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Santa Cruz Futebol Clube – Recife (PE): Escudo raro de 1953

O ano de 1953, foi interessante pelo fato de ter encontrado modelos um pouco diferentes dos conhecidos do trio pernambucano: Santa Cruz, Náutico e Sport Recife. Nesta publicação segue o distintivo do Santa Cruz Futebol Clube. Atualmente há nove modelos. Posso afirmar que este é o décimo!

FONTE: Diário de Pernambuco

CE Arraial do Cabo/RJ de escudo novo

A diretoria do CE Arraial do Cabo anunciou o novo escudo, ontem, dia 19/05/2015. A mudança vem para reforçar uma nova fase de marketing do clube, segundo a fonte.

Fonte: http://www.futrio.net/site/noticia/detalhe/35182906

Este ano o clube voltou a atuar na sua cidade natal. Nos últimos anos o clube não tinha um campo definido e mandou seus jogos em vários locais no Grande Rio, a saber:

Figueira de Melo, Rio de Janeiro/RJ, Brasil
Nivaldo Pereira (Nivaldão), Nova Iguaçu/RJ, Brasil
Nielsen Louzada (Louzadão), Mesquita/RJ, Brasil
Ademar Barbosa (Anchieta), Rio de Janeiro/RJ, Brasil
Joel Pereira, Nova Iguaçu/RJ, Brasil.

Parece que a volta para casa não deu muita sorte. Neste fim de semana perdeu de 2 a 0 para o Itaborai. Hoje o CEAC está segurando a lanterna do seu grupo, junto com o Esprof de Cabo Frio (que perdeu 2 partidas por WO e se perder a terceira será eliminado da competição, segundo o regulamento).

Fonte: Arquivo pessoal

 

Torneio Dagoberto Pimentel ou Pernambuco Paraíba de 1961: Treze Futebol Clube (PB) foi Campeão Invicto!

CAMPEÃO INVICTO

O I Torneio Dagoberto Pimentel (mencionado assim pelos pernambucanos)ou I Torneio Pernambuco Paraíba (citado de tal modo pelos paraibanos), foi realizado entre os dias 07 a 23 de abril de 1961, e contou com a participação de quatro equipes: Duas pernambucanas (Clube Náutico Capibaribe e Santa Cruz Futebol Clube) e duas paraibanas (Treze Futebol Clube e Campinense Clube).

VICE-CAMPEÃO

Quem foi Dagoberto Pimentel?

Dagoberto Pimentel faleceu na Quarta-feira, do dia 29 de março de 1961. Atuou como árbitro de futebol, foi Conselheiro do Clube Náutico Capibaribe, teve grande destaque quando atuou como um dos diretores do departamento de futebol do grêmio alvirrubro. Com isso, o torneio recebeu o nome de Dagoberto Pimentel, em homenagem ao dirigente.

3º LUGAR

Regulamento

A Formula de disputa era simples. As quatro equipes se enfrentaram em turno e returno. E o clube com a maior pontuação seria declarado o campeão do I Torneio Dagoberto Pimentel ou I Torneio Pernambuco Paraíba de 1961.

4º COLOCADO

Náutico estreou com vitória

A rodada de abertura contou com o encontro dos campeões estaduais de 1960: Náutico Capibaribe e Campinense, se enfrentaram na noite da sexta-feira, às 21h15min., do dia 07 de abril de 1961, no Estádio Eládio de Barros Carvalho, Aflitos. O jogo deveria ter sido realizado um dia antes, mas em decorrência das fortes chuvas, a partida foi remarcada para o dia seguinte.

Os comandados alvirrubros, do técnico Gentil Cardoso saíram de campo vitoriosos, pelo placar de 2 a 0. Gols de Zé Maria e Moésio, ambos na etapa final.

Árbitro: José Justino (Liga Campinense de Desportos)

Auxiliares: José Amaro Dutra e Sebastião Rufino

Renda: Cr$ 52.150,00

Público: 1.011 pagantes

Expulsão: Clóvis (Campinense) aos 43 minutos do 2º tempo

Náutico: Waldemar; Nancildo, Múcio e Hélmiton; Zé Maria e Givaldo; Nado (Fernando I), Moésio, Elias (Fernando II), Ênio Andrade e Fernando (Elias). Técnico: Gentil Cardoso.

