Arquivo da categoria: Minas Gerais

Tupynambás Futebol Clube – Juiz de Fora (MG): Vice-campeão Mineiro de 1934

O Tupynambás Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Juiz de Fora (MG). A sua Sede e o Estádio José Paiz Soares ficam localizados na Rua Dr. Delorme Louzada, 32, no Bairro de Santa Teresa, em Juiz de Fora. O ‘Leão do Poço Rico’ ou ‘Beata’ foi Fundado no dia 15 de Agosto de 1911, por Bruno Toschi, Remo Toschi, Dante Zanetti, Alberto Setta, Sebastião Taucci, Jorge Miguel, Horácio Antunes Paulo Tirapani e Edmundo Benedicto.

1º JOGO & COMPETIÇÃO

No ano seguinte, o clube disputou sua primeira partida oficial, contra aquele que seria seu maior rival: o Tupi. No 1º clássico “Tu-Tu”, empate de 1 a 1, sendo Sebastião Taucci, o primeiro a marcar um gol com a camisa do Tupynambás. Na primeira competição oficial de Juiz de Fora, em 1918, o Baeta foi vice-campeão, perdendo a decisão para o Sport. Ano em que o Leão virou mascote do clube.

1º TÍULO & CAMPO

Em 1919, o Tupynambás conquistou o seu primeiro título da cidade, conseguindo o bicampeonato no ano seguinte. Nessa mesma competição, obteve mais 11 títulos, o último em 66. O primeiro campo do Tupynambás ficava na Rua Bernardo Mascarenhas, Bairro Fábrica, onde hoje fica o Colégio Técnico Universitário. O clube construiu seu estádio no Bairro Poço Rico, durante a gestão do presidente José Paiz Soares, o qual empresta seu nome ao estádio.

A inauguração ocorreu em 1950, em um amistoso entre Tupynambás e Corinthians, que venceu a partida por 5 a 1. O clube paulista foi convidado a inaugurar, quatro anos mais tarde, a iluminação do Estádio José Paiz Soares, voltando a vencer o Tupynambás, desta vez por 2 a 1.

ELITE DO FUTEBOL MINEIRO

Em 1933 o Tupynambás participou do Campeonato Mineiro da 1ª Divisão pela primeira vez, terminando na 6ª colocação. Em 1934 tornou-se vice-campeão. O clube se afastou, só retornando 35 anos depois.

Disputou o Campeonato Mineiro da Segunda Divisão de 1969 e para isso tendo que desligar-se da Liga de Desportos de Juiz de Fora. Entretanto, o clube não teve condições de arcar com as despesas da competição estadual e abandonou o futebol profissional.

Temporariamente, pois o Tupynambás retornou às atividades profissionais em 1983, quando disputou o Campeonato Mineiro da Segunda Divisão. A campanha desastrosa, sob o comando do técnico Augusto Clemente, acarretou em um novo abandono da equipe principal por parte do clube.

Em 2006, o Tupynambás conquistou um dos maiores campeonatos a nível internacional de toda sua história, a 7ª Taça Internacional de São Paulo.O clube voltou as atividades em 2007, quando tentou, sem sucesso, obter uma vaga no Campeonato Mineiro do Módulo II (Segunda Divisão). A agremiação contou com o experiente atacante Euler, o “filho do vento” durante esta empreitada.

Títulos

ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Trophy(transp).png Vice – Campeonato Mineiro 1 1934
MUNICIPAIS
Competição Títulos Temporadas
Bandeira de Juiz de Fora.svg Campeonato Citadino de Juiz de Fora 11 1919192019241925192819311932193419461961 e 1966
Bandeira de Juiz de Fora.svg Torneio Início da Liga de Juiz de Fora 17 19191920192519291930193119321935193819401945194919501951,19561962 e 1965

FONTES: Rsssf Brasil – Wikipédia – Página do clube no Facebook

Frutal Esporte Clube – Frutal (MG): Uma edição na Segundona Mineira, em 1969

O Frutal Esporte Clube foi uma agremiação do Município de Frutal, que fica a 628 km da capital de Minas Gerais (uma população de 57.269 habitantes, segundo o Censo IBGE/2014). O Alvianil Frutalense foi Fundado no dia 09 de de Maio de 1965. A Sede ficava localizada na Rua Senador Gomes da Silva, 26, no Centro de Frutal. O Frutal mandava os seus jogos no Estádio Municipal Pedro Macedo da Silveira, o ‘Marretão, com capacidade para 12 mil pessoas.

