Pesquisa de Torcidas em São Paulo – de 1967 a 2007

1) Pesquisa do jornal O Estado de São Paulo (publicada em 1967)

1º) Corinthians 35 %
2º) Palmeiras 27 %
3º) São Paulo 23 %
4º) Santos 10 %
outros 5 %

2) Pesquisa do jornal O Estado de São Paulo (publicada em 1969)

1º) Corinthians 43 %
2º) Palmeiras 26 %
3º) São Paulo 18 %
4º) Santos 10 %
outros 3 %

3) Pesquisa do jornal O Estado de São Paulo (publicada em 1971)

1º) Corinthians 40 %
2º) Palmeiras 24 %
3º) São Paulo 21 %
4º) Santos 12 %
outros 3 %

4) Pesquisa Placar/Gallup (publicada em 31/12/1971)

1º) Corinthians 40,28 %
2º) Palmeiras 23,61 %
3º) São Paulo 20,83 %
4º) Santos 12,50 %
5º) Portuguesa 2,78 %
nenhum 28 %

5) Pesquisa do jornal O Estado de São Paulo (publicada em 1973)

1º) Corinthians 37 %
2º) Palmeiras 25 %
3º) São Paulo 19 %
4º) Santos 16 %
outros 2 %

6) Pesquisa do jornal O Estado de São Paulo (publicada em 1976)

1º) Corinthians 45 %
2º) Palmeiras 22 %
3º) São Paulo 19 %
4º) Santos 10 %
outros 4 %

7) Pesquisa do jornal O Estado de São Paulo (publicada em 1978)

1º) Corinthians 44 %
2º) São Paulo 22 %
2º) Palmeiras 22 %
4º) Santos 10 %
outros 2 %

8) Pesquisa do jornal O Estado de São Paulo (publicada em 1980)

1º) Corinthians 46 %
2º) Palmeiras 23 %
3º) São Paulo 15 %
4º) Santos 12 %
outros 4 %

9) Pesquisa Placar/Gallup (publicada em 01/07/1983)

1º) Corinthians 36 %
2º) Palmeiras 24 %
3º) São Paulo 18 %
4º) Santos 12 %
5º) Guarani 2 %
6º) Ponte Preta 1 %
6º) Botafogo-RP 1 %
outros 6 %

10) Pesquisa do jornal O Estado de São Paulo (publicada em 1984)

1º) Corinthians 42 %
2º) Palmeiras 22 %
3º) São Paulo 14 %
4º) Santos 13 %
outros 9 %

11) Pesquisa Folha de São Paulo/DataFolha (publicada em out/1991)

1º) Corinthians 46,99 %
2º) São Paulo 21,69 %
3º) Palmeiras 18,07 %
4º) Santos 10,84 %
nenhum 17 %

12) Pesquisa O Estado de São Paulo/Gallup (publicada em 05/11/1992)

1º) Corinthians 41 %
2º) São Paulo 22 %
3º) Palmeiras 17 %
4º) Santos 11 %
5º) Portuguesa 0,55 %
outros 8,45 %

13) Pesquisa Folha de São Paulo/DataFolha (publicada em 14/06/1993)

1º) Corinthians 36,36 %
2º) São Paulo 35,23 %
3º) Palmeiras 17,05 %
4º) Santos 7,95 %
nenhum 12 %

14) Pesquisa Placar/Ibope (publicada em out/1993)

1º) Corinthians 36,4 %
2º) São Paulo 17,6 %
3º) Palmeiras 11,1 %
4º) Santos 8,2 %
5º) Flamengo (RJ) 2,8 %
6º) Bahia (BA) 2,2 %
7º) Vitória (BA) 1,3 %
8º) Atlético (MG) 0,4 %
8º) Botafogo (RJ) 0,4 %
11º) Ponte Preta 0,3 %
nenhum 12,5 %

15) Pesquisa Folha de São Paulo/DataFolha (publicada em 26/12/1994)

1º) Corinthians 36,78 %
2º) São Paulo 29,89 %
3º) Palmeiras 19,54 %
4º) Santos 8,05 %
5º) Portuguesa 1,15 %
outros 2,3 %
nenhum 13 %

16) Pesquisa Folha de São Paulo/DataFolha (publicada em 09/06/1995)

