Esse demorou mais apareceu, sempre desconfiei do escudo azul e branco da ABB de La Paz(Academia del Balompié Boliviano), pois o uniforme do time é amarelo e azul, e nota-se que o escudo é diferente vendo a camisa.Finalmente encontrei o original..
O placar de São Januário, mais uma vez, foi ‘personagem’ de uma gafe. Na partida desta quarta-feira contra a Univesidad de Chile (CHI), pela Copa Sul-Americana, o nome do clube chileno foi redigido equivocadamente como “Univercidade”.
Não foi a primeira vez que o placar da Colina Histórica cometeu erros. Seja na grafia ou em anúncios errados, a temporada de 2011 conta com uma lista vasta de enganos que chegaram até a prejudicar o time da casa.
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Camisa com a cidade de Tóquio com grafia incorreta. Foto: Divulgação / VIPCOMM
Pegou muito mal a grafia incorreta da cidade de Tóquio, o Japão, nas camisetas comemorativas do Flamengo, em alusão à conquista do Mundial Interclubes, em 1981. O erro foi assumido por Eduardo Vinícius de Souza, que pediu desculpas pela grafia “Tokio”.
As camisas foram lançadas pela Olympikus, e o padrão foi definido junto com a Comissão do Conselho Deliberativo do clube, presidida por Souza, que define os padrões dos novos uniformes com a empresa de material esportivo.
Eduardo Souza mandou uma resposta para um blog, onde pede desculpas pelo erro. “Assumo a responsabilidade pela não percepção do erro na grafia do nome da capital do Japão”, afirmou na nota. “Lamento não ser bom revisor na língua de Shakespeare e peço desculpas. O que me consola é o fato de não ter lido reclamações com relação às incontestáveis inscrições – em português –.
O Centro Histórico do São José teve grandes equipes de futebol, que revelaram atletas para clubes profissionais. Aqui está o América FC. Em pé, da esquerda para a direita: Valério, Leleco, Neco, Cleto, Janga e João Lemos. Agachados: Tocha, Aldo, Jacó, Armando e Aldinho.
A situação do meu Bugre é muito triste, nunca vi isto, mas vale contar aos que não acompanham as coisas de Campinas de perto, e o site futebol interior, descreveu o clima e toda a tensão ocorrida na assembleia desta segunda feira dia 21 de novembro, ainda assim, mesmo com o resultado tido como o melhor para o clube, os atletas ameaçam fazer greve no último e decisivo jogo que definirá a queda ou a permanencia do clube na segunda divisão do Brasileiro. Confira tudo isto:
Assembleia começou às 20hs de segunda dia 21 e terminou 2h30 de terça dia 22 de novembro.
Um clima extremamente pesado antecedeu a Assembleia Geral de Sócios do Guarani, nesta segunda-feira à noite, no Estádio Brinco de Ouro. Enquanto um grupo de torcedores protestava no lado de fora, barrados na portaria, muitos seguranças desfilavam do lado de dentro, vários deles acompanhados de cachorros ferozes.
Por alguns momentos houve um clima de confronto. Alguns rojões explodiram na parte interna do Brinco, em direção dos seguranças e perto dos radialistas e jornalistas que acompanhavam a tumultuada Assembleia Geral de Sócios. Mas os protestos foram pacíficos.
Cartola de peso
Por volta das 20h15, Beto Zini, ex-presidente, entrou na Assembleia muito aplaudido pelos sócios. A presença do ex-presidente, que renunciou em 1999, surpreendeu muita gente. Mesmo porque ele não se considera candidato a nada neste momento. Mas a reação dos associados foi espontânea e positiva. Beto Zini, elegantemente vestido de camisa verde, mostrava muita confiança na queda de Leonel Martins.
Pela manhã, uma surpresa desagradável para o presidente do Conselho Deliberativo, Antônio Sagula. Acusado por opositores de ser inoperante no cargo, ele teve o seu estabelecimento comercial “recheado” de frases de protestos, mostrando o alto grau de insatisfação dos manifestantes com estes dizeres:
“Fora Leonel!” e “Sagula omisso! ”
A partir daí, a direção do clube sentiu que “a disputa seria para valer”.
Sócio bloqueado
Muitos associados foram, injustamente, boqueados na portaria. Um deles, muito insatisfeito, era o advogado Marcelo Dias, líder do grupo Renova Guarani.
“Fui impedido de entrar porque não existe um sistema eletrônico de conferência. É uma triste realidade. Assim não participo da reunião e nem da votação”, comentou indignado.
