Arquivo da categoria: 01. Sérgio Mello

Com exclusividade a letra do hino: Campos Atlético Associação – Campos (RJ)

Após 26 anos ausente da esfera profissional, o Campos Atlética Associação  está de volta. O Roxinho do Parque Leopoldina, fundado no dia 26 de Outubro de 1912, estreia no Campeonato Carioca da Série C, no dia 03 de Maio de 2015, diante do Artsul, de Nova Iguaçu, em casa, no Estádio Angelo de Carvalho (capacidade para 2 mil pessoas).

O Campos está no Grupo B, que ainda contam com os seguintes clube: Búzios, Duquecaxiense, Futuro Bem Próximo, Itaboraí, Nova Cidade, São Gonçalo EC e São Pedro. Já na Chave A estão: Arraial do Cabo, Artsul, Esprof, Heliópolis, Juventus, Rubro, Santa Cruz.

 Após 103 de vida, Campos ganha Hino

Apresento o hino do Campos Atlética Associação , que foi oficializado pelo clube campista no último mês de fevereiro de autoria do  meu amigo Wesley Machado em parceria com Wilson Carlos. 

 

HINO DO CAMPOS A.A.

(Wesley Machado e Wilson Carlos)

“VIVA O CAMPOS

O ESQUADRÃO

INVENCÍVEL É O LEÃO

CAMPEÃO DO MEU CORAÇÃO

ÉS MEU CLUBE

ÉS MINHA PAIXÃO

 

VIVA O CAMPOS

O ESQUADRÃO

INVENCÍVEL É O LEÃO

SUA CAMISA ROXA É TRADIÇÃO

CORRE, VIBRA

JOGA COM EMOÇÃO

 

VIVA O CAMPOS

O ESQUADRÃO

INVENCÍVEL É O LEÃO

NOS GRAMADOS A BOLA VAI ROLAR

PELA VITÓRIA NÓS VAMOS LUTAR

 

VIVA O CAMPOS

O ESQUADRÃO

INVENCÍVEL É O LEÃO

RAÇA, ALMA NÃO PODE FALTAR

A TORCIDA VAMOS INFLAMAR”.

 

 PS: Infelizmente não consegui colocar o hino. Caso alguém possa me orientar de como fazê-lo, agradeço! 

Fontes: Wikipédia – Wesley Machado

Coelho Netto Athletico Club – Rio de Janeiro (RJ): Fundado em 1920

O Coelho Netto Athletico Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O ‘Grêmio dos Estudantes’ ou ‘Coelhonettista‘ foi Fundado no dia 21 de Abril de 1920, e, a sua sede ficava localizada na Praça Marechal Deodoro, 93 – no bairro de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio (RJ).

O clube mandava os seus jogos no Estádio Figueira de Melo, de propriedade do São Cristóvão A.C. Na década de 20, o Coelho Netto participou do Campeonato organizado pela Liga Brasileira de Desportos (LBD). Quase todo o elenco era constituído por jogadores do São Cristóvão  e Fluminense FC.

Curiosidade

O nome da ‘Grêmio dos Estudantes’ foi uma homenagem ao ilustre escritor (cronista, folclorista, romancista, crítico e teatrólogo), político e professor brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras; Henrique Maximiano Coelho Neto (Caxias-MA, 21 de fevereiro de 1864 — Rio de Janeiro, 28 de novembro de 1934). O escritor estudou no Colégio Pedro II, que fica em São Cristóvão, e possivelmente daí a relação de empatia do clube ‘Coelhonettista‘ para com o nobre Coelho Neto.

Time-base de 1920: Frederico; Alberto e Otto; Capanema, Djalma e Barcellos; Juvenal, A. Perez, Arnaldo, Milton e Ovidio.

Time-base de 1921: Carnaval; R. Portocarrero e Bebeto; L. Vinhaes, Sylvio Bronzzo e Agostinho; Seixas, Raul, Castro, Clito, Alvaro e Martins.

 

Fontes: Correio da Manhã – Diário da Noite – O Imparcial – Sport Ilustrado

Leopoldina Railway Athletic Association – Rio de Janeiro (RJ): Fundado em 1920

A Leopoldina Railway Athletic Association (L.R.A.A.) foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O ‘clube Rubro-Anil’ ou ‘Ferroviários Leopoldinenses’ foi Fundado no dia 14 de Março de 1920, por empregados da Companhia ferroviária Leopoldina Railway.

