


FONTE: Imprensa Popular



FONTE: Imprensa Popular

O redesenho do escudo, bandeira e uniforme seguem as orientações apresentadas no Decreto Lei nº 5.420 de 04 de Março de 1932, no item ‘VII – Distintivo’ – Artigo 82. A Liga de Esportes da Força Pública (LEFP), participou do Campeonato paulista pela Federação Paulista de Futebol (entidade sem vínculo com a atual) na década de 30. Segue também a discrição do escudo que não é difícil de faze-lo, por sem bem simples.
FONTE: Assembléia Legislativa de São Paulo

Nesta publicação uma foto raríssima de 1926, que se refere ao Club Negro, situado na Vila de Boa Vista, no Rio Branco, que na época era município do Amazonas e hoje é a capital de Roraima. Presidido por Octavio José de Vasconcellos, o Club Negro tinha se sagrado campeão da Primeira Divisão do Rio Branco.

FOTO & FONTE: Revista Amazonense Redenção – Gaspar Vieira Neto

FOTO: Acervo de Marcelão, Marcelo Santos, ex-goleiro da Cabofriense

O Barroso Football Club foi uma agremiação da cidade de Niterói (RJ). O ‘Verdejante’ foi Fundado nos anos 30. A Sua Sede ficava localizado no Bairro de São Francisco, em Niterói. Além do futebol, o clube contava com outras modalidades, como o tênis de mesa, basquete, voleibol, entre outros.
Torneio Aberto Carioca de 1936
No Torneio Aberto Carioca de 1936, o Barroso não foi bem e acabou sendo eliminado após perder seus dois jogos. No domingo, do dia 05 de abril de 1936, foi derrotado pelo Nacional por 3 a 2. No domingo, do dia 03 de maio de 1936, foi derrotado pelo Sport Club América por 4 a 2.
Torneio Aberto da Liga Carioca de Football – 1937
O Barroso participou do Torneio Aberto da Liga Carioca de Football, de 1937. Estreou, no domingo, do dia 11 de Abril de 1937, com vitória sobre o Vila Joppert pelo placar de 6 a 4, no Estádio da Rua Campos Sales, no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio.
No 2º jogo, na quinta-feira, do dia 29 de Abril de 1937, novo triunfo. Dessa vez diante do Paraíso das Borboletas, por 4 a 2, no Estádio da Rua Campos Sales, no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio.
Assim avançou para a Fase Classificatória (Chave Principal), e voltou a vencer. A vitima dessa vez foi o Independentes, que caiu pelo incrível marcador de 8 a 2, no domingo, do dia 02 de Maio de 1937, no Estádio das Laranjeiras, no Bairro das Laranjeiras, na Zona Sul do Rio.
Na 2ª rodada eliminatória, o adversário foi a Aviação Naval, no domingo, do dia 09 de Maio de 1937, no Estádio Teixeira de Castro (propriedade do Bonsucesso F.C.).
O jogo terminou com o placar de 5 a 0 para a Centro de Aviação Naval. No entanto, o clube militar acabou desclassificado por ter realizado substituições irregulares no intervalo da partida. Com isso, o Barroso avançou na competição.
Contudo, no jogo seguinte uma verdadeira pedreira: o tradicional Fluminense Football Club. E não deu para o Barroso que acabou goleado por 9 a 3, no domingo, do dia 30 de Maio de 1937, no Estádio da Rua Campos Sales, no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio.
Apesar da derrota, o Verdejante de Niterói ainda conseguiu uma vaga na repescagem. No domingo, do dia 13 de Junho de 1937, enfrentou o Ramos, e conseguiu a reabilitação ao golear o adversário por 5 a 1, no Estádio da Rua Campos Sales, no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio.
Para chegar na fase final do Torneio Aberto da Liga Carioca de Football e se juntar a Portuguesa Carioca, Bonsucesso, América, Fluminense e Flamengo, o Barroso teria que superar o forte Atlético Mineiro.
Mesmo tendo feito um grande jogo, Na quarta-feira, do dia 16 de Junho de 1937, o Verdejante de Niterói não resistiu e acabou eliminado ao ser derrotado pelo clube mineiro pelo placar de 3 a 1, no Estádio da Rua Campos Sales, no Bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio. Paulista, Alfredo Bernardino e Resende marcaram para o Atlético-MG, enquanto Tião fez o tento de honra para o Alviverde de Niterói.
No final, a campanha foi excelente terminando entre os oito primeiros. Foram sete jogos, com quatro vitórias e três derrotas; marcando 27 gols, sofrendo 26, com um saldo de um gol.

