de 1979. O Ceilândia perdeu por 2 x 1. Vilmar e Luizinho marcaram para o Brasília, enquanto Francisco Alves dos Santos (Risadinha), nº 9, marcou o gol histórico do Ceilândia.

Sua primeira participação no campeonato de futebol do Distrito Federal se deu em 18 de maio de 1980. No Serejão, perdeu para o Taguatinga por 3 x 0.

Por coincidência, o primeiro gol oficial do Ceilândia também foi marcado por Risadinha. Isso aconteceu no dia 25 de maio de 1980, no empate de 1 x 1 com o Guará, no Estádio do CAVE.

No final dessa competição, entre nove clubes participantes, o Ceilândia ficou com a sétima colocação, somando 16 pontos nos 24 jogos que disputou. Foram cinco vitórias, seis empates e treze derrotas. Marcou 14 gols e sofreu 40.

Antes do título conquistado neste ano, a melhor colocação do Ceilândia havia sido um vice-campeonato em 2005.

Amistosos Interestaduais de Equipes de Cahoeiro do Itapemirim-ES

Abaixo lista de jogos amistosos disputados por equipes de Cachoeiro do Itapemirim-ES nesta cidade. Estes dados foram extraídos do livro “História e glória do futebol cachoeirense” de Osvaldino Pedro Vieira:

03.05.1920 – ESTRELA DO NORTE 1-2 LEOPOLDINA (RIO DE JANEIRO-DF)
10.04.1921 – ESTRELA DO NORTE 0-5 RIO BRANCO (CAMPOS-RJ)
04.03.1923 – ESTRELA DO NORTE 1-4 GOYTACAZ (CAMPOS-RJ)
09.04.1926 – ESTRELA DO NORTE 1-1 CAMPOS (CAMPOS-RJ)
21.06.1930 – CACHOEIRO 2-4 BONSUCESSO (RIO DE JANEIRO-DF)
11.09.1935 – SELEÇÃO CACHOEIRENSE 2-4 AMERICANO (CAMPOS-RJ)
19.04.1941 – CACHOEIRO 4-2 CAMPOS (CAMPOS-RJ)
20.04.1941 – ESTRELA DO NORTE 2-3 CAMPOS (CAMPOS-RJ)
03.03.1947 – CACHOEIRO 2-4 AMÉRICA (RIO DE JANEIRO-DF)
04.03.1947 – CACHOEIRO 2-4 AMÉRICA (RIO DE JANEIRO-DF)
20.08.1947 – CACHOEIRO 4-3 AMERICANO (CAMPOS-RJ)
19.01.1949 – CACHOEIRO 2-2 BONSUCESSO (RIO DE JANEIRO-DF)
20.01.1949 – ESTRELA DO NORTE 1-3 BONSUCESSO (RIO DE JANEIRO-DF)
12.07.1952 – ESTRELA DO NORTE 1-7 SANTOS (SANTOS-SP)
13.07.1952 – CACHOEIRO 0-0 SANTOS (SANTOS-SP)
29.06.1953 – CACHOEIRO 2-1 FLUMINENSE (RIO DE JANEIRO-DF)
26.07.1954 – ITÁ 2-1 FLAMENGO (RIO DE JANEIRO-DF)
27.07.1954 – CACHOEIRO 2-2 BANGU (RIO DE JANEIRO-DF)
28.07.1954 – LEOPOLDINA 3-4 FLAMENGO (RIO DE JANEIRO-DF)
29.07.1954 – ESTRELA DO NORTE 1-1 BANGU (RIO DE JANEIRO-DF)
23.07.1957 – CACHOEIRO 2-4 AMÉRICA (RIO DE JANEIRO-DF)
11.02.1958 – CACHOEIRO 6-6 BANGU (RIO DE JANEIRO-DF)
28.03.1958 – ESTRELA DO NORTE 0-0 PORTUGUESA (RIO DE JANEIRO-DF)
28.06.1958 – CACHOEIRO 5-5 FLUMINENSE (RIO DE JANEIRO-DF)
16.04.1959 – CACHOEIRO 2-2 FLUMINENSE (RIO DE JANEIRO-DF)
06.11.1962 – ESTRELA DO NORTE 3-0 GALÍCIA (SALVADOR-BA)
12.11.1962 – ESTRELADO NORTE 1-4 BAHIA (SALVADOR-BA)
14.05.1963 – ESTRELA DO NORTE 1-0 GOYTACAZ (CAMPOS-RJ)
29.05.1963 – CACHOEIRO 0-1 FUZILEIROS NAVAIS (RIO DE JANEIRO-GB)
02.07.1968 – ESTRELA DO NORTE 4-2 AMERICANO (CAMPOS-RJ)
29.06.1971 – SELEÇÃO CACHOEIRENSE 2-4 FLAMENGO (RIO DE JANEIRO-GB)

