Arquivo da categoria: 01. Sérgio Mello

Grandes Goleadas: C.A. Ferroviário (PR) 2 x 9 C.A. Estudiantes de La Plata (Argentina)

Durante a sua excursão a Brasil, o Estudiantes de La Plata enfrentou o Ferroviário, de Curitiba.

 

C.A. FERROVIÁRIO (PR)

2

X

9

ESTUDIANTES DE LA PLATA

LOCAL Estádio Durival de Brito, em Curitiba (PR)
CARÁTER Amistoso Internacional
DATA Domingo, no dia 03 de Fevereiro de 1952
RENDA Cr$ 94.000,00
ÁRBITRO Mr. Georges Leslie (Inglaterra)
FERROVIÁRIO Renato; Tico e Marcelino; Laio, Tocafundo e Alceu; China, Maurício, Rubinho (Mafessoni), Daro (Afinho) e Casnok.
ESTUDIANTES Ogando (Giofre); Violini (Casanuava) e Ferretti (Gironi); Garceron, Cariquiri e Bouche; Giosa, Barreira (Baioco), Infante, Antonio e Pelegrini.
GOLS Barreira (Estudiantes); Casnok, duas vezes (Estudiantes); Infante e Pelegrini, três vezes cada (Estudiantes); Tocafundo, contra, e Antonio (Ferroviário).

 

FONTE: Jornal dos Sports

 

Avante Futebol Clube – Borborema (SP): Fundado em 1928

Localizado a 390 km da capital de São Paulo, o município de Borborema conta com uma população de cerca de 16 mil habitantes. Dessa localidade, o 1º representante na esfera profissional foi:

Avante Futebol Clube, Fundado em 1928. A sua Sede ficava na Rua Quintino Bocaiúva, nº 687, no Centro de Borborema. O clube alviverde disputou o Campeonato Paulista da 2ª Divisão de 1944.

Foto de 1963

Na década de 80, surgiu o Borborema Atlético Clube (BAC). A equipe alvirrubra é disputa as competições amadoras. O BAC é filiado a Liga Bauruense de Futebol Amador, onde disputa as competições.

Borborema Atlético Clube

FOTOS: Acervo de Geraldo Valmir Oliveira – Aparecida Perotta

FONTES: Wikipédia – Google Maps – Liga Bauruense de Futebol Amador 

Escudo dos anos 50-60: Comospolitano Futebol Clube – Cosmópolis (SP)

Cosmopolitano Futebol Clube é uma agremiação do município de Comóspolis, que está a 130 km da capital, na região de Campinas, e conta com uma população de 58 mil habitantes.

A sua Sede social está localizada na Rua Baronesa Geraldo de Rezende, nº 161-B – bairro Bela Vista III – Comóspolis (SP).   

Fundado na segunda-feira, do dia 15 de Novembro de 1915, bem antes de Cosmópolis ser emancipada, que aconteceu cerca de três década depois (em 1944).

O futebol não está no nome do clube por acaso. No final de 1919, o Cosmopolitano tornou-se o 1º clube do município de Campinas a ter estádio próprio, já que naquele tempo Cosmópolis ainda era distrito.

As equipes montadas pelo clube disputavam diversas competições do esporte que ainda era jovem no Brasil. O esporte serviu como ponto de partida para que outras modalidades nascessem e se fortificassem no clube.

Tendo disputado diversas competições de futebol ao longo das décadas, o clube manteve sua veia esportiva durante toda a sua história. Basquete, vôlei, tênis, natação e futsal são apenas algumas das modalidades presentes no Clube Cosmopolitano.

Não é à toa que a instituição realiza todos os anos a Olimpíadas do Cosmopolitano, evento tradicional e que movimenta centenas de atletas e moradores de diversas cidades da região.

MASCOTE

Papagaio da Vila existe desde 1965 e foi desenhado por José GombradeCosmópolis era chamada de Vila pelas pessoas que moravam nas colônias da Usina Ester, daí o nome.

Pensando em desenvolver um mascote para o Clube, a diretoria descobriu que ele já existia, então, Ivan Ossuna recriou e modernizou o mascote, que acompanha as divulgações do clube.

Inicialmente, o Cosmopolitano mandava seus jogos em um campo ao lado da Igreja Matriz, mas em 15 de novembro de 1919, conseguiu inaugurar sua “Praça de esportes“, diretamente a um arco de 20 metros e 6 graus, em um jogo onde empatou em 1×1 com o AA Ponte Preta.

Para pensar na importância do campo Cosmopolita, basta pensar que, na época, nem o Guarani nem a Ponte Preta tinham estádio. Além disso, as primeiras décadas foram marcadas por jogos disputados contra adversários da região, como em novembro de 1920, na comemoração dos 5 anos do clube, quando o Cosmopolitano venceu a Taça Carvalho & Fonseca, vencendo o Clube Concórdia, de Campinas, por 4×1.

