Divisão de Acesso São Paulo 1966 – Fichas Técnicas

FASE SEMI FINAL

I TURNO

23/11/66

Paulista 0 x 0 XV de Piracicaba
Local: Jundiaí
Juiz: Carmelito Voi
Renda: Cr$ 16.562.000
Paulista: Lalá, Cisca, Jurandir, Valdir e Américo; Ademir e Viana; Almir, Nilo, Vicente e Gilson. Técnico: Gatão
XV Piracicaba: Claudinei, Nelson, Kiki, Proti e Dorival; Chiquinho e Osvaldinho; Zezinho, Mazinho, Vanderlei e Piau. Técnico: Gaspar

27/11/66

Ponte Preta 0 x 0 Paulista
Local: Campinas
Juiz: Olten Aires de Abreu
Renda: Cr$ 13.572.000
Ponte Preta: Pivete, Nunes, Egidio, Ademir e Beto; Celino e Joaquinzinho; Adilson, Orlandinho, Capelosa e Nelson. Técnico: Sidney Cotrin
Paulista: Lalá, Cisca, Jurandir, Candido e Américo; Ademir e Valdir; Almir, Viana, Mazzola e Lourenço. Técnico: Gatão

XV de Piracicaba 2 x 1 Ferroviária (Botucatu)
Local: Piracicaba
Juiz: José Batista dos Santos
Renda: Cr$ 3.638.000
Gols: Vanderlei 7 do 1º; Zezinho (penal) 15 e Ovidio 20 do 2º
XV Piracicaba: Muca, Nelson, Kiki, Proti e Dorival; Chiquinho e Osvaldinho; Zezinho, Mazinho, Vanderlei e Piau. Técnico: Gaspar
Ferroviária: Paulo Silva, Zé Maria, João, Miro e Gil; Carlinhos e Celso; Nardinho, Ovídio, Guará e Evanir.

Santacruzense 1 x 1 Ferroviária (Araraquara)
Local: Santa Cruz do Rio Pardo
Juiz: José Astolfi
Renda: Cr$ 2.300.000
Gols: Bazzani (penal) 3 do 1º, Dinho (olímpico) 44 do 2º
Santacruzense: Valdir, Ti, Tuta, Rubens e Miranda; Pedrinho e Ulisses; Haroldo, Bravo, Tião Negro e Dinho.
Ferroviária: Machado, Beluomini, Fernando, Rossi e Fogueira; Tião Macalé e Bazzani: Passarinho, Raimundinho, Téia e Pio. Técnico: Manga
Ocorrência: Ais 44 do 1º tempo, Bravo desperdiçou penal a favor da Santacruzense, atirando a bola contra o travessão da meta de Machado.

Barretos 2 x 0 Francana
Local: Barretos
Juiz: Albino Zanferrari
Renda: Cr$ não informada
Gols: Camilo 5, Zé Marcos 38 do 1º; Paulinho 10 e Andes 37 do 2º
Barretos: Élcio, Candinho, Veríssimo, Antoninho e Lourenço; Roberto e Sérgio; Adilson, Andes, Camilo e Gaze.
Francana: Acosta, Alemão, Mané, Wilson Silva e Santos; Eli e Zé Marcos; Alã, Paulinho, Zé Roberto e Ari.

30/11/66

Ferroviária (Araraquara) 1 x 0 Barretos
Local: Araraquara
Juiz: Carmelito Voi
Renda: Cr$ 3.213.000
Gol: Bebeto 3 do 1º
Ferroviária: Machado, Beluomini, Fernando, Rossi e Fogueira; Bebeto e Bazzani; Raimundinho, Maritaca, Téia e Pio. Técnico: Manga
Barretos: Élcio, Candinho, Veríssimo, Antoninho e Ademir; Zé Maria e Adésio; Adilson, Andes, Camilo e Gaze.