No início, o clube alugou o campo da Rua Barão de Itapagipe, nos anos 20. Já na década de 30, adquiriu o campo que pertencia ao Jornal do Commercio Football Club, localizado na Avenida Francisco Bicalho, 313, Santo Cristo (do lado da Rodoviária Novo Rio) – Rio de Janeiro (RJ).

Time-base de 1931: Waldyr; Campos e Heitor; Sinhô, Luciano e Abreu; Mimi, Jarbas, Odilon, Onestaldo e Segadas. 

 Time-base de 1932: Walter; Mello e Campos; Marreco, Peixoto e Silva; Tampa, Canejo, Oswaldo, Braga e Massoni.

Ao longo da sua existência o ‘Ferroviários Leopoldinenses’ enfrentou clubes que disputaram a elite do futebol carioca: Fluminense FC, AA Rio Cricket, Jequiá FC, Olaria AC, entre outros.

O clube foi Bicampeão do Campeonato da F.A.B.A.C. (Federação Athletica Bancária & Alto Comercio: entidade criada em 04 de Abril de 1921) em 1921 e 1929.  Na esfera profissional participou da Liga Carioca de Football em 1936 e 1937. No dia 04 de Abril de 1936, neste torneio sofreu uma impiedosa goleada pelo Fluminense, que venceu por 11 a 1, no Estádio de Teixeira de Castro, em Bonsucesso.

 

Fonte: Jornal dos Sports

História do Estádio Adolfo Konder – Florianópolis (SC): entre 1930 a 1983

Vista panorâmica do estádio Adolfo Konder

A 1ª praça desportiva do estado de Santa Catarina foi o Estádio Adolfo Konder, também conhecido com “Campo da Liga“, “Pasto do Bode” ou “Majestoso“, localizado entre a Avenida Mauro Ramos e as Ruas Bocaiúva, Altamiro Guimarães e Demétrio Ribeiro, no Centro de Florianópolis (SC), com um terreno de 15.000 m², possuía Grama natural (105 x 68 m).

Foi inaugurado na terça-feira, de 11 de Março de 1930, na vitória do Avaí sobre o Tamandaré pelo placar de 3 a 0. O 1º gol foi assinalado pelo atacante Sabas.

O Estádio Adolfo Konder, entre 1930 a 1963, era de propriedade do Governo de Santa Catarina; onde o Avaí e Figueirense mandavam o seus jogos e de 1973 a 1982 ficou aos cuidados somente do Avaí Futebol Clube. Em 1983, o estádio foi demolido e em seu lugar foi construído o Beira Mar Shopping.

O estádio pertencia ao governo do estado até os anos 70, e por isso não apenas o Avaí jogava ali, mas também outras equipes da capital, incluindo seu rival Figueirense Futebol Clube, que jogou no Campo da Liga até os anos 60, quando passou para seu estádio próprio, o Estádio Orlando Scarpelli.

Já o Avaí, que se tornou o único mandante do estádio desde então, jogou no Adolfo Konder até o início do anos 80, quando também teve o seu estádio, a Ressacada, construída.

Foto de 1980: arquibancada e ao fundo, as árvores que ficavam pelo lado da rua Altamiro Guimarães

Época antecessora

No terreno aonde viria ser inaugurado o Estádio Adolfo Konder, por cerca de 15 anos já era utilizado para a prática do futebol. No ano de 1915 o Sport Club Palmeiras, fundado no mesmo ano, utilizou o terreno de cerca de 15 mil metros quadrados para sediar seus jogos e assim impulsionar a rivalidade com o Club Sportivo Florianópolis (ex-Anita Garibaldi, fundado em 14 de julho de 1912) que também era proprietário de um campo de futebol.

Até neste momento, o campo era localizado entre as ruas Brusque (atual Altamiro Guimarães), Heitor Luz (atual rua Bocaiúva), e o que hoje é a rua Rafael Bandeira.

Nesta época existia o bairro São Luiz, junto a Praia de Fora (atual Beira Mar Norte). Neste campo eram realizados a maioria dos jogos de futebol da cidade, até que surgiu, em 1915, o Ginásio Santa Catarina (atual Colégio Catarinense).

Foi neste mesmo local que se iniciou a história do Estádio que viria a se tornar o símbolo do desporto catarinense por mais de cinco décadas.

Estádio Adolfo Konder

Foto, num jogo do Avaí pelo estadual de 1980, no saudoso estádio Adolfo Konder

O Clube de Regatas Aldo Luz (nome de um filho de Hercílio Luz, ex-governador do Estado), se dizia dono da área aonde se localizaria o estádio. Mais tarde, começou a ser divulgado que o terreno pertencia à Irmandade do Senhor Jesus dos Passos.

