Grandes Goleadas – Riopardense(SP) x Mogiana(SP)

AA RIO PARDENSE (SÃO JOSÉ DO RIO PARDO-SP)

6

EC MOGIANA (CAMPINAS-SP)

0

DATA: 18 de junho de 1950 LOCAL: São José do Rio Pardo – SP
JUIZ: CARÁTER: Campeonato Paulista – 2ª Divisão – 1950
GOLS: Miranda 92), Farid (2), Edson e Sturaro
Riopardense(SP): Jura; Cassiano e Laudelino; Costa, Gonçalves e Saraiva; Sturaro, Farid, Miranda, Gaeta e Edson.
Mogiana(SP): Herlan; Cascão e Relião; Servilio, Geraldo e Gonçalves; Magela, Tito, Jair, Roque e Armandinho.

Centro Sportivo do Peres (Perez) – Recife (PE): Fundado em 1909

O Centro Sportivo do Peres (Perez) foi uma agremiação da cidade de Recife (PE). O Viuvinha’ foi Fundado numa terça-feira, do dia 15 de Junho de 1909, com o nome de Tigipió Foot-ball Club, em homenagem ao bairro de Tigipió (atual Tejipió), onde nasceu o Perez. Em 1911, o clube adotou o Centro Sportivo do Peres (Perez).

Nos anos 10, a sua Sede ficava localizado na Rua, 58. Depois passou para o Largo (atual Rua) do Hospício, 779, no Recife. Em 1926, a sua Sede passou para a Rua do Livramento, 65-1. Em 1927, a Sede se transferiu para a Rua Imperatriz, 146/ 2º andar. Na década de 20, a equipe ‘Alvi-Violeta’ treinava no campo João de Barros ou no campo do Torre, no Bairro de Magdalena, na Zona Norte do Recife.

PEREZ AJUDA A FUNDAR A LPDT

Seis anos depois do seu surgimento, no dia 03 de Agosto de 1915, o Centro Sportivo do Peres (Perez) juntamente com o Sport Club Flamengo, João de Barros Foot-Ball Club, Coligação Sportiva Recifense, Santa Cruz Foot-Ball Club e Torre Sport Club, fundaram a Liga Pernambucana dos Desportos Terrestres (L.P.D.T.).

 No mesmo ano, o Perez, juntamente com o Santa Cruz, Flamengo, Torre, América e Coligação S.R. entraram para a história ao participar do primeiro Campeonato Pernambucano da 1ª Divisão.

Ao todo, o clube ‘Alvi-violeta’ participou do Campeonato Pernambucano da 1ª Divisão em nove oportunidades: 1915 (4º lugar), 1916 (5º lugar), 1917 (5º lugar), 1919 (7º lugar), 1920 (7º lugar), 1921 (7º lugar), 1922 (8º lugar), 1923 (8º lugar) e 1924 (8º lugar).

 

EXCURSÕES

Na quarta-feira, do dia 07 de setembro de 1921, o Perez viajou até Maceió (AL), onde enfrentou o Clube de Regatas Brasil, conhecido popularmente por CRB. No final, empate em 1 a 1. No confronto dos Segundos Quadros outro empate sem gols.

Numa quarta-feira, do dia 15 de novembro de 1922, o Perez foi convidado para a partida inaugural do Estádio Gustavo PaivaMutange, de propriedade do CSA (Centro Sportivo Alagoano). No final, melhor para o CSA que venceu por 3 a 0, sendo o atacante Odulfo quem fez o primeiro gol no Mutange.

 

PEREZ ROMPE COM A LPDT

Em 1924, sob a presidência de João Duarte Dias, o Perez, insatisfeito com a LPDT, decidiu abandonar o Estadual daquele ano. Logo em seguida se licenciou. Em 1926, se desfilou da entidade para ingressar na Associação Pernambucana de Esportes Athleticos (APEA), juntamente com o Sport Recife (campeão Estadual pela LPDT em 1925), América Football Club, Palestra Itália Football Club e Israelita Club de Pernambuco. O Viuvinha’ participou da APEA tanto no Torneio Início quanto nas demais competições até desaparecer em definitivo.

Time-base de 1915: Misael; Abelardo e Carlos; Benedicto (capitão), Severino e José; Honório, Rogério, Amaury, Couceiro e Carlos II.