Ferroviária (Botucatu) 0 x 0 Paulista
Local: Botucatu
Juiz: Olten Aires de Abreu
Renda: Cr$ não informada
Ferroviária: Paulo Silva, Zé Maria, João, Miro e Gil; Neguito e Ovídio; Tabay, Nardinho, Varner e Evanir.
Paulista: Lalá, Cisca, Jurandir, Candido e Américo; Foguinho e Viana; Almir, Mineirão, Mazzola e Batata. Técnico: Gatão

XV de Piracicaba 2 x 0 Ponte Preta
Local: Piracicaba
Juiz: Anacleto Pietrobom
Renda: Cr$ 5.142.000
Gols: Dorival 18 e Rodrigues 44 do 2º
XV Piracicaba: Claudinei, Nelson, Kiki, Proti e Dorival; Hidaldo e Lopes; Rodrigues, Mazinho, Nicanor e Piau. Técnico: Gaspar
Ponte Preta: Pivete, Geraldo Spana, Egidio, Ademir e Beto; Celino e Joaquinzinho; Valdir, Orlandinho, Capelosa e Rodrigues.
Ocorrência: Joaquinzinho foi expulso aos 15 do 2º tempo

Francana 3 x 0 Santacruzense
Local: Franca
Juiz: Manuel Joaquim Ramos
Renda: Cr$ 3.500.000
Gols: Ari 14 do 1º; Zé Roberto (penal) 7 e Ari 30 do 2º
Francana: Acosta, Alemão, Mané, Wilson Silva e Santos; Eli Cotucha e Zé Marcos; Alã, Paulinho, Zé Roberto e Ari.
Santacruzense: Valdir, Ti, Tuta, Valdomiro e Miranda; Pedrinho e Ulisses; Haroldo, Bravo, Tião Negro e Dinho.

04/12/66

Francana 1 x 3 Ferroviária (Araraquara)
Local: Franca
Juiz: Olten Aires de Abreu
Renda: Cr$ não informado
Gols: Bebeto 42, Zé Roberto (penal) 44 do 1º; Bebeto 13 e Jair 15 do 2º
Francana: Acosta, Alemão, Mané, Wilson Silva e Santos; Eli Cotucha e Zé Marcos; Alã, Paulinho, Zé Roberto e Ari.
Ferroviária: Machado, Beluomini, Fernando, Rossi e Fogueira; Bebeto e Bazzani; Djair, Maritaca, Téia e Pio. Técnico: Manga

Santacruzense 1 x 0 Barretos
Local: Santa Cruz do Rio Pardo
Juiz: Etelvino Rodrigues
Renda: Cr$ 1.800.000
Gol: Ulisses 4 do 1º
Santacruzense: Valdir, Ti, Tuta, Valdomiro e Miranda; Pedrinho e Ulisses; Haroldo, Bravo, Tião Negro e Rubens.
Barretos: Élcio, Candinho, Veríssimo, Antoninho e Lourenço; Zé Maria e Adésio; Adilson, Andes, Camilo e Gaze.

Ferroviária (Botucatu) 2 x 2 Ponte Preta
Local: Botucatu
Juiz: José Astolfi
Renda: Cr$ 853.000
Gols: Celso (penal) 11, Joaquinzinho 27 do 1º; Nardinho 12 e Adilson 19 do 2º
Ferroviária: Paulo Silva, Zé Maria, João, Miro e Gil; Bene e Celso; Tabay, Nardinho, Varner e Evanir.
Ponte Preta: Pivete, Beto, Egidio, Ademir e Geraldo Scotto; Leal e Joaquinzinho; Adilson I, Adilson II, Capelosa e Jonas. Técnico: Sidney Cotrin

II TURNO

07/12/66

Ferroviária (Botucatu) 1 x 2 XV de Piracicaba
Local: Botucatu
Juiz: Albino Zanferrari
Renda: Cr$ não informada
Gols: Nicanor 37 do 1º; Rodrigues 8 e Guará 37 do 2º
Ferroviária: Paulo Silva, Zé Maria, João, Miro e Gil; Bene e Celso; Ovídio, Nardinho, Guará e Evanir.
XV Piracicaba: Claudinei, Nelson, Kiki, Proti e Dorival; Hidaldo e Lopes; Rodrigues, Mazinho, Nicanor e Piau. Técnico: Gaspar

Paulista 0 x 0 Ponte Preta
Local: Jundiaí
Juiz: Olten Aires de Abreu
Renda: Cr$ 5.570.000
Paulista: Lalá, Cisca, Jurandir, Valdir e Candido; Foguinho e Viana; Almir, Mineiro, Mazzola e Ademir. Técnico: Gatão
Ponte Preta: Pivete, Beto, Egidio, Ademir e Geraldo Scotto; Leal e Joaquinzinho; Adilson I, Adilson II, Capelosa e Jonas. Técnico: Sidney Cotrin

