TORNEIO REINTEGRAÇÃO “ALMIRANTE JULIO DE SÁ BIERRENBACH” – 1977

Em 1977 a Federação Paulista de Esportes de Praia organizou o TORNEIO REINTEGRAÇÃO “ALMIRANTE JULIO DE SÁ BIERRENBACH”. Era uma tentativa de se manter as competições oficiais de futebol de praia, mas a crise era grande e logo depois iria desaparecer esta federação. Abaixo os resultados da competição que teve o NÁUTICO PRAIA CLUBE como seu campeão:

TURNO ÚNICO

16.04.1977
DOM QUÍMICA 6-0 CLUBE 2004
DEMOCRÁTICO 2-2 XI PRAIANO
APOLO 1-1 OSWALDO CRUZ
23.04.1977
XI PRAIANOS 4-2 DOW QUÍMICA
OSWALDO CRUZ 3-0 DEMOCRÁTICO
NÁUTICO W0-0 CLUBE 2004
30.04.1977
DEMOCRÁTICO 7-0 CLUBE 2004
DOW QUÍMICA 1-0 NÁUTICO
XI PRAIANOS 2-0 APOLO
07.05.1977
NÁUTICO 2-1 OSWALDO CRUZ
XI PRAIANOS W0-0 CLUBE 2004
APOLO 4-0 DOW QUÍMICA
14.05.1977
OSWALDO CRUZ W0-0 CLUBE 2004
NÁUTICO 2-0 APOLO
DOW QUÍMICA 0-0 DEMOCRÁTICO
21.05.1977
NÁUTICO 3-0 DEMOCRÁTICO
XI PRAIANOS 1-0 OSWALDO CRUZ
APOLO W0-0 CLUBE 2004
28.05.1977
OSWALDO CRUZ 1-1 DOW QUÍMICA
DEMOCRÁTICO 3-2 APOLO
NÁUTICO 1-0 XI PRAIANOS

Bolão da Copa do Mundo 2010- 4°FASE SEMIFINAIS

URUGUAI 2X3 HOLANDA
ALEMANHA 0X1 ESPANHA

CLASSIFICAÇAO APOS AS SEMIFINAIS

1°Galdino Antonio 438
2°Antonio Mario Ielo 423
-Rodolfo Stella 423
4°Gilvanir Alves 405
5°Gilberto Maluf 399
6°Andre Martins 386
7°Walter Iris 378
8°Ocimar Ziley 377
9°Jorge Farah 354
10°Edu Cacella 342
11°Braz Leme 315
12°Decio Vital 297
13°Alexandre Martins 285
14°Adalberto Kluser 279
15°Ricardo Amaral 234
16°Gerson Rodrigues 69

Dunga na várzea

Ouro Verde

Dunga, o sexto de pé da esquerda para a direita, aos 16 anos no Ouro Verde

Dunga chegou ao ápice dentro do futebol tanto como jogador quanto como treinador. Capitão da Seleção em duas Copas, ele ainda teve a honra de treinar a camisa mais vitoriosa do mundo. Mas o início de Carlos Caetano Bledorn Verri, hoje com 46 anos, foi igual ao de milhões de garoto que sonham em sair do anonimato e virar estrelas do planeta bola.

Nascido em Ijuí em outubro de 1963, Dunga mostrou desde cedo que tinha talento com a bola. Como morava no Interior, a opção para um garoto de apenas 16 anos de mostrar serviço era o futebol amador. Depois de passar por times infantis na cidade, ele chegou ao Ouro Verde, uma das equipes mais tradicionais da várzea de Ijuí.

A pouca idade não impediu que ele assumisse uma posição de titular na equipe que foi campeã municipal em 1979.

—       Ele sempre se destacou, tanto que era titular absoluto com 16 anos. Todo o resto do time tinha de 20 pra cima. A liderança em campo já podia ser notada nele — lembra Ari Bertollo, diretor de futebol do Ouro Verde na época.

O bom desempenho no torneio chamou a atenção dos clubes da capital. A vontade e a força daquele menino entroncado, mas de bom passe, não poderiam ficar restritas ao futebol amador. Porém, ele deu a palavra de ficaria até a final do Municipal, vencido em cima do São José.

