
AGACHADOS (esquerda para a direita): Malinho, Wassil, Gringo, Soca eH.Blio.
FOTOS: Acervo pessoal

O Torneio Início da 3ª Copa do Vale do Paraíba, promovido pela Federação Fluminense de Desportos (FFD), foi realizado no domingo, do dia 14 de Agosto de 1966, no estádio da Rua Marechal Floriano, em Três Rios/RJ.
O Campeão foi o Central Sport Club de Barra do Piraí que ficou com a Taça Heleno Nunes e o Troféu Hedyl Coróa. Diante de um bom público, a Renda ficou em Cr$ 880 mil cruzeiros.
A competição contou com a participação de seis equipes:
América Futebol Clube (Três Rios);
Associação Atlética Barbará (Barra Mansa);
Barra Mansa Futebol Clube (Barra Mansa);
Central Sport Club (Barra do Piraí);
Entrerriense Futebol Clube (Três Rios);
Royal Sport Club (Barra do Piraí).
| América/TR | 0 | X | 1 | Royal SC | Gol de Kleber |
| Central SC | 0 | X | 0 | Barra Mansa FC | 3 a 2 para o Central, nos pênaltis |
| AA Barbará | 0 | X | 0 | Entrerriense FC | 5 a 4 para o Entrerriense, nos pênaltis |
| Central SC | 0 | X | 0 | Royal SC | 4 a 3 para o Central, nos pênaltis |
| Central SC | 1 | X | 0 | Entrerriense FC | Gol de Garrinchinha |
No jogo de abertura, o Royal venceu o América de Três Rios pelo placar de 1 a 0. O único gol do jogo, foi marcado por Kleber aos 10 minutos do 1º tempo. Jubo Tosin (FFD) foi o árbitro, enquanto Pedro Ribeiro (LDTR) e Hamilton Ribas (LDTR) foram os auxiliares.
Royal: Baiano; Wilson, Narciso, Jota e Sandino; Neném e Kleber; João Batista, Luiz Carlos, Jorge e Meninho.
América-TR: Silvio; Renê, Jair, Mazinho e Gérson; Nana e Cebolinha; Rato, Dira, Batais e Pedrinho.
O 2º jogo, entre Barra Mansa e Central, teve um decorrer bastante movimentado, com jogadas no meio e poucos arremates em gol, proporcionando sempre a supremacia de ambas as defesas.
Na etapa derradeira, o Central, na primeira decisão de pênaltis, com três gols assinalados por Reis, contra dois de Pedal, que cobrou um para fora, avançou para fase seguinte da competição.
O árbitro foi Elmir de Souza (FFD), enquanto os auxiliares foram Jair de Oliveira (LDTR) e Hamilton Ribas (LDTR).
Central: China; Edson, Pedro, Sérgio e Cabelo; Carlinhos e Fernando; Quebrado, Adilson, Rei e Garrinchinha.
Barra Mansa: Aldo; Ênio, Marcviu, Sargento e Pedal; Garrincha e Doquinho; Jacaré, Odir, Zacarias e Tarugo.
Na 3ª partida, Entrerriense e Barbará empataram sem gols. O alvinegro de Três Rios foi superior, mas não conseguiu transformar em gol. Com isso, a decisão foi para os pênaltis, e o Entrerriense levou a melhor, vencendo por 5 a 4. Paulinho marcou os cinco tentos, enquanto Hugo acertou quatro batidas.
Altamir Vieira (FFD) comandou o jogo, tendo como auxiliares Pedro Ribeiro (LDTR) e Jair de Oliveira (LDTR – Liga Desportiva de Três Rios).
Entrerriense: Renato; Altair, Nivaldo, Filhinho e Soquete; Baiano e Joãozinho; Pingo, Roberto, Biriba (Balota) e Paulinho.
Barbará: Vidal; Paulinho, Raimundo, Silvio e Cid; Hugo e Odemar; Tonico, Maurino, Paulo Cezar e Alexrandre.