Filiação na ANF
Se filiou a Associação Nictheroyense de Football (ANF), na quarta-feira do dia 24 de abril de 1940. Disputou o Campeonato Niteroiense da Segunda Divisão, em 1941 e 1942.
Filiação na FMF melou
Na terça-feira, do dia 10 de março de 1942, o Barroso se filiou a Federação Metropolitana de Futebol (FMF). Para ter a sua filiação, o clube niteroiense alugou um escritório para ser a sua Sede, localizado na Avenida Rio Branco, nº 137 / Sala 816, no Centro do Rio.
Apesar de todo o esforço protocolar, o clube acabou vetado pelo Conselho Nacional de Desportos (CND), o que acabou inviabilizando a sua participação no Campeonato do Rio, organizado pela FMF.

Amistosos diante do Flamengo e Corinthians Paulista
O Barroso enfrentou, amistosamente, o Clube de Regatas Flamengo duas vezes. No primeiro encontro, acabou goleado pelo Rubro-Negro por 6 a 1. No último, no sábado, do dia 27 de julho de 1940, nova goleada. Dessa vez o Barroso perdeu por 8 a 2.
No sábado, do dia 29 de Junho de 1941, o Barroso foi até São Paulo, enfrentar o Sport Club Corinthians Paulista, no Estádio do Pacaembu. No final, o Timão goleou por 6 a 1.
No domingo, dia 03 de novembro de 1941, o Barroso F.C. fez a preliminar de Flamengo e Botafogo, quando enfrentou os reservas do Botafogo.

Time-base de 1942: Nelson; Amaro e Adalberto; Divo, Morgado (Paulista) e Juldemar João (José), Berlo, Octavio, Genésio e Durval.

FONTES: A Batalha – A Manhã – Jornal dos Sports – Correio da Manhã – O Jornal – Jornal A Noite – Gazeta Esportiva

No domingo, do dia 21 de outubro de 1945, foi realizado em São Paulo, interessante partida interestadual, entre o Serrano F. C., líder invicto do campeonato de Petrópolis, tri e tetra campeão da linda cidade fluminense, e do Comercial F. Clube, da Federação Paulista de Futebol, no Estádio Paulo Machado de Carvalho, o ‘Pacaembu’, na capital paulista. A partida terminou empatada em 1 a 1.

Em palestra com o esportista Francisco Primerano, “cônsul” do Comercial F. C. no Distrito Federal e adjacências, dele ouvimos as seguintes interessantes palavras a respeito do referido encontro:
“O prestígio esportivo do Serrano F. C. não é pequeno. Os cariocas sabem como esse querido clube petropolitano defende tradições do futebol fluminense. Do seu seio tem saído grandes jogadores, que vieram brilhar no futebol carioca, entre eles Carvalho Leite. Não faz muito tempo, enfrentando um quadro misto do C. R. Vasco da Gama do qual faziam parte nada menos de sete profissionais do ‘team’ efetivo do atual líder do campeonato desta capital e o Serrano fez brilhante figura. No primeiro tempo, vencia de 4 a 0 e na fase final, com o ‘team’ adversário numa reação extraordinária, sofreu três tentos, mas elevou sua contagem para seis, terminando o prélio com a diferença de 6 a 3. Se levarmos em conta que o quadro petropolitano vinha de uma festa de coroamento da rainha do clube, realizada na noite anterior, de poder-se-á calcular o valor seus jogadores, que, mesmo assim, puderam levar da vencida um conjunto adestrado e reforçado de bons elementos, como sol ser o que o valoroso C. R. Vasco da Gama levara a Petrópolis”, disse Francisco Primerano.
Como lhe perguntássemos sobre outros detalhes, Primerano acrescentou: “O embarque da delegação do Serrano F. C. está marcado para a próxima sexta-feira (19/1045). É provável que sua equipe seja constituída desta maneira: Bispo; Ari e Justem; Geraldo II, Geraldo 1 e Alaor; Fausto, Zezinho, Dumas, Zeca e Didi. Trata-se a meu ver de um adversário respeitável. Basta atentarmos para o fato de já haver sido tri e tetra campeão de Petrópolis, estando, atualmente, invicto, na liderança do campeonato da linda cidade serrana. Com semelhantes credenciais, o Serrano F. C. deverá ser adversário perigoso para o Comercial F. C., de São Paulo”, arrematou o esportista Primerano.

