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E.C. Radar colaborou com o desenvolvimento do futebol feminino nos anos 80

 

Após tantas postagens sobre clube profissionais e amadores, gostaria de relembrar a equipe que difundiu o futebol feminino no Brasil. O Esporte Clube Radar é uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). O clube (nas cores azul e ouro) foi Fundado há 80 anos (1932), no bairro de Copacabana, zona sul do Rio.

 APÓS REVOGADA A LEI DE PROIBIÇÃO, SURGE O RADAR

No futebol feminino, o EC Radar foi um dos pioneiros do desenvolvimento desse esporte no Brasil, após o fim da Lei que proibia a prática de futebol por mulheres em 1979.

Há 31 anos, em 1981, foi revogada a proibição do futebol feminino no Brasil. Naquele mesmo ano, o futebol feminino começou por iniciativa do empresário e presidente do clube Eurico Lira, grande incentivador desse esporte.

Eurico Lira também foi o técnico da equipe. Equivocadamente, algumas fontes informam ser o Radar fundado em 1981, ano da fundação do departamento de futebol feminino, porém o clube foi fundado em 1932.

Atualmente o clube funciona apenas como uma academia de musculação e possui equipes de luta. Além do time feminino, o clube já teve equipes de futebol de areia (masculino e feminino). Valendo ressaltar que o futebol feminino surgiu do time feminino que jogava na praia.

 

TÍTULOS E RECORDES

O clube conquistou o I Campeonato Estadual Feminino do Rio de Janeiro, organizado pela Divisão Feminina da Federação de Futebol do estado do Rio de Janeiro (Ferj), e a I Taça Brasil de Futebol Feminino da CBF, ambos em 1983.

O E.C. Radar não se cansou de colecionar títulos e marcas de se tirar o chapéu. Como a antiga Taça Brasil, onde conquistou todas as edições, sendo Hexacampeão: 1983, 1984, 1985, 1986, 1987 e 1988.

Outro Hexa foi no Campeonato Carioca: 1983, 1984, 1985, 1986, 1987 e 1988. Em 1989, conquistou o Torneio Brasileiro de Clubes.

Durante esse período (entre 1983 a 1988), o Radar realizou 71 jogos; vencendo 66, empatando três, e sofrendo apenas duas derrotas.

 

 RADAR & SELEÇÃO BRASILEIRA JÁ FOI UMA SÓ

Em 1982, O Esporte Clube Radar, equipe que ganhou projeção ao divulgar o futebol feminino no Brasil, onde conquistou o título da Women’s Cup of Spain, derrotando seleções como Portugal, França e Espanha. Já em 1989 a equipe inteira do Radar representou a Seleção Brasileira de Futebol Feminino no Campeonato Mundial.

No entanto, os campeonatos femininos, que não tinham retorno de público e imprensa, vinham perdendo cada vez mais participantes, até deixarem de ser organizados. E no início dos anos 90, o Esporte Clube Radar desmanchou a equipe, colocando um ponto final no clube mais vencedor da história do futebol feminino no Brasil.

 

 Fonte: Acervo do E.C. Radar

História do Futebol Amazonense: Jogador expulso é substituído

Por: Carlos Zamith

No jogo principal, na decisão do Campeonato Amazonense de 1962, o clássico entre Nacional e Rio Negro transcorria dentro do previsto. O jogo tenso, nervoso, muita rivalidade e jogadas rispídas. E, aos 16 minutos do primeiro tempo, quando houve uma jogada violenta envolvendo o jogador Lacinha, do Nacional.

O árbitro Dorval Medeiros (Guarda) não pensou duas vezes e expulsou o jogador de campo. Contudo, o jogador não aceitou a decisão do árbitro. Jogo ficou paralisado. O Presidente do Nacional também não concordava com a expulsão e bradava que seu time só continuaria jogando se fosse com onze jogadores.

 Josué Pai, do Rio Negro, assistia a tudo da cabine da ACLEA. O presidente Plínio Coelho, do Nacional, estava na pista do campo questionando com o árbitro e os dirigentes do espetáculo.