08/12/66

Barretos 0 x 1 Ferroviária (Araraquara)
Local: Barretos
Juiz: José Astolfi
Renda: Cr$ 2.300.000
Gol: Djair 11 do 1º
Barretos: Xisto, Candido, Veríssimo, Antoninho e Lourenço; Zé Maria e Adésio; Adilson, Jonas, Camilo e Gaze.
Ferroviária: Machado, Beluomini, Fernando, Rossi e Fogueira; Bebeto e Bazzani; Djair, Maritaca, Téia e Pio. Técnico: Manga

Santacruzense 1 x 0 Francana
Local: Santa Cruz do Rio Pardo
Juiz: Valdemar Batista dos Santos
Renda: Cr$ 1.876.000
Gol: Haroldo 10 do 2º
Santacruzense: Valdir, Ti, Tuta, Valdomiro e Miranda; Pedrinho e Ulisses; Haroldo, Bravo, Tião Negro e Rubens.
Francana: Acosta, Milton, Mané, Clóvis e Santos; Eli Cotucha e Zé Marcos; Souza, Alã, Zé Roberto e Ari.

10/12/66

Ponte Preta 3 x 1 Ferroviária (Botucatu)
Local: Moises Lucarelli (Campinas)
Juiz: José Astolfi
Renda: Cr$ 1.353.000
Ponte Preta: Pivete (Guilherme), Nunes, Celso, Ademir e Geraldo Scotto; Leal e Joaquinzinho; Valdir, Dicá, Capelosa e Adilson I. Técnico: Sidney Cotrin
Ferroviária: Paulo Silva, Zé Maria, João, Miro e Gil; Ovídio e Bene; Tobai, Nardinho, Varner e Evanir.

11/12/66

XV de Piracicaba 1 x 1 Paulista
Local: Piracicaba
Juiz: Etelvino Rodrigues
Renda: Cr$ 3.636.000
Gols: Nicanor 34 do 1º e Foguinho (penal) 45 do 2º
XV Piracicaba: Claudinei, Nelson, Kiki, Proti e Dorival; Hidaldo e Lopes; Nicanor, Mazinho, Rodrigues e Piau. Técnico: Gaspar
Paulista: Lalá, Cisca, Américo, Valdir e Candido; Foguinho e Viana; Almir, Nilo, Mazzola e Vicente. Técnico: Gatão
Ocorrência: Nilo foi expulso aos 46 do 2º tempo por haver se rebelado contra o juiz.

Ferroviária 0 x 0 Santacruzense
Local: Araraquara
Juiz: Valdemar Antonio de Oliveira
Renda: Cr$ 2.483.000
Ferroviária: Machado, Beluomini, Fernando, Brandão e Fogueira; Bebeto e Bazzani; Djair, Maritaca, Téia e Pio. Técnico: Manga
Santacruzense: Valdir, Ti, Tuta, Rubens e Miranda; Pedrinho e Ulisses; Haroldo, Bravo, Tião Negro e Dinho.

Francana 2 x 3 Barretos
Local: Franca
Juiz: Manuel Joaquim Ramos
Renda: Cr$ 329.000
Gols: Zé Roberto 19 do 1º; Alã 5, Jonas 22 e 29, Camilo 41 do 2º
Francana: Acosta, Milton, Mané, Clóvis e Santos; Eli Cotucha e Zé Marcos; Alã, Souza, Zé Roberto e Ari.
Barretos: Xisto, Candinho, Veríssimo, Antoninho e Lourenço; Zé Maria e Camilo; Roberto, Adilson, Andes e Jonas.

14/12/66

Ferroviária (Araraquara) 5 x 1 Francana
Local: Fonte Luminosa (Araraquara)
Juiz: Marreiros Filho
Renda: Cr$ 1.989.000
Gols: Téia, Dejair, Maritaca, Téia; Zé Roberto
Ferroviária: Machado (Dado), Beluomini, Fernando, Brandão e Fogueira; Bebeto e Bazzani: Dejair , Maritaca, Téia e Passarinho. Técnico: Manga
Francana: Acosta, Milton, Mané, Clóvis e Santos; Eli Cotucha e Zé Marcos; Alan, Paulinho, Zé Roberto e Ari.
Ocorrência: Téia deixou o gramado aos 3 do 2º tempo com principio de distensão muscular.

