Arquivo da categoria: 01. Sérgio Mello

Escudo Raro: Elmo Esporte Clube – Jaboatão dos Guararapes (PE)

Elmo Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Jaboatão dos Guararapes (PE). O “Tricolor de Prazeres” foi Fundado numa sexta-feira, do dia 08 de Outubro de 1943, pelos desportistaClaudenor AlmeidaAntonio Tavares e Luís Steliteno, negociante próspero no Pátio do Mercado de São José, no Bairro São José. Luís Steliteno também foi o 1º Presidente do clube. A primeira Sede ficava na Rua Frei Henrique, 75/ 1º andar, no Bairro de São José, no Recife.

Primeira Sede

ENTRE IDAS E VINDAS

Com as mudanças dos tempos, crises financeiras, o clube elmense teve ainda sedes nos bairros São José; Água Fria (Rua Júlio Ramos, 150); Distrito de Prazeres (atualmente o local deixou de ser um Distrito, passando a ser um Bairro), quando o mesmo ainda era o 3º Distrito de Jaboatão (onde ficava o Departamento de Futebol no ‘Clube Vassourinhas’ (denominação dada a Sede), na Avenida Barreto de Menezes, s/n, no Bairro dos Prazeres, em Jaboatão).

Depois passou para o bairro da Várzea, quando João de Deus da Mota doou um terreno, na Vila Zé Mota, 65 – Terminal da Brasilit,; onde foi construída a Sede Social que possuíam dois pavimentos: Palacete Rubem Moreira (Salão Nobre, Secretária, Departamento de Material, Cozinha e Almoxarifado); Boate-restaurante e o Parque Social Desportivo João de Deus, contendo um Dancing Aquático.

Contudo, a Sede na Vila Zé Mota, 65 acabou sendo atingida parcialmente pelas enchentes ocorridas em julho de 1975. Para amenizar os prejuízos o clube acabou vendendo a Sede para uma grande firma Sulista.

Graças a doação de Cr$ 500.000,00 feita por João de Deus da Mota, o Elmo Esporte Clube construiu a nova Sede batizada de Palácio do Amadorismo João de Deus da Mota, localizada na 5ª Travessa Dr. Fábio Maranhão (Em 1977, a Prefeitura de Jaboatão mudou o nome da Rua para ‘Elmo Esporte Clube’, que permanece assim até o dia de hoje), nº 80, em Prazeres, inaugurada na sexta-feira, no dia 08 de outubro de 1976, quando o clube festejou 33 anos de existência.

Time de 1956

CURIOSIDADE

Para quem não associou o nome a pessoa, Rubem Moreira, que deu o nome para o Palacete do Elmo, foi presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF) por quase três décadas: entre 1955 a 1982.

FUTEBOL & SAMBA

Um dos grandes baluartes do Tricolor de Prazeres foi José Geraldo Mota. Ingressou, ainda como jogador, no Elmo em 1945, onde ficou por vários anos e acabou ganhando o cargo de presidente de honra perpetuo. Na década de 60, acumulou a função de técnico da equipe.

Alinhado com o futebol, o Elmo também tinha uma relação entrelaçada com o mundo do samba. Nos anos 50, criou a Escola Almirantes do Samba, quando a sua Sede ficava na Rua das Águas Verdes, s/n, no Bairro São José.

Já em Prazeres, fez parceria com o Bloco Carnavalesco Misto Batutas de São José (Fundado no dia 5 de junho de 1932) e também o Clube Carnavalesco Misto Vassourinhas (Fundado no dia 06 de Janeiro de 1889), onde realizou diversos eventos, homenagens diversas e bacalhoadas.

Time de 1957

OUTRAS MODALIDADES

Além do futebol, o Elmo também possuía categoria de basefutebol de salãovoleibol e pedestrianismo (é uma atividade desportiva, não competitiva, praticada essencialmente em ambientes naturais, obtendo os seus praticantes os benefícios inerentes à prática de atividades de ar livre, funcionando ainda como uma forma de escapar ao stress e sedentarismo do dia-a-dia vivido nas cidades, permitindo ao mesmo tempo um maior conhecimento de nós próprios).

Após disputar o Campeonato Suburbano, vinculado à Associação Suburbana de Desportos Terrestres (ASDT), o Elmo ingressou na Federação Pernambucana de Futebol (FPF), nos anos 60. Apesar de campanhas modestas, o Tricolor dos Prazeres começou a conquistar boas campanhas como os vices da Segunda Divisão em 1966, 1967 e 1971.

Motivados e crentes de que o Elmo era um clube emergente, o seu presidente José Geraldo Mota abdicou de disputar a Segundona em 1972 para participar da Taça de Recife no mesmo, para assim buscar uma vaga na Elite do Futebol, Pernambucano. 

ESTÁDIO INAUGURADO EM 1973

Um sonho que se tornou realidade. Esta frase se encaixou perfeitamente na história do Elmo Esporte Clube, quando inaugurou a sua ‘casa’, batizado de Estádio José Geraldo Mota, às 15 horas; no domingo, 04 de fevereiro de 1973.