SEGUNDONA MINEIRA

O clube se profissionalizou em 1968, e no ano seguinte debutou no Campeonato Mineiro Segunda Divisão de 1969. Nesta edição, o Alvianil Frutalense caiu no Grupo C, com: Fluminense FC, de Araguari; Nacional, de Uberaba; Araguari AC, de Araguari; Patrocínio EC, de Patrocínio; e AE Ituiutabana, de Ituiutaba.

O Frutal fez uma campanha modesta, terminando na 4ª colocação, com sete pontos, em oito jogos (duas vitórias, três empates e três derrotas; marcando cinco gols e sofrendo nove), e acabou sendo eliminado, uma vez que apenas os dois primeiros avançaram no certame. As duas vitórias foram em cima do Ituiutabana, fora de casa, pelo placar de 1 a 0 (20-07-69); e vitória por 2 a 1 no Patrocínio, em casa, em 03 de agosto de 1969.

O jogador da foto, Dindim se profissionalizou em 1968 para defender o Frutal (clube da sua cidade). Em 1969, disputando a Segundona, Dindim foi considerado pela crônica esportiva mineira o melhor quarto-zagueiro da competição. Além dele, outros dois jogadores se destacaram depois: Lacerda (ex-meia do Uberaba EC) e Canindé (lateral-direito do Botafogo e do Atlético-MG).

 

FONTES & FOTOS: Wikipédia – Rsssf Brasil – Site Terceiro Tempo 

Pedro Leopoldo Futebol Clube – Pedro Leopoldo (MG): Cinco edições na Elite Mineira

O Pedro Leopoldo Futebol Clube é uma agremiação do Município Pedro Leopoldo (MG). O “Bode” foi Fundado no dia 23 de Setembro de 1933, graças a fusão do Sport Club Pedro Leopoldo com o Pedro Leopoldo Atlético Clube, adotando as cores preto e branco.

SETE PARTICIPAÇÕES NA ELITE MINEIRA

O time disputou campeonatos amadores na cidade e região até 1958, atingindo resultados satisfatórios, o que levou a Federação Mineira de Futebol a elevar o clube a categoria de profissionais naquele ano. O clube passaria a disputar o Campeonato Mineiro da 1ª Divisão de 1959.

Em sua estreia no Campeonato Mineiro, o Bode, alcançou o 7º lugar em um campeonato com 11 clubes, conseguindo seis vitórias, três empates e 11 derrotas, marcando 27 gols e sofrendo 39. Borges foi o artilheiro da equipe com 8 gols e Gilberto marcou 7 tentos.

Em 1958, na sua estreia o Pedro Leopoldo terminou na 11ª posição, entre 16 equipes, com 4 vitórias, 4 empates e 7 derrotas; marcando 25 gols, sofrendo 30 e um saldo de menos cinco.

Em 1959, o Pedro Leopoldo ficou no Grupo Sertão, com seis equipes. Terminou na 3ª colocação com 11 pontos: 4 vitórias, 3 empates e 3 derrotas; 19 gols pró, 18 tentos contra e o saldo de um. O Bode avançou para o Campeonato Mineiro. o Pedro Leopoldo conseguiu o 7º lugar num total de 11 clubes. Foram 15 pontos em 20 jogos:  6 vitórias, 3 empates e 11 derrotas; 27 gols pró, 39 tentos contra e o saldo negativo de 12.  

Em 1960, o clube alcança 8º lugar entre 16 participantes, com 11 vitórias, 6 empates e 13 derrotas, marcando 45 gols e sofrendo 56. Pelau com 11 gols e Borges com 10 foram os artilheiros da equipe.

Em 1961, novamente termina o campeonato em 8º lugar, entre 12 participantes, alcançando 9 vitórias, 7 empates e 10 derrotas,marcando 45 gols e sofrendo 51 gols. Gilberto com 14 gols e Pelau com 9 foram os artilheiros do Bode.

Em 1962, termina a competição em 8º lugar pelo terceiro ano consecutivo, obtendo 8 vitórias, 3 empates e 11 derrotas, anotando 31 gols e sofrendo 38. Gilberto com 15 gols e Tomazinho com 8 sagraram-se artilheiro do time.

No ano de 1963, alcançou o 9º lugar no campeonato, obtendo 6 vitórias, 5 emaptes e 11 derrotas, marcando 22 gols e sofrendo 35. Os artilheiros da equipe foram Neco com 6 gols e Simália com 4 tentos.

Já o ano de 1964 é trágico para o profissionalismo do clube, com uma campanha de 1 vitória, 5 empates e 16 derrotas, terminando na lanterna do campeonato e sendo rebaixado.

