O DIA 15 E 16 DE FEVEREIRO NO FUTEBOL

15/02/1978 – LONDRINA 1 X 0 CORINTIHANS, com um gol de Carlos Alberto Garcia o tubarão garatiu vaga nas semi-finais do brasileiro de 1977.

15/02/1989 – BAHIA 2 X 1 INTERNACIONAL, pela primeira partida decisiva do Brasileiro de 1988, Bobô comanda a vitória do tricolor da boa terra de virada ante o time de Taffarel e Nilson com dois gols Bobô praticamente zelou a sorte baiana, Leomir vezo gol colorado.

15/02/1998 – BRASIL 1 X 0 JAMAICA, o time de Zagallo penou na decisão do terceiro lugar da Copa Ouro nos EUA, contra os reggaeboys de Renê Simões o gol foi de: Romário.

16/02/1933 – É fundado no Rio de Janeiro Madureira Atlético Clube, futuro Madureira Esporte Clube.

OPERÁRIO SPORT CLUB,o Fantasma Paranaense!!!

Segundo narrativa do historiador e profundo conhecedor do futebol paranaense, José Cação Ribeiro Júnior, em seu livro “0 Fantasma da Vila”, no qual registra a brilhante trajetória do Operário Sport Club, fundado em 7 de abril de 1913, e, que de acordo com decisão de seus diretores, passou a ter a data de Primeiro de Maio, data universal do Operário, como referência para comemorações de seu aniversário.
O Operário nasceu da fusão do time da Rede Viação Paraná-Santa Catarina e alguns jogadores do Riachuelo Sport Clube. Existe a versão de que o clube surgiu do Tiro de Guerra.

O nome tem origem nos operários da Rede Ferroviária Federal, que foram os legítimos fundadores do FOOTBALL CLUB OPERÁRIO PONTAGROSSENSE. Em 1914, teve o nome mudado para OPERÁRIO SPORT CLUB. O cognome FANTASMA, vem do fato do esquadrão do Operário aterrorizar as equipes visitantes e conquistar vitórias inesperadas. Em muitas oportunidades, os torcedores já se conformavam com a derrota, quando num repente, os jogadores se enchiam de brios, com garra impressionante viravam o placar e festejavam mais uma vitória espetacular.

O primeiro Time em 1913

[img:Oper__rios_Futebol_Clube__1916_.jpg,full,centralizado]

Em 1913 foi formado o primeiro time da história do Operário para as disputas de jogos amistosos e das primeiras competições locais e estaduais. A escalação da equipe, neste ano, foi a seguinte: José Moro, Pedro Azevedo, Alexandre Bach, Henrique Piva, João Simonetti, Souza, Ewaldo Meister, Adolfo Piva, Holger Mortensen e Ernesto.

O OPERÁRIO fazia a alegria dos moradores. As tardes de domingo geralmente terminavam em festas e comemorações pelas ruas centrais da cidade. A noite a festa continuava na CONFEITARA SCHMIDT, onde os torcedores comemoravam com muito chope. 0s jogadores eram saudados e parabenizados na frente do CLUBE RENASCENÇA.

A PRIMEIRA REVELAÇÃO

0 goleiro TUFY NEJEN, foi a grande revelação do OPERÁRIO, pelas defesas incríveis. Os adversários temiam Tufy diziam que tinha pacto com o demônio, daí veio o apelido TUFY SATÃ ,Ele jogava vestido totalmente de preto. Ganhou fama no Estado e outras regiões do país.
Foi para o São Paulo F.C., em seguida defendeu São Bento, mais tarde o Santos F.C. 0 grande sucesso de sua brilhante carreira foi defendendo as cores do S.C. Corinthians Paulista, quando foi convocado para a seleção brasileira. Com sua classe, elegância, defesas fenomenais, foi considerado o melhor goleiro do Brasil no período de 1920 a 1929.

OPERÁRIO CAMPEÃO DO INTERIOR E VICE ESTADUAL em 1929

Em 23/01/1930, a decisão do campeonato paranaense de 1929 foi entre Atlético Paranaense e Operário. Após muita luta e determinação da equipe operária, o resultado foi desfavorável com a vitória do Atlético por 3 x 0. O Operário comemorou o título de vice-campeão, sendo a primeira equipe do interior a disputar o título.

A equipe vice-campeã foi esta:

OPERÁRIO: Staco, Scorsato e Santi, Chicharrão, David Paulista e Gabriel, Pedro, Joaquim Martim, Nico Ramalho, Zé Macaco e Candinho.
Participaram do campeonato: Chiquito, Zé Maria, Nhoca, Lycio Taques, Ernesto.