A Semifinal, reservou o encontro entre Royal e Central, o grande clássico de Barra do Piraí. Esta partida não agradou aos torcedores. Ambos os times não se enfrentavam há dois anos, devido à grande rivalidade existente.
Júlio Franz (FFD) foi o árbitro da partida, auxiliado por Pedro Ribeiro (LDTR) e Hamilton Ribas (LDTR), e os quadros tiveram a mesma formação de antes.
Após o empate em 0 a 0, a decisão foi para as penalidades máximas. O Central venceu por 4 a 3. Rei acertou quatro cobranças, enquanto Luís Carlos assinalou três vezes para o Royal.
Royal: Baiano; Wilson, Narciso, Jota e Sandino; Neném e Kleber; João Batista, Luiz Carlos, Jorge e Meninho.
Central: China; Edson, Pedro, Sérgio e Cabelo; Carlinhos e Fernando; Quebrado, Adilson, Rei e Garrinchinha.
Na grande final, que teve a duração de 15 minutos em cada tempo, O Central venceu o Entrerriense pelo placar de 1 a 0. O estádio apesar de ter refletores, os mesmos ainda não se encontravam em funcionamento.
Jogando um futebol simples e objetivo, o Central conseguiu a vitória, numa partida na qual o Entrerriense persistiu no erro anterior, chutando em gol, poucas vezes.
O gol do título aconteceu aos 4 minutos do 1º tempo, por intermédio de Garrinchinha, numa jogada individual, na qual bateu o zagueiro Altair, chutando forte para a meta guarnecida por Renato, que nada pode fazer.
Neste lance, o ponta esquerda do Central, contundiu-se, deixando o time com um jogador a menos até o final da peleja. O triunfo foi bastante justo, pois o Central lutou muito do o início ao fim da partida.
O presidente da Federação Fluminense de Desportos (FFD), o Sr. Portugal, ao final da decisão, fez a entrega do Taça Heleno Nunes ao Central e o prefeito de Barra do Piraí, o Sr. João Rocha vibrou com o feito do clube barrense.
| LOCAL | Estádio da Rua Marechal Floriano, em Três Rios/RJ |
| CARÁTER | Final do Torneio Início da 3ª Copa do Vale do Paraíba |
| DATA | Domingo, do dia 14 de Agosto de 1966 |
| RENDA | Cr$ 880.000,00 (oitocentos e oitenta mil cruzeiros) |
| ÁRBITRO | Elamir Souza (FFD) |
| AUXILIARES | Jair de Oliveira (LDTR) e Hamilton Ribas (LDTR) |
| CENTRAL | China; Edson, Pedro, Sérgio e Cabelo; Carlinhos e Fernando; Quebrado, Adilson, Rei e Garrinchinha. |
| ENTRERRIENSE | Renato; Altair, Nivaldo, Filhinho e Soquete; Baiano e Joãozinho; Pingo, Roberto, Biriba (Balota) e Paulinho. |
| GOL | Garrinchinha aos 4 minutos (Central), do 1º Tempo. |
Baseando-se na atuação dos jogadores que estiveram em ação durante do Torneio Início de 1966, a bancada de jornalistas escolheram o time ideal, a Seleção do Torneio, que tiveram os seguintes craques:
| 1 | Renato | Entrerriense FC |
| 2 | Wilson | Royal SC |
| 3 | Pedro | Central SC |
| 4 | Filhinho | Entrerriense FC |
| 6 | Sandino | Royal SC |
| 5 | Neném | Royal SC |
| 8 | Kleber | Royal SC |
| 10 | Tonico | AA Barbará |
| 7 | Paulo César | AA Barbará |
| 9 | Jorge | Royal SC |
| 11 | Garrinchinha | Central SC |
FONTES: Diversos jornais cariocas
O Scratch Paulista que disputou o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais de 1931. Nessa edição, São Paulo terminou com o vice-campeonato, atrás do Distrito Federal (Rio de Janeiro).

