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Operário Pilarzinho Sport Club – Curitiba (PR): Fundado em 1951

O Operário Pilarzinho Sport Club é uma agremiação da cidade de Curitiba (PR). Fundado na sexta-feira, do dia 29 de junho de 1951. A sua Sede e o Estádio Bórtolo Gava ficam localizados na Rua Amauri Lange Silvério, nº 1.141, no Bairro de Pilarzinho, em Curitiba. As suas cores: vermelho, branco e azul.

História

Na década de 30 por volta de 1935-36, um grupo de moradores e trabalhadores do alto da cruz do Pilarzinho e Abranches, se reunia aos sábados à tarde para a pratica do futebol em um campinho sobre as pedreiras de João Gava e Prefeitura (hoje Paulo Leminski e Opera de Arame).

Passado algum tempo, o grupo resolveu marcar jogos aos domingos, na saída das missas na igreja do Abranches, o comentário era grande e outras pessoas começaram a participar dos treinos.

Eram jovens empresários da região e seus funcionários como a fabrica de vidros Cristaleiria Aurora, Pedreira de João Gava, Fabrica de moveis Lauro Goras, Moveis Pedroso e Pedreira de Bortolo Gava e Prefeitura.

Certo dia reunidos após o treino na Pedreira de João Gava, o grupo de atletas achou por bem escolher um deles como presidente para melhor representar o time e o nome da agremiação.

Pelo fato de todos os atletas serem operários e empresários e pensando em homenagear o bairro, foi escolhido o nome de Operário Pilarzinho Sport Club.

Com o tempo o espaço ficou impróprio para os treinos e jogos. Em uma das reuniões ficou decidido que deviam procurar outro local para o campo, então foi acertado com o Sr. Atílio Pilatti a locação de uma área que servia de pasto para seus animais.

Após acerto financeiro o Op. Pilarzinho começou a usar o novo campo e a realizar grandes festivais abrilhantado pelo serviço de alto falantes de Pedro Racoski. A companhia e cervejaria Brahma fornecia as barracas, tambores e bebidas. Os próprios atletas trabalhavam no churrasco, bebidas e rifas para pagar o aluguel do campo.

Após a copa do mundo de 1950 com o desempenho da seleção brasileira, os atletas do Op. Pilarzinho resolveram disputar os campeonatos organizados pela F.P.F.. Para tanto era necessário se filiar e o maior problema era que na época o clube precisava ter um patrimônio em seu nome, ai começou a batalha para a compra de um lote que durou 10 meses ate o dia da compra de uma área junto ao diretor Carlito Pilatti que fez um preço razoável e em condições.

Ate que no dia 29 de junho de 1951 (um feriado de São Pedro) foi oficialmente fundado o Operário Pilarzinho Sport Club sendo no mesmo dia eleita a primeira diretoria e encaminhado para o registro da Ata e do Estatuto.

1953 foi o grande ano da estréia no campeonato oficial e o Op. Pilarzinho participou da serie preta junto com outro estreante, o Iguaçu.

Participantes da serie preta:

Olímpico, Capão Raso, Avante, Triunfo, Esperança, Op. Pilarzinho e Iguaçu.

Com o tempo o time começou a ter problemas com o campo, então à diretoria começou uma nova batalha para arrumar outro local e apesar do bairro possuir muitas áreas, os terrenos eram irregulares.

Ate que um dia, Genisio Gabriel Gava incentivou Leandro Pilatti a falar com Bortolo Gava pai de Genisio sobre uma área para o campo.

No dia seguinte Leandro Pilatti convidou todos da diretoria para fazer uma visita a Bortolo Gava, assim levaram um litro de pinga com banana (novidade da época) para presenteá-lo. Enquanto Bortolo Gava conversava com o grupo formado por: Ermenigildo Gasparini, Benjamin Basso, Geraldo Gava, Genisio G. Gava, Emilio Pilatti, Vitorio Pilatti, Gildo Flor, Carlito Pilatti, Bepi Basso, Lauro Pilatti e Leandro Pilatti sua esposa servia vinho a todos.

