


FONTE: O Artista – Orgam Representativo do – Artistico Foot-Ball-Club (PI) – 1918 a 1922



FONTE: O Artista – Orgam Representativo do – Artistico Foot-Ball-Club (PI) – 1918 a 1922


| Charles Meira |
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Associação Desportiva Jequié – 1970 – Em pé: Zé Augusto, Edmilson, Carlinhos, Tufú, Maíca e Esquerdinha. Agachados: Fleury, Dilermando, Tanajura, Chineizinho, Marcos e Foca.
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Antes do primeiro ponta-pé no certame estadual, muito trabalho foi desenvolvido pelos abnegados da cidade-sol para colocar Jequié em plano de destaque no cenário esportivo da Bahia. Assim é que logo após confirmada a presença de Jequié no “Baianão”, foi eleita uma diretoria provisória e, em seguida, criado, eleito e empossado o Conselho Deliberativo da Associação Desportiva Jequié, sendo como presidente o Dr. Milton de Almeida Rabelo e integrado de 54 membros e 50 suplentes. Daí surgiu à diretoria definitiva da ADJ, sendo eleito o Dr. Nelson Moraes da Silva seu primeiro presidente e os seguintes membros: vices – Dr. Valdomiro Borges Filho e Marialvo Alves Meira; secretário – Gildélito Ferraz; Tesoureiro – Josué Fonseca; relações públicas – Jornalista Laerson Soares e Deodato Astrê; Departamento de profissionais Manoel Sampaio e Evandro Lopes; Departamento de amadores – Tibúrcio Freitas; Departamento Médico – Dr. José Mário Benevides; Departamento social – Alcindo Procópio Ferreira; Departamento de Publicidade – Eutímio Almeida; O ex-atleta do Fluminense Maneca deixará o setor amadorista para dirigir a equipe de profissionais da ADJ, não tendo fixado luvas ou ordenado. O popular “Foca” será o Massagista. Um técnico profissional foi contratado. Boquinha, ex-craque, será o responsável pelo quadro do Jequié no campeonato.
Ouvido pela reportagem o Sr, Nelson Moraes informou que a ADJ, terá como sede provisória o prédio na Rua João Goulart, no Jequiezinho, onde funcionava o Butantã que através da maioria dos seus dirigentes cedeu àquelas instalações. Aquele local satisfaz plenamente aos objetivos de um clube profissional. Quanto à renda de manutenção da nova agremiação Jequieense, existe um consorcio que foi criado para tal fim e que já vem funcionando há muito tempo e deverá se prolongar por vários anos. Além disso, informa-nos o Dr. Milton Rabelo que os conselheiros pagarão mensalmente uma cota de trinta cruzeiros novos, já tendo à maioria pago a taxa de jóia, o que uma soma bem razoável. Complementando a renda, alguns milhares de sócios deixarão nos cofres da entidade o suficiente para manter mais que modestamente o clube. As rendas do campeonato serão o complemento necessário para satisfazer os planos deste ano.
A quase totalidade dos jogadores participantes do torneio Intermunicipal de Futebol – quase campeões – foram aproveitados pelo novo time profissional. Somando-se a eles, outros jogadores de Jequié e de outras cidades foram e serão contratados, oferecendo uma média de 23 anos de idade. Essa rapaziada se compõe de: Edmilson e Besouro (Goleiros); Tufu, Carlinhos, Jurandir, Hugo e Zé Augusto (Zagueiros); Maíca, Chinezinho, Eduardo e Maneca (Armadores); Sérgio Florisvaldo, Esquerdinha, Tanajura, Marcos, Dilermando, Valmir, Betinho, Zé Roberto e Caculé. Outros azes do futebol estão sendo conversados e em breve dias poderão ser filiados a ADJ, não se mencionarão nome por preocupações obvias. Garante a direção do departamento profissional que, com certeza, Jequié terá um comportamento de acordo com a expectativa dos desportistas locais, surpreendendo aos cobrões e veteranos do “Baianão””. (Matéria editada no Jornal A TARDE)
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FONTES: Blog do cantor Charles Meira – Esporte na Mídia