A fusão do Operário S.C. com o Ferroviário, clube dos funcionários da Rede Ferroviária em 15 de maio de 1933 que fez surgir o OPERÁRIO FERROVIÁRIO E.C.

Fonte:Interior Bom de Bola,www.operario.com.br,foto arquivo pessoal

Frases de Gentil Cardoso, técnico de futebol dos anos 50 e 60.

Técnico de futebol, Gentil Alves Cardoso nasceu a 05 de julho de 1906 no Recife, fez de tudo na vida: foi engraxate, garçom, motorneiro, padeiro e militar (marinheiro).
Gentil Cardoso nunca foi jogador, exerceu apenas as funções de técnico. E ficou famoso não tanto pelas conquistas nos times que dirigiu, mas muito mais pelas frases de efeito que cunhou e que ainda hoje são bastante repetidas no mundo do nosso futebol.

Gentil Cardoso morreu no Rio de Janeiro, a 08 de setembro de 1970.

FRASES

“Daqui pra frente, quero todo mundo indo pra cima e chutando a bola pra dentro da área de qualquer ângulo. Sabe como é: contra time pequeno, bola na bunda é pênalti.”

“A bola é de couro, o couro vem da vaca, a vaca gosta de grama, então joga rasteiro, meu filho”.

“Quem se desloca recebe, quem pede tem preferência.”

“O craque trata a bola de você, não de excelência.”

“Só me chamam pra enterro, ninguém me convida pra comer bolo de noiva.” (Porque sempre era chamado pra treinar times em crise)

Gentil Cardoso foi o criador de expressões como:

Cobra – Para definir um grande jogador; um craque que, como a cobra, é perigoso.

Zebra; deu zebra – Quando, por azar, um time favorito perde o jogo para um bem mais fraco (Gentil teria se inspirado no jogo do bicho do qual não consta o animal zebra e, portanto, seria um resultado praticamente impossível)

“Eu estou com as massas, e as massas derrubam até governos.”
(Com a proximidade do final do Campeonato Carioca de 1952, cresciam os boatos de que Gentil Cardoso seria demitido assim que a competição terminasse. Só que o Vasco foi campeão e, na festa do título, carregado em triunfo nos braços da torcida, Gentil proferiu essa famosa frase. Acabaria demitido no dia seguinte.)

Curiosidades
Também tem uma contada pelo jornalista Cipião Martins, quando Gentil era técnico do Bangu que excursionava pela América do Sul e ia fazer um jogo na Costa Rica.
– “Gentil me apresentou como técnico e disse que ele era o Kid Gavilan Cardoso, o maior árbitro do futebol brasileiro. E foi convidado para apitar a partida. Gentil apitou e o Bangu venceu. Dentro do campo, ele dava orientação a seus jogadores”.

GENTIL EM PERNAMBUCO

Suas vindas a Pernambuco também repercutiram por conta das posturas polêmicas que adotava.

Em 1960, por exemplo, quando treinou o Náutico, Gentil não queria decidir o título com o Sport numa melhor-de-três (coisa que aconteceria se os alvirrubros derrotassem o Santa Cruz no último jogo do segundo turno) e, então, para aquele jogo ele escalou um time reserva.

O resultado? Não deu outra: o Náutico perdeu para o Santa por 3×1 e, o que é pior: com dois gols contra dos zagueiros alvirrubros. Os jornais recifenses condenaram o “fato tão escandaloso”, ao que Gentil respondeu que viera pra ser campeão, não para agradar a imprensa.

E, realmente, ele acabou alcançando seu objetivo: o Náutico disputou a melhor-de-três com a Santa e conquistou o título. Aliás, naquele 1960, Gentil obteve outra vitória: pôs fim ao racismo no Náutico que, desde sua fundação, jamais havia contratado um técnico ou jogador negro.