Depois de longa conversa, Bortolo Gava concordou em vender uma área para construir o campo cobrando em parcela mensal e se caso ele morresse o Pilarzinho não teria mais que pagar. No dia seguinte começou a terraplanagem do campo e este dia histórico ocorreu no ano de 1957.

Dia 19 de Dezembro de 1957 o Op. Pilarzinho estava em luto, faleceu Bortolo Gava .  As obras não pararam e com gramado pronto, iniciou-se a construção dos vestiários, Bar, casa do caseiro e a cerca interna.

No dia 20 de Abril de 1958 a viúva de Bortolo Gava inaugurou o estádio com o nome do seu marido, à partir daí foi construído: Salão de festas, vestiários subterrâneos , alambrados e muro de alvenaria.

E assim 75 anos se passaram desde aquele dia em que uma bola de tento rolou naquele campinho da pedreiro.


FONTES: Site e a página do clube no Facebook – Correio do Paraná

Boa Vista Futebol Clube – Curitiba (PR): Existiu entre 1949 a 1969

O Boa Vista Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Curitiba (PR). O Alviverde foi Fundado no domingo, do dia 20 de Março de 1949, pelo Sr. Eduardo Jeronasso. A sua modesta Sede e o campo ficavam no Bairro Boa Vista, em Curitiba. O Boa Vista encerrou suas atividades no futebol suburbano em 1969 quando o campo deu lugar á expansão imobiliária na região.

O clube participou do Campeonato Suburbano da Terceira Divisão (equivalente a Terceirona Paranaense), entre os anos de 1952, 1953, 1954, 1955, 1956, 1957, 1958 e 1959.

Num tempo em que o hoje populoso bairro Boa Vista era cercado de inúmeras chácaras, antes mesmo da inauguração da Avenida Paraná, o campo de futebol do Boa Vista F. C. era palco de memoráveis festivais esportivos. Ali apareceram muitos craques, alguns dos quais brilharam até em times profissionais.

Um bom exemplo, foi o ponta esquerda, Ronald (Ronald Olegário Dias) que, jogando numa preliminar no Alto da Glória pelo Boa Vista contra o Juvenil Coritibano jogou tanta bola que o presidente Arion Cornelsen tratou logo de contratar o jovem atleta, de 20 anos, que fez sua estréia no “Glorioso”, em 17 de junho de 1956 e só parou no começo da década de 70.

Prefeito de Santos (SP) agradece o Boa Vista Futebol Clube  

Além de ser um clube simpático também era generoso. No dia 1º de março de 1956, o Morro Santa Terezinha, na cidade de Santos (SP), sofreu o seu maior desastre. Naquele dia, uma forte chuva atingiu a região causando deslizamento de terra e pedras.

Na tragédia de 1956, 22 pessoas morreram e cerca de 40 chalés no sopé do morro foram atingidos pelas pedras do morro. As ruas João Caetano e Godofredo Fraga, no bairro Marapé, foram as mais atingidas.

De acordo com registros, a chuva começou por volta das 14 horas e só parou às 22 horas. Foram oito horas ininterruptas de chuva. Vários pontos de Santos ficaram completamente alagados e muitos munícipes perderam suas moradias.

Sensibilizados com a tragédia, a diretoria do Boa Vista Futebol Clube resolveu organizar a campanha “Pró Flagelados da Catástrofe de Santos“. A ação conseguiu arrecadar a importância de Cr$ 4.835,50 (quatro mil, oitocentos e trinta e cinco cruzeiros e cinquenta centavos).

Tal gestou tocou o então  Prefeito de Santos/SP, Antonio Feliciano, que em 28 de maio de 1956, o enviou uma carta para a Federação Paranaense de Futebol (FPF) para agradecer ao Boa Vista Futebol Clube.

