CLUBES DE BRASÍLIA: OLÍMPICO

O Olímpico Atlético Clube foi fundado em 31 de março de 1976, em uma reunião realizada na sede da ASMINTER – Associação dos Servidores do Ministério do Interior, no 11º andar do Edifício Sede do Ministério do Interior, no Setor de Autarquias Sul, em Brasília (DF).

Estiveram presentes à Assembléia que fundou o novo clube Waldyr Mattos Magno, Presidente da Mesa, Aluízio de Melo Cavalcanti, Secretário da Mesa, Antônio Gomes de Magalhães Bastos, Presidente da ASMINTER, Ayrton Emmanuel Leal Chaves,  1º Secretário da ASMINTER, Gentil Rodrigues do Nascimento, Cid Sebastião Leal Chaves, Carlos Eduardo Ferreira, Ivo José Batista e Romildo Moreira Dias.

Foram eleitos por aclamação Ayrton Emmanuel Leal Chaves para Presidente do Olímpico, Gentil Rodrigues do Nascimento para Vice-Presidente e Cid Sebastião Leal Chaves para Diretor de Futebol.

O Olímpico era uma sociedade vinculada a ASMINTER através do seu Departamento de Esportes, com personalidade jurídica distinta da de seus sócios.

As cores oficiais do Olímpico eram vermelha, branca e azul.

No dia 9 de outubro de 1976 aconteceu outra Assembléia que aprovou a desvinculação do Olímpico da ASMINTER.

O novo clube não teve nenhuma atividade entre os profissionais no ano de 1976. Por outro lado, inscreveu-se no campeonato brasiliense de juniors, quando foi 5º colocado no primeiro turno, e segundo do Grupo A no 2º turno, quando os dez
clubes participantes foram divididos em duas chaves, cada uma com cinco clubes.

No ano seguinte, resolveu investir para fazer boa campanha no campeonato de 1977. Contratou jogadores bastante conhecidos no futebol brasiliense como o goleiro Elizaldo, o lateral-artilheiro Aderbal e o centro-avante Humberto.

Estreou no Torneio Imprensa (disputado por 9 equipes) no dia 8 de março de 1977, vencendo o Taguatinga, por 2 x 1. Além desse jogo, teve uma seqüência de quatro jogos sem derrota (0 x 0 Corinthians, 1 x 1 Gama, 2 x 0 Grêmio e 0 x 0 Demabra), até conhecer sua primeira derrota em 16 de abril, diante do Canarinho (2 x 1).

Terminou o torneio na quinta colocação, com a seguinte campanha: 8 jogos, 2 vitórias, quatro empates e duas derrotas, a segunda delas para o campeão Brasília, em 7 de maio de 1976.

Depois disso, ficou de fora do Torneio Incentivo e do campeonato oficial de 1977. Não voltou a atuar em competições promovidas pela Federação Metropolitana de Futebol.

“Chamada” para jogos de futebol

EM CASA (com os “Philips”, “Semp”, “Zenith” } ou NA RUA (com os “Mitsubishi” e “Spica”) quem não seguiu jogos de futebol pelo rádio?
Eram os anos 50/60  em que os narradores multiplicavam as emoções através de narrações rapidíssimas (“metralhadoras”) para o quase sempre angustiado ouvinte torcedor, que imaginava cada lance minuciosamente descrito. E sonhava com o dia em que  veria na televisão (na época ainda para não muitos) as peripécias de seus ídolos dentro das “quatro linhas”.
Cada emissora tinhas suas estrelas das transmissões futebolísticas (Edson Leite, Rebelo Júnior, Fiori Giglioti e tantos outros).

1960
Nessa constelação uma dupla fez história: PEDRO LUIZ (narrador) e MÁRIO MORAES (comentarista). Pedro marcou um estilo que foi seguido por muitos no país todo. Mário era admirado por seus comentários competentes, curtos, jocosos e cheio de frases de efeito (mais tarde, também fez sucesso na televisão).
Esses dois foram, sem dúvida, dos maiores nomes do rádio esportivo (leia-se futebol) dos anos 50 e início dos 60. Um não sobrepujava o outro. Nehum dos dois era coadjuvante. Eles atuaram em diversas emissoras. Na época as grandes da irradiação de futebol eram: Panamericana (depois, Jovem Pan), Tupi, Record, Bandeirantes e Nacional.