TIME POSADO
EM PÉ (Da esquerda para a direita): Orlando Lelé, Geraldo, Rogério, Alex, Ivo e Álvaro;
AGACHADOS (Da esquerda para a direita): Flecha, Bráulio, Luisinho Lemos, Edu Coimbra e Gilson Nunes.
CAMPANHA DO MECÃO
A campanha na Taça Guanabara, foram 11 jogos, com nove vitórias, um empate e uma derrota; marcando 19 gols, sofrendo apenas quatro, um saldo de 15 gols. O América terminou com 19 pontos contra 18 do Tricolor das Laranjeiras.
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FLUMINENSE F.C. |
0 |
X |
1 |
AMÉRICA F.C. |
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| LOCAL | Estádio Mario Filho, ‘Maracanã’, no Bairro do Maracanã, na Zona Norte do Rio (RJ) | ||||
| CARÁTER | Final da Taça Guanabara do Rio de 1974 | ||||
| DATA | Domingo, do dia 22 de Setembro de 1974 | ||||
| RENDA | Cr$1.447.665,00 | ||||
| PÚBLICO | 97.681 pagantes | ||||
| ÁRBITRO | José Aldo Pereira | ||||
| AUXILIAR | Luis Carlos Félix e Walquir Pimentel | ||||
| FLUMINENSE | Félix; Toninho, Assis, Bruñel e Marco Antônio; Gérson, Cléber e Carlos Alberto Pintinho; Cafuringa, Gil e Mazinho. Técnico: Carlos Alberto Parreira | ||||
| AMÉRICA | Rogério; Orlando, Alex, Geraldo e Álvaro; Ivo e Bráulio; Flecha, Luisinho, Edu Coimbra (Renato) e Gilson Nunes. Técnico: Danilo Alvim | ||||
| GOLS | Orlando, em cobrança de falta, aos 12 minutos (América), do 1º Tempo. | ||||
FONTE: Revista Placar

O Barroso Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A sua Sede ficava na Sede: Ladeira do Barroso, nº 104, no Bairro da Gamboa, na Zona Central do Rio (RJ). A sua Praça de Esportes estava situado na Rua Saccadura Cabral, s/n, no Bairro da Saúde, próximo ao Cais do Porto, na Zona Central do Rio (RJ).

O Tricolor da Saúde foi Fundado na segunda-feira, do dia 20 de Novembro de 1922, pelo Sr. Ângelo Trotte, que reuniu um grupo de desportistas na sua residência. Estiveram presentes os seguintes fundadores:
Ângelo Trotte; Américo Trotte; Rodino Trotte; Raphael Garofalo; Paschoal Garofalo; Manoel Vanzelotti; Ernesto Vanzelotti; Romeu Perazzini; Domingos Borneo; José Nogueira Penido; Walter de Carvalho; Raphael Porfírio Martins; Eurides M. da Silva; Manoel da Rocha; entre outros.
Apesar de não ter sido especificado os respectivos cargos, a 1ª Diretoria do Barroso Football Club ficou constituída da seguinte forma: José Pacheco de Almeida; Manoel Vanzelotti; Emygidio de Queiroz; Américo Trotte; Amaury Jacintho da Costa; Romeu Perazzini; Walter de Carvalho; Raphael Garofalo; Eurides M. da Silva; Manoel Nunes.

Campeão do Torneio Início da Liga Leopoldina e 1926
Depois se filiou à Liga Leopoldinense, na qual faturou o título do Torneio Início de 1926. O time formou assim: Américo; Uruguay e Vieira; Nabor, Cardoso e Pedro; Walter, Hugo, Álvaro, Albino e Urbano.
Números do clube entre 1922 a 1932
Em uma década, o Barroso Football Club apresentou os seguintes números: Foram 263 jogos; 176 vitórias, 46 empates e 41 derrotas. O que dá um aproveitamento dos pontos de 75,7%. Ainda nesse período, o clube acumulou 111 taças e quatro bronzes.
No domingo, do dia 15 de setembro de 1935, o Barroso enfrentou os juvenis do Flamengo. No Torneio Aberto de 1937, organizado L.C.F., o Barroso chegou a ser confundido com o homônimo de Niterói. Na partida em que o Alviverde Niteroiense perdeu para o Atlético Mineiro por 3 a 1, alguns jornais confundiram e mencionaram como se o Tricolor da Saúde tivesse sido o adversário.