Localizado em Prazeres, à margem da BR-101, a partida inaugural, que foi arbitrada por Ivanildo Enéas (FPF), reuniu as equipes do Elmo e Associação Atlética Santo Amaro. No final, melhor para o Santo Amaro que venceu por 2 a 0 (gols de Ailton e Neco) e levou o “Troféu Pedro Ramos de Sena Pereira Júnior”. O público presente foi de aproximadamente Mil pessoas.

As últimas notícias do Tricolor de Prazeres” foi em  meados dos anos 80, quando o fazia parte do Campeonato Pernambucano da Terceira Divisão, porém sem nenhum destaque.

CAMPEÃO

Em 1975, o Elmo faturou o título do Torneio Mario Santos, ao vencer o Caxangá, fora de casa, por 1 a 0, gol de Diniz. O time campeão foi formado da seguinte forma: Sidney; Toinho, Dé, Betuca e Quincas; Roseval e Guiga; Bedunga, Valdir,  Diniz e Paulo.

TÍTULOS

Campeão do Torneio Início de Futebol de Salão de 1966.

Campeão do Torneio Mario Santos, de 1975.

vice-campeão do Torneio Início da 2ª Divisão de 1966.

vice-campeão do Campeonato da 2ª Divisão de 1967.

vice-campeão do Campeonato da 2ª Divisão de 1971.

Time-base de 1947: Lido; Petronilo e Mineiro; Walter, Otacílio e Doutor; Nilton, Paulo, Valtinho, Helinho e Ernani. Técnico: Farias

 Time-base de 1957-58: Barão (Agenor); Bibiu (Paraíba) e Eloísio (Erivaldo); Dudu, Carneiro (Toinho) e Tião (Estevão); Baixinha, PIauí, Helio, Natanael (Clóvis) e Enoque (Pereirinha). Técnico: Rubens Assis.

 Time-base de 1965: Miltinho; Edmilson, Nêgo (Valter), Índio (Ailton) e Berto; Constâncio e Gustavo (Bill); Rios (Cuíca), Gil (Fernando), Brivaldo (Liberal) e Albery (Edinho). Técnico: Constâncio de Barros Correia.

 Time-base de 1966: Juarez (Marcos); Edmilson (Beto), Hugo (Talu), Kid e Constâncio (Papeira); Pelenca (Bria) e Gustavo (Adilson); Helber (Gil), Carlos (Didi), Amaro (Edinho) e Cândido (João). Técnico: Geraldo Mota.

 Time-base de 1967: Edelson (Barão); José Pena (Índio), João (Aguiar), Joaquim (Hugo) e Bria (Zé Amaro); Manolo (Liberal) e Pinto; Edinho (Luciano), Santos (Pelezinho), Antônio (Esmeraldo) e Wilson.Técnico: Geraldo Mota.

 Time-base de 1968: Itinho (Reginaldo); Berto (Givaldo), Jura (José), Bria (Gustavo) e Liberal (Ênio); Pereira (Zé Amorim) e Eronildo (Edinho); Esmeraldo (Pinto), Luciano (Cidinho), Bosco (Carlos) e Wilson.Técnico: Geraldo Mota.

 Time-base de 1969: Petrônio; Betunga, Índio, Baiano e Aurení; Cândido e Emílio; Ferreira, Talo, Zito e Caduco.Técnico: Geraldo Mota.

 Time-base de 1971: Cici; Sinésio (Gilson), Targino, Paulo e Givaldo; Manoel e Benedito; Bria, Talo, Dé e Pinga (Wilson). Técnico: Pedro Bruno.

Time-base de 1972: Juarez; Dé, Gildo, Paulo e Américo; Manoel e Didi; Dudé, Talu, Veras e Tito. Técnico: Dilson Andrade.

FONTES: – Jornal de Recife – A Província – Diário de Pernambuco – Diário da Manhã (PE) – Pequeno Jornal (PE)

Independente Atlético Clube – Uberaba (MG): escudos raros de 1943 e 1946

O Independente Atlético Clube é uma agremiação da Cidade de Uberaba (MG). A sua Sede na Rua Oswaldo Cruz, s/n, Conjunto Estados Unidos, em Uberaba. O Azulão foi Fundado no dia 23 de Março de 1938, por alguns dissidentes do Uberaba Sport Club.

O Independente teve seus momentos de glória e tem uma página bonita na história do futebol uberabense. Força no futebol amador, sendo um grande ganhador de títulos da Liga Uberabense de Futebol em todas as categorias, teve destaque para a série do hexacampeonato em que ganhou todos os títulos de 1946 a 1951.

Ao todo faturou 10 títulos: 1946, 1947, 1948, 1949, 1950, 1951, 1957, 1958, 1969 e 1975; Campeão do Torneio de Emancipação do Triângulo de Futebol, em 1990; Campeão da Taça Uberaba de Futebol Amador em 1994.

Na base, faturou sete títulos do Campeonato Citadino Juvenil (em 1980 passou a se chamar: Juniores)  de 1959, 1963, 1974, 1975, 1976, 1977 e 1985. No Campeonato Citadino Sub-17 faturou um título: 1993.