Ele também explicou a posição do seu grupo em termos de futuro do clube:
“Parece ter ficado instustentável a permanência do Leonel (Martins) porque ele cometeu uma série de falhas na presidência, como cuidar mal do futebol do clube, atrasar salários e não ter um comportamento que se espera de um presidente”, explicou.
Mas também, Dias, mostrou cautela em relação ao futuro:
“Temos que tirar o Leonel, mas tomar muito cuidado em quem vai entrar neste momento delicado do clube. É um perigo entregar o clube em mãos perigosas, de quem tenha outros interesses que não sejam os do Guarani”, completou.
Presidência com Oposição
A reunião começou por volta das 20h20 e a primeira discussão foi sobre a presidência da mesa de trabalhos. Colocada em votação por Antônio Sagula, houve a primeira derrota da diretoria atual. Por 151 a 138 votos foi negada a mesa ao grupo de Situação.
A indicação para a presidência era de Milton Fernandes Alves, ex-empresário de sucesso que depois virou advogado pouco requisitado. Inclusive atuou no departamento jurídico do Guarani. Seu nome, porém, foi vetado pelos associados. Mas o presidente da mesa indicado e aprovado pelos associados foi o advogado Palmeron Mendes Filho, membro da ONG Garra Guarani.
A pedido de Leonel Martins de Oliveira, presidente da diretoria, a votação foi recontada por três vezes, numa clara manobra para adiar qualquer votação a tempo de chegar mais sócios ligados a ele.
A diferença mínima de votos entre Oposição e Situação confirma a expectativa de que qualquer decisão será tomada por um número muito pequeno de diferença entre prós e contra a Leonel Martins. No caso específico à sua destituição, junto com toda a sua incompetente diretoria. De qualquer forma, não houve como evitar uma demora na Assembleia, uma vez que a pauta era extensa, com oito itens. Segundo os opositores, o Edital de Convocação teria mesmo esta intenção como estrategia da diretoria.
ATLETAS DO BUGRE PODEM FAZER GRAVE NA ÚLTIMA E DECISIVA RODADA
Quando todos esperavam que o Guarani viveria outros momentos após a cassação do presidente Leonel Martins de Oliveira na madrugada desta terça-feira, os jogadores surpreenderam e deram mais uma notícia bombástica para os torcedores. Com quatro meses de salários atrasados, o elenco não descartou a possibilidade de não entrar em campo no próximo sábado, diante do Goiás, às 17 horas, no Estádio Brinco de Ouro da Princesa, na última rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.
Nesta tarde, os jogadores se reuniram com representantes do Sindicato dos Atletas do Estado de São Paulo (Sapesp) e convocaram uma entrevista coletiva. O porta-voz do elenco foi o atacante Fabinho, ídolo da torcida bugrina e um dos atletas com mais tempo de clube, que apenas se pronunciou e não respondeu nenhuma pergunta da imprensa.
De acordo com Fabinho, os jogadores irão treinar normalmente durante a semana, mas deixou claro que existe a possibilidade de não entrarem em campo diante do Goiás, na partida que irá decretar a permanência do Bugre na Série B ou o rebaixamento. O elenco aguarda uma posição da diretoria até sexta-feira para decidirem o que irão fazer.
“Esperamos que até sexta-feira alguém possa nos passar uma parte, seja diretoria ou empresários. Não dá para esperar mais. Vamos treinar durante a semana, mas a gente não garante que vamos entrar em campo. Se depender de nós não vamos cair, mas agora estamos em outra situação”, destacou Fabinho. Ao lado do atacante, na sala de imprensa do Guarani, estavam todos os outros 23 jogadores.
Caso os jogadores realmente entrem em greve, o Guarani deve entrar em campo contra o Goiás com juniores, aumentando ainda mais o drama da torcida bugrina, que ainda convive com o perigo iminente de rebaixamento.
Com 49 pontos, o Guarani se encontra na 13ª colocação e precisa de um simples empate para se garantir na Série B. O time campineiro será rebaixado apenas se perder para o Goiás e acontecer uma combinação improvável de resultados, como pelo menos um empate do Paraná, além de vitórias de ASA, São Caetano e Icasa.
E se tiver greve?
De acordo com o artigo 63 do regulamento geral de competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de 2011, “nos casos em que uma equipe se apresentar com menos de sete atletas ou ficar reduzida a menos de sete, após iniciada a partida, o clube correspondente perderá a quota da renda que lhe caberia, além de sofrer uma multa de R$ 10.000,00, aplicada pela CBF, sem prejuízo de sanções previstas no CBJD”.