Time-base de 1917: Jacome; Guilherme e Epaminondas; Ferreira, Horácio e Bonine; Eliezer, Ariosto, Berger, Balthazer e Muca.

Time-base de 1918: Zé Macaco; Apolônio e Nilo II; Maxombomba, Cleto e Moreira; Manta, Joel, Jones, Amil (capitão) e Raphal.

Time-base de 1920: Eduardo; Euclydes e Nóbrega (Edesio); Sylcosta, Carneiro (Sá) e Almeida (Manta); Pimentel (Pinto), Mário, Freire (Ozório), Theodorico (Aldo) e Arnaldo.

Time-base de 1921: Costa; Euclydes e Ricardo; Deoclecio, Mario e Sylcosta; Matta, Theo, André, Ernani e Pinto.

Fontes: Jornal A Província – Rsssf Brasil

Torneio Início APEA de 1926: Sport Recife campeão

Em 1926, alguns clubes, insatisfeitos com a Liga Pernambucana dos Desportos Terrestres (L.P.D.T.), resolveram sair e em seguida se filiaram a novata entidade Associação Pernambucana de Esportes Athleticos (APEA). O Sport Recife (campeão Estadual pela LPDT em 1925), América Football Club, Palestra Itália Football Club, Israelita Club de Pernambuco e Centro Sportivo do Peres (Perez).

No domingo, no dia 4 de abril de 1926, no antigo estádio do Sport Recife na Avenida Malaquias, nas Graças, com capacidade para 2 mil pessoas, foi realizado o Torneio Início da APEA. O Festival teve início às 14 horas. No final, melhor para o Sport Recife que bateu o América na final por 1 a 0, conquistando o título.

1º Jogo (14 horas):           Sport Recife            1         x          0          Israelita Club

2º Jogo (14h30min):         América        2         x          0          Perez

3º Jogo (15 horas):           Sport Recife            0 (1 córner)  x          0          Palestra Itália

3º Jogo (16h40min):         Sport Recife            1         x          0          América

 

Fonte: Jornal A Província

Tabela do Torneio Início de 1923 (PE)

TORNEIO INÍCIO DE 1923

Organizado pela Liga Pernambucana dos Desportos Terrestres (L.P.D.T.), o Torneio Início de 1923, foi realizado no dia 25 de Março, no Estádio Avenida Malaquias, nas Graças, com capacidade para 2 mil pessoas. Os jogos foram organizados da seguinte forma:

1º Jogo – 14 horas: Sport Recife x Torre- Árbitro: Armando Silva

2º Jogo – 14h25min: Flamengo x Perez (desistiu de participar)Árbitro: Rômulo de Souza

3º Jogo – 14h50min: Náutico x Santa Cruz – Árbitro: Renato Silveira

4º Jogo – 15h15min: América x Equador – Árbitro: Antonio Almeida

5º Jogo – 15h40min: Vencedor 1º Jogo x Flamengo – Árbitro: Souto Maior

6º Jogo – 16h05min: Vencedor 3º Jogo x Vencedor 5º Jogo – Árbitro: Souto Maior

7º Jogo – 16h45min: Vencedor 5º Jogo x Vencedor 6º Jogo – Árbitro: A definir

 

 

PS: O campeão do Torneio Início de 1923 foi o Sport Recife

 

Fonte: Jornal A Província

Íris Sport Club – Recife (PE): Fundado em 1920

O Íris Sport Club foi uma agremiação da cidade de Recife (PE). O Azulino Simpático foi Fundado no dia 23 de fevereiro de 1920, por funcionários da fábrica de tijolos da Olaria Torre Ltda, no bairro da Torre. No inicio dos anos 1950 o clube migrou para  o bairro de Santo Amaro. A princípio, o clube iria se chamar Olaria Sport Club por causa da olaria (torre que são feitos os tijolos) que se encontra no centro do bairro e deu o nome ao lugar.  O seu Estádio era o Campo de Santo Amaro, enquanto a sua Sede ficava na Avenida Norte, 500, no Bairro de Santo Amaro, no Recife.

Entretanto, em uma reunião entre funcionários, decidiram mudar o nome para Íris em relação da cor do time o azul e branco. O mascote era o ‘Periquito Azul’. Na ‘galera de títulos’, do Íris SC há o Vice-Campeonato Pernambucano da 1ª Divisão de 1932. Além desse, a equipe ‘Azulina’ foi campeã da Liga Suburbana de 1928; e o Tri da Copa Torre: 1925, 1931 e 1933.