E foi com a Irmandade que o então governador do estado de Santa Catarina Nereu Ramos negociou a área em 1937, permutando o local por uma obra no Hospital de Caridade de Florianópolis.

Foi então que o governo do estado realizou a obra de construção do estádio entre os anos de 1929 e 1930. No jogo de inauguração na terça-feira, de 11 de Março de 1930, na vitória do Avaí sobre o Tamandaré pelo placar de 3 a 0. O 1º gol foi assinalado pelo atacante Sabas.

Os porquês das alcunhas do estádio

Na foto, o goleiro realiza com segurança a sua defesa no saudoso estádio Adolfo Konder

De qualquer forma, desde sua inauguração, o estádio sempre esteve sob responsabilidade da Liga Santa Catarina de Desportos Terrestres (atual Federação Catarinense de Futebol), surgindo aí a denominação de Campo da Liga.

Moradores das redondezas diziam que a pessoa responsável por cuidar do estádio e do campo, de vez em quando, colocava umas cabras e cabritos para aparar a grama. Mas a denominação de Pasto do Bode veio nos anos 70, depois da divulgação de uma foto armada, com um bode alugado, colocado no campo para pastar.

Os jogos até os anos 50 eram disputados no período da tarde, visto que o estádio não possuía sistema de iluminação. Nessa época, não era de se estranhar a presença de vários funcionários públicos nos jogos.

Estes trocavam as repartições pelas arquibancadas do Adolfo Konder. Estes jogos à tarde foram apelidados de “jogos do paletó” pois muitos funcionários deixavam o paletó em sua cadeira na repartição pública e iam aos jogos.

Houve casos de fotos dos jogos revelarem pessoas que tinham se ausentado à tarde em razão de “doença” ou motivo de “força maior“, neste caso o futebol. Consequentemente, alguns acabaram advertidos e ouros demitidos!

Como o estádio foi repassado ao Avaí FC

Mais tarde, o então deputado federal Fernando José Caldeira Bastos, que foi presidente do Avaí por dois mandatos (1964, 1965 e 1966 e 1972, 1973 e 1974), criou uma lei para que o estado doasse o estádio ao Avaí e, em 1973, o projeto de lei 80\72 foi à votação nas Comissões de Justiça e Finanças e teria que ser aprovado por unanimidade para que fosse sancionado.

Na época um então deputado do MDB, torcedor do rival Figueirense, decidiu não votar a favor do projeto de lei. Foi então que o itajaiense Delfim de Pádua Peixoto Filho, que posteriormente foi presidente da Federação Catarinense de Futebol, convenceu o colega da necessidade de sua aprovação e o mesmo aceitou.

Aprovado o projeto em reunião conjunta, depois pela Comissão de Viação, foi decretada pela Assembléia e sancionada pelo governador Colombo Salles, na segunda-feira, do dia 18 de setembro de 1972, a Lei 4781, que autorizava a alienação do imóvel denominado “Estádio Adolpho Konder” em favor do Avaí Futebol Clube. A Lei entrou em vigor na quarta-feira, do dia 27 de setembro de 1972.

Recordes de público e gols

Nessa tradicional praça desportiva aconteceram momentos históricos, como o jogo realizado na quarta-feira, do dia 31 de março de 1971, entre o Avaí e o Santos, de Pelé que terminou com vitória do time paulista por 2 a 1, e com o público recorde registrado no estádio de 19.985 pessoas.

E também a partida com maior número de gols da história do futebol catarinense: 24 tentos! Aconteceu no domingo, do dia 13 de Maio de 1945, na acachapante goleada do Avaí sobre o Paula Ramos pelo elástico placar de 21 a 3.

Estádio Adolfo Konder: início de 1984

Fim da linha

A linda história do Estádio Adolpho Konder, que pertencia ao Avaí, todavia a sua estrutura já precária para os padrões da época, não poderia ser melhorada naquele pequeno espaço de apenas 15 mil metros quadrados.

A infraestrutura das ruas e as novas edificações nas imediações do estádio impediam a sua expansão. Mas devido a sua ótima localização, o terreno aonde se localizava o estádio tinha um ótimo valor imobiliário.