1962

Pedro Luiz faleceu em 1998. Mário Moraes em 1988.
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Artigo da Semana 039/2011

Resultado da votação do artigo da semana 039/2011

( 31 de outubro a 6 de novembro)

 

  • Alguns Amistosos no Rio Grande do Sul em 1954 – Antonio Galdino 5
  • Torneio Esportivo Sergipano – 1931 – de Julio Diogo ; O Saci possô pôr arqui – Antonio Ielo;  Torneio Início de 1961 – Ricardo Amaral  e Torneio Início de 1962 – Ricardo Amaral .4
  • A seleção dos piores da Copa do Mundo 2010 – Gilberto Maluf 3
  • Araranguá Futebol Clube SC – Michel McNish ;  A História do São Mateus (ES) – Roberto Saraiva e  Futebol nos Jogos Panamericanos de 2011 – Julio Diogo 2
  • Pai Santana – Michel McNish. 1

 

A seleção dos piores da Copa do Mundo 2010

A Espanha foi campeã, o alemão Muller a revelação e o uruguaio Forlan o craque eleito pela Fifa.  Antes tarde do que nunca,  para aqueles que não viram esta seleção,  você confere a seleção dos piores jogadores do Mundial.

Goleiro: Green (Inglaterra) – Tomou um frango incrível no jogo contra os Estados Unidos.

Lateral-direito: Zambrotta (Itália) – Campeão do mundo em 2006, afundou junto com o resto do time em 2010.

Zagueiro 1: Cannavaro (Itália) – De melhor do mundo em 2006 ao posto de maior culpado pela queda precoce da seleção italiana em 2010.

Zagueiro 2: Demichelis (Argentina) – Um dos responsáveis pelo péssimo desempenho defensivo do time de Maradona.

Lateral-esquerdo: Michel Bastos (Brasil) – Nulo. Não apoiou e não marcou, abusando das faltas desnecessárias no jogo decisivo contra a Holanda.

Volante 1: Felipe Melo (Brasil) – Expulso por agressão no jogo contra a Holanda, prejudicou muito a seleção brasileira, que acabou eliminada.

Volante 2: De Jong (Holanda) – Um show de violência que terminou com uma entrada de sola no peito do espanhol Xabi Alonso na final. Teve sorte de não ser expulso em nenhuma partida. Um horror.

Meia 1: Deco (Portugal) – Após a pífia atuação no primeiro jogo, ainda reclamou publicamente do treinador e não voltou mais a campo.

Meia 2: Lampard (Inglaterra) – A pergunta do momento na Inglaterra é: por que ele joga tão bem no Chelsea e tão mal na seleção?

Atacante 1: Cristiano Ronaldo (Portugal) – Passou mais tempo olhando os replays no telão do que jogando bola. Muita pose e pouco futebol. Apenas um gol em quatro jogos.

Atacante 2: Anelka (França) – Além de não fazer nada em campo, ainda xingou o treinador e conseguiu a proeza de ser dispensado antes do fim da Copa do Mundo.

Técnico: Domenech (França) – Eliminado na primeira fase, ainda teve a falta de educação de não cumprimentar o técnico Carlos Alberto Parreira no jogo contra a África do Sul. Nota zero em todos os sentidos.

 

Fonte: O Globo

Foto Rara de 1956: Botafogo de Futebol e Regatas – Rio de Janeiro (RJ)

EM PÉ (esquerda para a direita): Orlando Maia, Amaury, Thomé, Nilton Santos, Bob e Bauer;  
AGACHADOS (esquerda para a direita): Jorge Coutinho (Massagista), Mané Garrincha, Didi, Paulo Valentim, João Carlos e Rodrigues.

FONTE: Sport Ilustrado (RJ)