Campinense: Tempestade; Cido, Mivaldo e Massangana; Salomão e Luiz Carlos; Tonho, Zezinho, Delgado (Géo), Claudinho (Clóvis) e Martinho (Chiclets). Técnico: Edésio Leitão.

Time posado do Treze, em 1961

Treze bateu o Santa

Na outra partida, na noite de do dia 07 de abril de 1961, num gramado encharcado e com um público regular, o Treze venceu o Santa Cruz (PE) por 1 a 0, no Estádio Presidente Vargas, em Campina Grande (PB). O gol da vitória saiu aos 21 minutos do primeiro tempo, por intermédio do extrema esquerda Nogueira, numa falha clamorosa do zagueiro-lateral, Roberto.

Árbitro: Otacílio Avelino (Liga Campinense de Desportos)

Renda: Cr$125.560,00 (cento e vinte cinco mil e quinhentos e sessenta cruzeiros)

Expulsões: Dodô e Mário (Santa Cruz); Pedro Neguinho (Treze)

Treze: Brito; Ivo (Hélio) e Grilo; Germano, Milton e Gilvan (Rui); Saquinho, Evilásio (Pedro Neguinho); Bola Sete e Nogueira (Ruivo). Técnico: Vavá.

Santa Cruz: Pedrinho; Roberto e Nagel; Biu, Luiz e Dodô; Hamilton (Mário), Lua, Nabor (Zeca), Nilsinho e Salvador. Técnico: Ricardo Diez.

Náutico e Campinense ficam no empate

Pela 2ª rodada, na tarde de domingo, do dia 09 de abril de 1961, no Estádio Municipal Plinio Lemos, em Campina Grande, Campinense e Náutico ficaram no empate em 2 a 2. Nancildo e Elias marcaram para o Timbu, enquanto Massangana e Claudinho marcaram para os paraibanos.

Árbitro: Sebastião Rufino (FPF)

Auxiliares: José Amaro Dutra e Sebastião Rufino

Renda: Cr$ 125.990,00

Campinense: Tempestade; Luiz Carlos e Cido; Salomão, Marques e Massangana; Tonho, Zeca (Géo), Zezinho, Chiclete (Delgado), Clóvis (Claudinho) e Martinho. Técnico: Edésio Leitão.

Náutico: Waldemar; Nancildo e Múcio; Zé Maria, Carlos e Givaldo; Nado, Fernando II, Moésio,  Elias e Fernando I. Técnico: Gentil Cardoso.

Gols: Massangana aos 33 minutos (Campinense), no 1º Tempo. Nancildo aos 16 minutos (Náutico); Claudinho aos 33 minutos (Campinense); Elias aos 41 minutos (Náutico), no 2º Tempo.

Treze volta a vencer e assume a ponta

No Estádio Dr. José do Rêgo Maciel, “Arruda”, na tarde de domingo, do dia 09 de abril de 1961, no Recife, o Santa Cruz foi superado pelo Treze, pelo placar de 2 a 0, assumindo a liderança isolada do Torneio Dagoberto Pimentel. O destaque da partida foi Rui, que marcou os dois tentos, um em cada tempo, para o Galo da Borborema.

Árbitro: Manoel Correia de Lima

Renda: Cr$ 197.800,00

Treze: Brito; Ivo e Grilo; Germano, Milton e Manoelzão; Saquinho, Rui, Evilásio (Gilvan), Bola Sete e Nogueira (Ruivo). Técnico: Vavá.

Santa Cruz: Pedrinho; Roberto e Nagel; Biu, Luiz e Dodô; Mário (Nabor), Lelé (Hamilton), Lua, (Zeca), Nilsinho e Salvador (Canhoteiro). Técnico: Ricardo Diez.

Time posado do Santa Cruz, em 1961

Santa Cruz vence a primeira

Na noite da quarta-feira, do dia 12 de abril de 1961, no Estádio dos Aflitos, o Santa Cruz venceu a primeira, ao bater o Campinense por 4 a 2. Os gols foram assinalados por Lua, três vezes; e Mário para os pernambucanos; enquanto Chiclete marcou os dois tentos do rubro-negro paraibano.

Árbitro: José Justino (Liga Campinense de Desportos)

Auxiliares: Evandro Ferreira e Waldemir Wanderley

Renda: Cr$ 87.580,00

Santa Cruz: Pedrinho; Roberto e Nagel; Biu, Luiz e Dodô; Mário, Hamilton, Lua, Collete e Mainha (Canhoteiro). Técnico: Ricardo Diez.

