Arquivo da categoria: São Paulo

Ranking JP do futebol paulista sub-20/sub-17

Olá, pessoal!

Publiquei nesse mês de dezembro nas páginas do JOGOS PERDIDOS, um ranking do futebol paulista sub-20 e sub-17 (por enquanto). Acredito que seja a primeira inciativa nesse sentido, pois como vocês já sabem, o futebol profissional das divisões menores é negligenciado por muitos, imaginem então como são as categorias de base.

A ideia do ranking surgiu faz tempo, e foi aperfeiçoada depois que vi o que a Conmebol fez com seu ranking. A colocação das equipes é baseada nos últimos cinco campeonatos, dando maior peso ao campeonato de 2011, depois ao de 2010, e assim por diante. Seguem agora os links para que possam ver o trabalho realizado:

Ranking JP do futebol paulista sub-20:

http://www.jogosperdidos2.blogspot.com/2010/12/ranking-jp-do-futebol-paulista-sub-20.html

Ranking JP do futebol paulista sub-17:

http://www.jogosperdidos2.blogspot.com/2010/12/ranking-jp-do-futebol-paulista-sub-17.html

Espero que curtam e como sempre fico à disposição para qualquer esclarecimento. Ah, e aproveito para pedir desculpas pela ausência nesses últimos meses. Em 2012 espero voltar ao normal por aqui.

Abraços à todos!

Novidades no Paulistão

O Campeonato Paulista de 2012 tem duas novidades em termos de escudos.
Primeiro o Mirassol, que assumiu de vez o formato “América de Rio Preto”, mas agora a faixa abaixo foi padronizada.
A segunda novidade é a volta dos que não foram, o “novo” escudo do Guaratinguetá que volta às suas origens e deixa Americana de volta para o Rio Branco.

Fonte: FPF e Campo de Ação

Tabajara Futebol Clube, da Mooca – São Paulo (SP)

 Quando lemos ou ouvimos falar da Mooca, simpatico bairro de colonização italiana na cidade de São Paulo, logo lembramos no Juventus ou de tradicionais clubes amadores amadores como Parque da Mooca e Paulista

O que poucos sabem, porem, é que esse bairro é sede de uma equipe de futebol salão, o Tabajara Futebol Clube, Fundado no domingo, do dia 06 de Junho de 1971. O seu nome é homenagem aos indios, que povoaram a localidade antes da chegada dos italianos.

FONTE: página do clube no Facebook

Clube Esportivo XI Caprichosos da Vila Ré – São Paulo (SP)

O Clube Esportivo XI Caprichosos foi uma agremiação da Cidade de São Paulo (SP). Fundado em 1931, a sua Sede ficava localizada no Bairro da Vila Ré, na Zona Leste da capital paulistana.

CLUBE ESPORTIVO XI CAPRICHOSOS – VILA RÉ

 

 