1º) Corinthians 40,24 %
2º) São Paulo 25,61 %
3º) Palmeiras 20,73 %
4º) Santos 7,32 %
5º) Portuguesa 1,22 %
outros 4,88 %
nenhum 18 %

17) Pesquisa Folha de São Paulo/DataFolha (publicada em 05/06/1997)

1º) Corinthians 41,18 %
2º) São Paulo 24,71 %
3º) Palmeiras 20 %
4º) Santos 8,24 %
5º) Portuguesa 1,18 %
outros 5,88 %
nenhum 15 %

18) Pesquisa Folha de São Paulo/DataFolha (publicada em 28/01/1998)

1º) Corinthians 45,24 %
2º) São Paulo 21,43 %
3º) Palmeiras 19,05 %
4º) Santos 7,14 %
outros 8,33 %
nenhum 16 %

19) Pesquisa Lance!/IBOPE (publicada em 05/11/1999)

1º) Corinthians 41,4 %
2º) São Paulo 22,9 %
3º) Palmeiras 20,0 %
4º) Santos 12,9 %
5º) Portuguesa 0,14 %
outros 2,6 %
nenhum 27 %

20) Pesquisa Placar/DataFolha (publicada em 14/01/2000)

1º) Corinthians 43,75 %
2º) São Paulo 23,75 %
3º) Palmeiras 20,00 %
4º) Santos 6,25 %
5º) Portuguesa 1,25 %
outros 5 %
nenhum 20 %

21) Pesquisa Lance!/IBOPE (publicada em 05/04/2001)

1º) Corinthians 43,17 %
2º) São Paulo 23,58 %
3º) Palmeiras 19,72 %
4º) Santos 6,83 %
5º) São Caetano 0,90 %
6º) Portuguesa 0,77 %
outros 5,67 %
nenhum 22,4 %

22) Pesquisa Folha de São Paulo/DataFolha (publicada em 28/6/2001)

1º) Corinthians 40,51 %
2º) São Paulo 24,05 %
3º) Palmeiras 18,99 %
4º) Santos 6,33 %
outros 10,13 %
nenhum 21 %

23) Pesquisa Placar/DataFolha (publicada em nov/2002)

1º) Corinthians 42 %
2º) São Paulo 23 %
3º) Palmeiras 18 %
4º) Santos 10 %

24) Pesquisa Folha de São Paulo/DataFolha (publicada em 09/11/2003)

1º) Corinthians 46,84 %
2º) São Paulo 24,05 %
3º) Palmeiras 16,46 %
4º) Santos 7,59 %
outros 5,06 %
nenhum 21 %

25) Pesquisa Folha de São Paulo/DataFolha (publicada em 25/01/2004)

1º) Corinthians 41,25 %
2º) São Paulo 25,00 %
3º) Palmeiras 18,75 %
4º) Santos 8,75 %
nenhum 20 %

26) Pesquisa Lance!/IBOPE (publicada em 04/10/2004)

1º) Corinthians 42,39 %
2º) São Paulo 24,11 %
3º) Palmeiras 16,88 %
4º) Santos 10,53 %
nenhum 21,2 %

27) Pesquisa Folha de São Paulo/DataFolha (publicada em 20/10/2005)

1º) Corinthians 44,87 %
2º) São Paulo 26,92 %
3º) Palmeiras 15,38 %
4º) Santos 7,69 %
outros 2,56 %
nenhum 22 %

28) Pesquisa Placar/TNS Sports (publicada em out/2007)

1º) Corinthians 32,9 %
2º) São Paulo 25,6 %
3º) Palmeiras 15,3 %
4º) Santos 14,5 %
outros 12,8 %

Obs: Observa-se que quando o Corinthians vai bem a diferença para o segundo colocado dobra, em qualquer período da amostragem.

Pesquisa Placar – O que dizem os árbitros

ELES ABREM O BICO

Em uma pesquisa exclusiva, Placar ouviu 18 dos 20 árbitros e assistentes brasileiros do quadro da Fifa. Ninguém melhor que eles para analisar o comportamento de jogadores e treinadores em campo – de cada dez jogos do último brasileirão, seis foram apitados por ao menos um deles. Veja para quem eles dão um cartão vermelho.