Campinense: Tempestade (Freire); Luiz Carlos e Cido (Assis); Salomão, Marques e Massangana; Tonho, Zeca, Zezinho, Chiclete (Géo), Clóvis (Claudinho) e Martinho. Técnico: Edésio Leitão.

Treze e Náutico não saíram do zero

Na noite da quinta-feira, às 21h15min., do dia 13 de abril de 1961, no Estádio Presidente Vargas, em Campina Grande/PB,

Árbitro: Argemiro Felix, o “Sherlock”

Renda: Cr$ 212.770,00

Treze: Brito; Ivo e Grilo; Milton e Manuelzão; Rui (Gilvan), Evilásio (Pedro Neguinho), Saquinho, Bola Sete e Nogueira (Ruivo). Técnico: Vavá.

Náutico: Waldemar; Nancildo e Copolilo; Zé Maria, Múcio e Hélmiton (Givaldo); Luiz Carlos, Moésio (Fernando), Fernando II, Ênio Andrade e Elias. Técnico: Gentil Cardoso.

Líder, o Treze venceu no Recife

No Estádio dos Aflitos, na tarde de domingo, do dia 16 de abril de 1961, o Náutico foi derrotado pelo Treze pelo placar de 3 a 1. Os gols da peleja foram marcados por Pedro Neguinho, Bola Sete e Gilvan para o Galo da Borborema; enquanto Elias fez o tento de honra para o Timbu.

Apesar do goleiro Waldemar ter falhado em dois gols e o atacante Abílio ter desperdiçado um pênalti, após o fim da partida, a torcida direcionou a sua insatisfação para o técnico Gentil Cardoso. Até o arqueiro reconheceu que o treinador era o menos culpado na derrota do Náutico.

Árbitro: Manoel Correia Lima

Renda: Cr$ 281.200,00

Náutico: Waldemar; Nancildo e Copolilo (Múcio); Zé Maria, Múcio (Carlos) e Givaldo; Luiz Carlos, Moésio (Abílio), Fernando II, Ênio Andrade e Elias. Técnico: Gentil Cardoso.

Treze: Brito; Ivo e Gonzaga; Germano, Nilton e Manuelzão; Gilvan, Pedro Neguinho (Rui), Saquinho, Bola Sete e Nogueira (Ruivo). Técnico: Vavá.

Time posado do Náutico, em 1961

Num jogo de seis gols, Campinense e Santa Cruz ficaram iguais

No outro jogo, realizado na tarde de domingo, do dia 16 de abril de 1961, o Campinense e Santa Cruz empataram em 3 a 3, no Estádio Getúlio Vargas, em Campina Grande/PB.

Árbitro: Waldemir Wanderley

Renda: Cr$ 794.700,00

Campinense: Tempestade; Luiz Carlos e Mivaldo; Salomão, Marques e Massangana; Marinho (Géo), Zezinho, Chiclete (Claudinho), Delegado, Jair (Marinho). Técnico: Edésio Leitão.

Santa Cruz: Agostinho; Roberto e Nagel; Biu, Luiz e Dodô; Mário (Zeca), Hamilton, Lua, Collete e Mainha. Técnico: Ricardo Diez.

Time posado do Campinense, em 1961

Santa Cruz venceu o clássico diante Náutico

Na tarde de sexta-feira, do dia 21 de abril de 1961, tivemos os clássicos entre Treze e Campinense, no Estádio Plinio Lemos, em Campina Grande/PB; e no Recife/PE, o confronto entre Náutico e Santa Cruz.

Na capital pernambucana, o Santa Cruz bateu o Náutico por 3 a 2. Os gols foram de Mainha, de pênalti; Mário e Givaldo, contra, para o Santinha; enquanto Luiz, contra; e Abílio marcaram para o Timbu.

Árbitro: Sebastião Rufino

Renda: Cr$ 341.660,00

Santa Cruz: Agostinho; Roberto e Nagel; Biu, Luiz e Dodô; Mário, Hamilton (Zeca), Lua, Collete (Luizinho) e Mainha (Canhoteiro). Técnico: Ricardo Diez.

Náutico: Waldemar; Nancildo e Copolilo; Zé Maria, Clóvis e Givaldo; Luiz Carlos (Fernando), Fernando II, Abílio, Ênio Andrade e Elias. Técnico: Gentil Cardoso.