FONTES: Tribuna PR (Levi Mulford) –  Fabiano Thadeo – Livro “Futebol do Paraná – 100 anos de história”, de Heriberto Ivan Furtado e Levi Mulford – BoqNews – Diário da Tarde (PR) – O Dia (PR) – Última Hora (PR) – Paraná Esportivo (PR)

FOTOS: O Historiador do Futebol – Tribuna PR (Levi Mulford)

 

Celeste Futebol Clube – Curitiba (PR): Existiu entre 1943 a 1960

O Celeste Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Curitiba (PR). O Alvianil foi Fundado na quarta-feira, do dia 05 de Maio de 1943. A sua Sede ficava na Rua Desembargador Otávio do Amaral (esquina da Alameda D. Isabel), s/n, no Bairro Bigorrilho, em Curitiba. Em 1960, o clube encerrou suas atividades após a temporada.

O clube mandava seus jogos no Estádio Capitão Manoel Aranha (de propriedade do Poti), localizado, onde hoje está a Praça 29 de Março. Em 1948, o Celeste disputava o seu 1º campeonato oficial através do Campeonato Suburbano da 3ª Divisão, com a participação de 24 equipes divididas nas séries verde, amarela e preta. Naquele tempo havia a 2ª Divisão e a 3ª Divisão, pois a 1ª Divisão reunia equipes profissionais.

O Celeste fez uma campanha razoável inclusive foi vice-campeão do Torneio Inicio de 1948.

Em 1950 quando o seu rival União Bigorrilho foi campeão o Celeste ficou como vice-campeonato. Os confrontos entre Celeste e União Bigorrilho eram de estremecer já que os clubes eram do mesmo bairro.

Em 1952 houve a mudança para 1ª e 2ª divisões do Campeonato Suburbano ficando a categoria de profissionais com divisão de profissionais. Nesse mesmo ano (1952), o Celeste ficou com o vice-campeonato, enquanto o Ipê foi campeão.

O clube ficou na 3ª Divisão até 1954 quando foi promovido para a 1ª Divisão, onde se agregou aos seguintes adversários (19 clubes ao todo): Operário do Ahú, Poti, Bacacheri, Flamengo, Rio Branco, Primavera, Vasco da Gama, Cinco de Maio, Botafogo, Madureira, União Ahú, União Bigorrilho, Operário Mercês, Palestra Assungui, Ipiranga, Belmonte, América e Clube dos Espartanos. O campeão invicto foi o Operário do Ahú e o Poti também invicto foi o vice-campeão.

O Celeste foi um ótimo formador de craques. Podemos citar alguns, como o lateral-direito Altemir, que depois foi para o juvenil do Juventus time do Batel, Atlético Paranaense, seleção paranaense e ainda muito jovem se transferiu para o Grêmio Futebol Porto-alegrense onde foi titular e ídolo durante vários anos na década de 60. Tiveram ainda o goleiro Hamilton Probst, grande ídolo do Coritiba, Renato Requião, Calita, Douglas, entre outros.

FONTES: Tribuna PR (Levi Mulford) – José Domingos Borges Teixeira – Fabiano Thadeo – Livro “Futebol do Paraná – 100 anos de história”, de Heriberto Ivan Furtado e Levi Mulford – Paraná Esportivo

Bola de Ouro Futebol Clube- Curitiba (PR): Fundado em 1949

O Bola de Ouro Futebol Clube foi uma agremiação da cidade de Curitiba (PR). Fundado na terça-feira, do dia 22 de Fevereiro de 1949. A sua Sede fica na Avenida Senador Salgado Filho, nº 3.829, no Bairro de Uberaba, em Curitiba. Atualmente no local está instalado a Sociedade Bola de Ouro (escudo este, muito parecido com o Bola de Ouro Futebol Clube).

O Bola de Ouro de Uberaba participou de diversas edições no Campeonato Suburbano de Curitiba, entre as décadas de 60 e 70. Nesse período foi duas vezes campeão: 1963 (Invicto) e 1669. Também se sagrou Campeão de Aspirantes em 1962, e ficou na 2ª colocação no Torneio Início do Suburbano de 1966.