Finalmente veio uma solução: Lacinha deixa o campo mas entra outro em seu lugar. Todos aceitaram a fórmula: juiz, presidente da FADA (Federação Amazonense de Desportos Atléticos), Josué Pai, cronistas mesmo sob protestos, e torcedores dos dois lados.

Entrou Luizinho (irmão de Quisso que também jogava no Nacional) no lugar de Lacinha expulso. Depois de 15 minutos de paralisação, o jogo foi reiniciado, terminando o primeiro tempo sem abertura de contagem.

 No segundo tempo, Thomaz, aos 4 minutos, abriu o placar para o Rio Negro e aos 26 minutos, Jaime Basilio deixou tudo igual. Nessa jogada, outra confusão que durou pouco.

A bola deu a impressão de não ter ultrapassado a linha de gol, mas o juiz validou a jogada. Finalmente, aos 35 minutos, o rionegrino Dermilsom, o melhor jogador em campo, marca o gol da vitória, que assegurou a conquista do título de 1962.                                                                             

                                                                                    

O Juiz Dorval Medeiros (foto) encerrou o jogo aos 41 minutos, no exato momento em que fazia gestos para expulsar o ponteiro nacionalino Caíca que se desentendeu com o zagueiro Catita, após uma entrada violenta deste.

 

 

 

Foto: Acervo de Carlos Zamith

Associação Atlética Vila Boyes – Piracicaba (SP)

A Associação Atlética Vila Boyes foi uma agremiação da Cidade de Piracicaba (SP). ‘O Azulão da Vila’ foi Fundado no dia 21 de Março de 1946, por um grupo de amigos e funcionários da empresa de tecidos de algodão Boyes e Companhia, situada à margem esquerda do Rio Piracicaba, bem no centro da Cidade. O seu campo fica na Rua Dona Eugenia – Bairro da Vila Progresso, em Piracicaba.

O seu campo era um dos mais bonitos da várzea piracicabana, pois era todo cercado de cedrinho que ao se tornarem adultos transformou o lugar em um espaço ecologicamente correto e bonito, hoje é a área verde do bairro. A A.A. Vila Boyes foi campeão da Liga Piracicabana de Futebol (LPF), em 1959.

União Porto Futebol Clube – Piracicaba (SP)

O União Porto Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Piracicaba (SP). O clube foi Fundado no dia 25 de Agosto de 1927. A sua Sede fica localizada na Rua do Porto, 174 – no Bairro do Parque da Rua do Porto,  em Piracicaba. O União Porto F.C. é filiado à Liga Piracicabana de Futebol (LPF)

Luzitano Futebol Clube – Piracicaba (SP)

O Luzitano Futebol Clube é uma agremiação da cidade Piracicaba, no Interior Paulista. O clube foi Fundado no dia 25 de Maio de 1956, e a sua Sede fica localizada na Rua Luiz de Camões, 2.616 – no Bairro de Vila Monteiro, em Piracicaba.

 Liderados por Roque Artur, moradores do bairro Vila Monteiro, de origem portuguesa, formaram o Luzitano F.C. com as cores da bandeira de Portugal. O rubro-verde, ao completar 40 anos de vida (1996), recebeu do então jornalista Miguel Célio Hipólito, do jornal Gazeta do Bairro Alto, o título de “O Xerife do Vale Vermelho“.

Fontes: Luiz Nascimento – Memórias do Bairro Alto / Instituto e Geográfico de Piracicaba, 2009

 

Pressão, manobras e o objetivo alcançado. Goytacaz estreia no Brasileirão de 1977

 

PRESSÃO NOS BASTIDORES

Após a estreia a diretoria não parou. Afinal, se disputar o Campeonato Carioca era uma realidade faltava consolidar a vaga do Goytacaz no Campeonato Brasileiro do ano seguinte (1977). O Clube Alvianil não sossegou enquanto o Goytacaz não foi relacionado pela CBD entre os participantes do Campeonato Brasileiro, o que não aconteceu em 1976, para desespero e até revolta de grande parte da cidade, com reflexos no Rio de Janeiro, onde o jornalista Miro Teixeira, na edição do O Dia de 26 de julho daquele ano escreveu:

Apesar das promessas do Almirante Heleno Nunes, Presidente da Confederação Brasileira de Desportos, o Goytacaz, um dos mais queridos clubes de Campos, estará mesmo ausente do Campeonato Nacional que este ano terá 54 concorrentes. Interrogados sobre as causas da não inclusão do valente time campista, os donos da CBD usaram como argumento o fato de não possuir ele um bom campo de futebol. A desculpa é esfarrapada, porque tais razões não valeram para, pelo menos, uma dezena de times estaduais que vão participar do maior torneio do mundo. Para não ir mais longe, vale lembrar que aqui mesmo, no Rio, o Botafogo não possui um campo e nem por isso foi afastado. E ninguém, em sã consciência, poderia admitir um campeonato de âmbito nacional sem a participação do alvinegro carioca.

É grande a revolta entre os esportistas e toda a população campista contra a discriminação da CBD, injusta e injustificável. Mesmo porque, além de ter feito uma excelente figura no atual Campeonato Fluminense, enfrentando de igual para igual os grandes clubes, o Goytacaz já tinha conseguido a promessa de seu grande rival, o Americano, para usar o seu campo sempre que necessário. Na hora de defender o prestígio do futebol campista, os dois grandes clubes se irmanaram, dando um grande exemplo de solidariedade esportiva.
A Confederação Brasileira de Desportos está na obrigação de justificar a sua atitude. Se é que ela tem justificativa
“.

 

MANOBRA SURTE EFEITO E GOYTACAZ É CONFIRMADO

No início de setembro de 1977, Rafael Martins, então presidente do Goytacaz, combinou com Eduardo Augusto Viana da Silva, que se encontrava no exercício da presidência da FFD, uma estratégia para colocar o Goytacaz no Campeonato Nacional. O encontro dos dois ocorreu num barzinho da Praia de Grussaí. Da tal estratégia fazia parte todo o tipo de pressão, inclusive emocional, sobre o Almirante Heleno Nunes que, aproximadamente num prazo de dez dias começou por promessa solene ao próprio Eduardo Viana, que se fazia acompanhar de Rafael Martins e José Carlos Maciel.

Da mesma forma que o Olaria havia cedido lugar ao Americano, dessa vez coube ao Bangu, obviamente bastante contrariado, abrir mão da sua possível vaga em favor do Goytacaz que, a bem da verdade, só participou do Nacional de 1977 porque Eduardo Augusto Viana da Silva, mais uma vez, foi convincente na tese que defendeu junto ao então presidente da CBD.

 

TABELA DO BRASILEIRÃO É DIVULGADA

No dia 27 de setembro de 1977 o Jornal dos Sports divulgava, em sua primeira página, a relação dos 62 participantes do Campeonato Brasileiro e o Goytacaz aparecia no Grupo D, juntamente com o Vasco da Gama, o Botafogo e mais Americano, Goiás, Vila Nova, Goiânia, Brasília, Atlético Paranaense e Londrina.

DIRETORIA DO GOYTACAZ HOMENAGEA PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO RIO

Antes do jogo de estreia no Campeonato Brasileiro, o Conselho e a Diretoria do Goytacaz homenagearam o Presidente da FCF, Otávio Pinto Guimarães, com um banquete no Pálace Hotel. Dessa homenagem também participaram, entre outros, o Prefeito Raul Linhares, o ex-Prefeito Rockfeler de Lima e o Presidente da Liga Campista de Desportos, Danilo Knifis. Na ocasião, o dirigente carioca, de improviso, declarava:

Reitero o meu agradecimento ao Goytacaz por essas gentilezas todas que seguidamente me cumula. De fato, o título de padrinho do Goytacaz é sumamente honroso para mim, embora o Goytacaz mereça muito mais do que aquilo que, dentro das minhas humildes forças eu possa realizar e fazer por ele. O Goytacaz tem méritos, porque um padrinho não pode ajudar um afilhado se esse afilhado não tiver méritos e as condições necessárias para que possa ser ajudado. Portanto, eu acho que devemos capitalizar todo esse êxito, todo esse sucesso e comemorar o ingresso do Goytacaz, nesta noite memorável de 20 de outubro de 1977, no Campeonato Nacional de Clubes. Devemos creditar tudo isso à força e à pujança do Goytacaz, ao idealismo e ao dinamismo de seus homens, seus dirigentes, aos quais homenageio simbolizando no nome da pessoa do ilustre Presidente Rafael Martins. E enfim, a essa maravilhosa torcida que faz do Goytacaz um clube extremamente querido não só em Campos, mas também em todo o Rio de Janeiro e até em muitos rincões do Brasil. Portanto, é uma festa de todos nós. Eu me sinto honrado, me sinto realizado por estar aqui participando desta festa, da inauguração dos refletores do Estádio Ari de Oliveira e Souza, sobretudo do ingresso tão almejado e tão justo do Goytacaz no maior certame de futebol do mundo. Por tudo isso, muito agradecido ao Goytacaz e parabéns ao Goytacaz.

José Carlos Maciel, presidente do Conselho Deliberativo, dizia, em rápidas palavras, que “nesta data se guarda para sempre a lembrança de que se solidifica, neste momento, o esporte campista com a inclusão do Goytacaz no Campeonato Brasileiro. Destaque para uma cidade do interior, como poucas que até hoje têm mais de um clube participando deste certame de tanta envergadura. E que o nosso clube possa honrar a confiança que lhe foi depositada pelo Presidente da Confederação Brasileira de Desportos, Almirante Heleno Nunes; pelo nosso querido amigo Otávio Pinto Guimarães; pelo nosso amigo particular Eduardo Augusto Viana da Silva; pelo nosso irmão Danilo Assad Knifis; por todos aqueles que, enfim, notadamente a imprensa e o rádio campistas, muito batalharam para que o nosso clube também participasse desse campeonato. A todos aqueles que de qualquer forma colaboraram para que nós pudéssemos chegar a esta noite, os agradecimentos do Conselho e da Diretoria do Goytacaz“.

 

GOYTACAZ ESTREIA COM EMPATE

Após um esforço em conjunto, enfim, chegou o grande dia tão aguardado pela torcida do Alvianil Campista. A sua estreia nessa competição foi na noite de uma quinta-feira, do dia 20 de outubro de 1977, no Ari de Oliveira e Souza. Contudo, o resultado não foi o esperado, com o Goytacaz empatado em 1 a 1 com o Goiás.

 

GOYTACAZ             1          X         1          GOIÁS

Local: Ari de Oliveira e Souza, Aryzão, em Campos (RJ)

Público e Renda:  5.301 pagantes / Cr$ 152.720,00

Árbitro: Almir Ricci Peixoto Laguna (SP)

Cartões amarelos: Folha (Goytacaz); Alencar (Goiás)

GOYTACAZ: Augusto; Totonho, Folha (Serginho), Marcus Vinícius e Neneca; Ricardo Batata, Wílson e Coca (Jocimar); Joadir, Rogério Vescovis e Edu. Técnico: Paulo Henrique

GOIÁS: Marcos; Triel, Macalé, Alexandre e Donizetti; Alencar, Pastoril e Lucinho; Rubinho (Píter), Humberto (Maizena) e Reinaldo. Técnico: Paulo Gonçalves

Gols: Coca aos 18 minutos do 1º tempo; Pastoril, de pênalti, aos 6 minutos do 2º tempo

 

 

O GLOBO CHAMA OS JOGADORES DO GOYTA DE ‘HERÓIS DE CAMPOS’

Sob o título “Goytacaz, a vitória da teimosia“, o jornal O Globo, edição de 27 de novembro de 1977, publicava matéria assinada por Celso Cordeiro Filho, na qual se lia: “Sem dinheiro, formado por ex-juvenis que ganham, em média, Cr$ 5 mil mensais, mas que acreditam no seu futuro, o Goytacaz foi a grande surpresa – com o Confiança – da primeira fase do Campeonato Brasileiro. Perdeu um jogo só, para o Brasília, no último minuto, e seus jogadores – cinco vieram do Atlético Mineiro e dois do futebol do Espírito Santo – são os heróis da cidade de Campos“.