O Íris Sport Club participou do Campeonato Pernambucano da 1ª Divisão oito vezes: 1930 (6º lugar), 1931 (7º lugar), 1932 (2º lugar), 1933 (4º lugar), 1934 (8º lugar), 1936 (6º lugar), 1937 (6º lugar) e 1938 (7º lugar).

 

VICE EM 1932

A melhor campanha aconteceu em 1932 quando terminou com o vice. A competição contou com a presença de 11 clubes divididos em duas chaves de cinco e seis equipes cada. As equipes se enfrentaram em turno e returno na mesma chave e os campeões decidiriam o título.

O Íris foi o vencedor do Grupo I, superando o Náutico, Sport Recife, Torre e Encruzilhada. O time somou 12 pontos em oito jogos, com seis vitórias e duas derrotas, marcando 23 gols e sofrendo 13. Na decisão, acabou sendo superada pelo Santa Cruz, que venceu os dois jogos pelo mesmo placar: 4 a 1.

Nessas oito participações, o time ‘Azulino’ disputou 93 jogos, somando 74 jogos. Foram 30 vitórias, 14 empates e 49 derrotas; marcando 199 gols e sofrendo 278, com saldo negativo de 79.

AMÉRICA VERSUS ÍRIS, EM 1936

No dia 18 de Outubro de 1936, válido pela 13ª rodada do Estadual, teve o confronto entre o América e o Íris Sport Club. A partida começou com o América colocando pressão dando muito trabalho à defensiva do Íris que levou o primeiro gol ainda no início.

Aos 19 minutos de jogo, Casado acerta uma forte cabeça no canto do goleiro Cícero e fez o primeiro gol. Três minutos depois, Léo recebeu um belo passe e fuzilou a meta do goleiro, ampliando.

Logo no início da etapa final, o América marcou o terceiro. Aos 6 minutos, Casado aproveitou a falha da defesa do Íris e aumentou o placar. O time azul e branco não repetia nem de perto a desenvoltura do jogo do primeiro turno, no qual saiu vencedor e o América aproveitou.

Aos 12 minutos, Lula recebeu a bola e quase de frente à meta ampliou a vantagem dos esmeraldinos, transformando o triunfo em goleada. Aos 25 minutos o América fez o quinto. Léo recebeu a bola e sem marcação empurrou a pelota para dentro nas redes, dando números finais ao jogo.

 

AMÉRICA FC          5          X         0          ÍRIS SPORT CLUB

LOCAL: Estádio da Jaqueira, no Bairro da Jaqueira, no Recife (PE)

DATA: Domingo, no dia 18 de outubro de 1936

HORÁRIO: 15h42min.

ÁRBITRO: Oswaldo Salsa

AMÉRICA FC: Heitor; Allemão e Aloísio; Vadinho, Martorelli e Machado; Quincas, Léo, Casado, Guilherme e Lula.

ÍRIS SC: Cícero; Popó e Miguel; Ramalho, Caboclo e Gato; Tenente, Guerra, Calixto, Miolo e Duda.

GOLS: Casado aos 19 minutos; Léo aos 22 minutos do 1º tempo. Casado aos 6 minutos; Lula aos 12 minutos; Léo  aos 25 minutos do 2º tempo.

 

Fontes: Wikipédia- Cordeiro, Carlos Celso & Luciano Guedes. (2001) – Campeonato Pernambucano 1915 a 1970. Recife: Ed. dos autores – Blog do Mequinha –  Rsssf Brasil – Diário da Tarde – Jornal A Província 

 

Equador Football Club – Recife (PE): Fundado em 1922

O Equador Football Club foi uma agremiação da Cidade do Recife (PE). O ‘Equatoriano de Recife’ surgiu em 1922, e, mandava os seus jogos no saudoso Estádio Jaqueira, com capacidade de 6 mil pessoas, localizado no Bairro da Jaqueira. Tendo o  ‘Canário‘ como mascote, a equipe auriverde disputou seis vezes consecutivas o Campeonato Pernambucano da 1ª Divisão, nos anos de 1922, 1923, 1924, 1926, 1927 e 1928.