Torneio Quadrangular de Cali 1960 Colômbia

07.01.1960 Torneio Quadrangular de Cali 1960
Cali (Colômbia)

Corporación Deportiva AMÉRICA (Colômbia) 2 X 2 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)

JOSÉ POY; ADEMAR, DE SORDI e RIBERTO; FERNANDO SÁTYRO e VICTOR; SILVIO, NECO (PEIXINHO), GINO ORLANDO (JURACY), CARLOS CÉSAR e ROBERTO.
Técnico Vicente Feola
Gols: GINO ORLANDO; NECO
Árbitro: Guillermo Velásquez (Colômbia)
Não houve jogador do SPFC expulso nessa partida
Renda Desconhecida
Público Desconhecido

09.01.1960 Torneio Quadrangular de Cali 1960

Cali (Colômbia)
Club Atlético HURACÁN (Argentina) 0 X 1 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)

JOSÉ POY; ADEMAR, DE SORDI e VICTOR; FERNANDO SÁTYRO e DINO SANI; SILVIO (JURACY, depois PEIXINHO), NECO, GINO ORLANDO, CARLOS CÉSAR (BAZZANINHO) e ROBERTO.
Técnico Vicente Feola
Gols: GINO ORLANDO
Árbitro: Carlos Tulio Obonaga (Colômbia)
Não houve jogador do SPFC expulso nessa partida
Renda Desconhecida
Público: 25000

13.01.1960 Torneio Quadrangular de Cali 1960

Cali (Colômbia)
Asociación DEPORTIVO CÁLI (Colômbia) 1 X 4 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)

JOSÉ POY; ADEMAR, DE SORDI e RIBERTO; DINO SANI (FERNANDO SÁTYRO) e VICTOR; SILVIO, NECO (PEIXINHO), GINO ORLANDO, CARLOS CÉSAR (BAZZANINHO) e ROBERTO.
Técnico Vicente Feola
Gols: CARLOS CÉSAR; MUSSO (gol contra); GINO ORLANDO; NECO
Árbitro: Guillermo Velásquez (Colômbia)
Não houve jogador do SPFC expulso nessa partida
Renda Desconhecida
Público: 12620

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Pequena Copa do Mundo 1955

Jogos do São Paulo

16.07.1955 Pequena Copa do Mundo 1955 – Copa Marcos Pérez Giménez
Caracas (Venezuela) Universitário de Caracas

LA SALLE Fútbol Club (Venezuela) 4 X 1 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)
JOSÉ POY; DE SORDI e MAURO; PÉ DE VALSA (VICTOR), BAUER e ALFREDO RAMOS; MAURINHO, DINO SANI, PARAÍBA, TEIXEIRINHA e CANHOTEIRO.
Técnico Vicente Feola
Gols: PARAÍBA
Árbitro: Dellow
Não houve jogador do SPFC expulso nessa partida
Renda Desconhecida
Público Desconhecido

21.07.1955 Pequena Copa do Mundo 1955 – Copa Marcos Pérez Giménez
Caracas (Venezuela) Universitário de Caracas

Sport Lisboa e BENFICA (Portugal) 0 X 0 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)
JOSÉ POY; DE SORDI e MAURO; BAUER (PÉ DE VALSA), ALFREDO RAMOS e TURCÃO; MAURINHO, PARAÍBA (ROQUE), GINO ORLANDO, DINO SANI e TEIXEIRINHA.
Técnico Vicente Feola
Gols: Não houve gol do SPFC marcado nessa partida
Árbitro: Benito Jackson (Venezuela)
Não houve jogador do SPFC expulso nessa partida
Renda Desconhecida
Público Desconhecido

24.07.1955 Pequena Copa do Mundo 1955 – Copa Marcos Pérez Giménez
Caracas (Venezuela) Universitário de Caracas

VALENCIA Club de Fútbol (Espanha) 0 X 2 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)
JOSÉ POY; DE SORDI e MAURO; PÉ DE VALSA, BAUER e TURCÃO; MAURINHO, LANZONINHO (PARAÍBA), GINO ORLANDO (VICTOR), DINO SANI (ROQUE) e TEIXEIRINHA.
Técnico Vicente Feola
Gols: DINO SANI; GINO ORLANDO
Árbitro: Benito Jackson (Venezuela)
Expulso: Teixeirinha
Renda Desconhecida
Público Desconhecido

26.07.1955 Pequena Copa do Mundo 1955 – Copa Marcos Pérez Giménez
Caracas (Venezuela) Universitário de Caracas

Sport Lisboa e BENFICA (Portugal) 2 X 4 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)
JOSÉ POY; DE SORDI e MAURO; PÉ DE VALSA, VICTOR e TURCÃO; MAURINHO (ROQUE), LANZONINHO (PARAÍBA), GINO ORLANDO, DINO SANI e TEIXEIRINHA.
Técnico Vicente Feola
Gols: LANZONINHO; DINO SANI; MAURINHO; TEIXEIRINHA
Árbitro Desconhecido
Não houve jogador do SPFC expulso nessa partida
Renda Desconhecida
Público Desconhecido