PROFISSIONALISMO

A década de 70 foi o grande período do Azulão no futebol profissional. Dirigido por empresários, o clube não quis ficar atrás dos seus dois grandes rivais e investiu na contratação de bons jogadores que, somados às revelações de suas divisões de base, o levaram a boas campanhas.

A principal delas aconteceu no título do Campeonato Mineiro da 2ª Divisão (atual “Módulo II”) de 1967 que lhe garantiu o direito de disputar a Elite do Futebol Mineiro com os melhores times do estado. Participou das edições do Campeonato Mineiro da 1ª Divisão em 1968 e 1969 (9º colocado, dentre 16 equipes);

Em 1968, o ano não foi dos melhores e teve um momento decepcionante: a derrota de 10 a 0 para o Cruzeiro, no Mineirão. Em 1969, a campanha foi razoável e o time terminou o campeonato na 9ª colocação, uma à frente do rival Uberaba.

escudo e uniforme de 1943

DESPEDIDA

Após o campeonato de 1969, o Independente viveu dois momentos marcantes: vendeu o zagueiro Normandes para o Atlético Mineiro por um bom dinheiro e teve que abandonar o futebol profissional devido a uma grande crise financeira.

Não conseguiu se reerguer novamente no profissionalismo. Em 1972, por ocasião da inauguração do Uberabão, montou um time com ex-jogadores para enfrentar o Fluminense de Araguari, no novo estádio, e nunca mais voltou a jogar uma partida oficial.

PATRIMÔNIO

Mesmo tendo um rico patrimônio em local valorizado no bairro Estados Unidos, o Estádio Antônio Dal-Secchi, o Independente, é hoje pobre futebolisticamente. Atravessa fase ruim até mesmo no Campeonato Amador da LUF. Depois de cair para última divisão, o “Azulão” luta para voltar a estar pelo menos entre os grandes clubes da cidade.

FONTES: Jornal da Manhã Online – Rsssf Brasil – Liga Uberabense de Futebol (LUF) – Jornal Lavoura e Commercio (MG)

Sete de Setembro Futebol Clube – Uberaba (MG): Fundado no início dos anos 40

O Sete de Setembro Futebol Clube foi uma módica agremiação da cidade de Uberaba (MG). A equipe rubro-verde foi fundada, possivelmente, no início da década de 40. A sua Sede (provisória) ficava localizada na Rua Capitão Manoel Prata, s/n, no Bairro Industrial, em Uberaba.

O Sete se filiou a Liga Uberabense de Futebol (LUF), em 1943. O elenco treinava no campo Canadá. Na sua primeira temporada a equipe rubro-verde fez uma campanha modesta. No seu segundo ano, o clube sofreu algumas avarias. Em março de 1944, esteve na eminência de desaparecer do cenário esportivo.

Chegou a dispensar todos os defensores, quando o Sr. Paulo de Oliveira, presidente da Liga Uberabense de Futebol, delegou poderes  ao Sr. Justino Ferreira de Oliveira para reorganizar o clube.

Foto de maio de 1943

Na quarta-feira do dia 13 de Abril de 1944, com a retirada do Sr. Justino Ferreira de Oliveira da direção do Sete, a situação ficou difícil. A Liga de Futebol desejando auxiliar estudou várias formas capazes de solucionar o assunto, acabando por resolver a fusão do Sete de Setembro com o Atlântico, do bairro Alto São Benedito.

Na segunda-feira do dia 12 de Maio de 1944, a Liga Uberabense de Futebol buscando evitar a extinção do Sete, indicou o Sr. Absalão Ribeiro para ser o interventor até que uma nova seja eleita.

O conhecido desportista iniciou outra reorganização do clube e dando início aos treinos, que tem contado com a presença de vários jogadores inscritos. Clube desistiu de participar do campeonato daquele ano.

Na quarta-feira, do dia 14 de Fevereiro de 1945, circulavam notícias que o Sete reapareceria. O conhecido desportista José Ramos (Vermelhinho), deu os passos iniciais para que o clube retornasse. Se mudou para o bairro Alto São Benedito.

O Sete seguiu lutando com muita dificuldade para se manter no cenário do futebol uberabense. No final, a sua maior conquista veio em 1959, ao conquistar o título do Campeonato Citadino de Uberaba, da Segunda Divisão.

Curiosidade

Um fato que me chamou atenção deste clube foi o fato do seu escudo (formato de uma estrela), ser muito parecido com o distintivo do Araguari Atlético Clube (postado no História do Futebol, em 11/09/2015: https://historiadofutebol.com/blog/?p=76586).

Nesse caso, vale lembrar que o clube da cidade de Araguari foi Fundado no dia 16 de Novembro de 1944. Já o escudo do Sete foi encontrado em maio de 1943. Será que foi uma mera coincidência? Ou alguém copiou o escudo? Nesse caso, certamente não foi o Sete de Uberaba.