Ponte Preta 1 x 1 XV de Piracicaba
Local: Moisés Lucarelli (Campinas)
Juiz: João Batista dos Santos
Renda: Cr$ 990.000
Gols: Adilson II 42 do 1º; Norival 40 do 2º
Ponte Preta: Pivete, Nunes, Celso, Ademir e Geraldo Scotto; Leal e Joaquinzinho; Serginho, Adilson II, Dicá e Jonas. Técnico: Sidney Cotrin
XV Piracicaba: Muca, Celino, Rubens Caetano, Neves e Tanga; Chiquinho e Osvaldinho; Norival, Paulo Marmo, Vanderlei e Nondas. Técnico: Gaspar

Paulista 3 x 3 Ferroviária (Botucatu)
Local: Jaime Cintra (Jundiaí)
Juiz: João Batista dos Santos
Renda: Cr$ 304.500
Gols: Nardinho 8, Mazzola 13, Tabai 16 e Almir 20 do 1º; Nilo 10 e Tabai 14 do 2º
Paulista: Lalá, Cisca, Américo, Valdir e Candido; Ademir e Viana; Almir, Nilo, Mazzola e Vicente. Técnico: Gatão
Ferroviária: Paulo Silva, Zé Maria, Neguito, Miro e Gil; Bene e Celso; Tabai, Nardinho, Wilson Bauru e Pereirinha.

Barretos 1 x 1 Santacruzense
Local: Barretos
Juiz: Manuel Joaquim Ramos
Renda: Cr$ 400.000 (aproximadamente)
Gols: Andes 3 e Bravo 33 do 1º
Barretos: Xisto, Candinho, Veríssimo, Antoninho e Lourenço; Zé Maria e Roberto; Adilson, Andes, Camilo e Jonas.
Santacruzense: Valdir, Ti, Tuta, Rubens e Miranda; Pedrinho e Ulisses; Haroldo, Bravo, Tião Negro e Dinho.

FINAIS

Ferroviária (Araraquara) 1 x 1 XV de Piracicaba
Local: Pacaembu (São Paulo)
Juiz: Armando Marques
Renda: Cr$ 20.534.000
Gols: Passarinho 40s e Nicanor 29 do 2º
Ferroviária: Machado, Beluomini, Fernando, Rossi e Fogueira; Bebeto e Bazzani: Raimundinho, Dejair , Maritaca e Passarinho. Técnico: Manga
XV Piracicaba: Claudinei, Nelson, Kiki, Proti e Neves; Hidalgo e Lopes; Norival, Mazinho, Vanderlei e Piau. Técnico: Gaspar

Ferroviária (Araraquara) 1 x 0 XV de Piracicaba
Local: Pacaembu (São Paulo)
Juiz: Armando Marques
Renda: Cr$ 12.861.000
Gol: Dorival (contra) 10 do 2º
Ferroviária: Machado, Beluomini, Brandão, Rossi e Fogueira; Bebeto e Bazzani: Passarinho, Maritaca, Téia e Pio. Técnico: Manga
XV Piracicaba: Claudinei, Nelson, Kiki, Proti e Neves; Chiquinho e Lopes; Nicanor, Mazinho, Rodrigues e Piau. Técnico: Gaspar
Ocorrências: Aos 4’ da 2º fase, Fogueira contundiu-se e foi para a ponta direita, descendo Passarinho para a lateral.

Fontes: Gazeta Esportiva, Folha de São Paulo, História da Ponte Preta

HOJE É DIA DE BEC (BLUMENAU EC)

Convido os colegas para assistir ao video “Hoje é Dia de BEC”, do amigo William Floriani. É um trabalho de conclusão de curso da Unisul.

O vídeo é sobre o confronto Blumenau-SC x Flamengo-RJ pela Copa do Brasil de 1989 e tem depoimentos de Adalberto Day, Adalberto Klüser, Valdir da Luz e Edmilson “Mito” Nascimento, torcedores do Blumenau Esporte Clube.