Logo depois de levantar o caneco na várzea, Dunga foi levado por Emidio Perondi para um período de testes no Beiro-Rio. Foi aprovado e iniciou uma das carreiras mais vitoriosas dentro do futebol brasileiro.

Depois de perder a Copa da África, Dunga prometeu descansar. Certamente Ijuí estará ansiosa para receber o seu filho mais ilustre, que pode recomeçar a carreira resgatando a energia que o moveu quando ainda era apenas um menino apaixonado pela bola.

Fonte: www.clicrbs.com.br

Morre árbitro que expulsou todos de campo em jogo Avaí x Figueirense

Gilberto Nahas foi o protagonista do chamado ‘Clássico da Vergonha’

Morreu nesta terça-feira, em Florianópolis, aos 83 anos, o ex-árbitro de futebol Gilberto Nahas, vítima de câncer de próstata e pulmão. Conhecido por ter expulsado absolutamente todos os 22 jogadores no chamado “Clássico da Vergonha”, entre Avaí e Figueirense, em 1971, Nahas estava internado desde domingo. Ele marcou época na arbitragem catarinense nas décadas de 60 e 70.

O ex-árbitro era presidente da Associação dos ex-Combatentes do Brasil (Seção Santa Catarina) e do Conselho Diretor da Associação Catarinense de Imprensa. O velório acontece no Cemitério São Francisco de Assis, no Bairro Itacorubi, e o sepultamento será nesta quarta-feira.

A história do “Clássico da Vergonha”

Parece mentira, mas não é. No dia primeiro de abril de 1971, depois de uma briga generalizada, não sobrou ninguém dentro de campo: os 22 jogadores foram expulsos. O jogo era amistoso, em homenagem à “Revolução Democrática” de 1964, e acabou aos 10 minutos do segundo tempo, com o placar de 0 a 0.

A confusão começou quando o centroavante Cláudio, do Figueirense, e o zagueiro Deodato, do Avaí, se desentenderam numa disputa de bola e começaram a brigar. Antes que Gilberto Nahas conseguisse tirar os dois de campo, os demais jogadores partiram para a violência.

Irritados com a atitude de Gilberto Nahas, os militares, que estavam sendo homenageados no amistoso, foram ao vestiário pressionar o árbitro. Como era sargento da marinha, ele recebeu recados do almirante para que continuasse com o amistoso, até mesmo porque o governador estava presente no estádio. Não teve jeito. Ele disse que, dentro de campo, era quem mandava.

Alguns cronistas esportivos da época dizem que, pela insubordinação, o juiz ficou preso uma semana. Nahas, em entrevista ao ClicEsportes em 2008, garantiu que só ficou um dia na cadeia.

Quem também não gostou da suspensão do jogo foram os dirigentes de Avaí e Figueirense. Eles estavam preocupados porque, no final de semana seguinte, começaria um campeonato. Se todos fossem expulsos, deveriam pegar, pelo menos, um dia de suspensão. Muitos foram os pedidos para que Gilberto Nahas voltasse ao jogo.

Na semana seguinte, num julgamento na Federação Catarinense de Futebol (FCF), todos os 22 atletas foram absolvidos. Os advogados argumentaram que o juiz deveria apresentar um cartão para cada um dos atletas e colocar na súmula o número de cada jogador expulso. No documento, o juiz apenas relatou que “todos os jogadores foram expulsos”.

Por GLOBOESPORTE.COM e clicRBS Florianópolis

A primeira partida da Taça Rio Branco de 1947

Brasil 0 x 0 Uruguai

” Nada feito no primeiro prélio “.
Foi assim que se referiu o jornal A Gazeta Esportiva, de 30 de março de 1947, para a partida válida pela Copa Rio Branco. Segundo o jornal “O zero a zero de ontem à tarde no Pacaembu, nada resolveu na disputa do primeiro colejo entre brasileiros e uruguaios, pela posse da “Taça Rio Branco”, em 1947, deixando tudo como estava antes da disputa.” Dizia ainda “A margem da extrema podreza do prélio inicial da “Taça Rio Branco”, ha um problema delicado a resolver na selecao brasileira – Precisa ser tão brasileira no Pacaembu como em São Januário.”