O CAI-CAI

O rótulo de “cai-cai” é certamente um dos menos desejados do futebol. Para a torcida, significa que o jogador prefere cavar faltas a partir rumo ao gol. E, para os árbitros, é sinal de que ele induzi-los ao erro. Para cinco dos entrevistados, o dono desse indesejado é o atacante Dagoberto, do São Paulo. “Ele dobra com uma facilidade incrível. Em vez de usar a habilidade que tem a seu favor, prefere cavar a falta”, diz um dos assistentes que o elegeram.

1 Dagoberto – SPO

2 Valdívia – PAL

3 Leandro – SPO

O Reclamão

Não é de hoje que Rogério Ceni provoca calafrios nos adversários quando atravessa o gramado para cobrar faltas e pênaltis. A novidade é que os juízes e bandeirinhas também temem que o capitão do São Paulo corra em sua direção. “O Rogério às vezes deixa o gol sozinho só para discutir com o árbitro do outro lado do campo”, diz um dos árbitros.

1 Rogério Ceni – SPO

2 Leandro – SPO

3 Fábio Luciano – FLA

O Encrenqueiro

Que jogador já parou para ler as regras do futebol? Quase nenhum, dizem os árbitros, e poucos são aqueles que se ocupam em segui-las. Talvez por isso a eleição de jogador mais indisciplinado tenha sido tão apertada. Mas o campeão foi o atacante Leandro, que acaba de deixar o São Paulo para jogar no Verdy Tokyo, no Japão. “O Leandro só começa a funcionar depois do primeiro cartão amarelo”, diz um dos juízes.

1 Leandro – SPO

2 Fábio Luciano – FLA

3 Túlio – BOT

O SANTO

Quando o primeiro árbitro respondeu à pergunta, parecia engano ou brincadeira. Romário, o mais disciplinado? Depois do terceiro voto para o Baixinho, poderia parecer um complô. Mas a verdade é que Romário revelou-se uma referência de disciplina para os árbitros. “Um jogo com 22 Romários poderia ser apitado por um árbitro de vôlei, de cima da cadeira”, diz Renato Marsiglia.

1 Romário – VAS

2 Rogério Ceni – SPO

3 Fernandão – INT

O XAROPE

Em 2005, Émerson Leão foi eleito o técnico mais odiado do Brasil, em uma enquete feita por Placar entre 100 jogadores. Agora, foi a vez de os árbitros manifestarem seu descontentamento com as atitudes do treinador à beira do gramado. “Não existe outro igual ao Leão, no mau sentido. Tudo que o árbitro fala, ele vai contra”, diz um dos juízes entrevistados. Em 18 possíveis votos, Leão arrematou 13.

1 Leão – SAN

2 Abel Braga – INT

3 Mano Menezes – COR

O LORDE

Com cinco votos cada, Vanderlei Luxemburgo e Muricy Ramalho foram eleitos os treinadores que mais bem se comportam em campo. “O Luxemburgo é hors-concours, como técnico e como pessoa”, diz um dos árbitros. Mas, na opinião de Arnaldo César Coelho, comentarista de arbitragem, nenhum dos eleitos merecia o título. “Os dois são chatos pra burro. Na verdade, não existe técnico disciplinado”, diz.

1 Luxemburgo – PAL

2 Muricy Ramalho – SPO

3 Caio Júnior – GOI

O Alçapão

Esta talvez tenha sido a mais delicada das perguntas. Para um juiz, admitir que se sente pressionado em determinados estádios pode ser o passaporte para a fama de juiz “caseiro”. Entretanto, dos 12 que responderam à pergunta, seis elegeram a Vila Belmiro como estádio onde as condições são as piores para a arbitragem. “É ruim de entrar na Vila Belmiro. E, como o campo é mais acanhado, a gente sente mais a pressão do público”, diz um dos árbitros.

1 Vila Belmiro – SAN

2 São Januário – VAS

3 Pq. Antártica – PAL

VERSÃO DOS ÁRBITROS

“Se eu vou apitar um jogo do São Paulo, já fico mais atento ao comportamento do Dagoberto, para que ele não venha a me causar problemas.”

“O Rogério Ceni não xinga o árbitro, mas é muito irônico. Ele sempre vem com um comentário sarcástico para discutir com o juiz.”

“O Leandro só começa a funcionar depois do primeiro cartão amarelo.”

“O Romário não discute com o árbitro. O máximo que ele faz é olhar feio. Se tivesse 22 jogadores como ele, o futebol teria menos polêmica.”