Assim foi destacado o título do Treze, na imprensa pernambucana

Treze faturou o título por antecipação

Com a vitória do Santa Cruz, e o empate em 1 a 1, com o Campinense, o Treze se sagrou campeão do I Torneio Dagoberto Pimentel, com uma rodada de antecipação.

O Campinense abriu o placar aos 15 minutos da etapa inicial, por intermédio de Géo. Depois de driblar Gonzaga, o atacante pernambucano correu pelo meio, e, tendo à sua frente apenas o arqueiro Brito, mostrou a calma necessária para colocar a bola no fundo das redes.

Na etapa final, após receber o passe de Bola Sete, o atacante Nogueira fuzilou a meta de Cazuza, para deixar tudo igual.

Árbitro: Manoel Correia Lima

Renda: Cr$ 336.260,00

Expulso: Luiz Carlos (Campinense)

Treze: Brito; Ivo e Gonzaga; Germano, Milton e Manuelzão; Gilvan (Rui), Pedro Neguinho, Saquinho, Bola Sete e Nogueira (Ruivo). Técnico: Vavá.

Campinense: Biu (Cazuza); Luiz Carlos e Cido; Salomão (Marques, depois Clóvis), Claudinho e Massangana; Tonho, Zeca, Géo, Chiclete, Ibiapino e Martinho. Técnico: Edésio Leitão.

A rodada de encerramento teve uma chuva de gols

A última rodada, rolou na tarde de domingo, do dia 23 de abril de 1961, com o Santa Cruz voltando a vencer o Náutico, pelo placar de 2 a 1, no Recife/PE. Com o título assegurado, o Treze ficou no empate em 2 a 2 com o Campinense, em Campina Grande/PB.

1ª Rodada:

6ª-feira – 07 de abrilNáutico Capibaribe (PE)2 X 0Campinense (PB)Recife (PE)
6ª-feira – 07 de abrilTreze (PB)1 X 0Santa Cruz (PE)Campina Grande (PB)

2ª Rodada:

Domingo – 09 de abrilCampinense (PB)2 X 2Náutico Capibaribe (PE)Campina Grande (PB)
Domingo – 09 de abrilSanta Cruz (PE)0 X 2Treze (PB)Recife (PE)

3ª Rodada:

4ª-feira – 12 de abrilSanta Cruz (PE)4 X 2Campinense (PB)Recife (PE)
5ª-feira – 13 de abrilTreze (PB)0 X 0Náutico Capibaribe (PE)Campina Grande (PB)

4ª Rodada:

Domingo – 16 de abrilCampinense (PB)3 X 3Santa Cruz (PE)Campina Grande (PB)
Domingo – 16 de abrilNáutico Capibaribe (PE)1 X 3Treze (PB)Recife (PE)

5ª Rodada:

6ª-feira – 21 de abrilTreze (PB)1 X 1Campinense (PB)Campina Grande (PB)
6ª-feira – 21 de abrilNáutico Capibaribe (PE)2 X 3Santa Cruz (PE)Recife (PE)

6ª Rodada:

Domingo – 23 de abrilCampinense (PB)2 X 2Treze (PB)Campina Grande (PB)
Domingo – 23 de abrilSanta Cruz (PE)2 X 1Náutico Capibaribe (PE)Recife (PE)

Classificação Final

CLUBESPGJVEDGPGCSG
Treze/PB9633945
Santa Cruz/PE7631212111
Náutico/PE46123810-2
Campinense/PB46421014-4

Excelente média de gols  

Foi realizado no I Torneio Dagoberto Pimentel  ou I Torneio Pernambuco Paraíba 12 jogos, com 39 gols marcados, dando uma média de 3,25 gols por partida.

Bilheteria

Arrecadação no Recife/PE: Cr$ 1.196.770,00

Arrecadação em Campina Grande/PB: Cr$ 1.185.560,00

Arrecadação Total: Cr$ 2.382.330,00

ARTILHARIA

4 gols – Lua (Santa Cruz);

3 gols – Chiclete e Géo (Campinense); Elias (Náutico); Hamilton (Santa Cruz);

2 gols – Mário (Santa Cruz); Nogueira, Bola Sete e Gilvan (Treze); Martinho (Campinense); Mainha (Santa Cruz);

1 gol – Zé Maria, Nancildo e Moésio (Náutico); Massangana, Claudinho, Pedro Neguinho (Treze); Abílio (Campinense);

Gol Contra –  Givaldo, do Campinense a favor do Santa Cruz; Luiz, Santa Cruz a favor do Campinense.