Na mesma página, o periódico paulista estampava “A má vontade prevaleceu e nada se pôde fazer – Dois quadros que não foram capazes de … empatar, pois que o empate vingou por si mesmo – E quasi 600 mil cruzeiros rodaram pelas bilheterias …”Abaixo fotos da partida.

bra x uru

bra x uru 1947

BRASIL 0 x 0 URUGUAI

COPA RIO BRANCOData: 29/Março/1947
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Juiz: Juan Carlos Armental (Uruguai)
Renda: perto dos 600 mil cruzeiros
Público: mais de 40 mil pessoas

BRASIL: Luiz Borracha [Flamengo] Augusto (Vasco), Nena (Internacional), Rui (São Paulo), Danilo Alvim (Vasco), Noronha (São Paulo), Cláudio C. Pinho (Corinthians), Ademir Menezes (Fluminense), depois Maneco (América-RJ), Heleno de Freitas (Botafogo), Jair Rosa Pinto (Vasco) e Eduardo Lima (Palmeiras). Técnico: Flávio Costa

URUGUAI: Máspoli, Lorenzo, Tejera, Gambetta, Manay (Barreto), Cajiga, Castro, José Garcia (Julio Perez), Medina, Burgueño (Attilio Garcia) e Godard. Técnico (Coach): Marcelino Pérez

Fonte: A Gazeta Esportiva, de 30 de março de 1947, e Arquivo www.campeoesdofutebol.com.br
Pesquisas de Eduardo Bastos, de São Paulo, e Sidney Barbosa da Silva

ARTIGO DA SEMANA N° 22/2010 VOTAÇAO ENCERRADA


1°Grande goleadas do Guarani do Galdino 08 VOTOS

2°Juventus Moleque Travesso, de Gilberto Maluf 06 VOTOS
– 51 escalações do ABC, do Ricardo Amaral;06 VOTOS
4°MEMORIAL DIÁRIO: o que aconteceu de mais importante em 7 de julho de 1940 de Jose Ricardo Almeida 05 VOTOS
5°Grandes goleadas – Santos 11 x Botafogo de RP 0, de Walter Iris 02 VOTOS
– Fabricação da Jabulani de Gilberto Maluf 02 VOTOS
– Grandes Goleadas: SC 0 x 8 Paraná – Walter Íris 02 VOTOS
– EXCURSÃO DO PALESTRA ITÁLIA(PR) EM 1939, JULIO DIOGO. 02 VOTOS
8°CONHEÇA O FUTEBOL; Palau de Andre Martins 01 VOTO
– EL ÚLTIMO TANGO EN AFRICA! ADÍOS ARGENTINA de Galdino Ferreira,01 VOTO

Afeganistão: Saem as execuções, entra em campo o futebol.

001Crianças não podiam soltar papagaios, mulheres não podiam trabalhar, estudar, nem ter cuidados médicos e eram obrigadas a usar burcas. Os campos de futebol eram lugares de rituais macabros de extermínio, mutilação e condenação. Sob o regime talibã, até 2001, assim era o Afeganistão. Após os ataques terroristas do 11 de setembro de 2001, os norte-americanos acabaram com o reinado dos fanáticos religiosos. Assim, com a fuga dos talibãs, os estádios voltaram a ser usados para esportes. Desde 1984, nas eliminatórias para a Copa da Ásia, a seleção afegã não participava de competições internacionais. Com a invasão russa e, mais tarde, com o regime talibã, era impossível praticar o futebol mesmo em campeonatos domésticos. Em 1997, o esporte chegou a ser proibido no pais. E o futebol não foi o único. O xadrez, por exemplo, não podia ser praticado, porque suas peças são réplicas de pessoas e animais, o que feriria a crença islâmica. Mesmo com a proibição, o futebol permaneceu como esporte preferido dos afegãos. Filiada à Fifa desde 1948, a Federação Afegã nunca perdeu seu lugar na entidade, mesmo sob o regime talibã.