FONTES: Tribuna PR – Fabiano Thadeo – Livro “Futebol do Paraná – 100 anos de história”, de Heriberto Ivan Furtado e Levi Mulford – Diário do Paraná (PR) – Paraná Esportivo (PR)

Novo Escudo e Uniforme: Garça Futebol Clube – Garça (SP)


Garça Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Garça (SP). O clube foi Fundado em 1932, e depois foi refundado em 15 de Fevereiro de 1965. A sua Sede fica localizada na Rua Maria Isabel, 389 – Centro de Garça.

O Estádio Municipal Frederico Platzeck com capacidade para 6.630 pessoas, é casa do Garça. A sua maior glória foi o título do Campeonato Paulista da Terceira Divisão (atual Série A-3) de 1969. O Garça também possui dois vices no Paulistão da Série A-2: 1972 e 2000.
HISTÓRIA
Em 1932, havia na cidade paulista de Garça uma antiga agremiação chamada Garça Futebol Clube. Esse time disputava com outro, o Bandeirantes Futebol Clube, as atenções dos torcedores na cidade.
Nos anos de 1950, surgiu uma outra equipe com o nome Bandeirantes, mas era a Associação Atlética, que disputou o Campeonato Paulista da Terceira Divisão (atual A3), em 1956 e em 1958, e é um clube extinto.
Em 1942, Garça Futebol Clube e Bandeirantes Futebol Clube resolveram pela fusão de ambas as equipes, daí surgiu o Clube Atlético Brasil.
Entretanto, em 1943, houve a necessidade de esse novo time voltar a se identificar com o nome da cidade e passou a se chamar Garça Esporte Clube.
Em 1965, adota o nome que permanece até os dias de hoje, ou seja, voltou com o primeiro nome do início de sua origem nos anos 30. O Garça Esporte Clube, como equipe profissional, iniciou sua jornada em 1950, na Segunda Divisão (atual A2), e permaneceu até 1960, com uma ausência em 1953.
De 1961 a 1964, afasta-se. Em 1965, já como Garça Futebol Clube, reinicia sua jornada e sagra-se campeão da Terceira Divisão, em 1969, e retorna para a Segunda, em 1970, permanecendo nela até 1976.
Depois de mais algumas participações na Terceira Divisão, voltou para a divisão de acesso em 1985. Ao todo, totalizou 41 participações nos campeonatos organizados pela Federação Paulista.
 
FONTES: Rsssf Brasil – Página do clube no Facebook –Wikipédia – Escudos do Mundo Inteiro (Homero Queiroga) 

SEUB (Sociedade Esportiva União Bandeirantes) – Catende (PE): Disputou a Copa Pernambuco de 2009

O SEUB (Sociedade Esportiva União Bandeirantes) é uma agremiação da cidade de Catende (PE). Fundado na terça-feira, do dia 17 de Setembro de 1974. A sua Sede está localizada na Avenida João Clementino, nº 1, no Bairro da Laje Grande, em Catende.

O SEUB manda os seus jogos no Estádio Municipal Anteógenes Chaves, com Capacidade para 3 mil pessoas, em Catende. Na esfera profissional, o clube participou da Copa Pernambuco de Futebol de 2009, que foi realizado entre 12 de setembro a 22 de novembro.

A competição contou com a presença dos grandes do estado: Santa Cruz, Sport do Recife e Náutico Capibaribe. O Santa Cruz, que já tinha faturado o título de 2008, voltou a vencer, faturando o Bicampeonato.

Na primeira fase, as equipes foram distribuídas em quatro grupos de 4 equipes onde eles iriam jogar em jogos de ida e volta totalizando 6 jogos na 1ª fase, as duas primeiras equipes iriam se classificar para a 2ª fase.O SEUB acabou ficando na primeira fase. Foram seis jogos, com três empates e três derrotas; marcando três gols e sofrendo 12, com um saldo negativo de nove.