O time marcou 14 gols e sofreu 50, tendo Curiol e Dias como artilheiros com respectivamente 4 e 3 gols marcados. Este golpe é fatal para o Pedro Leopoldo que logo depois, atolado em dívidas financeiras, abandona o seu Departamento de Futebol Profissional e passa a se dedicar a atividades amadoras.

UMA VEZ NA SEGUNDONA MINEIRA

Contudo, o Bode ainda tentou o retorno em 1968, quando disputou o Campeonato Mineiro Segunda Divisão. Contudo, fez uma campanha ruim, terminando na 4ª posição no Grupo II (seis jogos e três pontos: uma vitória, um empate e quatro derrotas; marcando sete gols e sofrendo 12), e acabou eliminado na fase classificatória.

No amadorismo, sagrou-se por diversas vezes campeão municipal, além do título de Campeão da Copa Itatiaia de Futebol Amador de 1983 e sendo vice em 1982, 1985 e 2001.

O clube manda seus jogos no Estádio César Julião Cecé de Sales, no centro da sua cidade natal. O Mascote do Clube é o Bode, idealizado pelo cartunista mineiro Fernando Pieruccetti, mais conhecido como Mangabeira, que também criou os mascotes de Cruzeiro, Atlético, América e outros times de futebol do país.

A origem do mascote deu-se graças ao fato de que em um certo dia, nos fundos de um antigo campo do Atlético, foram encontrados um casal e um bode preto numa fossa em um ritual de macumba. Associando esse fato ao pedroleopoldense Chico Xavier, Mangabeira criou o Bode como mascote do Pedro Leopoldo Futebol Clube.

FONTES & FOTOS: Googles Maps – Rsssf Brasil – Wikipédia – Página do clube no Facebook

Clube Atlético Sacramentano – Sacramento (MG): Disputou a Segundona de 1968

O Clube Atlético Sacramentano é uma agremiação do Município de Sacramento (MG). Localizado a 480 km de distância da capital mineira e contando com uma população de 23.896 habitantes (segundo o Censo IBGE/2010), o clube foi Fundado no dia 18 de Março de 1951. A sua Sede e o Estádio Dr. João Cordeiro ficam situados na Rua Presidente Castelo Branco, 96, no Centro de Sacramento.

PRIMEIRA E ÚNICA PARTICIPAÇÃO

No que diz respeito ao futebol profissional,  o Sacramentano participou uma edição do Campeonato Mineiro Segunda Divisão: 1968. A equipe ficou no Grupo II, terminando na 3ª colocação. Realizou oito jogos, com 11 pontos (cinco vitórias, um empate e duas derrotas; marcando nove gols e sofrendo cinco). O Sacramentano foi eliminado, uma vez que apenas os dois primeiros de cada chave avançavam na competição.

PS: Sacramentano é o gentílico da pessoa que nasce no Município de Sacramento-MG.

 

FONTES & FOTOS: Googles Maps – Rsssf Brasil – Wikipédia

Sport Club Aymorés – Ubá – MG

Ubá é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. É considerado o principal polo moveleiro do estado. Além dos móveis de qualidade, o município é reconhecido nacionalmente pela espécie de manga que leva o seu nome e cresce com fartura na região.

O Sport Club Aymorés, sediado na cidade de Ubá, foi fundado na data de 17 de maio de 1923. O primeiro nome cogitado foi Santa Cruz, provavelmente por se localizar no bairro homônimo.

 

Seu primeiro adversário foi uma equipe da cidade mineira de Visconde do Rio Branco, denominada Batista de Oliveira, nome do presidente da câmara municipal daquela cidade. O Aymorés venceu por 2×0.

Em pé: Tota – Zizito – Paulo – Zizinho Brando – Zé Fita – Itim – Abilhinho e Simões. Agachados: Dante – Mundinho -Pinha – Sonino – Urias e Elito.

O Alviceleste conquistou dez vezes o campeonato da Zona da Mata, sete vezes o campeonato regional e foi durante muitas vezes campeão municipal. A última grande conquista do Sport Club Aymorés foi em 1996, campeonato regional de futebol da categoria principal. Jogando em casa no estádio Afonso de Carvalho, em partida memorável, depois de empatar no tempo normal por 2×2 diante de seu maior rival, o Esporte Clube Itararé, de Tocantins, o Aymorés venceu nos pênaltis por 5×4.

O Aymorés participou do Campeonato da Segunda Divisão de profissionais da Federação Mineira de Futebol, nas décadas de 80 e 90.