Jovens disputam partidas em frente ao palácio destruído durante guerra entre 92 e 96

Jovens disputam partidas em frente ao palácio destruído durante guerra entre 92 e 96

Retorno – A volta da seleção do Afeganistão às competições internacionais aconteceu nos Jogos Asiáticos, em 2001. O resultado do time comandado por Mohammad Yousef Kargar não foi dos mais felizes: a equipe foi goleada pelo Irã por 10 a 0 . A importância do jogo, no entanto, não era esportiva: significava o início de uma nova era para o país. A primeira vitória veio só em 2003, quando o time de camisas brancas com listras vermelhas bateu o Quirguistão por 2×1, em um jogo pelas eliminatórias da Copa da Ásia. Devida a instabilidade política e social, o Afeganistão não pôde realizar jogos das eliminatórias para a Copa da África do Sul em seu território. Mesmo assim, os afegãos não fizeram muito feio: perderam de pouco para a Síria, na fase preliminar, levando 3×0, na Síria, e 2×1, no Tadjiquistão. O melhor de tudo é hoje ver meninos e meninas correndo pelos campos daquele país, com a esperança de um dia ser e viverem sem medo da violência que ainda assola o Afeganistão. O renascimento do futebol, mesmo que tímido, é um dos símbolos desse tão sonhado futuro melhor.
Os afegãos são diferentes dos brasileiros em praticamente tudo. Em suas indumentárias saídas dos contos das mil e uma noites; nos casamentos arranjados entre primos; na reverência pelos mais velhos; em seu declarado gosto pela guerra; em sua religião e no fervor com que a seguem; no confinamento das mulheres, simbolizado pela burka – tão persistente depois quanto antes do Taleban.
Mas há um traço em comum, e não é pouca coisa: o futebol. Não pela qualidade dos jogadores. “É só entusiasmo, mais nada”. Mas pela paixão. O futebol é o esporte nacional afegão, embora perca em originalidade para o buzkashi, um precursor do pólo no qual os cavaleiros têm de atravessar o campo com uma carcaça de ovelha ou um prisioneiro decapitado – o que estiver mais à mão.
Há muitas narrativas para o absurdo passado recente afegão. O futebol é uma delas. Os jogadores da seleção regional de Kabul treinavam no mesmo estádio – aliás o único do país – que foi palco de alguns dos atos mais chocantes do regime taleban, em seus cinco anos de existência (1996-2001).

003

O Estádio de Kabul – foi construído em 1973 pelo presidente Mohammed Daud, logo depois de assumir o poder, num golpe de Estado contra seu primo, o rei Zahir Shah. E destruído durante a guerra dos mujaheddin (1992-96), na qual o general usbeque Rashid Dostum – um dos candidatos a presidente que boicotaram a eleição presidencial de sábado – o transformou em seu quartel-general, impiedosamente bombardeado por seus inimigos. Entre eles, o general tajique Ahmed Shah Massud, assassinado por suicidas da al-Qaeda dois dias antes dos atentados de 11 de setembro de 2001. Seu retrato num outdoor domina hoje o estádio, ao lado de outros dois, do presidente Hamid Karzai e do imperador Ahmed Shah Baba, que fundou a dinastia no século XVIII.
Depois que os taleban tomaram, em 1996, o controle de Kabul e, com ela, de 90% do país, a ONU resolveu presentear os afegãos com a reforma do estádio – simbolizando a nova era de paz. Mas os taleban tinham outros símbolos em mente. Atraídos pelo futebol, que chega a reunir 22 mil pessoas no estádio, os afegãos eram induzidos a assistir a execuções de condenados à morte pelos mulás.
“Eu já era funcionário da Federação Afegã de Futebol nessa época e, quando ficava sabendo que ia haver execução, ia embora do estádio”, lembra Sayed Mozafari, hoje secretário-geral da entidade. “Nunca assisti a uma execução.” Milhares de afegãos assistiram. As execuções ocorriam nos intervalos, ou quando os taleban – que costumavam invadir o campo interrompendo os jogos para orações – considerassem conveniente. Por causa da oração das 17h, os jogos foram antecipados para as 14h. Já voltaram para o horário normal, mais adequado, em vista do calor desértico que faz no verão.
“Naquela época era tudo muito difícil”, recorda Bashir Soldat, de 26 anos, que joga na defesa do Sabol, um dos 18 times da primeira divisão, e foi escalado para a seleção de Kabul no primeiro campeonato nacional do país. “Tínhamos de usar barbas compridas e jogar de shalwar kameez (a vestimenta tradicional dos afegãos, composta de túnica comprida e calça larga).” Calções e camisetas, como as que a seleção usa agora, doadas por ingleses que vieram dar um curso, eram proibidos.
O futebol no Afeganistão é amador. Os jogadores recebem ajuda de custo de 50 afeganis (US$ 1) ao fim de cada treino, que agora está ocorrendo todos os dias, na preparação para o campeonato.
Os afegãos guardam na lembrança glórias passadas, como uma partida em que derrotaram o Irã, há 23 anos. Sustentado por um orçamento anual de US$ 280 mil para todas as categorias, doado pela Fifa, o futebol afegão acalenta expectativas modestas – de apenas poder seguir adiante, sem ser abruptamente interrompido, como faziam os taleban com as partidas. É só o que pede o Afeganistão também.