FONTE: Diário de Pernambuco (PE)

Diarbuco Sport Club – Recife (PE): Fundado em 1938

O Diarbuco Sport Club foi uma agremiação da cidade de Recife (PE). O ‘Grêmio da Imprensa’ foi Fundado no dia 28 de Maio de 1938, tendo a sua Sede localizada na Rua das Moças, s/n, no Bairro do Arruda, na capital recifense. O clube foi idealizado pelo Diário de Pernambuco, daí a alcunha de ‘Grêmio da Imprensa’.

A princípio a intenção era meramente um entretenimento para os funcionários, mas os bons resultados em amistosos rapidamente mudou o pensamento. E, no ano seguinte (1939), o Diarbuco estreou no Campeonato Suburbano. Após alguns insucessos, a direção do jornal decidiu colocar um ponto final no time de futebol.

Fonte: Diário de Pernambuco

Flor de Vila Alpina Futebol Clube – Vila Alpina – São Paulo-SP

O bairro de Vila Alpina se situa na região Sudeste da capital de São Paulo, e pertence ao distrito de Vila Prudente.

Faz limites com o bairro de São Lucas e se situa próximo da cidade de São Caetano do Sul.

A Vila Alpina, juntamente com os bairros de Vila Bela e Vila Zelina, possuem a maior colônia de imigrantes russos do estado de São Paulo. Traços esses que são perceptíveis tanto em sua população, quanto na arquitetura predominante nas residências e nas igrejas ortodoxas encontradas no bairro.

O Flor de Vila Alpina Futebol Clube é uma antiga agremiação do bairro.

Fundado na data de 15 de junho de 1952, o alvirrubro completa no próximo mês sessenta e três anos de vida.

Manda seus jogos no campo do Santa Cruz Futebol Clube, de Vila Ema/CDC Parque Ecológico da Vila Prudente.

O Flor da Vila também é conhecido como Flor do Morro, devido ao fato de que antigamente seu campo se situava no alto da Vila Alpina.

https://www.facebook.com/FlorVilaAlpinaFC

Fonte: Evandro Souza, neto de um dos fundadores do Flor de Vila Alpina Futebol Clube, que muito colaborou para a confecção deste artigo .

Sport Club do Recife (PE): Escudo e uniforme de 1933

Encontrei um escudo interessante do Sport Club do Recife, do ano de 1933. O leão colocado neste distintivo me lembra muito mais um cão do que um leão. Talvez por esse motivo não esteja entre os demais antigos escudos. Contudo, no Diário de Pernambuco o escudo fora cedido pelo próprio clube  o que valida este modelo.

 

E.C. Biguaçu, Canoinhas A.C. ou EC Operário de Mafra?

O itinerário do Esporte Clube Biguaçu não para. Fundado em 16 de junho de 2011, o clube, no mesmo ano conquistou o Campeonato Catarinense da Segunda Divisão. Em 2012, já na Segunda Divisão, o clube realiza uma campanha mediana ficando em 6º lugar.

Em 2013, alegando falta de investimento da região, o clube muda-se para a cidade de Canoinhas, reativando o nome fantasia do extinto Clube Atlético Canoinhas. Na disputa da Segundona o Canoinhas acaba ficando na 9º colocação entre 10 clubes.

Ainda na Segundona, em 2014, o Clube Atlético Canoinhas realiza novamente uma péssima campanha, ficando em 9º lugar, ficando apenas a frente da Caçadorense, que perdeu 3 pontos na competição.

Utilizando o mesmo CNPJ do ano de fundação (08.766.329/0001-70), o Canoinhas muda muda para a cidade de Mafra, agora com uma nova razão social Esporte Clube Operário de Mafra, herdando assim a torcida do Clube Atlético Operário. Com essa dominação o clube irá disputar a Segunda Divisão do Catarinense (Série B).

FONTES: Wooki – Infoplex – receita.fazenda.gov.br –  rsssf Brasil – Páginas no Facebook (https://www.facebook.com/groups/SerieBCatarinense / fcf.com.br / https://www.facebook.com/pages/EC-Operário-Mafra / https://www.facebook.com/pages/Canoinhas-Atletico-Clube / https://www.facebook.com/ECBiguacu)