Realizou-se anteontem à tarde, no Estadio Municipal do Pacaembu, a partida amistosa entre o Serrano Football Club, de Petropólis, e o Comercial Futebol Clube. desta capital. O público esportivo bandeirante, conforme se esperava, de mostrou pouco interesse pelo embate, não obstante ser essa a primeira exibição do quadro visitante em São Paulo.
Foi pequena a assistência que compareceu ao local do embate, o que é de lamentar-se. O Comercial visou proporcionar um espetáculo futebolístico aos torcedores dispendendo conseguintemente, os maiores esforços dentro de sus possibilidades para satisfazer aos afeiçoados, porém, não foi bem sucedido.
O desenrolar da luta
Com as sus naturais caraterísticas de jogo, o Comercial, é lógico, soube impor-se ao contendor já no primeiro período da pugna. Sem apresentar um apurado padrão de jogo, os alvirrubros deixaram nitidamente expressa a sua superioridade. Mesmo assim, os visitantes bateram-se com galhardia, mormente a defesa, onde faleciam as tentativas de incursão do quadro de Farid. Na fase complementar, contudo, registrou-se maior equilíbrio nas ações. Enquanto os atacantes do Comercial mostravam-se indecisos diante da meta do antagonista este controlando lhe todos os movimentos anulavam um por um os esforços dos companheiros de Romeuzinho no sentido de buscar maior número de tentos. Com regular movimentação neste e naquele setor, a peleja conseguiu atrair um pouco mais a atenção dos espectadores.
Comercial abre o placar
Aos 39 minutos Farid, do meio do campo, serviu Mendes com um passe em profundidade. O ponteiro avançou um pouco e, próximo à linha de escanteio, centrou bem. Saltaram vários jogadores e Vacaro, colhendo a bola no ar, cabeceou com firmeza, marcando no canto direito da meta de Bispo.
Serrano empata
O tento de empate foi conseguido na fase complementar da luta. Dumas colheu a bola encobrindo Maioral e fez passe em direção ao meia Zeca. Este, após haver controlado, atirou quando Tufi havia se adiantado uns passos.
O arqueiro fez defesa, porém a bola escapou-lhe de mãos e voltou par Zeca. Rápido, o avante arrematou no canto direito, anulando os esforços de Jaú, que havia cerrado para a trave procurando cobrir o chute do ponteiro Fausto, que apareceu para concluir a jogada.
Um pequeno “equivoco” do árbitro
Dirigiu a peleja regularmente o árbitro José Cruz. Enganando-se na contagem do tempo, deu o final aos 30 minutos, quando ainda restavam 15 minutos de jogo. Constatando o erro ordenou a continuação da peleja com a bola ao chão.
| LOCAL | Estádio Paulo Machado de Carvalho, o ‘Pacaembu’, em São Paulo (SP) |
| DATA | Domingo, do dia 21 de outubro de 1945 |
| CARÁTER | Amistoso Nacional |
| RENDA | Cr$ 8.046,00 (oito mil e quarenta e seis cruzeiros) |
| ÁRBITRO | José Cruz (F.P.F.) |
| COMERCIAL/SP | Tufy; Maioral e Jaú; Ulisses, Bugre e Magri; Mendes, Farid, Invernizzi (Romeuzinho), Paulo e Vacaro. |
| SERRANO/RJ | Bispo; Ari e Justen; Geraldo I, Silvio (Geraldo II) e Alaor (Silvio); Fausto, Zezinho, Dumas, Zeca (Vale) e Didi. Técnico: Walter do Nascimento. |
| GOLS | Vacaro aos 39 minutos (Comercial), no 1º Tempo. Fausto aos 20 segundos (Serrano), no 2º Tempo |
| PRELIMINAR | Comercial (Aspirantes) 5 x 2 L.P.B. (campeão amador da capital) |
ARTE: desenhos dos escudos e uniformes – Sérgio Mello
FOTO: Gazeta Esportiva (SP)
FONTES: Diário de Notícias (RJ) – Correio Paulistano (SP) – O Diário (SP)
Todos os jogos foram realizados na data de 24 de abril de 1932, no estádio da Chácara da Floresta.
1º jogo – Palestra Italia x C.A. Ypiranga
Juiz: Paulo Wenzel
Palestra: Figueira, Rivetti e Magalhães. Adolfo, Xingo e Garcia. Faccioli, Ambrosine, Sandro, Armandinho e Imparato.
Ypiranga: Ratto, Bruno e Roval. Nilo, Santos e Gallet. Figueiredo, Moreschi, Nelson, Dias e Fellipeli.
O Palestra classificou-se: dois escanteios contra um escanteio do Ypiranga.
2º jogo – S.C. Syrio x SC Germania
Juiz: Enéas Sgarzi