Algumas Formações
Time de 1926: Américo; Uruguay e Vieira; Nabor, Cardoso e Pedro; Walter, Hugo, Álvaro, Albino e Urbano.
Time de 1929: Asterio; Zeca e Medina; Tupy, Euclydes e Namor; Orlando, Babá, Edgard, Álvaro e Albino. Suplentes: Miguel, Peru, João e Alfredo.
Time de 1932: Zeca; Tupy e Netto; Victrola, Noé e Adalberto; Babá, Álvaro, Edgard, Allemão e Walter.
Time de 1934: Venâncio; Ernesto e Zezinho; Victrola, Noé e Valentim; Walter, Claudemiro, Edgard, Samuel e Urbano.
Time de 1938: Venâncio; Antonio e Tupy; Gato, Leandro e Emiliano; Xavier, Merola, Victorio, Alvinho e Guido.
Time de 1939: Venâncio; Zezinho e Reno; Gato, Leandro e Emiliano; Periquito, Samuel, Edgard, Adalberto e Figueira (Doca).

FONTES: A Noite – Gazeta de Notícias – Jornal dos Sports – O Jornal – Correio da Manhã

Uma das histórias mais ricas que me deparei. Um clube simpático, com uma visão de transformar o clube num ambiente familiar, estimulando o estudo (como saúde mental) e o desporto (como saúde para o corpo). As explicações dos porquês do nome e da alcunha, por si só, já é um capítulo à parte! Sem mais delongas vamos viajar nessa história! Vale a pena! Boa leitura!
O Japohema Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Nas cores azul e branco, foi Fundado o “Clube Universitário” na terça-feira, do dia 05 de Maio de 1931, por um grupo de sete desportistas da extinta equipe Cruzeiro do Sul Athletico Club: José Araripe, Antenor Passos, Pedro Passos, Orlando Castro (Orlandinho), Elisiário Netto, Mario Braga, Amarildo Galvão (Batata) e Helio Ballard.
Depois, convidaram outros jogadores do Cruzeiro do Sul A.C.: Adilson, Bio (único negro do time. O significado do nome vem do grego, que quer dizer: vida), Dudu, Dedé, Toninho, Nonô e, entre outros. A Sede provisória ficava na Rua Dias da Cruz, nº 391, no Bairro do Méier, na Zona Norte do Rio.
Por que a escolha do nome Japohema?
A escolha do nome é, no mínimo, curioso. Afinal, é um neologismo criado pelos sete fundadores por uma justaposição das iniciais de cada um:
José Araripe,
Antenor Passos,
Pedro Passos,
Orlando Castro (Orlandinho),
Helio Ballard,
Elisiário Netto,
Mario Braga e
Amarildo Galvão.
Dessa forma, original, juntando as letras em negrito é formado o nome da agremiação: Japohema . Uma inspiração no estilo poético de um acróstico. Obviamente, quem está lendo essa história deve estar se perguntando: “Ué? Mas cadê o oitavo fundador: Helio Ballard”? Por que a letra ‘H’ do Helio não está no nome do clube? Os sete rapazes tentaram, mas não encontraram jeito de encaixar a letra ‘H’. Para amenizar esse pequeno “incidente” ficou decido que o nome da Sede Social seria uma homenagem ao Helio Ballard, fundador e o goleiro da equipe.
O ‘Batata’ alcunha de Amarildo Galvão, não concordou com isso, dizendo que a letra ‘H’, em português, tem som mudo em grande número de palavras. Dessa maneira, o ‘H’ poderia ser perfeitamente incluído no nome, desde que grafasse JAPOHEMA, onde o ‘H’ teria o valor mudo. Assim estaria o Helio Ballard, incluído entre os seus pares sem sacrifício do timbre, que permaneceria o mesmo.
A formação da 1ª Diretoria do clube foi composta da seguinte forma:
Presidente – Octavio Lobo Vianna;
Vice-Presidente – Aldenor Alencar Benevides;
1º Secretário – Adolpho Rodrigues;
2º Secretário – Josué Rodrigues Loureiro;
Tesoureiro – Pedro Souza Passos;
Diretor Esportivo – Carlos Pereira da Silva Filho;
Diretor Geral de Sports – Othelo Dario Neves;
Procurador – José Araripe;
Conselho Fiscal – Mario Braga; Eugenio de Castro; Eurico Ribeiro; Antonio Araujo; Lauro de Alencar Araripe; Josué Rodrigues Loureiro e Dr. Cunha Neves.
Na sexta-feira, do dia 28 de Outubro de 1932, foi eleita e empossada a 2ª Diretoria:
Presidente – Octavio Lobo Vianna (Reeleito);
Vice-Presidente – Eugenio de Castro;
Secretário Geral – Rodolpho Rodrigues;
1º Secretário – Homero Santos;
2º Secretário – Carlos Pereira da Silva Filho;
1º Tesoureiro – Pedro Souza Passos;
2º Tesoureiro – Josué Rodrigues Loureiro;
Procurador – Olavo Guimarães;
Diretor de Esporte – Octavio Fernandes de Carvalho;
Diretor de Campo – Anthero Benevides;
Conselho Fiscal – Jaime Figueiras Lima; Ayrton Rocha; José Luiz Bittencourt Filho; Ayrton Araujo; João Fonseca Chagas; Carlos Pimenta da Silva Filho e Alberto Moreira.
Comissão de Sindicância – Homero Braga; Oswaldo de Castro e Jorge Robson das Chagas.