Federação Afegã de Futebol

Afghanistan Football Federation
País: Afeganistão
Confederação: AFC
Fundação: 1922
Filiação a FIFA: 194
Filiação a AFC: 1954
Telefone: +93-75/2023 770
Fax: +93-75/2023 770
Site: www.aff.com.af

002Fundada em 1933, a Federação Afegã de Futebol é uma filial da FIFA desde 1948, a federação foi um dos membros fundadores da Confederação Asiática de Futebol em 1954. Sua primeira partida internacional foi em 25 de agosto de 1941 em Cabúl, contra Irã, numa partida que terminou com um empate sem gols (0x0). Seu maior êxito, foi sua única participação olímpica nos jogos olímpicos de 1948, embora sofreram uma goleada na primeira rodada, ao perder para Luxemburgo por 6×0. Os anos 50 foram os mais badalados para o futebol Afegão. e foi visto pela última vez no cenário internacional em 1984 durante a competição de qualificação para a Copa da Ásia. A invasão russa e, posteriormente, o regime talibã tornou impossível manter o futebol a níveis nacional e internacional. Muitos jogadores continuaram suas carreiras em outros países.
Somente após a queda do regime talibã, em 2002, que a nação apaixonada por futebol contemplar um futuro brilhante, mais uma vez.

Jogo entre a Seleção Afegã e o time da  ISAF no estádio Ghazi Kabul. A equipe afegã ganhou por um gol a zero. A ISAF (International Security Assistance Force ) vem operando no Afeganistão desde 2002 e tem atualmente 11 mil soldados em Kabul, no norte e oeste do Afeganistão.

Jogo entre a Seleção Afegã e o time da ISAF no estádio Ghazi Kabul. A equipe afegã ganhou por um gol a zero. A ISAF (International Security Assistance Force ) vem operando no Afeganistão desde 2002 e tem atualmente 11 mil soldados em Kabul, no norte e oeste do Afeganistão.

A equipa nacional fez um retorno aos gramados internacionais em setembro de 2002, tendo participado no torneio de futebol dos Jogos Asiáticos, em Busan. Embora os resultados foram decepcionantes, a alegria dos jogadores retornando ao futebol foi muito claro de se ver. E poucos meses depois, na Copa do SAFF, em Bangladesh, uma melhoria significativa nos padrões já era visível. Sua primeira participação para o Mundial de 2006 foi no Turcomenistão, onde terminou eliminada na primeira fase com 2 derrotas, em Ashgabat por um contudente 11 – 0, e em Cabúl por um respeitável 0 -2. A crise do país, os atentados, o pobre patrocínio e suas péssimas instalações esportivas fazem que careçam jogadores de qualidade que de fato, os melhores jogadores são imigrantes Afegãos pelo mundo. No final de 2004, 8 jogadores saem de seu campo de treinamento na Itália para buscar asilo na Alemanha. Este tipo de situações, mais o perigo de atentados fez que a FIFA proibisse Afeganistão de participar das Eliminatórias Asiáticas de 2010 como mandante de campo em seu próprio país.

Partida entre Ordu Kabul e Kabul Bank, no torneio de pré-temporada de 2008, no gramado da sede da Força Internacional ISAF, para um público de 200 espectadores.

Partida entre Ordu Kabul e Kabul Bank, no torneio de pré-temporada de 2008, no gramado da sede da Força Internacional ISAF, para um público de 200 espectadores.

Fontes:
www.fifa.com
www.en.wikipedia.com
thruafghaneyes.blogspot.com