Colaborou: Fabiano Rosa Campos, presidente do Sete de Setembro FC, de Belo Horizonte

FONTES: Jornal Lavoura e Commercio (MG) – Liga Uberabense de Futebol (FUT)

Escudo raro, de 1943: Clube Atlético Mineiro – Uberaba (MG)

O Clube Atlético Mineiro (atual: Clube Atlético Uberabense) é uma agremiação da cidade de Uberaba, situado no Triângulo Mineiro do estado de Minas Gerais. O “Tricolor Abadiense” foi Fundado na terça-feira, do dia 06 de Abril de 1937.

imagem de 1943

A sua Sede e o Estádio Antônio Próspero, estão localizados na Rua Iguatama, nº 430, no bairro de Abadia, em Uberaba. A Liga Uberabense de Futebol (LUB), foi fundada no dia 25 de Fevereiro de 1943.

A 1ª competição organizada pela entidade foi o Torneio Início de 1943, realizado no domingo, do dia 23 de Maio daquele ano. Na final, o Atlético Mineiro venceu a Associação Esportiva Merceana e ficou com o título.

No Campeonato Citadino, organizado pela Liga Uberabense de Futebol (LUB), o “Tricolor Abadiense” foi campeão em 10 oportunidades: 1970, 1971, 1974, 1976, 1977, 1993, 1995, 1997, 2012 e 2019.

Foi campeão uma vez pelo Campeonato Citadino da Série B: 2009. Outro título aconteceu na Taça de Uberaba, em 1993. Na base, faturou o título do Campeonato Citadino Juvenil (em 1980 passou a se chamar: Juniores)  de 1961 e 1994.

Campeão do Torneio Início da LUF, de 1943

Tricolor Abadiensemudou de nome

Na manhã da segunda-feira, do dia 17 de agosto de 2020, a Câmara Municipal de Uberaba aprovou projeto que altera a Lei Municipal nº 924/61, que considera de utilidade pública o Clube Atlético Mineiro. A proposta, assinada pelo vereador Agnaldo Silva, altera a redação da norma, declarando de utilidade pública o “Clube Atlético Uberabense”.

Segundo o parlamentar, com o passar dos tempos o nome do Clube Atlético Mineiro sofreu alteração e hoje denomina-se “Clube Atlético Uberabense”. A alteração legislativa muda o nome da Associação, e ainda adéqua a lei 924/61 a nova técnica legislativa, em especial o que preconiza a Lei Complementar n.º 95, de 2 de fevereiro de 1998, que “dispõe sobre a elaboração, a redação, a alteração e a consolidação das leis”, disse Agnaldo.

O “Clube Atlético Uberabense” é uma associação civil de direito privado, para fins não econômicos, adquirida sua personalidade jurídica em 20 de julho de 2018, com prazo de duração indeterminado.

Entre as ações desenvolvidas pelo Clube estão a prática ou competição em todas as modalidades esportivas amadoras especializadas, inclusive o futebol feminino; promover e desenvolver ações voltadas para a assistência social, com prestação de serviços gratuitos, permanente e continuada; e apoiar, incentivar e fomentar o desenvolvimento de habilidades e talentos para a prática de futebol. 

FONTES: Câmara Municipal de Uberaba – Página do clube no Facebook – Google Maps – Wiki Futebol Amador em Minas Gerais – Blog Galo Abadiense – Jornal Lavoura e Commercio (MG)

Esporte Clube Fabrício – Uberaba (MG): Fundado em 1943

O Esporte Clube Fabrício é uma agremiação da cidade de Uberaba (MG). A sua Sede fica localizada na Rua Portugal, s/n, no bairro Fabrício, em Uberaba. A história começou em 1941, com a fundação do Juventus Futebol Clube, que tinha como líderes os senhores Glayer Leite, seu irmão Iago Leite, Rogério Fernandes, Olavo Castanheira e outros.

Os treinamentos de época eram no campo de São José, onde atualmente esta a São Judas Ta, e cujo bairro era denominado de Alto do Cachide de futebol, tendo seu próprio campo de futebol. Os líderes da Juventus, acompanhados do Sr. Inderbugo Alves procurando o Prefeito Municipal Dr. Carlos Martins e além de solicitar uma área de trabalho direcionada a Uberabense.

Assim, o Vulcão foi Fundado na segunda-feira, do dia 17 de Maio de 1943, em reunião formal realizada à Rua Álvares Cabral com a Rua Santa Terezinha, no Bairro Fabrício. Dois anos depois, que o Grená conheceu seu 1º presidente: João Felix Fraga, que comandou o clube por um bom período.

Iniciando as atividades o clube construiu na área doada, o Estádio Getulio Vargas; foi constatada uma rivalidade entre os dirigentes do clube, na qual se formou o time Esporte Clube Fabrício 1ª Divisão, dirigido pelo Sr. Felix e Esporte Clube Fabricinho, dirigido pelo Sr. Vicente de Araujo. Em 1950, o Presidente da época Sr. Ouvidio de Vito e sua diretoria conseguiu acabar com a rivalidade e unir os dois times.

O 1º título do E. C. Fabrício foi conquistado em 1952, jogando no Estádio Antônio Dal Secchi (Campo do Independente), contra o time do Nacional do Esporte Público, vencendo o Esporte Clube Fabrício por 2 a 0, com gols de Zé Vieira e Zé de Freitas.