Na sua estreia em 1922, o time Equatista terminou na 7ª posição (num total de oito clubes): somou três pontos em sete jogos, com uma vitória, um empate e cinco derrotas; marcando quatro gols e sofrendo 10. Apesar da campanha ruim, o Equador obteve o seu único triunfo em cima do Náutico, vencendo por 2 a 1 (no dia 13 de agosto de 1922).

Na sua segunda participação, em 1923, novamente um 7º lugar. Foram nove pontos em 14 partidas, com três vitórias, três empates e oito derrotas; marcando 17 gols e sofrendo 33. Nessa temporada, conseguiu dois empates em 1 a 1 com o Santa Cruz (03 de Junho de 1923) e 2 a 2 com o Náutico (09 de dezembro).

Em 1924, O Equador disputou os dois primeiros jogos. Depois acabou sendo excluído da competição, perdendo os jogos restantes por W.O. Só não terminou na lanterna porque CS Perez abandonou a competição. Terminou na 7ª posição. Foram dois pontos em 14 partidas, com uma vitória e seis derrotas; marcando três gols e sofrendo nove.

Após o incidente, o ‘Equatoriano de Recife’ retornou em 1926. Dessa vez, terminou na lanterna, com apenas três pontos em sete jogos. Venceu uma, empatou outra e foi derrotado cinco vezes; marcando sete gols e sofrendo 24. A grande resultado foi o empate em 3 a 3 com o Santa Cruz (no dia 26 de dezembro).

Veio o ano 1927, e novamente o Equador amargou a lanterna do Estadual. O time somou apenas quatro pontos em 12 jogos: com duas vitórias e 10 derrotas; marcando 15 gols e sofrendo 36.

Na sua última temporada, antes de sumir no ‘mapa’, terminou da mesma forma. Em 1928, na 7ª e última colocação, com três pontos em 12 jogos: com uma vitória, um empate e 10 derrotas; marcando sete gols e sofrendo 42.

Com isso, a história do Equador no Estadual foi decepcionante. Das seis participações, terminou três vezes na penúltima e as outras três na lanterna. Ao todo, foram 66 jogos, com 21 pontos. Foram nove vitórias, seis empates e 51 derrotas; marcando 53 gols e sofrendo 154.

Após esse certamente o Equador Football Club permaneceu filiado a Liga Pernambucana dos Desportos Terrestres (LPDT) até o dia22 de maio de 1930, disputando partidas amistosas. Após essa data pediu a sua desfiliação, prontamente atendida pela entidade máxima de Pernambuco. O ‘Equatoriano de Recife’  ainda disputou alguns amistosos até se extinguir.

DERROTA DIANTE DO FUTURO CAMPEÃO

Era o seu segundo jogo da sua história no Estadual, e o Equador enfrentou o América, no dia 23 de julho, que se tornaria o campeão de 1922. O apito inicial do árbitro foi seguido imediatamente por um belo passe de Licor para Zé Tasso no ataque do América, que dentro da área, foi calçado pelo zagueiro Pinheiro. Pênalti, que Zé Tasso cobrou no canto esquerdo do goleiro Nô para abrir o marcador.

Talvez, tomados pela euforia da abertura do placar na primeira chance da partida, os defensores americanos não tenham se entendido e aos 5 minutos, o meio-campista Alves do Equador tocou a bola para o atacante Fraga que driblou Cunha Lima e Rômulo,  para tocar no canto direito do guarda-meta Nozinho, para deixar tudo igual.

O ritmo da partida era eletrizante, com as duas equipes se empenhando ao máximo para ficar à frente de seu oponente, mas, foi o América que aos 10 minutos Faustino, que passou pelo zagueiro Souto, e cruzou rasteiro para Zé Tasso, que a dominou e bateu sem chances para estufar mais uma vez as redes do goleiro Nô.

Os equatorianos de Recife só reagiram aos 21 minutos, quando o atleta Izídio cruzou a bola para João Dantas, mas este teve seu chute desviado pelo zagueiro Cunha Lima do América de forma parcial e no rebote, Jesus chutou forte, entretanto, a pelota passou por cima das traves, assustando o goleiro Nozinho.

O clube auriverde queria o empate e quase conseguiu aos 34 minutos por meio da jogada de Santos, que encontrou o companheiro Ferreira livre de marcação dentro da grande área e lhe cedeu a bola, todavia, o chute de Ferreira foi interceptado por Nozinho no centro do gol.