Até que no ano de 1980, foi feita outra permuta. O grupo econômico Kobrasol Empreendimentos Indústria Ltda. (formado entre as empresas Koerich, Brasilpinho e Cassol) ficou com o terreno para a edificação de um shopping, em troca da construção do Estádio da Ressacada que seria disponibilizado ao Avaí, e foi inaugurado na terça-feira, do dia 15 de Novembro de 1983.

O antigo campinho do Palmeiras, depois Campo da Liga e Estádio Adolpho Konder, não pertencia mais futebol florianopolitano e seu novo dono transformaria seus 15.030 metros quadrados no 1º shopping Center da Ilha. Ao Avaí, uma nova, moderna e vasta praça esportiva, quase oito vezes maior que o antigo Pasto do Bode, próximo ao aeroporto Hercílio Luz.

O penúltimo jogo, ocorreu na segunda-feira, do dia 03 de outubro de 1983, no amistoso entre os times másteres, do Avaí e Figueirense. Por fim, a última partida oficial disputada no Estádio Adolfo Konder, foi na quarta-feira, do dia 12 de outubro de 1983, entre Avaí e Joinville que empataram sem gols.

Beira Mar Shopping

FOTOS: Acervo de Adalberto Klüser – Hélcio GuimarãesOsny Meira – Vandrei Bion – Letícia Bombo/Em Voga Comunicação, Cláudio Postical

FONTES: Diversos jornais catarinenses – Wikipédia

Palmeiras Foot-Ball Club – Belo Horizonte (MG): Fundado em 1919

O Palmeiras Foot-Ball Club foi uma agremiação da cidade Belo Horizonte (MG).Os ‘Rapazes da Camisa Preta’ foi Fundado no dia 15 de Novembro de 1919, a sua sede ficava localizada no antigo Bairro do Quartel da Polícia Militar (atual bairro Santa Efigênia), em BH. Seu campo de treinamento era em uma das quadras da Rua Grão Pará e sua sede social era na Avenida Brasil n° 339.

Disputou os estaduais (antigos Campeonatos da Cidade) de 1920 pela Série B e em 1921, pelo Torneio Eliminatório da Série A, perdeu o confronto contra o Palestra Itália por 4 a 1 e retornou à Série B de 1922 onde foi o campeão e figurou entre os principais clubes da Série A entre 1923 e 1930, sua última participação, ainda no amadorismo.

No ano de 1922 foi noticiado pelo “Jornal A Noite” mais precisamente no dia 28 de Março, a conquista do Palmeiras do Torneio Inicio da Série B e o Vice Campeão ficando com o Guarany de Belo Horizonte.

O maior feito dos rapazes das camisas pretas foi a conquista do Vice-campeonato mineiro de 1926 pela Liga Mineira de Desportos Terrestres (LMDT), ficando à frente do então Decacampeão América, perdendo o título para o Atlético. O Palestra Itália disputou outra liga paralela neste ano.

Títulos: Vice-campeão Mineiro de 1926; Campeão Mineiro Série B e do Torneio INício em 1922.

 

Fontes: Wikipédia –  Coleção Revistas Diversas no site do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte.

Associação Desportiva Cearense (CE): Existiu entre 1920 a 1941

Entre 1920 a 1926

 

A Associação dos Desportos Cearense (ou ‘do Ceará’) – A.D.C., foi Fundada no dia 23 de março de 1920, substituindo a Liga. A entidade máxima do futebol do Ceará existiu por duas décadas até o dia 11 de julho de 1941, quando mudou a sua nomenclatura para Federação Cearense de Desportos (FCD), por decreto do então presidente da República Getúlio Vargas.

Uniforme e escudo: 1939

A entidade comandou as diretrizes do futebol por 31 anos. Então, no dia 22 de novembro de 1972, deu origem a atual Federação Cearense de Futebol (FCF)  com o desmembramento em várias federações correspondentes aos variados esportes cobertos pela FCD.

 

Fontes: Wikipédia – Nirez de Azevedo, Escritor e Pesquisador do “História do Campeonato Cearense de Futebol”

Vasquinho Football Club – Rio de Janeiro (RJ)

O Vasquinho Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ).  Surgiu na década de 20, e, tinha a sua Sede na Avenida Suburbana, 2.305 – no Bairro de Del Castilho – Rio de Janeiro (RJ). Já o seu campo ficava na Rua Cantilda Maciel, s/n, no Bairro da Abolição – Rio de Janeiro (RJ).

Presidido por Bernardino de Souza Gonçalves, o clube participava dos festivais (torneios) e na década de 30, se filiou a Sub-Liga da Liga Metropolitana, onde disputou a Segunda Divisão, mas sem nenhum destaque.