Em 1954, na administração do presidente da época, Sr. Agostinho Araujo o nome do estádio mudou para o Estádio Glayer Leite. Em 1964, o Fabrício conquistou o primeiro título Infantil da LUF (Liga Uberabense de Futebol). Em 1969, por meio de uma parceria conseguida pelo diretor Ismael Bocate com a Fábrica Óleo Ceres.

foto de 1944

O Estádio Glayer Leite foi cedido para que o time Ceres Futebol Clube mandasse seus jogos no Campeonato Uberabense da 2ª Divisão e em contra partida a fabrica se prontificou a colocar o gramado no campo.

Celeiro de craques

Em campo, os trabalhos de Lula, Caetano Blancado e Naldão deram a vida pelo clube e cuidaram da base com maestria revelou vários jogadores para o futebol brasileiro: Pirilo, Arquimedes, Zé do Quelé, Ticrila, foram importantes na vida do clube. Mas não podemos nos esquecer o atacante Tchainha, foi um monstro em matéria de gols.

Sete vezes campeão Citadino

O Fabrício tem no seu currículo sete conquistas no Campeonato Citadino de Uberaba da 1ª Divisão, organizado pela LUF: 1952, 1960, 1967, 1981, 1982, 1988 e 2000. Na Taça de Uberaba foram dois canecos: 1988 e 1990. No Campeonato Citadino de Uberaba Sub-20, faturou quatro títulos: 1981, 1984, 1986 e 1989. No Campeonato Citadino de Uberaba Sub-17, foi tricampeão: 1981, 1985 e 1991. No Campeonato Citadino de Uberaba da Sub-15, há registros de duas taças: 1962 e 1972.

Meta é disputar o Mineiro Sub-20  

Atualmente, o Esporte Clube Fabrício continua atuando como amador disputando todas as categorias do futebol: Pré-mirim, Mirim, Infantil, Juvenil, Junior, Amador, Mestre e Sênior, dando-se destaque ao trabalho social proporcionado a mais de 500 crianças cadastradas, que com a no esporte participação contribui para a melhoria da saúde e educação auxiliando assim na boa formação de cidadãos ordeiros. O clube projeta para o futuro, construir uma arquibancada e jogar o Sub 20 do Mineiro.

FONTES E FOTOS: Página do clube no Facebook – Lavoura e Commercio (MG) – No Bico da Chuteira, de Carlos Roberto Moura da Jmoline

Amistoso estadual de 1965: Entrerriense F.C. (RJ) 1 x 8 Botafogo F.R. (RJ)

Por: Sérgio Mello

Aproveitando o feriado nacional, do Dia da Independência do Brasil, na tarde de terça-feira, do dia 07 de Setembro de 1965, o Botafogo foi até o município de Três Rios/RJ para enfrentar, em amistoso, o Entrerriense Futebol Clube, no Estádio Odair Gama.

O clube da Estrela Solitária que recebeu a cota de Cr$ 5 milhões, livre de despesas – se apresentou com todos os seus titulares. A Delegação Alvinegra foi composta pelo vice-presidente do Glorioso, Brandão Filho, que foi quem chefiou; o diretor João Citro; o médico Lídio Toledo; o técnico Daniel Pinto; o massagista Bento Mariano; o roupeiro Aloísio Araújo e mais 18 jogadores: Manga, Joel Martins, Zé Carlos, Gerson, Rildo, Garrincha, Sucupira, Jairzinho, Othon Valentim, Paulistinha, Aírton, Roberto, Hélio, Zé Maria, Dimas, Marcos, Bianchini e Roberto II.

Os preços cobrados foram inéditos na região sul-fluminense. Uma cadeira numerada custou Cr$ 6 mil, a arquibancada coberta Cr$ 4.500,00, arquibancada descoberta Cr$ 4 mil. O diretor de esportes do Entrerriense, Sr. Remo Richi, informou que após a partida seria sorteado um carro zero quilometro, entre os torcedores presentes.

EM PÉ (esquerda para a direita): Adilson, Joel Martins, Delvaux, Manga, Violeta, Marcos, Mido, Zé Carlos, Joãozinho, Gerson, Gil, Zé Soquete, Paulo, Paulistinha, Joãozinho II e Barra Mansa;
AGACHADOS (esquerda para a direita): Samuca, Rildo, Batista, Mané Garrincha, Roberto Pequeri, Sucupira, Vitorino, Jairzinho, Mesquita, Othon Valentim e Abílio (convidado do Entrerriense).

Fogão irresistível!

Sobre a partida, o Botafogo goleou o Entrerriense pelo placar de 8 a 1. Destaque para Jairzinho, autor de três gols; Sucupira e Gerson, marcaram dois tentos cada e Bianchini que completou para os alvinegros. A renda quebrou todos os recordes da região com mais de Cr$ 15 milhões de cruzeiros arrecadados.

Com uma atuação de alta qualidade técnica, o Botafogo foi para o intervalo goleando por 5 a 1. Na etapa final, o técnico Daniel Pinto fez sete alterações de uma vez. Mesmo assim, o Alvinegro carioca não perdeu o pique e marcou mais três vezes, fechando o placar. Logo após o jogo, a delegação regressou ao Rio, chegando por volta das 22 horas.