FONTE: Acervo do autor

PRESIDENTE DO GUARANI DE CAMPINAS É DEPOSTO

A situação do meu Bugre é muito triste, nunca vi isto, mas vale contar aos que não acompanham as coisas de Campinas de perto, e o site futebol interior, descreveu o clima e toda a tensão ocorrida na assembleia desta segunda feira dia 21 de novembro, ainda assim, mesmo com o resultado tido como o melhor para o clube, os atletas ameaçam fazer greve no último e decisivo jogo que definirá a queda ou a permanencia do clube na segunda divisão do Brasileiro. Confira tudo isto:
Assembleia começou às 20hs de segunda dia 21 e terminou 2h30 de terça dia 22 de novembro.
Um clima extremamente pesado antecedeu a Assembleia Geral de Sócios do Guarani, nesta segunda-feira à noite, no Estádio Brinco de Ouro. Enquanto um grupo de torcedores protestava no lado de fora, barrados na portaria, muitos seguranças desfilavam do lado de dentro, vários deles acompanhados de cachorros ferozes.
Por alguns momentos houve um clima de confronto. Alguns rojões explodiram na parte interna do Brinco, em direção dos seguranças e perto dos radialistas e jornalistas que acompanhavam a tumultuada Assembleia Geral de Sócios. Mas os protestos foram pacíficos.
Cartola de peso
Por volta das 20h15, Beto Zini, ex-presidente, entrou na Assembleia muito aplaudido pelos sócios. A presença do ex-presidente, que renunciou em 1999, surpreendeu muita gente. Mesmo porque ele não se considera candidato a nada neste momento. Mas a reação dos associados foi espontânea e positiva. Beto Zini, elegantemente vestido de camisa verde, mostrava muita confiança na queda de Leonel Martins.
Pela manhã, uma surpresa desagradável para o presidente do Conselho Deliberativo, Antônio Sagula. Acusado por opositores de ser inoperante no cargo, ele teve o seu estabelecimento comercial “recheado” de frases de protestos, mostrando o alto grau de insatisfação dos manifestantes com estes dizeres:
“Fora Leonel!” e “Sagula omisso! ”
A partir daí, a direção do clube sentiu que “a disputa seria para valer”.
Sócio bloqueado
Muitos associados foram, injustamente, boqueados na portaria. Um deles, muito insatisfeito, era o advogado Marcelo Dias, líder do grupo Renova Guarani.
“Fui impedido de entrar porque não existe um sistema eletrônico de conferência. É uma triste realidade. Assim não participo da reunião e nem da votação”, comentou indignado.
Ele também explicou a posição do seu grupo em termos de futuro do clube:
“Parece ter ficado instustentável a permanência do Leonel (Martins) porque ele cometeu uma série de falhas na presidência, como cuidar mal do futebol do clube, atrasar salários e não ter um comportamento que se espera de um presidente”, explicou.
Mas também, Dias, mostrou cautela em relação ao futuro:
“Temos que tirar o Leonel, mas tomar muito cuidado em quem vai entrar neste momento delicado do clube. É um perigo entregar o clube em mãos perigosas, de quem tenha outros interesses que não sejam os do Guarani”, completou.
Presidência com Oposição
A reunião começou por volta das 20h20 e a primeira discussão foi sobre a presidência da mesa de trabalhos. Colocada em votação por Antônio Sagula, houve a primeira derrota da diretoria atual. Por 151 a 138 votos foi negada a mesa ao grupo de Situação.
A indicação para a presidência era de Milton Fernandes Alves, ex-empresário de sucesso que depois virou advogado pouco requisitado. Inclusive atuou no departamento jurídico do Guarani. Seu nome, porém, foi vetado pelos associados. Mas o presidente da mesa indicado e aprovado pelos associados foi o advogado Palmeron Mendes Filho, membro da ONG Garra Guarani.
A pedido de Leonel Martins de Oliveira, presidente da diretoria, a votação foi recontada por três vezes, numa clara manobra para adiar qualquer votação a tempo de chegar mais sócios ligados a ele.
A diferença mínima de votos entre Oposição e Situação confirma a expectativa de que qualquer decisão será tomada por um número muito pequeno de diferença entre prós e contra a Leonel Martins. No caso específico à sua destituição, junto com toda a sua incompetente diretoria. De qualquer forma, não houve como evitar uma demora na Assembleia, uma vez que a pauta era extensa, com oito itens. Segundo os opositores, o Edital de Convocação teria mesmo esta intenção como estrategia da diretoria.

ATLETAS DO BUGRE PODEM FAZER GRAVE NA ÚLTIMA E DECISIVA RODADA
Quando todos esperavam que o Guarani viveria outros momentos após a cassação do presidente Leonel Martins de Oliveira na madrugada desta terça-feira, os jogadores surpreenderam e deram mais uma notícia bombástica para os torcedores. Com quatro meses de salários atrasados, o elenco não descartou a possibilidade de não entrar em campo no próximo sábado, diante do Goiás, às 17 horas, no Estádio Brinco de Ouro da Princesa, na última rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.
Nesta tarde, os jogadores se reuniram com representantes do Sindicato dos Atletas do Estado de São Paulo (Sapesp) e convocaram uma entrevista coletiva. O porta-voz do elenco foi o atacante Fabinho, ídolo da torcida bugrina e um dos atletas com mais tempo de clube, que apenas se pronunciou e não respondeu nenhuma pergunta da imprensa.
De acordo com Fabinho, os jogadores irão treinar normalmente durante a semana, mas deixou claro que existe a possibilidade de não entrarem em campo diante do Goiás, na partida que irá decretar a permanência do Bugre na Série B ou o rebaixamento. O elenco aguarda uma posição da diretoria até sexta-feira para decidirem o que irão fazer.
“Esperamos que até sexta-feira alguém possa nos passar uma parte, seja diretoria ou empresários. Não dá para esperar mais. Vamos treinar durante a semana, mas a gente não garante que vamos entrar em campo. Se depender de nós não vamos cair, mas agora estamos em outra situação”, destacou Fabinho. Ao lado do atacante, na sala de imprensa do Guarani, estavam todos os outros 23 jogadores.
Caso os jogadores realmente entrem em greve, o Guarani deve entrar em campo contra o Goiás com juniores, aumentando ainda mais o drama da torcida bugrina, que ainda convive com o perigo iminente de rebaixamento.
Com 49 pontos, o Guarani se encontra na 13ª colocação e precisa de um simples empate para se garantir na Série B. O time campineiro será rebaixado apenas se perder para o Goiás e acontecer uma combinação improvável de resultados, como pelo menos um empate do Paraná, além de vitórias de ASA, São Caetano e Icasa.
E se tiver greve?
De acordo com o artigo 63 do regulamento geral de competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de 2011, “nos casos em que uma equipe se apresentar com menos de sete atletas ou ficar reduzida a menos de sete, após iniciada a partida, o clube correspondente perderá a quota da renda que lhe caberia, além de sofrer uma multa de R$ 10.000,00, aplicada pela CBF, sem prejuízo de sanções previstas no CBJD”.
Já o artigo 65 diz: “No caso de uma equipe não se apresentar em campo para uma partida previamente programada, o seu adversário será declarado vencedor pelo placar de três a zero”. Vale lembra que se isso acontecer, o caso será julgado no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