Guará e Nicola são os principais nomes de jogadores que já vestiram a camisa azul e branca do Aymorés.

Entretanto, a torcida de Ubá se orgulha muito por haver tido o imortal Ary (compositor Ari Barroso), como atleta ubaense. Ele era o camisa número 1 do Botafogo, extinto clube da cidade. Devido a sua miopia, ele usava óculos e atuava com os mesmos).

Fontes: Wikipédia – relíquias do futebol – blog do narrador esportivo Fernando de Lélis

OBS: muito embora conste do livro “Corpo Azul”, de Rosalvo Braga Soares, que a data de fundação do S.C. Aymorés seja 17 de maio de 1923, o blog scaymoresblogspot.com, aponta como sua fundação a data de 16 de maio de 1926.

Associação Desportiva Ateneu – Montes Claros – MG

Na data de 1º de maio de 1947, estudantes do colégio Diocesano da cidade mineira de Montes Claros, fundaram a Associação Desportiva Ateneu, a qual recebeu o nome de  Padre Osmar Futebol Clube, uma homenagem ao diretor do colégio naquela oportunidade.

Pouco depois o clube mudou o nome para Esporte Clube João Rabello, uma homenagem a um de seus fundadores, mesmo nome do seu estádio, com capacidade para 3000 pessoas.

Finalmente no ano de 1970 a diretoria do clube resolveu trocar novamente sua denominação, desta feita para Associação Desportiva Ateneu. O clube disputou o campeonato mineiro da 1ª divisão nos anos de 1979 e 1980 e o campeonato mineiro da 2ª divisão no ano de 1969.

Possui os apelidos de “Broca” e “Alvinegro do Bairro São José”.

 

 

Ateneu – 68 anos de história sem ter o que comemorar

Desde a sua fundação em 1o de Maio de 1947, a Associação Desportiva Ateneu se tornou o clube mais tradicional de Montes Claros. Quase todos os atletas passaram de alguma maneira pelas escolas do clube, sejam as de base ou até mesmo as escolas máster no fim de suas carreiras.
O jornalista Felipe Gabrich é um desses que já passou em todas as fortes equipes do futebol amador da cidade, tendo em seu currículo passagens pelo Cassimiro de Abreu e também pelo famoso time do Ipê, fundado pelo então deputado Edgar Pereira entre os anos de 1965 e 1970.Gabrich foi goleiro e sua passagem pelo Ateneu remonta entre as décadas de 1960 e 1970. Antes de falar sobre sua passagem como goleiro do Glorioso “Broca”, Felipe explica a paixão do torcedor montes-clarense pelo seu futebol como singular. “Enquanto a maioria das cidades em Minas Gerais tinha seu foco nas grandes equipes da capital, aqui em Montes Claros o torcedor se dividia entre duas paixões: Cassimiro e Ateneu. Fora disso, as preferências eram por clubes do Rio de Janeiro, como Flamengo e Botafogo, que detinham os grandes craques da época. Foi só depois da construção do Mineirão, em 1965, que tanto Atlético quanto Cruzeiro passaram a arrebanhar torcedores em Montes Claros” explica o jornalista.

Entre uma foto e outra, Felipe Gabrich prova didaticamente sua analogia sobre o Ateneu. Ele explica que o “Broca” já enfrentou, mesmo que amistosamente, grandes equipes do futebol brasileiro. “O Ateneu saiu de Montes Claros e foi fazer uma preliminar de um jogo da seleção brasileira em 1956, no Maracanã. Pelo que me consta, até agora foi o único time de Montes Claros a pisar no gramado do Mário Filho (nome real do Maracanã, dado em homenagem ao radialista carioca)” revela Gabrich. E não foi só essa proeza cometida pelo Ateneu de Montes Claros. Fluminense do RJ e o Santos de São Paulo também vieram até o Estádio João Rebelo para enfrentar o glorioso “Broca”.

Como atleta, Felipe Gabrich foi goleiro do Ateneu. Defendeu as cores do time do bairro São José, como também era carinhosamente chamado pelos torcedores, entre os anos de 1960 e 1980. “A rivalidade entre os dois era uma coisa monstruosa. O Ateneu era o time do bairro São José enquanto o Cassimiro, o clube do bairro Todos os Santos também chamado pelos seus torcedores de ‘Mais querido’.