ENTRERRIENSE F.C. (RJ)         1          X         8          BOTAFOGO F.R. (RJ)

LOCALEstádio Odair Gama, na Rua Carlos Ribas, nº 89, no Centro de Três Rios (RJ)  
CARÁTERAmistoso Estadual
DATA3ª-feira, do dia 07 de Setembro de 1965
RENDACerca de Cr$ 15 milhões de cruzeiros
ÁRBITRONivaldo Santos (Federação Carioca de Futebol)
ENTRERRIENSEPaulo (Delvaux), Mido (Samuca depois Tibúrcio), Gil, Zé Soquete e Adílson; Joãozinho e Batista (Odir); Vitorino (Joãozinho II), Abílio (Violeta), Roberto Pequeri e Mesquita.
BOTAFOGOManga (Hélio); Joel Martins, Zé Carlos (Zé Maria), Paulistinha e Rildo (Dimas); Marcos (Aírton) e Gerson; Garrincha (Roberto), Jairzinho (Bianchini), Sucupira e Othon Valentim (Roberto II). Técnico: Daniel Pinto.
GOLSJairzinho aos 6, 25 e 41 minutos (Botafogo); Gerson aos 15 minutos (Botafogo); Sucupira aos 30 minutos (Botafogo); Abílio aos 44 minutos (Entrerriense), no 1º Tempo. Gerson aos 18 minutos (Botafogo); Bianchini aos 25 minutos (Botafogo); Sucupira aos 42 minutos (Botafogo), no 2º Tempo.
Estádio Odair Gama (Capacidade para 10 mil pessoas)

Desenhos dos escudos e uniformes, pesquisa e texto: Sérgio Mello

FOTOS: Página no Facebook “Futebol Arte”Foursquare “Entrerriense Futebol Clube”

FONTES: Jornal dos Sports – O Fluminense (RJ) – O Jornal (RJ)

Associação Esportiva Merceana – Uberaba (MG): escudo dos anos 50

A Associação Esportiva Merceana é uma agremiação da cidade de Uberaba (uma população de 340.277 habitantes, segundo o censo do IBGE/2021), localizado no Triângulo Mineiro, a 481 km a oeste da capital (Belo Horizonte) do estado de Minas Gerais.

O Periquito Verde foi Fundado na quinta-feira, do dia 20 de Fevereiro de 1941. A sua Sede está localizada na Rua Ricardo Pizzi Júnior, nº 242, no bairro Mercês, em Uberaba (MG).

No Campeonato Citadino de Uberaba da 1ª Divisão, organizado pela LUF (Liga Uberabense de Futebol), o Merceana faturou o título três vezes: 1943, 1945, 1956. Na Segundona, uma conquista em 1996. E na Taça Uberaba, levando a taça em 1963. O Merceana também esteve presente no Torneio Regional do Triângulo, em duas oportunidades: 1953 e 1954.  

FONTES: página do clube no Facebook – Liga Uberabense de Futebol (LUF) – jornal Lavoura e Commercio (MG)

Social Ramos Clube – Rio de Janeiro (RJ): História entre 1945 a 1965. Ronaldo Fenômeno jogou em 1989

Por: Sérgio Mello

Normalmente, as minhas postagens se limitam ao futebol de campo. Mas nesta, vou abrir uma exceção. Um clube que foi um dos mais badalados e prestigiados entre os anos 50 a 80. E que na década de 90, entrou em crise e, aos poucos está se reerguendo para a felicidade dos moradores de Ramos e adjacências. Esse clube nunca enveredou no futebol de campo, mas ajudou para o forjamento de vários craques, entre eles: Ronaldo Fenômeno!

História detalhada entre 1945 a 1965

O Social Ramos Clube (SRC) é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A história começou no “Bar Ferro de Engomar“, onde um grupo de rapazes se reuniam aos domingos pela manhã, elaborando a criação de clube para congregar todos os moradores do bairro de Ramos.

A ideia do clube ganhou corpo e as solidariedades foram aumentando cada vez mais até que foi oficializado a Fundação no domingo, do dia 22 de Abril de 1945, com o nome de “Centro Progressista e Social de Ramos (CPSR)“, numa reunião realizada no Colégio Cardeal Leme, situado na Rua Dr. Miguel Vieira Ferreira, nº 646, em Ramos.

Na ocasião estiveram presentes 31 pessoas: Henrique Bonilha, Dr. Enio de Faria, Ministro Antônio Francisco Carvalhal, Dr. Antônio Mourão Vieira Filho, Senador José Pires Rolita, Ivo de Pinho Beato, Norberto Alves Espinha, J. A. Barros, Dr. Manoel Esteves de Sá, Te. Joaquim Silva, Abel Augusto de Siqueira, Dr. Ademar dos Santos Pinto, Amadeu Inocêncio Fonseca, Dr. Percio Gomes de Melo, Antonio da Silva Adonias, Américo José de Carvalho, J. Cochoféu Guimarães, Célio da Silva Monteiro, Vicente Varca, Lamartine Pinto de Oliveira, Ernesto Lourenço da Silva, Alfredo Portela, Mário Júlio Matos Ramos, Altamiro Luís da Silva, José Laureano Nova Lago, Dionísio Trindade, Sorcher Fisch, A. Sousa e O. Santos, Marcelino Firmino Pinto, João de Paiva e Almeida, Dr. Euclides Veloso Faria e Artur Alves da Cunha.