EM PÉ (esquerda para a direita): Grané (zagueiro direito), Lo Schiavo (zagueiro esquerdo), Newton (médio direito), Gogliardo (centro médio) e Munhoz (médio esquerdo);
AGACHADOS (esquerda para a direita): Luiz (ponta direita), Heitor (meia direita), Arthur Friedenreich (Centroavante), Feitiço (meia esquerda) e Siriri (ponta esquerda).
SENTADO (no centro): Athié (goleiro).

FOTOS: A Noite: Supplemento: Secção de Rotogravura (RJ) – A Gazeta (SP)

FONTE: Revista Careta
Que o futebol é uma paixão mundial, não se discute. Confira uma lista de fotos raras incríveis que conta a história do futebol no decorrer do século XX. As imagens abarcam o futebol brasileiro e mundial. Delicie-se com as fotos do futebol jogado no Muro de Berlim, o time que jogava descalço, o goleiro trapaceiro, os jogadores de um pequeno time brasileiro que foi convidado a conhecer Che Guevara, e muitas outras.
Vale a pena conferir. Abaixo duas fotos pinçadas, as outras 28 basta clicar no link: http://www.historiadigital.org/curiosidades/30-fotos-raras-da-historia-do-futebol/

Esta foto foi capturada em 06 de outubro de 1912, no Rio de Janeiro, e mostra o primeiro time do Flamengo

Esta foto foi capturada em 1936, no Tibet, e mostra o Lhasa United, o primeiro time de futebol tibetano.
FONTE: História Digital

Esporte Clube Campo Belo

Carlos Gomes Futebol Clube

GE Juventude

Sociedade Esportiva Comunicações Portão
FONTE: Mercado Livre

Há poucas informações referente ao Olaria Football Club, da cidade de Nova Friburgo, localizado na Região Serrana do estado do Rio de Janeiro. O que se sabe é que disputou o Campeonato Friburguense de Football das década de 20 e 30. Portanto, quem tiver mais informações ajude-nos a contar a história desta agremiação.
FOTO: Acervo da Photographia Allemã, R. 8 de Janeiro 16

O Cosmopolitano Futebol Clube é uma agremiação do município de Comóspolis, que está a 130 km da capital, na região de Campinas, e conta com uma população de 58 mil habitantes.
A sua Sede social está localizada na Rua Baronesa Geraldo de Rezende, nº 161-B – bairro Bela Vista III – Comóspolis (SP). A equipe mandava os seus jogos no Estádio Thelmo de Almeida.

Fundado na segunda-feira, do dia 15 de Novembro de 1915, bem antes de Cosmópolis ser emancipada, que aconteceu cerca de três década depois (em 1944).
O futebol não está no nome do clube por acaso. No final de 1919, o Cosmopolitano tornou-se o 1º clube do município de Campinas a ter estádio próprio, já que naquele tempo Cosmópolis ainda era distrito.

As equipes montadas pelo clube disputavam diversas competições do esporte que ainda era jovem no Brasil. O esporte serviu como ponto de partida para que outras modalidades nascessem e se fortificassem no clube.
Tendo disputado diversas competições de futebol ao longo das décadas, o clube manteve sua veia esportiva durante toda a sua história. Basquete, vôlei, tênis, natação e futsal são apenas algumas das modalidades presentes no Clube Cosmopolitano.
Não é à toa que a instituição realiza todos os anos a Olimpíadas do Cosmopolitano, evento tradicional e que movimenta centenas de atletas e moradores de diversas cidades da região.
MASCOTE
O Papagaio da Vila existe desde 1965 e foi desenhado por José Gombrade. Cosmópolis era chamada de Vila pelas pessoas que moravam nas colônias da Usina Ester, daí o nome.
Pensando em desenvolver um mascote para o Clube, a diretoria descobriu que ele já existia, então, Ivan Ossuna recriou e modernizou o mascote, que acompanha as divulgações do clube.
Inicialmente, o Cosmopolitano mandava seus jogos em um campo ao lado da Igreja Matriz, mas em 15 de novembro de 1919, conseguiu inaugurar sua “Praça de esportes“, diretamente a um arco de 20 metros e 6 graus, em um jogo onde empatou em 1×1 com o AA Ponte Preta.

Para pensar na importância do campo Cosmopolita, basta pensar que, na época, nem o Guarani nem a Ponte Preta tinham estádio. Além disso, as primeiras décadas foram marcadas por jogos disputados contra adversários da região, como em novembro de 1920, na comemoração dos 5 anos do clube, quando o Cosmopolitano venceu a Taça Carvalho & Fonseca, vencendo o Clube Concórdia, de Campinas, por 4×1.
FOTOS: site As Mil Camisas “O futebol em Cosmópolis – Parte 2” – Blog Reliquias do Futebol
FONTES: site do clube – wikipédia – livro “Uma história dos 100 anos do Cosmopolitano FC”, de Walber Kowalesky e Antono Rodolfo Rizzo