 

FONTES: Página do clube no Facebook – Rsssf Brasil – Wikipédia

Uniforme de 1973: Madureira Esporte Clube – Rio de Janeiro (RJ)

Pôster da Revista Placar de 1973, do Madureira Esporte Clube, do Bairro de Madureira, na Zona Norte do Rio de Janeiro (RJ). O Tricolor Suburbano estava posado com a seguinte formação:

EM PÉ (Esquerda para a direita) –  Paúra, Norival, Sidnei,  Ruço (em 1975 foi para o Corinthians) e Celso Alonso (ex-Vasco).

AGACHADOS (Esquerda para a direita) –  Ivã, Kaneco (ex-Santos, faleceu em 2017), Silva, Mano, Carioca e Gaspar (atuou em vários times do interior paulista).

 

Dados extras

Contando com a colaboração do internauta José Leôncio, agregamos mais dados informações sobre essa fotografia. Ela foi tirada na estréia do Campeonato Carioca de 1973. No sábado, do dia 10 de março, às 16 horas, o Madureira enfrentou o Fluminense (que viria a se sagrar campeão daquele ano), e, arrancou um empate sem gols, no Estádio de São Januário.

árbitro da partida foi José Mario Vinhas, tendo como auxiliaresRonald Monassa e Luiz Carlos Oliveira. O público foi de 3.202 pagantes, com uma Renda de Cr$ 27.242,00. O Fluminense atuou assim: Félix; Oliveira, Abel, Assis e Toninho; Denílson, Silveira e Rubens Gálaxie (Libânio); Wilton, Dionísio e Lula. Técnico: Zezé Moreira.

Madureira formou dessa forma: Norival; Ivã, Paúra, Sidnei e Celso Alonso; Ruço e Carioca; Kaneco (Zé Dias), Mano (Mozart), Silva e GasparTécnico: Jair da Rosa Pinto.

 

FONTES: Jornal dos Sports – Revista Placar – José Leôncio 


Associação Atlética Dimensão Saúde – Palmeira dos Índios (AL): Fundado em 1982

A Associação Atlética Dimensão Saúde é uma agremiação da cidade de Maceió (AL). A sua Sede administrativa fica situado na Rua Livramento, nº 245 / Anexo 1 / Sala 4, no Centro de Maceió. Uma curiosidade é que o CT (Centro de Treinamento) do clube fica em outro estado. Para ser mais preciso, exatamente no Município de Canhotinho, em Pernambuco, localizado à 146 Km da cidade de Maceió.

 

História

O clube foi Fundado na segunda-feira, do dia 06 de Setembro de 1982, com o nome de Dimensão Expressinho, pelo treinador Alécio Correia, considerado por todos um dos maiores treinadores da história do clube e da cidade.

Conhecido carinhosamente como “Expressinho“, um time amador da cidade de Canhotinho no estado de Pernambuco. A proposta principal do clube era a formação de um time jovem com garotos entre 14 à 20 anos, focando em uma formação forte e competitiva.

Teve a oportunidade de viajar por todo o Estado de Pernambuco levando um futebol alegre e trazendo na bagagem alguns títulos do futebol amador como o Campeonato do Agreste, Copa da Cidade e outros.

A história do clube sofreu uma mudança radical no início dos anos 2000. A agremiação resolveu se profissionalizar. A distância de 210 km para a capital pernambucana (Recife) era relativamente próxima, porém após disputar as competições nas categorias de base promovidas da Federação Alagoana de Futebol (FAF) e no Sesi/TV GAZETA, por alguns anos, a decisão de montar uma sede administrativa em Maceió (cerca de 146 km) acabou sendo natural.

 

2001: clube muda de nome e estado

Então, no sábado, do dia 10 de Fevereiro de 2001, o clube foi rebatizado como Associação Atlética Dimensão Saúde, nas cores: verde, branco e preto.