30.07.1955 Pequena Copa do Mundo 1955 – Copa Marcos Pérez Giménez
Caracas (Venezuela) Universitário de Caracas

LA SALLE Fútbol Club (Venezuela) 1 X 3 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)

JOSÉ POY; DE SORDI e MAURO; PÉ DE VALSA, BAUER e TURCÃO; MAURINHO, LANZONINHO, GINO ORLANDO, DINO SANI e TEIXEIRINHA (CANHOTEIRO).
Técnico Vicente Feola
Gols: LANZONINHO; GINO ORLANDO (2)
Árbitro: Dellow
Não houve jogador do SPFC expulso nessa partida
Renda Desconhecida
Público Desconhecido

04.08.1955 Pequena Copa do Mundo 1955 – Copa Marcos Pérez Giménez

Caracas (Venezuela) Universitário de Caracas

VALENCIA Club de Fútbol (Espanha) 1 X 1 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)

JOSÉ POY; DE SORDI e MAURO; PÉ DE VALSA, BAUER e TURCÃO; MAURINHO, LANZONINHO, GINO ORLANDO, DINO SANI e CANHOTEIRO.
Técnico Vicente Feola
Gols: GINO ORLANDO
Árbitro: Benito Jackson (Venezuela)
Não houve jogador do SPFC expulso nessa partida
Renda Desconhecida
Público: 15000

Fonte:http://spfcpedia.blogspot.com/

O DIA 14 DE FEVEREIRO NO FUTEBOL

14/02/1945 – BRASIL 1 X 3 ARGENTINA – Depois de bater o Uruguai por 3 a 0 a equipe de Flávio Costa perde para los hermanos com atuação de gala do atacante Mendez que marcou os 3 gols portenhos, Ademir marcou o gol brasileiro, em Santiago/Chile pelo Sul-americano.

14/02/1948 – VASCO 2 X 1 LITORAL – O Expresso da Vitória, o Vasco da Gama estréiou neste dia contra os bolivianos do Litoral pelo Sul-americano de clubes em Santiago do Chile, Lelé marcou os gols vascainos e Sandoval para o Litoral.

14/02/1969 – REMO 2 X 1 PIAUI – Pela final do Torneio Norte-Nordeste de 1968 o Clube do Remo venceno estádio Evandro Almeida o torneio do norte e garante vaga na super decisão contra o Sport Recife campeão do torneio nordeste os gols foram de Adinamar 2 (Rem) e Sima (Pia).

AMÉRICA CAMPEÃO PARAIBANO DE 1925

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Encerrando a temporada oficial, patrocinada pela LDP, o América
conquistou o campeonato paraibano de 1925, com os seguintes jogadores;

Tógo (Simeão)João Augusto, João Albuquerque, Marinho, Néo, Estácio, Jair.
Ernesto, Birica, Queiroz, Pimenta, Edgar, Meireles, Pitúta e Sylvestre.

Em regosijo, o América mudou-se da General Osório para o prédio n° 413 da
Rua Duque de Caxias, onde ofereceu uma animada festa.

GOLEIRO DE OCULOS

O lado curioso na equipe do América, muito comentado pelos exaltados
torcedores do quadro rubro e curiosos de outros clubes, era ficar atrás
do gol para assistir o goleiro Togo pegar de óculos, violentos petardos
endereçados ao seu arco.

Até mesmo “gozações” eram improvisadas quanto às deligências do excelente
goleiro que tudo fazia para garantir a cidadela, sem deixar suas preciosas lentes,
sob às chuteiras do quadro adversário. A presença de Tógo no arco americano
era mais uma atração além das importantes jogadas que surgiam durante o desenrolar
da peleja.

Na estória do “impossível acontece”, poucos foram os goleiros com os
dotes de Tógo Albuquerque que, com muita habilidade por trás das lentes,
defendeu seu grande clube e por ele sagrou-se campeão de 1925.
Os mais preocupados com o “fenômeno”, os mais curiosos veteranos e admiradores
da camisa rubra, nos contam que em um dos jogos de maior movimentação,
Togo perdeu os óculos e por alguns instantes ficou sem saber o destino da pelota
que havia passado muito acima do travessão superior.
E assim eram comentados os jogos de um goleiro que mesmo com esse
“defeito físico” defendeu também com brilhantismo na Bahia, o arco do
Selecionado Paraibano.

Fonte:A Historia do Futebol Paraibano