Foto de 1932
O porquê da alcunha de o “Clube Universitário“?
Numa época, onde o estudo não era algo prioritário, boa parte dos jogadores japoemenses eram “um ponto fora da curva“. Além de serem rapazes finos e educados, sete deles eram estudantes do Colégio MIlitar, do Gymnasio Arte e Instrucção, da Faculdade de Medicina.
Do Colégio Militar pertenciam o keeper Helio e o centerforward Careca. Da Academia de Medicina eram o center-helf Dedé e o meia direita Araujo. Os estudantes eram Nonô e Orlandinho, componentes da ala esquerda e Arthur, da extrema direita. Assim, o clube ganhou o apelido de “Clube Universitário“.
Um clube esportivo e familiar
A sua Praça de Esportes, inaugurada no domingo, do dia 06 de setembro de 1931, ficava localizado na Rua Magalhães Couto, nº 84. Enquanto, a sua Sede estava instalada na Rua Dias da Cruz, nº 255, ambos no Bairro do Méier, na Zona Norte do Rio. No entanto, o clube não se limitava apenas a prática do futebol. O Japohema também oferecia outras atividades, como Sala para Leitura, o Salão de Jogos, como o Ping-Pong (atual Tênis de Mesa), Dominó, Xadrez, entre outros.
Além disso, o clube promovia Bailes de Carnaval, festivais, músicas dançantes, atraindo o interesse de boa parte dos moradores do Bairro. Com isso, em pouco tempo, o número de sócios cresceu vertiginosamente. Demonstrando que o Japohema Football Club caminhava a passos largos rumo a prosperidade.
Celeiro de Grandes Craques
O começo do futebol, o Japohema foi uma fonte de grandes jogadores. De cara, na sua primeira formação alguns jogadores ganharam, rapidamente, projeção, como os casos de Orlandinho, que se transferiu para o Fluminense; Cícero, que foi para o Vasco da Gama; o ponta Adilson (Adilson Ferreira Arantes, natural da cidade do Rio de Janeiro, em 12/12/1916), que foi contratado pelo Madureira A.C., entre outras feras.