“Não existe outro igual ao Leão. Tudo que o árbitro fala, ele vai contra. Justamente ele, que deveria servir de exemplo para os jogadores.”

“O Luxemburgo é hors-concours, como técnico e como pessoa. Sempre educado e respeitoso.”

“É ruim de entrar na Vila Belmiro. E, como o campo é mais acanhado, a gente sente mais a pressão.”

Sicupira – um gol chorado no Pacaembu

Sicupira foi, sem dúvida, um dos maiores ídolos da história do Clube Atlético Paranaense. O ex-camisa 8 rubro-negro foi um dos principais destaques da equipe na conquista do estadual em 1970 (havia 12 anos que o Furacão estava na fila). Pelo Atlético Paranaense, Sicupira fez 154 gols.

Em 1972, Sicupira foi emprestado ao Corinthians. Ele jogou poucas partidas pelo alvinegro, mas elas foram suficientes para que ele ganhasse a simpatia da Fiel torcida.

Sicupira foi autor de um gol histórico do Corinthians. O time empatava por zero a zero com o Ceará, no lotado Pacaembu (68.695 torcedores estavam presentes), no dia 14 de dezembro de 1972. Só a vitória interessava ao Corinthians para que ele ficasse vivo no Brasileirão. Aos 45 minutos, após cruzamento de Nélson Lopes, Sicupira concluiu de primeira, o goleiro Hélio Show -até então destaque da partida- atrapalhou-se com a bola e ela entrou. Hélio Show ficou desesperado e começou a dar socos no gramado. Só estando lá para ver o sofrimento, a bola entrou pingando, de leve, nem chegou a tocar no fundo das redes. E isto aos 45 do segundo tempo. Foi uma festa inigualável.

Vocês conhecem um gol de angústia? Este foi um deles. Até hoje, quando lembro, fico nervoso.

Depois disto, faltou pouco para o Corinthians decidir o título do Brasileiro com o Palmeiras. Bastava um empate no Rio com o Botafogo. Neste jogo o Corinthians perdeu de 2 x 1.

Abaixo, as escalações das equipes de Corinthians e Ceará naquele histórico duelo em 1972:

CORINTHIANS – Ado; Zé Maria, Baldochi, Luís Carlos Gálter e Pedrinho; Tião e Rivellino; Paulo Borges (Vaguinho), Nélson Lopes (Mirandinha), Sicupira e Marco Antônio. Técnico: Duque.

CEARÁ – Hélio Show; Paulo Távares, Odélio, Mauro Calixto e Dimas; Edmar e Joãozinho; Nadio (Erandi), Samuel, Jorge Costa e Da Costa. Técnico: Ivonísio Mosca.

Sicupira começou no Ferroviário, atual Paraná Clube, e depois defendeu o Botafogo, o Botafogo de Ribeirão Preto, o Atlético Paranaense, o Corinthians (em 72) e de novo o Atlético Paranaense em 1976, quando encerrou a carreira.
Fontes: M.Neves
Almanaque Celso Unzelte
Presença no estádio no dia do gol chorado

A. A. Mackenzie College , o primeiro clube brasileiro e para brasileiros!!!

O primeiro clube brasileiro e para brasileiros fundado afim de se dedicar ao futebol “associatiation” foi a Associação Atletica Mackenzie College de São Paulo. Naturalmente, seus alunos já tinham conhecimento do jogo que os ingleses estavam praticando no São Paulo Athletic. Possivelmente, alguns deles como convidados ou curiosos, tinham visto, ou participado de treinos ou jogos improvizados na Chocara Dulley em 1895 e 96, daí o seu gosto e a sua iniciativa de praticar o futebol no recreio do colegio.

Os antecedentes da fundação da A. A. M. C. foram estes:

Em 1896, regressava dos Estados Unidos o sr. Augusto Shaw, professor do Mackenzie College, que passou a desenvolver grande propaganda da Bola ao Cesto e do futebol “Rugby”.
Muito se interessaram por esses divertimentos os alunos José Sampaio, Mario Eppiugaux, Carlos da Silveira. Alicio de Carvalho, Belfort Duarte, Roberto Shalders e outros, que então fundaram a Associação Atletica do Mackenzie College.