Nesse período, buscando o apoio do comércio da Abolição, em setembro de 1933 o vice-presidente do Vasquinho F.C., Antonio Nunes Lopes ventilou a possibilidade de fusão com o S.C. Agryppus (no qual o dirigente também era sócio) para os redatores do Jornal dos Sports (JS). Contudo, o dirigente recebeu duras criticas do próprio clube e também não obteve eco no S.C. Agryppus. Consequentemente a fusão foi deixada de lado.

 

Vasquinho e SC Agryppus se fundem e surge: Sport Club Abolição  

Contudo, 17 meses depois, mais precisamente no dia 07 de Março de 1935, o Vasquinho Football Club se fundiu com o Sport Club Agryppus, dando origem o Sport Club Abolição. Na época o JS assim descreveu na sua página esse momento:

Os dois grêmios de maior destaque no populoso bairro da Abolição vão se fundir: o S.C. Agryppus e o Vasquinho F. Club. Para o aludido fim estão marcadas para hoje assembleias em ambos os grêmios em 1ª e 2ª convocação às 20 e 21 horas respectivamente. Em consequência surgirá nova agremiação sportiva que terá a denominação de S.C. Abolição, a qual terá o apoio de todo o comércio local. Depois da fusão o campo do Vasquinho passará por importantes melhoramentos, assim como será no mesmo feita moderna instalação electrica. A Sede do Agryppus será ampliada com a demolição de algumas paredes. O novo club, portanto, ficará completamente aparelhado“.

 

Time-base de 1931: Cláudio; Álvaro e Severo; Pedro, Ataliba e Oliveira; Zeca, Nene, Mário, China e Dilazio. Reservas: Morozinho e Proprato.

Time-base de 1933: Soares; Álvaro e Severo; Ataliba, Mario Pinho e Fidalgo; Maneco, Bruno, Gradim, Waldemar e Orlando.

 

Fonte: Jornal dos Sports

Triângulo Azul Futebol Clube – Rio de Janeiro (RJ): Fundado em 1923

Muitas histórias são perdidas com o passar do tempo. A grande maioria que encontramos com facilidade são dos grandes vencedores. Contudo, aquelas que contribuíram de forma modesta, em muitos dos casos como meros figurantes desaparecem. Essas histórias merecem serem resgatadas mesmo que seja por meras duas ou três linhas.

Um delas é o Triângulo Azul Futebol Clube. A equipe alvianil foi Fundado no dia 27 de Novembro de 1923, e, tinha a sua Sede e campo, localizado na Rua Barão de Itapagipe, 109 a 123, no Bairro do Rio Comprido, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

Ao longo da sua história, o Triangulo Azul FC enfrentou equipes que estiveram na elite do futebol carioca, como: Jequié F.C.; Magno FC; Esperança FC e Rio São Paulo FC (no qual venceu por 4 a 2, em 1932).

Nos seus três primeiros anos, o clube participava de festivais (torneios). Então, o Triângulo Azul FC, juntamente com o Barroso FC, Rio Cricket, Silva Manoel AC, SC Luziadas, Nacional FC e Pelotas FC realizaram uma reunião às 21 horas, no dia 08 de Junho de 1927, onde fundaram a Liga Sportiva de Amadores (LSA). José Luiz Cutilato, representante do Triângulo Azul FC, foi decisivo ao indicar o primeiro presidente da LSA, Adelino A. Castro. Três anos depois o time alvianil se filou a Liga Graphica de Sports (LGS), em 1930. Já no ano seguinte (1931), ingressou na Segunda Divisão da AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Athleticos).

Time-base de 1925: Pinto; Luiz e Hernany (Corta Sacco); Pires (Paulino), Feitiço e Ataliba (Pedro); Nini (Procópio), Pedro (Pêda), Álvaro (Zezé), Eduardo e Jacaré.

Time-base de 1927: Itália; Luiz e João; Rubens, Raul e Miúdo; Ricardo, Humberto, Mineiro, Jacintho e Motta.

Time-base de 1932: Rosa Branca; Joãosinho e Padinha; Nove, Hermiulo e Rubens; Macedo, Fernandes, Juca, Alvinho e João.

 

PS: Nesse período havia um grupo cristão chamado ‘Triângulo Azul’, mas não encontrei nenhum link que interligasse o clube a entidade religiosa.

  

Fontes: O Imparcial – A Noite – A Batalha – Jornal dos Sports.