Após a fundação, o CPSR funcionou, provisoriamente, na Rua Uranos, nº 1.063, que era o escritório da União Panificadora Fluminense, gentilmente cedida pelo Sr. Antonio da Silva Adonias.

1ª Sede Social

Em meados de 1945, por decreto do então Ministro da Guerra, o general Eurico Gaspar Dutra extinguindo os tiros de guerra, o Centro Progressista e Social de Ramos foi beneficiado, ganhando as dependências e o patrimônio do Tiros de Guerra 115, situado na Rua Peçanha Povoas, nº 52, na estação de Ramos.

O clube se instalou na sua 1ª Sede no domingo, do dia 09 de dezembro de 1945. Quatro meses depois, no domingo,do dia 28 de Abril de 1946, foi inaugurada as suas remodelações festejada com grande pompa.   

Com 60 sócios que pagavam a mensalidade de 10 cruzeiros, o CPSR tinha inicialmente como objetivo, cuidar tão somente dos serviços jurídicos, contábeis e médicos dos seus associados, sem, todavia, deixar de promover festas sociais.

Clube altera o nome em 1946

E foram justamente as festas levadas a efeito que proporcionaram uma maior convivência e congraçamento da gente de bem do bairro de Ramos. Nasceu então a idéia da mudança do nome do clube que ecoava muito bem na época por causa dos partidos políticos.

Revista do Social Ramos Clube – 1945

E assim, no domingo, do dia 12 de Maio de 1946, o nome foi alterado para Social Ramos Clube, nome sugerido pelo Comissário Augusto Barreira aprovando-se a ideia de José Pires Rolita para a confecção da bandeira, flâmulas e distintivos.

Sede atual adquirida em 1948

Ficara igualmente estabelecido um número limitado de 300 sócios proprietários que foi aumentado gradativamente. Em 1948, com cerca de 1 mil sócios, era necessário um espaço maior.

O extenso terreno de uma área total de 2.676 metros quadrados, na esquina entre as ruas Áureliano Lessa e Miguel Ferreira no valor de 360 mil cruzeiros era o local ideal para a construção da sua nova Sede. O clube efetuou o pagamento de dois terços do valor fixado para a aquisição.

Então, na tarde de sexta-feira, do dia 16 de Janeiro de 1948, no Cartório do Tabelião Raul Sá, à Rua do Rosário, no Centro do Rio, foi pago a importância de 96 mil cruzeiros, referente ao saldo do débito restante para com o último dos três proprietários da área adquirida.

Assim, no terreno foi erguido a Sede social – onde até hoje habita o Social Ramos Clube, na Rua Áureliano Lessa, nº 97, em Ramos – na gestão do Dr. Ênio de Faria, prosseguindo na presidência de David Mendes e posteriormente pelos presidentes Valdemar Nunes de Morais e Joaquim Coelho dos Santos, quando foi então batida a 1ª pedra fundamental, no domingo, às 10 horas, do dia 31 de Dezembro de 1950.

Clube muda de patamar e se torna um dos melhores do país

No princípio tudo era flores. O clube começava a crescer. A política reinante, todavia, impediu o seu progresso, até terça-feira, do dia 22 de Março de 1955 quando o prestigioso desportista Adriano Rodrigues foi eleito presidente do clube.

O dirigente iniciou a campanha de soerguimento do Social Ramos Clube. Ao assumir, encontrou um clube com um saldo de 400 cruzeiros em dinheiro e com uma dívida de 38 mil cruzeiros. Adriano Rodrigues e sua diretoria elevaram o clube às culminâncias tanto assim que três anos depois a agremiação já não possuía nenhuma dívida.

Em 1958, o Social Ramos Clube contava com 500 sócios proprietários, 2.145 contribuintes, 2 mil sócios dependentes e com 215 propostas para novos sócios proprietários. Sete anos depois (1965), o clube já contava com cerca de 10 mil sócios, mostrando que estava em franca evolução.

Medalha Social Ramos Clube 1945-60 – Fraternidade Socialense, em homenagem ao ex-presidente Dr. Joaquim Coelho dos Santos. Em metal dourado e com o escudo esmaltado

Com um movimento de 3 milhões de cruzeiros, o clube alcançou o status de uma das melhores agremiações do Brasil, graças ao idealismo do presidente Adriano Rodrigues.

Assim, o “clube milionário” com um patrimônio no valor de 15 milhões de cruzeiros possuíam nas suas instalações:

Uma salão de festas com 30 metros de comprimento e 20 de largura; uma quadra olímpica; um jardim para crianças; um ginásio para 2 snookers (sinucas), um restaurante e televisão (com intensa frequência), uma sahalteres  e jiu-jítsu; um barco para representações; um departamento médico e um departamento feminino, além  de todas as dependências necessárias para os atletas.

Lembrando que a Sede social, foi oficialmente inaugurada em 1964. Um prédio de três andares, com uma quadra para futebol de salão, voleibol e basquete, construída do lado.