Felipe conta que o Estádio João Rebelo vivia apinhado de gente para assistir o grande confronto entre as duas equipes. “Era gente por todo o lado e isso era uma coisa tão verdadeira que hoje, fica difícil descrever ou explicar o que realmente acontecia. A predileção do torcedor apaixonado do Ateneu precisa ser estudada. Já vamos para 13 anos que seu departamento de futebol foi desativado e até hoje a efervescência e a paixão de seus torcedores ainda sobrevive” revela Felipe.

Para ele, o tempo em que defendeu o Ateneu foi uma época de ouro.”Foi um tempo mágico. De nomes como Garrincha, Denarte, Bolão, Lola e tantos outros que defenderam prazerosamente o glorioso Broca. Talvez um dia ele possa ressurgir das cinzas. Enquanto isso, o saudosismo nos invade e vamos nos alimentando do que um dia foi essa grande agremiação esportiva em nossa cidade” conclui.

Na nossa terceira reportagem, conversaremos com o ex-presidente Zezé da Fuscampos, que dirigiu o Ateneu nos anos 1990 e declara como todos os benefícios feitos no Estádio João Rebelo foram deteriorados com o tempo.

Curiosidades: O Ateneu foi fundado em 1947 com a alcunha de Padre Osmar Futebol Clube, já que seus fundadores eram um grupo de estudantes do colégio diocesano, que ficava na Avenida Coronel Prates, onde hoje foi construído um supermercado Bretas. Antes, porém, o colégio diocesano abrigou também a Prefeitura Municipal de Montes Claros até 1982, na gestão do Prefeito Antonio Lafetá Rebelo, um dos fundadores do Padre Osmar, que mais tarde recebeu o nome de seu irmão, João Rebelo, e que mais tarde passou a se chamar Ateneu.

 

 

 

 

Fonte: www.onorte.net edição de 15 de maio de 2015

Fotos do estádio: planotatico.com e xumedeiros.blogs

Foto da equipe: bolaprafrentemoc.blogspot.com.br

 

 

Sparta Futebol Clube – Campo Belo (MG): Oito participações na Segundona Mineira

1º Escudo e Uniforme

O Sparta Futebol Clube é uma agremiação do Município de Campo Belo (MG). A sua Sede fica localizada na Rua Coronel Juca Barbosa, s/n, no Bairro Vila Etna, em Campo Belo. O Mais Querido foi Fundado no dia 18 de Março de 1946, e possui um aconchegante Estádio: Crisólito Alvarenga, com capacidade para 10 mil pessoas.

No campo profissional, o Sparta participou de oito edições do Campeonato Mineiro Segunda Divisão: 1967, 1968, 1985, 1986, 1987, 1988, 1989 e 1992. Em 2002, também disputou o Campeonato Mineiro Segunda Divisão, que na verdade equivalia a Terceirona. Também esteve presente na Supercopa Minas Gerais, em 1991.

CURIOSIDADE

O primeiro escudo e uniforme do Sparta era bem similar ao Tricolor Paulista. Em relação ao escudo nas cores preto e branco, não encontrei nenhuma foto, no bom acervo do clube, que desse alguma menção. Publiquei dois escudos diferentes dos conhecidos, entre eles o 1º distintivo.

FONTES & FOTOS: Página do Clube no Facebook – Rsssf Brasil – Roberto Murilo

Esporte Clube São Vicente – Patos de Minas (MG): Duas edições na Segundona Mineira

O Esporte Clube São Vicente foi agremiação do Município de Patos de Minas (MG). Fundado no dia 19 de Abril de 1959, por um grupo de desportistas, entre eles, Sebastião Simão dos Santos, Tião do Jaime, que também foi jogador. A sua Sede ficava localizada na Praça Champagnat, 21, no Centro da cidade. A equipe mandava os seus jogos no Estádio Walmir Gomes da Rocha.

Na sua história, o São Vicente participou duas vezes do Campeonato Mineiro Segunda Divisão: 1967 e 1968. Na sua estreia no futebol profissional, o clube não foi bem, terminando na 6ª colocação no seu grupo (oito jogos e três pontos: três empates e cinco derrotas; seis gols a favor e 17 contra).

Em 1968, outra eliminação na primeira fase. Ficando na 5ª posição com quatro pontos em oito jogos (duas vitórias e seis derrotas; sete gols pró e 19 contra). O ponto positivo, foram as duas únicas vitórias no futebol profissional. Triunfos em cima do Tupi de Patos de Minas por 2 a 0, em casa, no dia 30 de junho de 1968.E o outro, também nos seus domínios, o Mamoré por 2 a 1, no dia 18 de agosto de 1968.

FONTES: Câmara de Patos de Minas – Rsssf Brasil