Fonte – Futebol Interior

Associação Atlética Matarazzo – São Paulo (SP): Fundado em 1914

A Associação Atlética Matarazzo (AAM) foi uma agremiação da cidade de São Paulo (SP). Fundado no sábado, do dia 14 de Novembro de 1914, onde reunia os empregados dos escritórios comerciais e industriais da S/A. A sua Sede ficava localizado no Limão (um dos principais bairros do samba paulistano), na Zona Norte de São Paulo.

Voltada principalmente ao “cultivo do futebol“, segundo estabelecia seu 1º estatuto em 1928, a Associação Atlética Matarazzo também se destinava à promoção de festivais esportivos e recreativos, bem como bailes com a participação de sócios e seus familiares.

Em julho de 1931, a diretoria resolveu desocupar a sala situada na Avenida Brigadeiro Luís Antonio, nº 44, no bairro da Sé. Alegava tratar-se de um prédio muito acanhado, fora de mão e de aluguel demasiado alto.

No ano seguinte, a Associação comprou um terreno situado na Alameda Casa Branca, de propriedade do Conde Luiz Eduardo Matarazzo, onde foi instalada a Praça de Esportes.

Além de um bangalô e de uma quadra de tênis já existentes no local, a associação pretendia construir um ginásio para jogos de basquete, aproveitável também para bailes.

O Conde Francisco Matarazzo Jr., então administrador gerente da S/A Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo, prometia que, durante o primeiro ano posterior à compra, a empresa contribuiria com a soma de um conto de réis (1:000$000) por mês, a fim de auxiliar a AAM a saldar sua dívida de 400 contos de réis! A tarefa, bastante árdua, não foi levada adiante e, em maio de 1936, a AAM desfez o negócio, passando, então, a alugar o mesmo terreno, utilizando-se apenas da quadra de tênis.

Foto de 03 de Abril de 2949

Nesse mesmo ano, uma nova sede social foi instalada num conjunto de salas do Edifício Martinelli. Em 1940, devido às dificuldades financeiras pelas quais passava, a AAM deixou de alugar a quadra de tênis. Os custos com sua manutenção e com a compra do material para a prática do

esporte tornaram-se muito onerosos. Para os jogos de futebol, a Associação Atlética Matarazzo alugava o campo da vila operária Maria Zélia, na Rua Catumbi.

No Martinelli, a AAM ficou até 1956, quando recebeu uma notificação para desocupar as salas. Mudou-se, então, para um salão de propriedade da empresa num edifício recém-construído na Avenida do Estado.

Finalmente, por volta de 1958, a empresa permitiu que o clube construísse a sede definitiva em um terreno de sua propriedade, situado à Av. Ordem e Progresso, no bairro do Limão.

Lá permaneceu até 1986, quando a empresa vendeu a praça de esportes para uma fábrica de retentores. Por último, a Atlética Matarazzo teve sua secretaria funcionando precariamente numa das salas dos escritórios da fábrica do Belenzinho.

Escudo e uniforme desenmhado por Sérgio Mello

FONTE & FOTOS: página no Facebook “Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo – IRFM – Memória e preservação