Já o artigo 65 diz: “No caso de uma equipe não se apresentar em campo para uma partida previamente programada, o seu adversário será declarado vencedor pelo placar de três a zero”. Vale lembra que se isso acontecer, o caso será julgado no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
Este é o Corinthians, de Picadas do Norte, em São José. A foto é de 20 de março de 1955. Em pé, da esquerda para a direita, foi identificado apenas Didico, Aparicio Mendes, Jorge Destri e Altino. Agachados estão Vilson, Betinho, Antonio, Valmor Schmidt e o ponteiro-esquerdo, que não foi possível identificar.
Os auditores aceitaram o defesa do clube parnanguara, que tinha sido punido com a perda de 22 pontos no Campeonato Paranaense
Por Gabriel Hamilko
Curitiba
A novela do caso Rio Branco teve o capítulo final nesta terça-feira. Em julgamento realizado em Curitiba, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) aceitou o recurso do Rio Branco e absolveu o clube da perda de 22 pontos por ter escalado Adriano de Oliveira Santos (que foi registrado como Adriano Oliveira dos Santos) em seis jogos do último Campeonato Paranaense. Com a decisão, prevalece o resultado decidido em campo, com o Paraná rebaixado para a Divisão de Acesso do Estadual de 2012.
A decisão de absolver o Rio Branco foi aceito pela maioria dos auditores, com um placar de 9 a 1. Todo o processo já se arrastava por nove meses, sendo que na esfera estadual, o Paraná – que atuava como terceiro interessado no caso – tinha sido beneficiado, pois o TJD-PR tinha decidido pela punição do Leão da Estrada.
O julgamento foi o quarto da pauta do STJD, que pela primeira realizou uma sessão itinerante fora do eixo Rio-São Paulo, aproveitando a Conferência Nacional dos Advogados, em Curitiba. Com o auditório lotado, o andamento do processo teve todo o drama possível, desde duas quedas de energia até o choro emocionado do advogado Domingo Moro, que representava o Rio Branco.
Derrotado no tribunal e no campo, a diretoria jurídica do Tricolor revelou que não vai recorrer para a Justiça Comum, aceitando o resultado negativo e se planejando para a disputa da Segundona do Paranaense, na próxima temporada.
Entenda a decisão
O Rio Branco tinha sido enquadrado no artigo 214, que prevê punição a algum time que atue com jogador irregular. Caso do atleta Adriano, que, por uma confusão da equipe, teve seu nome registrado de forma errada, o que confundiu ele com outro jogador do Espírito Santo, que nunca passou pelo clube de Paranaguá.
Na instância estadual, o Rio Branco tinha sido condenado, influenciado pela manobra do advogado do Rio Branco, Domingos Moro, que tinha abandonado a audiência, acusando a tribuna de cerceamento de defesa.
Nesta terça-feira, Moro admitiu que foi uma estratégia e pediu desculpas para todos os presentes no último julgamento. Os auditores participantes no derradeiro julgamento entenderam que apesar do erro do Rio Branco, não foi caracterizado como uma fraude intencional, não influenciando no resultado em campo.
– Era um resultado inesperado por muitos. Contra tudo e contra todos. Procuramos ficar quieto quando tinha que ficar quieto e tive a oportunidade de me desculpar por ter deixado a tribuna em uma das fases. Isso talvez tenha ajudado. Tudo cria um clima – conta o emocionado Domingos Moro, que chorou quando saiu o resultado oficial.
No lado paranista, a decisão foi recebida de forma conformada por parte dos dirigentes tricolores, que já pensa no futuro.
– O Paraná tem que enfrentar essa realidade. Está na segunda divisão do Paranaense, vai ter que começar a fazer o seu preparo e enfrentar essa competição. Faz parte da regra do jogo. O Paraná Clube está amargamente rebaixado para a Segundona. É um momento triste na história. Tenho certeza que todos os torcedores paranistas estão profundamente magoados, mas é a realidade do esporte – define Benedito Gomes Barboza, presidente do Conselho Deliberativo do Paraná Clube
EM PÉ (da esquerda para a direita): Décio Esteves, Nadinho, Darci Faria, Décio Recaman, Zózimo e Nilton dos Santos. AGACHADOS (da esquerda para a direita): Calazans, Hilton Vaccari, Zizinho, Maneca e Nívio.
Desde que o jogador Benedicto Dantas foi convocado para integrar a Seleção Brasileira em 1917, o Bangu manteve a tradição de, constantemente, ceder jogadores ao scratch. Depois dele vieram Frederico Pinheiro e Domingos da Guia.
Com o supertime montado pelo Dr. Silveirinha na década de 50, Zizinho foi presença garantida no selecionado desde a sua contratação. Além do “Mestre”, Zózimo também havia sido convocado para a disputa das Olimpíadas de Helsinque em 1952.