Alguns alunos, por não se terem adaptado perfeitamente ao “Rugby” e achando a Bola ao Cesto menos interessante do que o jogo que já algumas vezes haviam assistido entre os ingleses, resolveram dedicar-se ao futebol associação que inicialmente se praticou em varios quadros do Colegio.
A data orla da fundação do Mackenzie, como clube de futebol ficou sendo a de 18 de agosto de 1898 e foram seus fundadores: Augusto Shaw, José Sampaio, Mar io Gppingaux, Carlos da Silveira, Alicio de Carvalho, Belfort Duarte, Roberto Shalders.
O futebol substituiu o basquetebol. Formara-se o “tearn”. Escolhera-se o uniforme uma camisa vermelha e gravata branca, e calção desta cor. A flamula losango branco sobre vermelho, tendo naquele, as iniciais A. A. M. C.

Alem dos fundadores, o Mackenzie propagou o futebol naquela época por intermédio de mais os seguintes alunos: Reinaldo Ribeiro, Alexandre Ora cchia, J. Ferraz. A. Rodrigues Alves, Oscar Weinckenck, Mac Knight, A. Winter. A esses alunos se juntaram em 1897 E. Ramalho Rodrigues, Jesse David, René e Henrique Vanorden, Daniel Stuart Chamberlain, Horacio Nogueira, O. Pyles, H. Ceropello, Manoel Ericksen e Oscar Loefren.
O campo foi marcado no terreno do recreio do colégio, entre duas linhas paralelas marcadas a cal, equidistantes cerca de 50 metros.
Foi assim que surgiu a A. A. M. C., o primeiro grémio de futebol de brasileiros e para brasileiros.

Fonte:A Historia do Futebol no Brasil,Tomas Mazzoni

Troféo Colombino de Huelva 1969

23.08.1969 Troféo Colombino 1969
Huelva (Espanha) Huelva

Unión Deportiva LAS PALMAS (Espanha) 2 X 3 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)

PICASSO; CLÁUDIO DEODATO, JURANDIR, ROBERTO DIAS e ÉDSON CEGONHA; NENÊ e BENÊ; MIRUCA, ZÉ ROBERTO (NELSINHO), BABÁ (TÉIA) e PARANÁ.
Técnico Diede Lameiro
Gols: ZÉ ROBERTO; BABÁ; NELSINHO
Árbitro Desconhecido
Não houve jogador do SPFC expulso nessa partida
Renda Desconhecida
Público Desconhecido

24.08.1969 Troféo Colombino 1969
Huelva (Espanha) Huelva

REAL MADRID Club de Fútbol (Espanha) 1 X 2 SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil)

PICASSO; CLÁUDIO DEODATO, JURANDIR, ROBERTO DIAS e ÉDSON CEGONHA (TENENTE); NENÊ e BENÊ; MIRUCA, NELSINHO, BABÁ (TÉIA) e PARANÁ.
Técnico Diede Lameiro
Gols: NENÊ; BABÁ
Árbitro Desconhecido
Não houve jogador do SPFC expulso nessa partida
Renda Desconhecida
Público: 25000
*Em virtude de não possuir o uniforme tricolor listrado, o SPFC foi obrigado a jogar essa partida com o fardamento azul do Huelva (Espanha), time promotor da competição.

PS:Pensei que o caso do Botafogo em 1996 no Tereza Herrera fosse único, mas esta eu não sabia.

Fonte:spfcpedia

Para todos que ouviram um jogo de futebol pelo rádio

Os Anos Dourados do Rádio Esportivo Brasileiro

Tive o privilégio que muitos não tiveram e talvez não venham a ter. Orgulho-me de ter atuado em São Paulo, na fase áurea do rádio esportivo. No período – 1973-1992 – os maiores narradores, comentaristas e repórteres de que se tem notícia estavam em atividade.