Filiações
Em setembro de 1931, o ajudou a fundar a Associação Suburbana de Esportes Athleticos (ASEA).
Quarta, do dia 19 de Abril de 1933, ocorreu uma reunião para decidir que o clube iria se filiar a AMEA.
Quinta, 11 de abril de 1935 se filiou a Federação Metropolitana de Desportos, a fim de disputar o Campeonato da Divisão Intermediária.
Sexta-feira, do dia 28 de Agosto de 1936, se filiou a Sub-Liga Carioca de Football (Fundado em 18 de junho de 1933).
Na quarta-feira, do dia 25 de Maio de 1938, ingressou na Federação Atlética Suburbana (FAS).
Japohema Campeão Invicto do Torneio Extra da Sub-Liga de 1934
Após eliminar o Aracaju Football Club, nas semifinais, o Japohema decidiu o título diante do Deodoro A.C., que passou pelo São Paulo Football Club. No domino, do dia 05 de Agosto de 1934, o Japohema conquistou o título Invicto do Torneio Extra da Sub-Liga Carioca de Football. No Campo do Central (Rua Adriano, nº 107, no Bairro de Todos Os Santos), o “Clube Universitário” venceu o Deodoro Athletico Club pelo placar de 1 a 0. O gol foi assinalado pelo half-back Antoninho. Japohema: Hélio; Bio e Betinho; Guerra, Zé Maria, Dodô e Antoninho; Adilson, Nonô, Chagas, Jaburu e Carvalhinho.
Japohema e Andarahy fizeram um jogão de 10 gols
Era apenas um amistoso, mas terminou com uma dezena de gols. No Domingo, do dia 20 de Outubro de 1935, a partida aconteceu no Estádio da Rua São Francisco Filho. No final, melhor para os donos da casa. A equipe alviverde goleou por 10 a 3.
Competições profissionais
O Japohema Football Club participou do Torneio Aberto, nos anos de 1936 e 1937. Também participou do Campeonato Carioca da Segunda Divisão, em 1935 ( pela FMD) e do ano de 1936 (pela LCF).
Outros
Em agosto de 1931, excursionou a Nova Iguaçu; Em setembro de 1934 foi para Barra do Piraí; Em Março de 1935 foi a Mendes. O Japohema enfrentou os principais clubes medianos da época: River, A.A. Portuguesa Carioca, Modesto, Metropolitano, Engenho de Dentro, Andarahy, Germânia, Hellênico, Cocotá, entre outros.
No domingo, do dia 30 de setembro de 1934, o Japohema venceu o quadro de amadores do Bangu por 2 a 0, na preliminar do jogo de profissionais do Flamengo x Bangu. Em 1935, enfrentou o time misto do Vasco e os amadores do América.
Nova Sede
No dia 20 de abril de 1938, o clube adquiriu uma Sede nova, localizado na Rua 24 de Maio, nº 1.363 / Sobrado, Bairro do Méier, na Zona Norte do Rio.