Em 2002, o Dimensão mandava os seus jogos na cidade de Anadia, localizado a 94 km da capital alagoana. Em 2004, se transferiu para o Município de Paulo Jacinto, que está a 99 km da capital.

 

CT – Centro de Treinamento

Situado na cidade de Canhotinho-PE CT foi projetado para proporcionar aos atletas e também aos seus visitantes, o melhor conforto, contando com um campo em medidas oficiais, vestiários para o time da casa, comissão de arbitragem e time visitante, uma ampla área, com total visão do campo, para acomodar confortavelmente, profissionais do futebol e investidores.

Atualmente, a Associação Atlética Dimensão Saúde. conta com as seguintes categorias de base: Pré-Mirim (Sub 10); Mirim (Sub 13); Infantil (Sub 15); Juvenil (Sub 17); Juniores (Sub 20) e Profissional (masculino e feminino).

2002: Estreia no futebol profissional

O início aconteceu no ano de 2002, quando a Dimensão Saúde debutou no Campeonato Alagoano da Segunda Divisão, mandando suas partidas em Anadia. O clube chegou na fase semifinal, sendo eliminado pelo CSE (que acabou se sagrando campeão da Segundona). Após o empate sem gols, em casa, acabou sendo goleado por 4 a 1, na partida de volta.

 

2004: Vice-campeão da Segundona

O clube optou por consertar os erros e retornou para disputar a Segundona Alagoana em 2004, já no Município de Paulo Jacinto. Na primeira fase, a Dimensão Saúde terminou na 2ª colocação do Grupo 1, só atrás do poderoso CSA.

Nas semifinais, o clube venceu, em casa, em 24 de julho, o Olhodaguense por 2 a 0. No jogo da volta, o adversário devolveu o placar e a decisão foi para os pênaltis. De forma dramática, a Dimensão Saúde venceu por 4 a 3, avançando para a grande final.

No entanto, diante do Penedense, o time não conseguiu “encaixar o seu jogo” e acabou sendo derrotado nos dois jogos, ambos por 2 a 0. Com o vice-campeonato, a Dimensão Saúde conquistou o inédito acesso para a Elite do Futebol Alagoano.

 

2005: Debuta na Elite, mas acaba rebaixado

Em 2005, participou pela 1ª vez na Primeira Divisão. Porém, a campanha foi aquém e o clube terminou na 9ª e última posição, sendo acabou  rebaixado. Ao todo foram 16 jogos e nove pontos conquistados: duas vitórias, três empates e 11 derrotas; marcando 14 gols, sofrendo 47 tentos, e um saldo negativo de 33.

2017: Após 11 anos retorna a Segundona e, de cara, fatura o inédito título

O impacto pela queda foi tão forte, que o clube se afastou por 11 temporadas, só retornando em 2017. No Campeonato Alagoano da Segunda Divisão, a Dimensão Saúde teve o momento histórico.

Além de ter mudado de cidade, de novo, agora em Palmeira dos Índios (mandando os seus jogos no Estádio Juca Sampaio), o clube goleou o Ipanema por 4 a 1, no Estádio Arnon de Mello, em Santana do Ipanema, assegurou o título e o acesso para a Elite do Futebol de Alagoas em 2018.

O Dimensão fez uma campanha com o aproveitamento de 79%, foram oito jogos, 6 vitórias (4 a 1 no Agrimaq, 4 a 1 no Comercial, 2 a 1 no Penedense, 4 a 0 no Santa Cruz, 2 a 0 no São Domingos e 4 a 1 no Ipanema); um empate (2 a 2 com o Zumbi); e apenas uma derrota (2 a 1 contra o Aliança). Além disso, terminou o certame como o melhor ataque da competição com 23 gols e o artilheiro: Etinho com 11 gols.

FONTES: Rsss Brasil – Wikipédia – Site do Clube – Página do Clube no Facebook – Federação Alagoana de Futebol (FAF)