Por Edemar Annuseck
Entre eles Pedro Luis, Darcy Reis, Osmar Santos, Fiori Giglioti, Willy Gonser, Joseval Peixoto, José Silvério, Wilson Fittipaldi, Marco Antonio Mattos, Flávio Araújo, Ênnio Rodrigues, Borghi Junior, José Paulo de Andrade, Nei Costa, Alfredo Orlando, Haroldo Fernandes, Wilson de Freitas, Antonio Rangel, Dirceu Maravilha, Luciano do Valle, Luis César, Mário Garcia, Milton Peruzzi, José Italiano, José Roberto Papacidero, Paulo Soares, Luis Roberto De Múcio, Éder Luis, Oswaldo Maciel, José Carlos Guedes, Wanderlei Ribeiro, Jota Junior, Nilson César, como narradores; Mário Moraes, Mauro Pinheiro, Randal Juliano, Orlando Duarte, Claudio Carsughi, Barbosa Filho, Leônidas da Silva, Otávio Muniz, Carlos Aymar, Milton Camargo, Ávila Machado, José Goes, Luis Augusto Maltoni, Loureiro Junior, Wilson Brasil, Gerson o canhotinha de ouro, Vital Bataglia, Mauro Nóbrega como comentaristas, e, Fausto Silva, Cândido Garcia, Juarez Soares, Lucas Neto, Octávio Pimentel, Marco Antonio, Vitor Moran, Oswaldo Mesquita, Silvio Ruiz, Flávio Adauto, Wanderlei Nogueira, Luis Carlos Quartarolo, José Eduardo Savóia, Azevedo Marques, Ângelo Ananias, Romeu César, Roberto Carmona, Roberto Monteiro,Geraldo Blota, João Bosco Tureta, Henrique Guilherme, João Zanforlin, Roberto Silva, Jota Hávila, Oswaldo dos Santos, Luis Carlos Ribeiro, Reinaldo Simi Jr., Israel Gimpel, Geraldo Pedrosa, Renato Otranto, Oliveira Andrade, Flávio Roberto Alves, José Roberto Ercolin, como repórteres.

Quem fazia futebol !

Naqueles anos faziam a cobertura esportiva em São Paulo : Jovem Pan, Excelsior, Bandeirantes, Gazeta, Record, Tupi, Capital, Marconi, Piratininga e América.
Hoje estão na ativa Jovem Pan, Eldorado/ESPN, CBN, Bandeirantes, Record, Capital, Globo e Terra no AM, e, Bandeirantes, Transamérica, CBN, 105 em FM.

Grandes comunicadores em outros estados!

No Rio de Janeiro no mesmo período os grandes nomes da comunicação esportiva eram Waldir Amaral (tem peixe na rede do…) Jorge Curi (placar no PE do Maraca), José Carlos Araújo, Antonio Porto, Luiz Penido e Edson Mauro na Globo; Doalcei Camargo, Oswaldo Moreira (respeitável público), José Cabral (o homem da maricota), Airton Rebelo na Tupi, Clóvis Filho na Continental, Orlando Baptista na Mauá, e os comentaristas João Saldanha, Rui Porto, Luis Mendes, Alberto Rodrigues, Carlos Marcondes; os repórteres Washington Rodrigues, Denis Menezes, Kleber Leite, Ronaldo Castro, Luis Fernando, Eraldo Leite, Danilo Bahia, Sérgio Morais.

O rádio gaúcho cortava o país – pelas ondas curtas – com os narradores Pedro Carneiro Pereira, Armindo Antonio Ranzolin, Milton Ferreti Jung, Mendes Ribeiro, Antonio Carlos Resende, Samuel Souza, Élio Fagundes, Haroldo de Souza, José Aldo Pinheiro; os comentaristas Ruy Carlos Ostermann, Lauro Quadros, Paulo Sérgio Pinto, Edegar Paschoal Schmidt, Wianey Carlet, Paulo San´tana, Ênio Mello, Oswaldo Rola (Foguinho); e os repórteres João Carlos Belmonte, Lasier Martins, Lupi Martins, Valtair Santos, Laerte de Francheschi, Luis Carlos Reche, Antonio Carlos Macedo, Waldomiro Morais, dos que me recordo.

Os homens do Plantão Esportivo

E não podemos esquecer os profissionais do Plantão Esportivo ou QG de Esportes como Narciso Vernizzi (que criou o Plantão Esportivo Permanente na Jovem Pan; ele ficava o dia inteiro na rádio, informando a Previsão do Tempo e o esporte), Alexandre Santos e Paulo Edson (Bandeirantes), Silvio Filho (Nacional/Globo), Rui de Moura e Toni José (Gazeta), Manoel Ramos, José Ribeiro e José Roberto Ramos (Tupi), Antonio Augusto (Guaíba) e Oldemar Kramer (Clube Paranaense – vai completar 50 anos de plantão em 2008). E tem o Milton Neves, que começou no Plantão Esportivo da Jovem Pan e a partir de 1982, na final do Mundial (Itália 3 x 1 Alemanha), passou a apresentar o Terceiro Tempo, que transformou em sua agência, e, depois levou para a TV. Aliás, o Terceiro Tempo era um informativo que a Jovem Pan colocava depois do SHOW de RÁDIO, sempre após as Jornadas Esportivas.