Um outro documentário mais amplo e ilustrado com imagens de jogos está em fase de produção. O trabalho mostra a esperança de uma torcida que não vai desistir nunca até ver novamente o futebol do Blumenau Esporte Clube em campo.

http://www.vimeo.com/19784162

http://www.amigosdobec.com.br/?novidade=206

Fonte: site Amigos do BEC

JOGO HISTÓRICO – OLARIA(RJ) X UNIÃO(MG)

Abaixo transcrevo a ficha técnica incompleta de uma partida amistosa da equipe carioca do OLARIA ATTLÉTICO CLUBE:

OLARIA 6-0 UNIÃO
Data: 13 de janeiro de 1960
Local: Cabo Verde de Minas/MG
Renda: Cr$ 35.000,00
Juiz: Aristocílio Rocha
Gols: Jaburu (2), Tião, Jorge, Gilberto e Silva
Obs.: As escalações das equipes não disponíveis

Fonte: pesquisa do autor no jornal “A Tribuna” de Santos/SP

JEC x Brusque – O primeiro confronto da história

O primeiro confronto entre o Joinville e o Brusque F.C. – fundado em 1987, a partir da fusão de Paysandu e Carlos Renaux – ocorreu na tarde do dia 07/02/1988, no Estádio Ernestão.

JEC 1×0 Brusque, o primeiro confronto da história.

O jogo era válido pela 5ª rodada da Taça Carlos Cid Renaux, que correspondia à primeira fase do Campeonato Catarinense daquele ano. O JEC dividia a liderança da competição ao lado do Marcílio Dias.

E nesse primeiro confronto contra o time da “Cidade dos Tecidos” o Tricolor venceu por 1×0, e ainda assumiria a liderança isolada nessa rodada, pois o Marcílio Dias perdera seu jogo para o Figueirense.

Capa do Jornal A Notícia – 06/02/2010

Apesar da liderança na competição, o JEC vinha de um mau resultado, um empate em casa diante do Inter de Lages (1×1).

Para armar a equipe, o então técnico do Joinville, Geraldo Damasceno, só não podia contar o lateral Rocha que havia se contundido na rodada anterior.
=► Jornal A Notícia – 09/02/1988

JEC 1×0 Brusque. Gol de Cláudio José

Fonte: Sou JEC

ARTIGO DA SEMANA 004/2011

Resultado do artigo da semana 004/2011

(21 a 27 de fevereiro de 2011)

 

  • Divisão de Acesso SP 1949 de Rodolfo Stella 7 votos
  • União Vasco da Gama Futebol Clube – Moóca de Toninho Sereno; Torneio Extra de 1952, de Walter Iris e Vampiros FBC de Joinville  por Cícero Urbanski   5 votos
  • Torneio Início Paulista de 1957, de Jorge Costa e  Seleção Brasileira joga o Campeonato de Barbados ??? por Edu Cacella 3 votos
  • PSC do Povoado de Santa Cruz  por Ricardo Amaral e O porque de cada Mascote, de Gilvanir Alves. 2 votos
  • Novo Escudo da OFC  de Andre Martins ;  Selos Comemorativos – Parte 7 de Toninho Sereno  e Campeonato Municipal de Futebol de Santana do Matos -RN  de  Ricardo Amaral 1 voto cada.

 

CLUBE DOS 13 OU CLUBE DA GANÂNCIA?

Em 11 de Julho de 1987, nascia o Clube dos 13 que para quem não sabe , seria Clube dos 12 pois a panelinha do eixo Rio – São Paulo mais a dupla Gre-Nal já haviam acertado tudo para a formação deste grupo, coube a Marcio Braga então presidente do Flamengo, lembrar do Esporte Clube Bahia que nos ultimos dois campeonatos brasileiros em 1985 e 1986 deter otimas medias de públicos na competição superando até mesmo eles tidos como os maiores do Brasil. O Bahia entrou no clube pelas otimas rendas e não por outro mérito.

Dinheiro, Cotas de Televisão somente para eles e etc. pode ser até um retrocesso a minha colocação mas eu disse que o surgimento de grupo acabaria com o futebol brasileiro, pela ganância de poucos e agora por esta mesma ganância se ameaça romper o tal Clube dos 13 que por sinal nem 13 são mais.

Erros como ter a doença paranoica que um campeonato teria de ter 16 clubes como na Itália, era pifia e ridicula num país que é um continente dentro de um continente. Hoje nem o campeonato italiano tem 16 clubes e sim 20.

Fim dos Campeonatos Estaduais, essas competições tiveram uma recaida depois da criação do Clube dos Treze que enfraqueceu as equipes menores e de outros Estados que não tinha times na Elite, times como América/RJ, Bangu/SP quase se extinguem, o Operário/MS que sempre teve bons times e que era dificil de ser batido em Campo Grande praticamente sumiram, os estaduais eram mais forte e valiam vaga no Brasileirão perderam a graça.