No último lance do primeiro tempo, o América subiu ao ataque com Zé Tasso, que enxergou o atacante Jujú livre de marcação e lhe tocou a bola para este, desferir um potente chute rasteiro no canto baixo do arqueiro adversário e ampliar a vantagem dos esmeraldinos.

 

EQUADOR F.C.      1          X         3          AMÉRICA F.C.

LOCAL: Estádio da Jaqueira, no Bairro da Jaqueira, no Recife (PE)

DATA: Domingo, no dia 23 de julho de 1958

HORÁRIO: 16 horas

ÁRBITRO: Gastão Bittencourt

AMÉRICA FC: Nozinho; Rômulo e Cunha Lima; Lindolfo, Licor e Faustino; Meirinha, Fabinho, Zé Tasso, Jujú e Araújo.

EQUADOR FC: Nô; Souto e Pinheiro; Alves, Raphael e Izídio; Santos, Ferreira, João Dantas, Fraga e Jesus.

GOLS: Zé Tasso a um, 10 e 45 minutos (América); Fraga aos cinco minutos do 1º tempo (Equador).

 

FONTES: Cordeiro, Carlos Celso & Luciano Guedes. (2001) – Campeonato Pernambucano 1915 a 1970. Recife: Ed. dos autores – Blog do Mequinha –  Rsssf Brasil – Jornal O Pequeno – Jornal A Província 

Estudantes Football Club – Recife (PE)

O Estudantes Football Club foi uma agremiação da cidade de Recife (PE). O clube ouro-anil tinha a sua Sede no Bairro do Barro, localizado na zona oeste do Recife. O time Estudantino participou do Campeonato Pernambucano da 1ª Divisão em quatro oportunidades: 1955, 1956, 1957 e 1958.

O Estudantes debutou na elite do futebol pernambucano de 1955, terminando na 5ª posição. Foram 14 pontos em 18 jogos: seis vitórias, dois empates e 10 derrotas; marcaram 15 gols e sofreram 38, saldo negativo de 23.

Na temporada de 1956, a campanha foi aquém e o clube ouro-anil acabou na 7ª colocação. Foram 06 pontos em 14 jogos: duas vitórias, dois empates e 10 derrotas; marcaram 11 gols e sofreram 36, saldo negativo de 25.

A campanha em 1957 não foi muito diferente da anterior, e o Estudantes acabou em 7º lugar. Foram 14 pontos em 07 jogos: três vitórias, um empate e 10 derrotas; marcaram 11 gols e sofreram 37, saldo negativo de 26.

Da mesma forma que começou, o Estudantes encerrou a sua participação no Campeonato Pernambucano da 1ª Divisão. Em 1958, mais uma campanha pífia, terminando na 7ª posição.  Foram 06 pontos em 16 jogos: três vitórias e 13 derrotas; marcaram sete gols e sofreram 52, saldo negativo de 45.

 

ESTREIA NO ESTADUAL DE 1958

A América e Estudantes faziam as suas estreias no Campeonato Pernambucano da 1ª Divisão de 1958. O América começou o jogo melhor e abriu o placar aos 8 minutos. Cruzamento veio pelo lado direito para a grande área para Mangaba, que testou  forte e no canto do goleiro Betoca do time estudantino.

As duas equipes tiveram boas oportunidades, até aos 43 minutos, num ataque do América pela esquerda a bola sobrou na entrada da grande área para Gilberto I, soltar um torpedo no canto do goleiro do Estudantes para ampliar o marcador.

Na segunda etapa, logos aos três minutos o atacante Paulo recebeu a bola cara a cara com o goleiro e, com tranquilidade tocou para o fundo das redes para transformar a vitória em goleada.

Então, para sacramentar o América fechou o placar aos 44 minutos do segundo tempo já no comecinho da noite em Recife, mais uma vez o atacante Paulo recebeu a bola e de fora da área arrematou um chute forte no canto do goleiro Betoca do Estudantes e fatura mais um tento para a equipe americana.

 

AMÉRICA F.C.        4          X         0          ESTUDANTES F.C.