Fontes: Jornal dos Sports / O Globo

Fotos: Acervo do Goytacaz / Tribuna do Botão

Enfim, o Goytacaz reinaugura o Aryzão em 1976, enfrentando o Botafogo

Após muito esforço, chegou o dia tão aguardado pela diretoria e torcedores do Goytacaz. Fechado para obras em fevereiro do ano anterior, no dia 7 de agosto de 1977, o Estádio Ari de Oliveira e Souza, foi reinaugurado.

 Antes dessas obras, em 1976, dois jogos foram realizados: um deles, a 29 de janeiro, com o Goytacaz empatando em 1 a 1 com o Americano; outro, a 4 de fevereiro, com o Americano vencendo o Cambaíba por 1 a 0.

Também nesse longo período de ano e meio, o Goytacaz havia trocado de presidente, com Rafael Martins assumindo no lugar de Jorge Fernandes de Sousa e, claro, daquela data de fevereiro de 1976 a agosto de 1977, muita coisa bonita aconteceu e disso tomou conhecimento o público de quase 10 mil pessoas que assistiu ao jogo Goytacaz x Botafogo, na reabertura da praça de esportes Alvianil.

E o que essa gente viu não foi pouco, pois ali, como que num passe de mágica, agigantavam-se dois grandes lances de arquibancadas ao fundo dos gols, sobre os quais foram colocados dois bonitos placares. Nova saída foi dada ao túnel fronteiro às sociais e outros três foram construídos, um deles para os juízes, que ganharam um vestiário sob as populares. Nas sociais foram feitas mais quatro cabines para as emissoras de rádio e nelas ainda colocadas 697 cadeiras em fibra de vidro nas cores branco e azul.

Novas bilheterias, roletas e até o sistema de iluminação, mais a casa de força com dois novos transformadores além das luminárias conseguidas junto ao Jóquei Clube de Campos passaram a fazer parte do patrimônio do clube, como o moderno sistema de drenagem com 19 valas com 40 centímetros cúbicos cada uma no comprimento das laterais do campo e outra em toda a sua volta se escondia sob o novo gramado plantado de pé em pé sob a orientação do pessoal técnico da Fundenor.

Naquela tarde de 7 de agosto de 1977 as rádios lembraram alguns nomes aos quais o Goytacaz deveria render homenagens. Entre eles, Jorge Fernandes de Sousa, Jacinto Simões e Fernando Freitas que, arriscando até mesmo o prestígio pessoal, deram início à empreitada, mais José Gabriel, Nilson Cardoso de Souza, o veterano Vavá que temeu o coração apaixonado e ficou em Grussaí na hora da festa de reabertura do estádio e o mestre de obras Acácio que, antes, havia ajudado o Americano a ampliar o Godofredo Cruz.

Rafael Martins, nem sempre compreendido e até mesmo criticado por alguns, também teve parte importante na realização de tantas obras ali mostradas com a ajuda da enorme torcida Alvianil. Antes da partida, o então Prefeito de Campos, Raul Linhares hasteou a Bandeira Nacional ao lado de Otávio Pinto Guimarães, Presidente da Federação Carioca de Futebol, daquele ano.

 GOYTACAZ             0          X         1          BOTAFOGO

Local: Estádio Ary de oliveira e Souza, Aryzão, em Campos (RJ)

Público / Renda: 9.624 pagantes / Cr$ 285.900,00

Árbitro: Giese do Couto

GOYTACAZ: Acácio, Totonho, Paulo Marcos, Zé Rios e Tita; Wílson, Ricardo Batata e Jocimar; Vivinho (Santana), Albéris (Chico) e Piscina.

BOTAFOGO: Zé Carlos, China, Osmar, Renê e Jorge Luís; Ademir, Dé e Mário Sérgio; Gil, Nílson Dias e Tiquinho.

Gol: Nilson Dias, aos 5 minutos do 2º tempo

 

Fonte: Jornal dos Sports

Fotos: Liga Campista de Desportos / O Diário / JS