Cidades como São Luis, Manaus, Belém, Natal, Londrina, Uberlândia, Cuibá, Campo Grande e etc que poderiam ver os times grandes jogarem lá com jogadores de Seleção Brasileira, por mais de uma vez a cada campeonato hoje se valem de um jogo apenas pela Copa do Brasil se o time da cidade der sorte de no sorteio um time da elite cruzar com o daquela cidade.

O inicio promissor do Clube dos Treze em arrecadar 6 milhões de dolares e criar novas fontes de recursos para os time membros de clube parecia ser a formula do sucesso se manchou com a polêmica da final de 1987 e quem era o legítimo campeão? Flamengo ou Sport que veio a tona na semana passada com o reconhecimento do Flamengo como campeão pela CBF, pasmém que brigou com o Clube dos 13 no inicio. As viradas de mesa de 1996 e 1999 criação da Copa João Havelange a escadinha para Bahia e Fluminense/RJ voltarem a elite, as denúncias de corrupção, ameaças de rompimentos de clubes como Flamengo, Botafogo, Atlético/MG, Cruzeiro e São Paulo que não estavam em concordância com a gestão de Fabio Koff que foi reeleito presidente do Clube dos 13 novamente em 2010.

Agora a bola da vez é a saida do Corinthians e a licitação para as TVS adquirirem os direitos de transmissões dos jogos. Os quatros grandes do Rio já anunciou que vai negociar separado do Clube dos 13 os seus jogos, Globo e Record brigam com a toda poderosa se fazendo de doente para ser visitado, Coritiba e Cruzeiro também desejam negociar em separado, ou seja cada quer a sua fatia melhor e o resto que se virem com os restos.

Clube dos 13, moralização do futebol brasileiro é uma piada.

Breve História do Estádio Mario Castanho – Araruama (RJ)

A foto antiga (acima), possivelmente dos anos 70, remete ao Estádio Mário Castanho (atualmente rebatizado como “Arena Guanabara“), com capacidade para 5 mil pessoas, localizado na Rodovia Amaral Peixoto, km 85, na cidade de Araruama, na região dos Lagos do estado do Rio de Janeiro.

Quem foi Mario Castanho?

Mario Castanho foi um beque-central, craque, e campeão pelo Rubro Atlético Clube, entre os anos 50 e 60. Fora das quatro linhas, atuou como advogado, jornalista (nos anos 60, era correspondente do Jornal Última Hora) e político.

Jogador vira candidato à prefeitura

Na terça-feira, do dia 21 de Fevereiro de 1961, recebeu o apoio do partido UDN (União Democrática Nacional) e de composição de outros partidos, foi lançada a candidatura de Mario Castanho para a Prefeitura de Araruama.

Casório

Mario se casou com Hellenice Gil Rêgo, no dia 09 de Julho de 1960. Ainda jovem, Mario Castanho se destacava nos gramados e na prefeitura, atuando como Secretário de Relações Públicas do município.

Craque vence a eleição em Araruama

Com isso, contando com o apoio do povo venceu a eleição e se tornou Prefeito de Araruama, na quinta-feira, do dia 11 de outubro de 1962. Mario Castanho, da UDN, venceu com 2.487 sufrágios (votos). Badger ficou em 2º lugar com 1.520 votos; Paulo foi o 3º com 1.398; Tenório na 4ª posição com 1.388; na 5ª colocação ficou Miguel com 736 e Edmundo com 123 votos terminou em 7º lugar.

Incansável, Castanho se forma em Direito

Mario Castanho realizou mais uma sonho: se formou em bacharel em direito da ‘Turma de 1962’, entre os 221 que colaram grau na noite do sábado, do dia 15 de dezembro de 1962.

Castanho assume prefeitura e promete construir estádio

Dentre as promessas, Mario se comprometeu em realizar o sonho dos araruamenses: a construção do Estádio Municipal, onde defendeu afirmando: “A mercê do desenvolvimento crescente, agora tornou-se imprescindível  e urgente. As atividades futebolistas estão paralisadas pela falta de local para as competições“, declarou Mario Castanho, em 23 de outubro de 1962.

O 14º prefeito da história de Araruama, Mario Revelles Castanho assumiu a prefeitura na quinta-feira, do dia 31 de Janeiro de 1963, onde governou até o sábado, do dia 30 de Janeiro de 1971. Mario Castanho não abandonou o futebol e se dividiu entre ser prefeito e jogador do Rubro Atlético Clube.