O ano de 1956 veria quatro banguenses vestindo a camisa amarela: Zizinho, Zózimo, Calazans e Hilton Vaccari, todos eles convocados para a disputa da Taça Oswaldo Cruz e da Taça do Atlântico.
Zizinho atuou sete vezes, tendo marcado cinco gols. Em toda sua carreira pelo Bangu, de 1950 a 1957, o Mestre Ziza foi convocado 26 vezes e marcou 14 gols.
Zózimo jogou 15 vezes pela Seleção em 1956, incluindo uma excursão à Europa. Durante toda a sua brilhante carreira, de 1952 a 1962, foi convocado 38 vezes, tendo marcado 2 gols.
Seu irmão, Calazans, jogou apenas uma vez, na disputa da Taça Oswaldo Cruz, em Assunção. Enquanto Hilton Vaccari atuou duas vezes, tendo marcado um gol.
Além desses quatro banguenses, o presidente José Ramos Penedo também representou a Seleção Brasileira, sendo o chefe da delegação que viajou à Argentina na disputa da Taça do Atlântico.
Nunca o Bangu esteve tão valorizado pela C.B.D. como neste ano. Sinal que o trabalho realizado em Moça Bonita era significativo e que o investimento feito pelo clube era realmente de alto nível.
Outro atleta que se destacou, porém no nível amador, foi o filho do conhecido Vivi, campeão em 1933 e secretário do clube: José Carlos Tames Moura sagrou-se campeão brasileiro de vôlei pela Seleção Carioca Juvenil, no campeonato disputado em Belo Horizonte, no mês de julho. Era mais uma prova de que, em Bangu, o talento passava de pai para filho.
A natação banguense, atual bicampeã carioca, tinha tudo para conquistar mais um título. Em fevereiro, participando do Campeonato Brasileiro Infanto-Juvenil, em São Paulo, dez atletas representaram o alvirrubro. Voltamos com duas medalhas de ouro e uma de prata. Os vencedores foram Ivan Paes Leme e Wilma Teixeira Rocha. Enquanto que o campeoníssimo Adelino Simeão da Mota chegou em segundo lugar.
Depois disso, os nadadores enfrentaram um problema inesperado. A direção do Bangu iniciou obras na Sede Aquática, impossibilitando os treinos da equipe. Sem perder tempo, o Patrono Silveirinha convidou os garotos para praticarem o esporte na piscina de sua casa… Apesar da ajuda, o clube não conseguiu o sonhado tricampeonato carioca.
Tentando dar alegrias aos torcedores, a equipe de futebol profissional era novamente reforçada. Depois das perdas consideráveis de nomes como Gavillan, Robertinho, Ladeira, Hélio da Guia e do goleiro Fernando, o clube contratou Darci Faria (Madureira) e Décio Recaman (Bonsucesso), além de um novo goleiro: Nadinho (Vitória/BA).
O técnico Tim estava incumbido dos profissionais por mais uma temporada. Desde 1953, a figura do grande estrategista ocupava o banco do Bangu.
No Campeonato Carioca, os banguenses faziam boa campanha, obtendo três vitórias nos três primeiros jogos, goleando o Canto do Rio (4 a 1), o São Cristóvão (5 a 1) e o Madureira (7 a 0), sem maiores problemas. Até a infeliz tarde do dia 9 de setembro, no Maracanã. O alvirrubro foi goleado pelo Fluminense por 5 a 0, e a diretoria entendeu por bem demitir o treinador Tim além de multar seis jogadores: Nívio, Zózimo, Zizinho, Calazans, Nilton dos Santos e Darci Faria. Antes, o Bangu já tinha perdido para o América (0 a 1) e para o Flamengo (0 a 2).
No lugar de Tim, provisoriamente, o Coronel Luiz Renato de Matos assumiu o comando técnico. Conseguiu acertar a equipe, que venceu sucessivamente quatro jogos: Botafogo (2 a 1), Vasco (3 a 2), Bonsucesso (5 a 0) e Portuguesa (4 a 0). Mas depois fraquejou contra adversários mais fracos, perdendo para o São Cristóvão (0 a 1) e o Bonsucesso (4 a 5), com isso o Coronel também não vingou no cargo.
Para encerrar o ano, a partir do dia 8 de novembro, foi contratado o técnico Newton Anet, que logo na sua estréia conseguiu uma vingança em cima do Fluminense, com os seus comandados vencendo o jogo por 3 a 1. Depois, seguiu o exemplo de seus antecessores e fracassou nos demais jogos, perdendo para Madureira, Flamengo e Vasco.
Depois de tantas mudanças, o Bangu terminou o Campeonato Carioca em sexto lugar.