Várias Formações
Time-Base de 1931: Hélio; Bio e Dudu (Olavo); Carlinhos Silva, Dedé (Nestor) e Toninho (Araripe); Mario (Biberi), Araujo (Cyro), Lauro (Lalau), Nonô (Careca) e Orlandinho (Arnaldo). Técnico: Anthero Benevides
Time-Base de 1932: Hélio (Euro); Betinho e Bio; Arthur (Antoninho), Dedé e Guerra; Colombo (Léo), Fernando, Darcy, Léo (Nonô) e Orlandinho. Técnico: Anthero Benevides
Time-Base de 1933: Hélio; Bio e Betinho; Othelo (Guerra), Dedé e Toninho; Arthur (Araujo), Jaburu (Colombo), Careca (Cícero), Nonô e Orlandinho (Sant’Anna). Técnico: Anthero Benevides
Time-Base de 1934: Hélio; Bio e Betinho; Guerra, Zé Maria (Léo), Dedé e Antoninho (Othelo); Adilson, Nonô (Nairo), Chagas (Garcia), Jaburu e Carvalhinho. Técnico: Amarylio Galvão
Time-Base de 1935: Hélio; Bio (Américo) e Alfredo (Betinho); Toninho, Armando (Edmundo) e Quino; Carvalhinho, Dedé, Gallego (Miro), Zezinho (Othelo) e Luso (Jaburu). Técnico: Lourival Carneiro
Time-Base de 1936: Hélio; Alfredo (Norival) e Betinho (Ary); Jacy (Badu), Rainha (Arantes) e Quino (Lino); Benedicto, Gallego, Cícero, Nonô (Russo) e Osvaldinho (Carvalhinho). Técnico: Homero Santos
Time-Base de 1937: Hélio; Bio e Alfredo (Betinho); Jacy, Edmundo (Rainha) e Quino (Valentim); Tarcísio (Chagas), Arthur (Polaco), Nonô (Quimba), Cesário (Jaburu) e Carvalhinho. Técnico: Austrochynio Pereira.
Time-Base de 1938: Hélio; Bio e Alfredo; Olavo, Edmundo e Valentim (Anesio); Francisco (Tarcísio), Chagas, Gallego, Flodaldo e Faustino (Jorginho). Técnico: Austrochynio Pereira.
FONTES: Diário da Noite – Diário Carioca – O Radical – Gazeta de Notícias – Jornal do Brasil – A Offensiva – O Tico-Tico – A Noite – O Jornal – Jornal dos Sports – A Esquerda – Beira-Mar : Copacabana, Ipanema, Leme (RJ) – A Nação – A Batalha – Diário de Notícias – A Manhã – O Imparcial – O Paiz – Jornal do Commercio – Correio da Manhã – O Globo Sportivo (RJ)
Japohema e Andarahy fizeram um jogão de 10 gols
Era apenas um amistoso, mas terminou com uma dezena de gols. No Domingo, do dia 20 de Outubro de 1935, a partida aconteceu no Estádio da Rua São Francisco Filho. No final, melhor para os donos da casa. A equipe alviverde goleou por 10 a 3.
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ANDARAHY A.C. |
10 |
X |
3 |
JAPOHEMA F.C. |
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| LOCAL | Estádio da Rua São Francisco Filho, o Bairro do Andaraí, na Zona Norte do Rio (RJ) | ||||
| CARÁTER | Amistoso Municipal de 1935 | ||||
| DATA | Domingo, do dia 20 de Outubro de 1935 | ||||
| RENDA | Não divulgado | ||||
| ÁRBITRO | Paschoal | ||||
| ANDARAHY | Allem; Bahiano e Gomes; Hermogenes, Adonilo e Bethuel; Chagas, Chiquinho, Romualdo (Villardi), Blanco e Mineiro (Ermelhinho) | ||||
| JAPOHEMA | Hélio; Americo e Betinho (Alfredo); Tourinho, Edmio e Quino; Nonô, Zezinho, Dedé, Jaburu e Delehavagy (Waldyr). | ||||
| GOLS | Dedé, duas vezes, e Waldyr (Japohema); Chagas, três vezes; Mineiro, Romualdo, Villardi e Blanco (Andarahy). | ||||
FONTES: Diário da Noite – Diário Carioca
Após eliminar o Aracaju Football Club, nas semifinais, o Japohema decidiu o título diante do Deodoro A.C., que passou pelo São Paulo Football Club. No domino, do dia 05 de Agosto de 1934, o Japohema conquistou o título Invicto do Torneio Extra da Sub-Liga Carioca de Football.
No Campo do Central (Rua Adriano, nº 107, no Bairro de Todos Os Santos), o “Clube Universitário” venceu o Deodoro Athletico Club pelo placar de 1 a 0.
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JAPOHEMA F.C. |
1 |
X |
0 |
DEODORO A.C. |
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| LOCAL | Praça de Esportes do Central, na Rua Adriano, nº 107, no Bairro de Todos Os Santos, na Zona Norte do Rio (RJ) | ||||
| CARÁTER | Final do Torneio Extra da Sub-Liga de 1934 | ||||
| DATA | Domingo, do dia 05 de Agosto de 1934 | ||||
| RENDA | Não divulgado | ||||
| ÁRBITRO | Pedro Gomes de Carvalho | ||||
| JAPOHEMA | Hélio; Bio e Betinho; Guerra, Zé Maria, Dodô e Antoninho; Adilson, Nonô, Chagas, Jaburu e Carvalhinho. | ||||
| DEODORO | Humberto; Léo e Arlindo; João, Anysio e Azumar; Eloy, Aberlino, Barreiros, Joel e Campista. | ||||
| GOL | gol foi assinalado pelo half-back Antoninho. | ||||
FONTES: Diário da Noite – Diário Carioca

O Santa Maria Futebol Clube é uma nova agremiação do Município de Santa Maria do Pará que fica a 117 quilômetros da capital Belém (PA). Fundado neste ano de 2018, tem como um dos padrinhos, o ex-jogador de futebol Almir Conceição, que atuou em clubes como Remo, Tuna e Castanhal na década de 90.
O ex prefeito e desportista Lucivandro Melo preside o clube, que tem como vice o também desportista e ex-vereador Walter Araújo, que fizeram a regularização junto a Federação Paraense de Futebol (FPF). Dessa forma, o Santa Maria irá debutar no Campeonato Paraense da Segunda Divisão de 2018, a chamada Segundinha.
Clube terá o apoio da Prefeitura
A Prefeitura Municipal vai apoiar o projeto juntamente com empresários locais. A equipe a ser formada, buscará atletas locais para compor a base do plantel. O ex zagueiro Almir Conceição e Márcio Alan, que tem trabalho realizado com atletas de base, são nomes, dentre outros, que estarão no comando técnico da nova equipe. A diretoria do novo clube irá em breve, num coquetel, apresentar o projeto Santa Maria Futebol Clube à sociedade, empresários e imprensa.
FONTE: M. Diário Online