FOTOS: Blog Reliquias do Futebol

FONTES: site do clube – wikipédia – livro “Uma história dos 100 anos do Cosmopolitano FC”, de Walber Kowalesky e Antono Rodolfo Rizzo

Histórias do Clássico Catarinense: Avaí e Figueirense

Goleiro – Quem viu, não pode negar: Adolfinho, pelo Avaí, e Dolly, pelo Figueirense, foram os dois maiores goleiros da história do clássico.

Artilheiro – O Figueira teve Calico Moritz, em 1932. O Avaí apareceu mais tarde com Saul Oliveira. Fenômenos!

Drible – No futebol catarinense, poucos jogadores foram tão habilidosos no drible quanto Nizeta, do Avaí.

Motivação – Nenhum clássico foi tão motivado quanto o disputado no Adolfo Konder para definir qual seria o primeiro clube catarinense a representar o estado no Nacional. Aquele do gol de Tio Marino, em 1972, fez história.

À noite – Outro clássico esperado foi o primeiro jogado à noite, na inauguração dos refletores do Adolfo Konder. Gol de Bráulio e 1 a 0 para o Figueirense.

Apetite – Na história de Figueirense x Avaí, dois jogadores se destacaram como “bons de garfo”. Valdir, zagueiro do Leão, comissário de polícia aposentado, e o falecido Moenda, alvinegro.

Técnica – Numa seleção de todos os tempos do clássico, o meia Zenon não faltaria. Qualidade, técnica, elegância e carinho no trato da bola.

Recordista – Lauro Búrigo é o técnico recordista de clássico. Entre Figueira e Avaí, dirigiu mais de 50 deles.

Você Sabia? – José Leal de Meirelles foi o autor do arremesso de um guarda-chuva contra o gol do Avaí, desviando a bola e decidindo um clássico no Adolfo Konder.

Mais um – No velho e lendário Adolfo Konder também teve o gol do eucalipto. Cobrado um escanteio alto demais, correram todos para um lado, a bola bateu num galho de eucalipto e caiu dentro do gol. É mole?

Guarda-chuva – E o roupeiro Afonso, do Avaí, saiu de traz do gol quando viu o atacante Land, do Figueirense, driblar o goleiro. Abriu o guarda-chuva tentando impedir o gol e o atacante jogou ele, guarda-chuva, bola e tudo para dentro do gol.

Fonte: DC

VILA PARIS FUTEBOL CLUBE – TATUAPÉ

VILA PARIS FUTEBOL CLUBE - TATUAPÉ
VILA PARIS FUTEBOL CLUBE – TATUAPÉ

vila paris

VILA PARIS FUTEBOL CLUBE

FUNDAÇÃO – 25-11-1925

BAIRRO – TATUAPÉ

ZONA LESTE

SÃO PAULO – CAPITAL

AS DUAS ESTRELAS DO VILA PARIS FUTEBOL CLUBE:

Primeira estrela: Vila Paris FC campeão do torneio Roberto Ugolini, organizado pelo CA Juventus – Vila Paris 5 x Bairro Chinês 2

Segunda estrela: Vila Paris FC campeão do torneio de inverno, organizado pelo GDR 7 de Setembro – Vila Paris 4 x GDR 7 de Setembro 2.

Vila Paris Futebol Clube do Tatuapé – São Paulo (SP): Fundado em 1925

O Vila Paris Futebol Clube é uma agremiação da Cidade de São Paulo (SP). A sua Sede fica na Rua Bom Sucesso, 1.083, no Bairro do Tatuapé, na capital paulistana. Fundado em 25 de novembro de 1925, pelos desportistas: Abel Aniz, José Gomes, José Augusto, Manuel Pereira, Amadeu Lourenço, Izaias da Silva e senhores Américo e Belmiro, este, por aclamação, foi eleito seu 1º presidente.

O uniforme do clube tem o azul, o branco e o vermelho das cores da bandeira da França. A ideia da adoção dessas cores surgiu em função da proximidade do clube com a famosa chácara dos franceses na ocasião em que foi fundado. Em seus bons tempos, o Vila Paris mandou seus jogos em três locais:

o primeiro foi na Rua Bom Sucesso; o segundo, no final da Rua Tuiuti, onde hoje se acha instalada a Biblioteca Infanto-Juvenil Paulo Sérgio Duarte Milliet; o terceiro, na Rua Jarinu, local atualmente ocupado pela EMPG General Othelo Franco. Atualmente ainda mantém sua equipe de futebol de campo e um elenco de veteranos. Joga aos domingos no C. Esp. Brig. Eduardo Gomes.