  

Estádio Municipal é inaugurado em 1965

A construção do Estádio Municipal teve a ajuda do Superintendência Nacional de Educação Física e Desportos e do Governo do Estado do Rio. Na segunda-feira, do dia 03 de maio de 1965 (data esta escolhida por ocasião do 1º aniversário do governo do estado do Rio de Janeiro, do General Paulo Francisco Torres), o Estádio seria inaugurado parcialmente.

Porém, por questões burocráticas, a data foi adiada para o sábado, do dia 08 de maio de 1965, para enfrentar o Clube de Regatas Flamengo. Por conflito de datas, novamente foi adiado.

Então, a nova data passou a ser no domingo, às 9 horas, do dia 23 de Maio de 1965, foi inaugurado a sua majestosa praça de esportes com uma partida amistosa entre o Rubro Atlético Clube e a equipe da ADEG (Administração do Estado da Guanabara).

O árbitro da partida seria Armando Marques. O então governador do estado do Rio, o General Paulo Francisco Torres daria o pontapé inicial. Nas tribunas diversas personalidades: os presidentes da CBD (Confederação Brasileira de Desportos), FFD (Federação Fluminense de Desportos),

Na ocasião, o zagueiro Bicampeão mundial, Nilton Santos, que tinha acabado de abandonar os gramados, seria homenageado, recebendo o título de sócio proprietário do Rubro Atlético Clube.

A equipe da ADEG seria composta por craques de peso: Nilton Santos, Ademir, Jair da Rosa Pinto, Dequinha, Castilho, Joel, Barbosa, Milton Copolillo, Lima, Jordan, Zizinho e Rubens.  

Porém, a festa foi adiada novamente. Dessa vez, a culpa foi do tempo, uma vez que choveu copiosamente em Araruama, obrigando a organização do evento a cancelar. Entre idas e vindas, o estádio foi inaugurado, mas não foi possível descobrir em qual dia do mês de junho e contra quem foi o adversário.  

O Estádio Municipal possuíam arquibancadas, refletores, bar, banheiros, vestiários completos. As ‘borboletas’ (roletas) do estádio foram cedidas pelo Serviço Estadual de Viação.   

Prefeitura decidiu ampliar a capacidade para 10 mil pessoas

Seis meses após a inauguração, Mario Castanho decidiu dar um passo a frente e decidiu ampliar a capacidade do Estádio para 10 mil pessoas. As obras foram iniciadas, na segunda-feira, do dia 29 de Novembro de 1965, graças ao convenio firmado da Prefeitura de Araruama com o Ministério de Educação e Cultura (MEC), foi liberado 10 milhões de cruzeiros. O total das obras ficou em Cr$ 15 milhões, sendo que a diferença ficou com a prefeitura.   

Com o investimento, além do aumento da capacidade de 10 mil pessoas, com dependências de 100m, distribuídas em 11 lances. Cabine de rádio, Tribuna de Honra e cobertas.

No começo da década de 70, o Estádio alterou o nome de Municipal para Mario Castanho. Uma justa homenagem para quem foi o principal responsável pela principal praça de esportes de Araruama.  

Arena Guanabara

Estádio ganha novo dono e passa a se chamar: Arena Guanabara

Três décadas depois, muitas coisas mudaram: o Rubro Atlético Clube alterou o nome para Rubro Social Esporte Clube; e o declínio do rubro-negro araruamense chegou num ponto crítico no início dos anos 2000.

Devido à dívidas trabalhistas, a praça esportiva foi a leilão e acabou arrematada pelo atual proprietário, o Guanabara Esporte Clube, em 2005, que fez uma ampla reforma no estádio, rebatizando o local como “Arena Guanabara.

Ironia à parte, a 1ª vez que o campo recebeu jogos da Elite do Futebol do Rio, aconteceu no Campeonato Carioca da 1ª Divisão de 2009. Porém, nem Rubro e Guanabara foram os responsáveis pelo mando, mas sim o Macaé Esporte que recebeu alguns jogos com equipes de menor expressão.

FOTOS: Última Hora (Mario Castanho) – Página no Facebook “Fotos de Araruama Antiga” – Google Maps

FONTES: Wikipédia – Última Hora (RJ) – Tribuna de Imprensa (RJ) – A Luta Democrática – O Fluminense (RJ) – Diário Carioca – O Jornal (RJ)