Syrio: Abdalla, Chaves e Ferreira. Del Grande, Vanni e Tuffi. Del Pero, Waldemar, Petronilho, Pedrinho e Vicente.
Germania: Pedro, Moura e Antunes. Cayuba, Carneira e Ferreira. Patricio, José, Chimenti, Mayrena e Corsato.
O Syrio classificou-se: dois gols de Petronilho e um escanteio contra dois escanteios do Germania.
3º jogo – S.C. Internacional x Portugueza de Esportes
Juiz: Antonio Sotero de Mendonça
Internacional: Piva, Pastore e Agostinho. Rossi, Bastos e Manggione. Pelluzzo, Carlos, Heitor, Arantes e Vicente.
Portugueza: Waldemar, Passarine e Duarte. Xará, Waldomiro e Del Nero. Guilherme, Pixo, Carioca, Alberto e Zequinha.
O Internacional classificou-se: Um gol de Pelluzzo e um escanteio contra um escanteio da Portugueza.
4º jogo – A.A. São Bento x C.A. Santista
Juiz: José Folker
São Bento: Amparo, Mesquita e Votorantim. Ruiz, Duilio e Pacco. Caetano, Moura, Barrilotti, Bindo e Waldemar.
Santista: Lazaro, Nenucho e Pintanella. Bisoca, Zarzur e Goulart. David, Gy, Nabor, Mena e Selesio.
O C.A. Santista classificou-se: um escanteio contra nenhum da A.A. São Bento.
5º jogo – S.C. Corinthians Paulista x Santos F.C.
Juiz: Carlos Friedenreich
Corinthians: Hamos, Neco e Conti. Sala, Rizieri e Joãozinho. Orlando, Zuza, Mamede. Mingo e Ratto.
Santos: Victor, Meira 2º e Feitiço. Zinho, Agostinho e Abreu. Victor, Armandinho, Strauss, Ceppo e Hugo.
O Santos F.C. classificou-se: Dois gols (Armandinho e Agostinho) e um escanteio contra um escanteio do Corinthians.
6º jogo: São Paulo F.C. x C.A. Juventus
Juiz: Attilio Grimaldi
São Paulo: Joãozinho, Clodoaldo e Barthô. Iracy, Bino e Fábio. Luizinho, Armandinho, Friedenreich, Araken e Junqueira.
Juventus: José, Segalla e Piola. Joãozinho, Brandão e Carlos. Raul, Nico, Orlando, Moacyr e Euvaldo.
O São Paulo F.C. classificou-se: um gol de Barthô e um escanteio contra um escanteio do C.A. Juventus.
SEMIFINAIS
7º jogo: Palestra Italia x S.C. Syrio
Juiz: Victorio Sylvestre
Syrio: Abdalla, Chaves e Ferreira. Del Grande, Vanni e Tuffi. Caetano, Waldemar, Petronilho, Pedrinho e Vicente.
Palestra Italia: Figueira, Rivetti e Magalhães. Adolfo, Xingo e Garcia. Faccioli, Ambrosine, Sandro, Armandinho e Imparato.
O Palestra Italia classificou-se: um gol de Imparato e um escanteio contra um escanteio do S.C. Syrio.
8º jogo: S.C. Internacional x C.A. Santista
Juiz: Antonio Sotero de Mendonça
Internacional: Piva, Pastore e Agostinho. Rossi, Bastos e Manggione. Pelluzzo, Carlos, Heitor, Arantes e Vicente.
Santista: Lazaro, Nenucho e Pintanella. Pennaforte, Zarzur e Goulart. David, Gy, Nabor, Mena e Selesio.
O C.A. Santista classificou-se: um gol de Gy e dois escanteios contra nenhum do S.C. Internacional.
9º jogo: Santos F.C. x São Paulo F.C.
Juiz: Carlos Strobel
Santos: Victor, Meira 2º e Feitiço. Zinho, Agostinho e Abreu. Victor, Armandinho, Miguelzinho, Ceppo e Hugo.
São Paulo: Joãozinho, Clodoaldo e Barthô. Iracy, Bino e Fábio. Luizinho, Armandinho, Friedenreich, Araken e Junqueira.
O São Paulo F.C. classificou-se: dois gols (Araken e Armandinho) contra um gol do Santos F.C. (Feitiço) e um escanteio.
10º jogo: Palestra Italia x C.A. Santista
Juiz: Antonio Sotero de Mendonça
Palestra Italia: Figueira, Rivetti e Magalhães. Adolfo, Xingo e Giglio. Faccioli, Ambrosine, Sandro, Armandinho e Imparato.
Santista: Lazaro, Nenucho e Pintanella. Pennaforte, Zarzur e Goulart. David, Gy, Nabor, Mena e Selesio.
O Paletra Italia classificou-se: dois escanteios contra um escanteio do C.A. Santista.
FINAL
11º Palestra Italia x São Paulo F.C.
Juiz: Antonio Sotero de Mendonça
Palestra Italia: Figueira, Rivetti e Magalhães. Adolfo, Xingo e Giglio. Faccioli, Ambrosine, Sandro, Armandinho e Imparato.
São Paulo: Joãozinho, Clodoaldo e Barthô. Iracy, Bino e Fábio. Luizinho, Armandinho, Friedenreich, Araken e Junqueira.
O São Paulo F.C. sagrou-se campeão: 1 gol (Barthô) e um escanteio contra nenhum do Palestra italia.
Fonte: Diário Nacional