Dos títulos conquistados, o mais importante, aquele que dificilmente se apaga da lembrança dos seus aficionados, foi o Torneio de Inverno de 1965. Na última partida deste certame, o Vila Paris venceu o forte time do Sete de Setembro por 4 a 2.

A magnífica equipe que o constituía na época assim era formada: Dinho, Nelson e Dalo; Pitiguara, Paulinho e Zé Nariz; Zé Ugo, Fernandinho, Siderlei, Orestes e Zé Português.

Esse torneio marcou indelevelmente a história do clube, mas outros torneios e outras partidas foram vencidas pelo Vila Paris. As centenas de taças e troféus ostentados em sua sede atestam as conquistas desta excelente agremiação. Importante também sua contribuição para o futebol profissional da Capital. Jogadores que passaram por suas equipes acabaram jogando em clubes da liga principal:

Carbone – Corinthians, David – Juventus; Ademar e Orestes – Portuguesa; Fernando Juventus, Vasco da Gama e Vitória(BA) Baianinho no Bahia, Paraná na Ponte Preta, Pitiguara no Juventus.

Um dos seus grandes presidentes foi Carlos Jani. Sob suas seguidas gestões, o clube atingiu o ápice e passou a ser respeitado em toda a região. Após 25 anos de liderança, problemas de saúde o impediram de continuar. Com sua saída, grande crise interna se instalou, quase levando a entidade à extinção. Somente após ingentes sacrifícios de seus diretores e associados, o Vila conseguiu debelar a difícil situação e levar avante os seus objetivos.

Em meados de 1971, nova e decisiva conquista: o clube adquire o terreno para a construção da sua sede própria. Em 7 de maio de 1972 era inaugurada, na Rua Bom Sucesso, 1.083, local ocupado até os dias atuais. Nela passaram a ser realizados grandes eventos sociais e esportivos. Por ocasião do aniversário do clube ou em outras datas importantes são realizados jantares ou festas da cerveja.

 

FONTE: Site do clube

Jogos do Brasil no Torneio de Toulon 1987

Primeira Fase
BRASIL 0-0 PORTUGAL
Data: 08 de Junho de 1987
Local: Estádio Mayol, Toulon, França
Juiz: Remy Harrel (França)
Brasil: Taffarel, Luciano, Sandro, André Cruz e Mazinho; César Sampaio, Gérson Caçapa e João Santos; Tato (Dacroce), Wallace e Bismarck (Alcindo). Técnico: Renê Simões.
Portugal: Sérgio, Rui Manuel, Jorge Ferreira (Eurico), Festa e Basílio; Marito, Soeiro e Chico Nelo; Reinaldo (Rui Neves), Júlio Sérgio e Pacheco. Técnico: Rui Seabra.

BRASIL 0-0 BULGÁRIA
Data: 10 de Junho de 1987
Local: Estádio Deferrari, Bandol, França
Juiz: Jean-Claude Hirtz (França)
Brasil: Taffarel, Luciano, Célio, André Cruz e Mazinho; César Sampaio, Gérson Caçapa e João Santos; Tato (Alcindo), Wallace e Bismarck (Marquinho). Técnico: Renê Simões.
Bulgária: Mitez, Kirakov, Dotchhev, Ouroukov (Yankov) e Kolev; Bolakov (Vinguelov), Jakov e Vassev; Korandov, Dimitrov e Penev. Técnico: Anghelov.

BRASIL 1-0 ITÁLIA
Data: 12 de Junho de 1987
Local: Estádio Mayol, Toulon, França
Juiz: Michael Martin (Inglaterra)
Brasil: Taffarel, Vanderlei, Sandro, André Cruz e Mazinho; Dacroce, Gérson Caçapa e João Santos; Alcindo, Wallace e Bismarck. Técnico: Renê Simões.
Itália: Marchegiani, Rodia, Apollini, Di Sarno e Manzo; Viviani, Firicano e Avanzi; Suppa, Silenzi e Ceriolli. Técnico: Giovanni Guglielmo.
Gol: Manzo (contra) 30 ao 2º. Cartões amarelos: Gérson Caçapa e Di Sarno.

3º Lugar
BRASIL 1-0 URSS
Data: 14 de Junho de 1987
Local: Estádio Mayol, Toulon, França
Juiz: Michael Martin (Inglaterra)
Brasil: Taffarel, Vanderlei, Sandro, André Cruz e Mazinho; César Sampaio, Dacroce (Gérson Caçapa) e João Santos; Alcindo, Marquinhos (Tato) e Bismarck. Técnico: Renê Simões.
URSS: Kalinauskas, Chugunov, Bedeney, Garaschenko e Mushtruev; Ivanauskas, Kobelev e Revishvili; Gushin (Muhamadiev), Masalitin e Piatnyski. Técnico: Paramonov.
Gol: Bismarck aos 6 do 2º.

Fonte: Revistas Placar.