Seus salões para festas nada ficam a dever em beleza aos mais categorizadas agremiações do Rio de Janeiro. No último andar, está instalada uma confortável creche, a fim de que os pais pudessem ir aos eventos no clube. Em 1965, o clube adquiriu um terreno ao lado da quadra de esportes para a construção de uma piscina.    

Celeiro de craques

Ronaldo Fenômeno

O clube revelou craques do campo e das quadras! Ronaldo Nazário, ou simplesmente Ronaldo Fenômeno, aos 13 anos, o craque passou pelo clube de Ramos em 1989, onde disputou o Campeonato Carioca Mirim de Futsal.

Na ocasião, o Social Ramos Clube terminou na 3ª colocação, e Ronaldo Fenômeno foi o artilheiro do certame com 48 gols. No mesmo ano, o SRC jogou o Brasileiro da categoria, terminando como vice-campeão e o craque foi o vice artilheiro.

Mais ou menos, naquela época, outro que pintou no futsal do clube foi Vander Carioca, assim como o Fenômeno nascido em 1976. O pivô teve passagem pelo Atlético Mineiro (1997), Flamengo (2000), Vasco da Gama (2000-01), Corinthians (2016-18), além de ter jogado em clubes da Espanha, Itália, Rússia e Seleção Brasileira de futsal (1998-2004).

Voltando aos gramados, aos 13 anos, o goleiro Wilson teve passagem pelo clube em 1997. Aos 38 anos, atualmente, o arqueiro defende o Figueirense/SC, mas começou nas divisões de base do Flamengo (2003-08). Depois, passou pela Portuguesa Carioca/RJ (2006), Olaria/RJ (2006), Figueirense/SC (2007-08), Vitória/BA (2013-15), Coritiba (2015-22) e Atlético Mineiro (2019).

Na foto acima, há alguns nomes que merecem destaque! Fernando Ferreti, um dos maiores treinadores da história do futsal brasileiro e mundial, comandou o Social Ramos Clube em 1986. Natural do Rio de Janeiro, graduou-se em Educação Física pela Universidade Castello Branco e em Fisioterapia pela Faculdade de Reabilitação da ASCE/RJ, em 1979 e em 1981, respectivamente.

Com uma carreira profissional invejável, dirigiu e consagrou equipes como a Malwee Jaraguá do Sul, SER Tigre (Joinville), a SER Perdigão (Videira), o Vasco da Gama (RJ), Banfort (CE), KRONA Futsal (SC), o Mitsubishi Ceuta, e outras.

Atual Coordenador Técnico da Seleção Brasileira de Futsal e técnico do ADJ Jaraguá (Jaraguá do Sul, Santa Catarina), ex-treinador das Seleções de Futsal do Brasil, Paraguai e Guatemala, orgulha-se de ser o técnico 11(onze) vezes campeão da Taça Brasil de Clubes, Tetra Campeão da Super Liga de Futsal, Pentacampeão da Liga Futsal e Pentacampeão da Taça Libertadores de América de Futsal.

Outro da foto, quando estava com 20 anos, é Marcelo Cabo, que foi técnico do Vasco da Gama, em 2021. Começou como treinador em 2004, quando comandou o Bangu. Entre 2009 a 2011, esteve no Kuwait e de 2013 pra cá, já treinou 19 clubes, sendo o último o CBR/AL.

Por fim, o goleiro Genésio Carneiro, que atuou em diversos clubes de futsal, sempre em destaque. Só para citar algumas equipes pelo qual jogou, podemos mencionar: Flamengo, Vasco da Gama, Botafogo, Hellênico AC (Rio Comprido), Tio Sam (Niterói), Associação Desportiva Classista Embraco (Joinville/SC), entre outros.

Flâmula – Lembrança da Festa Junina do Social Ramos Clube

Único título estadual de futsal

Organizado pela Federação de Futsal do Estado do Rio de Janeiro (FFSERJ), em 1991, o Social Ramos Clube se sagrou Campeão do Campeonato Estadual de Futsal Mirim (Sub 13), Juntamente com o Vasco da Gama, Grajaú Country Club e Grajaú Tênis Clube.

Desenho do escudo e uniformes, Texto e pesquisa: Sérgio Mello

FOTOS: Carlucio Leite Leiloeiro Público (Revista do Social Ramos Clube – 1945) – Lili Leiloeira (Flâmula – Lembrança da Festa Junina do SRC Social Ramos Clube. MBC) – Casa Rio Negro Colecionismo (Medalha Social Ramos Clube 1945-60 – Fraternidade Socialense, em homenagem ao ex-presidente Dr. Joaquim Coelho dos Santos. Em metal dourado e com o escudo esmaltado) – Acervo de Auriel Almeida (escudo em preto e branco)Acervo do ex-goleiro e técnico, Marcelão Marcelo Santos (foto posada em preto e branco)

FONTES: Almanaque de Futsal RJ  – A Manhã (RJ) – A Noite (RJ) – Diário de Notícias (RJ) – Gazeta de Notícias (RJ) – Jornal dos Sports (RJ)