Homenagem

Minha homenagem aos profissionais em atividade ou fora dela atualmente, e, in memoriam a Pedro Luis, Edson Leite, Darcy Reis, Fiori Giglioti, Marco Antonio Matos, Milton Peruzzi, Mário Garcia, José Italiano, Randal Juliano, Barbosa Filho, Leônidas da Silva, Mauro Pinheiro, Mário Moraes, Carlos Aymar, Ávila Machado, José Goes, Antonio Rangel, Manoel Ramos, Luis Augusto Maltoni, Wilson Brasil, Antonio Sola, Cândido Garcia, Azevedo Marques, Roberto Silva, Oswaldo dos Santos, Rui de Moura, Waldir Amaral, Jorge Curi, Antonio Porto, Oswaldo Moreira, João Saldanha, Mário Vianna, Rui Porto, Alberto Rodrigues (comentarista), Danilo Bahia, Pedro Carneiro Pereira (Rádio Guaíba), Oswaldo Faria (Rádio Itatiaia), J.Junior (Inconfidência-BH), Vilibaldo Alves (Itatiaia/Capital-BH), Olavo Leite Bastos-Kafunga-(Itatiaia), Carlos César Franco Gomes –Pingüim- (Itatiaia), Ivan Lima(Clube/Jornal-PE), Jaime Cisneros (Clube-PE), que fizeram parte dos Anos Dourados do Rádio Esportivo Brasileiro.

O DIA 1º DE MAIO NO FUTEBOL

01/05/1956 – TURQUIA 0 – 1 BRASIL, em Istambul o Brasil vence o seu primeiro confronto contra os turcos na história o gol foi de: Djalma Santos

01/05/1978 – BRASIL 3 – 0 PERU, no Maracanã o Brasil vence o penultimo amistoso antes da Copa da Argentina, detalhe 43 dias depois o mesmo placar se deu no mundial os gols foram de: Zico e Reinaldo (2).

01/05/2002 – ATLÉTICO/MG 1 – 2 BRASILIENSE, no Mineirão a histórica vitória do Jacaré sobre o Galo lhe rendeu vaga na final da Copa do Brasil contra o Corinthians.

ANIVERSARIANTES:

01/05/1968 – OLIVIER BIERHOFF ex-atacante da Alemanha
01/05/1975- MARC VIVIEN FOE ex-meia de Camarões
01/05/1981- LENILSON ex-meia do Noroeste e São Paulo

Como se grita Gol pelo mundo e distância que um jogador percorre numa partida

O nosso famoso grito de GOL é gritado da mesma maneira que nós brasileiros na Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, Espanha, Honduras, Hungria, Itália, Iugoslávia, México, Panamá, Peru, Romênia, Uruguai e Venezuela. Em Portugal diz-se GOLO. GOAL, é gritado na Austrália, Bangladesh, Bélgica, Bulgária, Camarðes, Canadá, Chipre, Coréia do Sul, Eire, Egito, Estados Unidos, Finlândia, Gana, Gró-Bretanha, Grécia, Holanda, Iró, Islândia, Israel, Líbia, Luxemburgo, Nova Zelândia, Polônia, Senegal, Suíça, Tchecoslováquia, Turquia e União Soviética. BUT, é na Argélia, França, Gabão, Mali, Mônaco e Tunísia, e pronuncia-se BI. Na Alemanha e na Áustria diz-se TOR, na Noruega e na Suécia é MAL, e, finalmente, na Dinamarca GOL é MALL, sendo pronunciado MOL.

Fazendo um trocadilho, o time do coração tomar um gol na Suécia é MAL mesmo.

ESTATÍSTICAS

A distância percorrida por cada jogador, em cada posição:

· Defesas: 10.1 Km

· Médios: 11.4 Km

· Avançados: 10.5 Km

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