BIRIBA O GRANDE PESCADOR DE LATERAIS DIREITO DO BAHIA

Em 1954 chega ao Esporte Clube Bahia, um jovem de jeito mirrado e sorridente de peito estufado e pernas arqueadas, saltitante logo no primeiro teste foi aprovado pela maneira agressiva de partir para cima da zaga adversária com seus dribles feito um açougue voraz. Após o teste ele compareceu a sala da diretoria para preencher sua ficha e ao dizer que morava em Itapuã que na época era muito distante do centro de Salvador e ser uma colônia de pesca, quase que o clube perderia um dos seus maiores ídolos da sua história pelo motivo da distância e o transporte não ser fácil naquele tempo. Armindo Avelino de Santana nascido 10 de novembro de 1938 aos 16 anos passou a fazer parte do Bahia filho de pescador e uma lavadeira de roupas do Abaeté Biriba já acompanhava o pai nas pescarias diarias, Entrou para a história como um dos maiores pontas do Bahia em todos os tempos. Preferia jogar na direita, mas aceitou mudar de lado para formar uma dupla infernal com Marito dono da camisa 7 do Tricolor de Aço, nesse inicio Biriba apenas treinava em dias alternados três anos depois em 1957 ele assume a ponta direita no quadro de aspirantes, nesse mesmo ano o time principal do Bahia parti para a Europa para sua primeira excursão ao velho continente em meio ao Campeonato Baiano o jovem time passou a disputar o certame e foi vencendo os jogos e encantando a torcida, ao lado de Bombeiro e Careca que foram campeões da Taça Brasil em 1959 ao seu lado e de outros jovens bons valores como Marivaldo, Aduce, Ruy Tanus e Naninha, Biriba se destacava mais e caia de vez nas graças do público, naquela mesma temporada o Benfica em excursão pelo Brasil faz uma amistoso na Fonte Nova contra o time aspirante do Bahia que passou a ser conhecido como “ A JUVENTUDE TRANSVIADA” por ter os jovens arrebentando como no filme estrelado por James Dean, o Bahia não teve dó e enfiou 4 a 1 nos encarnados de Lisboa e com gol de Biriba claro um dos seus 113 gols pelo tricolor.

biriba 1959

Biriba último agachado com a bola, primeiro jogo contra o Santos em 1959.

Em 20 de julho de 1958, conseguiu a vaga no time principal com atuação de gala num Bavi. Fez um gol e deu passe para o outro gol, de Hamilton, após driblar meio time do Vitória. Caiu nas graças da torcida.

O marco da trajetória de Biriba pelo Esquadrão foi o ano de 1959, quando o clube conquistou o primeiro Campeonato Brasileiro. O ponta fez gols decisivos, como o que garantiu a classificação para as semifinais, contra o Sport/PE, e o de empate na final, contra o Santos de Pelé, na Vila Belmiro. O Tricolor acabaria vencendo aquele jogo.por 3 a 2.Em 14 anos de clube ele venceu os campeonatos baiano de 1958,1959,1960, 1961,1962 e 1967 a Taça Brasil de 1959, o Norte-Nordeste de 1958, 1960 e 1962, fez parte do quadro que foi a segunda excursão do Bahia a Europa em 1960, onde deixou muito gringo com dores no nervo ciático, e jogou duas Libertadores. Biriba transformava os laterais direitos em peixes que caiam nas iscas das suas pernas arqueadas e eram fisgados com facilidade e na sua rede caiam gols e muitos gols, ainda em 1959 o Palmeiras fez um amistoso contra o Bahia devido a transferência do atacante Alencar do Tricolor para o time paulista e Djalma Santos campeão do mundo em 58 sentiu a dureza de marcar Biriba e abusou de jogadas violenta na maioria das vezes para parar o ponta tricolor.

Ainda pela Taça Brasil de 1959 nas semifinais contra o Vasco nas três partidas o lateral vascaíno Paulinho de Almeida ex-treinador, se viu doido para marcar Biriba, disse ele anos depois quando veio comandar o Bahia em 1985: “ Biriba deitou e rolou em cima de mim nas três partidas eu e Coronel sofremos com Biriba e Marito que hora trocavam de pontas e o inferno continuava, na maioria das vezes usei de falta violentas para brecar os moleques atrevidos, foi um dos maiores pontas que tive de marcar”.Biriba era o ponta pescador que com duas pernas multiplicava os dribles em cima de seus marcadores. Biriba não é um dos maiores ídolos da torcida tricolor apenas pela alta técnica e dribles desconcertantes, mas também pela raça. Era um incansável em campo. O que representa bem o espírito de Biriba é o fato de ter jogado com a cabeça enfaixada nas semifinais do Brasileiro de 1959, contra o próprio Vasco.Está presente no time do Bahia de todos os tempos, ao lado de Douglas, Beijoca, Carlitos, Léo Briglia, Mario e Marito.

biriba

 

 

 

Biriba e seu jeito de menino quieto somente até a bola rolar.

Faleceu no dia 25 de outubro de 2006, aos 68 anos, no hospital Jaar Andrade, no bairro de Cajazeiras, em Salvador , após sofrer quatro paradas cardíacas, foi sepultado no bairro onde nasceu Itapuã, local onde jamais deixou de morar mesmo depois de tantas glórias, Biriba era o responsável pelo Estádio Municipal de Itapuã, onde treinava garotos e batia seus babás no finais de semana, ele foi o percussor de uma dísnatia  de pontas canhotos magistrais como Canhoteiro, Marquinhos, Jesum, Gilson Gênio, Sandro e Marquinhos que jogou aqui de 87 a 90 e foi campeão brasileiro de 1988 e parecia muito com Biriba no jeito de jogar com dribles e arrancadas certeiras rumo ao gol.

Biriba o pescador de laterais ídolo eterno da torcida do Bahia.

Textos: Galdino Silva

Pesquisa: Livro Esporte Clube da Felicidade 70 anos de Glória de Nestor Mendes Junior.

Fotos: Arquivo Galdino Silva