LOCAL: Estádio Adelmar da Costa Carvalho, a Ilha do Retiro, em Recife (PE)

RENDA: Cr$ 7.643,00

DATA: Sábado, no dia 31 de maio de 1958

ÁRBITRO: Anísio Morgado (Boa atuação)

AUXILIARES: Manoel Bello e Ramon Charquero

AMÉRICA FC: Carijó; Geroldo e Cido; Gilberto I, Rosael e Beleu; Cebinha, Mangaba, Paulo, Zezinho e Gilberto II. Técnico: Palmeira

ESTUDANTES FC: Betoca; Americano e Miguel; Garrafa, Washington e Dema; Couceira, Cleto, Jerônimo, Brivaldo e Jarbas.

GOLS: Mangaba aos 8 min. (América); Gilberto I aos 43 minutos do 1º tempo (América). Paulo aos três e aos 44 minutos do 2º tempo (América).

 

Fontes: Blog do Mequinha –  Rsssf Brasil – Diário de Pernambuco

 

Moinho Recife Esporte Clube – Recife (PE): Fundado em 1935

O Moinho Recife Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Recife (PE). O Grêmio Alviverde da Farinha de Trigo  foi Fundado no dia 31 de Janeiro de 1935, pela empresa Moinho Recife S/A, cuja função era o lazer e recreação de seus funcionários e familiares.A Sede ficava na Rua de São Jorge 215, em Recife (PE).

O Moinho disputava torneios amadores e amistosos pelo Estado durante uma década. Quando resolveu participar do Campeonato da Segunda Divisão fez bonito e se sagrou Bicampeão em 1944 e 1945. A partir daí seus dirigentes resolveram dar ‘um passo a frente’ e colocar a equipe para disputar as competições profissionais, mas acabou tendo uma vida efêmera na do futebol pernambucano.

O Moinho disputava torneios amadores e amistosos pelo Estado durante o Moinho acabou fazendo uma péssima campanha e foi eliminado logo no 1º turno. Terminou na lanterna, com apenas um ponto, em seis jogos. O único pontinho foi no empate em 1 a 1 com o Íbis, pela segunda rodada, no dia 27 de abril de 1947.

A equipe voltou a participar do Campeonato Pernambucano da 1ª Divisão de 1949. O Moinho chegou a completar o primeiro turno na 6ª colocação (quatro pontos em sete jogos: duas vitórias e cinco derrotas; marcando nove gols e sofrendo 16, com saldo de menos sete).

No entanto, a diretoria decidiu abandonar a competição por dificuldades financeiras, quando veio a se extinguir definitivamente devido à falta de investimento. As duas vitórias foram em cima do Flamengo por 5 a 0 (no dia 09 de junho) e 4 a 0 no Íbis (no dia 26 de junho).

Time-base de 1941: Ascendino; Querrenca e Armando; Zezé, Paizinho e Tota; Amaro, Fernando, Epaminondas, Odilon e Setenta.

 Time-base de 1942: Elias; Armando e Gonçalves; Zezé, Raimundo e Zezinho; Correia, Casado, Robson, Ari e Alberico.

 Time-base de 1943: Elias; Armando e Tempero (Dessete); Raimundo (Lobo),  Zezé e Arnaldo; Magro (Correia), Robson, Ramiro (Casado), Fernando e Alberico.

 Time-base de 1944: Caboré; Querrenca e Armando; Raimundo (Damata), Apolinário e Godoy (Zezé); Cachorrinho, Adauto (Neguinho), Ramiro (Casado), Robson e Alberico.

 Time-base de 1945: Santino (Oscar); Querrenca e Armando (Gonçalves); Raimundo, Arnaldo e Damata (João); Cachorrinho (Alcides), Casado, Magro (Barros), Robson e Alberico.

 Time-base de 1947: Oscar (Memeu); Ari (Diógenes) e Querrenca; Lobo, Pretinha e Zezé; Valdemar (Alcides), Casado (Clóvis), Ramiro (Robson), Magro (Lula) e Apolinário (Neco).

 Time-base de 1948: Oscar; Corrêa e Querrenca; Lobo, Cremildo e Zezé; Cabruna, Pedro, Ary, Lavor e Catende.

 Time-base de 1949: Dadá (Lulinha); Corrêa e Querrenca; Lucas, Damata e Zezé; Casado, Cabruna, Pedro, Lavor e Magro (Israel).

 

Fontes: Diário de Pernambuco – Jornal de Recife – Rsssf Brasil